Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Edifício da Torre do Tombo, Alameda da Universidade
1649-010 LISBOA
Tel.: +351 21 003 71 00
Fax.: +351 21 003 71 01
secretariado@dglab.gov.pt
Search results
117,869 records were found.
FERNANDES, Maria Joaquina. Filha de José Luís Fernandes e de Francisca da Rocha. N.p. de João Fernandes e de Domingas Pinheiro; n.m. de Cipriano da Rocha e de Francisca Gonçalves, de Felgueiras. Nasceu por volta de 1780. // Lavradeira. // Apareceu morta em sua casa de Barreiros, Penso, a 26/10/1860; tinha 80 anos e era solteira. // Não deixou filhos.
FERNANDES, Maria Joana. Filha de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves, rurais, moradores no lugar de Rabosa. Neta paterna de Domingos José Fernandes e de Francisca Codesseira; neta materna de José Gonçalves e de Maria Joaquina Rodrigues. Nasceu em Penso a 21/8/1862 e foi batizada na igreja nesse dia. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 7/6/1882 com o seu parente José Joaquim Domingues Lamas, natural de Paderne.
FERNANDES, Maria Joana. Filha de --------- Fernandes e de -----------------------. Nasceu em Penso por volta de 1803. // Lavradeira. // Faleceu a 22/7/1897, no lugar de Casal Maninho, com todos os sacramentos da igreja católica, com 94 anos de idade, no estado de viúva do seu conterrâneo Francisco Luís Rodrigues de Azevedo, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja.
FERNANDES, Maria Ludovina. Filha de José Fernandes e de Rosa Maria Domingues, jornaleiros. Nasceu em Penso por volta de 1840. // Tinha 49 anos de idade, era solteira, jornaleira, morava no lugar de Casal Maninho, quando casou na igreja da sua terra natal a 16/5/1889 com o seu conterrâneo Manuel Caetano da Rocha, de 66 anos de idade, viúvo de Joana de Lucena. // O seu marido morreu em Penso a 13/6/1898.
FERNANDES, Maria Joaquina. Filha de Francisco António Fernandes e de Maria Clemência Vilas, lavradores, residentes em Barro Pequeno. N.p. de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes, de Casal Maninho; n.m. de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, de Pomar. Nasceu em Penso a 18/11/1877 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Alves, solteiro, proprietário, de Barro Pequeno, e Ana Joaquina Vilas, solteira, costureira, de Pomar. // Casou na igreja de Penso a 21/3/1901 com Valentim, de 22 anos de idade, camponês, seu conterrâneo, filho de José Joaquim Esteves Braz e de Justina das Dores Esteves. // Faleceu em Penso a 24/5/1942.
FERNANDES, Maria Joaquina. Filha de Francisco Fernandes, jornaleiro, e de Rosária Maria Rodrigues, moradores em Barro Grande. N.p. de António José Fernandes e de Maria Luísa Rodrigues, de São João de Sá, Monção; n.m. de Luísa Rodrigues, solteira, de Barro Grande, Penso. Nasceu a 6/6/1820 e foi batizada pelo padre Luís Monteiro de Alpoim a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel da Veiga Soares e Brito e sua filha, Maria Joaquina, solteira, de Messegães. // Casou na igreja de Penso a 9/4/1862 com Francisco José, nascido a 3/6/1835, filho de Manuel José Afonso de Carvalho e de Rosária de Carvalho, lavradores, residentes em Paranhão. // Faleceu a 13/1/1898, no lugar de Barro Grande, sem quaisquer sacramentos, no estado de casada com Francisco José Carvalho, sem testamento, com geração, e foi sepultada na igreja.
ALVES, Manuel Francisco. Filho de Francisco Alves e de Luísa Alves, lavradores, de Santa Eulália. Nasceu em Santa Eulália de Valadares, Monção, por volta de 1793. // Camponês. // Faleceu a 13/7/1869, em sua casa de Barro Pequeno, com cerca de 76 anos, casado com Maria José Esteves, e foi sepultado na igreja de Penso. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
ALVES, Manuel Joaquim. Filho de João Alves e de Maria Rosa Rodrigues. Nasceu em Penso por volta de 1838. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Lages, quando casou na igreja da sua freguesia a 17/3/1867, com a sua conterrânea, Maria Ludovina, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, residente em Carreira, filha de Manuel António Fernandes e de Maria Caetana Esteves. Testemunhas: padre CEC e Zeferino Vaz.
ALVES, Manuel José. Filho de Domingos José Alves e de Maria Rosa da Silva, lavradores, naturais da freguesia de São Martinho de Rio Mau, concelho de Vila Verde, distrito de Braga. // «Apareceu», ou nasceu, por volta de 1807 na dita freguesia de Rio Mau, Vila Verde. // Tinha 62 anos de idade (+-), era viúvo de Eufrásia Maria Alves, jornaleiro, morava no lugar das Lages, quando casou de novo, na igreja de Penso, a 18/1/1869, com Apolónia Rodrigues, de 38 anos de idade, solteira, jornaleira, natural de Penso, residente no lugar das Lages, filha de João Manuel Rodrigues e de Maria José Gomes. Testemunhas: Manuel José Rodrigues, casado, lavrador, e Feliciano José Castanheira, casado, sapateiro, ambos residentes em Lages. // Morreu em sua casa de morada, sita no lugar das Lages, Penso, Melgaço, a 15/9/1893, com todos os sacramentos da igreja católica, com 86 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial de Penso. // Deixou uma filha.
ALVES, Manuel José. Filho de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, moradores no lugar de Telhada Grande. N.p. de Manuel Alves e de Maria Pires, de Felgueiras; n.m. de Constantino Rodrigues e de Rosa Cordeiro, de Telhada Grande. // Casou na igreja de Penso a 20/10/1855 com Maria Florinda, filha de Manuel António Afonso e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores em Mós, neta paterna de Manuel Afonso e de Francisca Alves, de Pereiral, Parada do Monte, e neta materna de Pedro Rodrigues e de Maria Rosa, de Mós, Penso. Testemunhas: Manuel Joaquim Esteves Cordeiro e Paulo Fernandes, solteiros, de Barro Grande.
LOURENÇO, António. Filho de ---------------------- Lourenço e de -----------------------------------. Nasceu a 8 de Setembro de 1908. // Faleceu a 9 de Janeiro de 1985 e foi sepultado no cemitério de Penso. // A seu lado, jaz Maria Laurinda A. Lourenço (1910-1991). Na campa pode ler-se: «Eterna saudade de sua sobrinha Maria e marido.» -----------------------------------------------------------------------------------------.
