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BESTEIRO, José. Filho de Manuel José Besteiro, de Alvaredo, e de Maria Joana de Castro, de Paderne, moradores no lugar do Paço. N.p. de Manuel José Besteiro e de Guiomar Lourenço; n.m. de António Luís de Castro e de Maria Joaquina de Sousa, todos lavradores. Nasceu a 26/2/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Domingos de Castro, casado, de Alvaredo, lavrador, e Ana, solteira, tia materna do batizando. // Lavrador. // Casou na igreja de Alvaredo a 25/5/1889 com Florinda Rosa Pires, de 29 anos de idade, solteira, camponesa, alvaredense. // Faleceu em Alvaredo a 4/6/1942. // Com geração.
CASTRO, Guilherme Cândido. Filho de ---------- Pereira de Castro e de Joana Esteves, solteira, doméstica, natural da freguesia de Paderne. Nasceu em Paderne por volta de 1820. // Tinha 35 anos de idade quando casou na igreja do mosteiro a 20/8/1855, com Jerónima Luísa Domingues, filha de Francisco Manuel Domingues e de Joaquina da Gaia, natural do lugar da Fonte, Alvaredo. Testemunhas: João António de Castro, do lugar do Paço, Manuel José de Sousa, do lugar de Golães, e Francisco José Pereira, do lugar do Souto. Padre: Francisco António Soares Coutinho (reitor). // Rural. // Faleceu a 3/12/1896, em sua casa de morada, sita no lugar de Apião, com todos os sacramentos, com 76 anos de idade, no estado de casado com a dita Jerónima, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
BESTEIRO, Joaquina. Filha de José Besteiro e de Maria Gertrudes Fernandes, moradores na Várzea. N.p. de Francisco Besteiro e de Joana Mendes, de Alvaredo; n.m. de Pedro António Fernandes e de Clara de Araújo, da Várzea, Paderne. Nasceu em Paderne a 1/12/1837 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: António Besteiro e sua esposa, Joaquina Rosa.
DIAS, Custódia Maria. Filha de Manuel Dias e de Rosa Maria Lourenço, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1818. // Morreu em Sante, onde morava, a 16/4/1888, com 70 anos de idade, casada com José Joaquim Domingues Casal, e foi sepultada na igreja de Paderne. // Com geração.
DIAS, Filomena Cândida. Filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro, moradores na Várzea. N.p. de Manuel Dias e de Maria Alves, de Pomares; n.m. de Maria Joana de Castro, da Várzea. Nasceu a 2/2/1851 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: António Máximo Gomes de Abreu e sua irmã, Benedita, da Vila de Melgaço. // Faleceu em Paderne a 15/7/1940.
DIAS, Caetano. Filho de ------------- Dias e de ------------------------------------------. Nasceu por volta de 1842. // Faleceu em Pomares, Paderne, a --/--/1912, com 70 anos de idade.
DIAS, Cristóvão. Filho de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro. N.p. de Manuel Dias e de Maria Alves, de Pomares; n.m. de Maria Joana de Castro, solteira, da Várzea. Nasceu a 25/7/1849 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Inácio de Sousa e sua irmã, Maria Joaquina, viúva, residentes na Quinta do Reguengo, Paderne. // Tinha 27 anos de idade, era solteiro, jornaleiro, morava na Várzea, quando casou na igreja do extinto mosteiro de Paderne, a 31/8/1876, com Carlota Joaquina Alves, lavradeira, da Arroteia, nascida a 21/1/1852, filha de João António Alves e de Antónia Maria Fernandes, padernenses. Testemunhas: padre António José Rodrigues, do lugar do Convento, e Manuel António Cerdeira, casado, lavrador, de Crastos. // A sua esposa faleceu em casa, no lugar de Arroteia a --/--/1925. // Deixou filhos.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel José Esteves e de Rosa Esteves, moradores em Sainde. N.p. de Matias Esteves e de Luísa Rodrigues, do dito lugar; n.m. de Manuel Esteves e de Ana Maria Vieites, de Parada do Monte. Nasceu a 19/7/1852 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Domingues, de Parada do Monte, e Maria Luísa Esteves, do lugar do Barbeito.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Constantino de Jesus Esteves, natural de São Paio, e de Maria Teresa Vaz, natural de Paderne, moradores no Barral. N.p. de Manuel Esteves e de Ana Rosa Domingues; n.m. de Manuel Joaquim Vaz e de Francisca Rosa Pereira. Nasceu em Paderne a 18/9/1865 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô paterno e Valentina Esteves, solteira. // Lavrador e caiador. // Casou na igreja do mosteiro a 10/2/1892 com a sua conterrânea Maria Rosa Afonso, de 22 anos de idade, solteira, doméstica, moradora no lugar da Nogueira, filha de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves, rurais, padernenses. Testemunhas: Manuel Afonso, casado, lavrador, residente no lugar de Gramoinha, e Francisco Ferreira, casado, rural, morador no Barral. // Morreu a 14/12/1902, em sua casa de morada, sita no lugar da Nogueira, sem sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
DIAS, Francisco José (Padre). Filho de Manuel Joaquim Dias, natural de Paderne, e de Teresa de Jesus Ferreira, natural de Remoães. Neto paterno de Francisco José Dias e de Maria Teresa Gonçalves; neto materno de Manuel José Ferreira e de Maria Dias de Carvalho. Nasceu por volta de 1857. // Era sobrinho do padre Manuel Dias. Foi membro do Partido Progressista, chefiado em Melgaço pelo Dr. António Joaquim Durães. // Em 1908 foi vice-presidente da Câmara Municipal de Melgaço, e no ano seguinte ascendeu à presidência da mesma. Eis as actas: «Sessão ordinária de 9/12/1908. Aos nove dias do mês de Dezembro do ano de mil novecentos e oito, nesta vila de Melgaço, nos Paços do concelho e sala das sessões da Câmara Municipal, por onze horas da manhã, compareceram o meretíssimo vice-presidente padre Francisco José Dias, secretariado por mim, António Xavier Ribeiro de Figueiredo e Castro, estando também presentes os ilustríssimos vereadores Francisco Pires, Domingos Ferreira de Araújo, e José Augusto Pires. Aberta a sessão procedeu-se à leitura da acta da anterior [sessão] que por estar conforme a aprovaram e assinaram. Tratando-se da presente, deu-se o seguinte: Pelo vereador Domingos Ferreira de Araújo foi pedida a palavra. Concedida, disse: que por motivos superiores não cumprida esta formalidade, organizaram cada um dos veredores a sua lista para a nomeação de presidente e lançados numa urna procedeu-se depois ao apuramento obtendo o vereador José de Sá Sottomaior quatro votos, sendo por isso proclamado por unanimidade. Pela mesma forma se procedeu para a nomeação de vice-presidente, obtendo o vereador Francisco Pires um voto e o vereador padre Francisco José Dias três votos sendo por isso este proclamado. Assumiu portanto a presidência o meretíssimo presidente José de Sá Sottomaior, novamente reeleito, e agradeceu à vereação a fineza que lhe acabaram de dispensar, declarando que envidará todos os esforços ao seu alcance para assim mostrar a confiança que nele depositam, contando para isso com a cooperação de todos os seus colegas... // Sessão ordinária de 7/1/1909. Aos sete dias do mês de Janeiro de mil novecentos e nove, nesta vila de Melgaço, nos paços do concelho e sala das sessões da Câmara Municipal, por onze horas da manhã, compareceu o meretíssimo presidente, José de Sá Sottomaior, secretariado por mim, António Xavier Ribeiro de Figueiredo e Castro, estando também presentes os ilustríssimos vereadores Francisco Pires, padre Francisco José Dias, José Augusto Pires, e António Alberto do Outeiro Esteves. Fiscalizava os autos da lei a autoridade administrativa Excelentíssimo Doutor António Pereira de Sousa. Aberta a sessão procedeu-se à leitura da acta da anterior [sessão] que por estar conforme a aprovaram e assinaram. Na presente, deu-se a seguinte: Pelo meretíssimo presidente foi dito que segundo o disposto no artigo dezoito do código administrativo tem de se proceder à eleição de presidente e vice-presidente desta corporação que durante o corrente ano hão-de exercer os respectivos [cargos]; em vista do que cada um dos vereadores lançou na urna - que sobre a mesa estava colocada - uma lista e, em seguida, procedeu-se à contagem e verificou-se ser votado para presidente o padre Francisco José Dias por maioria (três votos), obtendo os vereadores, Francisco Pires um voto, e José de Sá Sotomaior também um voto. Em seguida procedeu-se à eleição de vice-presidente, recaindo esta em Francisco Pires, com três votos, obtendo o vereador padre Francisco José Dias dois votos. Tomando a presidência o meretíssimo padre Francisco José Dias propôs que as sessões continuem às quartas-feiras de cada semana, por onze horas da manhã, excepto sendo dias santificados ou de grande gala que então passarão para o dia imediato. Aprovado por unanimidade…» // Depois da queda da monarquia, ocorrida a 5/10/1910, os vereadores mudaram, dizendo-se republicanos. // Em 1912 o padre Dias era convidado para as festas religiosas como orador. // Em 1917 concorreu às eleições para a Câmara Municipal, numa lista liderada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, mas sem êxito. // A 20/7/1919, na festa de Santa Maria Madalena, realizada em Chaviães, foi ele o encarregado do sermão. // Era monárquico. // Morreu com 77 anos de idade, a 28/2/1934, na sua casa de morada, sita no lugar de Queirão, Paderne.
