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GONÇALVES, Joaquina. Filha de Francisco Gonçalves e de Carolina Rosa Fernandes, lavradores, residentes em Felgueiras. N.p. de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves; n.m. de José Fernandes e de Perpétua Rodrigues de Azevedo. Nasceu a 12/9/1887 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: Francisco Luís Domingues e esposa, Maria Rosa Fernandes, rurais, do sobredito lugar. // Faleceu em Penso a 24/11/1982, com noventa e cinco anos de idade, e foi sepultada no cemitério local. // Deixou filhos.
GONÇALVES, Francisco José. Filho de Francisco Manuel Gonçalves, de Barbeita, Monção, e de Maria Teresa Fernandes, de Penso, Melgaço, lavradores. Nasceu em Penso a --/--/18--. // Partiu para Lisboa, onde se tornou negociante. // Casou com Ana Cândida Cintra, de quem ficou viúvo. // Faleceu repentinamente, no lugar do Maninho, Alvaredo, a --/--/188-, com 45 anos de idade, em casa de Jacob Camanho de Carvalho, e foi sepultado no adro da igreja de Alvaredo. // Fizera testamento. // Sem geração.
GONÇALVES, Francisca Luísa. // Faleceu em Telhada Grande a 17/11/1858 – em consequência de um ataque nervoso (ou apopléctico), que o privou dos sentidos – e foi sepultada na igreja no dia seguinte. // Estava viúva de Luís António Fernandes Gomes.
GONÇALVES, Francisco Manuel. Filho de Manuel João Gonçalves, natural de Penso, e de Josefa Fontão Esteves, natural de Barcela, Tui, Galiza, rurais, moradores no lugar de Rabosa. Neto paterno de Manuel Caetano Gonçalves e de Rosa Maria Gonçalves; neto materno de Maria Ventura Fontão. Nasceu em Penso a 2/9/1862 e foi batizado na igreja nesse dia. Padrinhos: Francisco Manuel Rodrigues, lavrador, e sua esposa, Maria Vicência Gonçalves. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia a 21/4/1886 com a conterrânea Carolina Rosa Fernandes, de 22 anos de idade, solteira, costureira, residente no lugar de Felgueiras, filha de José Fernandes e de Perpétua Rodrigues de Azevedo, camponeses. No acto do casamento declararam ao sacerdote que já tinham uma criança do sexo feminino, por nome Ludovina, a qual nascera em Penso a 10/9/1885. Testemunhas presentes: Manuel Luís Gomes, casado, lavrador, do lugar de Rabosa, entre outros.
GONÇALVES, Francisco Manuel. Filho de Domingos Gonçalves e de Ana Maria Rodrigues, de Barbeita, Monção. Nasceu por volta de 1788. // Carpinteiro. // Faleceu em sua casa de Rabosa, Penso, a 11/12/1860, com 72 anos de idade, casado com Maria Teresa Fernandes. // Deixou cinco filhos.
CASTRO, Francisca Luísa. Filha de João Francisco de Castro e de Maria Angélica, jornaleiros, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1806. // Jornaleira. // Faleceu em Telhada Pequena, onde morava, a 20/6/1884, com cerca de 78 anos, sem o uso das suas faculdades intelectuais, viúva de Luís Manuel Vaz, e foi sepultada no adro da igreja. // Deixou filhos.
GONÇALVES, Francisca. Filha de Manuel Gonçalves, jornaleiro, de Barbeita, Monção, e de Maria Rosa Alves, jornaleira, de Penso, moradores em Lages. N.p. de Manuel Gonçalves e de Maria José Alves; n.m. de João Manuel Alves e de Maria Rosa Rodrigues. Nasceu a 8/1/1875 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António José Domingues e esposa, Francisca Vaz, lavradores, pensenses. // Faleceu em Penso a 16/12/1959. /// (Ver Almerinda Gonçalves).
CASTRO, Felismina. Filha de Júlio Augusto (exposto), alfaiate, e de Angelina Barreira de Castro, tecedeira, moradores no lugar do Crasto. N.m. de Maria Isabel de Castro, viúva. Nasceu em Penso a 25/1/1872 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António José Fernandes, casado, lavrador, de Travaçós, Santa Eulália de Valadares, Monção, e Isidora de Magalhães, solteira, da Casa de Crasto. // Casou na igreja de Penso a 26/4/1899 com Evaristo, de 26 anos de idade, seu conterrâneo, filho de José Joaquim Esteves e de Miquelina Alves. // O seu marido morreu na freguesia de Camões, Lisboa, a 27/3/1922. // Ela faleceu em Penso a 23/1/1964, com quase 92 anos de idade.
CASTRO, António José. Filho de Júlio Augusto (exposto), alfaiate, e de Angelina Barreira de Castro, tecedeira, moradores no lugar do Crasto. Neto materno de Maria Isabel de Castro, viúva. Nasceu em Penso a 25/11/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António José Fernandes e sua esposa, Teresa Maria de Castro, lavradores, de Travaçós, Santa Eulália de Valadares, Monção. // Era solteiro, artista, quando casou na igreja de Penso a 24/8/1898, com Rosa Gonçalves, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Sá, Monção, residente no lugar do Cruzeiro, filha de Francisco José Gonçalves e de Francisca Luísa Alves. // A sua esposa morreu em Sá, Monção, a 18/3/1915.
CASTRO, Domingos. // Faleceu em Paranhão, a 15/2/1857, viúvo, e foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Deixou testamento.
CASTRO, Angelina. Filha de Maria Isabel Barreira de Castro, tecedeira, moradora no lugar de Crasto, Penso. Neta materna de Manuel de Castro e de Maria Teresa Lourenço Barreira. Nasceu em Penso a 30/11/1836. // Casou (*) na igreja de Penso a 15/5/1862 com Júlio Augusto, de 21 anos de idade, exposto na Roda de Valadares a 26/10/1840, criado em Penso pela ama Francisca de Castro, esposa de Luís Manuel Pereira. Testemunhas da cerimónia religiosa: padre Custódio Esteves Cordeiro, morador na residência paroquial, e Vicente Vaz, solteiro, lavrador, de Barro Grande. // O seu marido morreu a 17/5/1894 no sobredito lugar do Crasto, com todos os sacramentos da igreja católica, com 55 anos de idade, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial. /// (*) Por o noivo ter sido exposto, foi necessária a licença do Juíz dos Casamentos, na altura o Desembargador João Caetano Rebelo da Silva.
CASTRO, António. Filho de Gualdino Aniceto, exposto (ver na Vila), e de Helena de Castro, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar de Crasto. Neto materno de Júlio Augusto de Castro e de Angelina Barreira de Castro. Nasceu em Penso a 6/3/1899 e foi batizado na igreja a 8 desse mês e ano. Padrinhos: António de Castro e sua mulher, Maria Gonçalves, camponeses, tios maternos do batizando. // Casou na CRCM a 8/9/1923 com Belmira de Jesus Domingues, de 19 anos de idade, natural de Paderne, filha de Augusto da Paixão Domingues e de Claudina Rodrigues. // Morreu em Paderne a 24/12/1984.
