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Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais. Contém imagem dos atores Eunice Muñoz e Santos Manuel a agradecer ao público.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Cartaz a concurso para a promoção de Almada enquanto concelho turístico; contém uma composição de um barco cacilheiro, o centro sul e uma onda do mar com uma prancha de surf.
Cartaz a concurso para a promoção de Almada enquanto concelho turístico; composição gráfica com desenhos estilizados do Cristo Rei, do mar (praia), do sol e de uma mata.
Cartaz de divulgação de Almada como concelho turístico de Portugal, vencedor do concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada para o efeito. Sobre um fundo branco, apresenta um desenho muito colorido onde constam diversos pormenores relacionados com Almada: barcos meia lua, mar, peixe, farol de Cacilhas, Cristo Rei, Ponte 25 de Abril, igrejas, guitarra portuguesa, restauração e sol.
Cartaz de divulgação das "Festas da Cidade" de 1988. Sobre um fundo azul, branco e vermelho, contém o desenho estilizado de um manjerico.
Desfile da Banda da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense com o Maestro António Gonçalves, a passar junto ao Salão de Festas.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Arlequim da Commedia dell'arte e outras duas personagens em palco.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Arlequim da Commedia dell'arte e outras duas personagens em palco.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém as personagens Colombina e Pedrolino (Pierrot) da Commedia dell'arte e outros dois personagens, entre os quais António Olaio em palco.
Peça de Arrabal, com encenação de Carlos Avilez e representada pelo Teatro experimental de Cascais.
Cartaz a concurso para a promoção de Almada enquanto concelho turístico; sobre um fundo preto, contém um desenho alusivo à praia, com chapéus de sol, o mar e o sol.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém as personagens Arlequim e Colombina da Commedia dell'arte em palco.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém as personagens Arlequim e Colombina da Commedia dell'arte e outra personagem em palco.
Peça de Anton Tchekov, com encenação de Mário Viegas e representação dos atores Mário Viegas e Manuela de Freitas.
Contem várias certidões de escrituras comprovativas de propriedade e de registos prediais relacionados com as propriedades situadas em Colares pertencentes ou administradas pela empresa.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém duas personagens e um elemento do público, no caso o ator António Olaio.
Contém escrituras de contratos e correspondência expedida e recebida relativas ao arrendamento de propriedades pertencentes ou administradas pela empresa.
Documentação referente à gestão, partilha e transmissão dos bens integrados em heranças por óbito dos sócios da empresa e da família Teotónio Pereira.
Projetos de estudos, planeamento e execução de obras de melhoramento urbanístico promovidos pela empresa ou com incidência em áreas onde se localizam as suas propriedades urbanas e rústicas.
Cartaz de divulgação das Festas da Cidade. Integra a legenda "Almada tem vida própria"; sobre um fundo azul, contém uma fotografia das zonas da Cova da Piedade e do Pragal, coroadas por fogo de artifício, sendo visível também o Cristo Rei e um pequeno pormenor da Ponte 25 de Abril. Contém o logótipo da Câmara Municipal de Almada e um pequeno desenho de um manjerico.
Peça de Margo Lee Sherman - Estados Unidos da América.
Postura repartida pelos artigos 25.º ao 29.º, incluindo um parágrafo único, em que determina que, qualquer pessoa que queira fazer obras em muros ou prédios, que estejam junto a estrada, caminho ou via pública, terá que solicitar licença à Câmara, no entanto, se após obtenção de licença, a pessoa se afastar dos limites demarcados pela Câmara, ocupando-se, de algum espaço da estrada, caminho ou via pública, será obrigada a demolir a obra já iniciada. É referido que, os donos e mestres de obras, que construirem ou reedificarem prédios, no concelho, não poderão deitar os entulhos nas ruas, de forma a perturbarem o livre trânsito. Qualquer irregularidade verificada, respeitante ao conteúdo dos artigos, as pessoas poderão ser punidas, com o pagamento de uma multa. É de salientar que as pessoas que fizerem obras dentro das suas propriedades e não ocupem o espaço da via pública, não estão abrangidas pelo teor das disposições contidas nos artigos constantes da postura em causa.
