Etapa #6
Em 16 de Dezembro, foi contactado o coordenador do Programa Nacional de Marcha e Corrida, para aferição dos procedimentos a adoptar e necessários à adesão do Município de Leiria ao Programa em epígrafe.
Numa primeira fase e independentemente do tipo de projecto que se venha a desenvolver, deverá ser preenchido e enviado o formulário de proposta de adesão ao Centro Municipal de Marcha e Corrida, para a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, coordenadora do Programa. Bem como, sugerida a participação de um técnico no "Curso de Formação de Técnicos de Marcha e Corrida" (o IV Curso irá decorrer provavelmente em Abril ou Maio de 2010) e se a Autarquia considerar importante a participação neste curso do responsável pelo Programa.
Nesta data, foi também estabelecido contacto com o Dr. Rogério Salvador, Coordenador Técnico da área da Gestão de Actividades e Instalações Desportivas na Leirisport, EM, por julgarmos fundamental que este Programa possa vir a ser concretizado pela EM.
Considerando que:
- A EM tem dois Programas que podem ser complementados com este Centro Municipal de Marcha e Corrida, designadamente o Viver Activo e o Get Fit;
- A EM possui técnicos especializados e poderá facilmente contratar RH necessários ao desenvolvimento do Programa;
- A EM gere as Infra-estruturas que poderão acolher este centro (Estádio Municipal, Centro Nacional de Lançamentos ou Complexo Municipal de Piscinas);
- Rentabilizaríamos as actividades e instalações Municipais, assim como as tornávamos acessíveis a um maior número de utentes, nomeadamente à população em geral, promovendo o desporto para todos e a generalização da prática desportiva regular, objectivos do Programa e lacuna existente no nosso concelho;
- Para além do supracitado, e considerando as potencialidades da frente ribeirinha, requalificada pelo Programa Polis, poderíamos implementar paralelamente um projecto relacionado com a criação de uma rede de circuitos/espaços de manutenção que estabeleceriam um elo de ligação entre as diversas zonas desportivas existentes neste percurso (Polidesportivos de Ar Livre, Parque Radical e Campos de Ténis) e as restantes infra-estruturas acima mencionadas.
Com a materialização deste Programa e interligação com os já existentes, e numa segunda fase com o enriquecimento e aproveitamento das valências naturais supra identificadas, a lacuna existente ao nível da quantidade de espaços públicos de prática desportiva de recreação e lazer seria minimizada. Permitindo também, a adopção de estilos de vida activa e a integração da actividade física nos hábitos de vida quotidianos dos leirienses, através do desenvolvimento e crescimento de Projectos Municipais de Actividade Física a incrementar para as diversas franjas da população.
Face ao exposto, sugerimos análise da viabilidade de adesão ao Centro Municipal de Marcha e Corrida e realização de reunião com a Leirisport, EM, para aferir o interesse e viabilidade na execução deste Programa.
À consideração superior,
Catarina Rafael
TSD