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TEIXEIRA, José (?) Luís. // Constava que nascera em Alvaredo. // Faleceu na Vila de Melgaço, a 1/6/1844, na casa de Francisco Pereira, viúvo, e foi sepultado na igreja matriz com ofício que lhe mandou fazer, por esmola, António Máximo [Gomes de Abreu], solteiro. // Era viúvo; a sua mulher aparecera morta em Paços, onde estava internada, segundo se dizia.
TEIXEIRA, José Joaquim. Filho de Maria Florinda Teixeira. N.m. de Maria Francisca Teixeira, solteira. Nasceu na Vila a 15/11/1845 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinho: José Dionísio, sargento de tropas, casado na Vila de Melgaço. // Faleceu a 1/3/1866, intramuros, com apenas 20 anos de idade, solteiro, e foi sepultado na igreja matriz.
TEIXEIRA, Josefa Caetana. // Morou na Vila de Melgaço. // Aí faleceu, a 8 de Setembro de 1841; foi sepultada na igreja matriz no dia seguinte.
TEIXEIRA, José Manuel. Filho de João Manuel Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa. Neto paterno do padre Manuel de Araújo Teixeira, natural da Vila, e de Benta Maria Araújo, natural de Chaviães; neto materno de Lourenço Domingues, natural de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, natural da Vila. Nasceu a 27/3/1793 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Daniel Torres Salgado e Maria Joaquina, melgacenses.
TEIXEIRA, Maria Florinda. Filha de Maria Teixeira. Nasceu em SMP por volta de 1822. // Faleceu a 5/12/1873, na sua casa, perto da Misericórdia, com 51 anos de idade, casada com José Dias, e foi sepultada na igreja matriz. // Não deixou filhos.
TEIXEIRA, Maria Francisca. Filha de Matias Manuel Teixeira e de Maria Rosa Gonçalves, moradores intramuros. Neta paterna de António Teixeira, de Canavezes, e Bernarda da Silva, de Melgaço; neta materna de José Gonçalves e de Joana Fernandes, naturais de São Veríssimo de Cela Nova, Ourense. Nasceu a 8/11/1801 e nesse dia foi batizada em casa por Maria Francisca Velha, por pensarem que a criança corria risco de vida; recebeu os santos óleos na igreja dois dias depois. Padrinhos: Nicolau e Cosme e sua mulher, Maria Francisca, moradores em Melgaço. // Em 1845 estava solteira e morava na Rua de Baixo. Nesse ano «deixou a José Manuel Gonçalves, de Entre Portas, a quantia de setenta e sete mil réis, e não tendo dinheiro para lhe pagar e muito menos ainda para satisfazer os legados de seu tio Pedro Bento de Mugueimes, vendeu àquele o Cerrado de Marrocos com uma casa dentro, mas obrigou-o a pagar os referidos legados e um era entregar trinta mil réis a “Nossa Senhora das Dores que está à Portaria do extinto convento desta vila para ajuda de lhe fazer um nicho de madeira com sua pintura aonde chegar.” // Nota: deve ser a mesma senhora que morou intramuros e faleceu solteira, a 19/5/1856, tendo sido sepultada na igreja matriz com ofício de 16 padres, pago pela Confraria das Almas, de que era irmã; tinha a alcunha de “Pena Suga”.
TEIXEIRA, Maria Joaquina. // Morou na Calçada, SMP. // Faleceu solteira, a 20/12/1830; foi amortalhada com hábito de freira e sepultada na igreja matriz com ofício de corpo presente de 20 padres.
TEIXEIRA, Sebastião António. Filho de Jerónimo Teixeira e de Isabel de Araújo. Neto paterno do capitão Jerónimo Teixeira e de Maria Rodrigues; neto materno de Manuel Esteves da Costa e de Isabel de Araújo. Nasceu no século XVIII, depois de 1716, ano em que os seus pais casaram. // Lê-se «Por causa da honra e virgindade de Maria Rosa de Araújo, solteira, da Vila, foi querelado no tribunal de Melgaço, mas a moça lhe perdoou a ofensa no dia 23/4/1754 (confirmar, se possível, o ano de 1754).
TEIXEIRA, Pedro Alberto. Filho de José Luís Teixeira, porteiro na Vila de Melgaço, e de Maria Luísa Domingues. N.p. de António Teixeira e de Maria Joana Domingues, de Alvaredo; n.m. de António José Domingues e de Maria Benta Pires, de Cristóval. Nasceu na Vila a 14/9/1822 e foi batizado pelo padre Carlos Domingues. Padrinhos: Pedro de Sousa e Castro e sua mãe, Ana José de Castro, viúva, lisboeta, residente na Vila de Melgaço. Testemunhas: Manuel de Sá Vilarinho, caixeiro de Francisco José Pereira, e António Máximo Gomes de Abreu. // Proprietário. // Casou na igreja de SMP a 29/5/1850 com Maria da Natividade Rodrigues, viúva de Manuel de Jesus Puga, moradores no Campo da Feira de Dentro, extramuros. Testemunhas: João Correia dos Santos Lima, negociante na Vila, frei António de Santa Isabel Monteiro, e António Máximo Gomes de Abreu, proprietário. // A sua esposa finou-se a 6/3/1886, com 68 anos de idade. // Ele faleceu a 10/2/1888, no Campo da Feira de Fora, Vila, e foi sepultado no cemitério público. // Deixou filhos.
TEIXEIRA, Paulina Perfeita. Filha de Pedro Alberto Teixeira e de Maria da Natividade Rodrigues, moradores no CFF, Vila. Neta paterna de José Luís Teixeira (antigo porteiro na Vila de Melgaço) e de Maria Luísa Domingues; neta materna de (?). Nasceu a 8/4/1853 e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: a sua avó materna e João António Gonçalves, cunhado da mãe da neófita.
TEIXEIRA, Palmira. Filha de João Manuel Pires Teixeira, de Melgaço, emigrante no Brasil, e de Ursulina Lopes da Silva, brasileira. N.p. de Teresa Pires Teixeira; n.m. de Bernardina Maria de Jesus. Nasceu em ----------, a 25/3/1883. // Casou com Fernando C. Araújo. // Faleceu no Porto a 31/1/1975, com 92 anos de idade.
TEIXEIRA, Maria Ventura. Filha de João Manuel Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa. N.p. do padre Manuel Nunes de Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria Araújo, solteira, de Chaviães; n.m. de Lourenço Domingues, de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, da Vila. Nasceu a 13/11/1790 e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Jerónimo José Gomes Magalhães e a Senhora do Rosário.
TEIXEIRA, Maria Joaquina Clara. Filha de António José Teixeira (Viana) e de Juliana Maria Fernandes, moradores na Vila de Melgaço. Neta paterna de Manuel Teixeira Azevedo e de Maria Benta, residentes em Santa Maria Maior, Viana do Castelo; neta materna de Tiago Fernandes e de Rosa Maria, de Barreiros, Santa Maria de Coura. Nasceu a 12/7/1781 e foi batizada na igreja de SMP a 14 desse mês e ano. Padrinhos: João António de Araújo e Maria Joaquina Clara [de Macedo], solteiros, moradores na Vila. Testemunhas: Gonçalo de Carvalho, condestável da Vila de Melgaço, e Luís António Pinheiro de Macedo.
TEIXEIRA, Maria Joaquina. // Morou no Campo da Feira de Dentro, SMP. // Faleceu solteira, a 18/8/1833; foi amortalhada em hábito de freira e sepultada na igreja matriz com ofício de corpo presente de dez padres.
TEIXEIRA, Teresa de Jesus. Filha de ---------- Teixeira e de -----------------------------. Nasceu por volta de 1861. // Faleceu na vila de Melgaço a 23/11/1948, com oitenta e sete anos de idade.