Cópias dos mapas estatísticos enviados anualmente pela empresa aos ministérios responsáveis pelo trabalho, emprego e segurança social.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Pierrot (Pedrolino) da Commedia dell'Arte em palco.
Peça de Margo Lee Sherman - Estados Unidos da América.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém duas personagens junto ao público.
Peça de Margo Lee Sherman - Estados Unidos da América.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Pierrot (Pedrolino) e mais duas personagens da Commedia dell'Arte em palco.
Peça de Anton Tchekov, com encenação de Mário Viegas e representação dos atores Mário Viegas e Manuela de Freitas.
Postura repartida pelos artigos 15.º ao 17.º, em que determina que, os proprietários de carros, carretas ou carroças puxadas por 2 bois, são obrigados a pagar uma contribuição anual, no valor de 3$000 réis, pelas despesas das calçadas. A mesma postura estabelece, em situação de não pagamento, o mesmo deverá ser pago em dobro, sendo apreendido o carro, a carreta ou a carroça.
Registos das propriedades pertencentes ou administradas pela empresa.
Cartaz de divulgação do projeto "Alfabetização musical", selecionado pelo Instituto de Inovação Educacional. A aula aberta, com 2000 alunos e professores, decorre no Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada, no dia 20 de junho de 1993. Sobre um fundo verde, contém 3 desenhos alusivos a Almada, graficamente inseridos dentro de 3 notas musicais: o rio com um barco, o Cristo Rei e a Ponte 25 de Abril e um monte com um moinho. Contém o logótipo da Câmara Municipal de Almada. Patrocínios: Caixa Geral de Depósitos; BFB (Banco Fonsecas & Burnay); Asfalti Sintex.
Postura que inclui o artigo 24.º, o qual determina ser proibido a formação de medas de lenha, mato ou outra coisa de fácil combustão, dentro das povoações, e em sítios, onde possam ameaçar incêndios aos prédios, sob pena de pagamento de multa, no valor de 6000 réis, além de ser efetuada a remoção à custa do transgressor, contando com a responsabilidade pelo prejuízo de terceiro, que possa causar e dos custos da vistoria.
Postura repartida pelos artigos 18.º ao 23.º, incluindo um parágrafo único, em que determina que, o carreiro (condutor de carro de bois), dentro das povoações, caminhos e estradas, não for em frente e junto dos bois, pagará uma multa, no valor de 2$400 réis. Esta regra aplica-se ainda às pessoas que entrarem nas ruas das povoações, montadas em cavalgaduras, com ceirões (seira: cesto ou saco tecido de esparto). O carreiro pagará multa também se estacionar, de noite, o carro, carreta ou carroça nas ruas das povoações, ou nas estradas ou caminhos, que possa perturbar o livre trânsito. A presente postura proíbe os carreiros ou quaisquer pessoas de encostarem os carros, carretas ou carroças aos bocais de poços (pequeno muro de pedra à volta do poço), sob pena de pagamento de multa, no valor de 2$400 réis. O final da presente postura alerta, para o facto de ser necessário averiguar as multas impostas aos infratores, dado que poderá ser possível apreender os carros, carretas, carroças ou cavalgaduras.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Colombina da Commedia dell'Arte e outro personagem em palco.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Colombina da Commedia dell'Arte e outros dois personagens em palco.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Raúl Alberto Ferreira Flores; José Gomes Coelho; João Celestino Cerqueira Afonso; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de submeter à apreciação da câmara, um ofício relativo ao ajudante do conservador do Registo Predial, desta comarca, comunicando o mau estado em que se encontra aquela repartição, solicitando o arrendamento de uma casa que possua as devidas condições, para o seu bom funcionamento. O vereador Raul Alberto Ferreira Flores, sugeriu o aproveitamento do quintal, para construir uma casa, para o posto da Guarda Nacional Republicana, ocupando o espaço, onde esse posto se encontra atualmente, com a conservatória, assim como, outros