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PIRES, Júlia de Jesus. Filha de José Manuel Pires e de Maria Benedita Ribeiro, lavradores, residentes no lugar do Casal. Neta paterna de Francisco Pires e de Emília Douteiro; neta materna de João Ribeiro e de Ana Gomes. Nasceu em Paços a 19/5/1906 e foi batizada na igreja paroquial a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António de Jesus Pires, solteiro, irmão da neófita, e Ana de Sousa, viúva, lavradeira, ambos do sobredito lugar do Casal. // A 13/7/1916 fez exame do 1.º grau (3.ª classe do ensino primário) na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «bem»; tinha como sua professora Deolinda da Encarnação Barros. // Casou na CRCM a 2/9/1925 com Alípio Cândido de Castro, natural de Chaviães. // Enviuvou a 29/5/1957. // Faleceu a 3/12/1982, na freguesia de São Mamede de Infesta, Matosinhos.
PIRES, Júlia. Filha de José Joaquim Pires e de Antónia Maria Vaz, lavradores, residentes no lugar de Merelhe. N.p. de Manuel António Pires e de Antónia Maria Pereira; n.m. de António Félix Vaz e de Andreza Domingues. Nasceu a 19/10/1862. Padrinho: Francisco Gomes, casado, escrivão. // Faleceu no lugar de Merelhe a --/--/1930, com sessenta e oito anos de idade.
PIRES, Júlia Ana. Filha de Luís Pires, carpinteiro, e de Maria Esteves, lavradeira, moradores em Merelhe. N.p. de Francisco Pires e de Joaquina de Castro; n.m. de José Joaquim Esteves e de Maria Luísa Pereira, todos de Paços. Nasceu a 12/12/1868 e foi batizada a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Júlio de Carvalho e sua mulher, Ana Pires, moradores nas Granjas, Paços.
PIRES, Manuel Francisco. // Nasceu em Paços. // Casou na igreja de Cristóval a 4/2/1833 com Maria Rosa Veloso, do lugar dos Casais, Cristóval. Testemunhas do acto religioso: António José Barbosa e Manuel José Vaz, do lugar de Sucastelo.
PIRES, Manuel Francisco. Filho de Caetano Pires e de Maria Esteves, dos Casais. N.p. de Manuel Pires e de Maria Gomes; n.m. de Francisco Esteves e de Gertrudes Gomes. Nasceu no século XVIII. // Casou na igreja de Paços, a 11/8/1812, com Ana Joaquina, sua parente no 4.º grau dobrado de consanguinidade, filha de António da Ribeira e de Maria Ventura, neta paterna de Manuel da Ribeira e de Isabel Lopes, e neta materna de José Veloso e de Maria Gomes, todos de Paços. Testemunhas do ato religioso: padre Pedro da Ribeira Araújo e Castro e padre Francisco Caetano Mendes, ambos pacenses.
PIRES, Manuel José. Filho de José Joaquim Pires e de Antónia Maria Vaz, moradores nas Vinhas. N.p. de Manuel António Pires e de Antónia Maria Pereira, da Cruz de Merelhe; n.m. de António Félix Vaz e de Andreza Domingues, das Vinhas. Nasceu a 26/4/1853 e foi batizado a 1/5/1853. Padrinhos: Francisco José Gomes e sua mulher, Josefa Maria, da Vila de Melgaço. // Casou com Delfina da Dores Lopes, natural de Chaviães. // Enviuvou a 15/4/1908. // Com geração (ver na freguesia de Chaviães).
PIRES, Manuel José. Filho de Jerónimo José Pires e de Rosa Maria Durães, lavradores, pacenses. Nasceu em Paços por volta de 1804. // Faleceu no lugar de Sá a 19/1/1864, com 60 anos de idade, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de viúvo de Ana Rosa Lopes, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
PIRES, Manuel Luís. Filho de Pedro Pires e de Ana Luísa Pires Ramos, moradores no lugar do Outeiro. Neto paterno de Caetano Pires e de Maria Esteves, dos Casais; neto materno de Francisco José Pires e de Maria Ventura Esteves, do Outeiro. Nasceu em Paços a 17/9/1823 e foi batizado na igreja a 19 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Joaquim Pires e sua mãe, Maria Ventura, do Outeiro.
PIRES, Manuel José. Filho de José Joaquim Pires, de Cristóval, e de Alexandrina Augusta Pires, de Paços, lavradores, residentes no Outeiro. N.p. de Manuel Pires e de Clara Esteves; n.m. de Francisco José Pires e de Francisca Douteiro. Nasceu a 15/3/1889 e foi batizada a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Lopes (representado por Luís Clemente Douteiro, solteiro, do Outeiro) e Ana Joaquina Douteiro, casados, negociantes, do Outeiro, Paços. // Faleceu no Brasil a 31/3/1918, no estado de solteiro. Em Julho desse ano o Jornal de Melgaço publicava editos de trinta dias, citando todos aqueles que se julgassem com direito aos bens por ele deixados.
PIRES, Maria. Filha de António Pires e de Ana Maria Pires, lavradores. Nasceu em Paços por volta de 1805. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Beleco, Paços, onde morava, a 28/7/1865, com 60 anos de idade, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de viúva de Francisco José Rodrigues, com testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja.
PIRES, Margarida Augusta. Filha de Luís Martins Pires e de Caetana Douteiro, negociantes, moradores em Sá. N.p. de Maria Teresa Pires; n.m. de Manuel Douteiro e de Ana Martins. Nasceu a 21/11/1882 e foi batizada a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Pires, solteiro, negociante na Vila de Melgaço, e Tomásia Douteiro, solteira, lavradora. // Casou na igreja paroquial a 26/4/1909 com Luís Esteves, de 27 anos de idade, solteiro, camponês, natural de Cristóval, filho de Francisco Esteves e de Marcelina Quintela. Testemunhas presentes: Francisco Pires, viúvo, negociante na Vila de Melgaço, e sua filha Margarida Augusta, solteira, negociante. // Moraram no lugar de Sá, freguesia de Paços. // Ela faleceu em Paços a 2/4/1945. // Mãe de Francisco José Esteves, nascido em 1915 ou 1916.
PIRES, Manuel. Filho de Inácio José Pires e de Maria Joaquina Martins, moradores em Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves, da Corga; n.m. de José António Martins e de Maria Joaquina Gonçalves, de Sá. Nasceu a 24/11/1834 e foi batizado a 27 desse mês. Padrinhos: Caetano José da Ribeira e sua mulher, Maria Luísa Pires, do Outeiro. // Faleceu a 10/9/1836.
PIRES, Manuel António. Filho de Maria Pires, natural de Rouças. // Casou na igreja de Paços a 11/6/1843 com Maria Joaquina, filha de Inácio Domingues e de Francisca da Ribeira, do Outeiro, Paços. Testemunhas presentes: Manuel Gomes “Balada” e Caetano José da Ribeira.
PIRES, Manuel Caetano. Filho de Maria Rosa Pires, solteira. N.m. de Manuel Pires e de Ana Joaquina Gonçalves, todos de Sá. Nasceu a 24/12/1827 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Frutuoso Manuel Alves, solteiro, de Prado, e Jerónima Maria Durães, de Sá, Paços.
