GAMA, Amado. Filho de Maria Joaquina de Sousa Gama e de Manuel Caetano Ferreira Domingues, ela solteira e ele viúvo. Neto paterno de Manuel Luís Domingues e de Vicência Rosa Ferreira; neto materno de Francisca de Puga, de Arbo, Galiza. Nasceu em Alvaredo a 18/8/1858 e foi batizado na igreja local cinco dias depois. Padrinhos: Basílio Gil de Real, de São Cristóvão de Mourentão, e Maria Benedita, de Cetados, Galiza, solteiros. Proprietário. // Casou a 27/4/1902 (!) com Maria de Nazaré, filha de António Gregório e de Maria Antónia, naturais da freguesia de Moreira de Rei, Trancoso. // Militava, ou era simpatizante do Partido Republicano Português. // Fez parte de uma lista de vereadores substitutos para concorrer às eleições administrativas de 4/11/1917. // No Jornal de Melgaço, diz-se que moveu uma ação contra Aires José de Sousa Lobato, viúvo, lavrador, de Rabosa, Penso, e ainda Joaquim, Bento, Lucrécia e Eulália Gaia Torres, os três primeiros menores púberes, a última impúbere, e todos quatro representados por sua mãe, Maria das Dores Gaia Torres, solteira, lavradora, do lugar de Felgueiras, Penso. // No Jornal de Melgaço, lá vinha novamente o anúncio, com éditos de 45 dias, a citar os interessados. // Em 1930 deu 5$00 para a Santa Casa da Misericórdia (campanha para o hospital). // Morreu no lugar do Maninho, freguesia de Alvaredo, a 7/4/1931. // A sua viúva finou-se também no Maninho a 5/6/1939, com 69 anos de idade (ver em Nazaré Gregório). // Com geração. // Nota: além dos filhos abaixo indicados, o casal teve também um menino, nascido a 24/1/1906, que foi batizado em casa, e falecendo logo a seguir não lhe atribuíram um nome.