TELES, Frederico João. // Alferes do Regimento de Infantaria n.º 8. // Morreu no estado de viúvo, a 30/4/1876, com 47 anos de idade, na Rua Direita, Vila de Melgaço, em casa de Luís Manuel Rodrigues, e foi sepultado na igreja do convento de Santo António, sito nas Carvalhiças, SMP. // Deixou filhos.
TEIXEIRA, Teotónio da Rocha (Padre). // Faleceu na Vila a 5/1/1727.
TEIXEIRA, Teresa. Filha de José Teixeira e de Maria Pires, galegos, do bispado de Ourense. Nasceu em Molon, bispado de Ourense, a --/--/1831. // Faleceu na Rua da Calçada, Vila de Melgaço, a 25/2/1901, com 70 anos de idade, com todos os sacramentos, solteira, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério municipal.
TEIXEIRA, Antónia Luísa. Filha de Matias Manuel Teixeira e de Maria Rosa Gonçalves, moradores no Carvalho, intramuros. N.p. de António Teixeira e de Bernarda Silva, residentes intramuros; n.m. de José Gonçalves e de Joana Fernandes, de S. Veríssimo de Cela Nova, Ourense. Nasceu a 28/2/1806 e foi batizada na igreja de SMP a 2 de Março desse ano. Padrinhos: João Manuel Rodrigues e Antónia Luísa, da Vila de Melgaço.
TEIXEIRA, Antónia Caetana. Filha de João Manuel de Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa, moradores na Rua Direita. Neta paterna do padre Manuel Nunes de Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria de Araújo, solteira, do lugar da Corveira, Chaviães; neta materna de Lourenço Domingues, de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, da Vila. Nasceu a 18/2/1787 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre António Manuel Caetano Abreu Soares, tesoureiro-mor na Colegiada de Santo Estêvão da Vila de Valença, o qual serviu de padrinho.
TEIXEIRA, António Manuel. // Morou no Campo da Feira de Fora, casado com Joana de Sousa e Gama. // Faleceu na Vila a 24/1/1806.
TEIXEIRA, António José. Filho de António Teixeira, soldado infante, e de Bernarda da Silva (*), moradores na Rua da Misericórdia, Vila. Neto paterno de António Teixeira e de Brázia Rodrigues, de São Nicolau da vila de Cambeses, comarca de Guimarães; neto materno de Manuel da Silva Soares, solteiro, residente na Rua da Misericórdia, e de Maria Rodrigues, solteira, de Alveios, Tui. Nasceu a 12/6/1777 e foi batizado três dias depois. Padrinhos: António José Araújo Pereira, escrivão na Vila, e Jerónima da Silva, solteira, filha de Matias da Silva Soares, solteiro, escrivão da Câmara Municipal de Melgaço, e de Caetana Maria de Figueiroa, solteira, da Vila. // Morou na Rua de Baixo, intramuros. // Faleceu solteiro, a 13/4/1844, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de corpo presente. // Fizera testamento. /// (*) Bernarda da Silva faleceu no estado de viúva, a 20/4/1819; morava então na Rua de Baixo.
TEIXEIRA, Artur. Filho de João Manuel Pires Teixeira, melgacense, e de Ursulina Lopes da Silva, brasileira. Neto paterno de Teresa Pires Teixeira; neto materno de Bernardina Maria de Jesus. Nasceu em -------------, a 16/2/18-- (*). // Viveu grande parte da sua vida no Brasil, continuando os negócios de seu pai. // Segundo oCorreio de Melgaço ele era «chefe de uma das mais importantes casas comerciais…» // Em 1907 veio passar uns dias a Melgaço. // A 13/4/1908 inaugurou o seu novo estabelecimento de sapataria, situado na Rua de Santo António, cidade de Pará, Brasil. // Casou com Alzira Rodrigues. // Em 1914 tencionava regressar a Pará, acompanhado de seu pai, e de sua irmã Palmira; estava na Suíça «em procura de melhoras à sua saúde bastante alterada». // Em finais de 1915 ia sendo morto a tiro, no Mosqueiro, por Mário Rocha, solicitador. // Esse Mário Rocha, que assassinara Filinto Elísio, e atentara contra a vida de Artur, foi condenado a sete anos de prisão. // A 16/2/1916, dia do seu aniversário, o seu tio José Joaquim Marques ofereceu-lhe «um esplendoroso baile». // Pode ler-se: «do “corso” de terça-feira de entrudo destacava-se o automóvel do senhor Artur Pires Teixeira, armado em florido caramanchão de apurado gosto…» // «Acha-se na direção da Empresa Funerária desta capital (Pará), como seu diretor, o nosso ilustre amigo, senhor APT. Por tão acertadíssima distinção, temos o maior prazer em registar esta notícia, transmitindo àquele ilustre amigo os nossos mais sinceros parabéns.» // Morreu a 10/5/1961. // Com geração. /// (*) diz-se que ele nasceu no dia 9 de Fevereiro.
TEIXEIRA, António Manuel. Filho de Teresa Pires Teixeira, solteira, proprietária. Nasceu por volta de 1862. // Deve ter sido emigrante. // Proprietário. // Tinha 42 anos de idade, era solteiro, capitalista, quando casou na igreja de SMP a 14/7/1904, com Emerenciana Preciosa, de 25 anos de idade, solteira, proprietária, filha do Dr. Francisco Luís Rodrigues Passos, médico, e de Ludovina Rosa Monteiro de Vasconcelos Mourão. Testemunhas: Aníbal de Vasconcelos Mourão Passos, irmão da noiva, e Gaspar Eduardo de Almeida e esposa. // Faleceu a 4/2/1907, na sua casa da Rua da Calçada, sem sacramentos, sem testamento, com 50 (!) anos de idade, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // A sua viúva finou-se a 7/12/1952. // Com geração.
TEIXEIRA, Bernardo António (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1748 a 1750. // Exerceu também o cargo de provedor da SCMM, tomando posse a 2/7/1750, dia de festa.
