Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

32,021 records were found.

Vista do largo de entrada e fachada principal do edifício do Convento dos Capuchos. Destaque para os brasões da Ordem dos Franciscanos e da família Távora. No verso contém as legendas "Convento Capuchos" e "c_capuchos.jpg".
São visíveis os cacilheiros do Terminal Fluvial de Cacilhas. No verso contém as legendas "Cacilhas - beira rio - Cais do Ginjal" e "cginjal.jpg".
Vista da entrada, pátio e fachada principal do edifício da antiga quinta agrícola e atual equipamento municipal. Em fundo, painéis de azulejos e o brasão de família. No verso contém as legendas "Solar Zagallos" e "Zagallos.jpg".
No verso contém as legendas "parque da Paz" e "p-paz.jpg".
Contém biografia das ceramistas, Raquel Zagallo e Bernardete de Freitas, e o catálogo da exposição; Desdobrável tripartido planificado 298 x 210 mm.
Inauguração da exposição na sala de exposições da Biblioteca Pública de Almada, no dia 1 de agosto de 1988, pela 17,30 horas, na Rua Visconde Almeida Garrett, 12, em Almada.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém visita à exposição pelos convidados.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém visita à exposição de pintura pelos convidados.
Em situação de os examinadores, seja por amizade ou outro motivo, procederem à conclusão da avaliação, quer, para obra nova, quer, para obra velha, sem recorrerem às diligências já mencionadas em capítulos anteriores, sujeitam-se ao pagamento de seis mil réis de condenação. Quantia aplicada nas despesas do concelho que acusará o Procurador do transgressor, sendo o terço daquele pagamento, para quem o denunciar.
Atividade cultural do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém vista noturna do exterior do convento.
Na prestação de exame elabora descrição pormenorizada sobre a forma correta de construir uma pipa usada, no sentido do conserto ficar bem feito que será posteriormente avaliado pelos juízes e, na eventualidade da mesma obra, depois de terminada, estar em bom estado, será emitida uma certidão de exame.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém visita à exposição pelos convidados e público.
Nenhum oficial pode reparar loiça das Adegas dos Lavradores, para a colheita dos vinhos, sem ser oficial de mestre avaliado. Em situação de algum indivíduo faça o trabalho, por sua conta, não poderá fazer. Após a referida prestação de exame, o indivíduo poderá trabalhar, na sua própria loja mas só depois de ser examinado, por uma obra velha. Na eventualidade de não cumprimento, a pessoa será condenada em dois mil quatrocentos réis, em cada ocasião ocorrida, que seja apreendido.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém visita à exposição pelos convidados e público.
Em situação de os oficiais de fora da vila de Almada, querendo reparar a louça das Adegas de Lavradores da vila e termo, não poderão trabalhar nas mesmas, sem primeiro sujeitarem-se a uma prova de exame de obra velha, de acordo com as Posturas do Senado. Quem não cumprir o estipulado, incorrerá nas penas contidas nas normas acima declaradas, quer em relação a obra nova, como obra velha.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém visita à exposição pelos convidados e público.
Nenhum oficial oriundo de Almada, sendo avaliado noutra localidade, não poderá proceder à abertura de loja, neste lugar, sem se sujeitar novamente a uma prestação de prova de exame. Quem não cumprir este requisito, será condenado a pagar seis mil quatrocentos réis, ao mesmo tempo, que a sua loja será encerrada, a nível executivo e judicial.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém pormenor da visita à exposição pelos convidados e público.
Os juízes e escrivão poderão visitar as lojas, uma ou duas vezes, em cada ano, para fiscalizarem e avaliarem a obra elaborada nas mesmas e em situação de encontrarem a referida obra em moldes contrários ao que está disposto no regimento, os mestres ou oficiais das lojas serão condenados e esta condenação ficará dependente do parecer do Senado; tendo em conta que o limite da quantia não poderá exceder o valor de seis mil réis.
Os juízes que estiverem ao serviço, no momento presente, não poderão avaliar um oficial que seja seu filho, parente ou criado e, na eventualidade de algum destes desejar ser examinado naquele ano, será avaliado pelos juízes do ano anterior, não podendo existir qualquer ligação de parentesco. Em situação de não cumprimento, o indivíduo será condenado pelo Senado da Câmara a pagar três mil duzentos réis.
Em primeiro plano, o organizador, José Adelino Tacanho e esposa, a Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emília de Sousa, o vereador António Matos e o Director Municipal , Domingos Rasteiro.
Atuação da bailarina Tânia Luís com o espetáculo "Danças Sagradas Árabes Shangrilá"no claustro do Convento dos Capuchos.
Nenhum mestre ou oficial deverá colocar em pipa, que construir, aduela de sâmago, no fundo da pipa, mas substituindo por: pôr a aduela do batoque, mais quatro, ao pé dela, de cada uma das bandas. Em situação de não cumprimento, o transgressor poderá pagar seis mil réis de condenação. Esta imposição é prática extensível à louça vinda do Porto, ou de outra região, e vendida na vila. As condenações serão feitas pelo Senado.
Vista de portal com painel de azulejos, que foram retirados do exterior da Ermida de São Sebastião em Almada.
