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MANUEL CAETANO. // Foi colocado na Casa da Roda pelas nove horas da noite de 16/8/1853. // No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinho: José Maria Pereira, soldado veterano na praça de Melgaço.
MANUEL CAETANO. // Apareceu abandonado no lugar da Carpinteira, São Paio. // Foi batizado na igreja de SMP a 12/1/1763. Padrinhos: Caetano Fernandes Lobarinhas, de Chaviães, e Maria Esteves, moradora na Calçada.
MANUEL DO ESPÍRITO SANTO. // Morreu na vila de Melgaço a --/--/1929, com apenas três dias de idade.
MANUEL DA CONCEIÇÃO (Frei). // Morou na Vila de Melgaço. // Tinha sido religioso do extinto convento de Santo António, erguido no século XVIII nas Carvalhiças. // Morreu a 27/12/1851 e foi sepultado no dia seguinte na igreja do dito convento, com ofício de corpo presente de vinte sacerdotes, sem disposição testamentária, por lhe ser proibido na qualidade de religioso. // (Redigiu o assento o padre Domingos José Meleiro, cura de SMP).
ROMEU, Manuel Luís. Filho de Caetano José Romeu, de S. Paio de Coura, e de Ana Domingas, de Paderne, moradores no Rio do Porto, Vila de Melgaço. N.p. de Francisco Romeu e de Maria Rodrigues, courenses; n.m. de Pedro Domingues e de Esperança Afonso, padernenses. Nasceu a 18/6/1791 e foi batizado na igreja de SMP a 21 desse mês. Padrinhos: Luís António Pinheiro de Macedo e Maria Manuela de Araújo Rosa, melgacenses.
RONQUER, Duartina. Filha de Pedro Cadete La Ronquer e de Jocaida (ou Locaida) Gonçalves, franceses, padeiros, moradores na Rua do Rio do Porto, SMP. N.p. de Francisco La Ronquer e de Joana (Lustravi?), da freguesia de Lones, Apartamento dos Londas, França; n.m. de Romão Gonçalves e de Catarina Andia, da freguesia de Alho, província de Navarra, Espanha. Nasceu na Vila de Melgaço a 1/1/1870 e foi batizada a 6 desse mês. Padrinhos: JCGA e Cândida Júlia da Armada, moradora no Rio do Porto.
ROSA, António. // Em 1622 era vereador mais velho e juiz pela ordenação; voltou a ter esses cargos em 1633. // Foi também escrivão das sisas e provedor da SCMM em 1638. // Casou com Constança Mendes de Araújo e moraram na Vila. // Em 1646 e 1647 aparece-nos de novo com aqueles cargos.
RODRIGUES, Vitorina Rosa. Filha de Maria Teresa Rodrigues, solteira, moradora na Rua de Baixo. N.m. de António Rodrigues e de Maria de Puga, de S. João de Crespos, Ourense. Nasceu a 26/9/1816 e foi batizada na igreja de SMP a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: Manuel Luís Ferreira, residente no Campo da Feira de Fora, e serviu de madrinha Joaquim da Silva, mordomo da igreja.
RODRIGUES, Vitorino Joaquim. Filho de Jerónimo José Rodrigues e de Maria Teresa de Magalhães, moradores na Rua da Calçada. N.p. de Manuel António Rodrigues e de Ana Joaquina de Araújo, do Cortinhal, Chaviães; n.m. de Rosalia Ribeira, de Alveios, Tui. Nasceu a 24/5/1833 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Diogo António Soares e filha, Carlota Benedita Soares, solteira.
ROMA, José Manuel. Filho do Dr. José Maria Gonçalves Roma, médico, e de Josefa Emília Lemos, moradores na Rua Direita, Vila de Megaço. N.p. de João Luís Gonçalves e de Luísa Fernandes Roma; n.m. de Luís Manuel de Lemos e de Josefa Gonçalves, de Troviscoso, Monção. Nasceu a 20/1/1862 e foi batizado na igreja de SMP a 9 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Dr. António Alves de Sousa, médico, residente na praça de Valença, e Josefa da Costa Pinto, solteira, moradora intramuros, Melgaço.
ROMA, Maria do Loreto. Filha do Dr. José Maria Gonçalves Roma, médico, e de Josefa Emília de Lemos. N.p. de João Luís Gonçalves e de Luísa Fernandes Roma; n.m. de Luís Manuel de Lemos e de Josefa Gonçalves de Lemos. // Faleceu na casa dos pais, Rua Direita, Vila de Melgaço, a 12/1/1861, com apenas seis meses de idade, e foi sepultada na igreja matriz a 14 desse mês e ano.
SILVA, Domingos José. Filho de ----------- Silva e de ---------------------------------. Nasceu em ------------------, por volta de 1875. // Faleceu na Vila de Melgaço a --/--/1933, com 58 anos de idade.