TEIXEIRA, Artur. Filho de António Manuel Pires Teixeira e de Emerenciana Preciosa Vasconcelos Mourão Passos, proprietários. Neto paterno de Teresa Pires Teixeira, solteira; neto materno do Dr. Francisco Luís Rodrigues Passos e de Ludovina Rosa Monteiro de Vasconcelos Mourão. Nasceu na Vila de Melgaço a 30/4/1905 e foi batizado a 17 de Outubro desse ano. Padrinhos: Artur Pires Teixeira e Palmira Pires Teixeira, solteiros, proprietários, primos do batizando. // Quanto a estudos, não sei se ultrapassou a 4.ª classe (2.º grau), a qual fez no Porto em Julho ou Agosto de 1917, com distinção. // Em 1935 era sócio da firma Júlio Esteves & C.ª, com sede na Vila. // Foi dono de uns armazéns na Calçada, aos quais o professor Ribeiro da Silva lhe dedicou uma das suas gazetilhas, com o título “Os Armazéns da Garage”. Nesse local teve a sua sede a empresa de transportes “Auto Viação Melgaço”, da qual ele era sócio. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 17, e a 18/10/1937 na capela de Golães, com Laura da Conceição, filha de José Esteves (Cabana), “capitalista” no Rio de Janeiro, e de Rosa Alves Salgado. Padrinhos do noivo: Palmira Pires Teixeira e Vitorino Esteves (Cabana). Padrinhos da noiva: a sua mãe e Ursulina Lopes da Silva Teixeira. Passaram a lua-de-mel no Porto e no Buçaco. // Logo depois do casamento, a 24/10/1937, uns miúdos arrombaram uma das portas dos sobreditos armazéns e dali furtaram três garrafas de vinho do Porto e vários maços de tabaco, no valor aproximado de 300$00. O jornal não revelou o nome dos larápios, tendo em conta a sua pouca idade . // Abraçou com ambas as mãos o regime corporativista. // Em 1937 chegou a ser vogal do Conselho do Município. // Em 1938, além de comerciante era também correspondente bancário no concelho, abrindo uma Casa de Câmbios, muita ativa até à década de sessenta, altura em que começaram a aparecer em Melgaço as agências bancárias. // Consta que durante a II Guerra Mundial, juntamente com outros, forneceu volfrâmio aos alemães, através da Espanha franquista. Lê-se : {o DN sabe que Artur Teixeira, de Melgaço, e entretanto falecido, seria um dos líderes, ou mesmo o cabecilha, da quadrilha, confirmando a informação dos serviços secretos americanos que, em 1945, o referenciavam como membro de uma «sociedade de contrabando»}. Devido ao facto de Salazar se ter mantido no poder, ele e muitos mais nunca foram castigados. // Apesar do seu muito dinheiro era considerado um forreta. Na ocasião dos reis, os rapazes da Vila iam-lhe cantar à porta, mas fazia de conta que não os ouvia, só para não dar uma simples moeda. Os miúdos, depois de uma longa espera, gritavam: «esta casa cheira a unto, morreu aqui um defunto», e retiravam-se pacificamente, com receio de que ele lhes acirrasse o cão. // Em reunião da Câmara Municipal de Melgaço de 21/4/1952, foi presente o processo com o respetivo auto de vistoria referente ao pedido que ele fizera para lhe ser concedida licença para habitar o seu prédio recentemente construído na Rua da Calçada. Parecer da Câmara: «passe-se a respetiva licença.» // A 14/6/1955 assinou, juntamente com outros, um requerimento onde se pedia ao ministro da Justiça para castigar, afastando-o de Melgaço, o Dr. José Joaquim de Abreu, pelas suas manifestas insolências e abusos. O advogado respondeu-lhes à letra. Em outro livro publicado pelo Dr. Abreu, “Vil perseguição a um advogado por um delegado do Ministério Público”, publicado em 1955, pode ler-se, referindo-se a Artur Teixeira: «Só favores, me devia. A título de exemplo: em 1941, vendo-o muito aflito com falta de dinheiro, emprestei-lhe, sem qualquer garantia, trinta contos. Mas deve-me maiores favores.» «Escolas da Vila. Assistência escolar. Quase ninguém, além dos respetivos serviços, se apercebe das dificuldades com que se luta nas nossas escolas para que todos os alunos tenham o preciso – o mínimo indispensável – em ordem a não notarem diferenças entre ricos, pobres e remediados. A caixa escolar (que vive com pouco mais do que as modestíssimas quotas dos alunos) despendeu no decurso deste ano largas centenas de escudos – já ultrapassa os dois milhares – no fornecimento de batas e de livros, e de outros artigos escolares aos alunos mais desamparados da fortuna. Lutava, por isso, com um déficite de algumas centenas de escudos. Tal facto chegou ao conhecimento de alguém a quem a fortuna não consegue cegar e foi o bastante para que, espontaneamente, me dissesse ficar à minha disposição, para saldar o déficite da caixa escolar, a quantia de 500$00. Foi isto no memorável dia da inauguração da nossa linda escola. Há dois dias, pesaroso por ter apenas prometido 500$00, o senhor Artur Teixeira entregou-me mil escudos para a caixa escolar, com a condição expressa de eu nada dizer do facto. Atos destes não podem esconder-se e, por isso, com os sinceros agradecimentos da Caixa Escolar e das crianças suas protegidas, aqui o relato para que o nobre exemplo seja imitado. Em breve me ocuparei da “Cantina Escolar”. Até lá, e mais uma vez, muito obrigado, senhor Artur Teixeira.» // Ascensão Afonso. «Mais uma prova. Em Junho do ano findo o senhor Artur Teixeira ofereceu espontaneamente à Caixa Escolar das escolas desta Vila a quantia de mil escudos. Há dias quis ter novamente a bondade de – também sem ninguém lho pedir – entregar mais quinhentos escudos à mesma Caixa Escolar. Com esses quinhentos escudos calçaram-se no dia de São Braz nove crianças das nossas escolas, aquelas que se apresentavam em piores condições. E que contentes elas ficaram com as suas botas novas! Bem-haja, e desculpe, senhor Teixeira!» Morreu na sua casa da Calçada, por ele mandada construir, com oitenta e cinco anos de idade, a 24/10/1990, realizando-se o seu funeral num dia de chuva. // A sua viúva finou-se depois de 1996. // Com geração.
TEIXEIRA, Deolinda. Filha de ----------- Teixeira e de ---------------------------------------. Nasceu em ------------, por volta de 1920. // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a --/--/1937, com 17 anos de idade.
TEIXEIRA, Caetana Luísa. Filha de João Manuel de Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa e Gama, moradores na Rua Direita. Neta paterna do padre Manuel Nunes Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria Araújo, solteira, da Corveira, Chaviães; neta materna de Lourenço Domingues, de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, da Vila. Nasceu a 8/8/1783 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Dr. Luís Soares Calheiros, solteiro, e Caetana Josefa de Sousa, solteira, da Vila. Testemunhas: José Gomes, mordomo, e padre Caetano José Abreu Cunha Araújo.
TEIXEIRA, Francisco (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1700 a 1702. // Era cavaleiro professo na Ordem de Cristo. // Usava também o nome de Francisco de Sousa Teixeira.
TEIXEIRA, João Batista. Filho de João Manuel de Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa, moradores na Rua Direita. Neto paterno do padre Manuel Nunes Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria Araújo, solteira, de Chaviães; neto materno de Lourenço Domingues, de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, da Vila. Nasceu a 10/6/1785 e foi batizado na igreja de SMP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Pedro Rodrigues de Sousa, de Chaviães, e Caetana Maria Nunes, solteira, da Vila.
TEIXEIRA, João António. // Morreu na vila de Melgaço a 7/7/1948, com 78 anos de idade. O seu funeral realizou-se no dia seguinte. // Era pai de Ana da Graça, esposa de Emiliano Igrejas, alfaiate e taxista.
TEIXEIRA, Jerónimo. // Em 1689 era depositário dos bens de raiz. // Em 1712 era vereador e juiz pela ordenação.
TEIXEIRA, Francisco Caetano. Filho de João Manuel de Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa, moradores na Vila. Neto paterno do padre Manuel Nunes de Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria de Araújo, de Corveira, Chaviães; neto materno de Maria Josefa de Sousa, da Vila, e de Lourenço Gomes, do lugar das Lages, Penso. Nasceu a 3/10/1779 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e Maria Josefa de Sousa, da Vila.
TEIXEIRA, João da Mata. Filho de Carlota Teixeira, de Valença. // A 10 de Fevereiro de 1875, seriam onze horas da noite, alguém o colocou à porta de Manuel Joaquim de Carvalho, morador no Escuredo, Chaviães; aparentava ter três a quatro dias de idade. // O regedor dessa freguesia mandou-o levar à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 300. // No dia 11 o pároco da Vila batizou-o; teve por padrinhos Ilídio Vitorino de Sousa, alfaiate, e Teresa de Jesus Rodrigues, solteiros, de intramuros. // Após o batismo foi entregue à ama-de-leite, Francisca Rita Vieites, de Covelo, Paderne. // A 17/6/1875 as autoridades de Melgaço entregaram-no à mãe, não lhe exigindo as despesas feitas em virtude dela ser pobre.