Atuação da bailarina Tânia Luís com o espetáculo "Danças Sagradas Árabes Shangrilá"no claustro do Convento dos Capuchos.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Raul Alberto Ferreira Flores; José Gomes Coelho; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de mandar arquivar, por já estar satisfeito, um ofício da direção da Sociedade Filarmónica da Piedade, solicitando a cedência do coreto do Jardim da Cova da Piedade, para a realização de um concerto, no dia 4 de abril de 1915; - Deliberação de satisfazer o pedido da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, de lhe serem cedidos os coretos, do Jardim do Castelo e do Jardim da Cova da Piedade, para a realização de uns concertos, nos dias 11 e 18 de abril, de 1915, das 16 às 20 horas; - Deliberação de tomar em consideração um ofício do professor diretor da Biblioteca da Universidade de Lisboa, solicitando o envio de todas as publicações feitas por esta corporação, que tenham interesse para o ensino; - Deliberação, para mandar à secretaria, para ser devidamente escriturado, o recibo enviado pela Companhia Geral do Crédito Predial Português, no valor de 641 escudos, 59 centavos e 7 décimos, relativo à importância da prestação n.º 65, que venceu a 1 de abril de 1915, do empréstimo n.º 53, garantido pelo fundo especial de viação municipal; - Deliberação de aceitar as condições apresentadas pela Companhia dos Telefones, relativas ao contrato que deve ser feito, para a instalação de um telefone na administração deste concelho, encarregando o vereador José Gomes Coelho, de resolver o assunto com a companhia, e assinar o respetivo contrato; - Deliberação de informar o Automóvel Clube de Portugal, em resposta ao seu ofício, sobre a colocação de letreiros em azulejo, conforme solicitação anterior, se informa que estão a envidar todos os esforços, junto dos proprietários dos prédios, aguardando-se as respostas; - Deliberação de convidar o zelador municipal de Caparica, de apresentar uma participação desenvolvida, acerca do ocorrido, no poço da Costa de Caparica, devido à resposta, em ofício do engenheiro diretor da 3.ª Direção de Obras Públicas do Distrito de Lisboa, em resposta ao que esta corporação lhe dirigiu, com o n.º 19, de 15 de março de 1915, relativo a insultos e ofensas dirigidas ao dito zelador, por um empregado inferior daquela direção, Manuel Mulato; ofício, onde procura de alguma forma justificar o procedimento do seu empregado, e convida a câmara a pagar o imposto de licença, pois as obras no referido poço, são contíguas a uma estrada a cargo do Estado, para que perante os argumentos e, em conforme a atitude do engenheiro se regular o procedimento a tomar; - Deliberação de submeter à apreciação do Concelho de Melhoramentos Sanitários, o projeto de construção, que José Alves Vieira, pretende mandar fazer, no Cabo da Vila, confinando com a Azinhaga municipal dos Caranguejais; - Deliberação de conceder licença, sem perda de salário, ao carroceiro, empregado da câmara, dos serviços, na freguesia de Caparica, para se ausentar do concelho, por 15 dias, para visitar seus pais que se encontram doentes na sua terra natal; - Deliberação de conceder licença, relativa ao requerimento de Henrique Antão Marques, para mandar colocar no coval n.º 939, no cemitério de Almada, onde está sepultada sua esposa, um epitáfio dizendo, “À memória de Mariana de Jesus Marques, falecida, em 19 de fevereiro de 1915, com 62 anos de idade. Sua família lhe dedica esta saudosa recordação”; - Deliberação de autorizar, conforme requerimento, a Guilherme Pedroso, casado, do Caramujo, a colocação de vedação em ferro, a que vulgarmente chamam de berço, nos covais n.ºs 631 e 935 do cemitério de Almada, onde estão sepultados respetivamente sua mãe, Maria Pedroso, e seu pai, José Pedroso, que nos locais apropriados se deve colocar as seguintes inscrições, “Aqui jaz José Pedroso - Faleceu, no dia 6 de fevereiro de 1915 - Recordação de seus filhos” e “Aqui jaz Maria Pedroso - Faleceu, no dia 29 de maio de 1913 - Recordação de seus filhos”; - Deliberação de conceder licença, conforme requerimento, de José Nunes Ribeiro, de Lisboa, para mandar demolir o muro da sua propriedade, junto da Azinhaga da Margueira, em Cacilhas, após pagamento da devida taxa da licença; - Deliberação de negar a licença, ao requerimento de Pio Rodrigues, de Lisboa, apresentado numa das últimas sessões, solicitando licença para armar uma barraca de Escola de Tiro, no caminho do Brejo, encostada à propriedade do Guerreiro, pois, segundo informação do fiscal municipal Dias, o local não é próprio, pelo incómodo que a dita barraca provoca, prejudicando também o trânsito; - Deliberação, sob proposta do vereador José Gomes Coelho, de adquirir e mandar colocar mais um candeeiro de iluminação pública, em São Sebastião; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente, de mandar proceder à elaboração do orçamento, para a construção já projetada e deliberada, de um barracão, para os serviços municipais, na Trafaria, freguesia de Caparica, tendo ainda sido deliberado, sob proposta do mesmo vereador, a admissão de um empregado, assalariado, para serviços de diferentes reparações, muito necessárias nessa localidade; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 3 de abril de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 240 a 254, no valor de 870 escudos. [Im. 1210_0138, 1210_0139, 1210_0140 e 1210_0141] Disponível em:
Nenhum mestre poderá ensinar um aprendiz, por dinheiro, cumprindo um prazo de quatro anos, não podendo aceitar um, tendo outro aprendiz, sob a sua alçada; aceitando um segundo aprendiz, só depois do primeiro perfazer o prazo de dois anos de ofício. Aquele que transgredir, será condenado a pagar seis mil réis.
Atuação da bailarina Tânia Luís com o espetáculo "Danças Sagradas Árabes Shangrilá"no claustro do Convento dos Capuchos.
Contém certidões de escrituras, de sentenças cíveis e de registos prediais, cadernetas prediais e relatórios referentes à Quinta do Pombal sita na Cova da Piedade.
Atuação da bailarina Tânia Luís com o espetáculo "Danças Sagradas Árabes Shangrilá" no claustro do Convento dos Capuchos.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); Sebastião José Pereira Ferraz; João da Rosa Lima; Francisco José de Pinho; Raul Alberto Ferreira Flores; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de autorizar o chefe de secretaria da câmara, de fornecer ao oficial do Registo Civil, de Almada, da solicitação do ofício, n.º 35, de 1 de abril de 1915, de fornecer as alterações feitas, nos nomes de algumas ruas e lugares públicos do concelho, desde o final do ano de 1910, até à presente data; - Deliberação de autorizar o respetivo presidente a outorgar o novo contrato de arrendamento com a Companhia Geral de Crédito Predial Português, relativo à casa onde funciona a escola oficial do sexo masculino do Monte de Caparica, que foi aumentada, para 5 escudos e 50 centavos, devido às obras que a mesma companhia mandou executar, de uma casa de banho e fossa de despejo, para o serviço da mesma escola; - Tomada de conhecimento de dois ofícios de José Júlio Inocêncio Jorge Pais e José de Paiva, em que concedem licença, conforme solicitação desta corporação, para a colocação de letreiros em azulejo, nos seus prédios, respetivamente, em Cacilhas e, na Cova da Piedade; - Deliberação de mandar arquivar um ofício da Associação Central de Agricultura Portuguesa, onde agradece o facto de esta corporação ter feito a assinatura do seu boletim; - Deliberação de manter a situação que é descrita no ofício da segunda professora da escola oficial do sexo masculino de Almada, onde refere não poder lecionar 111 alunos que constituem as 4 classes da escola, em que duas das quais ficam sem aulas, até que o professor a quem eles estavam a cargo, regresse de 15 dias de licença, concedidas por esta corporação, que está prestes a terminar; - Deliberação de mandar arquivar, por já estar satisfeito, um ofício da Câmara Municipal de Azambuja, onde solicita a afixação de um edital; - Deliberação, por