SILVA, Ernesto Viriato (*). Filho de Maria Beatriz Ferreira da Silva (**), solteira, doméstica, natural da freguesia de São Vítor, Braga, moradora na freguesia da Sé Primaz, da mesma cidade. Nasceu na freguesia da Sé, Braga, a 27/12/1893. // Estudou no liceu, filiando-se na Liga Académica Republicana e no Centro Republicano Dr. Manuel Monteiro. // Veio para Melgaço, transferido de Cabeceiras de Basto, a fim de chefiar a secção de finanças deste concelho, substituindo assim Luís de Passos Viana, que fora transferido para Valença, tomando posse a um sábado, -- de Março de 1918; essa posse foi-lhe conferida pelo aspirante de finanças, Manuel José da Costa . // Aqui casou a 21/9/1918 com Maria Margarida, de 23 anos de idade, solteira, da Vila de Melgaço, filha de António Joaquim Esteves e de Ludovina da Glória Álvares de Barros, comerciantes na Loja Nova. Testemunhas: José dos Anjos Pereira Valente, casado, capitão do exército, e Luciana Marcela, solteira, professora da instrução primária, ambos da capital do Minho. // Em Melgaço moraram posteriormente no antigo solar dos Cunha Araújo, sito no Rio do Porto, que ele comprara (com dinheiro emprestado por seu sogro, certamente). // Juntamente com Hermenegildo José Solheiro, Dr. António José Joaquim Barros Durães, e professor Abel Nogueira Dantas, fundou, a 21/2/1926, o semanário “O Melgacense”, do qual assumiu a direção. // Foi governador civil de Viana do Castelo de 1925 a 1926, mas devido a problemas de ordem política, e por ser filiado no Partido Democrático, foi preso e julgado como comparticipante do “Movimento de 3/2/1927”, demitido do cargo, sendo-lhe fixada residência em Sines, de onde regressou a 17/6/1928. // Como perdeu o emprego nas Finanças, em 1929 teve de ir trabalhar na Companhia Hidro Eléctrica do Varosa, onde foi delegado gerente (1939); em 1940 já era diretor. «Paderne, 22/2/1929. De todos os leitores do Notícias de Melgaço é sabido que terminou a sua publicação neste concelho o jornal “Melgacense”, do qual foi muito digno diretor político o nosso amigo Sr. Ernesto Viririato da Silva. Determinou a sua suspensão, ainda que provisoriamente, a saída daquele nosso amigo do cargo que ocupava, para ir, como já foi, exercer outro não menos espinhoso, qual é o de diretor dos serviços administrativos da Companhia Hidroelétrica do Varoza, fixando a sua residência na Régua, como participou aos seus amigos, e aonde ofereceu os seus serviços, que podem ser muito valiosos, como sempre. Àquele semanário “Melgacense” deu aquele nosso amigo o melhor do seu esforço, do seu cérebro, da sua atividade, enfim, da sua preclara e lúcida inteligência. Amigos como somos, fui correspondente daquele semanário, a seu pedido, e por isso mesmo senti muito a sua saída porque se nos confrange a alma sempre que vemos desaparecer do convívio da sua família, que o adora, e dos seus numerosos amigos, que o estimam, homens como Ferreira da Silva. Tivemos ocasião de conhecer muito de perto os predicados que lhe exornam o seu caráter impoluto, a nobreza da sua alma; e, porque lhe não foi possível despedir-se de nós pessoalmente, daqui lhe enviamos um efusivo abraço, e as nossas mais sinceras saudações.» // Manuel N. do Outeiro. Nos seus tempos livres inscreveu-se no Clube dos Fenianos, chegando a presidente em 1939. // Foi secretário do Ateneu Comercial do Porto de 1940 a 1944. // Por eleições havidas em 1945, ascendeu ao lugar de presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários do Porto. // Pode ler-se uma entrevista sua, concedida a Vasco Gama de Almeida. // A partir do número 1460, de 3/2/1963, torna-se diretor do “Notícias de Melgaço”. // Um artigo algo estranho, por si escrito, ao qual deu o título de Delitos Morais: «No conturbado mundo em que vivemos, é com a maior tristeza que notamos certos delitos morais, derivados (!) de indivíduos cuja deformação educacional faz sobressair os ruins instintos congénitos ou adquiridos numa convivência nociva, com total alheamento dos sãos princípios em que deve fundamentar-se uma sociedade razoavelmente equilibrada. É difícil classificar e ordenar os vícios de consciência e os desvios da inteligência dos espécimens transviados da reta linha de conduta que constitue o fundamento e a base da organização social e das relações entre os seus elementos gregários. Na deambulação que nos propomos fazer através do que consideramos delitos morais, temos em vista a definição das regras gerais e dos preceitos estabelecidos pela experiência da vida coletiva, a partir da associação tribal e sua adaptação e afeiçoamento às sociedades bem constituídas em que a humanidade se reúne, auxilia, fraterniza, luta e trabalha com devoção e lealdade, sem soberba e sem atropelamento dos sentimentos e da estabilidade da ordem comunal. Ao enunciarmos algumas regras gerais, é evidente que repelimos a ideia de visar, intencionalmente, quem quer que possa ajustar a crítica às suas pessoas e, como se acentua nas representações da sétima arte, qualquer semelhança ou afinidade dos agentes de possíveis delitos deverá ser considerada mera coincidência. Portanto, ninguém deverá sentir-se individualmente atingido quando a carapuça lhe sirva ou se adapte perfeitamente à sua cabeça. Neste caso desejamos que a lição lhes aproveite e tenha a virtude de modificar o seu modo de ser ou de proceder, em ordem a ascender à estima, ao apreço, à consideração e à admiração dos seus concidadãos. Os nossos reparos e referências – de ordem genérica – são para todos e para ninguém. Para regular as relações sociais e estabelecer a harmonia e a paz entre os homens, as comunidades, por via dos seus órgãos representativos, fixaram nas leis um conjunto de preceitos morais e de defesa coletiva, concretizados em direitos e obrigações aos quais, obrigatoriamente, devemos respeito e acatamento. A execução dessas leis, baseadas na moral e defesa social, cabe aos representantes dos organismos para tal efeito criados, que incarnam os poderes do Estado e, em consequência, impõem a ordem, o respeito e a obediência da liberdade de crenças, da segurança e tranquilidade pública, dos desvios abusivos e prevaricações, da violência, resistência, violação e malfeitorias, da verdade, da decência, das convenções, dos atentados criminosos contra as pessoas e contra a propriedade, da manutenção da família dentro da ética de um ambiente de bons costumes, de honestidade e de moralidade. Nesta ligeira referência a alguns dos aspetos mais flagrantes enquadrados na vida social, não apres
SILVA, Claudina Rosa. Filha de Francisco José da Silva, de Braga, e de Maria Josefa Correia Meleiro, de Paderne, marchantes, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Manuel da Silva e de Rosa Fernandes, bracarenses; n.m. de Francisco Meleiro e de Teresa Correia de Jesus, padernenses. Nasceu entreportas a 14/3/1866 e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: os avós maternos. // Faleceu a 21/4/1866.