TEIXEIRA, João Manuel. Filho de Teresa Pires Teixeira, galega, solteira, moradora no Campo da Feira de Dentro, Vila, e de João Manuel Domingues Marques, solteiro, natural de Remoães. Neto materno de José Teixeira e de Maria Pires, da freguesia de Molon, bispado de Ourense; neto paterno de Maria Benta Marques. Nasceu a 26/7/1858 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado veterano, e Ermelinda Rosa Rodrigues, da Vila. // Ainda novo emigrou para o Brasil, instalando-se em Pará, onde conseguiu na sua atividade comercial arranjar uma razoável fortuna. // Casou na década de oitenta do século XIX com Ursulina Lopes da Silva, nascida por volta de 1865 em Belém de Pará, Brasil, filha de Bernardina Maria de Jesus. // A partir de certa altura começou a vir a Melgaço com alguma regularidade. Mandou sobradar à sua custa a capela da Orada, além de outras melhorias. // A 3/7/1898 dotou a expensas suas o lugar das Carvalhiças com um fontanário público e um tanque para lavar roupa, o qual esteve ativo até à década de setenta do século XX. // Meteu-se nos negócios das águas minerais do Peso. // A 8/12/1903 comprou à porta do tribunal a Francisco Joaquim Lobato, de Riba de Mouro, e a sua mulher, Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, de Paderne, Melgaço, uma casa (e campos anexos) na Rua da Calçada, a qual mandou reconstruir e ampliar, casa essa que anos mais tarde pertenceu a Miguel Pereira (Macarrão). // Meteu-se na política, tomando posse de presidente da Comissão Executiva da Câmara Municipal a 2/1/1908; o vice-presidente era o padre Manuel Bento Gomes. Substituía no cargo a José de Sá Sotomaior, mas teve de lhe devolver o lugar logo após o regicídio. // Até 1910 foi regenerador; depois da queda da monarquia passou a ser republicano, tomando posse de presidente da Comissão Republicana a 10/10/1910. A 12/6/1912 eram seus assistentes (vereadores): Justiniano António Esteves, António Evangelista Pereira, e Aurélio A. Azevedo.// De 1912 a 1914 foi secretário da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // A 30/11/1913 houve eleições camarárias e ele, como independente, ganhou-as com a vantagem de 111 votos; o seu adversário político, Hermenegildo José Solheiro, conseguiu eleger dois vereadores, salvo erro. // A 30/5/1916 lançou uma nova carreira de autocarros (auto-onibus) entre Melgaço e Monção. // Pode ler-se: «João Pires Teixeira comprou aos herdeiros de José de Sá Sotomaior a propriedade da Folia, em domínio público, como livre e alodial. Essa propriedade, porém, e sabiam-no bem tanto o comprador como os vendedores, não era livre e alodial, por isso que estava aforada por escritura de 1837 à família de Manuel Esteves. Para não se deixarem expoliar daquilo que legalmente lhes pertencia, vieram aquele Manuel José Esteves e mulher embargar de terceiro, protestando contra a venda, embargos que foram distribuídos ao escrivão Monteiro…»// A 4/11/1917 houve eleições administrativas, que a sua lista venceu . Tomou posse de presidente a 2/1/1918. Com a revolução de Dezembro de 1917, chefiada por Sidónio Pais, é nomeada uma Comissão Administrativa para o substituir, a qual durará até à queda do ditador. // Na qualidade de gerente da «Empresa das Águas Minerais de Melgaço» apresenta queixa ao juiz de direito da comarca contra a Comissão Administrativa, presidida pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, a qual dera instruções a Alberto Manuel Gomes, casado, da Folia, Remoães, para apreender seis caixotes que continham garrafas de água da dita empresa . // Em 1919 toma novamente posse como responsável camarário; o seu vice-presidente continua a ser Frederico José de Puga. // A última vez a tomar posse, por ter ganho as eleições, ocorreu em 1923. // Durante a sua presidência construiu-se o matadouro e o lavadouro municipais, além de outras pequenas obras. // Em 1930, já com 72 anos de idade, em plena ditadura militar, expropriaram-lhe o Campo da Vinha (Sulcalcos do Rio do Porto), sendo requerente a Câmara Municipal de Melgaço, à frente da qual se encontrava Hermenegildo José Solheiro, nomeado pelos militantes em 1926. Nesse terreno foram construídos os novos Paços do Concelho. «Por este juízo e cartório do 1.º ofício no processo de expropriação por utilidade pública do prédio Campo da Vinha, ou Sucalcos do Rio do Porto, em que é requerente a Câmara Municipal e requerido João Pires Teixeira, solteiro, maior, proprietário, desta Vila, correm editos de trinta dias citando quaisquer interessados incertos para no prazo de vinte dias após a 2.ª publicação deste, reclamarem o que lhes possa pertencer na indemnização depositada. Verifiquei: o Juiz de Direito, Carlos Saavedra. // O escrivão do 1.º ofício, João Afonso.» «Agradecimento. A todas as pessoas, umas pelo obséquio de me visitarem e outras pelo incómodo de mandar pedir informações do meu estado de saúde, durante a minha longa e grande enfermidade de que fui atingido, venho, por este meio, manifestar a minha gratidão e agradecimento pela amabilidade com que para comigo se dignaram praticar.» JPT Morreu no Porto a 27/10/1932 «A parca, com a sua fouce roçadoura arrebatou do número dos vivos, no dia 27/10/1932, pelas catorze horas, este ilustre melgacense. Apesar de há bastante tempo estar doente, com algumas alternativas de melhoras, não se esperava um desenlace tão prematuro, pois não era um velho (!) e os 74 anos que completou não os demonstrava, pois era um combativo enérgico. No concelho de Melgaço não havia ninguém que não conhecesse JPT. E, fora daqui, o seu nome circulava por muitas terras de Portugal e Brasil. Não cabe num modesto artigo de jornal biografar o que foi o extinto, pois tendo falecido na quinta-feira e realizando-se o seu funeral na sexta [da parte da tarde] não houve, pois, tempo, nem a serenidade precisa para se descrever o que tanto fez. Limitamos-nos por isso, neste assunto, a descrever o seu funeral, deixando para mais tarde as referências que [merece.] // Estando destinado o seu funeral para as dezasseis horas de sexta-feira, durante o dia foi uma romaria à sua casa da Calçada. À hora do saimento a Rua Nova de Melo e residência achavam-se apinhadas de povo, tendo vindo muitas pessoas de Monção, Arcos, etc. // Desde os mais elevados magistrados judiciais - incluindo os do Supremo Tribunal –, funcionários, e todas as classes sociais melgacenses ao povo humilde (incluindo crianças das escolas), tudo ali estava para o acompanhar à sua última jazida. Entre a numerosa assis
TEIXEIRA, João José. Filho de Matias Manuel Teixeira e de Maria Rosa Gonçalves, moradores intramuros. N.p. de António Teixeira e de Bernarda da Silva, de Melgaço; n.m. de José Gonçalves e de Joana Fernandes, de São Veríssimo de Cela Nova, Ourense. Nasceu a 11/3/1804 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: João Manuel da Costa Pinto e Josefa Luísa Gomes, solteiros, melgacenses.
TEIXEIRA, Joaquim José. Filho de João Manuel Araújo Teixeira e de Maria Vitória de Sousa, moradores intramuros. N.p. do padre Manuel Nunes de Araújo Teixeira, da Vila, e de Benta Maria de Araújo, solteira, de Chaviães; n.m. de Lourenço Domingues, de Penso, e de Maria Josefa de Sousa, da Vila. Nasceu a 26/11/1788 e foi batizado na igreja de SMP nesse mesmo dia. Padrinho: o padre batizante. // Nota: o padre Francisco Xavier Torres Salgado, batizante, fez por escrito a seguinte declaração: «declaro que lhe pus neste assento o nome do avô paterno pelo pai do batizando me mostrar a perfilhação que tinha de Sua Majestade.»