PIRES, Maria Joaquina. Filha de Luís Pires, carpinteiro, e de Maria Esteves, lavradeira. N.p. de Francisco Pires e de Joaquina de Castro; n.m. de José Joaquim Esteves e de Maria Luísa Pereira, todos pacenses. Nasceu a 17/11/1871 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Carvalho, solteiro, lavrador, da Vila de Melgaço, e Maria Pires, tia da batizanda. // Faleceu em Paços a 6/7/1947.
ABREU, Domingos. Filho de Manuel José Esteves de Abreu e de Maria Rosa Domingues, moradores em Estivadas. N.p. de João Manuel Esteves de Abreu e de Rosa Gonçalves, de Sainde; n.m. de João Manuel Domingues e de Maria Dias, de Estivadas. Nasceu a 11/6/1882 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Lourenço e mulher, Rosa Maria Esteves, de Sainde, tios paternos da criança, todos lavradores. // Faleceu em Paderne a 30/8/1935.
PIRES, Maria Joaquina. Filha de Manuel José Pires e de Francisca Rosa do Outeiro. N.p. de José Joaquim Pires e de Maria Luísa da Ribeira; n.m. de Manuel Joaquim do Outeiro e de Ana Joaquina Vaz. Nasceu a 29/11/1854 e foi batizada a 3 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Manuel Joaquim do Outeiro e Maria Luísa da Ribeira. // Faleceu em Paços no mês de Março de 1941.
ABREU, Deolinda Augusta (Pica-Três). Filha de João Manuel Vaz de Abreu e de Ana Joaquina Rodrigues. Nasceu em Paderne por volta de 1877. // Faleceu em Crastos, Paderne, com 76 anos de idade, a 2/3/1953. // Mãe solteira de Simplício de Abreu.
PIRES, Maria Joaquina. Filha de Francisco Pires e de Joaquina de Castro. N.p. de Belina Rodrigues; n.m. de Manuel José de Castro e de Antónia Maria Pereira, todos do lugar das Granjas, Paços. Nasceu a 1/2/1846 e foi batizada a 5 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Luís de Castro e sua mulher, Ana Joaquina Lopes, de Sá, Paços.
ABREU (?), Gaspar. Filho de Pedro (Abreu?) e de Maria do Carmo Alves. N.p. de João Ventura (Abreu?) e de Maria da Paz, da freguesia de (Cavenco?), bispado de Tui; n.m. de António Manuel Alves e de Rosa Maria Soares, todos lavradores. Nasceu no lugar da Nogueira, a 19/5/1873, e foi batizado a 22 desse mês. Padrinho: José Joaquim de Queiroz, de Penso. // Faleceu a 8/10/1879.
PIRES, Maria Joaquina. Filha de José Joaquim Pires e de Maria Luísa da Ribeira, moradores em Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves; n.m. de António José da Ribeira e de Francisca Lopes. Nasceu a 20/9/1815 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos.
ABREU, Frederico António. Filho de Manuel do Nascimento Vaz de Abreu e de Maria da Conceição Rodrigues, moradores no lugar de Crastos. Neto paterno de João Manuel Vaz de Abreu e de Ana Joaquina Rodrigues; neto materno de Maurício Rodrigues e de Madalena Reinosa Rodrigues. Nasceu em Paderne a 5/6/1910 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel de Puga, casado, alfaiate, e Belarmina Cândida de Puga, solteira, doméstica. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 850, de 29/2/1948: «Declara-se para efeitos da legislação da Legião Portuguesa que ficam sem efeito os bilhetes de identidade dos ex-legionários a seguir mencionados, por se terem extraviado. 2278-37087 Frederico António Abreu...» // Casou na igreja de Paderne a 6/9/1961 com a sua conterrânea Maria da Glória Alves, de 52 anos de idade, filha de Delfina Alves. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 18/1/1964.
PIRES, Maria Joaquina. Filha de José Joaquim Pires e de Maria Luísa da Ribeira, moradores em Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves, da Corga; n.m. de António José da Ribeira e de Francisca Lopes, de Sá. Nasceu em Paços a 4/6/1813 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos. // Os pais da batizanda, ele da Corga e ela de Sá, casaram na igreja de Paços a 26/4/1812. O noivo era neto paterno de Domingos Pires e de Maria do Outeiro, e neto materno de Amaro Esteves e de Luísa Gomes. A noiva era neta paterna de Manuel da Ribeira e de Isabel Gomes, e neta materna de António Lopes e de Maria Gomes, todos de Paços. Testemunhas do ato religioso: Manuel José Pires, da Corga, e Manuel Caetano da Ribeira, do Outeiro. Presidiu à cerimónia o padre encomendado Lourenço José Rodrigues.
PIRES, Maria Aurora. Filha de Francisco Pires, soldado da Guarda-Fiscal, e de Venceslã Douteiro, lavradeira, naturais de Paços, moradores no lugar do Outeiro. Neta paterna de José Pires e de Maria Salgado; neta materna de José Bento Douteiro e de Maria Esteves. Nasceu em Paços a 11/1/1899 e foi batizada na igreja paroquial a 15 desse mês e ano. Madrinha: Maria Josefa Pinheiro, casada, lavradeira, moradora em Cevide, Cristóval. // Casou na CRCM a 14/12/1929 com o seu conterrâneo Aníbal Adelino de Brito, de 38 anos de idade, filho de José de Brito e de Albina Alves. // Ambos os cônjuges faleceram em Paços: o marido a 28/2/1966 e ela, esposa, a 2/3/1973.
PIRES, Maria Augusta. Filha de José Pires, natural de Paços, e de Rosa Esteves, natural de Cristóval, lavradores. // Faleceu no lugar dos Casais, Cristóval, a 27/5/1900, com apenas dez meses de idade, e foi sepultada no adro da igreja paroquial de Paços.
PIRES, Maria. Filha de José Joaquim Pires, natural de Cristóval, e de Alexandrina Pires, de Paços, lavradores, residentes no Outeiro. N.p. de Manuel Pires e de Clara Esteves; n.m. de Francisco José Pires e de Francisca Douteiro. Nasceu a 9/9/1883 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: reitor de Parada do Monte, padre António Esteves, e Maria Pires, tia paterna da batizanda. // Casou com Manuel Alberto, de 27 anos de idade, seu conterrâneo, filho de António Luís Lourenço e de Rosa Rodrigues, na CRCM, a 11/11/1923. // O seu marido faleceu em Paços a 7/1/1943. // Ela faleceu em Campanhã, Porto, a 1/1/1969.
PIRES, Maria. Filha de Caetano Pires e de Francisca Lopes, lavradores, residentes em Sá. Neta paterna de Domingos Pires e de Caetana Gomes; neta materna de José Lopes e de Marcelina Rodrigues. Nasceu a 28/3/1877 e foi batizada a 31 desse mês e ano. Padrinho: Caetano José Gomes, solteiro, negociante na Vila de Monção, assistindo, e tocando a batizanda, por procuração, João Francisco Lopes, solteiro, de Beleco, o qual assinou. // Casou na igreja de Paços a 18/4/1897, com José Emílio Gomes, de 24 anos de idade, pintor, natural de São Paio de Melgaço, residente no lugar do Barral, filho de Manuel Joaquim Gomes e de Teresa Maria Esteves. Testemunhas presentes: Júlio Lopes, solteiro, músico, natural de Paços, e Lúcio António Alves, solteiro, camponês, do lugar do Barral, Paderne. // Em 1913 ela deu à luz um nado-morto. // Ambos os cônjuges faleceram em Paços: o marido a 13/2/1930 e ela a 12/7/1966. // Com geração.