CASTRO, Agostinho José. // Nasceu em Penso no século XVIII. // Foi soldado da Companhia Fixa da Vila de Melgaço. // Faleceu a 16/7/1815. // Apareceu morto pelas onze horas da noite no adro da igreja, defronte do seu quartel, atacado dum acidente, sem poder falar e destituído dos seus sentidos, do que nunca mais recuperou. // Foi sepultado na igreja da Misericórdia.
ALVES, Marcelina Rosa. Filha de Manuel Joaquim Alves e de Maria Ludovina Fernandes, lavradores, residentes em Rabosa. N.p. de João Alves e de Maria Rosa Rodrigues, de Lages; n.m. de Manuel António Fernandes e de Maria Caetana Alves. Nasceu em Penso a 25/1/1869 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel Rodrigues, solteiro, rural, de Pomar, e Marcelina Rosa Fernandes, solteira, camponesa, de Rabosa. // Casou na igreja local a 25/11/1895 com Silvino Durães, natural de Paderne. No acto do casamento declararam ao padre que eram pais de uma criança do sexo masculino, chamado Leonel (ver no apelido Durães), nascido nesse ano de 1895. // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: o marido a 11/12/1955 e ela a 27/2/1958.
GONÇALVES, Manuel. Filho de Manuel Gonçalves e de Maria José Alves, lavradores, de Barbeita. Nasceu em Barbeita, Monção, por volta de 1823. // Jornaleiro. // Tinha 48 anos de idade, era viúvo de Josefa de Sousa, falecida em Barbeita, no lugar de Araújo, quando casou na igreja de Penso a 16/8/1871 com Rosa Alves, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, moradora em Lages, filha de João Manuel Alves e de Maria Rosa Rodrigues, de Penso. Testemunhas: padre Manuel José Domingues, de Barro Pequeno, e João Rodrigues, casado, lavrador, de Paradela. // Faleceu no lugar das Lages, Penso, onde morava, a 2/6/1881, com 58 anos de idade, casado com a dita Rosa Alves, e foi sepultado na igreja de Penso. // Deixou filhos. // A sua viúva casou em 1890 com António José Alves.
ALVES, Maria. Filha de José Bento Álvares, de Gondomil, e de Teresa de Jesus, de Penso, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1817. // Jornaleira. // Faleceu em Mós, onde morava, a 25/10/1877, com 60 anos de idade, solteira, e foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos.
GONÇALVES, Luís António. Filho de António Joaquim Gonçalves, carpinteiro e lavrador, de Santa Eulália de Valadares, Monção, e de Ludovina Domingues, lavradeira, moradores em Mós. N.p. de João Luís Gonçalves e de Maria José Rodrigues; n.m. de Manuel José Domingues e de Maria do Carmo Esteves. Nasceu a 28/7/1895 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: tio paterno, Manuel António Gonçalves, solteiro, rural, de Valadares, e Maria da Glória Alves, solteira, costureira, de Penso. // Morreu a 31/8/1901 e foi sepultado no cemitério.
ALVES, Maria. Filha de Jerónimo Alves, lavrador, de Penso, e de Luísa Maria Alves, lavradeira, de Messegães, Monção. Nasceu em Penso por volta de 1817. // Camponesa. // Faleceu em Barreiros, onde morava, a 8 de Abril de 1883, com cerca de 66 anos de idade, solteira; perdera o uso da razão. // Foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos.
GONÇALVES, Lucinda. Filha de António Joaquim Gonçalves, artista, natural de Valadares, Monção, e de Ludovina Domingues, lavradeira, natural de Penso, onde moravam, no lugar das Mós. Neta paterna de João Luís Gonçalves e de Maria José Rodrigues; neta materna de Manuel José Domingues e de Maria do Carmo Esteves. Nasceu em Penso a 10/9/1901 e no dia seguinte foi batizada na igreja pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães. Padrinhos: Manuel António Gonçalves, solteiro, tio paterno da neófita, e Maria José Rodrigues, avó da criança, lavradores, naturais de Valadares, Monção. // Casou na 5.ª Conservatória de Registo Civil de Lisboa a 24/8/1924 com o seu conterrâneo Joaquim Esteves, de 28 anos de idade, filho de Manuel António Esteves e de Maria Solha. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia da Pena, Lisboa: o marido a 7/5/1966 e ela a 4/7/1971.
ALVES, Maria. Filha de Manuel Alves e de Rosa Maria Esteves, lavradores, residentes em Casal Maninho. Neta paterna de Caetano Manuel Alves e de Maria Luísa Domingues; neta materna de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Gonçalves. Nasceu em Penso a 24/3/1875 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno, casado, rural, e Maria Vitória Afonso, solteira, criada de servir. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 25 de Julho de 1906 com Justino Fernandes, lavrador, natural de Paderne. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 20/1/1949.
ALVES, Manuel José. Filho de Marcelina Rosa Alves. Nasceu em Penso por volta de 1848. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, carpinteiro, morava em Telhada Grande, quando casou na igreja de Penso a 21/7/1873, com a sua conterrânea, Mariana, de 36 anos de idade, solteira, costureira, residente em Lages, filha de Anastácio José [da Cunha] Lima, de São Julião de Cornes, Vila Nova de Cerveira, e de Marcelina Gonçalves, natural de Cousso, Melgaço. Testemunhas: Bonifácio Rodrigues Marçães, lavrador, de Cortinhas, e Secundino da Cunha Lima, camponês, de Lages.
ALVES, Manuel José. Filho de Manuel José Alves, lavrador, e de Rosa Josefa, doméstica, naturais de Santa Eulália, Monção. Nasceu na dita freguesia de Monção por volta de 1867. // Rural. // Casou com Maria da Rocha. // Morou no lugar de Telhada Pequena, Penso. // Faleceu a 15/3/1935, de doença do coração, no referido lugar de Penso, com 68 anos de idade.
ALVES, Marcelina. Filha de Francisca Alves, solteira, camponesa. Nasceu por volta de 1817. // Faleceu a 24/7/1862, em sua casa de Casal Maninho, com 45 anos de idade, no estado de casada com João António Grova, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
ALVES, Marcelina. Filha de Manuel Alves e de Rosa Maria Esteves, lavradores, residentes no lugar de Casal Maninho. N.p. de Caetano Manuel Alves e de Maria Luísa Domingues; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Gonçalves. Nasceu em Penso a 10/8/1879 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves e Maria Joaquina Alves, casados, rurais, moradores em Queirão, Paderne. // Casou na igreja local a 19/4/1899 com Manuel Martins, de 26 anos de idade, solteiro, natural de Alvaredo. // O seu marido morreu em Alvaredo a 10/11/1951. // Ela faleceu no lugar de Bouças, freguesia de Alvaredo, a 10/7/1953. // Com geração.
CARVALHO, Aníbal. Filho de Sebastião Carvalho, artista, da freguesia de São Cosme, Monção, e de Maria da Conceição Vaz, lavradeira, de Penso, Melgaço, moradores no lugar de Telhada Grande. N.p. de Manuel José Carvalho e de Maria José Carvalho; n.m. de António José Vaz e de Maria Luísa Ferreira. Nasceu em Penso a 19/6/1893 e foi batizado na igreja a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António Esteves Cordeiro e Rosa Clara Domingues, solteiros. // Faleceu a 30/11/1893 e foi sepultado na igreja paroquial.