TEIXEIRA, José Augusto. Filho de Pedro Alberto Teixeira e de Maria da Natividade Rodrigues, moradores na Vila. N.p. de José Luís Teixeira e de Maria Luísa Domingues; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa de Abreu. Nasceu na Vila a 2/3/1851 e foi batizado a 7 desse mês. Padrinho: Adriano Cândido de Puga, irmão (pela parte da mãe) do batizando. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, escriturário da Fazenda em Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 21/4/1889 com Teresa de Jesus, de 29 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Luís Manuel Rodrigues e de Carlota Joaquina de Sousa, moradores na Vila. Testemunhas: Manuel de Jesus Puga, casado, recebedor da comarca, irmão (pela parte da mãe) do noivo, e José Cândido Gomes de Abreu, solteiro. // Em 1907 foi transferido de Famalicão, onde era 1.º aspirante da Fazenda, para idêntico lugar em Gaia; no mesmo ano mudou-se para os Arcos de Valdevez. // Em 1912 regressou a Melgaço a fim de substituir Tito José Cerqueira, aspirante de Finanças, que fora colocado em Monção. // Em Janeiro de 1918 foi-lhe dada posse pelo administrador do concelho como membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal, em virtude da Câmara eleita ter sido suspensa pelo Governador Civil, em nome do governo de Sidónio Pais. // Faleceu no lugar de Reiriz, Troviscoso, Monção, a 6/7/1918, mas foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. «Sucumbiu aos estragos de uma úlcera gástrica».
VAZ, Paulo. // Em 1624, e apesar de analfabeto, era vereador mais velho e juiz pela ordenação em Melgaço.
VAZ (ou Vasques), Maria Vitória. // Casou com João de Almeida. // Moraram na Vila de Melgaço, intramuros. // Faleceu no estado de viúva, e pobre, a 4 de Março de 1823. // Com geração.
VAZ, Maria Rosa. Filha de Ana Vaz. Nasceu em Santa Eulália, Valadares, por volta de 1858. // Faleceu na Vila de Melgaço, onde morava, a 18/1/1918, com sessenta anos de idade, no estado de solteira.
VAZ, Maria José. Filha de Francisco de Jesus Vaz, oficial de diligências, e de Belmira de Jesus Pires, taberneira. N.p. de Joaquim António Vaz e de Maria da Encarnação Raimundo; n.m. de Angelina Rosa Pires. Nasceu na Vila a 27/9/1927 e foi batizada a 23 de Outubro desse ano. Padrinhos: José Carvalho e Maria do Resgate. // Faleceu na Vila a 26/4/1929, com apenas dezoito meses de idade.
VELHO, Adelino Manuel (Xô-Mula). Filho de Carlos Augusto da Costa Velho, natural da Vila, e de Angelina Crispim, natural de Rouças, lavradores. Neto paterno de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves; neto materno de João Manuel Crispim e de Maria Joaquina Rodrigues. Nasceu no lugar da Pigarra, SMP, a 28/5/1903 e foi batizado na igreja de SMP a 1 de Junho desse ano. Padrinhos: Manuel Joaquim da Lama e Maria Estrela de Oliveira, lavradores, residentes no lugar dos Chãos. // A 12/7/1916 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo um «bem». // Casou na CRCM a 14/2/1927 com Rosa de Jesus, nascida em Paderne em 1906, filha de Damião José da Rocha e de Maria da Conceição Cerqueira. // Faleceu na freguesia de São Jorge de Arroios, Lisboa, a 12/10/1981. // Com geração.
VELHA, José Maria. Filho de Nicolau Pena Velha e de Bernarda Rodrigues, de Bilhermide, Benavente, Galiza, moradores em Melgaço. Nasceu em Prado (!) a 20/4/1790 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado, com licença do padre Francisco Manuel Pereira da Gama, vigário colado da freguesia de Prado. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e sua esposa, Maria Teresa de Sousa e Gama.
VELHA, Clara Joaquina. Filha de Nicolau Pena Velha e de Bernarda Rodrigues, de Bilhermide, Benavente, Galiza, moradores nas Carvalhiças. Nasceu a 13/7/1797 e foi batizada na igreja de SMP a 16 desse mês. Padrinhos: Francisco Ventura da Silva e Felícia Maria Marques, melgacenses.
VELHA, António José. Filho de Nicolau Pena Velha e de Bernarda Rodrigues, de Bilhermide (S. Salvador), bispado de Benavente, Galiza, moradores nas Carvalhiças, Vila de Melgaço. N.p. de José Pena Velha e de Josefa Gonçalves; n.m. de José Gonçalves Rubinas e de Ângela Rodrigues, todos galegos. Nasceu a 1/9/1787 e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. // Padrinho: Francisco António Pereira da Gama.
VAZ, Rosa Maria. Filha de Manuel Vaz e de Isabel Quintela, moradores na Rua de Baixo, Vila. N.p. de António Vaz e de Francisca (Feijó?), do lugar da Fonte, São Cipriam de Padrenda, jurisdição de Milmanda, Tui; n.m. de João Barreiro e de Isabel Quintela, solteira, da Jugaria, Fiães. Nasceu a 16/4/1759 e foi batizada na igreja de SMP a 19 desse mês pelo padre Manuel António Pinheiro de Figueiroa, de Rouças. Padrinhos: padre Jácome Fernandes Lobo, pároco da Vila, e Rosa Maria Teresa, da Quinta de Cavaleiros, Rouças.
VAZ, Rosa. Filha de ---------- Vaz e de -----------------. Nasceu por volta de 1837. // Faleceu na Vila a --/--/1912, com 75 anos de idade.
SOUTO, Carlos José. Filho de Adelaide Joaquina do Souto, solteira, natural de Paços, moradora na Vila. Neto materno de Maria Francisca do Souto. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 6/11/1873, e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Celestino Sousa, mordomo da igreja, e Maria Teresa de Jesus, solteira, ambos da Vila. // Casou na igreja de Paços a 28/10/1895 com Francisca, de 21 anos de idade, natural daquela freguesia de Melgaço, filha de Manuel Joaquim Douteiro e de Maria Pires. // Faleceu na dita freguesia de Paços, a 20/1/1956. // Com geração (ver em Paços).
SOUTO, Manuel Lourenço (Padre). // Faleceu na Vila a 2/7/1772.
SOUSA, Vitorino de Jesus. Filho de Carlota Cândida de Sousa, solteira, servente, da Vila. N.m. de José Joaquim de Sousa, alfaiate, e de Maria Carolina Marques, servente. Nasceu na Rua de Baixo, SMP, a 24/3/1889, e foi batizado a 7/4/1889. Padrinhos: Vitorino Joaquim Lourenço, casado, negociante, e Maria das Dores Lopes, solteira, servente, ambos da Vila. // Faleceu na Rua Direita, SMP, a 8/10/1889.
SOUTO, Antónia Maria. Filha de Antónia do Souto, galega, moradora em Chaviães. N.m. de Lourenço do Souto e de Joana (Forbes?), de Covelo, Tui. Nasceu a 2/5/1768 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre encomendado Manuel Bento de Lima a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António Simões, de São João de Lobeiros, Tui, e Jacinta Simões, daquele bispado. Testemunhas: Francisco Pedro da Silva e Gregório Salgado, ambos da Vila. // Faleceu em Galvão de Baixo a 26/5/1839, e foi sepultada na igreja matriz.
SOUSA, Tomaz. // A 15/6/1799 era juiz (homem bom) na Vila de Melgaço.
SOUSA, Vitorina Rosa. Filha de António Joaquim Gomes de Sousa e de Joana Joaquina Gomes, lavradores, de Chaviães. Nasceu nessa freguesia de Melgaço por volta de 1818. // Faleceu no lugar da Pigarra, SMP, onde tinha casa, a 29/8/1892, com 74 anos de idade, viúva de Luís Vicente de Araújo Azevedo, e foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou filhos.