SILVA, Claudina Rosa. Filha de Francisco José da Silva e de Maria Josefa Correia Meleiro, proprietários, moradores entreportas, SMP. N.p. de António Manuel da Silva e de Rosa Fernandes, de Braga; n.m. de Francisco Meleiro e de Teresa Correia, de Paderne, todos marchantes. Nasceu a 15/12/1867 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: os avós maternos. // Casou com Artur Napoleão de Matos Teixeira Pinto. // Faleceu a 14/4/1906, na sua casa da Rua do Espírito Santo, SMP, sem sacramentos, viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério municipal.
MANUEL JOAQUIM. // Foi colocado na Casa da Roda a 23/2/1821. // No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinhos: padre Manuel Joaquim Quintela, da Vila, e Ana Luísa Esteves, de Fiães, moradora na Vila.
SILVA, Constantino. Filho de ---------- Silva e de ----------------------------------. Nasceu em Portimão a 6/7/1898. // Veio para Melgaço como comandante do posto da marinha, com a patente de 1.º sargento da armada. // Casou a --/--19-- com Isabel Maria Gonçalves, nascida em Caminha a 15/3/1893. // A 19/7/1938, por ordem superior, deixou de exercer o comando do posto de marinha de Melgaço; saiu daqui para a capitania do Porto. // Reformou-se em Novembro de 1961. // A sua esposa finou-se a 15/5/1966. Ele morreu a 2/11/1980. // Estão ambos sepultados no cemitério municipal de Melgaço. // Com geração.
MANUEL JOAQUIM. // Abandonaram-no na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 10/1/1825. // Padrinhos: Manuel António Alves Magalhães, de Valadares (S. Miguel), e Antónia Maria Calvo (?), da Assadura.
SILVA, Domingas. Filha de Manuel Gonçalves da Silva e de Ana Gomes, moradores em Corujeiras, Vila. N.p. de João Gonçalves e de Catarina Gonçalves, do dito lugar; n.m. de António Gomes Quintela e de Juliana (?) Pires, de Crasto, Rouças. Nasceu a 29/7/1759 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel António Pinheiro Figueiroa, pároco de Rouças, a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: o padre batizante Domingas Gomes, solteira, do lugar de Crasto, Rouças.
MANUEL JOAQUIM. // Foi colocado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 7/6/1840. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues, sacristão, e Maria Luciana, melgacense.
SILVA, António Vicente. Filho de Manuel da Silva, natural de Chaviães, e de Maria Rosa, natural de Santo Adrião, Tui, moradores na Assadura, Vila. N.p. de José da Silva e de Inês Alves, de Chaviães, e ali moradores; n.m. de Maria da Bella, solteira, de Santo Adrião, Tui. Nasceu a 4/5/1788 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: António Eusébio Rodrigues e Isabel Pereira, viúva. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1821 com Maria Luísa, galega, enjeitada, criada na freguesia de São Benito do Rabinho, Arnoia, bispado de Ourense, de onde veio para Melgaço, sendo ainda menor de 14 anos, e desde essa altura tem residido na Assadura. Testemunhas: padre Manuel Joaquim Quintela, de Corujeiras; padre AJG, cura de SMP; e Luís Inácio Pereira, soldado da Companhia Fixa.
SILVA, Augusto Albano. Filho de Manuel da Silva e de Maria Manuela Pereira, da Várzea, Paderne, caseiros na Quinta de Corujeiras. N.p. de José da Silva e de Joana, de Abragão, Penafiel; n.m. de Joana Pereira, do sobredito lugar de Paderne. Nasceu a 22/2/1843 e foi batizado na igreja de SMP a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico de Sousa e Margarida Carolina de Castro, da Casa de Galvão.
SILVA, Caetana. // Morou junto à igreja da Misericórdia, Vila. // Morreu solteira a 14/10/1807.
SILVA, Caetana. // Morou intramuros, Vila. // Apareceu morta em sua cama a 10/7/1810. // Era solteira.
ROSA, Luís Manuel. Filho de Maria Manuela Pereira da Rosa, da Vila. Nasceu a 12/2/1757 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel Gomes e Maria Gomes (talvez sua irmã), ambos da Vila.
MANUEL ANTÓNIO. // Apareceu abandonado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 1/1/1824. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues, sacristão, e sua irmã, Maria Josefa.
ROSAS, Manuel. // Nasceu por volta de 1882. // Morreu na vila, SMP, a --/--/1940, com 58 anos de idade.
MANUEL. // Foi colocado na Casa da Roda pelas oito horas da noite de um qualquer dia de Janeiro de 1856. // Nesse mês de Janeiro recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado veterano, e sua esposa.
ROSA, Bernardo Manuel Pereira (Padre). // Morreu na Vila a 10/2/1744.
MANUEL. // Foi exposto por volta de 1839. // Faleceu na Vila a --/--/1914, com 75 anos de idade.
ROSA, Francisco. // Irmão de António Rosa. // Em 1635 era vereador e juíz pela ordenação em Melgaço; voltou a desempenhar esses cargos em 1644 e 1652. // Foi também escrivão das sisas. // Casou com Isabel Falcão Marinho. // (ver OJM, de ACE, p.p 56 e 120). // Nota: Francisco e António venderam, em meados do século XVII, a António de Castro e Sousa, da Casa do Peso, uma sepultura de granito que tinham na capela-mor da igreja matriz da Vila; sepultura, ou túmulo, que mais tarde se viu a servir de taça da fonte da Casa de Galvão!
MANUEL. // Foi abandonado na Casa da Roda na noite de 21/9/1813. No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinho: Manuel de Barros, soldado fixo, na praça da Vila de Melgaço.
MANUEL. // Foi colocado na Casa da Roda na noite de 5/8/1811. No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinhos: Pedro António Castanheira, oficial de sapateiro, e Joana Rosa, mais conhecida por “Joana Benta”, moradora na dita Casa da Roda.
MANUEL. // Morou na Calçada, SMP. // Faleceu em delírio, a 28/5/1827, e foi sepultado na igreja da Santa Casa da Misericórdia «por ser pobre».
MANUEL. // Era mendigo e dizia ter sido casado em Castro Laboreiro. // Faleceu no lugar da Corga de Cima, Vila de Melgaço, a 24/5/1816.