ABREU, Belmira. Filha de Luís José de Abreu, de Paderne, e de Maria Rosa Besteiro, de Alvaredo. N.p. de José Maria de Abreu e de Luísa Vaz; n.m. de Joaquina Rosa Besteiro, solteira, de Alvaredo. Nasceu na Várzea a 2/7/1872 e foi batizada a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Cristóvão, solteiro, e sua irmã, Filomena (?), filhos de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro, da Várzea. // Casou na igreja de Paderne a 7/12/1899 com Cândido Augusto, de 23 anos de idade, padernense, filho de Manuel Joaquim de Abreu e de Maria Joaquina Pires. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 18/5/1949.
ABREU, Aureliano. Filho de Caetano Manuel de Abreu, natural de Alvaredo, e de Ana de Castro, natural de Paderne, lavradores, residentes no lugar do Paço. Neto paterno de Manuel António de Abreu e de Faustina Maria Rodrigues; neto materno de António Luís de Castro e de Maria Joaquina de Sousa. Nasceu em Paderne a 8/4/1870 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Francisco Gonçalves, solteiro, filho de José Maria Gonçalves, do Souto, e ---------------. // Casou na igreja de Alvaredo a 11/10/1893 com Augusta Esteves, de 26 anos de idade, tecedeira, natural de Alvaredo. // Morreu a 24/3/1894, no lugar do Maninho, Alvaredo, onde residia, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Alvaredo. // Pai de Albertina e de Maria Rosa.
ABREU, Cândida. Filha de José Ventura de Abreu e de Lucinda Libânia de Castro. Neta paterna de José Maria de Abreu e de Luísa Vaz; neta materna de Adão de Castro e de Maria Vitória. Nasceu na Várzea a 7/5/1872 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Domingos de Castro, casado, de Alvaredo, e Prudência, tia materna da batizanda. // Casou na igreja do mosteiro a 20/1/1901 com Luís Fernandes, filho de José Joaquim Fernandes e de Maria Josefa Fernandes, natural de Remoães. // Morou no lugar de Casal, Paderne. // Faleceu em sua casa a --/--/1912, de parto. // Mãe de Manuel José Fernandes (casou com Albertina da Glória Armada).
ABREU, Bernardo António. Filho de José Maria de Abreu e de Luísa Joaquina Vaz, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1813. // Rural. // Faleceu a 20/12/1894, em sua casa de morada, sita no lugar da Várzea, com todos os sacramentos, com 81 anos de idade, no estado de viúvo de Justina Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
ABREU, Custódio José. Filho de Joaquim de Abreu e de Maria Luísa Gomes (defuntos), de Queirão. // Casou na igreja do mosteiro a 14/1/1856 com Maria Angélica de Almeida, natural do lugar de Além, filha de Luís Manuel de Almeida e de Rita Maria Alves. Testemunhas presentes: José de Almeida (irmão da noiva), João Batista Vaz, de Queirão, e Francisco António dos Santos, afilhado do padre FASC. // Com geração.
ABREU, Cândido Augusto. Filho de Manuel Joaquim de Abreu e de Maria Joaquina Pires, lavradores, residentes no lugar da Várzea. Neto paterno de Bernardo António de Abreu e de Justina Domingues; neto materno de Manuel José Pires e de Rosa Gonçalves. Nasceu a 1/10/1876 e foi batizado a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Fernandes e Maria Rodrigues da Silva, solteiros, lavradores, padernenses. // Casou na igreja do mosteiro a 7/12/1899 com Belmira de Abreu, de 27 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea e prima, residente no lugar da Várzea, filha de Luís José de Abreu e de Maria Rosa Besteiro, rurais. // Ambos os cônjuges faleceram em Paderne: a esposa a 18/5/1949 e ele a 28/11/1965.
PIRES, Maria. Filha de Pedro Pires e de Ana Luísa Pires, moradores no Outeiro. N.p. de Caetano Pires e de Maria Esteves, dos Casais; n.m. de Francisco José Pires e de Maria Ventura Esteves, do Outeiro. Nasceu a 18/3/1832 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José, irmão da batizanda, e a sua avó materna. // Faleceu a 25/6/1834.
PIRES, Maria. // Nasceu por volta de 1846. // Faleceu no lugar das Vinhas, freguesia de Paços, a --/--/1932, com 86 anos de idade.
PIRES, Pedro. Filho de Caetano Pires e de Maria Gomes (ou Maria Esteves). Nasceu em Paços por volta de 1785. // Lavrador. // Casou com Ana Luísa Pires [Ramos]. // Faleceu a 24/2/1861, no lugar do Outeiro, freguesia de Paços, com 76 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento; deixou dois filhos (padre Francisco José da Ribeira).
ABREU, António José. Natural do lugar da Nogueira. // Casou em 1787 com Teresa Josefa da Conceição Salgado. // Enviuvou em 1820. // Morreu em 1830. // Pai de António Joaquim. // Nome completo: António José Álvares de Araújo Abreu.
PIRES, Palmira Augusta. Filha de Vitorino Pires e de Maria do Carmo Bermudes, lavradores, residentes no lugar de Sá. Neta paterna de Francisco José Pires e de Francisca Douteiro, rurais, pacenses; neta materna de João Bermudes, de Cristóval, e de Francisca da Silva, de Paços, rurais. Nasceu em Paços a 25/4/1901 e foi batizada na igreja paroquial a 4 de Maio desse mesmo ano. Padrinhos: José Joaquim da Ribeira, casado, “brasileiro”, natural de Cristóval, e Ludovina Bermudes, casada, tia materna da neófita. // Casou na CRCM a 26/8/1924 com o seu conterrâneo António Joaquim Bailão, de 23 anos de idade, filho de José Bailão e de Maria Joaquina Gonçalves. // Ambos os cônjuges faleceram em Paços: o marido a 8/11/1979 e ela, esposa, a 16/10/1980.
ABREU, António Joaquim. Filho de António José Álvares de Araújo Abreu e de Teresa Josefa da Conceição Salgado. Nasceu no século XVIII. // Casou a 23/5/1813 com Antónia Maria Esteves.
PIRES, Rosa. Filha de José Manuel Pires e de Alexandrina Pires, lavradores, residentes no lugar do Outeiro. Neta paterna de Manuel Pires, camponês, natural de Cristóval, e de Clara Esteves, lavradeira, natural de Paços; neta materna de Francisco José Pires e de Francisca Douteiro, camponeses, naturais de Paços. Nasceu no lugar do Outeiro, Paços, a 8 de Agosto de 1899, e foi batizada na igreja paroquial a 11 desse mesmo mês e ano. Madrinha: Maria Pires, solteira, irmã da neófita. // Casou na CRCM a 8/12/1923 com o seu conterrâneo José Avelino Alves, de 22 anos de idade, filho de Maria Alves. // Enviuvou a 4/7/1968. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 18/10/1985.