GONÇALVES, José. Filho de Perpétua Teresa. Nasceu na freguesia do Divino Espírito Santo do Albardo, concelho da Guarda, por volta de 1849. // Tinha 27 anos de idade, era solteiro, militar, morava no lugar de Paranhão, freguesia de Penso, concelho de Melgaço, quando casou na igreja de Penso a 5/4/1876, com Rosa Maria, de 23 anos de idade, solteira, tecedeira, exposta na roda de Valadares, freguesia de Messegães, moradora também no dito lugar de Paranhão. Testemunhas presentes: Bento António Ramon Fernandes, casado, e seu filho, Bonifácio Romão Fernandes, solteiro, ambos carpinteiros, moradores no lugar da Carreira, freguesia de Penso.
GONÇALVES, José. Filho de Manuel Gonçalves, de Barbeita, Monção, e de Maria Rosa Alves, de Penso, jornaleiros, residentes em Lages. Neto paterno de Manuel Gonçalves e de Maria José Alves; neto materno de ---------- Alves e de --------------------. Nasceu em Penso a 24/7/1872 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Manuel Gil, solteiro, rural, e Maria Gil, solteira, camponesa, de Ponte de Mouro, Barbeita. // Faleceu a 24/7/1874 e foi sepultado na igreja.
CARVALHO, Cecília da Purificação. Filha de João José Pereira Rio de Carvalho, cirurgião, de Cela, Tui, e de Lucrécia Esteves Cordeiro, proprietária, de Penso, moradores em Rabosa. N.p. de Fernando Pereira Rio de Carvalho e de Benita Fontela; n.m. de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves. Nasceu em Penso a 28/1/1878 e foi batizada a 2 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: João Esteves Cordeiro, representado pelo padre Manuel José Domingues, de Penso, e Cecília Esteves Cordeiro, solteiros, proprietários, da Casa de Paranhão. // Faleceu na casa n.º 160, de Rabosa, onde a família residia, a 9/9/1878, e foi sepultada na igreja no dia seguinte.
CARVALHO, Emília. Filha de Francisco Carvalho, jornaleiro, e de Maria Fernandes, moradores em Barro Grande. N.p. de Manuel José Carvalho e de Rosária Carvalho, de Paranhão; n.m. de Francisco Fernandes e de Rosaria Rodrigues, de Barro Grande. Nasceu a 17/1/1863 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Fernandes Pereira, negociante, casado com Emília Cordeiro, e a batizante de necessidade, Maria José Ferreira, casada. // Lavradeira. // Morou no lugar das Lages. // Faleceu no hospital da Vila a 7/7/1897, com todos os sacramentos, sem testamento, solteira, e foi sepultada no cemitério municipal. // Sem geração.
GONÇALVES, José (Paradela). Filho de Joaquim Gonçalves e de Maria Luísa Rodrigues, naturais de Penso, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1821. // Lavrador. // Faleceu a 9/3/1904, no lugar de Pousada, freguesia de Cousso, com todos os sacramentos, com 83 anos de idade, viúvo de Maria Joaquina Afonso Lima, sem testamento, com filhos (ver em Cousso), e foi sepultado no adro da igreja paroquial da freguesia de Cousso.
CARVALHO, Domingos. Filho de Manuel José Carvalho e de Emília Alves, jornaleiros, moradores em Paranhão. N.p. de Manuel José Carvalho e de Rosária Carvalho; n.m. de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas, de Barro Grande. Nasceu a 12/8/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Ferreira de Passos e esposa, Maria da Conceição Garcia, rurais, de Paranhão. // Faleceu a 22/8/1869 e foi sepultado na igreja.
GONÇALVES, Júlia. Filha de Francisca Gonçalves, solteira. Neta materna de Manuel Gonçalves e de Rosa Alves, todos jornaleiros, de Penso. Nasceu em Penso a 18/12/1894 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Maria Afonso, casado, lavrador, e Júlia Alves, jornaleira. // Faleceu a 30/8/1895 e foi sepultada na igreja paroquial.
CARVALHO, Francisco José. Filho de Manuel José Afonso de Carvalho e de Rosária de Carvalho, lavradores, residentes em Paranhão. N.p. de João Afonso de Carvalho e de Maria de Carvalho, de Paderne; n.m. de Jacinto de Carvalho e de Maria Joana Pereira, de Mourentão, bispado de Tui. Nasceu a 3/6/1835 e foi batizado dois dias depois pelo coadjutor, padre Manuel José Esteves Cordeiro. Padrinhos: Francisco José Esteves de Abreu e mulher, Maria José Garcia, de Paranhão. // Casou na igreja de Penso a 9/4/1862 com Maria Joaquina Fernandes, solteira, nascida a 6/6/1820, filha de Francisco Fernandes, jornaleiro, e de Rosária Maria Rodrigues, moradores em Barro Grande. Testemunhas: Manuel Esteves Codesso, solteiro, rural, e Vicente Vaz, solteiro, camponês, ambos de Barro Grande. // Enviuvou a 13/1/1898.
GONÇALVES, Júlia da Conceição. Filha de José Gonçalves, lavrador, de Paderne, e de Ana Maria de Sousa Lobato, lavradeira, de Penso, moradores (até essa altura) em Estivadas, e agora a residir em Rabosa, Penso. N.p. de José Maria Gonçalves e de Maria Rosa Soeiro; n.m. de Aires de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves. Nasceu em Penso a 25/8/1896 e foi batizada na igreja de Penso no dia seguinte. Padrinhos: os tios maternos, padre António de Sousa Lobato e sua irmã, Júlia, solteira, camponesa, residentes em Rabosa. // Casou na CRCM a 18/7/1924 com Benjamim, de 38 anos de idade, natural de Paderne, filho de Manuel Caetano Fernandes e de Rosa Fernandes. // O seu marido morreu em Paderne a 28/7/1944. // Ela faleceu em Cousso a 29/10/1989.
GONÇALVES, José Manuel. Filho de Bento José Gonçalves, natural de Valadares, e de Maria Rosa da Rocha, natural de Penso, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1854. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar das Lages, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 9/2/1880 com a sua conterrânea Francisca Esteves, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar das Lages, filha de José Joaquim Esteves e de Ana Alves, rurais. Testemunhas presentes: padre Manuel José Domingues e António Lourenço de Melo, casado, camponês, do lugar de Telhada Pequena, além de outros.
CARVALHO, José Maria. Filho de Maria Caetana Carvalho, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Paranhão. Neto materno de Manuel José Afonso Carvalho e de Rosária Carvalho. Nasceu em Penso a 31/7/1864 e foi batizado a 1 de Agosto desse dito ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Afonso Carvalho e sua irmã, Joaquina Afonso Carvalho, solteiros, jornaleiros, tios do neófito. // Era solteiro, jornaleiro, morava no lugar de Paranhão, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/4/1892 com a sua conterrânea Maria Emília Esteves, de 25 anos de idade, solteira, jornaleira, residente no lugar de Telhada Pequena, filha de João Esteves e de Maria Joana Alves, rurais. Testemunhas presentes: Zeferino Vaz, casado, agricultor, do lugar das Lages. // Faleceu na freguesia de Penso a 7/2/1946. // Com geração.
GONÇALVES, Josefina. Filha de António Manuel Gonçalves e de Maria Joana Esteves Cordeiro, moradores em Casal Maninho. N.p. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa; n.m. de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, de Casal Maninho. Nasceu a 12/10/1858 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: padre João Manuel Esteves Cordeiro, diácono, e sua mãe, Mariana Gonçalves, tio e avó da batizanda, de Casal Maninho.