MANUEL. // Foi abandonado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 4/3/1784. Padrinho: Luís António de Sousa, escrivão da Câmara Municipal de Melgaço. Testemunhas: padre CJACA e João Manuel Nunes de Araújo, ambos da Vila.
SÁ, João Rodrigues (Sá das Galés). // Depois da vitória de João I (Mestre de Avis) em Melgaço contra as tropas de João I de Castela, ficou ele, desde 6/3/1388, como alcaide-mor da praça melgacense: «A quimta feira foy entregue da villa e casteello Johã Rõiz de Saa, a que o el Rey deu» (Crónica de D. João I, de Fernão Lopes). // Sucedeu a Vasco Gomes de Abreu e a ele sucedeu-lhe Diogo Gonçalves de Castro.
SÁ, Mariana Josefa Lapa. Filha de António Pereira de Sá e de Luísa Joana Clara Azevedo Freire, moradores em Melgaço. Nasceu na Vila a 8/9/1758 e foi batizda na igreja de SMP a 13 desse mês. Padrinhos: Agostinho José Soares Castro Vasconcelos, morgado do Reguengo, e a Senhora da Lapa.
SÁ, Francisco António. Filho de António Pereira de Sá, ajudante da praça de Melgaço, e em Novembro de 1756 governador da mesma, natural da freguesia de S. Pedro de Virtelo, Vila Nova de Basto, e de Luísa Joana Clara de Azevedo Freire, de Lisboa. Nasceu na Vila de Melgaço às nove horas da manhã do dia 9/9/1756 e foi batizado na igreja de SMP a 20 desse mês. Padrinhos: Francisco de Sousa Meneses, casado com Caetana; ao acto assistiu, com procuração do padrinho, o Dr. Guilherme António Azevedo Dantas, juiz de fora em Melgaço.
SÁ, João Pena da Silva. Filho de Henriqueta da Assunção. Nasceu em Mirandela por volta de 1835. // Religioso. // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a 17/2/1896, com 61 anos de idade, casado (segundo informaram o pároco de SMP, embora não soubessem o nome da esposa), e foi sepultado no cemitério municipal. // Ignorava-se se deixara filhos.
ROSA, Manuel José Pereira. // A 15/6/1799 era juiz (homem bom) na Vila de Melgaço.
SÁ, Cândido Augusto (Dr). Filho de Aires Augusto da Rocha e Sá (*), comerciante na Valinha, Monção, e de -------------------. Nasceu em ----------, a --/--/1903. // Casou com Florinda Rosa, filha de Manuel José Domingues Machado e de Carlota Vieira. // Foi médico em Melgaço durante 17 anos. // Em 1938 era comandante de lança da legião e presidente concelhio da União Nacional. // De Melgaço transitou para Viana, como delegado de saúde do distrito. // Faleceu no seu Solar de Valadares, Monção, a --/--/1990, com 87 anos de idade, no estado de viúvo. // Com geração. /// (*) Morreu na vila de Melgaço a 26/11/1936 .
MANUEL AVELINO. // Apareceu abandonado à porta de Manuel Garcia e mulher, Maria Luísa Rodrigues, residentes no lugar de Lampassa, Penso, no dia 17/4/1859, à noite. O regedor dessa freguesia mandou entregar o bebé, que aparentava ter apenas dias de idade, à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 211. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 18/4/1859. Padrinhos: José Maria Pereira, cabo de veteranos na praça de Melgaço, e Ludovina Gaioso (ou Ribera), ambos da Vila. // Após o batismo foi entregue à ama Benta Gonçalves, casada, do lugar do Souto, Prado. // Descobrindo-se a mãe, Maria José Alves, solteira, do lugar de Rio Covo, Badim, Monção, a 10/5/1859 foi-lhe entregue por intimação.
SILVA, António. Filho de Francisco Fernandes da Silva e de Josefa Rosa da Costa, lavradores, de Adaúfe, Braga. Nasceu na dita freguesia de Adaúfe por volta de 1866. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, soldado da Guarda-Fiscal, quando casou na igreja de SMP a 17/4/1887 com Lucinda Aurora, de 26 anos de idade, solteira, costureira, natural da Vila de Melgaço, filha de Diogo Manuel Pinto (sacristão da SCMM), e de Maria Joaquina Vasques.
SILVA, Anésia da Glória. Filha de José Francisco da Silva, 2.º cabo da Guarda-Fiscal, de Paredes de Coura (Santa Maria), e de Joaquina Rosa de Jesus Paixão, de Valença (Santa Maria dos Anjos). N.p. de Manuel Bento Fernandes e de Maria José; n.m. de João dos Santos Paixão e de Francisca Rosa da Cunha. Nasceu na Rua Direita, Vila de Melgaço, a 22/11/1900, e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Francisco António Esteves, proprietário, e Anésia Esteves, filha-família. // Casou a 15/10/1921, na Conservatória de Paredes de Coura, com António Alves. // O seu marido faleceu a 1/2/1954 na freguesia de Moselos, Paredes de Coura. // Ela finou-se em Queluz, Sintra, a 24/10/1990.
SILVA, Antónia Maria. // Casou com Jorge Almeida. // Moraram no Campo da Feira de Dentro, Vila de Melgaço. // Morreu a 27/11/1807, no estado de viúva.
SILVA, Ana Rosa. // Morou intramuros, casada com Manuel Caetano Alves. // Faleceu a 19/4/1809. // Antes de morrer pediu para lhe fazerem o testamento, deixando pagas, além de outras, trinta missas pelas almas do padre Bento, de Caetana, e de Matias da Silva Fajardo.
MANUEL BENTO. Foi colocado na Casa da Roda a 25/3/1804. // No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinho: Manuel Bento Lopes, melgacense.
SILVA, Ana Ventura. Filha de Francisco da Silva e de Maria Luísa Gonçalves, moradores nas Carvalhiças. N.p. de Ventura da Silva e de Maria da Ribeira, residentes também nas Carvalhiças; n.m. de Domingos Gonçalves e de Francisca Martins, de Remoães. Nasceu a 23/11/1807 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: avô paterno, tocando na coroa da santa como madrinha Ventura Domingues, das Bouças, São Martinho de Alvaredo.