SOUSA, Rosa Maria. // Nasceu na Vila de Melgaço por volta de 1792. // Teve a profissão de criada de servir. // Faleceu a 9/2/1862, solteira, com cerca de 70 anos de idade, em casa de Vitória da Costa, da Casa do Crasto, freguesia de Penso, onde servia. // Fizera testamento. // Nota: o padre desconhecia o nome dos pais dela, e também não sabia se deixara filhos.
SOUSA, Sofia Adelaide. Filha do Dr. Francisco de Meireles Leite Pereira de Abreu e Sousa, juiz de Direito na comarca de Melgaço, e de Maria Clementina de Vasconcelos Sousa Castro e Melo, moradores na Rua Nova de Melo, Vila de Melgaço. N.p. do Dr. Francisco de Meireles Leite, de Cabeceiras de Basto, e de Francisca da Estrela Leite Pereira de Abreu e Sousa, da Vila de Ceia; n.m. de Francisco de Vasconcelos Sousa Castro Melo, de Vila do Conde, e de Augusta Adelaide da Costa Rebelo, de Vila Real. Nasceu em SMP a 15/11/1885 e foi batizada a 10 de Dezembro de esse mesmo ano. Padrinhos: Artur Pinheiro de Aragão, de Lamego, e Sofia Augusta de Meireles Leite, de Joane, Vila Nova de Famalicão. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Vila do Conde a 19/4/1928 com Manuel André dos Santos. // Enviuvou a 20/7/1935. // Faleceu a 9/5/1974, em Vila do Conde.
SOUSA, Petronila Aurora. Filha de Francisco José Gonçalves de Sousa e de Miquelina de Sousa e Castro, moradores no Campo da Feira de Dentro. N.p. de Bernardo José Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa, de Remoães; n.m. de Luís José de Sousa e de Rita Rosa de Sousa, da Quinta da Torre, Paderne. Nasceu a 17/9/1847 e foi batizada na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico Justiniano e Cândida Júlia, tios maternos da neófita.
SOUSA, Porfírio Augusto. Filho de António Joaquim de Sousa e de Esmeralda Cândida da Ponte, lavradores, residentes na Pigarra. N.p. de Teresa de Jesus de Sousa; n.m. de Manuel Inácio da Ponte e de Ana Joaquina Rodrigues. Nasceu no sobredito lugar a 29/5/1914 e foi batizado na igreja de SMP a 19 de Junho desse ano. Padrinhos: António Luís Fernandes, solteiro, negociante, e Cândida Álvares de Barros, solteira. // Faleceu no lugar da Pigarra a 17/5/1916.
VELHO, Caetana Joana. Filha de Sebastiana Rosa Velho, solteira, moradora na Rua do Carvalho. Neta materna de João Velho e de Jacinta Peres, de Ribadávia, bispado de Ourense. Nasceu a 13/3/1784 e foi batizada na igreja de SMP a 16 desse mês. Madrinha: Maria Caetana, da Vila, solteira.
VELHO, Bento. Filho de Alberto César da Costa Velho, lavrador, de SMP, e de Mariana Nunes da Rocha, natural da freguesia de Santa Ana do Rio de Janeiro, Brasil, moradores na Rua Direita, Vila de Melgaço. N.p. de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves; n.m. de José Machado Nunes e de Mariana de Jesus Nunes. Nasceu na Rua Direita a 2/5/1906 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Bento Fernandes Pinto, solteiro, proprietário, e Maria Carolina Pires, solteira. // Faleceu a 20/5/1906.
VELHO, Ismael Augusto. Filho de Lucrécia Augusta da Costa Velho, solteira. Neto materno de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves. Nasceu na Vila a 29/10/1921 e foi batizado a 6 de Novembro desse ano. Padrinhos: Belchior Herculano da Rocha, lavrador, e Lígia Isaura de Almeida. // Faleceu com apenas um ano de idade.
VELHO, Carlos Augusto (Picota). Filho de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves, moradores intramuros, Vila. N.p. de António Velho e de Antónia Maria da Costa, residentes no lugar da Picota, Rouças; n.m. de Maria de Jesus Alves, de Chaviães. Nasceu a 9/3/1877 e foi batizado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos Alberto de Sousa e Júlia da Glória de Sousa, solteiros, negociantes, da Vila. // Em 1913 era sócio da Associação Artística Melgacense. // Casou com Angelina, filha de João Manuel Crespim e de Maria Rodrigues. // Em 1917 a Câmara Municipal nomeou-o «zelador municipal e levadeiro da água do Ranhadouro». // A sua mulher finou-se nas Carvalhiças a 5/12/1949, com 81 anos de idade. // Ele faleceu na Vila de Melgaço a 5/3/1955. // Com geração.
VELHO, Luís César (Marmita). Filho de ---------- Costa Velho e de ------------------------------------. Nasceu na Vila a --/--/18--. // Residiu no Barral. // Faleceu no hospital da SCMM a 1/5/193-, com setenta e oito anos de idade.
VELHO, Jalsemina Augusta. Filha de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves, lavradores, residentes na Rua Direita, SMP. N.p. de António Velho e de Antónia Maria da Costa, de Rouças; n.m. de Maria de Jesus Alves, de Chaviães. Nasceu a 5/8/1881 e foi batizada a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico Augusto dos Santos Lima, negociante, e Josefina Augusta Passos, solteiros, da Vila. // Faleceu a 7/9/1882 e foi sepultada no cemitério municipal.
VELHO, Ismael Augusto. Filho de Carlos Augusto da Costa Velho, natural da Vila, e de Angelina Crispim, natural de Rouças. Neto paterno de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves; neto materno de João Manuel Crespim e de Maria Joaquina Rodrigues. Nasceu na Rua Direita a 20/10/1908 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Ilídio de Sousa, solteiro, artista, e Elvira Joaquina Fernandes, solteira, criada de servir. // Há quem diga que era um bebé perfeito, mas atroz doença prostrou-o em uma cama até ao resto dos seus dias. Deve ter frequentado a escola, e assimilado muito bem a matéria, porque mais tarde, para ganhar uns cobres, dava explicações em sua casa a alunos do ensino primário. // Era uma pessoa agradável, bom conversador, e mesmo ali deitado pedia livros para sua leitura. // Morreu nas Carvalhiças a 12/2/1970, solteiro.
VELHO, Lucrécia Augusta (Picota). Filha de Manuel José da Costa Velho, proprietário, natural de Rouças, e de Florinda Rosa Alves, natural de Chaviães, moradores na Rua Direita, Vila. Neta paterna de António Velho e de Antónia Maria da Costa, lavradores, do lugar da Picota, Rouças; neta materna de Maria de Jesus Alves, solteira, lavradora, do lugar da Redonda, Chaviães. Nasceu a 20/3/1885 e foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico Augusto dos Santos Lima, negociante, e Lucrécia Augusta de Melo Chaves e Lemos, solteiros, da Vila. // Peixeira. // Teve vários filhos de José Maria Alves “Zinona”, serralheiro, também da Vila. // Em 1913 a Câmara Municipal passou-lhe, a seu pedido, um atestado de pobreza. // Já com alguma idade, casou com o viúvo Adriano Augusto da Costa (Merda Seca), dono do jornal “Notícias de Melgaço”, não havendo descendência deste matrimónio. // Faleceu na Calçada, Vila, a 20/12/1944.
VELHO, Libânia de Jesus. Filha de Lucrécia Augusta da Costa Velho, proprietária, da Vila. Neta materna de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves. Nasceu na Vila a 17/10/1915 e foi batizada na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José da Costa Velho, viúvo, e Ilda da Costa Velho, solteira, costureira. // Faleceu na Vila a 19/10/1918.