DIAS, Helena. Filha de António Dias e de Clara Afonso, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1836. // Faleceu a 9/7/1908, em sua casa de morada, sita no lugar de Pomares, com todos os sacramentos, com 72 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro.
DIAS, Francisco. Filho de Vicência Dias, solteira, moradora em Sante. Neto materno de Maria Rosa Dias (Figueira!), solteira. Nasceu a 18/4/1868 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Rodrigues Barreiros, farmacêutico (ou boticário) na Vila de Melgaço, e Rosa Maria (esposa de Francisco Alves Macedo?), de Sante. // Faleceu no hospital da Vila a 31/1/1953 (ou a 1/2/1953).
DIAS, Francisco José. Filho de Vicência Teresa Dias, solteira. Neto materno de Francisco Dias e de Maria Alves, de Sante. Nasceu a 18/1/1850 e foi batizado no dia seguinte. Madrinha: Maria Rosa Dias, de Cavencas, São Paio.
DIAS, Florinda Rosa. Filha de Manuel Dias e de Rosa Maria Lourenço, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1829. // Morreu na sua casa de Sante, a 10/12/1889, com 60 anos de idade, solteira, e foi sepultada na igreja de Paderne.
DIAS, Francisco. Filho de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro, moradores no lugar de Crastos. Neto paterno de Manuel Dias e de Maria Alves, de Pomares; neto materno de Maria Joana de Castro, de Crastos. Nasceu em Paderne a 7/3/1846 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco da Rocha, filho de João Manuel da Rocha, de São Gregório, e Maria Benedita Gomes de Abreu, da Calçada, SMP. /// Gémeo de Maria Máxima.
AZEVEDO, José. Filho de Luís Albano de Azevedo e de Cândida dos Prazeres de Sousa Lobato. Nasceu em Paderne a --/--/1915. // Faleceu no lugar de Crastos a --/--/1915, com apenas 24 horas de vida.
AZEVEDO, Maria do Carmo. Filha de Manuel Narciso de Araújo Azevedo e de Francisca Luísa Esteves (Dias de Abreu). Nasceu em Paderne por volta de 1814. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Soutulho, freguesia de São Paio de Melgaço, a 30/1/1894, somente com o sacramento da extrema-unção, com 80 anos de idade, no estado de viúva de José Joaquim Dias, sampaiense, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja de São Paio.
AZEVEDO, Camilo José. Filho de Manuel Narciso de Araújo Azevedo e de Francisca Luísa Dias de Abreu, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1803. // Rural. Faleceu a 21/11/1894, em sua casa de morada, sita no lugar de Nogueira, com todos os sacramentos da igreja católica, com 91 anos de idade, no estado de viúvo de Maria Joaquina Durães, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado dentro da igreja paroquial.
AZEVEDO, José. Filho de Francisco Luís Rodrigues de Azevedo e de Maria Joana Fernandes, moradores em Casalmaninho (*). N.p. de João Manuel Rodrigues e de Maria Joaquina da Silva, de Penso; n.m. de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes, de Casal Maninho, Penso. Nasceu a 9/2/1837 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Custódio Machado, solteiro, de Penso, e Rosa, tia materna do batizando. /// (*) Esse lugar foi desanexado da freguesia de Paderne por Lei de 22/12/1837; passou a pertencer a Penso a partir de 12/4/1838.
ESTEVES, Maria. Filha de Manuela Pires, solteira, jornaleira, moradora em Longarinha. Nasceu em Paderne por volta de 1826. // Morreu em Queirão, onde residia, a 26/1/1886, com 60 anos de idade; estava casada com Manuel Joaquim Durães, lavrador; foi sepultada na igreja no dia seguinte. // Deixou descendencia.
ESTEVES, Maria. Filha de Manuel Luís Esteves e de Maria Joana Domingues, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1816. // Faleceu a 2/11/1895, em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, sem sacramentos, com 79 anos de idade, no estado de solteira, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
ESTEVES, Marcelina Rosa. Filha de António de Jesus Esteves e de Maria Joana Esteves, rurais, moradores no lugar de Sainde. Neta paterna de Manuel José Esteves e de Ana Maria Vieites, de Parada do Monte; neta materna de Matias Esteves e de Luísa Antónia Rodrigues, de Sainde. Nasceu em Paderne a 1/2/1846 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Domingos José Fernandes e sua irmã, Marcelina, do lugar de Sainde. // Casou a 25/7/1894 com Manuel José de Sousa. // Faleceu a 8/6/1910, em sua casa de morada, sita no lugar de Estivadas, com todos os sacramentos, no estado de casada, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
BALTAZAR. Nasceu no século XIX. // Morou no lugar de Crastos. // Constava que depois da sua morte se apurou ficar este a dever à Confraria dos Clérigos de Paderne, da qual fora tesoureiro colado, oitocentos e tal escudos «mas que esta quantia ainda se não acha em cofre porque os herdeiros daquele Baltazar têm sido sempre acobertados pela Mesa de então, e por todas as que se lhe seguiram, devido a terem-se ali colado também não só mesários, como também o tesoureiro Rafael». // Comentário: se ficou a dever à Confraria é porque se serviu de dinheiros dela para os seus próprios fins. Os clérigos de Paderne, frades agostinhos, confiaram cegamente nele, atribuíram-lhe a colação, mas pelos vistos o Baltazar não era de confiança. Consequências: ficaram certamente sem esse dinheiro, e provavelmente sem outros que não foram detetados. Estávamos no século XIX mas no século XXI é diferente? Julgo que não. A corrupção alastrou como a produção dos morangos e dos cogumelos. É doce, é bom, e por isso todos gostam. Quem resiste à entrada de dinheiro na sua conta bancária? Quase ninguém. Ganhar dinheiro fácil é aquilo que muitos procuram. A honestidade, a honradez, é somente para alguns, sobretudo para os “parvos”. Em nossos dias não há praticamente ninguém que não esteja sob suspeita: presidentes de Câmara, secretários de Estado, ministros, administradores, diretores gerais, gestores, de grandes ou médias empresas, presidentes de clubes de futebol, banqueiros, etc., todos são alvo de investigações pelas polícias judiciárias, mas até estas por vezes são acusadas pelo Ministério Público de crimes de peculato e outros. Há pessoas que me perguntam: - onde isto irá parar? Eu respondo-lhes: - a lado nenhum! Temos de nos habituar a viver neste ambiente corrupto, neste lodo. As cadeias já nada resolvem. São universidades do crime. Ali toda a malandrice se aprende. Todos os truques, todas as perversidades, todo o mal, ali se adquire, gratuitamente, sem pagar propinas a ninguém. Não haja quaisquer ilusões: o mal, a baixeza, a falta de escrúpulos, impera em todas as prisões do planeta terra. As leis, os tribunais, as polícias, não conseguem resolver este problema. Todos os anos o crime aumenta. É uma praga. Quanto a mim, incrédulo como Tomé, só há um caminho a seguir: esperar pacientemente, aprender a sobriver no meio do caos.