MANUEL BERNARDO. // Apareceu abandonado à porta de --------------------, irmão de Maria de Fontes (?), de São Paio de Melgaço. // Recebeu o batismo na igreja de SMP pelo padre António Pinto da Gaia a 11/1/1760. Padrinhos: Manuel, solteiro, filho do capitão António da Silva, e Bernarda, solteira, ambos da Vila. Testemunhas: Alexandre José da Silveira Lobo, sobrinho do padre Jácome, e Gregório, solteiro, criado do dito padre.
SILVA, Alexandre. Filho de Maria da Silva, solteira, camponesa, natural da Vila de Melgaço. Nasceu na Vila por volta de 1852. // Tamanqueiro. // Casou na igreja de Prado a 16/12/1880 com Constância Teresa Rodrigues de Morais, de 38 anos de idade, lavradeira, viúva de Manuel José Fernandes, moradora em Outeirão, Prado. Testemunhas: José Francisco Esteves, casado, rural, da Corredoura, e Manuel Joaquim Salgado, casado, rural, da Breia.
SILVA, Ana Cândida. Filha de António Fernandes da Silva, 1.º cabo da Guarda-Fiscal, de Braga, e de Lucinda Aurora Pinto, da Vila de Melgaço, moradores na Rua da Calçada de Baixo. N.p. de Francisco Fernandes da Silva e de Josefa Rosa da Costa, bracarenses; n.m. de Diogo Manuel Pinto, servo da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, e de Mariana de Jesus Vasques, melgacenses. Nasceu a 14/3/1894 e foi batizada a 1 de Abril desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Ana Joaquina Vasques, governanta, solteira, tia da neófita. // Casou a 15/3/1915 com Arnaldo, de 21 anos de idade, aspirante dos Correios e Telégrafos em Melgaço, natural de Alenquer (Santo Estêvão), filho de António Reis de Sousa, ex-secretário de Finanças em Melgaço, e agora em Viana do Castelo, de Mesão Frio, Lamego, e de Maria Monteiro Rebelo da Silva, de Festaço, Baião, Porto. Testemunhas: Dr. Alfredo Cândido Pinto Alves, casado, residente em Vila Verde, e Ana Joaquina Vasques de Abreu, viúva, ambos da Vila de Melgaço . // Faleceu em Paranhos, Porto, a 2/11/1974. // Mãe de Maria Lucinda. // Nota: o seu irmão José fez exame de admissão ao 3.º ano no Liceu Central do Porto em Julho de 1912.
SERAFIM, Gabriel. Filho de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão. Nasceu na Vila de Monção por volta de 1881. // Barbeiro. // Veio para Melgaço ainda solteiro, abrindo oficina e tornando-se agente de vários jornais. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 8/9/1904 com Inocência, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Testemunhas: José Dias, proprietário, José de Araújo, vendeiro, e Cesário Augusto Cerdeira, trabalhador, todos residentes em SMP. // Em 1913 foi demitido de membro da sociedade “Recreio Melgacense”, tendo sido nomeado para o substituir Ilídio Esteves . // Faleceu na Vila de Melgaço a 3/3/1939, com 57 anos de idade, na sua casa de residência, na Rua da Calçada. // Sucedeu-lhe na barbearia o seu sobrinho João Rodrigues de Sousa. // A sua viúva finou-se também na Calçada, a 7/8/1954, com 74 anos de idade.
SIERRA, António Augusto. Filho de Isabel Maria Sierra, moradora intramuros. N.m. de Manuel António Sierra e de Agostinha Mosqueira, de S. Veríssimo, Ribadávia (Riba de Albea), Ourense. Nasceu na Vila a 18/5/1826 e foi batizado na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António da Silva Magalhães, cirurgião do partido, e sua filha, Maria Rosa da Silva Magalhães.
SERAFIM, Albina Rosa. Filha de Gabriel Serafim, barbeiro, e de Inocência Rodrigues, doméstica, ambos de Monção. N.p. de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão; n.m. de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Nasceu na Rua da Calçada, Vila de Melgaço, a 5/6/1905, e foi batizada na igreja de SMP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José de Araújo, casado, industrial, e Florinda Rodrigues, casada, industrial. // Faleceu a 14/7/1906.
LUÍS ARTUR. Filho de Delfina Cândida, solteira, costureira, moradora no Campo da Feira de Dentro, SMP. // Faleceu ali, a 15/2/1865, com pouco mais de dois anos de idade, e foi sepultado na igreja matriz.
LUÍS ANTÓNIO. // Foi colocado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 5/6/1788. Padrinhos: Inácio Rodrigues da Silva e Gregória Marques, viúva, melgacenses.
LUÍS JOSÉ. // Foi colocado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 21/7/1790. Padrinhos: João Manuel Araújo Teixeira e Isabel Ventura de Sousa.
SAAVEDRA, Sérgio da Silva (Dr.) Filho de Maria Joaquina da Silva Saavedra (*). Neto materno de Joaquim da Silva Maroco e de Maria Joaquina. Nasceu em Lamego por volta de 1901. // Veio para Melgaço em finais da década de vinte, contratado por Hermenegildo José Solheiro, nessa altura Presidente da Comissão Administrativa (igual a presidente da Câmara, mas sem ter sido eleito) exercer medicina no concelho. Trazia com ele a esposa, Emília Angélica de Morais Frias, e talvez a filha, Sergina. Em Melgaço foi médico municipal do 1.º partido, subdelegado de saúde, presidente da Comissão da União Nacional, presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, e ainda teve a seu cargo os Serviços da Caixa de Previdência. // Morou com a esposa e a filha na Rua Velha, Vila, num pequeno solar. // Era pessoa de poucas falas, muito reservado. // Morreu a 3/12/1977, com 76 anos de idade, na sua casa da Rua Velha. // A sua viúva finou-se em 1979, com 75 anos de idade. // . /// (*) Essa senhora morreu na Vila de Melgaço a 31/10/1950, com 80 anos de idade.
