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BERNARDES, José. Filho de Matias Bernardes e de Vicência Pereira. Nasceu em Penso por volta de 1862. // Lavrador. // Morreu a 2/10/1905, no lugar de Paradela, com todos os sacramentos da igreja católica, com 43 anos de idade, no estado de casado com Maria Rosa Rodrigues Torres, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
BERNARDES, José Maria. Filho de Matias Bernardes e de Maria Vicência Pereira, rurais, moradores em Paradela. N.p. de António Manuel Bernardes e de Maria Joaquina Alves, de Paranhão; n.m. de Manuel José Pereira e de Rosa Domingues, de Paradela. Nasceu a 1/6/1860 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: José Maria Domingues, lavrador, e sua irmã, Maria José Domingues, solteiros, de Barro Pequeno. // Nota: Deve ter morrido ainda bebé.
BERNARDES, Inácio. Filho de Domingos Bernardes e de Maria José de Lucena, lavradores, residentes no lugar das Lages. Neto paterno de João Manuel Bernardes e de Inácia Gertrudes Machado; neto materno de António Luís de Lucena e de Maria Caetana Gonçalves. Nasceu em Penso a 1/2/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Rodrigues e sua esposa, Maria Quitéria Gonçalves, rurais, de Barro Pequeno.
BERNARDES, João Manuel. Filho de António [Manuel] Bernardes e de Maria Cleofa Soares, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1799. // Agricultor. // Faleceu em Lages, onde morava, a 16/4/1879, com 80 anos, viúvo de Inácia Gertrudes Machado, e foi sepultado na igreja. // Deixou um filho e netos.
BERNARDES, Ludovina. Filha de Constantino Bernardes e de Maria José Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de Barro Grande. N.p. de António Manuel Bernardes e de Maria Joaquina Gomes, de Paranhão; n.m. de João Gonçalves e de Francisca Esteves Codesso, de Barro Grande. Nasceu em Penso a 5/2/1872 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: José Custódio Machado, casado, e sua familiar, Ludovina Rosa Covelo, tecedeira, de Bairro Grande. // Casou na igreja de Penso a 8/7/1896, com o seu conterrâneo Abílio Esteves Codesso, de 22 anos de idade, solteiro, camponês. // Ficou viúva a 27/8/1957. // Faleceu em Penso a 13/11/1958. // Com geração.
BERNARDES, Ludovina. Filha de Manuel António Bernardes e de Maria Teresa Rodrigues, lavradores, residentes em Lages. N.p. de Maria Joana Bernardes; n.m. de Manuel Caetano Rodrigues e de Joaquina Rosa Garcia. Nasceu em Penso a 10/3/1875 e foi batizada na igreja nesse dia (*). Padrinhos: António José Rodrigues, tio da neófita, solteiro, rural, e Maria Luísa de Sousa, solteira, jornaleira. // Faleceu às sete (19) horas da noite do dito dia em que nasceu. /// (*) Fora sopeada em casa pelo padrinho e tio.
BERNARDES, José [Maria]. Filho de Matias Bernardes e de Maria Vicência Pereira, rurais, moradores no lugar de Paradela. N.p. de António Manuel Bernardes e de Maria Joaquina Alves, de Paranhão; n.m. de Manuel José Pereira e de Rosa Domingues, de Paradela. Nasceu em Penso a 3/3/1862 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: José Maria Domingues e sua irmã, Maria José Domingues, solteiros, de Barro Pequeno, filhos de lavradores de Penso. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Paradela, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 10/6/1897 com a sua conterrânea Maria Rosa Rodrigues Torres, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Casal de Arado, filha de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa da Cunha Lima. Testemunhas presentes: Caetano Manuel da Rocha, viúvo, e Secundino Xavier da Cunha Lima, casado, ambos de Penso.
BERNARDES, Justina. Filha de Manuel Joaquim Bernardes e de Joaquina Maria Fernandes, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de Maria Caetana Bernardes, solteira, do dito lugar; n.m. de Manuel Francisco Fernandes e de Rosa Domingues, do lugar de Felgueiras. Nasceu a 22/1/1882 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno e tia materna, Justina Fernandes, solteira, rurais. // Faleceu em Felgueiras a 12/9/1883 e foi sepultada no adro da capela de Felgueiras (o 1.º cadáver a ser enterrado fora da capela).
CORDEIRO, Maria. Filha de Manuel Cordeiro e de Mariana de Araújo, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1793. // Lavradeira. // Faleceu em Lages, onde residia, a 10/6/1877, com 84 anos de idade, no estado de viúva de Manuel José Gomes, e foi sepultada na igreja. // Deixou um filho.
CORDEIRO, Margarida. Filha de Miguel Caetano Esteves Cordeiro e de Mariana Gomes, lavradores, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1819. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Paradela a 7/2/1883, com cerca de 64 anos de idade, casada com Caetano Manuel da Rocha, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
CORDEIRO, Manuel José. Filho de António Esteves Cordeiro e de Maria José Esteves, moradores em Rabosa. N.p. de Miguel Caetano Esteves Cordeiro e de Mariana Gomes, do dito lugar; n.m. de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, de Paradela. Nasceu em Penso a 17/3/1857 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: José Joaquim Esteves Cordeiro e sua irmã, Maria Joaquina, tios do recém-nascido, de Rabosa. // Faleceu na freguesia de Penso a 19/1/1949.
CORDEIRO, Maria. Filha de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1847. // Lavradeira. // Faleceu a 20/4/1895, no lugar das Lages, sem quaisquer sacramentos, com 48 anos de idade, no estado de casada com José Joaquim Vaz, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
CORDEIRO, Manuel José. Filho de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1852. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar das Lages, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 28/2/1882 com a sua conterrânea Maria Ferreira de Passos, de 33 anos de idade, viúva de Cândido Esteves Cordeiro, lavradeira, moradora no lugar da Carreira. Testemunhas presentes: Jerónimo do Carmo Domingues, casado, rural, do lugar de Barro Pequeno, entre outros.
CORDEIRO, Manuel José. Filho de João António Esteves Cordeiro e de Maria Quitéria Gonçalves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1793. // Faleceu a 30/7/1865, em sua casa de Rabosa, com 72 anos de idade, no estado de viúvo de Mariana Gonçalves, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
CORDEIRO, Manuel Joaquim. Filho de Luísa Esteves [Cordeiro], lavradeira. Nasceu em Penso por volta de 1797. // Proprietário. // Faleceu em casa de José Joaquim Vaz, de Barro Grande, a 15/12/1864, com 67 anos de idade, no estado de solteiro, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento.