ESTEVES, Manuel Luís. Filho de Manuel Joaquim Esteves, trabalhador, e de Maria Lourenço, doméstica, moradores no lugar de Pomares. Neto paterno de Joaquim Esteves e de Maria Rosa Lourenço; neto materno de António Lourenço e de Ana Pereira. Nasceu em Paderne a 31/1/1910 e foi batizado na igreja a 2 de Fevereiro desse mesmo ano. Padrinhos: Luís Vaz, casado, lavrador, e Maria da Esperança, solteira, doméstica. // Faleceu em Paderne a 4/12/1981.
BARBOSA, Carolina Augusta. Filha de António Luís Esteves Barbosa, natural de Penso, e de Benta Domingues Caldas, natural de Alvaredo, lavradores, residentes no lugar do Barbeito. N.p. de Joaquim Manuel Esteves Barbosa e de Ana Luísa Gonçalves; n.m. de António Domingues Caldas e de Maria Esteves de Abreu. Nasceu a 9/2/1891 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Manuel Domingues Caldas, casado, proprietário, e Maria Esteves Barbosa, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 2/2/1932 com António Esteves, natural de Alvaredo, filho de José Esteves e de Maria Domingues. // O Notícias de Melgaço n.º 1793, de 10/4/1972, informa os seus leitores de que esta senhora, com 82 anos de idade, desaparecera de casa, era doente e paralítica das pernas, e até diziam que não estava em seu perfeito juízo, e tinha como empregada Felismina da Costa Ferreira. // O Notícias de Melgaço n.º 1794, pela pena de Nicolau Barbosa Martins, desmente a notícia anterior. Afinal ela estava recolhida em casa dele, a qual «se encontra no uso de todas as suas faculdades mentais e vivia só e um tanto abandonada…» // Ambos os cônjuges faleceram em Alvaredo: o marido a 26/8/1953 e ela a 25/10/1972.
ESTEVES (*), Manuel José. Filho de João Francisco Esteves e de Joaquina Clara Esteves, moradores em Crastos. Neto paterno de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Cerdeira; neto materno de Luís Manuel Esteves e de Maria Joaquina Soares, todos lavradores. Nasceu a 11/3/1859 e foi batizado na igreja do mosteiro pelo padre Francisco António Soares Coutinho dois dias depois. Padrinhos: José de Almeida e Marcelina Rosa Esteves, tia materna do bebé. // Este assento de batismo foi redigido pelo padre João Luís Pereira de Castro Marinho a 14/7/1882, por ordem do arcebispo primaz. // Casou na igreja do mosteiro a 17/8/1884 com Albina Augusta [Álvares de Barros], de 22 anos de idade (completava-os em Novembro), solteira, exposta que foi na vila de Melgaço, criada e residente no lugar da Granja desde criança, batizada na igreja da vila (filha de Margarida Carolina de Castro Álvares de Barros, de SMP, e do fidslgo do Rio do Porto, Caetano José de Abreu Cunha Araújo). Testemunhas: António Evangelista Pereira e Daniel José Pereira, solteiros; os dois negociantes no lugar dos Moinhos, freguesia de Paderne. // Morreu em Golães em 1935, com 76 anos de idade. Pai de Almerinda Pereira… /// (*) No seu assento de casamento aparece como Manuel José Pereira!
BACELAR, José António. Filho de Manuel Pereira Bacelar, natural de (?) e de Rosa Maria (ou Rosa Ventura) de Castro, natural de Prado, moradores no lugar de Crastos, Paderne. Nasceu no século XVIII. // Casou com Andreza Maria Monteiro; moraram no lugar de Crastos, freguesia de Paderne. // Com geração.
ESTEVES, Manuel José. Filho de João Manuel Esteves e de Rosa Gonçalves. Neto paterno de Lourenço José Esteves e de Ana Maria Esteves, de Sainde; neto materno de António Gonçalves e de Francisca Maria Alves, de Estivadas. Nasceu a 24/7/1841 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô paterno e Josefa Lourenço, viúva, de Sainde. // Morava em Sainde quando casou na igreja do mosteiro a 2/7/1865, com Maria Rosa, de 24 anos de idade, solteira, sua conterrânea, residente em Estivadas, filha de João Manuel Domingues e de Maria Dias. Testemunhas: Manuel Joaquim Dias, casado, proprietário, tio da noiva, e FASV.
BACELAR, Maria Joaquina. Filha de José António Pereira Bacelar e de Andreza Maria Monteiro, lavradores, padernenses, residentes no lugar da Veiga. Nasceu por volta de 1800. // Casou com Manuel Lourenço Lamego, filho de Manuel Lourenço [Lamego] e de Maria Rodrigues Torres. // Faleceu no lugar de Crastos a 14/1/1885, com 85 anos de idade, no estado de viúva do referido Manuel Lourenço Lamego, natural de Sante, Paderne, e foi sepultada no adro da igreja. Fizera testamento (somente quanto ao temporal) e deixou filhos.
ESTEVES, Manuel José. Filho de António de Jesus Esteves e de Maria Joana Esteves. Nasceu por volta de 1840. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne a 4/9/1871 com Camila Rosa Pires, de 37 anos de idade, solteira, filha de Manuel José Pires e de Josefa Gonçalves, todos lavradores, padernenses. // Ficou viúvo a 24/10/1907. // Com geração.
AZEVEDO, Perpétua. Filha de Francisco Luís Rodrigues de Azevedo e de Maria Joana Fernandes, moradores em Casal Maninho, lugar de Paderne até 22/12/1837. N.p. de João Manuel Rodrigues e de Maria Joaquina da Silva, de Barro Grande, Penso; n.m. de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes, de Casal Maninho. Nasceu em Casal Maninho a 28/3/1834 e foi batizada na igreja de Paderne no dia seguinte. // Casou na igreja de Penso a 15/3/1861 com José Fernandes, nascido em Felgueiras a 20/10/1836 e batizado na igreja de Paderne no dia seguinte (ver em Penso).
AZEVEDO, Tristão. Filho de Álvaro Rodrigues de Azevedo e de Maria Justina de Azevedo, proprietários. Nasceu por volta de 1855. // Era capitão de Infantaria n.º 25 quando faleceu a 10/10/1899, pelas nove horas da noite, no Hotel do Peso, Paderne, sem quaisquer sacramentos, por ter morrido repentinamente, com 44 anos de idade, no estado de casado com Helena de Azevedo, morador na Rua de São Bento, Lisboa, sem testamento, com filhos, e foi depositado na capela do cemitério público da vila de Melgaço «com a intenção de ser conduzido para o cemitério dos Prazeres da cidade de Lisboa.»
DIAS, Joaquim. Filho de António Dias e de Clara Afonso. N.p. de José Dias e de Antónia Soares, de Cubalhão; n.m. de João Manuel Afonso e de Manuela Vaz, de Pomares. Nasceu a 2/9/1841 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim Vaz e mulher, Rosa Alves, de Cubalhão.