CARVALHO, João José. Filho de Fernando Pereira Rio [de Carvalho], da freguesia da Senhora de Monserrate, Viana do Castelo, e de Benita Fontela, de Cela, Arbo, bispado de Tui, moradores – havia três anos – em Penso, exercendo, ele, a profissão de cirurgião. Nasceu em Cela, Arbo, por volta de 1842. // Tinha 30 anos, era solteiro, quando casou na igreja de Penso a 5/6/1872 com Lucrécia, de 29 (?) anos, solteira, residente em Casal Maninho, filha de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, proprietários, de Penso. Testemunhas: padre João Manuel Esteves Cordeiro e Cândido Esteves Cordeiro, solteiro, lavrador, ambos de Casal Maninho. // O padre MJEC, no final do assento de casamento, fez a seguinte declaração: - «Declaro, pelo nubente supra não ser desta freguesia, e obstar a embaraços, e dificuldades para o futuro, e que o nubente é neto paterno de Pedro Pereira Rio e de (Clara?) de Jesus, da freguesia de Nossa senhora de Monserrate, de Viana do Castelo, e materno de ---------------------.»
ALVES, Maria Joaquina. Filha de Luís António Alves e de Rosa Garcia. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Lavradeira. // Faleceu a 15/12/1903, no lugar do Pomar, com todos os sacramentos da igreja católica, com 68 anos de idade, no estado de casada com João Francisco Garcia, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local.
ALVES, Maria José. Filha de Manuel Francisco Alves e de Maria José Esteves. Nasceu em Penso por volta de 1822. // Lavradeira. // Faleceu a 18/2/1897, no lugar de Telhada Pequena, com todos os sacramentos, com 74 anos de idade, no estado de viúva de António Lourenço, com testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
ALVES, Maria Joana. Filha de Marcelina Rosa Alves, lavradeira, pensense. Nasceu em Penso por volta de 1845. // Camponesa. // Casou em primeiras núpcias com o seu conterrâneo João Manuel Esteves, nascido por volta de 1821, de quem enviuvou em 1875. // Tinha 30 anos de idade quando casou, em segundas núpcias, na igreja da sua freguesia natal, a 27/1/1876, com Miguel José Alves, natural de Paderne. // Faleceu no lugar de Telhada Pequena, a 23/12/1879, com apenas 34 anos de idade, no estado de casada com o dito Miguel José Alves, e foi sepultada na igreja paroquial. // Deixou filhos.
ALVES, Maria Joaquina. Filha de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, lavradores, do lugar de Telhada Grande. Nasceu em Penso por volta de 1810. // Lavradeira. // Faleceu a 13/4/1871, repentinamente, em sua casa de Pomar, com sessenta e um anos de idade, casada com Manuel Luís Vilas, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
ALVES, Maria José. Filha de José Exposto, alfaiate, e de Maria Rosa Alves, jornaleira, moradores no lugar de Crasto. N.m. de José Maria Alves e de Rosa da Lama. Nasceu em Penso a 25/8/1880 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António José de Sousa Castro, do lugar de Crasto, e Maria José Alves, de Lages, solteiros, rurais. // Faleceu a 16/9/1880 e foi sepultada na igreja.
ALVES, Maria Clementina. Filha de Maria Luísa Alves, solteira, jornaleira, moradora em Crasto. N.m. de Francisco Joaquim Alves e de Maria Joana Alves. Nasceu a 22/7/1873 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel Alves e sua esposa, Maria Teresa Rodrigues, lavradores, residentes em Lages. // Faleceu em casa de seu avô materno, a 12/10/1875, e foi sepultada na igreja.
FERNANDES, Manuel. Filho de Rafael Fernandes e de Francisca Luísa da Rocha. Nasceu em Penso por volta de 1833. // Tinha 62 anos de idade, era viúvo de Rosa Pereira, do lugar de Paradela, lavrador, quando casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 9/11/1895 com a conterrânea Rita Vaz, de 57 anos de idade, solteira, costureira, residente no dito lugar, filha de José António Vaz e de Maria José Esteves Reguengo. Testemunhas: José da Rocha, casado, de Telhada Pequena, e Manuel José Vaz, solteiro, do lugar de Paradela. // Morreu a 5/12/1906, no lugar de Paradela, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 73 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério local.
ALVES, Maria Joana. Filha de João Luís Alves e de Mariana Gomes, jornaleiros, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1805. // Mendiga. // Faleceu (*) em Barro Grande a 1/12/1884, com 79 anos de idade, no estado de viúva de Joaquim Rodrigues, e foi sepultada no adro da igreja. // Não deixou filhos. /// (*) Apareceu morta.
ALVES, Maria Joana. Filha de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1827. // Camponesa. // Faleceu em sua casa, sita no lugar do Crasto, a 28/5/1873, com cerca de 46 anos de idade, casada com Francisco Joaquim Alves, e foi sepultada na igreja. // Deixou um filho e duas filhas.
ALVES, Maria da Conceição. Filha de Francisco Joaquim Alves e de Maria Joana Alves, lavradores, residentes em Crasto. N.p. de Maria Luísa Alves; n.m. de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues. Nasceu a 24 de Março de 1855 (!) e foi batizada pelo presbítero Manuel José Esteves Cordeiro no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Xavier de Queiroz e sua irmã, Maria da Conceição Queiroz, solteiros, proprietários, da Casa do Campo.
ALVES, Maria da Glória. Filha de Manuel José Alves, carpinteiro, e de Mariana da Cunha Lima, costureira, moradores em Telhada Grande. Neta paterna de Marcelina Rosa Alves, solteira; neta materna de Anastácio José de Lima e de Marcelina Gonçalves. Nasceu em Penso a 18/7/1874 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim de Queiroz, casado, negociante, e Maria da Conceição de Queiroz, casada, proprietária, pensenses. // Era solteira, costureira, quando casou na igreja local a 12/7/1897 com o seu conterrâneo Vicente Manuel Pires, negociante. // Faleceu a 4/10/1905, no lugar de São Bartolomeu, repentinamente, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local. // O seu viúvo voltou a casar.
FERNANDES, Laurinda. Filha de Vicente Fernandes, artista, de Pinheiros, Monção, e de Palmira de Jesus, exposta, batizada em Sá, moradores em Paradela, Penso. Neta paterna de José Fernandes e de Maria Francisca dos Penedos. Nasceu em Penso a 24/6/1897 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Lino Luís Ferreira e Maria Urraca Afonso, de São João de Sá, Monção. // Faleceu em Pinheiros, Monção, a 5/1/1976.
FERNANDES, Ludovina. Filha de (*) Carolina Rosa Fernandes, solteira, costureira, moradora em Felgueiras. Neta materna de José Fernandes e de Perpétua Rodrigues de Azevedo. Nasceu a 8/9/1885 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Joaquim Gonçalves, solteiro, caixeiro, de Tangil, e Ludovina Domingues, solteira, camponesa, de Felgueiras. // Faleceu em Penso a 13/11/1953. /// (*) Foi legitimada pelo subsequente matrimónio dos pais, Francisco Manuel Gonçalves e Carolina Rosa Fernandes, ocorrido a 21/4/1886.