serviços a cargo da câmara, diligenciando uma casa para a conservatória, até que o assunto esteja resolvido; - Deliberação de providenciar, a aquisição de mobiliário e material de ensino, necessário para o funcionamento da escola móvel de Porto Brandão, conforme requisição, feita através do ofício da professora dessa escola, e de telegrama do Inspetor das Escolas Móveis; - Deliberação de aderir ao movimento iniciado pela Câmara Municipal do Concelho do Barreiro, contra o aumento do preço do pão, solicitando a fixação de um dia, para ir junto do Ministro do Fomento, para que sejam adotadas as medidas necessárias, para conseguir esse objetivo; - Tomada de conhecimento de um ofício, do diretor da Repartição de Turismo, solicitando a observação do disposto, na Portaria, de 2 de novembro de 1912, e Decreto, de 16 de maio de 1911, que recomenda, que nenhuma pretensão sobre semelhante assunto, tenha andamento, sem transitar por esta repartição; - Deliberação de não dar andamento às petições feitas nos dois ofícios de Albino Pereira Magno e Alexandre António Gonçalves, onde solicitavam adquirir duas faixas de terreno, na Trafaria, sem que essas petições sejam devidamente instruídas; - Deliberação de mandar intimar, José Ignácio, de Caparica, relativa à participação do chefe fiscal de impostos, Manuel José Dias, que informa que o mesmo não pagou o imposto indireto correspondente a um poço que abateu, em 30 de outubro de 1914, para realizar o devido pagamento; - Deliberação de submeter à apreciação, da comissão que a câmara nomeou, para a elaboração do orçamento das despesas da instrução primária, para o ano de 1915, os seguintes assuntos: - Solicitação, por parte das escolas António José Gomes do sexo masculino e a do sexo feminino, da Cova da Piedade, para cumprimento do despacho ministerial, de 29 de dezembro de 1914, de uma bandeira nacional, e correspondente haste, para cada uma; - Solicitação da professora da escola da Trafaria, para a criação de uma escola do sexo feminino, para essa povoação; - Solicitação, por parte da professora do sexo feminino, que tem a seu cargo a escola de Almada, de um 3.º professor, para a mesma; - Deliberação de conceder licença, a Julião Carmona, para mandar colocar a seguinte inscrição na sepultura: “Aqui jaz Carlos d’Oliveira, falecido, em 10 de agosto de 1914”, no cemitério de Almada; - Deliberação de deferir, tendo em conta, a informação do vereador Francisco Duarte Canellas, a pretensão, de Rosária d’Almeida, moradora, na Rua das Figueirinhas, em Cacilhas, de fazer um caramanchão, junto a uma barraca, que possuí em terreno público municipal, nessa rua, proibindo, umas árvores, junto à mesma, que ela mandou plantar; - Deliberação de averiguar, a informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, relativa à troca do portão que custa 13 escudos, por uma cancela, menos dispendiosa, para colocar no quintal do edifício da administração, se a troca é viável; - Deliberação, após informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, do custo das reparações do relógio do edifício da câmara, após opinião de profissionais, devidamente abalizados, ser orçado no valor de 48 escudos, decidiu-se submeter o assunto à apreciação da câmara, na próxima sessão; - Deliberação de corroborar um atestado de pobreza da Junta da Paróquia de Caparica, em nome de Manuel d’Arrábida, de 44 anos, casado, pescador, morador, na Costa de Caparica, de onde é natural; - Deliberação de encarregar os vogais Raul Alberto Ferreira Flores e Sebastião José Pereira Ferraz, de interceder, junto de José Ferreira Jorge Júnior, da Cova da Piedade, relativa à planta dos terrenos que possui, e quer vender, na Quinta dos Frades, em que já existem alguns vendidos, algumas construções e arruamentos, que neste projeto não têm a largura necessária, daí a necessidade de haver essas conversações, sobre as possibilidade de correção; - Deliberação de aprovar o projeto e a respetiva licença, de construção, a Joaquim Ferreira do Amaral, no local indicado, mediante o pagamento das taxas estabelecidas no Código de