DIAS, Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Dias e de Brígida Vaz, lavradores, residentes em Pomares. N.p. de António Dias e de Clara Afonso; n.m. de Manuel Vaz e de Rosa Dias. Nasceu a 28/4/1900 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Vaz, solteiro, lavrador, e Maria Dias, solteira, doméstica. // Casou, na paróquia da Torre, Amares, a 10/5/1944, com Rosa da Glória, natural daquela freguesia. // Faleceu em São João do Souto, Braga, a 23/1/1961.
DIAS, Joaquina. Filha de Manuel Joaquim Dias e de Brígida Vaz, lavradores, residentes em Pomares. N.p. de António Dias e de Clara Afonso; n.m. de Manuel Vaz e de Rosa Dias. Nasceu a 23/4/1891 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Vaz, solteiro, rural, (irmão?) da batizanda, e Helena Dias, solteira, doméstica. // Faleceu em Paderne a 1 ou a 9/2/1950.
ESTEVES, Manuel. Filho de Francisco José Esteves e de Maria Joaquina Vasques, lavradores, residentes em Barbeito. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa de Sousa, do dito lugar; n.m. de Matias Vasques e de Maria Antónia Pires, de São João de Barcela, bispado de Tui. Nasceu em Paderne e foi batizado em Alvaredo por volta de 1841. // Tinha 19 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne a 21/9/1860, com Luísa Amália, de 19 anos de idade, filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro; neta paterna de Manuel Dias e de Maria Alves, e neta materna de Maria Joana de Castro, solteira, da Várzea. Testemunhas: José Rodrigues, casado, soldado, e Caetano Maria Teixeira, solteiro, de Apião. // A sua esposa morreu nova e foi sepultada em Paderne. // Morava na sua freguesia de nascimento quando voltou a casar, na mesma igreja, a 13/12/1866, com Amélia Rosa (*), de 25 anos de idade, solteira, filha de José Maria Soares e de Florinda Rosa de Caldas, de São Paio, e ali moradores. // Morreu nas Carvalhiças, SMP, onde residia, a 13/9/1908, com 67 anos de idade, só com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal; era lavrador, e deixou descendência. /// (*) Noutra parte aparece como Emília Rosa.
ESTEVES, Manuel. Filho de Tomaz Esteves e de Maria Luísa da Lama. N.p. de Francisco Esteves e de Maria do Souto, da freguesia de São Martinho de Valongo, bispado de Tui; n.m. de José António da Lama e de Antónia Vaz, de Aldeia, Paderne. Nasceu entre Maio e Julho de 1854.
ESTEVES, Manuel. Filho de Manuel Joaquim Esteves, da Cividade, e de Maria Apolónia Lamego, da Veiga, lavradores, residentes no primeiro lugar indicado. N.p. de Manuel Francisco Esteves e de Marcelina Rodrigues; n.m. de Manuel Lourenço Lamego e de Maria Joaquina Pereira Bacelar. Nasceu a 27/3/1876 e foi batizado nesse dia. Padrinho: padre Albano Júlio de Castro Araújo. // Faleceu em Paderne a 6/12/1940.
DIAS, Joana. Filha de António Dias, lavrador, e de Clara Afonso, doméstica, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1828. // Faleceu em Pomares, onde morava, a 11/1/1888, com 60 anos de idade, solteira, e foi sepultada na igreja.
DIAS, Manuel (Padre). Nasceu no lugar de Queirão em 1790.
DIAS, Luísa Amália. Filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro. N.p. de Manuel Dias e de Maria Alves, de Pomares; n.m. de Maria Joana de Castro, da Várzea. Nasceu a 9/12/1841 e foi batizado a 12 desse mês. Padrinhos: António Máximo Gomes de Abreu e sua irmã, Benedita, da Vila de Melgaço. // Casou na igreja de Paderne a 21/9/1860 com Manuel, de 19 anos de idade, solteiro, batizado em Alvaredo, filho de Francisco José Esteves e de Maria Joaquina Vasques, lavradores, residentes no Barbeito. // Faleceu muito nova, pois o seu viúvo voltou a casar a 13/12/1866.
DIAS, Manuel (Padre). Morreu no lugar da Cividade a 5/10/1767.
BARBOSA, Manuel. Filho de António Luís Esteves Barbosa, lavrador, de Penso, e de Benta Domingues Caldas, lavradeira, de Alvaredo, moradores no Barbeito. N.p. de Joaquim Manuel Esteves Barbosa e de Ana Gonçalves; n.m. de António Domingues Caldas e de Maria Esteves Abreu. Nasceu a 5/9/1896 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel Domingues Caldas, solteiro, lavrador, e Maria das Dores Barbosa, solteira, irmã do batizando. // Faleceu em Alvaredo a 6 de Novembro de (1944?).
BARBOSA, Maria. Filha de António Luís Esteves Barbosa, de Penso, e de Benta Domingues Caldas, de Barbeito (Paderne e Alvaredo) onde moravam. N.p. de Joaquim Esteves Barbosa e de Ana Luísa Gonçalves; n.m. de António Domingues Caldas e de Maria Luísa Esteves, todos lavradores. Nasceu a 29/1/1885 e foi batizada a 31 desse mês. Padrinhos: Manuel Esteves Barbosa, solteiro, tio da batizanda, emigrante no Rio de Janeiro (representado por Maximiano Fernandes Pereira, solteiro, negociante em Barro Grande, Penso) e Maria Joaquina Barbosa, solteira, de Paradela, Penso, tia paterna da criança, lavradeira. // Faleceu em Alvaredo a 4/10/1947.
BARBOSA, Olívia. Filha de António Luís Esteves Barbosa, de Penso, e de Benta Domingues Caldas, de Paderne, lavradores, residentes no Barbeito. N.p. de Joaquim Esteves Barbosa e de Ana Gonçalves; n.m. de António Domingues Caldas e de Maria Esteves de Abreu. Nasceu a 17/4/1893 (*) e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Domingues Caldas, solteiro, rural, e Maria Rodrigues, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 28/4/1928 com Manuel, de 27 anos de idade, padernense, filho de Maria Angélica Domingues. // Faleceu em Alvaredo a 13/3/1962. // O seu viúvo morreu a 10/12/1982 (nascera a 14/5/1901). /// (*) Noutro lado diz-se que nasceu a 18/3/1893.
BARREIRA, Constantino José. Filho de Francisco José Barreira (defunto) e de Ana Maria Domingues, do lugar de Golães, Paderne. Nasceu no dito lugar por volta de 18--. // Do lugar de Golães foi para Prado, para caseiro do Dr. Manuel José Durães, residente no lugar de Bouços, acabando por se fixar no lugar do Cerdedo. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 17/4/1845 com Maria Clemência Rodrigues, filha de Francisco José Rodrigues e de Joana Maria Domingues, do lugar do Cerdedo, Prado. Testemunhas: Bento Manuel da Costa, carpinteiro, do lugar de Trás-do-Coto; Vicente Maria Gonçalves Barroso, solteiro, lavrador, do Cerdedo; e José António Pinheiro, solteiro, lavrador, de Ferreiros. // Morreu no lugar do Cerdedo, Prado, a 12/11/1899, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com a dita Maria Clemência Rodrigues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia de Prado. // A sua viúva faleceu em 1901. // Com geração.
BARBOSA, Justina. Filha de António Luís Esteves Barbosa, lavrador, de Penso, e de Benta Domingues Caldas, doméstica, de Alvaredo, moradores no Barbeito. N.p. de Joaquim Manuel Esteves Barbosa e de Ana Luísa Gonçalves; n.m. de António Domingues Caldas e de Maria Luísa Domingues. Nasceu a 27/3/1887 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Manuel Domingues Caldas, casado, lavrador, tio materno da neófita, e Maria Joaquina Esteves Barbosa, solteira, doméstica, tia paterna. // Casou na CRCM a 28/4/1913 com Francisco, de 23 anos de idade, natural de Alvaredo, filho de Vitorino de Sousa Lobato e de Rosa Gonçalves Moura. // Ambos os cônjuges faleceram em Alvaredo: o marido a 25/9/1926 e ela a 15/4/1967.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de João Manuel Esteves e de Maria Joana Lourenço. N.p. de -------------- Esteves e de -------------------------------; n.m. de Francisca Lourenço, solteira, de Sainde. Nasceu a 7/6/1837 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Manuel Joaquim Afonso e mulher, Maria de Jesus, de Estivadas.