CORDEIRO, Manuel. Filho de Francisca do Carmo Esteves Cordeiro, viúva, lavradeira, moradora no lugar de Felgueiras. Neto materno de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves. Nasceu em Penso a 14/8/1883 e foi batizado na igreja nesse dia. Padrinhos: Manuel Luís Lourenço e Maria Luísa Rodrigues, casados, rurais, do sobredito lugar. // Faleceu a 8/10/1885 e foi sepultado no adro da capela de Felgueiras.
GIL, Maria Rosa. // Faleceu na Casa do Rigueiro, sita no Coto de Felgueiras, Penso, a 4/11/1859, alienada dos sentidos, viúva de Luís Pires, e foi sepultada na igreja no dia seguinte.
GOMES, Alexandrina. Filha de José Gomes, jornaleiro, de Caria, diocese de Lamego, e de Marcelina Rosa de Sousa, jornaleira, de Penso, moradores na Casa da Bastida. N.p. de Diogo Gomes e de Rosa Maria; n.m. de Maria de Sousa. Nasceu em Penso a 15/2/1882 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: João Pereira Rio de Carvalho, cirurgião, de Rabosa, e Maria José Alves, solteira, camponesa, de Lages. // Casou na igreja de Penso a 31/8/1910 com Francisco António Veiga, de 25 anos de idade, solteiro, natural da freguesia de Formariz, Paredes de Coura, filho de Camila Rosa Veiga. Testemunhas presentes: Manuel Gomes, solteiro, e Firmino Esteves, casado, lavradores. // O seu marido morreu em Formariz, Paredes de Coura, a 8/11/1937. // Ela faleceu em Penso, Melgaço, a 19/2/1969.
GIL, Maria Adelaide. Filha de Celestino José Gil, lavrador, natural de Messegães, Monção, e de Agostinha Fernandes Capelas, natural do Rio de Janeiro, Brasil, moradores no lugar de Rabosa. Neta paterna de José Manuel Gil e de Joaquina Cândida Alves de Oliveira; neta materna de Manuel Joaquim Fernandes Capelas (*) e de Adelaide da Mota Bastos. Nasceu em Penso a 24/8/1910 e foi batizada na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gonçalves e Maria da Conceição Gonçalves, negociantes, de Alvaredo. // Casou na igreja a 21/4/1943 com Arlindo Barbosa dos Santos, natural da freguesia de Águas Santas… // Enviuvou a 9/12/1980. // Faleceu em Paranhos, Porto, a 30/8/1985. /// (*) Manuel Joaquim Fernandes Capelas morreu em Penso a 24/3/1931.
GIL, Maria da Esperança. Filha de Celestino José Gil, proprietário, natural da freguesia de Messegães, Monção, e de Agostinha Fernandes Capelas, proprietária, natural da freguesia de São Francisco Xavier do Engenho Velho, Rio de Janeiro, Brasil, moradores no lugar de Felgueiras. Neta paterna de José Manuel Gil e de Joaquina Cândida Alves de Oliveira; neta materna de Manuel Joaquim Fernandes Capelas e de Adelaide da Mota Bastos. Nasceu em Penso a 23/4/1909 e foi batizado na igreja a 25 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos, camponeses, de Messegães. // Casou na 9.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 4/6/1969 com Licínio António de Sousa. // Faleceu na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, Lisboa, a 5/7/1986.
GARCIA, Maria Violante. Filha de Manuel José Garcia e de Mariana Esteves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1821. // Camponesa. // Faleceu a 28/9/1894, no lugar de Pomar, com todos os sacramentos da igreja católica, com 73 anos de idade, no estado de viúva de Manuel Luís Rodrigues, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
GARCIA, Rosa Maria. Filha de Manuel José Garcia e de Mariana Esteves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1834. // Faleceu a 7/5/1868, em sua casa de Pomar, com apenas 34 anos de idade, casada com António Vaz, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
GIL, Deolinda. Filha de Celestino José Gil, lavrador, de Messegães, Monção, e de Agostinha Fernandes Capelas, doméstica, natural da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. N.p. de José Manuel Gil e de Joaquina Cândida Alves de Oliveira; n.m. de Manuel Joaquim Fernandes Capelas e de Adelaide da Mota Bastos. Nasceu em Penso a 14/1/1921. // Casou a --/--/1948 com Carlos Manuel Rodrigues. // Faleceu no lugar de Felgueiras a 6/1/1984 e foi sepultada no cemitério de Penso. A seu lado, foi sepultado o seu marido (1916-1991). // Com geração.
GIL, Gracinda de Jesus. Filha de Manuel José Gil, lavrador, natural da freguesai de São Miguel de Messegães, Monção, e de Isabel de Jesus Fernandes Capelas, lavradeira, natural de Penso, onde moravam, no lugar da Carreira. Neta paterna de José Manuel Gil e de Joaquina Cândida Alves de Oliveira; neta materna de Manuel Fernandes Capelas e de Adelaide da Mota Bastos. Nasceu em Penso a 13/2/1910 e foi batizada na igreja a 17 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós paternos. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 26/3/1940 com João Figueiredo da Costa, natural da freguesia de São Martinho, concelho de Seia. // Faleceu na freguesia de Miragaia, concelho do Porto a 16/4/1981.
GARCIA, Rosa Maria. Filha de Manuel Joaquim Garcia e de Maria Luísa Rodrigues, moradores no lugar de Alempassa. Neta paterna de Manuel José Garcia e de Mariana Esteves, de Pomar; neta materna de Manuel José Rodrigues e de Maria Josefa Veloso, de Alempassa. Nasceu em Penso a 30/7/1856 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Luís Gomes e Rosa Maria Garcia, solteiros, de Pomar. // Casou na igreja local a 7/7/1879 com o seu conterrâneo Vitorino Joaquim Esteves. // Faleceu a 5/2/1894, logo após o parto da filha Amélia, nascida a 4/2/1894, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casada, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial. // O seu viúvo voltou a casar logo em 1895 com a conterrânea Maria José Pires, em quem gerou igualmente filhos.