TAVARES, Maria. Filha de Joaquim Tavares e de Maria Joaquina Soares (ou Esteves). Nasceu na freguesia de Bela, concelho de Monção, a --/--/1894. // Casou a --/--/191- com Agostinho Vilas, nascido na freguesia de Ceivães, concelho de Monção, pedreiro e soldado da Guarda Nacional Republicana, filho de Maria Vilas. // Em 1919 nasceu-lhe o primeiro filho: Agostinho. // Veio com o marido e filho para a Vila de Melgaço, onde lhe nasceram os restantes bebés. // Como o seu marido foi dispensado da Guarda Nacional Republicana em 1927, ela teve de se agarrar à venda de peixe para ajudar no sustento da família. // Faleceu na Vila de Melgaço a --/--/1981, com 87 anos de idade.
TÁVORA, António (Dr.) // Foi juiz de fora na Vila de Melgaço de 1599 a 1601. // Exerceu também o cargo de provedor da SCMM, tendo acabado as obras da ermida de Santo António, onde se cantou missa a 27/3/1600. // Era casado com Maria de Anciães. // Nasceram-lhe dois filhos em Melgaço: Jerónimo, batizado a 16/1/1600, e Marta, batizada a 11/6/1601.
TEIXEIRA, Ana da Graça. Filha de João António Teixeira (*), guarda-fiscal, e de Jesuina Maria Faria, doméstica, naturais de Santa Eulália de Negreiros, Barcelos. Nasceu em Paranhos, Porto, por volta de 1896. // Deve ter vindo para Melgaço com os pais ainda criancinha, pois a 15/7/1907 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, sita na Vila de Melgaço, obtendo um ótimo. // Casou muito nova, a 11/4/1914, na CRCM, com Emiliano Augusto, alfaiate e taxista, filho de Félix Igrejas e de Conceição Costas. // Nesse ano de 1914 nasceu-lhes uma menina, Alzenda, mas morreu bebé, e nunca mais tiveram filhos. // O casal morou durante muitos anos na Avenida das Tílias. // Finou-se a 27/3/1968, com 72 anos de idade. /// (*) João António Teixeira morreu na Vila de Melgaço a 7/7/1948, com 78 anos de idade.
TÁBOAS, Benezinda Cândida. Filha de Caetano Maria Táboas, pedreiro, de S. Paio, e de Ludovina Maria Domingues, lavradeira, da Vila, moradores em Galvão de Baixo. N.p. de João Manuel Táboas e de Joaquina Rosa Cerdeira; n.m. de José Luís Domingues e de Isabel Maria Vasques. Nasceu a 30/1/1896 e foi batizada a 8 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: José Dias, lavrador, e Maria Joaquina de Sousa, padeira, casados. // Casou a --/--/1923 com Agostinho Araújo, pedreiro. // Faleceu nas Carvalhiças a --/--/1927.
TÁBOAS, Lindalva Augusta. Filha de Caetano Maria Táboas e de Maria Ludovina Domingues, moradores em Galvão. N.p. de João Manuel Táboas e de Rosa Joaquina Cerdeira; n.m. de José Luís Domingues e de Isabel Maria Vasques (ou Isabel Rodrigues). Nasceu na Vila a 17/1/1915 e foi batizada na igreja a 15 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: João Cândido Carvalho, artista, e Arlinda Augusta, doméstica, residentes na Vila. // Casou na Vila de Monção a --/--/1937 (ou 1939) com José Rodrigues, de quem enviuvou. //. // Casou em segundas núpcias a 16/1/1953 com Henrique Lucena, natural de Penso, Melgaço, fiscal das obras camarárias. // Faleceu a 28/2/1983. // Teve uma menina do segundo marido, Maria Natércia, mas morreu ainda criança, a 23/9/1950.
TÁBOAS, Luzindo José. Filho de Caetano Maria Táboas, pedreiro, natural de São Paio, e de Maria Ludovina Domingues, lavradeira, da Vila. N.p. de João Manuel Táboas e de Joaquina Rosa Cerdeira; n.m. de José Maria Domingues e de Isabel Maria Vasques. Nasceu no lugar das Várzeas a 30/10/1906 e foi batizado a 5 de Novembro desse ano. Padrinhos: José Manuel Lopes, solteiro, proprietário, e Maria Amélia Egas Afonso, solteira, proprietária. // Casou na igreja de SMP a 28/1/1944 com Ermezinda Rosa da Cunha, sua conterrânea. // Faleceu na Vila a 20/10/1986.
TÁBOAS, Maria do Carmo. Filha de Caetano Maria Táboas, pedreiro, natural de São Paio, e de Maria Ludovina Domingues, lavradeira, natural da Vila, moradores em Galvão de Baixo. N.p. de João Manuel Táboas e de Joaquina Rosa Cerdeira; n.m. de José Maria Domingues e de Isabel Maria Vasques. Nasceu em SMP a 26/7/1898 e foi batizada na igreja a 31 desse mês e ano. Padrinhos: José Dias, proprietário, e Maria Joaquina de Sousa, padeira, ambos casados. // Casou a 21/4/1921 com Manuel, de 27 anos de idade, natural de Paderne, filho de José Augusto Meixeiro e de Maria do Carmo Pereira. // O marido morreu na sua freguesia natal a 24/9/1921. // Casou em segundas núpcias, a 12/5/1926, com Raul Gomes de Sousa, de 25 anos de idade, nascido em Prado, filho de José Justino Gomes de Sousa e de Maria Rita Ribeiro. // Ambos os cônjuges faleceram na Vila: o 2.º marido a 6/11/1962 e ela a 3/9/1964. // Mãe de Clarisse Meixeiro (--/--/1922-12/2/1949), etc.
SOUTO, Maria Isabel. // Os seus pais eram espanhóis, assim como ela. // Faleceu intramuros, Vila de Melgaço, a 21/1/1861, casada com José Maria Pereira, soldado veterano. // Foi sepultada na igreja matriz a 23. // Não deixou filhos.
SOUTO, Rosa Maria. Filha de Manuel do Souto e de Rosa Maria Marques, moradores em Galvão. N.p. de Domingos do Souto e de Maria Monteiro, de Prado; n.m. de Domingos Marques e de Isabel Vaz Durães, da Vila. Nasceu a 29/7/1759 e foi batizada na igreja de SMP a 3 de Agosto desse ano.
TÁBOAS, Áurea Augusta. Filha de Caetano Maria Táboas, pedreiro, de São Paio, e de Maria Ludovina Domingues, lavradeira, da Vila. N.p. de João Manuel Táboas e de Rosa Maria Cerdeira; n.m. de José Luís Domingues e de Isabel Rodrigues. Nasceu em Galvão em Baixo 8/1/1901 e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Esteves, casado, negociante, e Áurea Augusta Gonçalves, solteira, das Carvalhiças. // Faleceu a 23 de Dezembro de 1982 (confirmar).
VASQUES, Rosa Joaquina. Filha de Manuel António Vasques e de Maria Josefa Lourenço. Nasceu em SMP por volta de 1822. // Lavradeira. // Casou com José Avelino. // Faleceu no lugar das Várzeas, SMP, onde residia, a 15/4/1901, com todos os sacramentos, viúva, com 79 anos de idade, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério público.
VASQUES, Rita Maria do Carmo. // Faleceu na Vila a 24/5/1857, casada com António Rodrigues, e foi sepultada na igreja matriz a 26 desse mês e ano, com ofício de 18 padres, tudo pago pela Confraria das Almas, por ser irmã.
VAZ, Ana Maria. Filha de Manuel Vaz, de Padrenda, Galiza, e de Isabel Quintela. Nasceu na Vila a 28/7/1756 e foi batizada a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: João Manuel Távora e esposa, Ana Maria da Silveira.