LOURENÇO, Cecília. Filha de Rosa Lourenço, solteira, costureira, moradora em Telhada Grande. N.m. de Matilde Rosa Lourenço, jornaleira. Nasceu a 11/3/1894 e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Vicente Vaz, casado, proprietário, e sua filha, Josefina Vaz, solteira, de Barro Grande. // Faleceu em Belas, Sintra, a 10/6/1934.
LOURENÇO, António. Filho de Manuel Francisco Lourenço e de Felícia Alves, moradores em Telhada Grande. N.p. de Luís Manuel Lourenço e de Maria Luísa Alves, de Albergaria, São João de Sá; n.m. de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, de Telhada Grande. // Casou na igreja de Penso a 22/10/1856, com Maria José Alves, filha de Manuel Francisco Alves e de Maria José Esteves, moradores em Barro Pequeno, neta paterna de Francisco José Alves e de Luísa Maria Rodrigues, de Bemposta, Santa Eulália, e neta materna de Filipe Esteves e de Rosa Rodrigues, de Barro Pequeno. Testemunhas: Manuel Joaquim Esteves Cordeiro, solteiro, da Casa do Campo, Manuel Luís Gonçalves e J.J. E. Pires, casados. // Morreu antes de 1897, pois a sua esposa faleceu a 18/2/1897, no estado de viúva.
LOURENÇO, António. Filho de Justino Lourenço, artista, natural de Parada do Monte, e de Maria de Araújo, costureira, natural de Penso, onde moravam, no lugar das Lages. Neto paterno de Francisco Lourenço e de Maria Alves; neto materno de Rosa de Araújo. Nasceu em Penso a 20/11/1904 e no dia seguinte foi batizado na igreja. Padrinhos: António Esteves Braz, camponês, e Conceição Cubelo, costureira, solteiros, residentes no lugar das Lages. // Morreu a 11 de Dezembro de 1904 e foi sepultado no cemitério local.
CORDEIRO, Maria Joaquina. Filha de António Esteves Cordeiro e de Maria José Esteves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1853. // Tinha 34 anos de idade, era solteira, camponesa, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 29/12/1887 com Luís Rodrigues, natural de Paderne. // Faleceu em Penso a 24 de Janeiro de 1925.
CORDEIRO, Maria José. Filha de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1815. // Faleceu a 4/5/1894, no lugar de Rabosa, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 79 anos de idade, no estado de viúva de António Esteves Cordeiro, com testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja.
CORDEIRO, Maria José. Filha de Luís Manuel Cordeiro e de Felicidade Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Telhada Grande. N.p. de Manuel Cordeiro e de Maria Teresa de Araújo; n.m. de Manuel José Rodrigues e de Maria Francisca de Sousa, de Mós. Nasceu em Penso a 21/1/1862 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Luís Caetano Vaz, rural, e sua esposa, Francisca Esteves, de Telhada Grande. // Casou na igreja católica a 12/9/1885 com o seu conterrâneo Teotónio Pires, de 22 anos de idade, jornaleiro. // Com geração.
CORDEIRO, Maria Joana. Filha de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1823. // Camponesa. // Faleceu a 17/8/1871, em sua casa de Rabosa, com cerca de 48 anos, casada com António Manuel Gonçalves, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
LOPES, Rosa. Filha de João Luís Lopes, soqueiro, de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António Vaz e de Rosa Maria Garcia. Nasceu em Penso a 30/9/1888 e foi batizada a 2 de Outubro desse mesmo ano. Padrinhos: António Joaquim Domingues, casado, rural, de Messegães, e Rosa Gonçalves, solteira, camponesa, do Cruzeiro, Sá. // Faleceu em Penso a 6/1/1956.
CORDEIRO, Matias. Filho de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, rurais, moradores no lugar de Paradela. N.p. de João António Esteves Cordeiro e de Maria Quitéria Gonçalves, de Lages; n.m. de José Rodrigues e de Maria Luísa Esteves, de Paradela. Nasceu em Penso por volta de 1825. // Tinha 35 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Penso, a 22/8/1860, com Maria Joana Garcia, de 32 anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Garcia (cirurgião), e de Ana Rodrigues Vilarinho, residentes no lugar de Barro Grande; neta paterna de Caetano Garcia e de Antónia Pires Veloso, de Paranhão; n.m. de João Rodrigues Vilarinho e de Rosa Ferreira, de Barro Grande. Testemunhas: José Joaquim Rodrigues e Diogo António Rodrigues, ambos casados, lavradores, de Lages. // Enviuvou a 9/3/1908. // Morreu a 24/8/1909, na sua casa de morada, sita no lugar de Paradela, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 84 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério. // Pai de José Esteves Cordeiro, casado com Rosa Maria Domingues, natural de Alvaredo.
LOPES, Rosa. Filha de João Luís Lopes, soqueiro, de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António Vaz e de Rosa Maria Garcia. Nasceu a 12/6/1887 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues e sua esposa, Rosa Marcelina Vaz, lavradores, de Pomar. // Faleceu a 19/12/1887.
LOPES, Manuel. Filho de João Luís Lopes, artista, de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António José Vaz e de Rosa Maria Garcia. Nasceu em Penso a 11/3/1896 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António de Castro, solteiro, artista, de Crasto, Penso, e Rosa Gonçalves, solteira, camponesa, do Cruzeiro, São João de Sá, Monção. // Casou na CRCM a 24/6/1926 com Adozinda Besteiro (1904-1987). // Faleceu em Paderne a 25/9/1983 e foi sepultado no cemitério de Penso.
LOPES, José. Filho de João Luís Lopes, artista, de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores no lugar de Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António Vaz e de Rosa Garcia. Nasceu em Penso a 21/3/1898 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinho: António Sousa de Castro, solteiro, artista, de Penso. // Casou na CRCM a 30/9/1922 com Elvira Pereira. // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: a esposa a 30/1/1973 e ele a 29/1/1975.
CORDEIRO, Maria Luísa. Filha de Francisco Cordeiro e de Maria José Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1786. // Faleceu em sua casa de Pomar, a 7/12/1862, com 76 anos de idade, no estado de viúva de Tomaz Domingues, e foi sepultada na igreja. // Deixou uma filha.