maioria de votos, de não haver qualquer inconveniente na concessão da licença, relativa a um ofício do chefe da Conservação de Estradas, de Almada, solicitando indicações sobre uma licença pedida por Thomaz António Pedro Cardoso, para a colocação de um quiosque, onde existe uma placa com um candeeiro ao centro, no Largo Costa Pinto, em Cacilhas, para venda de tabaco, jornais, bolos, refrescos e café; - Deliberação de agradecer e retribuir os cumprimentos, enviados no ofício do último funcionário que tomou posse do cargo de Conservador do Registo Predial, desta comarca, onde apresentava as saudações a este corpo administrativo, aproveitando, para comunicar as péssimas condições em que encontrou aquela repartição, em que a casa não tem condições, nem de segurança, nem de higiene, desprovida de mobiliário, necessitando de reparações, no pouco que existe, sendo o mais grave ainda o estado de degradação em que se encontram os livros da conservatória, com folhas soltas, em risco de extravio, pois é documentação muito importante, ao que esta corporação informou, que, em relação às condições da casa, mobiliário e sua reparação, vai ser satisfeita, no que se refere à situação em que se encontram os livros, vai ser submetido à apreciação da câmara, na próxima sessão plenária, por não ser encargo obrigatório das câmaras; - Deliberação de conceder licença por três meses, conforme requerimento de Pio Rodrigues, de Lisboa, para armar uma barraca, para escola de tiro ao alvo, na Azinhaga do Cabral, junto à Cova da Piedade, ocupando uma superfície de 6 metros de frente por 3 metros de fundo, mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de providenciar que se façam as obras que seja possível fazer, na Fonte do Caramujo, que se encontra em completa ruína, tendo sido já furtada uma porção do gradeamento de ferro, conforme participação do chefe de fiscal de impostos Manuel José Dias; - Deliberação de aprovar e conceder licença a Luís Júdice Pargana, médico municipal, conforme requerimento, de abrir uma porta na frente do prédio que possui, na Rua Garrett [Rua Visconde Almeida Garrett], em Almada, conforme projeto que apresentou, junto com o mesmo, mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de conceder licença, com dispensa de apresentação do projeto, a António Marques de Freitas, de Lisboa, na qualidade de sócio da Sociedade Civil de Estaleiros de Mutela, para mandar construir um barracão, em Mutela, freguesia de São Thiago, destruído por um incêndio, mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de designar o dia 5 de Maio de 1915, às 13 horas, na sala das sessões, de se proceder à arrematação em praça pública, e por preço inferior ao do referido orçamento, da obra do projeto apresentada e respetivas condições de construção, que esta corporação pretende mandar fazer, de um barracão, em frente da abegoaria municipal de Caparica, em Casas Velhas, para abrigo dos veículos, que se utilizam nos diferentes serviços municipais, o que se tornará público, através de editais, onde conste, que o traçado e condições se encontram patentes, para quem quiser examinar, na secretaria desta corporação, todos os dias úteis, das 10 às 15 horas, e que as propostas serão feitas em carta fechada, abrindo-se praça para licitação verbal, desde que o preço oferecido não convenha; - Deliberação, para que o vereador do pelouro dos Cemitérios, João da Rosa Lima, se informe e dê seu parecer, para que esta comissão se pronuncie, sobre o requerimento de João de Jesus Gomes Marques, casado, empregado de comércio, morador, na Cova da Piedade, solicitando a cessão de uma superfície de terreno, no cemitério municipal de Almada, com 2 metros de frente por 2,3 metros de frente a fundo, para a construção de um jazigo de capela, conforme o projeto em anexo, solicitando ainda que, no preço deste terreno seja encontrada a importância que sua falecida sogra Maria de Jesus Correia de Figueiredo, em tempos pagou pela cessão do terreno ocupado pela sepultura da mãe dela, Rufina Rodrigues, visto que esta vai ser exumada e transferida para o jazigo em projeto, passando o terreno da sepultura, para a posse da câmara; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores de oficiar à viúva do benemérito António José Gomes, informando que, no Largo da Cova da Piedade existe uma árvore muito antiga, que está em risco de cair, podendo a sua queda, causar perigo para algumas crianças que ali costumam brincar; esta encontra-se protegida por um resguardo de alvenaria, mandado construir pelo, já falecido marido, e tendo esta comissão, como intenção, mandar cortar a referida árvore, esse resguardo é demolido, devendo questionar a viúva se pretende acompanhar a dita demolição, para o caso de querer aproveitar algumas peças, para recordação; - Deliberação de oficiar aos comandantes dos postos da Guarda Nacional Republicana, informando que, de futuro, nenhuma despesa relacionada com os postos, será paga, sem que esta comissão ou qualquer um dos seus membros seja ouvido sobre elas, devido à apresentação, para apreciação de documentos de despesa, entre eles, uma conta do vidraceiro Manuel Carvalho, incluindo colocações de alguns vidros nesses postos, no Alfeite e, em Almada, fornecimentos que sobre eles não foi ouvido qualquer vereador; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 10 de abril de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 255 a 2271, no valor de 821 escudos e 44 centavos. [Im. 1210_0141, 1210_0142, 1210_0143, 1210_0144 e 1210_0145] Disponível em:
Traslados dos termos e autos cíveis relativos ao julgamento do inventário orfanológico e partilha de bens por falecimento de Maria do Carmo Justiniana Plantier, iniciados em 21 de dezembro de 1858 e sentenciados em 27 de maio de 1862 no Juízo de Direito da Comarca de Almada. Inclui autos e escritura de arrematação do censo da quinta e referências a várias serventias da propriedade sita na Cova da Piedade e ao chafariz do Pombal. O censo anual da quinta era pertença da Santa Casa da Misericórdia de Almada.
Averbamento na Conservatória Predial de Almada em 18 de janeiro de 1876 do título de arrematação, transmissão e posse do censo anual passado em 13 de dezembro de 1875 a João Plantier pela Repartição Central da Direção Geral dos Próprios. Contém a descrição do prédio rústico e urbano e das suas confrontações. O censo anula desta propriedade era anteriormente pertença da Santa Casa da Misericórdia de Almada.
Exposição "Silent Life" do programa de abertura do 21.º Festival de Música. Contém uma escultura de João Cutileiro.
Registo na Conservatória Predial de Almada em 27 de dezembro de 1876 da arrematação e posse dos direitos, serventias e logradouros da quinta. Contém a descrição do prédio rústico e urbano e das suas confrontações.
Conjunto escultórico concebido pela artista plástica Virgínia Fróis para os jardins do Complexo Municipal dos Desportos "Cidade de Almada".
Traslado em pública forma de sentença referente a querela sobre a repartição e utilização de águas de fonte situada no antigo Casal do Pombal que opõe a Casa dos Gafos de Cacilhas a outros moradores do lugar, proferida em Março da Era de 1427 (ano de 1389 da Era cristã). Certificação feita pelo tabelião Elísio Dias Torres a partir de escritura lavrada em 9 de abril da Era de 1427 (ano de 1389 da Era cristã) e registada no livro de escrituras dos bens da Albergaria de São Lázaro pertencente ao Arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Almada
Nenhum mestre deverá comprar mais de três milheiros (mil unidades) de aduela, existindo uma explicação pormenorizada, para o efeito. A referida aduela, em situação de ser comprada ou vendida, fiada em pagamento, esse pagamento será repartido, dando-se um quinhão ao vendedor, embora este possa não querer. Se tal não for cumprido, o transgressor pagará seis mil réis. Acrescenta ainda que, caso não haja entendimento com o mestre, e, na eventualidade de existir um homem de negócio que tenha madeira que se disponibilize a dar a mesma, com o objetivo de utilizar o produto na obra.