BATISTA, Ana. Filha de Manuel Batista e de Maria (Pereira?), lavradores, naturais da Vila de Moimenta da Beira. Nasceu nessa Vila por volta de 1823. // Morreu na sua casa do Barral, a 19/3/1891, com 68 anos de idade, casada com José Manuel Rodrigues, e foi sepultada na igreja de Paderne. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Francisco José Esteves e de Joaquina Vaz, moradores em Barbeito. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa de Sousa, do dito lugar; n.m. de Matias Vaz e de Maria Antónia Pires, da freguesia de São João de Barcela, bispado de Tui. Nasceu a 11/4/1837 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel e Maria, solteiros, filhos de João Esteves, do Barbeito.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Esteves e de Rosa Esteves, moradores em Sainde. N.p. de Matias Esteves e de Luísa Rodrigues, do dito lugar; n.m. de Manuel Esteves e de Ana Maria Vieites, de Parada do Monte. Nasceu a 18/3/1846 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Afonso e esposa, Maria de Jesus, de Estivadas.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Ventura António e de Josefa Esteves, moradores em Covelo. N.p. de Maria Jacinta, da freguesia de Maceira, bispado de Tui; n.m. de Manuel António Esteves e de Ana Mendes, de Covelo. Nasceu a 22/6/1844 e foi batizado nesse dia. Madrinha: avó materna.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Francisco Esteves e de Marcelina Rodrigues, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1829. // Tinha 44 anos de idade, era solteiro, camponês, quando casou na igreja da sua freguesia a 10/5/1873, com Maria Apolónia, de 27 anos de idade, solteira, padernense, filha de Manuel Lourenço Lamego e de Maria Joaquina Pereira Bacelar, lavradores. Testemunhas: Manuel Ribeiro, solteiro, negociante, e João António de Morais, da Portela. // Faleceu a 28/1/1907, em sua casa de morada, sita no lugar da Cevidade, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 79 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
BARREIRO, Emília. Nasceu no lugar de Golães, Paderne, por volta de 1834. // Lavradeira. // Faleceu no lugar dos Bouços, Prado, onde residia, repentinamente, a 14/10/1910, com 76 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério de Prado.
ESTEVES, Manuel António. Filho de António José Esteves e de Rosa Gonçalves, moradores em Estivadas. N.p. de João Bento Esteves e de Rosa Esteves, de São Paio; n.m. de Manuel Luís Gonçalves e de Rosa Fernandes, de Paderne. Nasceu a 26/1/1870 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: António Vieites, casado, e Marcelina Esteves, solteira, de Sainde.
BARREIRA, Fernando Augusto. Filho de ------------ Barreira e de ---------------. Nasceu em Paderne a 21/5/1933. // Iniciou a primária na sua freguesia natal mas concluiu-a como adulto, fazendo exame em Viana. // Aos 15 anos partiu clandestinamente para França; ao chegar aos Pirinéus o passador rouba-lhe o pouco que ele leva e entrega-o, juntamente com os outros, à polícia. Mais tarde voltou a tentar, desta vez com êxito. Trabalhou na construção civil ao longo de dez anos. Entretanto abre uma loja de comércio a retalho em Pousafoles e casa-se com Ilda de Jesus Afonso, que fica à frente do estabelecimento. Regressa definitivamente a Portugal, amplia o negócio e torna-se armazenista de cafés. Em 1984 abriu uma casa de móveis na Vila de Melgaço. // Morreu no dia 28/6/1984. // Pai de Alcina de Jesus, licenciada em Germânicas, e de Henrique José, comerciante. // Avô de Diogo.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de Agostinho Esteves e de Maria Joaquina Rodrigues. N.p. de António Esteves e de Ana Gonçalves, de Montarrão; n.m. de João Manuel Rodrigues e de Mariana Vaz, de Felgueiras, todos de Paderne. Nasceu a 27/3/1837 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim e irmã, Maria, filhos de Francisco Dias, de Longarinha.
BARREIRO, Maria Delfina. Filha de ------------ Barreiro e de --------------------- Alves. Nasceu por volta de 1869. // Faleceu no lugar de Barreira, Paderne, com 65 anos de idade, a --/--/1934.
ESTEVES, Manuel Joaquim. Filho de António José Esteves, natural de Paços, e de Rosa Teresa Alves, natural de Paderne. Nasceu e foi batizado nesta última freguesia na década de trinta do século XIX. // Tinha 27 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no Granjão, quando casou na igreja do mosteiro a 4/5/1863, com a sua parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria José, de 27 anos de idade, solteira, padernense, residente no lugar do Pinheiro, filha de Manuel António Gonçalves e de Rosa Teresa de Castro. Testemunhas: João Manuel de Araújo Sarmento, solteiro, do Pinheiro, e FASV, casado, da Portela. // Faleceu a 30/1/1903, em sua casa de morada, sita no lugar do Granjão, com todos os sacramentos, com 70 (!) anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro.
BARREIRO, Rosa (ou Maria Rosa). Filha de Francisco José Barreiro e de Ana Maria Domingues. Nasceu no lugar de Golães, Paderne, por volta de 1839. // Lavradeira. // Faleceu no lugar dos Raposos, freguesia de Prado, onde residia, a 5/9/1899, com todos os sacramentos da igreja católica, com sessenta anos de idade, no estado de casada com Manuel José Pinheiro, natural de Fiães, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério da freguesia de Prado.
ESTEVES, Júlio. Filho de ----------- Esteves e de --------------------------------------. Nasceu por volta de 1861. // Faleceu no lugar de Sante a --/--/1917, com 56 anos de idade.
ESTEVES, José Luís. Filho de Manuel Luís Esteves e de Maria Joana Domingues, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1823. // Rural. // Faleceu em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, com todos os sacramentos, com 70 anos de idade, com testamento, sem filhos, e foi sepultado na igreja.
ESTEVES, José Luís (o Real). Filho de Manuel Esteves e de Rosa Esteves, lavradores, residentes em Sainde. N.p. de Matias Esteves e de Luísa Rodrigues, do dito lugar; n.m. de Manuel Esteves e de Ana Maria Vieites, de Parada do Monte. Nasceu a 8/12/1847 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel Joaquim Afonso e esposa, Maria de Jesus, de Estivadas. // Casou a 24/12/1870 com Joaquina Rosa Afonso, de 30 anos de idade, lavradeira, nascida em São Paio, residente em Cavaleiro Alvo, filha de Manuel Afonso e de Maria Lopes, desse lugar e freguesia. // Foi encontrado morto a 23/10/1913, pelas seis horas da tarde, entre a sua casa de morada e o Hotel Ranhada; tinha 65 anos de idade, era casado, tamanqueiro, lavrador e músico. No dia anterior, pelas 18 horas, estivera a consertar o beiral de um telhado numa sua propriedade nas traseiras da sua casa que ficava contígua ao dito hotel; tendo-se debruçado sobre um muro de tijolo, este cedera ao peso do seu corpo. Presume-se que ao cair tivesse batido com a cabeça em uma pedra. A família, quando deu pela sua falta, procurou-o, mas longe dali, só o encontrando na manhã seguinte.
CUNHA, Luís. Nasceu por volta de 1869. // Morreu no lugar de Sante a --/--/1929, com 60 anos de idade.