LOPES, Joalina. Filha de João Luís Lopes, artista, natural de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, natural de Penso, onde moravam, no lugar de Pomar. Neta paterna de Maria Francisca Lopes; neta materna de António Vaz e de Rosa Garcia. Nasceu em Penso a 21/7/1901 e foi batizada na igreja a 25 desse mês e ano. Padrinhos: António José de Castro e sua mulher, Rosa Gonçalves, camponeses, do lugar do Cruzeiro, freguesia de Sá, concelho de Monção. // Faleceu na sua freguesia natal a 16/2/1988.
CORDEIRO, Maria Luísa. Filha do capitão Domingos Joaquim Esteves Cordeiro e de Maria Caetana Alves de Magalhães, proprietários. Nasceu em Penso por volta de 1819. // Faleceu a 1/10/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Barro Grande, com todos os sacramentos da igreja católica, com 74 anos de idade, no estado de viúva de José Joaquim Vaz, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
CORDEIRO, Maria Luísa. Filha de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Faleceu a 19/4/1866, com 31 anos de idade, solteira, em casa dos pais, em Paradela, e foi sepultada na igreja. // Não deixou filhos.
CORDEIRO, Mariana. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Luísa Esteves. N.p. de António Esteves Cordeiro e de Francisca Esteves; n.m. de Francisco Esteves e de Maria Gonçalves, todos de Penso. Nasceu por volta de 1789. // Faleceu em Lages, a 19/3/1860, em casa de seu filho Zeferino Vaz. // Era viúva de António Manuel Vaz. // Fizera testamento. // Deixou quatro filhos.
CORDEIRO, Rita. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Luísa Esteves, lavradores, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1803. // Lavradeira. // Faleceu na Casa do Campo, Penso (embora morasse na Casa do Coto), a 14/11/1885, com cerca de oitenta e dois anos de idade, no estado de viúva de Manuel José Esteves Reguengo, e foi sepultada na igreja (!!!). // Deixou descendência. // Nota: encontrava-se há vários anos sem o uso da razão, sem as suas faculdades intelectuais.
CORDEIRO, Rosa. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Luísa Esteves, lavradores, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1793. // Lavradeira. // Faleceu na Casa do Coto, Penso, com 88 anos de idade, viúva de João José Esteves, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
CORDEIRO, Máximo. Filho de António Esteves Cordeiro, lavrador, natural de Penso, e Rosa Clara Domingues, lavradeira, natural de Remoães, moradores no lugar de Paradela. Neto paterno de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia; neto materno de António Joaquim Domingues e de Maria Simões. Nasceu em Penso a 2/6/1901 e foi batizado na igreja a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Esteves Cordeiro e sua mulher, Leonor Esteves, camponeses, tios paternos do batizando, residentes no lugar de Paradela. // Casou na CRCM a 30/3/1935 com a sua conterrânea Hortelinda Fernandes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 11/1/1948 (ou 1949).
CORDEIRO, Rosa. Filha de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues. Nasceu em Penso por volta de 1823. // Lavradeira. // Faleceu a 2/1/1907, no lugar de Paradela, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 84 anos de idade, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério público da sua freguesia de nascimento.
CORDEIRO, Rosa. Filha de Manuel Caetano Cordeiro e de Maria José Pires. Nasceu em Penso por volta de 1830. // Jornaleira. // Faleceu a 25/9/1907, no lugar da Gaia, apenas com o sacramento da extrema-unção, com setenta e sete anos de idade, no estado de viúva de Sebastião José Gomes, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local.
LIMA, Valentina. Filha de Teresa da Conceição Lima. Nasceu em Penso a 6 de Janeiro de 1887. // Faleceu a 9 de Dezembro de 1971 e foi sepultada no cemitério de Penso, ao lado de Maria Teresa Lima (1867-1949). // Posteriormente foi ali inumado Francisco Lopes dos Santos (1907-1973). // Mãe de Mário Lima (ver em Paderne) e de Maria Amélia Lima, nascida em Penso em 1914.
LIMA, Simplício. Filho de Maria Teresa de Lima, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Paranhão. Neto materno de Maria da Conceição, solteira. Nasceu em Penso a 18/6/1893 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardino Afonso e Maria Esteves, solteiros. // Foi soldado do 1.º esquadrão – Regimento de Cavalaria 4. // Embarcou para França a 26/5/1917, integrado no CEP, a fim de ir participar nas batalhas da I Grande Guerra. // No dia 2/12/1918 deu entrada no hospital da Base n.º 2. // Faleceu a 18/12/1918, vítima de ferimentos em combate, e de bacilose pulmonar. // O seu corpo foi enterrado num cemitério de França, mas posteriormente foi mudado para o cemitério militar português Richebourg l’Avoué… // Era solteiro.
LIMA, Valentim. Filho de Maria Teresa de Lima, solteira, jornaleira, moradora em Paranhão. N.m. de Maria da Conceição. Nasceu a 6/2/1886 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves Codesso, solteiro, serviçal, e Rosa Maria Exposta, viúva, ambos de Paranhão. // Faleceu em Penso a 11/12/1971.
LOBATO, José Torcato. Filho de Aires João de Sousa Lobato, lavrador-proprietário, e de Florinda Gonçalves, moradores no lugar de Rabosa. N.p. de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, da Casa do Rego, Alvaredo; n.m. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa, Penso. Nasceu em Penso a 19/3/1860 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António Manuel Esteves, solteiro, rural, e Ana Maria Pires, solteira, ambos de Rabosa. // Emigrou para o Brasil.
LOBATO, Júlia. Filha de Aires João de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves, rurais, moradores no lugar de Rabosa. N.p. de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, de Alvaredo; n.m. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa. Nasceu em Penso a 30/9/1862 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: o presbítero Custódio Esteves Cordeiro e irmã, Francisca Clementina Esteves Cordeiro, solteira, pensense. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja local a 6/5/1907 com o seu conterrâneo Manuel Fernandes, de 36 anos de idade, solteiro, artista, morador no lugar de Barro Pequeno. // Faleceu em Penso a 20/11/1943.
CORDEIRO, Rosa Emília. Filha de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, proprietários. Nasceu em Penso por volta de 1830. // Lavradeira. // Faleceu a 21/1/1911, no lugar das Lages, com todos os sacramentos da igreja católica, com 81 anos de idade, no estado de viúva de Zeferino Vaz, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local.