Nenhum mestre deverá importunar um oficial que, de momento, esteja a trabalhar em outra loja, para ir trabalhar no seu estabelecimento, se isso acontecer, será condenado a pagar dois mil quatrocentos réis. No entanto, se a referida situação acontecer a um juiz ou a um escrivão, os mesmos serão condenados a pagar seis mil réis, despesas destinadas ao concelho e aqueles serão denunciados ao Procurador que promoverá todos os procedimentos, no sentido de os condenar.
Certidão a requerimento de João António Cerqueira à Conservatória de Registo Predial de Almada. Contém as várias inscrições e averbamentos referentes ao prédio rústico e urbano.
Nenhum mestre deverá aceitar um aprendiz que tenha iniciado a sua aprendizagem no ofício, sem existência de autorização, por parte daquele que o principiou no ensino. Em situação de não cumprimento, o transgressor pagará seis mil réis de condenação.
Querela e acordo entre Paulo Henrique Plantier, proprietário da Quinta do Pombal, e a Câmara Municipal de Almada referente ao direito, posse e utilização das sobras das águas da fonte ou tanque do Pombal, na Cova da Piedade. Contém o traslado do auto de vistoria e sentença proferida pelo Juízo de Direito da Comarca de Almada. Inclui em anexo certidão de inscrição predial na Conservatória de Registo Predial de Almada do direito às sobras de água do tanque do Pombal a favor de Paulo Henrique Plantier, passada em 20 de setembro de 1902.
Relatório assinado por F. Matoso Santos.
Inscrição da transmissão da propriedade, por sucessão e partilha, da Quinta do Pombal a favor de Alberto Teotónio Pereira, Luís Teotónio Pereira, Clara Herrmann Pereira Nunes da Silva, Pedro Teotónio Pereira e Virgínia Maria Herrmann Pereira. Contem descrição do prédio rústico e urbano.
Certificado de identificação e posse do prédio rústico e urbano da Quinta do Pombal, na Cova da Piedade.
Escritura lavrada em 20 de agosto de 1919 no cartório do notário António Tavares de Carvalho em Lisboa. Contém em anexo certidão de inscrição predial da propriedade a favor de João Teotónio Pereira Júnior na Conservatória de Registo Predial de Almada, passada em 15 de novembro de 1921.
Resumo de várias diligencias promovidas ou a promover pelos proprietários da Quinta para o aproveitamento e valorização dos terrenos.
Cópia de requerimento à Secção de Finanças de Almada a informar da demolição de prédio situado na Quinta do Pombal, Cova da Piedade.
Mandato para a venda ou cedência de imóveis pertencentes à herança de Alberto Teotónio Pereira.
Em situação de um mestre estabelecer madeira, ou outro qualquer objeto pertencente ao ofício, ninguém irá oferecer, pela mesma, um preço mais elevado. Na eventualidade de não cumprimento, o transgressor será condenado a pagar seis mil réis.
Integra notas, recortes de imprensa, correspondência, procurações, declarações e contratos relacionados com a urbanização da Quinta do Pombal.
Todos os anos, em agosto, os juízes do ofício e escrivão compareciam, no Senado da Câmara, para determinarem qual o preço a darem aos arcos e aos vimes, pelo qual redigiam um termo que seria assinado pelos mesmos intervenientes. O preço estabelecido seria aplicado à venda dos objetos referidos anteriormente, aos lavradores, para reparação das suas adegas. Quem não cumprir, pagará seis mil réis de condenação.
Minuta de procuração passada pelos seus irmãos a conferir poderes para administrar os prédios rústicos e urbanos dos quais são coproprietários e a representá-los junto da empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada.
Certificado de identificação e posse do prédio rústico e urbano da Quinta do Pombal, na Cova da Piedade.
Estabelece diversos valores de pagamento, para um oficial que trabalhe nas Adegas dos Lavradores, a saber: ganhará, por dia, a seco (sem comida) quatrocentos e cinquenta réis; com comida, ganhará duzentos e quarenta réis; por fundar um tonel cento e vinte réis; por bota cem réis e por pipa sessenta réis. Quem exceder os preços referidos, será condenado a pagar mil e duzentos réis.
Casa situada na Azinhaga da Carreta.
Casas situadas na Azinhaga da Carreta.
Escritura lavrada em 3 de dezembro de 1919 no cartório do notário Virgílio Horta, de Sintra. A nova empresa passa a designar-se por Sociedade dos Vinhos de Colares, Viúva José Gomes e Filhos Limitada. Contém os estatutos da nova sociedade comercial que integra os prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra. Comporta descrições das propriedades, que mais tarde, foram adquiridas pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada.
Vista dos estabelecimentos comerciais de ótica e do restaurante Tasquinha da Charneca, atualmente, com atividade encerrada. Casas situadas na Avenida Elias Garcia, junto à Estrada Nacional n.º 377.
Nenhum mestre deverá incomodar os oficiais para trabalharem noutra oficina, sendo a própria do mestre, sob pena de pagamento de multa no valor de quatro mil réis.
Casa situada na Rua da Bela Vista.
Casa situada na Rua da Bela Vista.
O Procurador e o Almotacé farão visitas nas diversas lojas, afim de vistoriar sobre a existência de louça que necessita ser reparada e a que não se puder aproveitar, será para abater.
De acordo com as instruções dos juízes, os tanoeiros não poderão colocar aduela de sâmago no fundo das pipas, mas substituindo por: por a aduela do batoque, mais quatro junto de uma, contra banda. Porventura, se os referidos juízes encontrarem alguma anomalia na louça, os tanoeiros incorrerão no pagamento de uma multa no valor de dois mil réis, sendo cobrado pelos Almotacés; quantia de dinheiro dada à Confraria de Nossa Senhora de Santa Ana. Esta imposição é prática extensível à louça vinda do Porto e vendida na vila ou no seu termo.
Escritura lavrada em 19 de março de 1833 pelo tabelião da comarca de Sintra, Augusto Maria da Cunha, na residência de Umbelina Helena da Silva no lugar de Almoçageme, Colares em Sintra. Empresa familiar criada para a administração de propriedades, compra e venda de vinhos, artigos de mercearia e outros géneros. Contém a identificação e descrição de diversas propriedades incluídas no património da empresa Viúva José Gomes da Silva e Filhos, algumas das quais, foram adquiridas pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada.
Os examinadores não deverão avaliar os seus filhos ou parentes. Contudo, na eventualidade de existir alguma suspeita, quem quiser poderá requerer ao Senado no sentido de renomear um dos juízes do ano anterior, substituindo a pessoa suspeita. Se acontecer o contrário, a pena de pagamento de multa tem o valor de doze mil réis.
Nenhum mestre deverá ensinar um oficial, por dinheiro, e terá que ser por um prazo de 4 anos, nunca ultrapassando este, sob pena de pagamento de multa no valor de seis mil réis; além de que nenhum aprendiz poderá trabalhar noutra loja, sem, contudo, terminar o seu trabalho na loja, onde aprende, sob pena de ter zero e terá obrigatoriamente de acabar o prazo estipulado.