ABREU, Alfredo Augusto. Filho de Manuel do Nascimento Vaz de Abreu, trabalhador, e de Maria da Conceição Rodrigues, doméstica, moradores no lugar de Crastos. Neto paterno de João Manuel Vaz de Abreu e de Ana Joaquina Rodrigues; neto materno de Maurício Rodrigues e de Madalena Reinosa Rodrigues. Nasceu em Paderne a 11/7/1908 e foi batizado na igreja a 16 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel de Puga, casado, alfaiate, e Belarmina Cândida de Puga, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 10/8/1933 com Laura de Jesus Rodrigues. // Faleceu em São Paio a 2/12/1982.
PIRES, Rosa. Filha de Inácio José Pires e de Maria Joaquina Martins, moradores em Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves, da Corga; n.m. de José António Martins e de Maria Gonçalves, de Sá. Nasceu a 30/9/1828 e foi batizada a 3/10/1828. Padrinhos: Jerónimo José Pires e sua mulher, Maria Josefa Vaz, do Robendo. (À margem do assento: «falecida»).
ABELHEIRA, Maria da Glória. Filha de António Abelheira, trabalhador, de Suajo, Arcos, e de Rosa Alves, doméstica, de Paderne, moradores em Pomares. N.p. de Domingos Abelheira e de Maria Domingues Nogueiró; n.m. de António Alves e de Ludovina Rosa Afonso. Nasceu a 6/7/1897 e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Inácio José Afonso, casado, rural, e Maria Teresa Vaz, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 24/7/1923 com Joaquim, de 22 anos de idade, padernense, filho de Domingos António Cerqueira e de Joaquina Alves. // Faleceu em Paderne a 15/4/1971.
PIRES, Maria Luísa. Filha de Jerónimo José Pires e de Maria Josefa Vaz, moradores em Sá. Neta paterna de Francisco José Pires e de Antónia Maria Alves, do Robendo; neta materna de Manuel José Vaz e de Maria Luísa Domingues, de Sá. Nasceu a 14/5/1824 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.
PIRES, Maria Luísa. Filha de Manuel José Pires e de Ana Rosa Lopes. N.p. de Jerónimo Pires e de Rosa Maria Durães; n.m. de Francisco Lopes e de Rosa Rodrigues (ou Maria Rosa Pires), todos de Sá. Nasceu a 4/6/1819 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Vaz e sua mulher, Maria Luísa Domingues.
PIRES, Maria Ventura. Filha de Manuel José Pires e de Francisca Rosa do Outeiro. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves; n.m. de José do Outeiro e de Maria Gomes, todos da Corga, Paços. Nasceu a 22/2/1822 e foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves e sua mulher, Maria Ventura do Outeiro, das Granjas. // Faleceu no lugar de Merelhe a 26/6/1900, somente com o sacramento da extrema-unção, no estado de viúva de José Joaquim Esteves, com testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
PIRES, Maria Rosa. Filha de Inácio José Pires e de Maria Martins, moradores em Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Esteves, da Corga; n.m. de José António Martins e de Maria Gonçalves, de Sá. Nasceu a 7/10/1819 e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Gonçalves e sua mulher, Maria Gertrudes Alves de Araújo.
ABREU, António Manuel. Filho de José Joaquim de Abreu, lavrador, natural de Paderne, e de Clara Domingues (Alves Sanches), doméstica, natural de Alvaredo, moradores no lugar da Igreja. Neto paterno de António Manuel de Abreu e de Maria José Besteiro; neto materno de Bento Alves Sanches, solteiro, e de Joana Domingues, solteira. Nasceu em Paderne a 20/2/1904 e foi batizado na igreja pelo padre José António Alves Salgueira, coadjutor do pároco da freguesia, a 26 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel António de Sá Vilarinho, pároco da freguesia de Paderne, e Marcelina Fernandes, solteira, doméstica. // Faleceu Miragaia, Porto, a 27/4/1972.
PIRES, Maria Ludovina. Filha de Manuel José Pires e de Ana Rosa Lopes. N.p. de Jerónimo José Pires e de Rosa Maria Durães; n.m. de Francisco Lopes e de Maria Rosa Pires, todos de Sá. Nasceu a 10/7/1825 e foi batizada a 13 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel de Araújo e sua mulher, Rosa Maria Gomes, da Vila de Melgaço.
PIRES, Maria Josefa. Filha de Pedro Pires e de Ana Luísa Pires, moradores no lugar do Outeiro. Neta paterna de Caetano Pires e de Maria Esteves, dos Casais; neta materna de Francisco José Pires Ramos e de Maria Ventura Esteves, do Outeiro. Nasceu a 30/8/1820 e foi batizada a 4 de Setembro desse dito ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // (À margem do assento: «falecida»).
PIRES, Maria José. Filha de José Joaquim Pires e de Antónia Maria Vaz, moradores no lugar das Vinhas, Paços. Neta paterna de Manuel António Pires e de Antónia Maria Pereira, da Cruz; neta materna de António Félix Vaz e de Andreza Domingues, das Vinhas. Nasceu a 16/7/1851 e foi batizada a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Gomes e sua mulher, Josefa Maria, da Vila de Melgaço.
CERDEIRA, Eleutério. Filho de Manuel Joaquim Cerdeira, pedreiro, e de Casimira Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de Penelas. Neto paterno de João Manuel Cerdeira e de Rosa Maria Fernandes; neto materno de Manuel Gonçalves e de Rosa Maria Domingues. Nasceu a 3/2/1876 e foi batizado na igreja a 6 desse mês e ano (*). Padrinhos: Camilo Gonçalves, pedreiro, e sua esposa, Teresa Rodrigues, de Estivadas. // A 26/6/1914 foi julgado em processo de coimas, acusado pelo zelador municipal da freguesia de Paderne de transgredir a postura da Câmara que proibia apascentar gado no monte de Queirão; foi absolvido, porque o juiz não considerou o monte como baldio, mas sim dividido em glebas, não tendo a Câmara, desse modo, competência para sobre ele regulamentar. // Casou na igreja de Paderne a 3/10/1944 com Beatriz Rodrigues. // Ambos faleceram em Paderne: a esposa a 21/6/1951 e ele a 31/5/1952. /// (*) Devido a correr risco de vida, fora batizado em casa pela madrinha.
FERNANDES, Crispim. Filho de António Joaquim Fernandes e de Teresa de Jesus Domingues, moradores no Barral. N.p. de José Fernandes e de Francisca Luísa da Lama; n.m. de João Manuel Domingues e de Maria Luísa Gonçalves, todos jornaleiros e lavradores. Nasceu a 23/8/1881 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Madrinha: Maria Adelaide, filha família, de Pontiselas, juradia de Crastos, Paderne. // Faleceu no Barral a 12/8/1883 e foi sepultado no adro da igreja.
CERDEIRA, Constança Teresa. Filha de João Cerdeira e de Quitéria Alves, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1820. // Faleceu a 22/8/1895, em sua casa de morada, sita no lugar da Portela de Paderne, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 75 anos de idade, no estado de viúva de Manuel José da Silva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro.
FERNANDES, Domingos. Filho de José Joaquim Fernandes e de Joaquina Alves, moradores em Pomares. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Pires, de Parada do Monte; n.m. de Francisco Manuel Alves e de Luísa Vaz, de Pomares. Nasceu a 17/3/1844 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Afonso e Maria Dias, solteiros, do dito lugar de Paderne.