GIL, Celestino José. Filho de José Manuel Gil e de Joaquina Cândida Alves de Oliveira. Nasceu em Messegães, Monção, por volta de 1885. // Tinha 23 anos de idade, era solteiro, proprietário, quando casou na igreja de Penso, Melgaço, a 3/5/1908, com Agostinha Fernandes Capelas, de dezanove anos de idade, solteira, natural da freguesia de São Francisco Xavier do Engenho Velho, Rio de Janeiro, Brasil, filha de Manuel Joaquim Fernandes Capelas e de Adelaide da Mota Bastos. // Faleceu em Penso a 14/7/1949. // Com geração.
GOMES, Jerónima. Filha de Manuel Luís Gomes e de Maria José de Araújo, lavradores, residentes no lugar da Gaia. N.p. de Manuel José Gomes e de Luísa Maria Vilas; n.m. de João Manuel de Araújo e de Maria Josefa Ferreira. Nasceu a 7/6/1869 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Secundino da Cunha Lima, solteiro, rural, e Jerónima Rodrigues, solteira, camponesa. // Casou na freguesia da Senhora do Socorro, Lisboa, a 24/6/1909, com António José Rodrigues, seu conterrâneo.
GOMES, Francisca. Filha de Anacleto Gomes e de Damiana Pires, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria José da Rocha; n.m. de Francisco José Pires e de Maria Josefa Esteves Reguengo. Nasceu em Penso a 27/1/1877 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Esteves Cordeiro e Francisca Esteves Cordeiro, solteiros, rurais, residentes em Lages. // Camponesa. // Faleceu a 31/12/1894, no lugar da Gaia, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
GOMES, Francisca. // Faleceu em Gaia, a 16/8/1856, e foi sepultada na igreja a dezoito do mesmo mês e ano.
GOMES, Felicíssimo. Filho de Maria da Conceição Ferreira Gomes, jornaleira, natural de Santa Maria de Covas, Vila Verde, moradora no lugar das Mós, Penso, Melgaço. Neto materno de Maria Luísa Ferreira Gomes. Nasceu em Penso a 28/9/1894 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: o tio materno, Felicíssimo José Afonso, solteiro, e Rosa Pires, solteira, camponesa, de Penso. // Morreu a 8/9/1897 e foi sepultado na igreja paroquial.
GOMES, Esménia Maria. Filha de Manuel Luís Gomes e de Maria José de Araújo, lavradores, residentes nas Lages. N.p. de Manuel José Gomes e de Luísa Maria Vilas; n.m. de João Manuel de Araújo e de Maria Josefa Ferreira. Nasceu em Penso a 9/1/1872 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Tomaz José de Magalhães, solteiro, proprietário, da Casa de Crasto, e Maria Rosa Peixoto, solteira, do lugar de Lages. // Camponesa. // Faleceu a 14/12/1906, no lugar da Gaia, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério local.
GOMES, Diogo António. Filho de Matias Joaquim Fernandes Gomes e de Mariana de Caldas, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1803. // Faleceu a 4/3/1866, com 63 anos, solteiro, em casa de Vitorino Joaquim Fernandes Gomes, de Paranhão, lugar onde ele também morava, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento.
GOMES, Constância. Filha de José Gomes, jornaleiro, de Caria, Moimenta da Beira, diocese de Lamego, e de Marcelina Rosa de Sousa, tecedeira, de Penso, Melgaço, moradores no lugar da Bastida. N.p. de Diogo Gomes e de Rosa Maria; n.m. de Maria de Sousa. Nasceu em Penso a 8/2/1879 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, jornaleiro, de Telhada Grande, e Maria de Sousa, solteira, jornaleira, tia da neófita, de Mós. // Casou na igreja a 15/4/1900 com o seu conterrâneo Domingos Lourenço, solteiro, criado de servir. // Faleceu em Penso a 18/8/1949.
GOMES, Joaquim. Filho de Maria Luísa Gomes, solteira, jornaleira, moradora no lugar das Lages. Neto materno de Sebastião Gomes e de Rosa Maria Cordeiro. Nasceu em Penso a 29/8/1896 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues de Azevedo, casado, artista, e Carolina Gomes, solteira, camponesa, ambos de Penso. // Faleceu no lugar da Gaia a 10/8/1902 e foi sepultado no cemitério da freguesia.
GOMES, Joaquim. Filho de Manuel Luís Gomes, lavrador, de São João de Sá, Monção, e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradeira, de Penso, moradores em Rabosa. Neto paterno de João Manuel Gomes e de Maria José Alves de Sousa; neto materno de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves. Nasceu em Penso a 3/10/1888 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós paternos, rurais. // Casou na igreja de Penso, a 28/2/1954, com a sua conterrânea Maria Rodrigues. // Faleceu em Penso a 9/3/1980, com noventa e dois anos de idade.
GOMES, António. Filho de Manuel Luís Gomes, lavrador, de São João de Sá, Monção, e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradeira, de Penso, moradores em Rabosa. N.p. de João Manuel Gomes e de Maria José de Sousa; n.m. de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves. Nasceu a 11/12/1885 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: António Albano de Oliveira e sua mulher, Maria José Gomes, lavradores, de Sá. // Casou na igreja de Alvaredo a 10/10/1910 com Maria da Pureza, alvaredense, solteira, de 26 anos de idade, filha de Benta Alves. // Faleceu em Alvaredo a 12/4/1921 e a sua viúva a 25/12/1970.
GOMES, Cesário. Filho de Anacleto Gomes e de Damiana Pires, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria José da Rocha; n.m. de Francisco José Pires e de Maria Josefa Esteves Reguengo. Nasceu em Penso a 25/2/1888 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Zeferino Vaz e esposa, Rosa Emília Esteves, rurais, do sobredito lugar. // Morreu na freguesia (!) de Escolas Gerais, Lisboa, a 17/11/1954.
GOMES, Cecília. Filha de Manuel Luís Gomes, lavrador, da freguesia de Sá, Monção, e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradeira, de Penso, moradores no lugar de Rabosa. Neta paterna de João Manuel Gomes e de Maria Luísa Alves; neta materna de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves. Nasceu em Penso a 8/11/1896 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós paternos. // Faleceu a 10/12/1900 e foi sepultada no cemitério de Penso.