Escritura lavrada em 29 de março de 1920 no cartório do notário António Tavares de Carvalho, de Lisboa. Contém os estatutos da nova sociedade comercial constituída e participada pelas empresas Gomes da Silva e Companhia (Filhos) Limitada, José Maria da Fonseca Sucessores, Limitada, Carlos Gomes e Companhia, Espírito Santo Silva e Companhia, José Henriques Totta e Companhia e Ramiro de Magalhães e Companhia. O património da empresa Gomes da Silva e Companhia (Filhos) Limitada foi transferido para esta nova sociedade, incluindo os prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra. Integra descrições das propriedades, que mais tarde, foram adquiridas pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada.
Tendo em conta a possibilidade de extravio que se segue ao envio dos artigos da Real Farda das oficinas, em que se ouve dizer que o trabalho feito serve para o negócio dos seus donos, afim de pouparem quatrocentos réis por pipa (valor pago por aqueles que vendem nas fábricas); referindo ainda que o dono das louças não embarca as mesmas por sua conta mas é um comissário que, ao construir as pipas, as vende e remete aos seus correspondentes, poupando, deste modo, quatrocentos réis de direitos de cada pipa que devia pagar, dado que as vende. Neste sentido, os donos das lojas deverão ser obrigados a prestar juramento, na Câmara, mencionando se a louça enviada, para fabricar, será para embarcar por sua conta e para o seu negócio, estando relacionado com a emissão de licença de abertura de loja.
Documentação referente à transmissão e administração dos bens e rendimentos pertencentes ao inventário orfanológico do menor João Paulo da Silva Teotónio Pereira, na sequência dos falecimentos de Alberto Teotónio Pereira e esposa. Filho de Alberto Teotónio Pereira e Fernanda Pires da Silva. Contém correspondência, requerimentos e procurações para venda e compra de propriedades e ações, pedidos de registos na conservatória do registo predial, planta desenhada da fazenda de São João do Monge no Brasil, notificações e certidões do Juízo Cível de Lisboa, conta corrente entre a empresa João Teotónio Pereira Júnior Limitada e João Paulo Teotónio Pereira. Inclui também autorizações para venda e doação de parcelas de terrenos da Quinta do Pombal.
Escritura lavrada em 14 de março de 1914 pelo notário Manuel Viana que altera e formaliza a passagem da firma Viúva José Gomes da Silva e Filhos Sucessores para nova denominação. Contém os estatutos da nova empresa detentora de prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra, alguns dos quais, adquiridos posteriormente pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada.
Escritura lavrada em 16 de janeiro de 1920 no cartório de António Tavares de Carvalho que altera alguns artigos do pacto social constante da escritura de 3 de dezembro de 1919 que altera a anterior firma Gomes da Silva e Companhia (Filhos). A nova sociedade passa a denominar-se por Vinhos de Colares, Viúva José Gomes da Silva e Filhos Limitada. Contém os estatutos da nova empresa detentora de prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra, alguns dos quais, adquiridos posteriormente pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada
Escritura lavrada em 16 de janeiro de 1920 no cartório de António Tavares de Carvalho. A empresa é detentora de prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra, alguns dos quais, adquiridos posteriormente pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada
Pedido de certidão requerida por João Carlos Seabra da Silva. Contém a identificação e descrição das propriedades rústicas e urbanas situadas em Colares, Sintra, pertencentes à firma João Teotónio Pereira Júnior Limitada.
Nenhum mestre poderá comprar aduela acima de 3 milímetros, devendo, para o efeito, avisar os juízes, de forma a haver uma divisão pelos outros mestres, que a quiserem. O comprador comprará a um preço, pagando o valor do trabalho, ficando assim estipulado que ninguém poderá comprar, acima da tabela estabelecida. Quem incorrer, poderá sujeitar-se a um pagamento no valor de seis mil réis, acrescentando 20 dias de cadeia. Desta forma, ficarão assegurados os direitos da manufatura.
Determina que, para a Festa do Corpo de Deus, cada um dos mestres (de acordo com a sua antiguidade) será obrigado a construir, no prazo de um ano, um andor, que é habitual seguir na procissão. O referido andor irá bem ornado e reparado. Em situação de não cumprimento, o indivíduo poderá pagar uma multa no valor de seis mil réis.
Determina que, quem mandar vir, de fora, arcos, para vender ao povo ou aos mestres que possuam lojas, o indivíduo será obrigado a fazer o registo do mesmo, com o escrivão da Câmara, e, ao mesmo tempo, terá que avisar o vereador (que é também procurador), de forma a haver uma fiscalização da venda.
Contém correspondência relacionada com o arrendamento da propriedade, notas e informações, recibos de pagamento de sinais e contratos de arrendamento realizados com Francisco António Matosa e João Rodrigo Versos.
Escritura lavrada em 4 de maio de 1908 pelo notário da cidade e comarca de Lisboa, José Xavier Silveira da Mota. Contém os estatutos da nova empresa detentora de prédios rústicos e urbanos em Colares, Sintra. Inclui em anexo uma transcrição datilografada do texto da escritura.
É igualmente estabelecido, na Câmara, o preço dos vimes, no tempo anteriormente mencionado (mês de agosto), com o parecer dos juízes, em relação ao valor de cada liaça.
Contém cópia da planta da área de estudo na escala 1:5000, o plano e cronograma de trabalhos, a identificação da equipa de técnicos envolvidos nos trabalhos e uma cópia da planta com proposta de pré-zonamento da estrutura e tipos de uso do solo da área de intervenção na escala 1:1000.
Determina que o fecho será vendido, consoante as rodas que trouxer e de acordo com o preço estipulado, em cada ano, pela Câmara; na eventualidade de exceder o preço estabelecido ou o fecho das rodas ser pequeno, e em situação de venda, o indivíduo será condenado a pagar seis mil réis de multa.
O preço dos arcos será estabelecido, na Câmara, no mês de agosto, todos os anos, estando presentes os juízes do ofício e o escrivão, para que, sob prestação de juramento, informem sobre o preço justo, em virtude de poderem vender ao povo. Na sequência do preço acordado, o tanoeiro possuirá uma certidão, de forma a poder vender ou reparar a louça dos lavradores.
Determina que, os arcos das pipas, na ponta mais delgada, têm que ter uma polegada de largura e aqueles que tiverem muito menos, deverão ser cortados, para barris, tirando-lhes palmo e meio de craveiro (palmo que tem 15 polegadas). O mesmo é aplicado para os arcos de toneis que não estejam, conforme o estabelecido, que ficarão, para pipas.