Posturas Municipais; - Tomada de conhecimento, de uma reclamação do vogal da comissão, João da Rosa Lima, relativa à grande necessidade de algumas reparações, na Rua de Pernambuco, no Pragal; - Deliberação, após reclamação do vereador José Gomes Coelho, feita na sessão anterior, de mandar concertar a carroça, que transporta os dejetos, no Pragal, utilizando uma, vinda do Monte de Caparica, para a substituir, até aquela estar reparada; - Deliberação da aquisição de 3 carrinhos de mão, para o serviço de obras municipais; - Comunicação do vogal Raul Alberto Ferreira Flores, informando que a obra de desobstrução do caminho do Ginjal, está quase concluída, só faltando 10 metros, e que perante semelhante serviço, sugere uma gratificação, que a comissão fixará; - Informação do vogal Raul Alberto Ferreira Flores, que a limpeza do poço da Costa de Caparica, vai ser feita, no dia 28 de janeiro, às 7 horas, que o aluguer do gado, para o transporte da bomba é de 6 escudos, e a aquisição de 80 quilos de carvão; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente, de comprar 8 metros de basalto, para fazerem as valetas, na rua que foi reparada ultimamente, na Trafaria; - Deliberação, sob proposta do vogal Raul Alberto Ferreira Flores, para a aquisição de uns tubos de ferro, que se empregam no chafariz de Cacilhas, para no caso de acontecer alguma rutura, haver possibilidade de rápida substituição; - Deliberação, sob proposta do vogal presidente, de reunir uma comissão de membros desta comissão, para irem junto do Ministro do Fomento, em data a fixar, solicitar o estabelecimento da posta rural, na povoação e áreas limítrofes, de necessidade absoluta, para os moradores desses lugares; - Apresentação do balancete do cofre municipal, de dia 23 de janeiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 17 a 23, no valor de 21 escudos e 68 centavos. [Im. 1210_0107, 1210_0108, 1210_0109, 1210_0110 e 1210_0111] Disponível em:
Postura repartida pelos artigos 34.º ao 40.º, com inclusão de seis parágrafos únicos, em que determina que, não é permitido estar atracado, no cais de Cacilhas, mais de uma embarcação, no entanto, qualquer pessoa poderá fretar as embarcações que quiser. Destaca ainda o facto de, os barqueiros não poderem conduzir embarcações, onde transportem passageiros, com volumes ou carga, e com gado, simultaneamente. As embarcações, quando saírem do cais ou praia de Cacilhas, não poderão atracar, no mesmo cais ou praia. Aqueles que transgredirem serão punidos com o pagamento de uma multa, no valor de 2$000 réis ou sofrerão 8 dias de prisão. É proibido às companhias das embarcações demorarem mais de 1 hora, em toda a extensão do cais de Cacilhas, com exceção de algumas situações, sob pena de pagamento de 2$000 réis de multa. É mencionado também que as pipas, barris e outros volumes, que desembarquem, no cais, terão que ser transportados, para fora do lajedo (pavimento coberto de lajes), durante o prazo de 2 horas, sob pena de pagamento de 2$000 réis de multa aos proprietários dos referidos volumes, com exceção de algumas situações, caso contrário, serão apreendidos e depositados. Quaisquer volumes que tenham de ser embarcados, não poderão demorar, no cais, mais do tempo indispensável, de forma a serem colocados dentro das embarcações, salvo algumas situações; sob pena de pagamento de 2$000 réis de multa. É absolutamente proibida a entrada de carros, carretas, carroças, zorras (carro de leito baixo, com 4 rodas, para transporte de objetos pesados) ou cavalgaduras, dentro do lajedo do cais, para largarem ou receberem carga, sob pena de pagamento de 6$000 réis de multa, quanto aos carros, carretas, carroças e zorras e 1$000 réis de multa, no que respeita às cavalgaduras, caso contrário, os mesmos transportes poderão ser apreendidos e depositados.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Colombina da Commedia dell'Arte e outros cinco personagens, entre os quais o ator António Olaio, em palco.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Colombina da Commedia dell'Arte e outros dois personagens em palco.