FERNANDES, Luís. Filho de Anacleto Fernandes, lavrador, natural de Alvaredo, e de Maria Luísa Gonçalves, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar de Casal Maninho. N.p. de Luís Manuel Fernandes Costa e de Joaquina Rosa de Abreu; n.m. de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves. Nasceu em Penso a 8/3/1884 e foi batizado na igreja nesse mesmo dia. Padrinhos: os tios paternos, Manuel Fernandes Costa e Maria Joaquina Fernandes Costa, solteiros, rurais. // Casou na CRCM a 5/2/1917 com Maria dos Remédios, de 26 anos de idade, natural de Paderne, filha de José Besteiro e de Florinda Pires. // Faleceu em Alvaredo a 25/2/1967.
CARVALHO, Manuel José. Filho de Manuel José Afonso Carvalho, de Paderne, e de Rosaria de Carvalho, de Mourentão, bispado de Tui. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Tinha 33 anos de idade, era solteiro, jornaleiro, morava no lugar de Paranhão, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/11/1868 com a sua conterrânea, Emília, de 29 anos de idade, solteira, tecedeira, residente em Barro Grande, filha de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas. Testemunhas: Zeferino Vaz, casado, rural, de Lages, e Joaquim Manuel Esteves, solteiro, jornaleiro, de Barro Grande. // Morreu a 24/11/1907, no lugar de São Bartolomeu, com todos os sacramentos da igreja católica, com 79 (!) anos de idade, no estado de viúvo de Emília Alves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local. // Nota: nos últimos anos da sua vida, talvez depois de ficar viúvo, dedicou-se à mendicidade.
FERNANDES, Luís António. // Faleceu solteiro, a 21/11/1857, em Rabosa, e foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Deixou testamento.
CARVALHO, Luís. Filho de Deolinda Carvalho, solteira, criada de servir, moradora no lugar de Paranhão. Neto materno de José Maria Carvalho e de Maria Emília Esteves. Nasceu em Penso a 25/5/1909 e nesse dito dia foi batizado na igreja. Padrinhos: Luís Temporão, casado, pedreiro, natural de Barbeita, Monção, e de Maria da Conceição da Silva, solteira, jornaleira, natural de Penso, Melgaço. // Morreu a 1/6/1909 e foi sepultado no cemitério local.
FERNANDES, Luís António. Filho de ------------------ Fernandes e de -----------------------------------------------. Nasceu a 3 de Novembro de 1916. // Faleceu a 20 de Dezembro de 1976 e foi sepultado no cemitério de Penso. // A seu lado, foi inumada Perfeita de Nazaré Rodrigues (1911-1998), presumivelmente sua esposa (a confirmar).
FERNANDES, Luís Manuel. Filho de João António Fernandes e de Ana Maria Pires, moradores no lugar da Carreira. N.p. de João Fernandes e de Ana de Marcos, de Rabosa; n.m. de António Pires e de Mariana Esteves, de Paradela. Nasceu no lugar da Carreira, Penso, por volta de 1815. // Lavrador. // Casou na igreja da sua terra a 7/5/1851 com Joaquina Rosa Rodrigues, nascida no mesmo lugar, filha de Matias Rodrigues e de Mariana Pires, moradores no dito lugar da Carreira, neta paterna de João Rodrigues e de Maria Monteiro, de Golães, Paderne, e neta materna de Francisco Pires e de Teresa Rodrigues, da Carreira, Penso. Testemunhas: padre Francisco António Fernandes, António José Rodrigues, solteiro, da Carreira, e Francisco António Fernandes, casado, de Felgueiras. // Morreu no lugar de Rabosa a 31/12/1897, com todos os sacramentos da igreja católica, com 82 anos de idade, no estado de viúvo de Joaquina Rosa Rodrigues, com testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja.
FERNANDES, Luzia. Filha de Manuel Luís Fernandes e de Francisca Luísa de Sousa, lavradores, residentes em Mós. N.p. de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Maria de Sousa, solteira. Nasceu a 15/9/1884 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António José de Sousa, solteiro, serviçal, e Maria Luísa de Sousa, viúva, lavradeira, de Mós. // Faleceu a 14/1/1888.
CARVALHO, Rosa. Filha de Sebastião Carvalho, artista, de São Cosme e Damião de Podame, Monção, e de Maria da Conceição Vaz, costureira, de Penso, moradores em Telhada Grande. N.p. de Manuel José Carvalho e de Maria José Carvalho; n.m. de António José Vaz e de Maria Luísa Ferreira de Passos. Nasceu a 11/5/1892 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, jornaleiro, e Rosa Alves, solteira, jornaleira, de Telhada Grande. // Faleceu a 11/8/1892.
CARVALHO, Maria Joaquina. Filha de Manuel José de Carvalho e de Rosária de Carvalho. Nasceu em Penso por volta de 1827. // Jornaleira. // Faleceu a 21/9/1907, no lugar de Barro Grande, com todos os sacramentos da igreja católica, com oitenta anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério da localidade.
CARVALHO, Saladina. Filha de Joaquim de Carvalho, jornaleiro, natural de Penso, e de Josefa Pires Rodrigues, galega, moradores no lugar de Barro Grande. Neta paterna de Sebastião de Carvalho e de Maria Luísa Lourenço; neta materna de Manuel Peres Groba e de Jesusa Rodrigues. Nasceu em Penso a 29/5/1905 e foi batizada na igreja a 2 de Junho desse dito ano. Padrinhos: os seus avós maternos, empregados na linha de ferro espanhola. // Faleceu em Guanajax, Havana, Cuba, a 29/9/1982.
FERNANDES, Júlia da Conceição. Filha de Luís Manuel Fernandes, rural, e de Joaquina Rosa Rodrigues, doméstica. N.p. de João António Fernandes e de Ana Maria Pires; n.m. de Matias Rodrigues e de Mariana Pires, todos do lugar da Carreira. Nasceu a 12/3/1860 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro, casado, da Vila da Barca, e sua filha, Emília da Conceição Monteiro da Costa Lobo, solteira (representados pelo padre Francisco António Fernandes, pároco encomendado de Messegães, Monção, e António José Rodrigues, solteiro, da Carreira). // Faleceu em Felgueiras, Penso, a 25/2/1942.
SOLHA, Manuel. Filho de Maria Luísa Solha, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Pomar. Neto materno de Manuel Joaquim Solha e de Clara Joaquina Domingues. Nasceu em Penso a 31/8/1907 e foi batizado na igreja a 3 de Setembro desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel Vieira e Júlia Pereira, solteiros, jornaleiros, do dito lugar de Pomar. // Casou na CRCM a 11/2/1933 com Maria Fernandes Vieira. // Morreu em Penso a 29/1/1986.
SOLHA, Manuel António. Filho de José Solha e de Maria Caetana Cordeiro, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1794. // Rural. // Faleceu em sua casa de Pomar, a 8/8/1869, com cerca de 75 anos de idade, casado com Antónia Casimira Pereira, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos.