Entre os diversos fechos dos arcos, deverão ser examinados, no sentido de se verificar sobre a existência de mistura de alguns velhos, com algum dano ou alteração nos toneis, pipas e barris, e na eventualidade do mesmo acontecer, os indivíduos serão condenados pelos almotacés no pagamento de seis mil réis de multa.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Francisco José de Pinho; Sebastião José Pereira Ferraz; Raúl Alberto Ferreira Flores; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de submeter à apreciação da Câmara, na próxima sessão, o ofício da Federação das Associações de Classe dos Caixeiros Portugueses - Junta Executiva da Zona Sul, solicitando a adoção do horário de trabalho no comércio, conforme o projeto que o acompanha; - Deliberação para assinar, a pedido da Associação Central da Agricultura Portuguesa, devido à utilidade, para este concelho, por ser essencialmente agrícola, a publicação da mesma, denominada “Boletim da Associação Central da Agricultura Portuguesa”, ao mesmo tempo, agradecer o exemplar oferecido a esta câmara, do “Guia Prático das Caixas de Crédito Agrícola”; - Deliberação, após conveniente ponderação, e devido à importância da obra, ceder à insistência da Companhia Geral de Crédito Predial Português, relativa à renda de 5 escudos e 50 centavos, após a construção da retrete e da fossa de despejo, na casa da escola oficial do sexo masculino do Monte de Caparica, oficiando a essa companhia, que vai dar início ao pagamento, após a data de conclusão das obras; - Tomada de conhecimento de 2 ofícios, um do cidadão Carlos Luís […], e outro, de António Maria Ribeiro, onde autorizam a colocação, conforme solicitação desta corporação, de uns letreiros em azulejo, nos prédios que possuem, respetivamente, no Caramujo e na Mutela, para satisfação de uma requisição do Automóvel Clube de Portugal; - Deliberação de mandar apresentar o menor Carlos, exposto, a cargo desta corporação, na 3.ª feira, da próxima semana, por ter sido admitido, na casa de trabalho “O Refúgio”, conforme a comunicação feita pela Provedoria Central da assistência de Lisboa, em ofício, de 6 de março de 1915, por solicitação desta corporação, sendo acompanhado por uma carta de agradecimento; - Deliberação de mandar fornecer à Inspeção da Primeira Circunscrição Escolar, um certificado de efetividade do professor António Monteiro d’ Andrade, da escola masculina de Almada, no período, de 1 de outubro de 1914, até à presente data; - Informação relativa a dois requerimentos enviados, com ofício do chefe fiscal, encarregue da fiscalização dos impostos no 1.º Bairro de Lisboa, solicitando que lhe sejam passados certificados, relativos ao número total de quilos de carne de vaca, abatidos no matadouro municipal, em fevereiro, deste ano, pela firma Price, Freitas & Companhia, fornecedora de carne, para mantimentos das tripulações, dos navios surtos, no Tejo, e o outro, a quantidade sobre a qual, foi pago o imposto, no mesmo mês, assim como, a quantidade de litros de vinho trimestralmente avançado, por José Benito Alvarez, de Cacilhas, questionando ainda se a câmara tributa os géneros, para mantimentos desses mesmos navios, ao que foi deliberado a secretaria passar a certidão, referente aos 3 últimos factos, informando que, em relação ao 1.º não existirem elementos, para ser passada a devida certidão; - Deliberação de participar ao aferidor de pesos e medidas, deste concelho, que, por Portaria do Ministério do Fomento, de 20 de fevereiro de 1915, foi retificado o prazo em que deve servir a letra A no afilamento dos instrumentos, que é de maio de 1915, até 30 de junho de 1916, e não de abril de 1915, a 31 de Março de 1916; - Deliberação de consignar nesta ata um voto de congratulação pelo serviço prestado à causa da instrução, louvando o professor, da escola móvel de Vila Nova de Caparica, Júlio César de Magalhães, que comunica através de ofício, que naquela localidade se criou uma agremiação denominada “Liga dos Amigos da Escola”, que se propõe satisfazer todas as despesas inerentes ao funcionamento da escola, incluindo a casa, que já alugou, para onde vai ser transferida, deixando por isso a casa do clube, onde se encontrava, desde a sua criação, agradecendo ao mesmo clube, a generosa cedência que até agora tinha feito da sua casa; - Deliberação de conceder licença a Francisco d’Oliveira Anes Júnior, morador, na Estrada do Brejo, conforme requerimento, de colocar no prédio que mandou construir, em vez de n.º de policia, as letras F.A.; - Deliberação de conceder licença, conforme solicitado, sem perda de vencimento, ao professor da escola oficial do sexo masculino de Almada, António Moutinho d’Andrade, para se ausentar, do serviço durante 15 dias, de 6 a 21 de abril de 1915, com o fim de tratar de assuntos particulares; - Deliberação de indeferir um requerimento de Maria Antónia d’Oliveira, de São Macário, freguesia de Caparica, solicitando isenção do imposto de licença, por um trimestre, para um automóvel de transporte de passageiros; - Deliberação de corroborar um atestado de pobreza, da Junta da Paróquia da Freguesia de Almada, em nome de José Hermenegildo, viúvo, 37 anos, natural de Algés, concelho de Lisboa, morador, no Caramujo, em Almada, pai do menor de 10 anos João Hermenegildo; - Deliberação de conceder licença, a António do Carmo Caiado, para regularizar, uma porta e abrir 2 janelas, na frente do seu prédio, na Rua Serpa Pinto, em Almada, conforme o projeto que apresentou e foi aprovado, e mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de conceder licença, a António Martins, do Caramujo, Almada, para mandar construir um barracão provisório em madeira, no terreno que tem arrendado a Manuel Mata Lapas, conforme o projeto já aprovado e mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Deliberação, por maioria de votos, aprovar a iniciativa do requerente e conceder licença, a Tomaz António Pedro Cardoso, de Almada, relativa a uma pretensão que tem do Ministério do Fomento, para colocar um quiosque, no Largo de Cacilhas, vedando o candeeiro, do passeio central, exigido pelo Ministério; - Deliberação de se abster de dar parecer, relativo ao requerimento da firma comercial Mattos & Santos, estabelecida, na Rua Direita de Cacilhas, n.