LUÍS JOAQUIM. Filho de Isabel Luísa, enjeitada, solteira, criada e natural deste arcebispado, e de presente moradora nesta freguesia da Vila de Melgaço. Nasceu a 2/3/1822 e foi batizado na igreja de SMP no mesmo dia. Padrinhos: Manuel José Lopes Guimarães e esposa, Ana Joaquina Gomes.
SALGADO, Antónia Maria. Filha de Francisco António Domingues Salgado e de Maria Bernarda de Araújo, lavradores, residentes em Galvão. Nasceu em SMP por volta de 1834. // Faleceu na Pigarra, SMP, a 28/1/1866, com apenas 32 anos de idade, casada com Manuel António da Cunha, e foi sepultada na igreja matriz. // Deixou um filho recém-nascido.
LUÍS MANUEL. // Foi colocado na Casa da Roda depois da meia-noite do dia 8/6/1847. // Recebeu o batismo na igreja de SMP no mesmo dia. Madrinha: Ana Joaquina, filha de Luís Manuel Monteiro e de Teresa, de intramuros.
SALGADO, António Francisco. Filho de João Manuel Salgado e de Maria da Cruz. Nasceu na freguesia de Bruçó, concelho de Mogadouro, por volta de 1850. // Soldado da Guarda-Fiscal. // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a 26/7/1910, sem sacramentos, sem testamento, com aproximadamente 60 anos de idade, no estado de casado, e foi sepultado no cemitério municipal. // Com geração.
LUÍS MANUEL. // Foi exposto na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 30/7/1818. Padrinhos: António de Sampaio, sacristão, e Maria Cerdeira, moradora na dita Casa da Roda.
SALGADO, António Xavier. Filho de Belchior Rodrigues Torres, escrivão dos órfãos, e de Maria Salgado, doméstica. Nasceu na Vila de Melgaço a 11/11/1745. // Foi escrivão dos órfãos da Vila de Melgaço e seu termo, por ter sucedido a seu pai. // Casou na igreja de São Miguel de Desteriz a 1/2/1771 com Gaspara Joaquina, filha de Francisco de Araújo Poderé e de Maria Rosa de Puga e Saavedra, da Quinta da Moreira, Cecliños, Galiza. // A sua esposa finou-se a 29/7/1822, com testamento. // Ele faleceu também na Vila, a 23/10/1833; foi amortalhado em hábito de São Francisco e sepultado na igreja da SCMM. // (ver a sua geração no apelido Araújo).
LUÍS VICENTE. // Apareceu abandonado à porta de António Manuel Araújo, de Galvão de Baixo. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 5/9/1832, embora o escrito que o acompanhava dissesse que já estava batizado. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues, sacristão, e Maria Luísa de Araújo.
SALGADO, Caetana Maria. Filha de Gregório Salgado e de Mariana da Rosa. Nasceu por volta de 1750. // Morou no lugar do Louridal, Vila, casada com António José Ribeiro. // Faleceu a 6/5/1822, no estado de viúva. // Não fizera testamento.
LUÍS MARIA. Filho de Maria Rosa Exposta, padeira, moradora em SMP. Nasceu a 21/8/1864 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria Abreu Mosqueira, proprietário, e Jerónima Rosa Gonçalves, casada, moradores intramuros.
SALGADO, Francisco. Filho de Antónia Salgado, solteira, moradora intramuros, jornaleira de profissão. Neto materno de Luís Manuel Salgado e de Rosa Maria Rodrigues, de Bela, Ceivães (do extinto concelho de Valadares). Nasceu em SMP a 8/3/1869 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José da Silva, marchante na Vila, e Miquelina Rosa Rodrigues, solteira, moradora na Calçada.
LUÍSA AUGUSTA. // A 15/6/1881 apareceu à porta de casa de Inácia Exposta, moradora em Barro Grande, Penso. // Aparentava ter alguns dias de idade. // Foi levada à Câmara Municipal, ficando registada no livro dos expostos sob o n.º 342. // Nesse dia foi batizada na igreja de SMP pelo padre Francisco Gomes Barreiro. Padrinhos: Caetano Celestino de Sousa, casado, e Carlota Elvira Baião, solteira, moradores intramuros. // Após o batismo entregaram-na à ama-de-leite, Luciana Cândida Esteves, residente no Carvalho, Vila. // Faleceu a 1/8/1883, de sarampo e febre tifóide, sendo sepultada no dia seguinte no cemitério da Vila.
SALGADO, Francisco Xavier. Filho de Belchior Rodrigues Torres e de Maria Salgado. Nasceu em -----------, no século XVIII. // Casou com Rosa Liberata, filha de Pedro Gonçalves Peres e de Maria Gomes. // Morou na Vila, às portas de Baixo. // Senhoriou um terço da Quinta de Porto Vivo. // Faleceu em 1810.
LUÍS VICENTE. // Foi abandonado na Casa da Roda. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 24/11/1837. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues, sacristão, e Rosa Gonçalves, rodeira.
SALGADO, Francisco Xavier Torres (Padre). // Era presbítero secular. // Em 1805 era cura da freguesia de SMP. // Morava intramuros. // Faleceu a 3 de Junho de 1816. // Não deixou testamento. // Tinha uma caligrafia perfeita; escrevia sem quaisquer erros.
SALGADO, João José. Filho de Antónia Maria Salgado, solteira, natural das Tinhozas, Seibains (Ceivães, Monção?), moradora em Melgaço. N.m. de Luís Manuel Salgado e de Maria Rosa Rodrigues. Nasceu em SMP a 6/4/1867 e foi batizado a 10 desse mês. Padrinhos: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e Maria Florinda Teixeira, solteira, moradora intramuros.
SALGADO, Joaquim Daniel. Filho de Belchior Rodrigues Torres e de Maria Salgado. Nasceu por volta de 1756. // Morou intramuros. // Foi escrivão da Câmara Municipal de Melgaço, síndico do convento das Carvalhiças, e capitão de ordenanças. // Faleceu solteiro, a 16/2/1834, na Rua de Baixo, com 78 anos, e foi amortalhado com a farda de capitão e sepultado na igreja matriz, com ofício de corpo presente de mais de 30 padres.