GOMES, Anacleto. Filho de Manuel José Gomes, de Sá, Monção, e de Maria José da Rocha, de Penso. Nasceu nesta última freguesia por volta de 1839. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de Penso a 28/10/1863 com Damiana, de 20 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Francisco José Pires e de Maria Josefa Esteves Reguengo. Testemunhas: padre IJGT, coadjutor, e José da Rocha, casado, rural. // Morreu a 26/3/1907, no lugar da Gaia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 65 anos de idade, no estado de casado com Damiana Pires, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
GOMES, Aníbal. Filho de António Gomes, jornaleiro, natural de Valadares, Monção, e de Maria Teresa de Sousa, jornaleira, natural de Penso, onde moravam, no lugar de Pomar. Neto paterno de Caetano Gomes e de Joana Maria; neto materno de Félix José de Sousa e de Rosa Maria Gomes. Nasceu em Penso a 14/7/1902 e foi batizado na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Isidoro de Sousa, solteiro, jornaleiro, natural de Penso, primo materno do batizando, e Antónia Maria Gomes, solteira, jornaleira, de Valadares, Monção, tia paterna. // Casou na igreja de Benfica, Lisboa, a 28/9/1947, com Amélia da Silva, natural de Lajeosa do Mondego, Celorico da Beira. // Morreu na freguesia da Pena, concelho de Lisboa, a 15/10/1981.
GOMES, Aníbal. Filho de Manuel Luís Gomes, lavrador, de São João de Sá, Monção, e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradeira, de Penso, moradores no lugar de Rabosa. N.p. de João Manuel Gomes e de Maria José Alves de Sousa; n.m. de Manuel João Gonçalves e de Josefa Fontão Esteves. Nasceu em Penso a 23/8/1895 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: os avós paternos. // Faleceu a 17/11/1895 e foi sepultado na capela de Felgueiras.
GOMES, Constança. Filha de Anacleto Gomes e de Damiana Pires, rurais, moradores no lugar de Gaia. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria José da Rocha; n.m. de Francisco Pires e de Maria Josefa Esteves, de Lages. Nasceu em Penso a 17/11/1869 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Manuel Pires e Rosa da Rocha, solteiros, lavradores, ambos de Paradela. // Camponesa. // Casou na igreja local a 13/4/1905 com o seu conterrâneo Casimiro Esteves. // Faleceu no lugar das Lages a 24 de ------- de 1941. // Com geração.
GOMES, Clara. Filha de João António Gomes e de Maria Rosa Rodrigues, lavradores, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1814. // Lavradeira. // Faleceu no Coto de Santa Comba, a 15/6/1885, com 71 anos de idade, sem o uso das faculdades intelectuais, casada com o conterrâneo António Joaquim Pires, e foi sepultada no adro da igreja. // Deixou filhos.
GOMES, Constância. Filha de Manuel Luís Gomes e de Maria José de Araújo, lavradores, residentes no lugar de Gaia. N.p. de Manuel José Gomes e de Luísa Maria Vilas; n.m. de João Manuel de Araújo e de Maria Josefa Ferreira. Nasceu em Penso a 27/3/1874 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Fernandes Pereira e sua esposa, Emília Esteves Cordeiro, negociantes. // Casou na igreja a 23/12/1895 com o seu conterrâneo Manuel de Sousa, de 20 anos de idade, solteiro. // Faleceu em 1919. // Com geração. // O seu viúvo voltou a casar.
GOMES, Maria. Filha de Anacleto Gomes e de Damiana Pires, lavradores, residentes em Gaia. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria José da Rocha; n.m. de Francisco José Pires e de Maria Josefa Esteves Reguengo. Nasceu a 6/4/1885 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Bernardes, casado, e sua filha, Carolina Bernardes, solteira, rurais, de Lages. // Casou na CRCM a 5/1/1913 com António Asceviro, de 31 anos, de Valadares, Monção, filho de Luís Manuel Moreira e de Teresa Maria Fernandes. // Ambos faleceram em Penso: o marido a 2/12/1965 e ela a 19/6/1967.
GOMES, Maria Isabel. Filha de --------------------- Gomes e de -------------------------------------------. Nasceu a 7 de Janeiro de 1959. // Faleceu a 20 de Abril de 1972 e foi sepultada no cemitério de Penso. // Na campa pode ler-se a seguinte quadra, deveras comovente: «Linda rosa em botão/Que tão cedo desfolhou/Pelo teu bom coração/Deus para o céu te levou.» --------------------------------------------------------------------------------------.
GOMES, Maria José. Filha de José Gomes, jornaleiro, da freguesia de Caria (Moimenta da Beira, distrito de Viseu, bispado de Lamego), e de Marcelina Rosa de Sousa, tecedeira, de Penso, moradores no lugar da Bastida. N.p. de Diogo Gomes e de Rosa Maria; n.m. de Maria de Sousa, solteira. Nasceu em Penso a 20/11/1876 e foi batizada na igreja a 22 desse mês (*). Padrinhos: José Esteves, solteiro, lavrador, e Maria Teresa de Sousa, viúva, lavradeira, de Bastida. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja a 4/7/1898 com Manuel de Caldas, de 21 anos de idade, solteiro, militar, natural de Ceivães, Monção, filho de Rafael Exposto e de Maria Rosa de Caldas. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, e Luís Tavares, solteiro. // Faleceu em Penso a 12/4/1949. /// (*) Fora sopeada em casa pela madrinha.
GOMES, Maria José. Filha de Luís Manuel Gomes e de Maria Luísa Pereira, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1796. // Faleceu a 17/7/1871, em sua casa de Lages, com 75 anos de idade, viúva de João Manuel Rodrigues, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
GOMES, Maria Joaquina. Filha de Caetano Manuel Gomes e de Maria Rosa Álvares, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1803. // Lavradeira. // Faleceu em Paranhão, onde morava, a 2/3/1879, com cerca de 76 anos de idade, viúva de António Manuel Bernardes, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
GOMES, Olívia. Filha de Maria da Conceição Ferreira Gomes, lavradeira, da freguesia de Santa Maria de Covas, Vila Verde, moradora em Mós, Penso. N.m. de Maria Luísa Ferreira Gomes. Nasceu em Penso a 7/7/1893 e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel José Domingues e Rosa Pires, solteira. // Faleceu a 25/9/1893 e foi sepultada na igreja paroquial.
GOMES, Mariana. Filha de Bento Gomes e de Francisca da Rocha. Nasceu por volta de 1778. // Lavradeira. // Faleceu em Felgueiras, a 9/2/1860, em casa de Jerónimo Rodrigues, com 82 anos, viúva de Francisco Fernandes. // Deixou uma filha.