CERDEIRA, Damião José. Filho de João Cerdeira e de Quitéria Alves, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1811. // Jornaleiro. // Morreu na sua casa de Midão, a 7/8/1889, com 78 anos de idade, viúvo de Maria Francisca Rodrigues, e foi sepultado na igreja. // Com geração.
CERDEIRA, Carolina Rosa. Filha de Antónia Cerdeira, viúva. N.m. de Manuel José Cerdeira e de Maria José, do lugar de Pinheiro. Nasceu a 25/2/1848 e foi batizada no dia seguinte. Madrinha: Maria Violante, irmã da neófita. // Faleceu no lugar do Pinheiro a --/--/1915, com 68 anos de idade.
FERNANDES, Constantino. Filho de Jerónimo José Fernandes e de Florinda Afonso. Neto paterno de Luísa Fernandes, da Cela, Cousso; neto materno de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares, Paderne. Nasceu em Paderne a 2/10/1853 e foi batizado dois dias depois. // Lavrador. // Casou na igreja do mosteiro a 23/7/1879 com a sua conterrânea e parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria Vaz, de 17 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Fontes, filha de José Vaz e de Maria Teresa Lourenço, rurais. Testemunhas: António Luís Vaz, Tomás Afonso, ambos casados, e Marcelina Rosa Afonso, solteira, todos agricultores.
CERDEIRA, Clementina. Filha de João José Cerdeira e de Mariana Carreira Domingues, moradores em Midão. N.p. de João Cerdeira e de Quitéria Esteves (ou Quitéria Maria Alves), do dito lugar; n.m. de Manuel António Domingues e de Maria Ventura Gomes (ou Maria Carreira), do lugar de (Sabereiro?), Vila de Melgaço. Nasceu a 25/6/1851 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: tio materno, Manuel Joaquim Alves (!), e Ana Rosa, filha de Ventura da (Quinta?), Rouças.
CERDEIRA, Carlota Cândida. Filha de Manuel António Cerdeira e de Guilhermina Rosa Fernandes, lavradores, residentes em Crastos. N.p. de Francisco José Cerdeira e de Ana Domingues; n.m. de Maria Joaquina Fernandes. Nasceu a 28/2/1876 e foi batizada a 2 de Março desse mesmo ano. Padrinhos: Tomaz Joaquim Gil e Carlota Joaquina Alves, solteiros, lavradores. // Faleceu em Crastos, Paderne, a 16/7/1940.
CERDEIRA, Camilo. Filho de Manuel Joaquim Cerdeira e de Casimira Rosa Gonçalves, moradores em Penelas. N.p. de João Manuel Cerdeira e de Rosa Maria Fernandes, do dito lugar; n.m. de Manuel Gonçalves e de Teresa Rodrigues, de Aldeia. Nasceu a 13/3/1881 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Camilo Gonçalves e sua mulher, Teresa Rodrigues, de Estivadas. // Faleceu em Setembro de 1881.
DIAS, Maria dos Prazeres. Filha de Leopoldina da Esperança Dias, solteira. Neta materna de Maria Joaquina Dias. Nasceu no lugar de Golães a 19/10/1938. // Faleceu nesse lugar de Paderne a 24/11/1938, com apenas 35 dias de vida.
FERNANDES, Francisco. Filho de Lourenço José Fernandes e de Joaquina Rosa Gonçalves. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Teresa Rodrigues, do Pinheiro; n.m. de Ana Maria Gonçalves, do Barral. Nasceu a 28 de Maio de 1840 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: João Correia dos Santos Lima e sua esposa, Emília, moradores na Vila de Melgaço.
DIAS, Maria Máxima. Filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro, moradores em Crastos. N.p. de Manuel Dias e de Maria Alves, de Pomares; n.m. de Maria Joana de Castro, solteira, de Crastos. Nasceu a 7/3/1846 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Máximo Gomes de Abreu e sua irmã, Maria Benedita, da Vila de Melgaço. /// Gémea de Francisco.
FERNANDES, Francisco. Filho de José Maria de Jesus Fernandes e de Rosa Maria Domingues, moradores em Casalmaninho. N.p. de Vicenta Rodrigues, solteira, de Mourentão, Tui; n.m. de Francisco José Domingues e de Maria Luísa da Lama, de Casalmaninho, Paderne. Nasceu a 31 (de Dezembro?! – Deve ter nascido em Março de 1838 e foi batizado nesse dia. Padrinho: o seu avô materno. /// À margem do assento: «morto».
DIAS, Maria Máxima. Filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro, moradores na Várzea. N.p. de Manuel Dias e de Antónia Alves, de Pomares; n.m. de Maria Joana de Castro, solteira, da Várzea. Nasceu a 18/5/1840 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinho: António Máximo de Abreu {deve tratar-se António Máximo Gomes de Abreu (1806-1858), solteiro, da Vila de Megaço}.
FERNANDES, Francisco (Padre). Faleceu em Paderne a 18/7/1781.
DIAS, Maria Joaquina (ou Maria Ludovina). Filha de Maria Joaquina Dias, viúva de Matias Gomes, moradora na Nogueira. Nasceu a 6/3/1870, nesse lugar, e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Vaz e sua mulher, Ana Rosa, do lugar de Soutulho, freguesia de São Paio.
FERNANDES, Filomena. Filha de José Maria Fernandes e de Maria Teresa Ferreira, moradores em Penelas. N.p. de Bernardo Francisco Fernandes e de Francisca Fernandes; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires, todos lavradores. Nasceu a 1/4/1885 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Fernandes e esposa, Ana Fernandes, lavradores, de Ferreiros, Alvaredo. // Casou na igreja do mosteiro a 23/12/1906 com Jerónimo, de 23 anos de idade, padernense, filho de José Marcelino de Sousa Lobato e de Maria Angélica do Rosário Domingues. // Faleceu em Paderne a 19/12/1918.
DIAS, Maria Joaquina. Filha de Rosa Maria Dias, solteira. Nasceu em Paderne por volta de 1833. // Faleceu a 17/9/1906, em sua casa de morada, sita no lugar da Nogueira, com todos os sacramentos, com 73 anos de idade, no estado de viúva de Matias Gomes, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
FERNANDES, Emília de Jesus. Filha de Sebastião José Fernandes e de Ana Rosa Domingues. N.p. de João Manuel Fernandes e de Maria Domingues; n.m. de João Manuel Domingues e de Josefa Lourenço, de Sainde. Nasceu a 21/2/1845 e foi batizada a 23 desse mês e ano. Padrinhos: os seus tios maternos, Lourenço e Maria Joaquina.
DIAS, Maria Joaquina. Filha de Maria Rosa Dias, solteira. Nasceu em Paderne por volta de 1818. // Faleceu a 19/7/1897, em sua casa de morada, sita no lugar de Covelo, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 79 anos de idade, no estado de viúva de Jerónimo José Vieites, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
FERNANDES, Eleutério. Filho de Maria Teresa Fernandes, solteira, criada de servir, do lugar de Verdelha, moradora em Nogueira. Neto materno de Manuel Fernandes e de Rosa Joaquina Esteves. Nasceu em Paderne a 24/5/1880 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António dos Santos Vaz, casado, proprietário, e Joaquina Rosa Durães, solteira, lavradeira. // Casou na igreja de São Paio a 18/10/1904 com Maria Rosa Esteves, de 25 anos de idade, solteira, serviçal, natural de São Paio, filha de Ana Esteves, solteira, jornaleira. // Morreu no lugar do Barral, São Paio (?), a 21/5/1949.