VAZ, Amália. Filha de Joaquim António Vaz, exposto, oficial de diligências, batizado na igreja de SMP, e de Maria da Encarnação Raimundo, da freguesia da Senhora da Encarnação, Alenquer, moradores nas Carvalhiças, Vila de Melgaço. N.p. de avós desconhecidos; n.m. de João Raimundo e de Antónia Maria da Conceição. Nasceu a 13/12/1894 e foi batizada a 18/1/1895. Padrinhos: Domingos Ferreira de Araújo, farmacêutico, de São Salvador, Ribeira da Pena, e sua esposa, Amália da Conceição Correia dos Santos, de Cristóval, moradores na Vila de Melgaço. // Em Maio de 1920 foi pedida em casamento. // Casou civilmente na 2.ª Conservatória do Registo Civil do Porto, a 29/1/1921, com Alfredo Maria Ferreira. // Enviuvou a 31/1/1981. // Faleceu na freguesia de Cedofeita, Porto, a 12/8/1981.
VASQUES, Tomásia. // Natural de Caveiras, Galiza, moradora na Rua Direita, Vila de Melgaço. // Faleceu a 5/10/1807, solteira.
VASQUES, Rufina Cândida. Filha de Mariana de Jesus Vasques, solteira, moradora na Rua da Calçada, SMP. Neta materna de João Manuel Vasques e de Maria Vicenta Gomes. Nasceu a 11/6/1857 e foi batizada a 13 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Jerónima Rosa Alves, casada com Manuel José Esteves, todos da Vila.
VAZ, Clara. Filha de Joaquim António Vaz, oficial de diligências, e de Maria da Encarnação Raimundo, doméstica, moradores na Vila. Nasceu a --/--/18--. // Faleceu na Rua Velha, Vila, 2/6/1942.
VAZ, Armanda Otília de Jesus. Filho de Francisco de Jesus Vaz, oficial de diligências, e de Belmira de Jesus Pires, taberneira, moradores na Vila. Nasceu a 3/6/1925. // Casou na igreja matriz de SMP a 30/6/1951 com Armando Demóstenes, filho de João Marques Morais e de Aida dos Santos Lima, padeiros. // Faleceu a 16/12/1958. // Deixou duas crianças de tenra idade. // O seu viúvo finou-se em Dezembro de 1998, casado com outra senhora, e com mais filhos.
VAZ, André. // Em 1669 era juiz (homem bom) em Melgaço; cedeu esse lugar ao juiz de fora, Sebastião Lusão da Cunha.
SOUSA, Maria Helena. Filha de José Augusto Gomes de Sousa, relojoeiro, natural de Prado, e de Emília dos Prazeres Dias, natural de São Paio. Nasceu na Vila a --/--/1933 // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a 9/3/1952. Gémea de Merceana de Jesus Gomes de Sousa.
SOUSA, Maria Joana. Filha de Luís António de Sousa, alferes de infantaria, e de Maria Manuela da Rosa, moradores na Rua de Baixo. N.p. do capitão Francisco de Sousa Caldas e de Joana João, de Santiago de Cossourado, termo de Barcelos; n.m. de Manuel Pires Lamego, tenente de infantaria, de Caminha, e de Andreza Pereira da Rosa, melgacense. Nasceu a 17/6/1762 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Gomes Ribeiro a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gomes, artilheiro, e sua esposa, Andreza Gomes, moradores na Rua da Torre, Melgaço. // Nota: deve ser a mesma senhora que casou com Luís Caetano Soares Calheiros, a qual faleceu a 30/7/1850, na Vila, onde morava, tendo sido sepultada na igreja matriz a 1 de Agosto; era mãe de José Luís Calheiros, nascido na Vila (ver).
SOUSA, Maria Caetana. José Joaquim de Sousa e de Mariana Joaquina Marques. N.p. de José Tomaz de Sousa e de Maria Gertrudes Gonçalves, moradores intramuros; n.m. de Ana Rosa Marques, solteira, de Paços. Nasceu a 9/11/1850 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: Caetano Maria Abreu Mosqueira e Maria Caetana Marques, solteira, residentes na Vila.
SOUSA, Maria Genoveva (ou Genoveva Maria). // Nasceu na Vila por volta de 1817. // Lavradora-caseira. // Casou com José Delfim Lourenço. // Faleceu a 5/2/1890, em sua casa de morada, sita no lugar do Louridal, freguesia de Chaviães, sem sacramentos, por ter morte súbita, com 73 anos de idade, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // Mãe de Augusto Cândido Lourenço (ver na Vila).
SOUSA, Maria Joaquina. Filha de Manuel Luís Gomes de Sousa, de Paderne, e de Mariana Gertrudes Soares, de Rouças, moradores no Campo da Feira de Fora, Vila. N.p. de António Lourenço de Sousa e de Ana Gomes, padernenses; n.m. de Diogo Soares e de Maria Josefa da Conceição, roucenses. Nasceu na Vila a 6/6/1790 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Manuel Fernandes da Costa e esposa, Maria Angélica de Lira, residentes em Santa Maria dos Anjos, Monção; ao sacramento do batismo assistiu o padre António Soares, pároco de Rouças. // Proprietária. // Faleceu solteira, a 15/5/1882, em sua casa da Rua da Calçada, Vila, com 91 anos de idade, e foi sepultada no cemitério. // Sem geração.
SOUSA, Maria Joaquina. Filha de José Tomaz de Sousa e de Maria Gertrudes Gonçalves, moradores intramuros. N.p. de Francisca Dias, residente abaixo do pelourinho, Vila; n.m. de Vicenta Gonçalves, de Cecrinhos, Tui. Nasceu a 5/6/1833 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: José Manuel Armada e sua filha, Maria Joaquina Armada, solteira, do lugar do Carvalho.
SOUSA, Maria Berta. Filha de Ilídio Vitorino de Sousa, alfaiate, e de Maria Miquelina Esteves, doméstica, moradores no Campo da Feira de Fora, Vila. N.p. de José Joaquim de Sousa e de Mariana Carolina Marques; n.m. de Caetano Maria Esteves, oficial da CMM, e de Maria de Jesus Soares. Nasceu a 27/6/1890 e foi batizada a 5 de Julho desse ano. Padrinhos: Comendador Carlos João Ribeiro Lima e esposa, Ludovina Rosa dos Santos Ribeiro Lima, proprietários, de SMP. // Faleceu a 28/9/1890.
SOUSA, Maria Berta. Filha de Ilídio Vitorino de Sousa, alfaiate, e de Maria Miquelina Esteves, moradores na Calçada, SMP. N.p. de José Joaquim de Sousa, alfaiate, e de Mariana Carolina Marques; n.m. de Caetano Maria Esteves, oficial da CMM, e de Maria de Jesus Soares. Nasceu a 15/11/1891 e foi batizada a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. António Joaquim Durães, Conservador na comarca de Melgaço, casado, de Paços, e invocou-se a Virgem Maria, com cuja coroa tocou Vitorino Augusto dos Santos Lima, casado, proprietário, da Vila. // Casou a 26/5/1912 com António Joaquim de Sousa Ferreira, da freguesia de Melo, Gouveia. // Faleceu a 21/10/1958, em Miragaia, Porto. // Mãe de Heitor, de Odete Aline (casou com Américo Martins Nunes, natural do Porto; emigraram para o Brasil, onde lhes nasceu a filha Argentina Aline, casada com ----------- de Freitas); e de Vasquina (casou no Porto em 1935 com ----------- Ferreira).
SOUSA, Manuel Luís. // Morou no Campo da Feira de Fora, Vila. // Faleceu a 14/6/1818 e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças. // Deixou testamento.