Contém diversos documentos relacionados com as fases administrativas e técnicas de estudo, planeamento e execução dos projetos e obras de urbanização da Quinta do Pombal na Cova da Piedade, propriedade da família Teotónio Pereira. Inclui estudos, planos e plantas das operações de loteamento e arranjo urbanístico, correspondência, notas e apontamentos, informações e memorandos diversos, memórias descritivas e peças desenhadas de projetos de construção de edifícios e arruamentos, documentos financeiros e contabilísticos, contratos de compra e venda de lotes, e outros.
Cartaz de divulgação da "Semana da Juventude" de 1989, organizada pela Câmara Municipal de Almada, com o apoio de associações e entidades juvenis do concelho. Contém um desenho da letra "J" sobre um fundo colorido.
Cartaz de divulgação do dia mundial da criança de 1988. Sobre um fundo cinza, contém um desenho com formas geométricas coloridas que compõem uma criança, um pássaro e um papagaio de papel; contém o brasão de armas da cidade de Almada.
Cartaz de divulgação de um seminário sobre turismo, relativo ao Plano Diretor Municial, com o apoio do CIDEC (Centro Interdisciplinar de Estudos Económicos), a decorrer no dia 21 de junho de 1991, no Convento dos Capuchos. Sobre um fundo cinza, contém um mapa estilizado do concelho de Almada.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Colombina da Commedia dell'Arte e outros dois personagens em palco.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; José Gomes Coelho; João Celestino Cerqueira Afonso; Raúl Alberto Ferreira Flores; Francisco Duarte Canellas. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de mandar fornecer da sua secretaria, ao Inspetor da 1.ª Circunscrição Escolar, o certificado de efetividade de serviço, do professor da escola do sexo masculino, de Almada, António Monteiro d’Andrade, no período de: 1 de outubro de 1913 a 31 de dezembro de 1914; - Deliberação de indeferir o pedido da Junta da Paróquia da Caparica, de lhe ser concedido um subsídio, para o expediente, visto não haver qualquer disposição legal que o autorize; - Deliberação de requisitar da Provedoria da Misericórdia de Almada, de satisfazer duas requisições da direção do Hospital de São José, de Lisboa, das guias de responsabilidade pelo tratamento dos doentes, Adriano dos Santos e António Dias; - Deliberação de autorizar, conforme parecer favorável, da Junta da Paróquia de Almada, a pretensão de Manuel Maria da Silva, de Lisboa, da colocação de uma cantaria, na entrada da sua propriedade, na Rua Francisco Ferrer, na Cova da Piedade, e a aquisição de 4 metros de terreno, em frente, na mesma estrada, onde sem prévio consentimento, já construiu um aqueduto, para sua exclusiva serventia; - Deliberação de averiguar, para informar posteriormente, sobre o questionário remetido pelo Delegado Agrícola da 19.ª Secção, de Setúbal, relativo à existência de árvores notáveis que possam existir neste concelho, e que o governo, por seu Decreto, de 23 de julho de 1914, mandou catalogar e arrolar, em relação ao país, achando esta comissão que não existem; - Deliberação de encarregar o vogal Sebastião José Pereira Ferraz, de examinar e dar parecer, sobre o projeto existente no requerimento de Zeferino Ribeiro, onde solicita a licença para fazer alterações na sua propriedade, em São Sebastião, no fim de Almada, para que esta comissão possa decidir, na próxima sessão; - Deliberação de conceder licença a Manuel Nunes de Brito, da Sobreda de Caparica, para mandar converter uma janela, em porta, no seu prédio, nessa localidade, freguesia de Caparica, mediante o pagamento das taxas estabelecidas, no Código de Posturas Municipais; - Deliberação de atender ao solicitado no requerimento, de Zeferino Ribeiro, proprietário da antiga Igreja de São Sebastião, de considerar nula a multa que lhe foi imposta, pelo zelador da câmara, por transgressão ao Artigo 170.