º 16 e 16 A, para a instalação de um quiosque, no Largo Costa Pinto, em Cacilhas, para venda de bebidas e tabacos, visto esse terreno não ser municipal, e já se ter pronunciado de forma idêntica, para o mesmo local, a Thomaz António Pedro Cardoso; - Deliberação de dar conhecimento, relativo a um pedido do Grupo Sport Piedense, em que diz mandar fazer à sua custa, a terraplanagem do terreno existente, no Campo de São Paulo, em Almada, norte-poente da antiga praça de touros, e sul-nascente do cemitério, de Almada, para a prática de exercícios físicos e jogos, que esse grupo pratica, que o terreno em questão não está na posse de direito do município, sendo necessário reivindicá-lo pelos meios legais, visto não terem sido cumpridas as obrigações relativas a esse mesmo terreno, mas põe à disposição a utilização de um embargo da câmara, quando for necessário, o terreno que fica no lado oposto, ao sul do cemitério, caso sirva os mesmos objetivos; - Comunicação do presidente aos seus colegas, que em virtude de não se ter realizado a sessão anterior, tomou a resolução, a pedido do senhor administrador do concelho, de requisitar à Companhia de Telefones, como era indispensável, a instalação, de um telefone na administração, já deliberada anteriormente pela câmara; - Deliberação, sob proposta do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de mandar proceder à reparação do urinol da Calçada da Pedreira; - Deliberação unânime, sob proposta do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de mandar fazer obras no edifício da Escola Conde Ferreira, em Almada, ficando ele encarregue da organização do devido orçamento, caderno de encargos e demais elementos necessários, para ser adjudicada em concurso público, visto o seu custo exceder 50 escudos; - Deliberação, sob proposta do vereador Francisco Duarte Canellas, de se mandar proceder à reparação de algumas passagens em madeira que o público utiliza, para atravessar a vala do Porto Brandão, na freguesia de Caparica; - Deliberação, sob proposta do presidente, com a concordância de alguns colegas, de mandar reparar o pavimento que circunda o poço municipal da Trafaria, sob a direção do vereador do respetivo pelouro, Raul Alberto Ferreira Flores; - Deliberação, após votação, de mandar pagar ao secretário e demais funcionários que auxiliaram a concluir os serviços da revisão, que, no corrente ano se procedeu, do recenseamento eleitoral deste concelho, a gratificação, no valor de 150 escudos; - Deliberação de mandar pagar ao tesoureiro municipal, Caetano Xavier Basto, a quantia de 264 escudos e 26 centavos, a importância da 2.ª e última prestação dos vencimentos, que deixou de receber durante o tempo em que esteve demitido do exercício do seu lugar, de acordo com a sentença proferida, pela Auditoria Administrativa do Distrito de Lisboa, no processo de reclamação que aquele funcionário interpôs, da reclamação que o demitiu, e pela qual foi mandado reintegrar no lugar; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente, de iniciar os trabalhos, para a construção de um barracão, na Trafaria, no antigo termo do cemitério, para a instalação dos serviços municipais, nessa povoação; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, da necessidade de modificações nos tanques do lavadouro municipal de Fonte da Pipa, e nas respetivas torneiras, para uma melhor limpeza e melhor aproveitamento da água, ficando este encarregue do estudo das obras e respetivos orçamentos, para posterior apreciação. Propôs ainda o mesmo vereador a necessidade de confiar a vigilância e fiscalização a um guarda; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, e por maioria de votos, a nomeação de Anselmo Pinto Quaresma, cocheiro, de Mutela, para examinar os indivíduos de Almada, que pretendam exercer a profissão de cocheiro, em substituição de José Affonso Lopes, que faleceu, advertindo o nomeado, que a retribuição de cada exame não pode ser superior a 1 escudo; - Deliberação de repreender o cocheiro de Caparica, Cândido Marques Figueiredo, por ter praticado algumas irregularidades, quanto à retribuição pelos serviços prestados, e outros, aguardando o seu procedimento futuro, com a certeza de que se continuar a praticar tais faltas, será substituído; - Apresentação do balancete do cofre municipal dos dias 13, 20 e 27 de março de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 178 a 239, no valor de 1.843 escudos e 73 centavos. [Im. 1210_0132, 1210_0133, 1210_0134, 1210_0135, 1210_0136, 1210_0137 e 1210_0138] Disponível em:
O procurador e vereador deverão baloiçar todos os arcos, de forma a que os fechos sejam bem vistos e na, eventualidade, do dono duvidar do mesmo, o almotacé cobrará doze mil réis de multa.
Documentação referente à partilha dos bens e rendimentos pertencentes à falecida Maria Alice Bettencourt Pereira, filha de Luís Teotónio Pereira. Contém correspondência trocada com várias entidades, listas de propriedades rústicas e urbanas pertencentes à empresa João Teotónio Pereira Júnior situadas nos concelhos de Almada e Sintra, relação dos bens da herança, atestado, balanço geral da firma João Teotónio Pereira Júnior de 1973. Inclui também os originais do bilhete de identidade e cartão de beneficiário da Caixa Nacional de Pensões com fotografias.
Presenças: José Gomes Coelho (vice presidente, na ausência do presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Francisco José de Pinho; Raul Alberto Ferreira Flores; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de mandar arquivar por já ter sido satisfeito, um ofício de uma comissão de indivíduos da Cova da Piedade, da Festa da Árvore, que nessa povoação a levou a efeito, solicitando a representação deste corpo administrativo, na mesma festa, assim como, a prestação de diferentes serviços necessários à sua realização; - Deliberação de mandar satisfazer uma requisição da professora da escola do Pragal, relativa à abertura de 8 covas, para a plantação de árvores na altura da Festa da Árvore, que se realiza no próximo domingo, assim como, as respetivas árvores, que conforme diz o vereador José Gomes Coelho, a escola não as possui; - Deliberação de adquirir o [lenteiro] e areia noutra propriedade, onde o custo é inferior, após a resposta ao ofício n.º 35 desta corporação, da Administração da Propriedade Nacional do Alfeite, em quem informa que, após instruções superiores, não lhe é permitido ceder gratuitamente quaisquer produtos daquela propriedade, tendo um custo de: um carro de bois de [lenteiro], 20 centavos e cada talha de areia sessenta centavos; - Deliberação de aprovar os projetos e conceder licença para a sua execução, requeridas por João Alberto [Baleixo], para um prédio, na Rua Bulhão Pato, em Almada, e de Joaquim Simões, um prédio, na Trafaria, após o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais, e se encontrem, conforme transcrição no documento expedido na licença; - Deliberação de solicitar da Provedoria da Misericórdia de Almada, de satisfazer diferentes requisições da direção do Hospital de São José, de Lisboa, das guias de responsabilidade pelo tratamento dos doentes, Emília Rosa Albertina da Conceição Andrade e Francisco Pedro [Lancino]; - Deliberação de se fazer representar na Festa da Árvore, que se vai realizar no próximo domingo, no Pragal, pelo vogal José Gomes Coelho; - Deliberação de informar o Inspetor Escolar do Círculo Oriental de Lisboa, respondendo ao seu ofício n.º 362, de 4 de março de 1915, que o pagamento das folhas das gratificações e subsídios dos exames do 1.º grau, realizados neste concelho, em julho do ano anterior, ainda não foram autorizados, pois essa despesa não estava incluída no orçamento anterior, e este ano ainda está dependente da aprovação da câmara; - Deliberação de mandar satisfazer ao Regente Florestal da 12.