CUNHA, Maria Amélia. Filha de António Joaquim da Cunha, de Remoães, e de Ana Luísa Soares, de Paderne. N.p. de Joaquim da Cunha e de Benta Maria de Araújo, de Remoães; n.m. de Manuel José Soares e de Maria Domingues, de Crastos, Paderne. Nasceu em Paderne a 14/8/1838 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 13/6/1863 com o seu conterrâneo, José Joaquim, filho de Jacinto Dionísio Afonso, galego, e de Luísa Maria Alves de Carvalho, de Cousso. //
CUNHA, Rita Josefa. Filha de Luís António da Cunha e de Rita Clemência, lavradores. Nasceu na freguesia de Verdoejo, Valença do Minho, por volta de 1807. // Faleceu em sua casa de morada, sita no lugar de Midão, freguesia de Paderne, Melgaço, a 2/9/1893, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 86 anos de idade, no estado de casada com José Luís da Lama, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja de Paderne. // O seu viúvo morreu na mesma casa de morada no ano de 1900.
CUNHA, Mariana. Filha de Luís Manuel da Cunha e de Inês Monteiro, lavradores, residentes no Barral. N.p. de Joaquim da Cunha e de Maria Joaquina de Araújo, de Remoães; n.m. de Miguel Monteiro e de Maria Luísa Alves, de Crastos. Nasceu e foi batizada em Paderne por volta de 1834. // Tinha 27 anos de idade quando casou na igreja do mosteiro, a 30/1/1861, com Manuel José Fernandes, nascido a 16/2/1827 e batizado na igreja de São Paio, filho de João António Rebelo e de Mariana Lourenço; n.p. de Maria Luísa Fernandes, solteira, de Real, e n.m. de Manuel Luís Lourenço e de Isabel Esteves, da Carpinteira, todos de São Paio. Testemunhas: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, lavrador, de Real, e José Joaquim da Cunha, irmão da noiva, de Paderne.
CUNHA, Mariana. Filha de Rita Clemência da Cunha, viúva, moradora em Crastos. N.m. de Luís António da Cunha e de Rita Clemência, de Verdoejo, Valença. Nasceu a 29/5/1843 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Luís António Domingues e sua filha Maria.
DANTAS, Delfina da Ressurreição (ou Delfina da Ascensão). Filha de Manuel Joaquim Dantas e de Teresa de Jesus Vaz, moradores em Fontes. Neta paterna de Manuel António Dantas e de Rosa Joaquina Rodrigues; neta materna de Matias Joaquim Vaz e de Maria Teresa Alves. Nasceu a 28/3/1875 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Francisco António dos Santos Vaz e Francisca da Purificação Vaz. // Faleceu em Paderne a 26/5/1946. // Mãe solteira.
DANTAS, Manuel António. Nasceu nos Arcos por volta de 1857. // Casou com Maria Gonçalves da Costa. Em 1907 era «abastado proprietário da freguesia de Paderne». // Foi jurado por Paderne no 2.º semestre de 1915. // Em 1916 morava no lugar das Corgas, Paderne; nesse ano morreu nos Arcos de Valdevez um seu cunhado (CM 228). // Faleceu na freguesia de São Jorge, Arcos de Valdevez, em 1935, com 78 anos de idade. // O seu filho Jorge em 1917 era 2.º sargento e estava em África a combater os alemães; por volta de Setembro desse ano esteve em Paderne a passar três meses de licença. // Sogro de Carlota do Rosário Vilarinho.
CUNHA, Teresa. Nasceu por volta de 1860. // Faleceu no lugar de Longarinha, Paderne, a --/--/1930, com 70 anos de idade.
DANTAS, Caetana Maria. Filha de Lourenço José Dantas e de Maria Benta Pires, residentes no Barral, Paderne. N.p. de Manuel Dantas e de Isabel Esteves; n.m. de galegos. Nasceu em Paderne a 28/3/1815 e foi batizada pelo João Esteves, do Pinheiro, a 2 de Abril desse ano. Padrinhos: Francisco José Quintela e Eugénia Caetana de Castro, de Merelhe, Paços.
ESTEVES, Ludovina. Filha de José Joaquim Esteves e de Rosa Lourenço, residentes no lugar de Longarinha. N.p. de José Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Rodrigues, do dito lugar; n.m. de Sebastião José Lourenço e de Vicência Rosa Gonçalves, de Queirão, todos lavradores. Nasceu a 24/7/1885 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: José Joaquim Domingues, viúvo, pintor, do Cabo de Aldeia, e Ana Lourenço, solteira, de Queirão, tia da batizanda. // Casou na igreja do mosteiro a 3/4/1904 com Manuel Fernandes. // Ambos os cônjuges faleceram em Paderne: o marido a 26/12/1950 e ela a 16/7/1951. // Com geração.
ESTEVES, Lourenço José. Filho de Manuel Joaquim Esteves, jornaleiro, e de Maria Teresa Cerdeira, moradores em Midão. N.p. de Luísa Esteves, solteira; n.m. de João Cerdeira e de Quitéria Alves, do dito lugar. // Tinha 26 anos, era solteiro, quando casou, na igreja do Convento, a 24/6/1861, com Marcelina Rosa, de 31 anos, solteira, filha de Luís Manuel Esteves e de Maria Joaquina Soares, residentes em Crastos; n.p. de João Esteves e de Maria Luísa Pereira, e n.m. de Manuel José Soares e de Maria Domingues, de Crastos. Testemunhas: FASV e João Manuel Gonçalves, casados, da Portela, todos padernenses. // Enviuvou. // Tinha 31 anos de idade quando voltou a casar, na dita igreja, a 29/5/1867, com Florinda Rosa, de 34 anos de idade, solteira, padernense, filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Domingues, lavradores. Testemunhas: António José Rodrigues, casado, rural, a trabalhar na Quinta do extinto Mosteiro, e seu filho Manuel, solteiro.
ESTEVES, Júlio Manuel. Filho de Camilo José Esteves e de Bárbara Albina Lourenço, moradores nos Moinhos. N.p. de Mariana Gertrudes, solteira; n.m. de Manuel Lourenço e de Camila Rosa Domingues, todos lavradores. Nasceu a 12/4/1868 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Francisco António de Araújo e Maria, filha de Rosa Gonçalves, solteira, do mesmo lugar.
ESTEVES, Manuel. Filho de Manuel Esteves e de Ana Mendes, lavradores e residentes no lugar de Covelo, Paderne. Nasceu por volta de 1809 (?). // Lavrador. // Morou no lugar da Veiga, São Paio. Nessa freguesia casou, a 9/9/1870, já no estado de viúvo de --------------- Domingues Ribeiro, com Carlota Rosa (ou Carlota Joaquina), solteira, de 42 anos de idade, lavradora, residente na Veiga, filha de José Luís Rodrigues e de Maria Joaquina Carvalho, lavradores, residentes na Raza, São Paio.
ESTEVES, Luís de Jesus. Filho de Elias Esteves, natural de Cousso, e de Carolina Rosa Soeiro, de Paderne, moradores em Sainde. N.p. de Raimundo Esteves e de Ana Esteves Soeiro; n.m. de João Manuel Esteves Soeiro e de Maria Joana Lourenço. Nasceu a 10/3/1875 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Luís Manuel Gonçalves e Maria de Jesus Monteiro. // Casou na igreja de Cousso a 29 de Novembro de 1905 com Alexandrina Esteves, de 18 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar da Cela, Cousso, filha de Inácio Esteves e de Francisca Rosa Domingues. Testemunhas presentes: João Domingues Souto, viúvo, lavrador, residente no lugar da Cela, Cousso, e Tomé Alves, lavrador, residente também no lugar de Cela. // Faleceu em Cousso a 25/12/1938. // Com geração.
ESTEVES, Ludovina Rosa. Filha de José Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores em Poules. N.p. de João Luís Esteves e de Maria Esteves; n.m. de José Luís Rodrigues e de Rosa Alves, todos lavradores. Nasceu a 22/2/1868 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Domingues e sua mulher, Ludovina Rodrigues (Pinto?). // Faleceu a 15 de Agosto de 1868.