GOMES, Maria Rosa. Filha de Bento Gomes e de Francisca da Rocha, de Casal Maninho. Nasceu por volta de 1785. // Faleceu em sua casa de Felgueiras, a 19/5/1860, com 75 anos de idade, casada com José Joaquim Soares. // Não deixou filhos.
GOMES, Joaquim. Filho de António Gomes, jornaleiro, de Valadares, Monção, e de Maria Teresa de Sousa, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Caetano Gomes e de Joana Maria; n.m. de Félix José de Sousa e de Rosa Maria Gomes. Nasceu a 1/3/1897 e foi batizado ainda nesse mês. Padrinhos: tios paternos, Joaquim Gomes e Ana Maria Gomes, solteiros, jornaleiros. // Faleceu em Alempassa, Penso, a 17/11/1939.
GOMES, Jorge. Filho de José Gomes, jornaleiro, de Caria, diocese de Lamego, e de Marcelina Rosa de Sousa, jornaleira, de Penso, Melgaço, moradores na Casa da Bastida. N.p. de Diogo Gomes e de Rosa Maria; n.m. de Maria de Sousa, solteira. Nasceu em Penso a 19/1/1885 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: João Esteves Cordeiro, solteiro, proprietário, de Paranhão, e Ludovina Rosa Alves de Sousa, solteira, proprietária, de Prado. // Faleceu a 27/8/1885 e foi sepultado no adro da igreja.
GOMES, Joaquina. Filha de Bento Gomes e de Francisca da Rocha, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1792. // Mendiga. // Faleceu a 18 de Março de 1864, com cerca de 72 anos, em casa de Francisco António Esteves Cordeiro, sita no Casal Maninho, e foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos.
GOMES, Manuel. Filho de José Gomes, jornaleiro, de Caria, diocese de Lamego, e de Marcelina Rosa de Sousa, jornaleira, de Penso, Melgaço, moradores na Casa da Bastida. N.p. de Diogo Gomes e de Rosa Maria; n.m. de Maria de Sousa, solteira. Nasceu em Penso a 2/1/1890 e foi batizado na igreja a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Alves de Sousa e sua irmã, Ludovina Rosa Alves de Sousa, solteiros, proprietários, da freguesia de Prado. // Faleceu na freguesia de Santa Isabel, Lisboa, a 21/5/1958.
GOMES, Manuel José. Filho de Anacleto Gomes e de Damiana Pires, lavradores. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria José da Rocha; n.m. de Francisco Pires e de Maria Josefa Esteves, todos de Lages. Nasceu a 20/2/1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e Caetana Esteves Reguengo, solteira, camponesa.
GOMES, Manuel José. Filho de Bernardo José Gomes e de Maria Quitéria Gomes, lavradores, de Sá. Nasceu em São João de Sá, Monção, por volta de 1801. // Rural. // Faleceu em Lages, Penso, onde residia, a 17/11/1879, de repente, com cerca de 78 anos de idade, viúvo de Maria José da Rocha, e foi sepultado na igreja de Penso. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
GOMES, Manuel Luís. Filho de João Manuel Gomes e de Francisca Maria Domingues, moradores em Real, São João de Sá. N.p. de José Manuel Gomes e de Maria Luísa Gil; n.m. de André Silvestre da Rocha e de Maria Luísa Domingues, todos de Sá. // Casou na igreja de Penso a 24/8/1848 com Francisca Luísa, filha de Caetano Manuel Vaz e de Maria Luísa Esteves, moradores em Pomar, neta paterna de Manuel Vaz e de Luísa Maria Esteves, desse lugar, e neta materna de Manuel António Esteves e de Luísa Esteves, de Mós. Testemunhas: Manuel António Solha, casado, Manuel Luís Vilas, casado, e Manuel Vaz, viúvo, todos do lugar de Pomar.
GOMES, Manuel Luís. Filho de Manuel José Gomes e de Luísa Maria Vilas, moradores em Pomar. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Tinha 33 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja da sua freguesia, a 3/8/1868, com a sua conterrânea, Maria José, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, residente em Lages, filha de João Manuel de Araújo e de Maria Josefa Ferreira, da Gaia, Penso. Testemunhas presentes: Manuel António Fernandes Pereira, casado, negociante, de Barro Grande, e Manuel José Vilas, casado, de Pomar.
GOMES, Maria. Filha de Francisco Gomes e de Maria Gomes. Nasceu em Penso por volta de 1794. // Jornaleira. // Faleceu a 21/2/1864, em sua casa de Paradela, com 70 anos de idade, casada com João Barbeitos, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
LOURENÇO, Damião. Filho de Francisco António Lourenço e de Ana Ferreira de Passos, lavradores. N.p. de Jerónimo Lourenço e de Teresa Maria Rodrigues; n.m. de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues. Nasceu a 9/9/1874 e foi batizado na igreja nesse dia (*). Padrinhos: padre Manuel José Domingues e Maria José Ferreira de Passos. // Faleceu a 17/9/1874 e foi sepultado na igreja. /// (*) Fora sopeado em casa pela madrinha; gémeo de Cosme.
LOURENÇO, Cosme. Filho de Francisco António Lourenço e de Ana Ferreira de Passos, lavradores, residentes em Barro Pequeno. N.p. de Jerónimo Lourenço e de Teresa Maria Rodrigues; n.m. de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues. Nasceu a 9/9/1874 e foi batizado na igreja nesse dia (*). Padrinhos: padre Manuel José Domingues e Maria José Ferreira de Passos, casada, lavradeira, ambos de Barro Pequeno. // Faleceu a 21/9/1874 e foi sepultado na igreja. // Gémeo de Damião. /// (*) Fora sopeado em casa pela madrinha.
FERNANDES, Alberto. Filho de Manuel Joaquim Fernandes “Capelas”, proprietário, de Penso, e de Adelaide da Mota Bastos, proprietária, nascida e batizada na freguesia de Santo António, Rio de Janeiro, Brasil, moradores no lugar da Carreira, Penso. N.p. de Manuel António Fernandes e de Maria Caetana Esteves, rurais, de Penso; n.m. de Vitorino da Mota Bastos, proprietário, de Celorico de Bastos, e de Alexandrina Cândida Eduardo Bastos, proprietária, brasileira. Nasceu em Penso a 6/1/1894 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre António de Sousa Lobato e sua irmã, Luzia de Sousa Lobato, solteira, camponesa, moradores na residência paroquial. // Morreu a 16/1/1894 e foi sepultado na capela, sita no lugar de Felgueiras.