LIMA, Maria Teresa. Filha de Maria da Conceição (Lima?), solteira. Nasceu no ano de 1867. // Jornaleira. // Em sessão da Câmara Municipal de Melgaço de 6/3/1919 «confirmou-se o atestado de pobreza passado pela Junta de Freguesia de Penso a Maria Teresa de Lima, da mesma freguesia.» // «Penso, 29/10/1930. Quando ontem pelas dezassete horas a senhora Teresa Lima, de sessenta e dois anos de idade, residente no lugar de Paranhão, se encontrava numa propriedade que possui, denominada Paisás, um carneiro que andava a pastar num campo pegado investiu [contra] ela, dando-lhe uma violenta marrada, que a derrubou. A infeliz ficou muito magoada pelo corpo e com a perna direita fraturada. O carneiro pertence ao senhor Eugénio Rodrigues, de Bairro Grande, e foi ensinado a marrar desta forma por alguns engraçados de mau gosto.» // Faleceu a 19/8/1949 e foi sepultada no cemitério de Penso. // A seu lado, repousam os corpos de Valentina da Conceição Lima (1887-1971) e de Francisco Lopes dos Santos (1907-1973). // Deixou filhos: Arnaldo, Rosaura, Simplício, Valentim.
LIMA, Martiniano. Filho de Anastácio Rodrigues de Lima e de Maria José da Rocha, lavradores, residentes em Paradela. N.p. de João Manuel Rodrigues e de Rosa da Cunha Lima; n.m. de António José da Rocha e de Maria Caetana de Lucena. Nasceu em Penso a 21/4/1898 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José da Rocha e sua esposa, Maria de Jesus Lucena, rurais, de Penso. // Morreu no lugar de Paradela a --/--/1931 .
LIMA, Secundino Xavier. Filho de Anastácio José de Lima, escrivão de paz, natural da freguesia de Cornes, Vila Nova de Cerveira, e de Marcelina Gonçalves, lavradeira, natural de Cousso, Melgaço. Nasceu em Penso por volta de 1837. // Tinha 47 anos de idade, era solteiro, lavrador, residia no lugar das Lages, quando casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 3/8/1885 com a sua conterrânea Maria Luísa da Rocha, de 33 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Paradela, filha de António José da Rocha e de Maria Joana de Lucena, rurais. Testemunhas presentes: o padre Francisco António Fernandes e o padre António de Sousa Lobato. // Faleceu no lugar de Lages a --/--/1915, com 78 anos de idade . Pai de Anastácio, negociante na freguesia de Penso, e irmão do coronel Lima.
LUCENA, Ofélia. Filha de João Eugénio da Costa Lucena e de Ernestina Esteves Cordeiro. N.p. de João António de Lucena e de Delfina Emília da Costa Lucena; n.m. de Rosa Lourenço. Nasceu em Paranhão a --/--/1912 . // Residiu na freguesia de nascimento com a família. // No verão de 1934 ela e as amigas, mais alguns amigos, fizeram um piquenique junto ao rio Minho. «Realizou-se na passada segunda-feira um pic-nic em Penso, levado a efeito por um grupo de senhoras da nossa melhor sociedade. Foi uma tarde memorável essa…» // Teve um namorado durante três anos, Euclides Pontes. Ela a 7/1/1938 desapareceu de casa, presumindo-se que se tenha suicidado. De facto, o seu cadáver apareceu onze meses mais tarde, nas proximidades do posto da Guarda-Fiscal de Cela, na margem do rio Minho; um anel, que permanecia num dos dedos da mão esquerda, permitiu identificá-la. Foi sepultada no cemitério de Penso . // A data de óbito na CRCM é 22/11/1938. A causa: submersão acidental. // Tinha apenas 25 anos de idade.
LUCENA, João Eugénio. Filho de João António de Lucena (*) e de Delfina Emília da Costa Lucena, ambos de Santos-o-Velho, Lisboa. Nasceu na dita freguesia de Lisboa (ou na freguesia do Marquês de Pombal) por volta de 1875. // Proprietário e capitalista. // Casou na igreja de Penso a 11/2/1899 com Ernestina Lourenço (**), nascida em Barro Grande, Penso, a 14/12/1881, filha de Rosa Lourenço (e de João Esteves Cordeiro). // Chegou a ser vereador da Câmara Municipal de Melgaço (1908), jurado por Penso – 2.º semestre de 1907 e 1.º semestre de 1908 e ainda vice-presidente da Câmara Municipal de Melgaço e da Comissão Concelhia da União Nacional. Também fez parte do Conselho Municipal, como representante do Grémio da Lavoura. // Na década de trinta (século XX) foi administrador do concelho melgacense, quiçá o último. // Em 1937 tinha arrendado o Campo das Secas, sito em Prado, Melgaço, propriedade de Albertina dos Prazeres Rodrigues e de outros; pagava de foro anual 22,5 litros de pão meado e dois litros de vinho, pagos a 29 de Setembro de cada ano, com o laudémio de quarentena . // Em 1951 estava retido no leito devido a doença reumática . // Morreu em Paranhão, onde morava, a 30/5/1954, de hemorragia cerebral, e foi sepultado no cemitério de Penso. // A sua viúva finou-se também em Penso, a 3/1/1969. // Com geração. // Era irmão de Alberto Lucena, comerciante em Lisboa, casado e com filhos. /// (*) João António de Lucena morreu em 1913, na viagem de comboio Lisboa-Cascais. /// (**) Posteriormente passou a ser conhecida por Ernestina Esteves Cordeiro, talvez por ter sido perfilhada.
MARQUES, José. // Nasceu por volta de 1867. // Morreu no lugar de Felgueiras, freguesia de Penso, a --/--/1929, com 62 anos de idade.
MAGALHÃES, Tomaz José. Filho de Caetano Manuel Alves de Magalhães e de Vitória da Costa Pinto. Nasceu por volta de 1828. // Casou a 23/2/1876, na igreja de Remoães, com Rosa Ermelinda Fernandes. // Faleceu na sua casa de Penso, lugar de Crasto, a 24/6/1915, com 87 anos de idade. // Era sogro de Manuel Pereira, comerciante em Lisboa . // Com geração.
LOPES, Maria. // Faleceu no lugar do Bairro Pequeno a --/--/1929, com apenas dois anos de idade .
LOBATO, António (Padre). Filho de Aires João de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves, moradores no lugar de Rabosa. Neto paterno de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, da Casa do Rego, Alvaredo; neto materno de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa. Nasceu em Penso a 22/3/1858 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: João José Pires e sua esposa, Catarina Luísa Pires, de Rabosa. // Em 1891 era cura na freguesia de Penso. // Passou a coadjutor. // «Anúncio. Comarca de Melgaço. Editos de trinta dias (1.ª publicação). Por este juízo de direito e cartório do escrivão do 1.º ofício correm editos de trinta dias, a contar da 2.ª e última publicação deste anúncio no jornal desta localidade, citando a ré, Juliana Esteves, solteira, maior, da freguesia de Penso, desta comarca, e ausente em parte incerta, para todos os termos da ação de paternidade ilegítima pelo processo ordinário, que neste juízo corre seus termos, na qual é autor António Fernandes Dias, que também é conhecido por Antonino F. Dias, empregado comercial, residente na cidade de Lisboa, e réus José Torquato de Sousa Lobato, mulher e outros, todos herdeiros do falecido António de Sousa Lobato, presbítero que foi do lugar da Rabosa, Penso, na qual o autor pede que a referida ação seja julgada procedente e provada, e por via dela ele julgado e declarado filho ilegítimo do referido António de Sousa Lobato, pelo que correm editos de trinta dias, citando a mencionada ré, para no prazo de vinte dias, findo que seja o dos editos, contestar o pedido sob pena de se haverem por confessos todos os factos articulados na petição inicial da mesma ação, devendo o prazo legal para a contestação principiar a contar-se depois de decorridos cinco dias, da data em que findar o dos editos. // Melgaço, 11/4/1929. // Verifiquei – o juiz de direito substituto, Augusto Lima. // O escrivão do 1.º ofício, João Afonso.»