º do Código de Posturas Municipais, após ter sido devidamente apreciado por solicitação da comissão, de um advogado, relativo à sua ação nas obras de construção e reconstrução, de prédios, junto de ruas, caminhos e lugares públicos, não pertencentes ao município; - Deliberação de oficiar à devida repartição do Ministério do Fomento, solicitando o levantamento da estrada da Cova da Piedade, a fim de evitar que inundações dos canos, voltem a acontecer, conforme foi necessário a intervenção dos vereadores João Celestino Cerqueira Afonso e Raul Alberto Ferreira Flores, de mandar proceder à limpeza e escoamento do dito cano, pois este encontra-se acima do nível da estrada, utilizando o pessoal dos serviços municipais e auxiliado por outro, que foi prestado pela casa Gomes, que devido à urgência, não teve o aval desta comissão; - Solicitação, por parte do vogal Sebastião José Pereira Ferraz, do estudo da situação e restituição do valor da multa, conforme parecer do advogado, de que as obras que estão a ser feitas, em São Sebastião, não estão sujeitas a licença municipal, como tal, não deveria ser multado; - Deliberação, sob proposta do vogal presidente, de mandar proceder à reparação de umas carteiras, já inutilizadas, para o serviço das escolas oficiais, para serem usadas, na escola móvel de Porto Brandão; - Deliberação, sob proposta do vogal presidente, de fornecer ao desenhador José Rocha, da Trafaria, os elementos existentes, que se encontram na câmara, e que ele necessita, para poder reunir numa só planta, de parte da Trafaria, esses elementos; - Deliberação de mandar executar as reparações do relógio do edifício dos Paços do Concelho, ao relojoeiro Sebastião, no valor de 48 escudos, sem a devida apreciação e resolução, por ser de grande necessidade e por não ter havido sessão, na 6.ª feira anterior, assim decidiram, conforme a indicação do vogal Sebastião José Pereira Ferraz; - Solicitação, por parte do vogal presidente, ao vogal Francisco Duarte Canellas, de dar informações sobre a obra da construção de um telheiro, em frente da abegoaria municipal de Caparica, ao que este respondeu que tinha encarregado uma pessoa habilitada, para fazer uma planta, que servirá de guia, para a evolução da obra, da qual está a aguardar; - Deliberação, sob proposta do vereador Francisco Duarte Canellas, de fixar a próxima 4.ª feira, após a sessão desta comissão, para ir junto do Ministro do Fomento, solicitar, conforme deliberação anterior, o estabelecimento da posta rural, na povoação da Trafaria, e áreas limítrofes; - Deliberação, após informação do vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de submeter à apreciação da câmara, na próxima sessão, a necessidade da análise da pretensão existente, relativa a uma construção, na Rua Miguel Bombarda, em Cacilhas, à esquina da Azinhaga da Margueira, achando o vereador João Celestino Cerqueira Afonso, que a situação deve ser vista por pessoas devidamente entendidas, para que indiquem a orientação a seguir, sugerindo que o melhor a fazer é expropriar, para o alargamento da rua; - Deliberação, sob proposta do vereador Francisco Duarte Canellas, de solicitar do Presidente da Câmara, a convocação de uma sessão extraordinária, para serem tratados assuntos que ele ache necessários, assim como os seguintes: - Apreciação relativa à construção na esquina da Azinhaga da Margueira; - Orçamento de instrução, para o ano atual; - Apreciação da proposta do vereador Sebastião Zagallo Júnior, relativa à proteção da indústria vinícola do concelho; - Apreciação de diversos documentos de despesa que não foi autorizado o pagamento, em virtude da falta dos devidos comprovativos; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 30 de janeiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 24 a 74, no valor de 1.722 escudos e 32 centavos. [Im. 1210_0111, 1210_0112, 1210_0113 e 1210_0114] Disponível em:
Postura repartida pelos artigos 30.º ao 33.º, em que estabelece que, nenhuma pessoa poderá ocupar as praias e via pública do concelho e seus limites, sem solicitar uma licença, na Câmara. Se não for pedida a mesma, pagará uma multa, no valor de 6$000 réis. É referido ainda que os botes ou outras embarcações não poderão estar encalhados nas praias do concelho, por mais de 60 dias; findo este prazo, o proprietário da embarcação será multado em 60 réis, por palmo de quilha. A presente postura menciona que os burros de aluguer não poderão permanecer, em Cacilhas, dado que deverão ser recolhidos, com exceção daqueles que possuam o respetivo aluguer. Os burriqueiros (condutor de burros) que transgridem este artigo, pagarão 2$000 réis de multa ou sofrerão 8 dias de prisão.