ESTEVES, Ludovina da Glória. Filha de José Luís Esteves e de Maria do Carmo Domingues, moradores em Golães. N.p. de Manuel José Esteves e de Maria Joaquina Domingues, de Real, São Paio; n.m. de Luís António Rodrigues e de Florinda Rosa Domingues, de Golães, todos lavradores. Nasceu a 31/10/1886 e foi batizada a 4/11/1886. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima e Filomena de Sousa Araújo, solteiros, moradores na Vila. // Casou na igreja do mosteiro a 2/3/1908, com Justino, de 26 anos de idade, padernense, filho de José Luís da Silva e de Maria Rita Alves. // Ambos faleceram em Paderne: o marido a 4/9/1920 e ela a 17/2/1962. // Com geração.
ESTEVES, Joaquim. Filho de --------- Esteves e de ----------------------------------. Nasceu por volta de 1844. // Faleceu em Fontes a --/--/1914, com 70 anos de idade.
ESTEVES, Joaquim. Filho de Francisco Joaquim Esteves e de Miquelina Rosa Gil, residentes na Cividade. Neto paterno de Manuel Joaquim Esteves e de Marcelina Rosa Alves, do dito lugar; neto materno de José Gil e de Teresa Soares, residentes em Crastos, todos lavradores. Nasceu a 25/7/1886 e foi batizado a 1 de Agosto desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel Berdega e sua esposa, Maria Teresa, lavradores, residentes no lugar da Igreja, Cristóval. // Faleceu a 10/10/1891 e foi sepultado no adro da igreja.
ESTEVES, José. Filho de Alfredo de Jesus Esteves, negociante, natural de Paderne, e de Carma Mosqueira, doméstica, natural de São Cristóvão de Mourentão, Galiza, moradores no lugar do Peso. Neto paterno de Manuel José Esteves e de Joaquina Clara Mendes [de Castro]; neto materno de António Mosqueira e de Sofia Moscoso. Nasceu em Paderne a 24/12/1908 e foi batizado na igreja a 28 desse mês e ano. Padrinhos: José de Sá Sotomaior, solteiro, proprietário, e Maria das Dores Mosqueira, doméstica, tia materna do batizando. // Casou em Seixas, Caminha, a 19/1/1933, com Aida Afonso Batalha. // Faleceu em Chateaugnay, Canadá, a 17/12/1988.
ESTEVES, José Cândido. Filho de Cândido Augusto Esteves e de Delfina Rosa Marques, lavradores, residentes no lugar de Golães. Neto paterno de José Luís Esteves e de Maria do Carmo Fernandes; neto materno de João António Marques e de Maria do Rosário Tabuada. Nasceu em Paderne a 21/3/1904 e foi batizado na igreja a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Cândido Rodrigues, solteiro, trabalhador, e Elvira Esteves, solteira, doméstica. // Morreu em Golães a --/--/1932.
ESTEVES, José Clemente. Filho de Constantino de Jesus Esteves, lavrador, natural de São Paio, e de Maria Teresa Vaz, doméstica, natural de Paderne. N.p. de Manuel Esteves e de Rosa Domingues, de São Paio; n.m. de Manuel Joaquim Vaz e de Francisca Rosa Marques, de Paderne. Nasceu no Barral a 2/11/1872 e foi batizado na igreja no dia seguinte (fora batizado em casa, por Valentina Esteves (?), no dia do nascimento, por correr perigo de vida). // Faleceu a 6/12/1900, em sua casa de morada, sita no lugar do Barral, com todos os sacramentos, no estado de solteiro, sem testamento, e foi sepultado no adro.
DANTAS, Manuel Joaquim. Filho de Delfina da Ascensão Dantas, solteira, doméstica, moradora no lugar de Fontes. Neto materno de Manuel Joaquim Dantas e de Teresa de Jesus Vaz. Nasceu em Paderne a 28/9/1906 e foi batizado na igreja a 30 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, viúvo, alfaiate, e Claudina Rosa Dantas, solteira, doméstica. // A 12/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótimo; era seu professor António Dâmaso Lopes. // Faleceu por afogamento a 13 de Julho de 1921.
DANTAS, Maria das Dores. Filha de Manuel Joaquim Dantas e de Teresa de Jesus Vaz. Neta paterna de Manuel António Dantas e de Rosa Joaquina Rodrigues; neta materna de Matias Joaquim Vaz e de Maria Rosa (!) Alves, todos lavradores e padernenses. Nasceu no lugar de Fontes a --/4/1873 e foi batizada na igreja a 12 de Abril desse mesmo ano. Padrinhos: Francisco António dos Santos Vaz, tio materno, e Francisca, tia materna. // Casou na igreja do mosteiro a 21/7/1895 com o seu conterrâneo João Manuel Vieites. // Faleceu no lugar de Pomares a 5/5/1942. // Com geração.
DANTAS, Rosa Maria. Filha de Lourenço Dantas e de Maria Benta Esteves, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1802. // Faleceu a 19/4/1895, em sua casa de morada, sita no lugar do Barral, com todos os sacramentos, com 93 anos de idade, no estado de viúva de Marcelino Rodrigues, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
DANTAS, Rosa Maria. Filha de Manuel Joaquim Dantas, natural de Rouças, e de Teresa de Jesus Vaz, natural de Paderne, moradores em Fontes. N.p. de Manuel António Dantas e de Rosa Joaquina Rodrigues; n.m. de Matias Vaz e de Maria Teresa Alves. Nasceu em Paderne a 4/4/1879 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Domingos Cerqueira e Maria Cerqueira, solteiros, lavradores. // Casou na igreja do mosteiro a 17/4/1909 com o seu conterrâneo António Meixeiro, de 24 anos de idade, solteiro. // Faleceu a 26/12/1925.
DIAS, Álvaro José. Filho de António Dias e de Maria dos Remédios Vaz. Nasceu em Paderne a --/--/1929 (NM 16, de 9/6/1929). // Morreu em Pomares a --/--/1931, com apenas dois anos de idade.
DIAS, Amanda de Jesus. Filha de Manuel Joaquim Dias, lavrador, natural de Paderne, e de Felizarda Soares Calheiros, lavradeira, natural de São Paio, moradores no lugar de Queirão. Neta paterna de Manuel Joaquim Dias e de Teresa de Jesus Ferreira; neta materna de Vicente Soares Calheiros e de Francisca de Castro. Nasceu em Paderne a 8/1/1902 e foi batizada na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Maximiano Augusto Soares Calheiros, solteiro, lavrador, e Belarmina de Nazaré Soares Calheiros, solteira, doméstica, tios maternos da batizanda. // Casou na CRCM a 1/5/1929 com Gaspar de Oliveira Figueiredo, de 40 anos de idade, natural de Barbeita, Monção, filho de José de Oliveira Figueiredo e de Rosa Gomes Vilarinho. // Faleceu na Vila a 6/4/1963. // DIAS, Armanda de Jesus. Filha de Manuel Joaquim Dias e de Felizarda Soares Calheiros. Nasceu a 8/1/1902. // Casou na capela de Queirão a 6/5/1929 com Gaspar, nascido em Barbeita, Monção, em 1890, fiscal das “Águas de Melgaço”, filho de José Oliveira Figueiredo e de Rosa Gomes Vilarinho. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 12, de 12/5/1929: «Casamento. No dia 6 do corrente realizou-se na capela da família, em Queirão, Paderne, o enlace matrimonial de D. Amanda de Jesus Dias, filha gentil do senhor Manuel Joaquim Dias e da senhora D. Felizarda Soares Calheiros, abastados proprietários, com o nosso amigo e assinante senhor Gaspar de Oliveira Figueiredo, da freguesia de Barbeita, Monção, filho do senhor José de Oliveira Figueiredo e da senhora D. Rosa Gomes Vilarinho, também proprietários. Foram madrinhas a Ex.ma Sr.ª Maria Piano de Oliveira Figueiroa e a menina Maria da Cinceição Dias, irmã da noiva, e padrinhos, os pais dos noivos. Coadjuvado pelos reverendos padres Francisco José Dias, António Domingues Amigo, prior da freguesia de Paderne, ------- Augusto de Magalhães, abade de Barbeita, e Raimundo Prieto, abade de São Paio, celebrou o ato religioso o padre Celestino d’Oliveira Figueiredo, abade da igreja primaz de Braga, e irmão do noivo, que no fim da missa pronunciou uma emocionante alocução. Os contraentes receberam a sagrada comunhão e a bênção papal. Terminado este banquete, viu-se na corbeile da noiva imensas prendas oferecidas pelas pessoas amigas. Os noivos, acompanhados dos convidados, dirigiram-se para a quinta de Galvão, onde foram fixar residência. A estes, que ambos são pessoas de fino trato, desejamos um futuro repleto de felicidades.» // Faleceu a 6/4/1963. // O seu viúvo morreu em 1973. // Com geração.