FERNANDES, Amadeu. Filho de Vicente Fernandes, artista, natural da freguesia de Pinheiros, concelho de Monção, e de Palmira de Jesus Exposta, jornaleira, batizada na igreja de São João de Sá, Monção, moradores em Penso, no lugar de Paradela. Neto paterno de José Fernandes e de Maria Francisca dos Penedos. Nasceu em Penso a 2/1/1902 e foi batizado na igreja a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Amadeu Fernandes, solteiro, estudante, primo do batizando, e Aurora Fernandes Lira, solteira, proprietária, ambos da freguesia e vila de Monção. // Casou na CRCM a 26/11/1930 com a sua conterrânea ----------- Alves, de 32 anos de idade, filha de Júlia Alves. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 16 de Fevereiro de 1960.
FERNANDES, Agostinho. Filho de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1854. // Tinha 28 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar de Rabosa, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 17/4/1882 com a sua conterrânea Maria Rosa Esteves Cordeiro, de 33 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no dito lugar, filha de António Esteves Cordeiro e de Maria José Esteves Cordeiro, rurais. Testemunhas presentes: António Esteves Cordeiro, casado, e Francisco Fernandes, solteiro, lavradores, do lugar da Rabosa.
FERNANDES, Ana Luísa. Filha de Joaquim José Fernandes e de Maria Vicência Domingues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1807. // Faleceu solteira, a 10/7/1867, com cerca de 60 anos de idade, em casa de Bento José Fernandes, da Carreira, onde ela também morava, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
FERNANDES, Ana Luísa. Filha de João Manuel Fernandes e de Maria José da Silva, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1820 (?). // Faleceu em casa de Maria José da Silva (*), viúva, da Carreira, a 9/11/1862, com 42 (?) anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada na igreja paroquial. // Deixou um filho. /// (*) Devia ser sua mãe.
FERNANDES, Amário. Filho de João Manuel Fernandes, ferreiro, natural de Paderne, e de Maria Luísa dos Santos, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar da Carreira. N.p. de Manuel Fernandes e de Rosa Besteiro; n.m. de Manuel Caetano dos Santos e de Maria Joaquina Fernandes. Nasceu em Penso a 8/3/1882 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Fernandes e Júlia Fernandes, solteiros, rurais. // Faleceu a 1/4/1882 e foi sepultado na capela do lugar de Felgueiras.
FERNANDES, Ana Cândida. Filha de Joaquim Fernandes e de Rosa Maria Gonçalves, rurais, moradores em Rabosa. N.p. de Manuel António Fernandes e de Maria Caetana Esteves; n.m. de Francisco Manuel Gonçalves e de Maria Teresa Fernandes. Nasceu a 8/6/1870 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Francisco José Gonçalves (Cintra), de Penso, e esposa, Ana Cândida da Silva Cintra, moradores em Lisboa, de onde a madrinha era natural (representados por Feliciano José Gonçalves e esposa, Maria Josefa Machado, naturais e residentes em Penso).
FERNANDES, Ana Maria. Filha de Camilo Fernandes e de Marcelina Rosa Fernandes, lavradores, residentes em Rabosa. N.p. de Francisco António Fernandes e de Felícia da Gaia Torres; n.m. de Maria Tomásia Fernandes. Nasceu a 26/7/1877 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Teotónio Fernandes e Ana Maria Fernandes, solteiros, rurais, moradores em Rabosa. // Faleceu em Penso a 26/12/1953.
FERNANDES, António. Filho de Rafael Fernandes e de Francisca da Rocha, moradores no lugar de Paradela. // Faleceu solteiro, a 29/5/1857, e foi sepultado na igreja no dia seguinte.
EMÍLIA. Filha de Maria Joaquina, moradora em Telhada Grande. N.m. de Ana Rita (exposta), do mesmo lugar. Nasceu a 8/2/1857 e foi batizada no dia seguinte pelo padre Inocêncio José da Gaia Torres, cura de Penso. Padrinhos: António Alves do Poço (ou Paço), trolha, solteiro, de Afife, Viana, e Maria José Esteves Pires, solteira, de Mós, Penso.
ESTEVES, Albertina. Filha de Vitorino Joaquim Esteves e de Maria José Pires, lavradores, residentes no lugar de Alempassa. Neta paterna de Francisco Joaquim Esteves e de Rosa Joaquina Barbosa; neta materna de Francisco Pires e de Maria Joaquina Pires. Nasceu em Penso a 6/3/1900 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja. Padrinhos: Manuel Luís Solha e sua mulher, Pulquéria Alves, proprietários, naturais de Penso. // Casou na CRCM a 13/11/1930 com Avelino Luís Gonçalves, natural da freguesia de São João de Sá, Monção. // O seu marido morreu em Penso a 13/12/1970. // Ela faleceu em Santa Maria Maior, Viana do Castelo, a 17/11/1972.
ESTEVES, Angélica. Filha de Domingos de Jesus Esteves e de Justina Alves, jornaleiros, moradores no lugar de Crasto. Neta paterna de Manuel Luís Esteves e de Maria Rita Esteves Reguengo; neta materna de José Maria Alves e de Maria Rosa Gonçalves. Nasceu em Penso a 30/7/1884 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Esteves e Angélica Esteves, solteiros, rurais, de Paranhão. // Faleceu a 12/3/1891.
ESTEVES, Ana Rosa. Filha de Tomé Esteves e de Rosa Vaz, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1805. // Faleceu a 14/9/1867, em estado de total demência, em sua casa de Felgueiras, com cerca de 62 anos de idade, solteira, e foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos.
ESTEVES, Ana Luísa. Filha de João Manuel Esteves e de Rita da Lama. Nasceu em Penso por volta de 1818. // Comerciante. // Faleceu a 23/3/1903, no lugar da Carreira, com todos os sacramentos da igreja católica, com 85 anos de idade, no estado de casada com Francisco Ferreira de Passos, natural de Alvaredo, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local.
ESTEVES, Ana Luísa. Filha de Maria Rosa Esteves, lavradeira. // Nasceu em Penso por volta de 1797. // Camponesa. // Faleceu a 30/12/1872, em sua casa de Sarrada (!), Penso, com cerca de 75 anos de idade, viúva de Francisco Luís Esteves, e foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos. // Morava no lugar de Lages.