DIAS, Matildes. Filha de António Dias e de Clara Afonso, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1837. // Faleceu a 7/12/1901, em sua casa de morada, sita no lugar de Pomares, com todos os sacramentos, com 64 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro.
DIAS, Maria Teresa. Filha de Francisco Dias e de Mariana Domingues. Neta paterna de Manuel Dias e de Rosa Maria; neta materna de Manuel Domingues e de Rosa Gonçalves, todos do lugar de Sante. Nasceu a 3/2/1836 e foi batizada na igreja de São Paio no dia seguinte pelo pároco encomendado Manuel José Domingues, com licença do reitor de Paderne. Madrinha: Maria Teresa Codesso (*), das Quingostas, São Paio. /// (*) Deve tratar-se de Maria Teresa de Castro, casada com José Codesso, pais do “Tomás das Quingostas”, um dos maiores bandidos do Alto Minho.
DIAS, Maria Rosa. Filha de Manuel Dias e de Benta Luísa de Carvalho, jornaleiros. Nasceu em Sante por volta de 1805. // Morreu nesse lugar a 10/10/1885, com cerca de 80 anos de idade, solteira, e foi sepultada no adro da igreja de Paderne. // Deixou descendência.
CERDEIRA, Ana Rosa. Filha de João José Cerdeira, natural de Paderne, e de Mariana Domingues, natural de Badim, Monção. N.p. de João Cerdeira e de Quitéria Alves, de Midão; n.m. de Manuel Domingues e de Maria Ventura Domingues (da Sobreira?, Alvaredo). Nasceu a 7/1/1847 e foi batizada no dia seguinte. Padrinho: padre João Manuel Esteves.
CERDEIRA, António. Filho de Manuel José Cerdeira e de Maria do Rosário Fernandes, moradores no Granjão. N.p. de João Manuel Cerdeira e de Maria Joaquina Lourenço Alves; n.m. de José Fernandes e de Francisca Luísa da Lama. Nasceu a 4/1/1872 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Custódio Francisco Pedra e sua mulher, Rosa Esteves, de Penso. // Faleceu em Agosto de 1873.
FERNANDES, Francisco. Filho de Lourenço José Fernandes e de Joaquina Rosa Gonçalves. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Teresa Rodrigues, do Pinheiro; n.m. de Ana Maria Gonçalves, do Barral. Nasceu a 28 de Março de 1843 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: tia materna, Maria Luísa Gonçalves, e Francisco Durães.
FERNANDES, Francisco. Filho de José Joaquim Fernandes e de Joaquina Rosa Rodrigues, moradores em Sante. N.p. de José Fernandes e de Maria Rosa Rodrigues; n.m. de Antónia Rodrigues Gusmão, solteira. Nasceu a 12/4/1868 e foi batizado no dia seguinte. // Casou com Maria Rosa Domingues. // A sua mulher faleceu em São Paio a 25/2/1955. // Ele morreu na sua freguesia, Paderne, a 20/10/1955.
CELA, António. Filho de ---------- Fernandes Cela e de --------------------------. Nasceu em Sante, Paderne, a --/--/19--. // Faleceu a --/--/1937, com oito meses de vida.
FERNANDES, Francisco José. Filho de ---------- Fernandes e de ----------------------------. Nasceu por volta de 1826. // Morreu no lugar de Sainde, Paderne, em 1921, com 95 anos de idade.
CELA, Maria. Filha de Manuel Fernandes [Cela] e de Rosa Alves. Nasceu em Paderne por volta de 1804. // Morreu na sua casa de Sante, a 22/6/1892, com 88 anos de idade, viúva de Manuel António Domingues, e foi sepultada dentro da igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
FERNANDES, Francisco José. Tinha 44 anos de idade, era viúvo de Maria Teresa Gonçalves, quando voltou a casar, na igreja de Paderne, a 19/2/1873, com Rosa Maria, de 34 anos de idade, solteira, natural de São Paio, filha de José Luís de Castro e de Maria Rosa de Freitas, lavradores. Testemunhas presentes: Domingos António Fontão, casado, galego, cesteiro, e Manuel Rodrigues, solteiro, do Mosteiro.
CERDEIRA, Adjuto. Filho de Manuel Joaquim Cerdeira e de Casimira Gonçalves, lavradores, residentes em Penelas. N.p. de João Manuel Cerdeira e de Rosa Maria Fernandes; n.m. de Manuel Gonçalves e de Rosa Maria Domingues. Nasceu a 17/8/1878 e foi batizado na igreja (*) no dia seguinte. Padrinhos: Camilo Gonçalves e mulher, Teresa Rodrigues, rurais. // Faleceu no dito lugar de Paderne a 16/2/1942. /// (*) Fora batizado em casa, no dia do seu nascimento, por Matias Cerdeira, tio paterno, por julgarem que a criança corria perigo de vida.
CASTRO, Vicenta. Nasceu no bispado de Ourense, província da Galiza, por volta de 1834. // Mendiga. // Faleceu a 17/8/1896, no lugar do Pinheiro, freguesia de Paderne, onde morava, com todos os sacramentos, com 62 anos de idade, no estado de solteira, e «foi sepultada na parte vedada do adro» da igreja de Paderne. // Deixou um filho.