CORDEIRO, Teresa de Jesus. Filha de Miguel Caetano Esteves Cordeiro e de Mariana Gomes, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1806. // Faleceu a 1/2/1868, em sua casa de Felgueiras, de um ataque apoplético, com cerca de sessenta e dois anos de idade, casada com José Joaquim Vaz, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
COVELO, Conceição. Filha de Ludovina Rosa Covelo, solteira, tecedeira, natural de Cubalhão, moradora em Penso, no lugar de Bairro Grande. Neta materna de Maria Covelo. Nasceu em Penso a 29/10/1876 e foi batizada na igreja da sua freguesia natal no dia seguinte (*). Padrinhos: António Alves, casado, rural, e Maria Joaquina Esteves, solteira, costureira, ambos de Penso. // Era solteira, costureira, quando casou na igreja de Penso a 11/6/1906 com o seu conterrâneo Augusto de Abreu, de 29 anos de idade, solteiro. // O seu marido morreu a 8/4/1909, no lugar de Paranhão. // Casou depois de 1919 com o seu conterrâneo Manuel de Sousa, viúvo de Constança Gomes. // Faleceu em Penso a 12/12/1951. /// (*) Fora sopeada em casa pela madrinha.
CRUZ, José Xavier. Filho de Manuel Maria da Cruz, guarda da Alfândega, e de Júlia da Conceição, de Lamego, moradores em Barro Grande, Penso. N.p. de José da Cruz e de Luísa do Nascimento; n.m. de Bento Rebelo e de Maria Luciana. Nasceu a 23/10/1886 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: José Xavier de Castro e sua esposa, Mariana Esteves, rurais, do lugar de Paranhão. // Faleceu a 17/2/1887.
CUNHA, Domingos. Filho de José Manuel da Cunha, pedreiro, de Ceivães, Monção, e de Cândida Rodrigues de Azevedo, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas; n.m. de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Nasceu a 4/6/1866 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Domingos Cerqueira, pedreiro, solteiro, de Ceivães, e Carolina Machado, solteira, tecedeira, de Barro Grande. // Em Novembro de 1912, aquando da morte de seu pai, encontrava-se a residir no Brasil, onde era negociante.
LIMA, Rosaura. Filha de Maria Teresa de Lima, solteira, jornaleira, moradora em Paranhão. Neta materna de Maria da Conceição, solteira. Nasceu a 30/4/1889 e foi batizada a 1 de Maio desse mesmo ano. Padrinhos: Francisco Esteves, casado, rural, do sobredito lugar, e sua filha, Maria Joaquina Esteves, solteira, camponesa. // Faleceu em Cascais a 30/1/1970.
LOBATO, Rosa. Filha de Luís Manuel de Sousa Lobato, natural de Alvaredo, e de Ana Maria Pires, natural de Penso, moradores no lugar de Rabosa. N.p. de Francisco de Sousa Lobato e de Isabel Domingues de Araújo, alvaredenses; n.m. de João José Pires e de Catarina Luísa, de Rabosa. Nasceu em Penso a 20/8/1865 e foi batizada nesse dito dia. Padrinhos: os seus avós maternos. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 27 de Maio de 1895 com o seu conterrâneo Custódio Fernandes. // Faleceu em Penso a 20/11/1954.
LOBATO, Teófilo. Filho de Aires João de Sousa Lobato, lavrador, natural de Alvaredo, e de Florinda Gonçalves, natural de Penso, moradores em Rabosa. N.p. de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha; n.m. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro. Nasceu a 2 de Julho de 1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: presbítero Manuel António de Sousa Lobato, de Vilar (Alvaredo), e Ana Vaz, solteira, camponesa, da Granja (Alvaredo). // Faleceu em Penso a 28/8/1953.
LOPES, Amélia. Filha de João Luís Lopes, soqueiro, de Valadares, Monção, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António José Vaz e de Rosa Maria Garcia. Nasceu em Penso a 16/2/1892 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António de Castro, solteiro, alfaiate, de Crasto, e Rosa Gonçalves, solteira, camponesa, do Cruzeiro, Sá. // Faleceu a 11/9/1893 e foi sepultada na igreja.
LOPES, António. Filho de João Luís Lopes, soqueiro, de Santa Eulália de Valadares, e de Maria José Vaz, lavradeira, de Penso, moradores em Pomar. N.p. de Maria Francisca Lopes; n.m. de António Vaz e de Rosa Garcia. Nasceu em Penso às dezasseis horas do dia 27/10/1893 e foi batizado na igreja a 30 desse mês e ano. Padrinhos: António de Castro e Rosa Gonçalves, solteiros. // Foi soldado do batalhão de infantaria n.º 3, Viana do Castelo, 4.ª brigada do CEP, 2.ª divisão. Embarcou para França a 18/4/1917, integrado na Brigada do Minho. A 11/4/1918 deu entrada no hospital da base. A 13/5/1918 foi dado como incapaz, tendo nesse mesmo dia alta, e ficando a aguardar o repatriamento. Desembarcou em Lisboa talvez ainda nesse ano de 1918. // Casou na CRCM a 14/6/1924, com Constância Rodrigues. // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: a esposa a 10 de Maio de 1973 e ele a 8/3/1975.
LOPES, Florentino. Filho de Lourenço Lopes, solteiro, padeiro, natural da freguesia de Salvaterra, bispado de Tui, e de Maria Afonso, solteira, padeira, natural de Penso, Melgaço, moradora no lugar de Barro Grande. Neto paterno de Benito Lopes e de Francisca Rodrigues; neto materno de José Maria Afonso e de Joaquina Ana Pereira. Nasceu em Penso a 26/9/1898 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Albino Domingues e Germana Esteves, solteiros, lavradores, naturais de Penso. // Casou a 27/5/1922 com Engrácia Caldas, nascida em 1902. // Enviuvou a 7/2/1976. // Faleceu em Penso a 2 de Agosto de 1983 e foi sepultado no cemitério desta freguesia, ao lado de sua esposa. // Com geração. // Nota: os seus pais casaram a 12/10/1899.
CUNHA, Maria da Conceição. Filha de José Manuel da Cunha, pedreiro, de Ceivães, Monção, e de Cândida Rodrigues de Azevedo, de Penso, moradores no lugar de Barro Grande. Neta paterna de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas; neta materna de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Nasceu em Penso a 30/4/1876 e foi batizada na igreja nesse dia (*). Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // Costureira. // Faleceu a 14/11/1894, no lugar de Barro Grande, apenas com a extrema-unção, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja. /// (*) Fora sopeada em casa pela avó e madrinha.
CUNHA, Torcato. Filho de José Manuel da Cunha, pedreiro, de Ceivães, Monção, e de Cândida Rodrigues de Azevedo, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas, de Ceivães; n.m. de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Nasceu a 17/4/1871 e foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: António José Afonso e esposa, Maria Ferreira, lavradores, de Penso, residentes em Ceivães. // Faleceu a 16/2/1872.