ESTEVES, Amélia. Filha de Vitorino Joaquim Esteves e de Rosa Maria Garcia, lavradores, residentes em Alempassa. N.p. de Francisco Manuel Esteves e de Rosa Joaquina Barbosa; n.m. de Manuel Joaquim Garcia e de Maria Luísa Rodrigues. Nasceu em Penso a 4/2/1894 e foi batizada na igreja nesse dia. Padrinhos: o seu avô materno, rural, e a tia paterna, Maria Joaquina Esteves. // Faleceu a 4/2/1894, no mesmo dia em que nascera, e foi sepultada na igreja.
ESTEVES, Alexandre. Filho de José Joaquim Esteves, jornaleiro, natural de Fiães, e de Miquelina Rosa Alves, jornaleira, natural de Penso, moradores no lugar das Lages. N.p. de Maria Rosa Gonçalves, solteira; n.m. de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas. Nasceu em Penso a 4/7/1881 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Alves e sua esposa, Apolónia Rodrigues, jornaleiros, do lugar de Lages. // Casou na igreja de Penso a 15/1/1907 com Constância Nunes, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, residente no lugar de Pomar, filha de José Maria Nunes e de Maria Luísa Solha. Testemunhas presentes: Jerónimo da Rocha, solteiro, camponês, e Manuel Luís Solha, casado, proprietário. // Morreu na freguesia do Socorro (Hospital de São José), Lisboa, a 3/2/1950.
ESTEVES, Alberto. Filho de José Joaquim Esteves, jornaleiro, de Fiães, e de Miquelina Alves, de Penso, moradores em Lages. N.p. de Maria Rosa Gonçalves, solteira; n.m. de Caetano Alves e de Marcelina Rosa da Lama. Nasceu a 17/3/1875 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Severo de Carvalho, solteiro, negociante, de Remoães, e Florinda Peixoto, solteira, criada de servir, de Penso. // Faleceu em casa dos pais a 10/9/1877 e foi sepultado na igreja.
ESTEVES, Angelina. Filha de Evaristo Esteves e de Felismina de Castro, jornaleiros, moradores no lugar das Lages. Neta paterna de José Joaquim Esteves e de Miquelina Rosa Alves; neta materna de Júlio Augusto de Sousa e Castro e de Angelina Barreira de Castro. Nasceu em Penso a 2/5/1902 e foi batizada na igreja a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô paterno, casado, lavrador, e Angelina Lamas, solteira, costureira, tia paterna da neófita. // Casou na igreja de Penso a 17/5/1944 com o seu conterrâneo António Pereira. // O seu marido morreu a 7/1/1948 (confirmar). // Ela faleceu na sua freguesia de nascimento a 24/12/1990, no estado de viúva.
ESTEVES, Augusta. Filha de Carolina Esteves, solteira, jornaleira, moradora em Paranhão. N.m. de José Esteves e de Maria José Esteves Codesso. Nasceu a 9/6/1892 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Abílio Esteves Codesso e Felismena Gonçalves da Pureza, solteiros, jornaleiros, de Paranhão. // Faleceu na freguesia do Campo Grande, Lisboa, a 15/6/1956.
ESTEVES, Arnaldo José. Filho de Manuel Francisco Esteves, pedreiro, natural de Parada do Monte, e de Rosa Gomes, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar da Gaia. N.p. de Jacob Esteves e de Maria Alves; n.m. de Anacleto Gomes e de Damiana Pires. Nasceu em Penso a 29/8/1898 e foi batizado na igreja a 1 de Setembro desse mesmo ano. Padrinhos: Amadeu Carlos José Ribeiro Lima, solteiro, e Ludovina Rosa dos Santos Lima, viúva, proprietários, da Vila de Melgaço. // Faleceu a 18/12/1901 e foi sepultado no cemitério.
ESTEVES, Avelino. Filho de Manuel António Esteves e de Maria Solha, lavradores, residentes em Pomar. N.p. de Bento Manuel Esteves e de Maria Joaquina Alves; n.m. de António Manuel Solha e de Joaquina Rosa de Lima. Nasceu a 12/5/1882 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Pinto, solteiro, comerciante, representado por seu pai, Domingos Barbosa Pinto, e Matilde de Ascensão Pinto, solteira, camponesa, todos de Badim. // Faleceu a 17/5/1882 e foi sepultado na igreja.
ESTEVES, António José. // Faleceu no lugar de Mós, no estado de viúvo, a 14/12/1855, e foi sepultado na igreja a 16 desse mês e ano.
ESTEVES, António. Filho de Valentim Esteves e de Maria Joaquina Fernandes, lavradores, residentes no lugar de Barro Pequeno. Neto paterno de José Joaquim Esteves Braz e de Justina das Dores Esteves; neto materno de Francisco António Fernandes e de Maria Clemência Vilas. Nasceu em Penso a 2 ou 12/1/1902 e no dia seguinte foi batizado na igreja. Padrinhos: Manuel Joaquim Esteves, solteiro, proprietário, emigrante no Brasil, tio paterno do batizando, representado por seu irmão António Esteves, solteiro, camponês, e Germana Esteves, solteira, camponesa, tia paterna da criança, moradores no lugar das Lages. // Morreu a 11/8/1903 e foi sepultado no cemitério.
ESTEVES, António Manuel. Filho de Manuel José Esteves e de Mariana Gonçalves, lavradores, residentes que foram em Rabosa. Nasceu em Penso por volta de 1815. // Carpinteiro. // Faleceu na casa de João Manuel Rodrigues, de Felgueiras, a 10/11/1878, com cerca de 63 anos de idade, solteiro, morador em Rabosa, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Parece que deixou filhos ilegítimos.
ESTEVES, António José. Filho de Filipe Esteves e de Maria Caetana da Rocha, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1801. // Lavrador. // Faleceu em casa de José Joaquim Esteves, das Lages, a 26/10/1874, com 73 anos, casado com Ana de Sousa. Moravam em Mós. Foi sepultado na igreja. Deixou filhos.