CASTRO, Vitoriano da Glória (Dr.) Filho de Lourenço José Ribeiro Codesso de Figueiredo e Castro e de Maria Joaquina Mendes. Neto paterno de Jerónimo José Codesso Soares de Figueiredo e Costa e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro (ele da Casa da Portela de Paderne e ela da Casa da Cordeira, Rouças); neto materno de Ana Luísa Mendes, natural de Cevide, Cristóval. Nasceu na Portela de Paderne a 27/8/1860 e foi batizado na igreja a 6 de Setembro desse mesmo ano. // Fez exame da 4.ª classe em 1872, depois foi para o Liceu de Viana do Castelo. Ingressou em 1890 na Universidade de Coimbra onde, em Julho de 1895, se formou em Medicina. Fixou a sua residência em Alvaredo antes de 1904 pelo facto de a esposa ter herdado a Quinta da Carvalheira. Para iluminar a casa comprou a João Batista dos Reis, famoso latoeiro, o gasómetro a carbureto “Sem Rival”, inventado pelo dito João. // Era solteiro, estudante, morava no lugar da Portela de Paderne, quando casou na igreja de Penso a 21/9/1891 com Joaquina da Boa Memória da Rocha Queirós, de dezassete anos de idade, solteira, proprietária, natural de Penso, residente no lugar de Bairro Grande, filha de Francisco José da Rocha, proprietário, natural da vila de Monção, e de Maria da Conceição Queirós, proprietária, natural de Penso, Melgaço, comerciantes na Vila de Monção e em Penso. A mãe da noiva, já viúva, deu consentimento à filha para ela se poder casar, em virtude de ser menor. Testemunhas presentes: o padre Manuel José Domingues e António Manuel da Rocha, casado, caixeiro. // Em Outubro de 1897 ainda morava em Penso. // Pertenceu ao Partido Progressista no regime monárquico. Depois de 1910 aderiu à República, mas, aborrecido com esta, em 1916 já se dizia simpatizante da monarquia. // Logo que terminou o curso abriu consultório em Melgaço, na «Farmácia Nova», de Domingos Ferreira de Araújo, sendo nomeado pouco depois médico municipal, tendo a Câmara criado o 3.º partido médico. // É uma das figuras mais carismáticas do concelho. Tudo lhe acontecia! // Outro caso menos agradável para ele foi quando a Câmara Municipal abriu concurso para um médico do 2.º partido, oferecendo 400$00/ano. O Dr. Vitoriano era detentor do 1.º partido e recebia 300$00. Candidatou-se; os outros candidatos eram o Dr. Manuel Pinto Magalhães e Dr. Joaquim Pereira. Foi escolhido o Dr. Magalhães. Uma injustiça, segundo a opinião dos colaboradores do “Correio de Melgaço”. Vingança! – acusavam os seus correligionários. O lugar já estava destinado ao Dr. Magalhães, segundo os do Correio de Melgaço: «O que revolta e indigna é que o Dr. Vitoriano, credor de todas as deferências e com uma larga folha de serviços prestados durante vinte anos, fique a perceber menos 100$00/ano! Isso não pode ser! Contra isso protestamos ardentemente e gritaremos sempre: abaixo a iniquidade!». «Ó céus! – porque não baixais à terra num momento dado e por intermédio de um planeta limpais dela esses homens, elevando-os para essas regiões onde não mais fossem vistos do povo?». Os do “Jornal de Melgaço”, do partido político oposto, aplaudiam. Os vereadores argumentavam: «para ele concorrer teria que se demitir de médico municipal.» Logo contra argumentaram os do Correio de Melgaço: «onde está a lei que manda que o médico se demita do lugar que ocupa para concorrer a outro qualquer lugar, quer fora quer dentro do concelho?!» Vendo bem as coisas, de facto existia alguma animosidade, tendo em conta que ele era o subdelegado de saúde – não devia ganhar menos do que o seu colega. Também o acusaram, aquando da epidemia da febre tifoide em Castro Laboreiro, iniciada em Agosto de 1913, de não ir lá com regularidade, e até de se fazer passar por doente para não ir. Foi também publicado, no “Aurora do Lima”, um desmentido acerca de um suposto conflito entre ele e o pessoal da Cruz Vermelha destacado em Castro. Mas nem tudo era negativo. O Dr. Augusto César Esteves, na altura notário e advogado em Monção, num agradecimento por morte de seu pai, ocorrida em Setembro, escreveu a 3/11/1914: «… Aproveito também a ocasião para novamente patentear aos Ex.mos Dr.s Vitoriano Ribeiro de Figueiredo e Castro e Bernardo Salgueiro e Cunha, distintos facultativos, os sentimentos da minha eterna gratidão pela forma carinhosa e desvelada como trataram, durante a doença, meu saudoso pai, e pelos esforços que envidaram para debelar o mal que deste mundo dos vivos fez riscar mais um nome». Estavam representados três partidos nessa lista: Democrático (Afonso Costa), Evolucionista (António José de Almeida) e Católico (não republicanos): clero, nobreza e povo. Faltava a União Republicana (de Manuel Brito Camacho), por não ter expressão no concelho de Melgaço. À cabeça da lista estavam o padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, reitor de Alvaredo, e o advogado, Dr. António Augusto Durães. A lista contrária era chefiada pelo capitalista João Pires Teixeira. Por ironia do destino, e devido à agitação que pairava na capital, essas eleições foram adiadas sine die… // O Governador Civil, a 19/3/1918, visitou o concelho. Foi acompanhado pelo Dr. Vitoriano, Dr. Antonio Durães, e pelos partidários deste: Luís Vicente Rodrigues, José Barbosa Martins, padre Francisco Leandro e António Xavier de Castro, irmão do médico. Os seus adversários não lhe davam tréguas. Na Vila de Melgaço encontrava-se na altura um grupo de oito elementos da Cruz Vermelha, não havendo, entre eles, nenhum médico; no entanto fizeram o que estava ao seu alcance, dando luta sem tréguas à maldita epidemia. A maldita epidemia, talvez devido à guerra, atingiu forte o concelho de Melgaço – dias houve que muitos mortos iam para o cemitério embrulhados em lençóis, pois já não chegavam as urnas! Mesmo com a ajuda da Cruz Vermelha o Dr. Vitoriano não tinha mãos a medir; a sua força, a sua resistência, estavam a ressentir-se de tanto trabalho e sobretudo de tanto sofrimento. Criticar é fácil, mas é necessário estar no terreno, ver morrer crianças e adultos nos braços, sem nada poder remediar, pois os medicamentos também escasseavam. Por incrível que pareça, até o Dr. Manuel Pinto Magalhães, que exercia a sua atividade de médico em Melgaço, faleceu, devido à terrível febre, em 1918! Contudo, houve casos de sucesso, por exemplo a família de José Augusto Domingues “Cabanal”. // Uma carta de Penso, escrita por um tal “João do Cabo” e publicada no Jornal de Melgaço n.º 1229, de 6/12/1918, é aviltante! O ódio, um ódio cego e bruto, tenta perfurar, destruir, a imagem de um homem, que era – apenas – um ser humano como outro qualquer. // Ter receio da morte é próprio do ser inteligente, não é sinónimo de cobardia. O médico arrisca a vida, mas não cegamente. Quando há uma epidemia, sem os meios adequados para a combater, não há médicos que nos valham. Os medicamentos, as condições higiénicas, etc., são fundamentais para debelar a doença. Em uma terra do fim do mundo, sem transportes, sem estradas para as diversas freguesias, isoladas pela neve e pelo frio, como Castro Laboreiro, que havia de fazer o médico? O Dr. Vitoriano viu morrer o seu colega, Dr. Magalhães, a 19/10/1918, atacado pela febre pneumómica; era jovem, e viera para Melgaço havia pouco mais de um ano. Era generoso, entrava em todas as casas onde havia doentes com a epidemia, não se acautelou, e assim terminaram os seus dias numa cama do hospital, vítima da doença que tentara combater. O seu corpo foi levado para Felgueiras, em cujo cemitério jaz, em jazigo de família. Para o substituir veio o Dr. Manuel Dias Moreira, que continuou a luta contra essa febre maldita. O Dr. Vitoriano foi uma espécie de bode expiatório para todos os males que surgiram no concelho nessa época – os colaboradores do Jornal de Melgaço até o acusaram, a ele e ao irmão António Xavier, a quem deram a alcunha de “Furrica”, de «amancebias e escândalos públicos!» E puseram-no a ridículo, no dito jornal, quando publicaram a quadra, inspirada, segundo eles, num conselho do Xavier ao irmão: «Mano, querido mano,/escuta o que eu te digo:/mano, vai para um convento/não esperes pior castigo.» // Em sessão da Câmara Municipal de Melgaço de 6/3/1919 leu-se um seu requerimento, o qual teve a seguinte resposta: «sobre o requerimento apresentado pelo senhor Dr. Vitoriano da Glória Ribeiro de Figueiredo e Castro, concorrente ao 1.º lugar do 1.º partido deste município, foi deliberado, por proposta do vogal Nóvoas, ficar para se resolver na próxima sessão.» // Por ter atingido o limite de idade foi aposentado em 1930. Era médico municipal e subinspetor de saúde. Pelo Presidente da República foi-lhe concedido o grau de oficial da Ordem de Benemerência, que recebeu das mãos do Governador do distrito, José Ornelas Monteiro, a 10/10/1948. // Morreu na sua casa da Carvalheira a 6/8/1951. // No livro “Padre Júlio Vaz apresenta Mário”, nas páginas 93-94, lê-se: «… abnegado, prestigioso e sempre lembrado médico que fez do seu munus um verdadeiro sacerdócio.» E a seguir: «Fosse onde fosse, fizesse o tempo que fizesse, nunca ninguém, rico ou pobre, remediado ou não, adoeceu que não tivesse à cabeceira a assistência pronta do Dr. Vitoriano. E caso notável: desapegado como era dos bens deste mundo, mormente dos necessitados, jamais recebeu pelos seus serviços clínicos tanto como um ceitil cortado ao meio.» // Ainda em nossos dias há quem se lembre dele, sobretudo quando se deslocava na sua charrete, puxada por um garboso cavalo. Certo dia aconteceu-lhe mais um percalço. // Apesar de ter sido um homem generoso e uma figura grandiosa, como homem político arranjou alguns inimigos! // Com geração. // Nota: antes de ser perfilhado, era conhecido por Vitoriano Augusto Ribeiro; no assento de casamento ainda surge como filho natural de Maria Joaquina Mendes, solteira.