VITÓRIA FLORINDA. // Foi colocada na Casa da Roda a 16/1/1859, aparentando ter dois ou três dias de idade. // Ficou registada no livro dos expostos sob o n.º 209. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 17/1/1859. Padrinhos: José Manuel Rodrigues, do lugar do Rego, Prado, e Vitória Florinda Lourenço, solteira, da Vila. // Após o batismo entregaram-na à ama Maria Joaquina Rodrigues, Exposta, residente no lugar de Mós, Penso. // Faleceu com bexigas, a 23/2/1859, e no dia seguinte foi sepultada na igreja de Penso.
VITORINO. Filho de Caetana (Pata), solteira, enjeitada, moradora no Campo da Feira de Fora. Nasceu a 6/3/1818 e foi batizado na igreja de SMP a nove desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Bernardo Abreu, do lugar da Corga, e Maria Gomes, solteira, residente no Campo da Feira de Dentro.
VITORINO. // Foi colocado na Casa da Roda. // Aparentava ter quatro meses de idade. // Recebeu o batismo na igreja de SMP a 22/7/1822, embora já estivesse batizado, segundo o escrito que o acompanhava. Padrinho: António Joaquim Rodrigues, solteiro, sacristão.
SENDIM, Amanda dos Anjos. Filha de Cândida Sendim, natural de Troviscoso, Monção. N.m. de José Sendim e de Maria Rosa Alves. Nasceu na Rua de Baixo, Vila de Melgaço, a 10/4/1906, e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padrinhos: António Luís Fernandes, solteiro, negociante, e a Senhora do Rosário, tocando com a coroa José Gonçalves, casado, negociante. // Casou em Monção a 26/12/1928 com João António Puga Pereira. // Faleceu na Vila de Monção a 17/8/1974. // Nota: a 25/2/1928 foi legitimada na Repartição do Registo Civil de Monção por José Manuel Rodrigues, chefe fiscal dos impostos, natural de Arão, concelho de Valença, e por Cândida Sendim, doméstica de Troviscoso, Monção.
TOMAZ QUINTINO. // Na noite de 31/10/1877, aparentando ter apenas dias de idade, alguém o abandonou no lugar de Paranhão, Penso. O regedor dessa freguesia mandou levá-lo à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 316. // Ainda nesse dia 31 foi entregue à ama-de-leite Maria Luísa Domingues, casada, de Trás-do-Coto, Prado. // A 1/11/1877 foi batizado na igreja de SMP. Padrinhos: Luís Manuel Rodrigues e sua filha, Teresa de Jesus Rodrigues, moradores intramuros. // A 4/12/1878, por impossibilidade da ama, foi entregue a outra, Maria Rita Vaz, de Longarinha, Paderne. // A 30/10/1884, completados os sete anos de idade, deixou o hospício, ficando com a ama supra, por ela assim o desejar.
TORCATO DE JESUS. // Na madrugada de 4/7/1886 foi abandonado à porta de António Joaquim Dias, do lugar do Rego, Prado. // Aparentava ter três meses de idade. // O regedor dessa freguesia mandou levá-lo à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 360. // Nesse dia 4 foi entregue à ama Vitória da Purificação, de Ferreiros, Prado. // No dia 5 foi batizado na igreja de SMP. Padrinhos: Caetano Celestino de Sousa e Maria Pulquéria de Jesus, solteira, de Ferreiros, Prado. // Faleceu a 5/9/1887.
VICENÇA. // Morou entreportas, Vila. // Faleceu a 1/2/1827, viúva.
VICENTE (Prime?). // Diziam ter casado em primeiras núpcias com Escolástica Vasques, e em segundas com Carmela Vasques, da paróquia de (Quins?), distrito, ou partido, de Melon, bispado de Ourense. // Faleceu no lugar das Carvalhiças, Vila, a 17/12/1858, e foi sepultado na igreja da SCMM com ofício de 5 padres, que lhe mandou fazer seu filhastro, Adriano.
VIRGÍNIA DA LUZ. // Apareceu abandonada pelas duas horas da madrugada de 25/3/1866 à porta de Josefa Vieites, do lugar de Barreira, Paderne. // Recebeu o batismo na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Domingos José Coutinho, oficial da Câmara Municipal, e Francisca Rita, solteira, do dito lugar de Barreira.
VÍTOR CÉSAR. Filho de Maria Cândida (exposta), batizada na igreja de SMP, solteira, criada de servir. Nasceu intramuros, Vila, a 6/10/1889, e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Rodolfo César Fernandes, alfaiate, e Maria José Fernandes, criada de servir, solteiros, de SMP. // Faleceu na Rua do Espírito Santo, SMP, onde residia, a 24/10/1904, com todos os sacramentos, e foi sepultado no cemitério municipal.
LUÍSA TERESA. // Apareceu abandonada à porta de Maria Gomes, da Barbosa, Vila, a 4/8/1759. // Recebeu o batismo na igreja de SMP pelo padre BLM. Madrinha: Jerónima da Gama, da Vila.
SALGADO, Joaquina Rosa. Filha de António Xavier Torres Salgado, de Melgaço, escrivão, e de Gaspara Joaquina de Araújo, da Casa da Moreira, Cecriños, moradores na Vila de Melgaço. Nasceu na Vila e foi batizada na igreja de SMP a 28/11/1776. // (ver em Araújo).
SALGADO, José Joaquim Torres (Padre; presbítero secular). Filho de António Xavier Torres Salgado e de Gaspara ------------. N.p. de Melchior Rodrigues e de Maria Gomes; n.m. de (espanhóis). Nasceu por volta de 1780. // Morreu com 80 anos, a 4/11/1860, nas casas da Rua Direita, Vila, às oito horas da manhã, e foi sepultado na igreja da SCMM com ofício de mais de 20 padres. Fizera testamento.