CUNHA, Maria. Filha de José Manuel da Cunha, pedreiro, de Ceivães, Monção, e de Cândida Rodrigues de Azevedo, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas; n.m. de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Nasceu a 29/6/1865 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Domingos Cerqueira, solteiro, lavrador, de Ceivães, e Carolina Machado, solteira, tecedeira, de Barro Grande.
DIAS, Adozinda. Filha de Maria Luísa Dias, solteira, costureira, natural de Alvaredo, moradora em Penso, no lugar de Barro Grande. Neta materna de Domingos Dias e de Delfina Gonçalves. Nasceu em Penso a 17/5/1900 e foi batizada na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António Manuel Fernandes e sua esposa, Maria Rosa Garcia, proprietários, naturais de Penso. // Faleceu a 21/11/1910 e foi sepultada no cemitério local.
DEOLINDA AUGUSTA – Filha de pais incógnitos, pois fora exposta na Roda da Vila de Melgaço. // Faleceu a 10/4/1885, na Casa da Bastida, Penso, com apenas dezasseis meses de vida, e foi sepultada no adro da igreja de Penso.
LOBATO, Lucrécia. Filha de Luís Manuel de Sousa Lobato, natural de Alvaredo, e de Ana Maria Pires, de Penso, rurais, moradores em Rabosa. N.p. de Francisco de Sousa Lobato e de Isabel Domingues de Araújo, de Alvaredo; n.m. de João José Pires e de Catarina Luísa, de Rabosa, Penso. Nasceu em Penso a 21/3/1870 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: a avó materna e tio paterno, António José de Sousa Lobato, solteiro, lavrador, de Alvaredo. // Faleceu em Agosto desse ano, com apenas cinco meses de vida.
DIAS, Manuel. Filho de -------------------------- Dias e de -----------------------------. Nasceu a 28 de Janeiro de 1913. // Faleceu a 16 de Junho de 1988 e foi sepultado no cemitério de Penso. // Com geração. // Nota: deve ser o mesmo que em 1973 pertencia à ANP; residia em Alempassa. ----------------------------------------.
DIAS, Rosa. Filha de Salvador Dias e de Maria Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Paradela. Neta paterna de Luís Manuel Dias e de Margarida da Rocha; neta materna de Félix Rodrigues e de Maria José de Lucena. Nasceu em Penso a 6/11/1910 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Dias e sua filha Rosa de Viterbo, rurais, avô e tia paterna da neófita. // Casou no Posto do Registo Civil de Cebola, Covilhã, a 30/4/1948, com Delfim de Lemos, natural de Cousso, Melgaço. // Enviuvou a 31/7/1985. // Faleceu em Cousso a 6/9/1990. // Com geração.
LOBATO, Manuel José. Filho de Luís Manuel de Sousa Lobato, de Alvaredo, e de Ana Maria Pires, de Penso, rurais, moradores em Rabosa. N.p. de Francisco de Sousa Lobato e de Isabel Domingues de Araújo, alvaredenses; n.m. de José Pires e de Catarina Luísa, de Rabosa. Nasceu a 6/9/1868 e foi batizado na igreja nesse dia (*). Padrinhos: a avó do batizando (deve ser a materna) e António José de Sousa Lobato, solteiro, tio do neófito, lavrador, de Alvaredo. /// (*) Antes de ir à igreja fora sopeado em casa pela avó e madrinha.
LOBATO, Manuel José. Filho de Aires João de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves, moradores no lugar de Rabosa. N.p. de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, da Casa do Rego, Alvaredo; n.m. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa. Nasceu em Penso a 3/2/1856 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João José Pires e sua esposa, Catarina Luísa, de Rabosa. // Era solteiro, lavrador, quando casou a 16/1/1909, na igreja da sua freguesia natal, com a sua conterrânea Emerenciana Fernandes, de quarenta e oito anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar da Carreira, filha de Bento Manuel Fernandes e de Maria Joaquina Rodrigues; nesta altura perfilhou a filha de ambos, Generosa, nascida em Penso a 29/3/1903. Testemunhas presentes: Simplício da Conceição Lima, solteiro, camponês, entre outros.
LOBATO, Porfírio. Filho de Aires João de Sousa Lobato, de Alvaredo, e de Florinda Gonçalves, de Penso, rurais, moradores em Rabosa. N.p. de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha; n.m. de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro. Nasceu a 20/5/1866 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: presbítero Custódio Esteves Cordeiro, cura de Penso, e sua irmã, Francisca Clementina Esteves Cordeiro, solteira, lavradeira, da Casa do Coto, Penso. /// À margem do assento: «faleceu de pouco tempo».
LOBATO, Maria Luísa. Filha de Luís Manuel de Sousa Lobato, de Alvaredo, e de Ana Maria Pires, de Penso, rurais, moradores em Rabosa. N.p. de Francisco de Sousa Lobato e de Isabel Domingues de Araújo, alvaredenses; n.m. de João José Pires e de Catarina Luísa, de Rabosa. Nasceu a 6/11/1866 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: avós maternos, lavradores. // Faleceu em Penso a 23/2/1953.
BARBOSA, Maria Joaquina. Filha de Joaquim Manuel Esteves Barbosa e de Ana Luísa Gonçalves, moradores no lugar de Casal de Arado. Neta paterna de João Manuel Esteves Barbosa e de Luísa de Araújo, de Telhada Grande; neta materna de Manuel Joaquim Gonçalves e de Maria Rodrigues, de Casal de Arado. Nasceu em Penso a 25/8/1859 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim Gonçalves e sua esposa, Maria Joaquina Vaz, do lugar das Lages. // Casou na igreja a 21/5/1894 com o seu conterrâneo Hermenegildo Rodrigues. // Faleceu no lugar das Lages, Penso, a 19/12/1939.
BARBOSA, Rosa. Filha de Manuel Francisco Esteves Barbosa e de Angélica Esteves Codesso, lavradores, residentes no lugar de Paradela. Neta paterna de Manuel José Esteves Barbosa e de Maria José Esteves; neta materna de Adriano Esteves Codesso e de Rosa Esteves. Nasceu em Penso a 9/5/1903 e no dia seguinte foi batizada na igreja. Padrinhos: a sua avó materna e Manuel José Esteves Codesso, tio materno. // Faleceu em Penso a 25/10/1956.
