Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
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Lisboa: Edições Ática, 1974. 2.ª ed. Peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro, baseada na novela de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, 1966. II série. Seleção de Branquinho da Fonseca.
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Coimbra: Imprensa da Universidade, 1931-32. Autografado por António Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, [1961]. 2.ª ed.
Lisboa: Portugália Editora, [1964]. Seleção e notas de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, 1966. 2.ª ed. Seleção e notas de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, [1962]. 4.ª ed.. Posfácio: José Régio.
Coimbra: Imprensa da Universidade, 1932. Poemas de 1928-1931. Contém autorretrato de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Guimarães Editores, 1959. 2 .ª ed. refundida e definitiva.
Lisboa: Publicações Europa-América, 1952.
Lisboa: Portugália Editora, 1959. Ilustração: Júlio Pomar.
Lisboa: Guimarães Editores, 1959. 2.ª ed. revista e definitiva.
Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural, [1959]. 2.ª ed.
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Lisboa: Portugália Editora, 1969.
Lisboa: Portugália Editora, 1969. Estudo: David Mourão-Ferreira.
Lisboa: Portugália Editora, 1968. I série. 3.ª ed. Seleção de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, 1967.
[s.l.: s.n., 1939]. Data de Produção Inicial inferida. Dedicatória: «A meus Pais muitos amigos. José». Cascais, 1940-01. Obra editada sob o pseudónimo de António Madeira. 2 exemplares.
Lisboa: Portugália Editora, 1964. I série. 2.ª ed. Seleção, prefácio e notas de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Edições Ática, Ld.ª, 1964. Lisboa: Edições Ática, 1974. Peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro, baseada na novela de Branquinho da Fonseca.
Moscovo: União dos Escritores Soviéticos, 1962. Tradução em russo. Textos e biobibliografia de Branquinho da Fonseca, nas p. 130-166 e 312: "O barão".
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 9, 1967.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 10, 1968.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n. º 12, 1968.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 11, 1968.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 14, 1969.
Lisboa: Edições Europa, [s.d.]. Obra editada sob o pseudónimo de António Madeira.
"Colóquio: Letras", Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 63, 1981, p. 44-46. Trata-se do "Vilancete para Maria Manuel".
Berlin: Aufbau-Verlag, 1962. Seleção de Óscar Lopes e Ilse Losa. Tradução de Ilse Losa. Texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 44-55: "Die franzosen-Maria" ("Maria Francesa").
Barcelona: Albertí Editor, 1959. Seleção de Manuel de Seabra e Fèlix Cucurull. Texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 95-112: "L' àngel".
Milão: Aldo Martello Editores, [1963]. Seleção de Domenico Porzio. Texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 59-96: "Il barone" ("O barão"), traduzido por Enrico Cicogna.
Lisboa: Portugália Editora, [1970], 2.ª ed. Prefácio: Luís Francisco Rebelo.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 3, 1961.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 4, 1961.
Seleção, prefácio e notas biobibliográficas de Jacinto do Prado Coelho. Biobibliografia e texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 109-116: "Histórias da meia noite", extraído de "Bandeira preta".
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 6, 1962.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, n.º 1, 1960.
Rouen: Ministério da Educação Nacional - Académie de Rouen, 1981. Textos de Branquinho da Fonseca, nas p. 71-73: "Nazaré" e "Saída da companhia", extraídos de "Mar santo".
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Lisboa: Edição de Fomento de Publicações, Lda., [1960].
Amesterdão: Meulenhoff Editie, 1970. Tradução, seleção e prefácio de A. Willemsen. Texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 40-50: "De engel" ("O anjo").
Lisboa: Publicações Europa-América, 1973. Inclui "As mãos frias" e "O involuntário".
[s.l.]: Celidis, [1974]. Posfácio de José Régio. Incluiu "O Barão e a dimensão mítica da realidade portuguesa", de Nelly Novaes Coelho.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 8, 1967.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 7, 1967.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 6, 1966.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 5, 1966.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 4, 1965.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 3, 1965.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkein, II série, n.º 2, 1964.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 1, 1964.
Lisboa: Portugália Editora, 1966. 2.ª série. Seleção de Branquinho da Fonseca.
Lisboa: Portugália Editora, [s.d.]. 4.ª ed. Tradução de Maria Manuel Branquinho da Fonseca e Branquinho da Fonseca.
"Portugália: cadernos luso-brasileiros de cultura", S. Paulo: Edição do Clube Português, 1967, p. 13-21. I série, n.º 1. Contém anotações manuscritas.
Rio de Janeiro: Edições Dois Mundos, [1944]. Seleção e prefácio de Cecília Meireles. Dedicatória: «A Branquinho da Fonseca, cordialmente, Cecília Meireles». 1944. Biobibliografia, fotografia e textos de Branquinho da Fonseca, nas p. 10 e 203-208: "Poema duma epígrafe", "Idade do Mundo", "Rosa dos centos" e "Caminhos brancos", extraídos de "Mar coalhado" e de "Cadernos de poesia" (1940).
Trad. Fèlix Cucurull. Barcelona: Albertí Editor,1959. Vol. 1. Col. Nova Collecció Lletres, 51
Lisboa: [Um Grupo de Admiradores de Zamenhof], 1959. Edição comemorativa do Centenário de Zamenhof, em esperanto. Seleção de Manuel de Seabra. Biografia e texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 63-78: "La angeloj" ("Os anjos"), com tradução de Carlos Custódio Costa.
Lisboa: Bertrand, 1950. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, velho camarada de Coimbra, esta desgarrada do seu amigo e admirador Vitorino Nemésio».
Lisboa: AGA, [1963]. Col. Testemunho. Dedicatória: «Ao Branquinho da Fonseca, grande mestre da ficção portuguesa do séc. XX, superior exemplo de amor e dedicação ao povo (cf. pags. 36/37). Artista de alma lavada, com a comovida admiração e a futura amizade de Carmo Vaz». Nas p. 34-38 descreve-se a actividade de Branquinho da Fonseca no Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães, nomeadamente ao nível das bibliotecas itinerantes.
Lisboa: Aillaud e Bertrand, 1923. Dedicatória: «A António José B. da Fonseca, moço poeta, cujo talento admirei em dois sonetos duma larga e bela inspiração, com muito vivo simpatia, oferece Jaime Cortesão»