LUCENA, Henrique. Filho de João Eugénio da Costa Lucena, proprietário, natural de Lisboa, e de Ernestina Lourenço (ou Esteves Cordeiro), natural de Penso, onde moravam, no lugar de Paranhão. Neto paterno de João António de Lucena e de Delfina Emília da Costa Lucena; neto materno de João Esteves Cordeiro e de Rosa Lourenço. Nasceu em Penso a 16/1/1905 e foi batizado na igreja a 18 de Fevereiro desse ano. Padrinho: João António de Lucena, casado, proprietário, natural de Penso, residente em Lisboa. // // Em Agosto de 1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovado . // Casou na vila, SMP, a 16/1/1953, com Lindalva Augusta Táboas (1915-1983), natural da freguesia da vila, viúva de José Rodrigues, e filha de Caetano Maria Táboas e de Maria Ludovina Domingues. // Foi fiscal técnico de obras camarárias (constava que tinha grande talento para desenhar plantas de casas). // O casal gerou uma filha, Maria Natércia, a qual morreu ainda criança, a 23/9/1950. // Enviuvou a 28/2/1983. // Ele morreu na freguesia de Paranhos, Porto, a 20/12/1988.
LOURENÇO, Francisco. Filho de --------- Lourenço e de ----------------------------. Nasceu por volta de 1846. // Faleceu em Telhada Pequena a --/--/1916, com 70 anos de idade.
SOLHA, António Manuel. Filho de Manuel António Solha e de Francisca Luísa Esteves, moradores no lugar de Pomar. Neto paterno de José Solha e de Maria Caetana Cordeiro, de Lages; neto materno de Francisco Esteves e de Caetana Esteves, de Pomar. Nasceu em Penso por volta de 1820. // Casou na igreja de Penso a 2/7/1855 com Joaquina Rosa de Lima, viúva de João Manuel Vaz, residente em Pomar. Testemunhas: Caetano Manuel Vaz, José Joaquim Solha e Manuel Joaquim Solha, todos casados, de Pomar. // Lavrador. // Morreu a 16/12/1896, no lugar de Pomar, apenas com a extrema-unção, com 76 anos de idade, no estado de viúvo de Joaquina Rosa de Lima, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
SOLHA, António José. Filho de Manuel Joaquim Solha e de Clara Joaquina Domingues, rurais. Neto paterno de Manuel António Solha e de Francisca Luísa Esteves; neto materno de Tomaz Domingues e de Maria Luísa Cordeiro, todos de Pomar. Nasceu em Penso a 12/6/1860 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António Rodrigues, solteiro, lavrador, e sua mãe, Joaquina Rosa Garcia, viúva, ambos de Lages.
SOLHA, José Joaquim. Filho de Manuel António Solha e de Francisca Luísa Esteves. Nasceu em Penso por volta de 1818. // Rural. // Morreu a 3/2/1900, no lugar de Pomar, com todos os sacramentos, com 82 anos de idade, no estado de viúvo de Mariana Esteves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial.
SOLHA, José. Filho de António Solha, lavrador, natural de Penso, e de Maria Pires Sanches, tecedeira, natural de Alvaredo, moradores no lugar de Pomar. Neto paterno de Manuel António Solha e de Antónia Casimira Pereira; neto materno de Manuel Pires Sanches e de Adelaide Nunes. Nasceu em Penso a 19/2/1898 e foi batizado na igreja a 22 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingues Gama, solteiro, proprietário, e Constança Pires Sanches, solteira, tecedeira, ambos de São Martinho de Alvaredo. // Casou na CRCM a 8/2/1930 com Almerinda Gonçalves, de 24 anos de idade, sua conterrânea, filha de Francisca Gonçalves. // Faleceu em Penso a 16/7/1962.
SOLHA, Francisco Manuel. Filho de Manuel Solha e de Francisca Domingues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1790. // Camponês. // Faleceu a 15/12/1870, em sua casa de Barro Grande, com cerca de 80 anos de idade, viúvo de Francisca Luísa Esteves, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
PEREIRA, Manuel Joaquim. Filho de Joaquina Pereira, solteira, moradora em Paradela. Neto materno de Manuel Pereira e de Maria Alves, do dito lugar. Nasceu em Penso a 11/3/1858 e foi batizado na igreja no dia seguinte (fora batizado em casa, no dia em que nasceu, por Maria José Afonso, solteira, do dito lugar). Padrinhos: António Joaquim Pires, casado, do Casal de Arado, e a batizante.
PEREIRA, Manuel Joaquim. Filho de Luís Manuel Pereira e de Francisca Luísa de Castro, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1833. // Jornaleiro. // Morreu a 27/5/1904, no lugar da Gaia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 71 anos de idade, no estado de casado com Rosa de Sousa Araújo, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
PEREIRA, Manuel José. Filho de Maria José Pereira, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Pomar. N.m. de Francisco Pereira e de Maria Teresa Rodrigues, do dito lugar. Nasceu a 2/4/1868 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel José Castanheira, solteiro, sapateiro, e sua mãe, Anastácia Rodrigues, casada, jornaleira, ambos do lugar de Gaia, Penso. // Lavrador. // Casou na igreja de Cristóval a 22/11/1896 com Albina Rosa Domingues, de 21 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar de São Gregório, Cristóval, filha de Francisco António Domingues e de Florinda Esteves Pires. Testemunhas presentes: António Rodrigues, casado, proprietário, de São Gregório, e António Esteves, casado, lavrador, do lugar do Ramo, ambos cristovalenses. // Faleceu no lugar do Crasto a 17/4/1941. // Com geração.
PEREIRA, Manuel José. // Faleceu em Paradela, a 10/10/1857, repentinamente, viúvo de Rosa Domingues, e foi sepultado na igreja a doze.
PEREIRA, Manuel Luís. Filho de Luís Pereira, artista, natural de Ceivães, Monção, e de Felismina do Espírito Santo Fernandes, jornaleira, natural de Penso, moradores em Telhada Grande. N.p. de Joaquina Pereira; n.m. de Manuel Luís Fernandes e de Francisca Luísa de Sousa. Nasceu em Penso a 23/10/1896 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: os avós maternos. // Faleceu a 4/11/1896 e foi sepultado na igreja.
PEREIRA, Manuel Luís (Padre). Filho de António Luís Pereira e de Maria Joaquina de Sousa Brito, lavradores. Nasceu na freguesia de Bela, Monção, a --/--/1868. // Morreu na residência paroquial, sita no lugar da Igreja, Penso, Melgaço, onde tinha sido pároco, a 27/12/1909, apenas com a extrema-unção, somente com quarenta anos de idade; o corpo foi conduzido para a sua freguesia natal, onde o sepultaram no cemitério.