BARREIROS, Ermezinda. Filha de António Luís Manuel Barreiros, artista, natural de Barbeita, Monção, e de Maria da Conceição Carvalho, jornaleira, natural de Penso, Melgaço, moradores no lugar de Bairro Grande. Neta paterna de Luís Manuel Barreiros e de Claudina Rodrigues; neta materna de Manuel José de Carvalho e de Emília Alves. Nasceu em Penso a 9/1/1900 e foi batizada na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel Alves, viúvo, artista, e Maria Claudina Barreiros, artista, solteira, tia paterna da neófita, ambos de Barbeita, concelho de Monção. // Faleceu a 8/4/1900 e foi sepulta no cemitério.
BARREIROS, Adriano. Filho de António Manuel Barreiros e de Maria da Conceição Carvalho. Nasceu em Barbeita, Monção, por volta de 1895. // Morreu a 29/7/1900, no lugar de Barro Grande, Penso, com apenas cinco anos de idade, e foi sepultado no cemitério paroquial de Penso.
CORDEIRO, Emília. Filha de Domingos Joaquim Cordeiro e de Maria Caetana Álvares de Magalhães. Nasceu em Penso por volta de 1821. // Proprietária. // Faleceu a 30/7/1908, no lugar de Barro Grande, com todos os sacramentos da igreja católica, com 87 anos de idade, no estado de viúva de Manuel António Fernandes Pereira, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério público da freguesia de seu nascimento.
CORDEIRO, Engrácia. Filha do capitão Domingos Joaquim Esteves Cordeiro e de Maria Caetana Alves de Magalhães. Nasceu em Penso por volta de 1816. // Proprietária. // Faleceu a 6/3/1897, no lugar de Paranhão, apenas com a extrema-unção, com 81 anos de idade, no estado de solteira, com testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
CORDEIRO, Domingos. Filho de Manuel José Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves. Nasceu em Penso por volta de 1831. // Lavrador. // Morreu a 2 de Abril de 1908, no lugar da Rabosa, com todos os sacramentos da igreja católica, com 77 anos de idade, no estado de viúvo de Jerónima Rodrigues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
CORDEIRO, Deolinda. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Ferreira de Passos, lavradores, residentes em Barro Grande. N.p. de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves; n.m. de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Luísa Esteves. Nasceu em Penso a 2/10/1886 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: José Esteves Cordeiro, morador em Paradela, e Rosa Maria Domingues, moradora na residência paroquial, solteiros, rurais. // Faleceu em Penso a 8/1/1969. // Mãe de Adelina Esteves Cordeiro, nascida em 1909.
CORDEIRO, Domingos Joaquim (Capitão). Filho de ------------------ Esteves Cordeiro e de ---------------------------------. // Casou na Casa do Crasto com Maria Caetana Alves de Magalhães. // Faleceu no lugar de Paranhão a 29/4/1858, casado, e foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Deixou testamento e um filho bastardo, António. Pai também de Cecília, de Engrácia, e de Maria Luísa.
CORDEIRO, Cecília. Filha do capitão Domingos Joaquim Esteves Cordeiro e de Maria Caetana Alves de Magalhães, naturais de Penso, proprietários. Nasceu nesta freguesia por volta de 1811. // Faleceu a 14/7/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Paranhão, com todos os sacramentos da igreja católica, com 82 anos de idade, no estado de solteira, com testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
BERNARDES, Alzira. Filha de Maria da Glória Bernardes, criada de servir, moradora em Paranhão. Neta materna de Erminda Bernardes. Nasceu a 23/5/1896 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Adriano Vicente Barbeitos, artista, casado, e Filomena Gonçalves, jornaleira, solteira, ambos pensenses. // Faleceu em Penso a 18/1/1973.
BERNARDES, Ana Joaquina. Filha de Domingos Bernardes e de Maria José de Lucena, lavradores, residentes no lugar das Lages. N.p. de João Manuel Bernardes e de Inácia Gertrudes Machado, do dito lugar; n.m. de António Luís de Lucena e de Maria Caetana Gonçalves, de Laranjeira. Nasceu em Penso a 10/7/1861 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Bernardes, solteiro, rural, de Lages, e Ana Rosa Bernardes, viúva. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 11/2/1899 com Quintino Esteves, natural do lugar de Bouças, Alvaredo. // Faleceu no dito lugar de Alvaredo a 3/1/1914. // Mãe de Maria Bernardes Esteves, nascida por volta de 1899.
BERNARDES, Alice. Filha de Manuel Bernardes e de Maria Rosa de Castro, lavradores, residentes no lugar das Lages. Neta paterna de Manuel Joaquim Bernardes e de Maria Joaquina Fernandes; neta materna de Júlio Augusto de Sousa e Castro e de Angelina Barreira de Castro. Nasceu em Penso a 3 de Outubro de 1905 e foi batizada na igreja a 5 desse mês e ano. Padrinhos: António de Sousa e Castro, casado, tio materno da bebé, e a avó materna da neófita, viúva, ambos camponeses. // Casou na CRCM a 15/5/1940 com Eduardo da Silva, solteiro, lavrador, natural de Paderne. // Enviuvou a 1 de Outubro de 1985. // Faleceu a 28/11/1985.
BERNARDES, Aprígio. Filho de Manuel Bernardes e de Maria Rosa de Castro, lavradores, residentes no lugar das Lages. Neto paterno de Manuel Joaquim Bernardes e de Maria Joaquina Fernandes; neto materno de Júlio Augusto de Sousa e Castro e de Angelina Barreira e Castro. Nasceu em Penso a 12 de Abril de 1902 e foi batizado na igreja a 14 desse mês e ano (já fora batizado em casa pela sua avó materna, em virtude de ter nascido débil). Padrinhos: o seu avô paterno e a sua avó materna, camponeses. // Casou na CRCM a 23 de Setembro de 1922 com Emília Rosa Esteves Meleiro. // Morreu na freguesia de Fiães, concelho de Melgaço, a 7/5/1971.
BERNARDES, António. Filho de Manuel Joaquim Bernardes, lavrador, natural de Penso, e de Maria da Conceição Gomes, lavradeira, natural da freguesia de Santa Maria de Covas, moradores no lugar das Mós. Neto paterno de Maria Caetana Bernardes; neto materno de Tomé Gomes e de Maria Luísa Ferreira. Nasceu em Penso a 22/9/1902 e foi batizado na igreja a 25 desse mês e ano. Padrinhos: António Luís Barreiros, casado, mestre pedreiro, natural de Barbeita, Monção, residente em Penso, e Maria Domingues, lavradeira, viúva, natural de Penso. // Casou na CRCM a 25/5/1927 com Otília Alves. // Morreu na sua freguesia natal a 9/12/1984.