ª zona, com sede, em Azambuja, 1 escudo da despesa que este teve com a embalagem e transporte até à estação de caminho do ferro, de 250 árvores, cedidas gratuitamente pelo estado a esta corporação; - Deliberação, para aguardar oportunidade, para apreciação e resolução do assunto, do ofício da professora da escola do sexo feminino de Almada, onde pondera a necessidade absoluta e inadiável, da escola a seu cargo, ser transferida para uma casa de maiores dimensões, devido à grande quantidade de crianças matriculadas e das que ainda pretendem matricular-se; - Deliberação de responder ao ofício da Companhia Geral do Crédito Predial, que trata do aumento da renda, da casa onde funciona a escola do sexo masculino do Monte de Caparica, para 5 escudos e 50 centavos mensais, devido à execução de uma retrete e uma fossa, nessa casa, ao que esta corporação acha ser exagerada, propondo assim 5 escudos por mês, mais 50 centavos que a anterior; - Deliberação de ceder à Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense, conforme solicitado, o coreto do Jardim do Castelo de Almada, para a realização de um concerto, no dia 11 de abril de 1915; - Deliberação de dar ordem ao tesoureiro municipal, para receber e conferir os conhecimentos [recibos] e passar o devido recibo, para documentar a conta do crédito do Estado, relativo ao ofício apresentado, do Secretário de Finanças do Concelho, onde entrega 5.378 escudos e 8 centavos de conhecimentos de impostos diretos municipais que se encontram na tesouraria, por cobrar, lançados, nos termos do Decreto, de 22 de dezembro de 1887, visto que, por despacho, de 8 de janeiro de 1915, foi esclarecido que só é permitido às Câmaras Municipais confiar ao Estado o lançamento e cobrança das percentagens adicionais às contribuições gerais especificadas no n.º 1º do Artigo 108, da Lei n.º 88, de 7 de agosto de 1913, foi ainda deliberado que logo que os documentos sejam recebidos, se dirijam a todos os devedores, para serem pagos, no prazo de 60 dias, a contar da data da sua expedição, sob pena de se proceder à cobrança coerciva, como é de direito; - Deliberação de encarregar o fiscal Dias, de examinar o local e colher os elementos necessários, para que esta comissão se pronuncie sobre o requerimento de Pio Rodrigues, de Lisboa, onde solicita licença, para ocupar uma superfície de terreno, com 6 metros de frente por 3 metros e fundo, junto ao estabelecimento do Guerreiro, na Cova da Piedade, para montar uma barraca de “Escola de Tiro”, pelo período de 3 meses; - Deliberação de conceder licença à Associação de Classe dos Operários Corticeiros de Almada, para a realização de um comício, no próximo domingo, no Jardim do Castelo, conforme solicitado por um dos membros dessa associação ao vereador Raul Alberto Ferreira Flores, que o comunicou a esta corporação; - Deliberação, após informação do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, da necessidade da aquisição de mais um barco de brita, para as reparações em diferentes ruas da Cova da Piedade e Caramujo, que ponderando, esta comissão decidiu, por motivos económicos, realizar as reparações mais necessárias com pedra de alvenaria, procedendo-se assim à sua aquisição; - Deliberação, após informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, relativa às reparações, já deliberadas anteriormente, para serem feitas, no edifício da câmara, relativas à pintura dos caixilhos e portas, que após ser informado por uma pessoa competente, que se prestou a fazer o serviço, por 2 escudos por cada vão, ao que o vereador Raul Alberto Ferreira Flores, informou que se o serviço fosse entregue a um operário de apelido Alaiz, para a mão de obra, e se o material fosse fornecido pela comissão, sairia mais barato ao que o vereador José Gomes Coelho, concordou, e que ficou o vogal Raul Alberto Ferreira Flores de averiguar o assunto, até à próxima sessão; - Deliberação de submeter à apreciação do Senado Municipal, na sua próxima sessão ordinária, da proposta do vereador José Gomes Coelho, para uma comissão de membros deste corpo administrativo, contactar a proprietária da casa onde funciona a escola oficial do Pragal, para solicitar permissão de, mandar demolir um tabique que divide dois compartimentos da casa, de forma a conseguir uma sala ampla para os exercícios escolares, comprometendo-se a repor o referido tabique, se por qualquer circunstância o arrendamento terminar; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, de dar conhecimento ao engenheiro Diretor da 3.ª Divisão de Obras Públicas, que um empregado menor das obras públicas, conhecido pelo Manuel Mulato, insultou o zelador municipal Gonçalves, da Caparica, culpando-o pelo facto de a Câmara não ter solicitado ao Ministro do Fomento a competente licença, para as obras que estão a decorrer no poço, que confina com a estrada do Governo, para que o referido empregado seja devidamente admoestado; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 6 de março de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 163 a 167, no valor de 59 escudos e 59 centavos; - Deliberação de expedir precatória à Caixa Geral de Depósitos, a favor da Companhia do Crédito Predial Português, para pagamento de 641 escudos e 60 centavos, relativa à 65.ª prestação, do empréstimo n.º 53, a vencer a 1 de abril de 1915. [Im. 1210_0128, 1210_0129, 1210_0130, 1210_0131 e 1210_0132] Disponível em:
Quem quiser abrir uma loja do ofício de tanoeiro, na vila de Almada, terá que ser oriundo da referida vila e assistente na mesma localidade. Submeter-se-á a uma prova de exame, sendo avaliado pelos juízes do ofício, que emitirão uma certidão de exame, assinada pelos juízes, para ser apresentada no Senado da Câmara, para posteriormente, ser lavrada uma carta, na forma do estilo. Trata-se de uma declaração, onde é mencionado que o Senado dá autorização, somente, pelo prazo de seis meses, para, então, proceder à abertura de uma loja, na vila e termo. Findos os seis meses, só com nova avaliação, o indivíduo poderá prorrogar o prazo, para outros seis meses. O intuito é evitar o prejuízo irreparável que se segue ao ofício e ao público, mantendo e até melhorar a conservação do ofício em questão. Em situação de não cumprimento, a pessoa pagará doze mil réis de condenação, em simultâneo, a loja será encerrada.
Para um oficial abrir uma loja, terá que pedir aos juízes para lhe comunicarem o dia e local do referido exame, o qual será assinado. Na prestação de exame, o oficial realizará quatro peças: um tonel, uma pipa, um quarto e um barril ou meio quarto. Os juízes deverão examinar as peças, antes de serem leadas e cobertas de arcos, posteriormente farão a emissão do auto do exame.
Na eventualidade de, na data do exame, não existir madeira para construir o tonel e, tendo em conta, que os juízes reconhecem, pelas obras feitas da pipa, quarto e barril, as capacidades do oficial para trabalhar na construção do tonel, e em substituição do tonel, o oficial dará seis mil quatrocentos réis que será recebido pelo juiz mais velho - quantia aplicada na Nossa Senhora Santa Ana. Sem este cumprimento, não existirá emissão de carta de exame.
Recomendação para recorrerem a Deus, pelo patrocínio de algum santo e designam a Nossa Senhora Santa Ana, para a tomarem como Padroeira do ofício de tanoeiro. A imagem da santa será colocada na Freguesia de Santiago, na vila de Almada, afim de a poderem abrigar. Pela devoção à mesma santa, os indivíduos do ofício efetuam oferendas ao altar, ao mesmo tempo, realizam festa e as quantias em dinheiro em resultado dos terços das condenações, serão entregues aos Mordomos da referida Senhora.
De forma a executar as condenações referidas no capítulo anterior, elegem um juiz de fora, na vila, com o objetivo de conhecer todas as dúvidas existentes entre os indivíduos do mesmo ofício.