MARTINS, João. // Nasceu por volta de 1856. // Morreu no lugar de Telhada Grande, Penso, a --/--/1930, com 74 anos de idade .
MOREIRA, Carlota. Filha de ------------ Moreira e de ----------- Domingues. Nasceu por volta de 1860. // «A família de Carlota Domingues Moreira, de 74 anos, que vive no lugar dos Ribas, desta freguesia, queixou-se à autoridade administrativa contra Aníbal [Manuel] Pereira, serralheiro, Celestino Domingues, lavrador, da Rabosa, José Gonçalves, lavrador, do Pio, e Marcelino Fernandes, lavrador, de Casalmaninho, todos solteiros, por terem na noite do mês passado, pelas zero horas, arrombado a sua porta, praticando na pessoa da Carlota, que surpreenderam a dormir, as maiores sevícias que se podem imaginar. Para ela não gritar, amordaçaram-na. O senhor administrador do concelho enviou a queixa para juízo.»
PASSOS, Maria. // Nasceu por volta de 1859. // Faleceu no lugar do Paranhão, Penso, a --/--/1929 .
PASSOS, Maria. Filha de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Luísa Esteves. Nasceu a --/--/18--. // Casou com Manuel Esteves Cordeiro. // Morou no lugar de São Bartolomeu, Penso. // Faleceu por volta de 1919. Por sua morte foram citados pelo juízo de direito da comarca de Melgaço: Bento Esteves Cordeiro, ausente no Brasil; Elvira de Carvalho, Maria Esteves Cordeiro, Cândido Esteves Cordeiro, ausente em parte incerta da cidade de Lisboa; Rosa Esteves Cordeiro e marido, Firmino Alves Salgado; Elvira Esteves Cordeiro e marido, António Alves Salgado, ausentes em parte incerta do Brasil; a fim de assistirem a todos os termos do inventário .
PASSOS, Manuel. Filho de José Ferreira de Passos e de Mariana Joaquina Esteves, rurais, moradores em Paradela. Neto paterno de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues, de Barro (ou Bairro) Pequeno; neto materno de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, de Paradela. Nasceu a 10/5/1860 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Caetano Manuel Esteves Cordeiro, casado, proprietário, e sua filha, Maria Luísa, solteira, de Paradela. // Morreu no lugar de Paradela a --/--/1932, com 73 anos de idade.
PASSOS, João. Filho de --------- Ferreira de Passos e de --------------------------. Nasceu por volta de 1837. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1917, com oitenta anos de idade.
PASSOS, António. Filho de Domingos Exposto e de Maria José Ferreira de Passos, lavradores, residentes em Paranhão. N.m. de Domingos Ferreira de Passos e de Maria da Conceição Garcia. Nasceu a 4/8/1883 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: os avós maternos, rurais. // Casou na CRCM a 27/12/1916 com a sua conterrânea, Maria Gonçalves, irmã de Aires e de Manuel Gonçalves. // Faleceu em Paranhão a 15/1/1935 . // A sua viúva morreu na Vila de Melgaço em 1981.
PEREIRA, Manuel António. Filho de António José Fernandes Pereira e de Rosa Teresa Rodrigues, do lugar do Outeiro, freguesia de Bela, Monção. Nasceu nessa freguesia de Monção por volta de 1817. // Proprietário. // Morava em Bairro Grande quando casou na igreja de Penso, na altura ainda concelho de Valadares, a 5/5/1849, com Emília, do lugar de Paranhão, filha de Domingos Joaquim Cordeiro e de Maria Caetana Álvares de Magalhães, neta paterna de Domingos Esteves Cordeiro e de Francisca Domingues Cordeiro, de Paranhão, e neta materna de Domingos Álvares e de Maria Luísa Álvares de Magalhães, da Casa do Campo, Penso. Testemunhas: José Joaquim Vaz, casado, Manuel Joaquim Esteves Cordeiro, solteiro, ambos de Paranhão, e Custódio Esteves, solteiro. // Morreu a 30/8/1902, no lugar de Bairro Grande, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 85 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério de Penso.
PASSOS, Adolfo. Filho de ---------- Passos e de ---------------------------------------. Nasceu por volta de 1913. // Faleceu no lugar das Lages a --/--/1915, com apenas vinte e três meses de idade .
PEREIRA, Manuel António. Filho de Manuel António Pereira e de Maria José Alves, de Sá. N.p. de Rosa Rodrigues, solteira, do lugar do Pereiro, Santa Eulália de Valadares; n.m. de Francisco Alves e de Teresa Esteves, de Sá. Nasceu em São João de Sá, Monção, por volta de 1819. // Lavrador. // Casou na igreja de Penso a 24/11/1851 com Ana Maria Esteves, do lugar de Pomar, filha de Manuel Caetano Esteves e de Marcelina Rosa Pereira, neta paterna de João Esteves Pires e de Luísa Maria Esteves, e neta materna de João Pereira e de Luísa Esteves Fernandes, todos de Pomar, Penso. Testemunhas: José João Esteves, Manuel António Solha e Custódio Esteves. // Morreu a 3/9/1899, no lugar do Pomar, com todos os sacramentos da igreja católica, com 80 anos de idade, no estado de viúvo de Ana Maria Esteves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial de Penso. // No ano de 1917 faleceu a sua filha Recordina Rosa Pereira, com apenas 42 anos de idade.
NUNES, José Maria. Filho de Manuel Joaquim Nunes, de Ceivães, Monção, e de Teresa Esteves, de Penso. // Nasceu em Penso por volta de 1849. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Pomar, quando casou na igreja de Penso, a 11/8/1875, com Maria Luísa, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, residente no mesmo lugar, filha de Manuel António Solha e de Antónia Casimira Pereira, de Penso. Testemunhas: padre MJD e António Solha, solteiro, rural, residente no sobredito lugar. // A sua esposa faleceu a 25 ou 26/12/1932 . // Com geração.
PEREIRA, Manuel Caetano. // Faleceu em Pomar a 11/12/1856, solteiro, e foi sepultado na igreja no dia seguinte.
SOLHA, Manuel Joaquim. Filho de Manuel António Solha e de Francisca Luísa Esteves. Nasceu em Penso por volta de 1816. // Rural. // Morreu a 31/1/1894, no lugar de Pomar, com todos os sacramentos da igreja católica, com 78 anos de idade, viúvo de Clara Joaquina Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
NUNES, Hilário. Filho de José Maria Nunes e de Maria Luísa Solha, lavradores, residentes no lugar de Pomar. Neto paterno de Manuel Joaquim Nunes e de Teresa Esteves; neto materno de Manuel António Solha e de Antónia Casimira Pereira. Nasceu em Penso a 29/1/1877 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues, casado, rural, e Maria Ludovina Rodrigues, solteira, camponesa, ambos moradores no lugar das Lages. // Era solteiro, militar, quando casou na igreja de Penso a 23/8/1899 com Maria Pereira, de 21 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Carolina Pereira. Testemunhas presentes: António Solha, casado, e Bernardino Pires, solteiro, rurais. // Em 1933 queixava-se de que lhe tinham furtado sete cestos de milho do canastro . // Em 1936 morava no sobredito lugar de Pomar, quando os gatunos lhe roubaram duas cabras, das melhores que possuía no rebanho . // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: a esposa a 26/11/1946 e ele a 29/3/1961. // Com geração.