DIAS, Aníbal Augusto. Filho de Manuel Joaquim Dias e de Felizarda Soares Calheiros, proprietários. Nasceu a --/--/1900. // Casou no lugar de Longarinha com Maria Angélica Vaz. // A 15/10/1950 foi eleito membro da Junta de Freguesia de Paderne, na qualidade de substituto. // Morreu a 29/1/1958. // Com geração.
DIAS, António Alberto. Filho de José Bernardino Dias, lavrador, natural de Paderne, e de Maria do Carmo Alves, doméstica, natural da Gave, moradores em Verdelha. Neto paterno de António Manuel Dias e de Maria Esteves; neto materno de Maria Alves, solteira. Nasceu em Paderne a 11/1/1892 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Viriato Luso Augusto Ferreira e Alcinda Maria Augusta Ferreira, solteiros, proprietários. // Casou na CRCM a 7/9/1914 com Áurea Rebelo. // Morou em São Paio. // Foi soldado da 4.ª Companhia do Regimento de Infantaria 3. Embarcou para França, integrado no CEP, a 22/4/1917; pertencia à 4.ª brigada de infantaria, conhecida por Brigada do Minho. // Faleceu na Flandres, França, em combate, a 9/10/1917.
DIAS, António Manuel. Filho de Rosa Maria Dias, solteira, da Nogueira. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne, a 19/8/1866, com Mariana, de 28 anos de idade, solteira, de Verdelha, filha de Agostinho Esteves e de Maria Teresa Esteves, do mesmo lugar. Testemunhas: FASV e José António de Sousa, casado, lavrador.
ARAÚJO, Maria Ludovina. Filha de José Maria de Araújo e de Caetana Luísa, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1823. // Faleceu a 7/10/1901, em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, com todos os sacramentos, com 78 anos de idade, no estado de viúva de Francisco José Gonçalves, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
ARAÚJO, Maria da Paixão. Filha de Diogo Manuel de Sousa Araújo, proprietário, e de Teresa de Jesus Rodrigues, doméstica. Nasceu em Paderne por volta de 1857. // Faleceu a 7/4/1901, em sua casa de morada, sita no lugar de Midão, com todos os sacramentos, com 44 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
ARAÚJO, Maria Rita. Filha de Camilo José Gomes de Araújo e de Albina do Nascimento Almeida, moradores no lugar de Além. N.p. de José Bento Gomes de Araújo e de Rosa Maria Alves Mendes, dos Moinhos; n.m. de Luís Manuel de Almeida e de Maria Rita Alves, de Além. Nasceu a 8/9/1866 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: João António Fernandes e sua mulher, Maria Benedita, tia materna da batizanda. // Faleceu em Paderne a 20/9/1942.
ARAÚJO, Palmira. Filha de Camilo José Gomes de Araújo e de Albina do Nascimento Almeida, lavradores, residentes em Além. N.p. de José Bento Gomes de Araújo e de Rosa Maria Alves; n.m. de Luís Manuel de Almeida e de Maria Rita Cordeiro. Nasceu a 3/3/1888 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Gomes, solteiro, carpinteiro, e Teresa de Almeida, casada, doméstica. // Faleceu em Paderne a 26/1/1968.
ARAÚJO, Sara de Jesus. Filha de Manuel de Jesus Araújo, guarda-fiscal, natural de Prado, e de Maria de Sousa Lobato, doméstica, natural de Paderne, moradores no lugar da Granja. N.p. de Manuel Bernardo de Araújo e de Maria Cândida de Sousa Araújo; n.m. de António de Sousa Lobato e de Vitória Fernandes. Nasceu a 12/3/1899 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Madrinha: Rosa de Jesus Lopes, solteira, proprietária. // Faleceu em Alvaredo a 4/7/1971.
ESTEVES, José Joaquim. Filho de Francisco Manuel Esteves e de Francisca Vaz, naturais de Paderne. Nasceu nesta freguesia por volta de 1832. // Tinha 41 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Rabosa, Penso, quando casou na igreja de Penso a 11/5/1873 com Joaquina Rosa Vaz, de 36 anos de idade, solteira, camponesa, nascida também em Paderne, residente igualmente em Rabosa, filha de Manuel Francisco Vaz e de Maria Teresa Esteves, padernenses. Testemunhas: padre CEC e Bento Esteves, lavrador, de Rabosa.
ARAÚJO, Simão Luís. Filho do professor Diogo Manuel de Sousa Araújo, natural de Prado, e de Teresa de Jesus Rodrigues, natural de Paderne, moradores no lugar de Midão. Neto paterno de Joaquim António de Sousa Araújo e de Ana Luísa Pinto; neto materno de João António Rodrigues e de Marcelina Alves. Nasceu em Paderne a 8/5/1875 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinho: padre Luís Manuel Domingues de …, abade de São Cosme. // Emigrou para o Brasil, onde conseguiu o seu pecúlio. // Nesse país casou com Flaviana Mendes, tia do padre Armando Tito Domingues. // Em 1919 esteve em Melgaço, mas as coisas correram-lhe mal, pois teve de ser operado à vista, ficando sem um olho, num hospital de Lisboa, devido a ter sido atingido no rosto por um tiro de caçadeira que se dirigia a um coelho. // Apesar dessa desgraça, voltou ao Brasil em Janeiro de 1920, talvez a preparar o seu regresso definitivo, que se viria a concretizar em Março de 1921. Nesse mesmo ano comprou a Amadeu Ribeiro Lima uma casa com rocios, que transformou na “Vivenda Iracema”, sita na Vila de Melgaço, a qual, na década de quarenta do século XX, foi vendida a Manuel José Domingues (Mareco). // Talvez para chamar a atenção sobre a sua pessoa, ou porque tinha bom coração, ao “Notícias de Melgaço” n.º 6, de 13/4/1924, dá a seguinte notícia: «Pelo Sr. Simão Luís de Sousa Araújo foi mandado melhorar o jantar de domingo passado aos presos da cadeia desta Vila.» // Em 1926 foi vice-presidente da Comissão Executiva da Câmara Municipal de Melgaço. // Por esta altura, e apesar de casado, andava a gerar filhos em Maria Rosa Alves (Rebela), nascida em 1900 no lugar da Pombeira, Rouças, provavelmente sua empregada. // Morreu na Vila de Melgaço em Julho de 1929. // A sua viúva faleceu no Brasil a 6/8/1944. // Filhos legítimos: Flávia, Francisco, Amândio (Maneco do Simão), Gilberto, António (*), Iracema… /// (*) O António nasceu no Brasil, tal como seus irmãos, mas veio para Melgaço com apenas dois anos de idade; também esteve em Lisboa e Cascais, onde seus progenitores tinham propriedades; chegou a frequentar durante algum tempo um colégio na Inglaterra; depois foi novamente para o Brasil, onde casou com Lívia Muiños, uruguaia, havendo descendência desse matrimónio (António Muiños de Sousa).