BERNARDES, António Manuel. Filho de Manuel Bernardes e de Maria Caetana Bernardes. N.p. de Manuel Bernardes e de Isabel Vaz; n.m. de António Bernardes e de Caetana Vaz, todos de Penso. Nasceu por volta de 1801. // Faleceu em sua casa de Paranhão a 19/4/1860, com 59 anos de idade, de um ataque apopléctico, casado com Maria Joaquina Gomes. // Deixou seis filhos.
CORDEIRO, Ernestina. Filha de João Esteves Cordeiro (por reconhecimento através de escritura pública), da Casa de Paranhão, e de Rosa Lourenço. Neta paterna de Domingos Joaquim Esteves Cordeiro e de Maria Caetana Álvares de Magalhães; neta materna de Matilde Rosa Lourenço, solteira, residente no lugar de Telhada Grande. Nasceu em Penso a 14/12/1881. // Tinha 17 anos de idade, era solteira, proprietária, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/2/1899 com João Eugénio da Costa Lucena, de 24 anos de idade, solteiro, proprietário, natural da cidade de Lisboa, residente no lugar de Paranhão, Penso, Melgaço, filho de João António de Lucena e de Delfina Emília da Costa Lucena. Testemunhas presentes: João António de Lucena, casado, proprietário em Lisboa, e Ricardo Esteves Cordeiro, solteiro, proprietário, natural de Penso, e ainda Carlota Esteves Cordeiro, tia da nubente. // O seu marido morreu em Penso a 30/5/1954. // Ela faleceu também em Penso a 3/1/1969. // Mãe de Estêvão, João e Henrique.
BERNARDES, Ana [Rosa]. Filha de António [Manuel] Bernardes e de Maria Cleofa Soares, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1824. // Lavradeira. // Faleceu em sua casa das Lages, a 23/11/1874, com 50 anos de idade, viúva de Caetano José Garcia, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento; não deixou filhos.
BERNARDES, António. Filho de Manuel António Bernardes e de Maria Teresa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Lages. N.p. de Maria Joana Bernardes; n.m. de Manuel Caetano Rodrigues e de Joaquina Rosa Garcia. Nasceu em Penso a 31/1/1881 e foi batizado a 1 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: o tio materno, António José Rodrigues, solteiro, rural, e Maria Luísa Bernardes, casada, lavradeira, bis-tia paterna. // Casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 30/4/1906 com Maria Domingues, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de António Manuel Domingues e de Rosa Maria Domingues. Testemunhas presentes: António José Rodrigues e Maximiano Bernardes, solteiros, camponeses, do lugar das Lages. // Faleceu em Penso a 20/7/1961. // Com geração.
CORDEIRO, Joaquina. Filho de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Luísa Esteves, lavradores, residentes que foram em Felgueiras. Nasceu em Penso por volta de 1796. // Camponesa. // Faleceu em Casal Maninho, onde residia, a 10/8/1878, com 82 anos de idade, solteira, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
CORDEIRO, João Manuel. Filho de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Luísa Alves, rurais, moradores no lugar das Lages. Neto paterno de João António Esteves Cordeiro e de Maria Quitéria Gonçalves, do dito lugar; neto materno de António José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, de Telhada Grande. Nasceu em Penso a 25/5/1857 e foi batizado ainda nesse dia. Padrinhos: João Manuel Afonso e sua esposa, Pulquéria Esteves Cordeiro, de Lages. // Lavrador. // Faleceu em casa da madrinha a 23/10/1874 e foi sepultado na igreja.
CORDEIRO, João Manuel (Padre). Filho de Francisco Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Foi padre encomendado nas freguesias de Alvaredo (1879, 1884) e Penso. // Faleceu na casa de residência a 15/12/1893, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 58 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado na igreja.
CORDEIRO, João Luís. // Faleceu em Lages, solteiro, a 9/12/1857, e foi sepultado na igreja a onze. // Escreveu o pároco: «não recebeu o sagrado viático, nem se confessou, por ter perdido a razão.»
CORDEIRO, João. Filho de Domingos Joaquim Cordeiro e de Maria Caetana Álvares de Magalhães. Nasceu em Penso por volta de 1824. // Proprietário. // Morreu a 3/12/1898, no lugar do Paranhão, com todos os sacramentos da igreja católica, com 74 anos de idade, no estado de solteiro, com testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
CORDEIRO, Hipólito. Filho de ---------------------- Esteves Cordeiro e de ---------------------------. Nasceu por volta de 1944. // Faleceu a 19 de Junho de 1983, com apenas trinta e nove anos de idade, e foi sepultado no cemitério de Penso. // Era casado, com geração. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.
CORDEIRO, Francisca. Filha de Manuel Caetano Cordeiro e de Maria José Pires, da Gaia, Penso. // Faleceu no estado de solteira, a 23/9/1857, e foi sepultada na igreja paroquial a 25 desse mês e ano.
BERNARDES, Carolina Rosa. Filha de Domingos Bernardes e de Maria José Gonçalves Lucena, moradores em Lages. N.p. de João Manuel Bernardes e de Inácia Gertrudes Machado, do dito lugar; n.m. de António Luís de Lucena e de Maria Caetana Gonçalves, de Laranjeira. Nasceu em Penso a 27/4/1859 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: João António de Lucena e Rosa Esteves Cordeiro, solteiros, de Paradela. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja da sua freguesia com Francisco Besteiro, de 32 anos de idade, oficial de carpinteiro, natural de Alvaredo. // Faleceu no lugar das Lages, Penso, a 29/3/1939 (confirmar). // Com geração.
BERNARDES, Conceição. Filha de Manuel António Bernardes e de Maria Teresa Rodrigues, lavradores, residentes em Lages. N.p. de Maria Joana Bernardes; n.m. de Manuel Caetano Rodrigues e de Joaquina Rosa Garcia. Nasceu a 2/4/1877 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Francisco José Esteves Reguengo e Francisca Luísa da Rocha, casados, rurais, moradores no sobredito lugar. // Faleceu a 29/8/1877 e foi sepultada na igreja.