ESTEVES, António. Filho de Francisco Esteves e de Francisca Esteves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1787. // Camponês. // Faleceu a 2/5/1869, em sua casa de Telhada Grande, com cerca de 82 anos de idade, viúvo de Luísa Maria Esteves, e foi sepultado na igreja de Penso. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
DOMINGUES, Rosa. Filha de Manuel José Domingues, lavrador, de Paderne, e de Maria Joaquina Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Crasto. N.p. de José Joaquim Domingues e de Maria da Rocha; n.m. de Zeferino Vaz e de Rosa Emília Esteves Cordeiro. Nasceu a 22/9/1884 e foi batizada a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Garcia e Maria Rosa Garcia, solteiros, rurais, de Barro Grande. // Faleceu em Santos-o-Velho, Lisboa, a 13/1/1983, com 98 anos de idade.
DOMINGUES, Rosa. Filha de Manuel José Domingues e de Maria do Carmo Esteves, rurais. N.p. de António Domingues e de Eufrásia Rosa Esteves; n.m. de António José Esteves e de Maria Vitória Esteves, todos de Mós. Nasceu a 30/7/1860 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Caetano Manuel Vaz, lavrador, e esposa, Maria Luísa Esteves, de Pomar. // Faleceu na freguesia dos Anjos, Lisboa, a 9/5/1943. // Nota: é provável que seja a mesma senhora a quem os guardas-fiscais Luís Lourenço e Manuel de Faria lhe apreenderam, no lugar da Fonte, Alvaredo, no dia 1/8/1912, uma caixa de fósforos e um retalho de tecido de algodão, tudo no valor de 200 réis, pagando de multa 2$628 réis; morava em Felgueiras, Penso.
DOMINGUES, Rosa. Filha de Francisco José Domingues e de Maria Luísa Domingues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1818. // Jornaleira. // Faleceu em sua casa de Casal Maninho, a 8/11/1875, em estado de alienação mental, com cerca de 57 anos de idade, viúva de José Fernandes, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
DOMINGUES, Rosa. Filha de António Domingues e de Rufina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Barro Pequeno. Neta paterna de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Teresa da Rocha; neta materna de Crispim Rodrigues e de Maria Teresa Rodrigues. Nasceu em Penso a 13/4/1904 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: os seus avós paternos, rurais, moradores no lugar de Telhada Pequena. // Casou na CRCM a 22/10/1932 com o seu conterrâneo Justino Pereira, de 25 anos de idade, filho de Josefa Pereira. // O seu marido morreu em Lisboa, na freguesia de Camões, a 8/7/1939. // Ela faleceu na freguesia de São José, Ponta Delgada, a 1 de Abril de 1978.
DOMINGUES, Rosa. Filha de Albino José Domingues, jornaleiro, natural de Penso, e de Augusta Domingues de Freitas, tecedeira, natural de Alvaredo, moradores no lugar de Barro Grande. Neta paterna de José Maria Domingues e de Germana Esteves; neta materna de Benedita Domingues de Freitas. Nasceu em Penso a 11/11/1902 e foi batizada na igreja a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Aparício Domingues, solteiro, caixeiro, residente em Lisboa, tio paterno da neófita, representado por Domingos José Vaz, solteiro, proprietário, natural de Penso, e Rosa Esteves Reguengo, solteira, camponesa, também nascida em Penso. // Casou na CRCM a 12/4/1920 com José Rodrigues, de 24 anos de idade, natural da freguesia de Valadares, Monção, filho de Marinha (!) Rodrigues. // O seu marido morreu na freguesia de São José, Lisboa, a 19 de Julho de 1963. // Ela faleceu na freguesia de São Cristóvão e São Lourenço, Lisboa, a 24 de Fevereiro de 1983.
DOMINGUES, Rosa. Filha de Carlota Domingues, solteira, jornaleira, moradora no Coto de Santa Comba. N.m. de Manuel José Domingues e de Claudina Domingues. Nasceu a 24/2/1888 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Guilherme Domingues, solteiro, serviçal, de Santa Comba, e Rosa Esteves Reguengo, casada, jornaleira, de Cortinhas. // Casou na CRCM a 22/6/1914 com José, de 21 anos de idade, seu conterrâneo, filho de Inácia Rosa Pereira. // Ambos faleceram em Penso: o marido a 29/5/1967 e ela a 8/2/1969.
DOMINGUES, Rosa da Conceição. Filha de Miguel António Domingues, jornaleiro, natural de São Paio, e de Germana Rodrigues, jornaleira, natural de Penso, onde moravam, no lugar do Coto. Neta paterna de Francisco José Domingues e de Maria Teresa Pires; neta materna de Diogo António Rodrigues e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu em Penso a 13/12/1901 e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e Maria Teresa Domingues, solteiros, jornaleiros, naturais de Paderne, tios paternos da neófita. // Faleceu a 14/8/1902 e foi sepultada no cemitério da freguesia de Penso.
DOMINGUES, Salvador. Filho de Manuel Domingues e de Clementina Exposta, lavradores, residentes em Casal Maninho. N.p. de Rosa Domingues. Nasceu em Penso a 29/11/1885 e foi batizado a 1 de Dezembro desse dito ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues, solteiro, e sua mãe, Maria Josefa Fernandes, viúva, rurais, da Carreira. // Casou na 1.ª Conservatória do Registo Civil do Porto a 30/1/1913, com Leonor de Jesus Moreira. // Enviuvou a 11/9/1934. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Penso, a 1/10/1945, com Albertina Afonso dos Santos, sua conterrânea. // Enviuvou pela segunda vez a 5/3/1968. // Faleceu em Vila Nova de Famalicão a 3/6/1978.
DOMINGUES, Virgínia. Filha de Manuel de Jesus Domingues, lavrador, natural de Penso, e de Ana Rodrigues, tecedeira, natural de Paderne, moradores no lugar de Barreiros. Neta paterna de Maria dos Remédios Domingues; neta materna de Manuel Francisco Rodrigues e de Maria Carolina Rodrigues. Nasceu a 14/6/1895 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José de Castro, solteiro, alfaiate, e Virgínia Rio de Carvalho, lavradeira, ambos de Penso. // Faleceu na freguesia do Socorro, Lisboa, a 14/9/1981. // Ver Israel Domingues.
DOMINGUES, Valentim. Filho de José Maria Domingues e de Germana Esteves, lavradores, residentes em Barro Grande. N.p. de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Francisca Luísa Cordeiro. Nasceu a 14/2/1877 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: padre Manuel José Domingues, de Barro Pequeno, e Cecília Esteves Cordeiro, solteira, proprietária, moradora em Paranhão. // Faleceu a 30/3/1877 e foi sepultado na igreja.