SALGADO, Maria do Carmo. Filha de José Manuel Salgado, natural de Prado, e Claudina Rosa da Lama, da Vila, lavradores. N.p. de Joaquim Salgado e de Maria Joaquina Monteiro; n.m. de José Joaquim da Lama e de Maria Joaquina de Castro. Nasceu no lugar do Caneiro, Vila, a 19/6/1902, e foi batizada a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim do Carmo Álvares de Barros, solteiro, proprietário, e Ludovina da Glória Barros, casada, doméstica, ambos da Vila. // Faleceu no lugar onde nascera a 5/3/1903, e foi sepultada no cemitério público.
SALGADO, Maria da Conceição. // Lavradeira. // Faleceu a 19/3/1878, em sua casa, sita no lugar da Corga, SMP, com apenas 20 anos de idade, casada com Manuel Inácio Gonçalves. // Foi sepultada no cemitério municipal.
SALGADO, Manuel. // A 15/6/1799 era juiz (homem bom) na Vila de Melgaço.
SALGADO, Manuel José (Manel do Caneiro). Filho de José Manuel Salgado, de Prado, e de Claudina Rosa da Lama, da Vila, lavradores, residentes no lugar da Misericórdia. N.p. de Joaquim Salgado e de Maria Joaquina Monteiro; n.m. de José Joaquim da Lama e de Maria Joaquina de Castro. Nasceu a 25/2/1895 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Manuel António Esteves, de Chaviães, a 3 de Março desse ano. Padrinhos: Francisco António Esteves, viúvo, proprietário, e Maria Rita Alves, viúva, ambos moradores na Vila. // Teve a profissão de carpinteiro. // Casou a 14/10/1920 com Adelaide de Jesus Lopes, de 29 anos de idade, natural de Prado, onde passou a morar, no lugar de Raposos, onde construiu uma casa. // Foi juiz da Confraria das Almas de Prado e presidente da Junta de Freguesia durante uns quantos anos consecutivos. // Morreu nessa freguesia a 8/7/1988, com 93 anos de idade. // A sua viúva finou-se a 8/10/1990. // Com geração.
SALVADOR, João Manuel. Filho de Manuel Joaquim Salvador e de Ana Joaquina Rodrigues, moradores no Campo da Feira de Dentro. Neto paterno de Luísa Vieites (ou Mendes), de Valença (ou Tui); neto materno de João Manuel Rodrigues e de Maria Bernarda Gomes, de Melgaço. Nasceu na Vila a 12/3/1825 e foi batizado na igreja de SMP a 15 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Joaquim Quintela e João Batista de Carvalho, residentes no Campo da Feira de Dentro.
SALVADOR, Manuel Joaquim. Filho de Luísa Mendes, de Alveios, Tui. // Casou na igreja de SMP a 3/4/1824 com Ana Joaquina, filha de João Manuel Rodrigues e de Maria Bernarda Gomes, moradores no Campo da Feira de Dentro, Vila de Melgaço. Testemunhas: padre Luís José Faria Machado, João Luís de Abreu, e AJR, mordomo da igreja. // Com geração.
SALGADO, Maria Josefa. Filha de Ângela Salgado, solteira, residente na Vila de Melgaço. N.m. de Miguel Salgado e de Rosa de Tapia, naturais de S. Miguel de Desteriz, Tui. Nasceu a 14/4/1775 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Madrinha: Rosária Maria Esteves, solteira, de Crescente, bispado de Tui.
SALGADO, Maria Josefa. Filha de Francisco Xavier Rodrigues Torres Salgado e de Rosa Liberata Gonçalves Peres. // Casou em 1814 com o boticário Diogo António Soares, natural de Chaviães. // A 17/2/18--, conjuntamente com seu marido, vendeu a sua parte da Quinta de Porto Vivo a Manuel José Puga e mulher, Maria José Soares. // Finou-se antes de 1858, pois nesse ano faleceu o seu marido.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de Francisco José Rodrigues e de Maria Rodrigues, moradores na Rua da Calçada. N.p. de Maria Rodrigues, solteira, da Vila; n.m. de Melchior Rodrigues e de Maria Jacinta Fanqueira, de Santiago de Parada, Tui. Nasceu a 10/2/1847 e foi batizado na igreja de SMP a 17 desse mês. Padrinhos: o sacerdote batizante e Ângela da Paz, criada de servir de Helena, estalajadeira.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de António Tomaz Rodrigues, da Vila, e de Teresa Benedita Cardoso, de Rouças, moradores na Rua do Rio do Porto, Vila. N.p. de João Rodrigues e de Francisca Josefa Rodrigues, do lugar do Souto, Prado; n.m. de Manuel José Cardoso e de Manuela Francisca Domingues, de Bilhões, Rouças. Nasceu na Vila a 8/10/1846 e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês. Padrinhos: o avô materno e sua filha, Maria Joaquina. // Era solteiro, morava no Rio do Porto, quando casou na igreja de SMP a 29/5/1872 com Emília, de 19 anos, solteira, sua conterrânea, moradora no Louridal, filha de José Marinho, de Ribadávia, e de Brandina Marinho, de Alveios. Testemunhas: Carlos João Ribeiro Lima, proprietário, e esposa, Ludovina Correia dos Santos Lima. // Foram caseiros em várias quintas. // Faleceu na Vila a 1/3/1921, no estado de casado. // Pai de Ilídio Augusto, de Laura, de Olímpia dos Anjos; de Rita Augusta...
RODRIGUES, José Maria. Filho de Guilherme António Rodrigues e de Maria Alves, lavradores. Nasceu em São João de Sá, Monção, por volta de 1866. // Veio para Melgaço como fiscal do selo. // Aqui faleceu, numa casa do Largo da Misericórdia, Vila, a 18/1/1909, com todos os sacramentos, sem testamento, sem filhos, com 43 anos de idade, casado com Teresa, e foi sepultado no cemitério municipal.
RODRIGUES, José Maria. Filho de Francisco Xavier Rodrigues, de Chaviães, e de Rosa Liberata Gonçalves, da Vila, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Alonso Rodrigues e de Gertrudes Gomes, de Chaviães; n.m. de Pedro Gonçalves Pires, galego, e de Antónia Gomes de Araújo, melgacense. Nasceu a 22/11/1786 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e esposa, Maria Teresa da Gama, ambos da Vila.