BERNARDES, Constantino. Filho de António Manuel Bernardes e de Maria Joaquina Gomes. Nasceu em Penso por volta de 1839. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Paranhão, quando casou na igreja da sua freguesia a 15/6/1864 com Maria José Gonçalves, sua conterrânea, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, filha de João Gonçalves e de Francisca Esteves Codesso. Testemunhas: padre CEC e António José Rodrigues de Azevedo, casado, latoeiro, de Barro Grande. // Morreu antes de 1910, pois nesse ano, a 27 de Dezembro, faleceu a sua mulher, Maria José Gonçalves, no estado de viúva. // Com geração.
BERNARDES, Francisco. Filho de Matias Bernardes e de Maria Vicência Pereira, lavradores, residentes em Paradela. N.p. de António Manuel Bernardes e de Maria Joaquina Gomes, de Paranhão; n.m. de Manuel José Pereira e de Rosa Domingues, de Paradela. Nasceu em Penso a 9/3/1870 e foi batizado na igreja nesse dia (*). Padrinhos: Manuel Luís Esteves e sua esposa, Maria José Afonso. /// (*) Fora sopeado em casa pela madrinha.
CORDEIRO, Josefina. Filha de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia, rurais, moradores no lugar de Paradela. Neta paterna de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, do dito lugar; neta materna de Francisco Manuel Garcia e de Ana Luísa Rodrigues Vilarinho, de Barro Grande. Nasceu em Penso a 15/3/1863 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel José Esteves Cordeiro, lavrador, e sua esposa, Maria Luísa Bernardes, de Paradela. // Era solteira, camponesa, quando casou na igreja a 28/6/1896 com o seu conterrâneo Manuel Joaquim Domingues, de 26 anos de idade, solteiro, lavrador. // Faleceu a 29/5/1947.
CORDEIRO, José de Nazaré. Filho de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Ferreira de Passos, lavradores, residentes no lugar de Barro Grande. N.p. de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves; n.m. de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Luísa Esteves. Nasceu em Penso a 4/5/1890 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinho: o avô materno, casado, alfaiate. // Faleceu no lugar de São Bartolomeu, Penso, a 26/1/1940.
CORDEIRO, Leonor. Filha de António Esteves Cordeiro, lavrador, de Penso, e de Rosa Clara Domingues, proprietária, de Remoães, moradores em Paradela. N.p. de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia; n.m. de António Joaquim Domingues e de Maria Simões. Nasceu em Penso a 27/8/1898 e foi batizada na igreja (*) no dia seguinte. Padrinhos: os tios paternos, Caetano Esteves Cordeiro e sua esposa, Leonor Esteves, rurais. // Casou na CRCM a 26/3/1921 com Júlio Luís, de 20 anos de idade, seu conterrâneo, filho de José de Castro e de Maria Bernardes. // Faleceu em Penso a 27/5/1967. // Com geração. /// (*) Fora sopeada em casa pelo padrinho e tio.
CORDEIRO, Juvência. Filha de Ricardo Esteves Cordeiro e de Felisménia Gonçalves, proprietários, moradores no lugar de Paranhão. Neta paterna de João Esteves Cordeiro e de Rosa Lourenço; neta materna de José Gonçalves e de Rosa Maria Exposta. Nasceu em Penso a 3/2/1906 e foi batizada na igreja pelo padre Claudino Joaquim Rodrigues a 19 de Março desse ano. Padrinhos: António Manuel Fernandes, proprietário, natural de Penso, emigrante no Brasil, representado pelo padre António de Sousa Lobato, pároco encomendado da freguesia de Penso, e Maria Rosa Garcia, proprietária, natural de Penso, esposa do padrinho, residente no lugar de Barro Grande. // Casou na CRCM a 26/12/1934 com Floriano José Gomes, natural de Valadares, Monção. // Faleceu a 29/5/1944.
CORDEIRO, Manuel. Filho de Manuel Cordeiro e de Maria Teresa de Araújo, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1806. // Faleceu em sua casa de Lages, repentinamente, a 11/3/1863 «ao recolher-se de ganhar o seu jornal pelo ofício de alfaiate»; tinha 57 anos de idade, era casado com Maria José Pires, e foi sepultado na igreja. // Deixou descendência.
CORDEIRO, Luís Manuel. Filho de Manuel Cordeiro e de Maria Teresa de Araújo, lavradores. N.p. de Caetano Cordeiro e de Antónia Rodrigues; n.m. de António de Araújo e de Caetana Domingues, todos de Lages. Nasceu em Penso por volta de 1807. // Casou na igreja de Penso a 1/6/1859 com Felicidade Rodrigues, filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Francisca de Sousa, moradores no lugar de Mós; neta paterna de Manuel António Rodrigues e de Rosa Domingues, de Cousso, e neta materna de João Manuel de Sousa e de Francisca Luísa Pires, de Mós, Penso. Testemunhas: Manuel Luís Gonçalves, casado, de Laranjeira, Luís Caetano Vaz, casado, de Telhada, e Manuel José Esteves, casado, do Coto. // Faleceu a 31/10/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Telhada Grande, com todos os sacramentos da igreja católica, com 86 anos de idade, no estado de viúvo de Felicidade Rodrigues, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou uma filha.
CORDEIRO, Manuel. Filho de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Ferreira de Passos, lavradores, residentes em Lages. N.p. de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves; n.m. de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Luísa Esteves. Nasceu em Penso a 6/5/1882 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Garcia, solteiro, caixeiro, residente em Lisboa, representado por seu irmão, José Joaquim Garcia, de Barro Grande, e Rosa Maria Domingues Carvalho, solteira, camponesa, de Bouças, Alvaredo, moradora na residência paroquial de Penso. // Faleceu em Barro Grande, a 20/9/1883, e foi sepultado no adro da igreja (o 1.º cadáver a ser enterrado fora da igreja de Penso).
CORDEIRO, José Joaquim. Filho de João António Esteves [Cordeiro] e de Maria Quitéria Gonçalves. Nasceu em Penso por volta de 1813. // Lavrador. // Casou em primeiras núpcias com Ana Luísa Alves. // Morreu a 7/10/1904, no lugar das Lages, com todos os sacramentos da igreja católica, com 91 anos de idade, no estado de casado, em segundas núpcias, com Maria José Esteves Pires, sem testamento, com filhos da primeira esposa, e foi sepultado no cemitério público da sua freguesia de nascimento.
CORDEIRO, José Joaquim. Filho de Miguel Caetano Esteves Cordeiro e de Mariana Gomes, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1808. // Camponês. // Faleceu a 11/10/1872, em sua casa de Rabosa, com cerca de 64 anos e idade, solteiro, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento.