CASTRO, Vitorina Rosa. Filha de Francisco José Pereira de Castro e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1811. // Morreu na sua casa do Souto, a 10/2/1891, com 80 anos de idade, viúva de António José Pereira de Castro, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
FERNANDES, Guilhermina Rosa. Filha de Maria Joaquina Fernandes. Neta materna de Manuel Fernandes e de Ana Maria da Costa, todos do Pinheiro. Nasceu a 18/4/1849 e foi batizada a 22. Padrinhos: os tios maternos, Constantino e Carlota.
DIAS, Manuel Joaquim. Filho de ---------- Dias e de ----------------------------------. Nasceu por volta de 1842. // Faleceu em Pomares a --/--/1917, com 75 anos de idade.
FERNANDES, Glória de Jesus. Filha de José Maria Fernandes e de Maria Teresa Ferreira, lavradores, residentes em Penelas. N.p. de Bernardo Fernandes e de Francisca Fernandes; n.m. de António Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 19/3/1887 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Fernandes, casado, lavrador, e Ana Fernandes, casada, doméstica. // Morreu a 8/8/1889 e foi sepultada na igreja.
DIAS, Manuel Joaquim. Filho de Teresa de Jesus Dias, solteira, doméstica, de Crescente, Tui, moradora em Covelo, Paderne. Neto materno de Frutuoso Dias e de Josefa Sanches. Nasceu em Paderne a 20/7/1889 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Dias, solteiro, rural, e Ludovina Rosa Dias, solteira, doméstica. // Faleceu no lugar da Várzea a 2/8/1894.
DIAS, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Dias e de Teresa de Jesus Dias Ferreira, moradores no lugar de Queirão. Neto paterno de Francisco José Dias e de Maria (ou Rosa) Teresa Gonçalves, de Longarinha; neto materno de Manuel José Ferreira e de Maria Dias de Carvalho, de Queirão. Nasceu a 25/10/1852 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Esteves e sua filha, Maria Luísa, da Rabosa, Penso. // Proprietário. // Casou na igreja de São Paio com Felizarda, filha de Joaquim Vicente Soares Calheiros e de Francisca Trindade de Castro. // Enviuvou a 27/3/1936. // Morreu em Remoães, a 18/1/1938, na casa do genro (ver, em Remoães, Manuel Joaquim Dias), Gaspar de Oliveira Figueiredo, fiscal das “Águas de Melgaço”, e foi sepultado no cemitério de Paderne. // Em 1913 foi de novo nomeado regedor. // No 2.º semestre de 1915 foi jurado pela sua freguesia.
FERNANDES, Francisco José. Filho de António José Fernandes e de Camila Rosa de Jesus, moradores no lugar do Souto. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Pereira, do dito lugar; n.m. de António Teixeira e de Maria Teresa de Jesus, de Cristóval. Nasceu a 17/8/1849 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Francisco José Pereira e sua criada, Josefa (Ucha?). // Ferreiro. // Casou na igreja do mosteiro a 23/12/1881 com a sua conterrânea Maria Luísa de Abreu, de 28 anos de idade, solteira, residente no lugar da Várzea, filha de António Manuel de Abreu e de Maria Luísa Besteiro, rurais. Testemunhas: Luís Vicente Gomes Pinheiro, casado, proprietário, da Quinta do Barral, onde morava, Manuel António de Sousa, casado, morador no lugar do Convento, e Guilherme Cândido de Castro, solteiro, do lugar do Souto, rurais. // Morreu no lugar do Souto a --/--/1929.
FERNANDES, Francisco José. Filho de Bento José Fernandes e de Margarida Gonçalves, moradores em Sainde. N.p. de Alexandre Fernandes e de Ana Pires, de Cousso; n.m. de José Gonçalves e de Joana Gonçalves, de Sainde. Nasceu a 23/4/1836 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Domingues, solteiro, e Camila Lourenço, solteira, ambos da Cela, Cousso. // Casou na igreja de Paderne a 17/7/1859 com Maria (Joana?), filha de Manuel António Gonçalves e de (Maria Teresa?) Rodrigues, de Crastos. Testemunhas: Francisco, irmão da noiva, e António Rodrigues, casado.
DIAS, Manuel Joaquim. Filho de Francisco José Dias e de Maria Teresa Gonçalves, proprietários, padernenses. // Sobrinho do padre Manuel Dias (1790-….) // Nasceu em Paderne por volta de 1803. // Proprietário. // Morreu em Queirão, onde morava, a 25/12/1887, com 84 anos de idade, casado com Teresa de Jesus Ferreira, de Remoães, e foi sepultado na igreja. // Com geração.
FERNANDES, Francisco Manuel. Filho de António Fernandes e de Maria Rosa Ferreira. N.p. de João Fernandes e de Maria Teresa Alves, do Pinheiro; n.m. de Francisco José Ferreira e de Rosa Maria Alves, de Adeia. Nasceu a 8/2/1841 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos.
DIAS, Manuel António. Filho de António Dias e de Maria dos Remédios Vaz. Nasceu em Fontes, Paderne, a --/--/1925. // Faleceu com sete meses de vida.
DIAS, Maria. Filha de António Dias, lavrador, e de Clara Afonso, doméstica, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1824. // Morreu na sua casa de Pomares, a 3/12/1888, com 64 anos de idade, casada com Manuel António Rodrigues, e foi sepultada na igreja. // Com geração.
DIAS, Manuel José. Filho de António Manuel Dias e de Mariana Esteves, moradores em Verdelha. N.p. de Rosa Maria Dias, solteira, da Nogueira; n.m. de Agostinho Esteves e de Maria Teresa Mendes, de Verdelha, todos lavradores. Nasceu a 3/7/1867 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António José Gonçalves e esposa, Maria Joaquina Afonso, de Baratas, São Paio. // Faleceu em 1869.