Postura que proíbe as crianças pequenas de venderem farinha, na vila de Almada e seu termo. Esta postura encontra-se também, no Livro dos Autos de Vereação, folha 11, assinada pela Câmara, Nobreza, e Povo, em 17 de abril de 1765, e foi mandada trasladar, em cumprimento do Auto de Provimento do Desembargador Corregedor da Comarca, de 18 de julho de 1788, folha 38.
1 planta topográfica à escala 1:2000; contém legenda: confrontações norte, sul, nascente e poente.
Cartaz de divulgação do concerto "D'age Sétima Legião", inserido nas comemorações do Dia da Juventude, a decorrer no salão de festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, no dia 27 de março de 1988. Cartaz com design simples (fundo azul); contém o brasão de armas da cidade de Almada. Tendo ocorrido um erro de tipografia, foi posteriormente adicionado o dia certo do concerto, sendo colado um pequeno quadrado branco com o número 27 por cima da data impressa.
Postura que determina que, qualquer pessoa pode vender farinha, com a exceção das crianças pequenas, desde que tenha licença do senado e venda, em loja separada da sua habitação, onde deve guardar toda a farinha. Se for encontrada farinha em casa, não tendo licença para tal, perderá a mercadoria, tendo ainda de pagar uma multa.
Postura que inclui o artigo 12.º e o parágrafo único, em que obriga os almudadores a terem uma licença anual, emitida pela Câmara, pela qual terão de pagar 2$400 réis de donativo, para o cofre do Município. Estabelece ainda que o vinho poderá ser medido pelos lavradores, contratadores ou os seus delegados.
Postura que determina que, todo o moleiro que vier trazer farinha, a qualquer porto da vila, para os negociantes, a quem é permitida a venda, é obrigado, antes da entrega, a dar entrada e a tirar escrito, tal como é referido, na postura a respeito dos trigos.
Postura que determina que, qualquer pessoa que quiser, pode vender trigo, desde que dê entrada de todo o trigo que vender em casa do escrivão do senado, onde lhe será passado um escrito, no qual, se declara a quantidade, o dia em que deu a entrada, o nome da pessoa que o conduziu, e para quem é, assinado por um Almotacé. O trigo não pode ser transportado, sem esta declaração.
Cartaz de divulgação da campanha de vacinação a decorrer nos centros de saúde da cidade de Almada. Contém a fotografia de uma bebé com cerca de 2 anos.
Postura que proíbe a venda de trigo e de farinhas, sem licença da Câmara, sob pena de multa e de nunca mais ser possível requerer licença.
Postura que determina que, toda a pessoa que for negociante de trigos ou farinhas, não pode ter nenhum moinho arrendado, nem por sua conta, sob pena de lhe ser retirada a licença que tiver, para venda.
Postura que proíbe quem tiver licença, para vender trigos e farinhas, de ter farinha podre ou ardida que, sendo achada, será lançada ao mar. Os donos serão ainda alvo de multa, paga, na cadeia, com os salários da diligência. A mesma pena terá, quem vender farinhas nestas condições, ainda que não tenha licença, para vender estes géneros.
Postura que determina que, os moleiros não podem moer trigo de má qualidade, ardido ou podre. Caso o façam, serão multados em 6.000 réis e presos, por 30 dias (a primeira vez que forem achados em incumprimento); a segunda vez, terão as referidas penas a dobrar, sendo-lhes também retirada definitivamente a licença.
Postura que obriga qualquer pessoa que queira recolher trigos ou farinhas, na vila, limite e termo de Almada, ainda que não sejam, para vender, a precederem às diligências de entrada e escrito, onde ficam determinadas as que são, para vender.
Postura repartida pelos artigos 6.º ao 8.º, em que obriga os vendedores a aferirem anualmente pesos, balanças e medidas, caso contrário, ficam sujeitas ao pagamento de uma multa no valor de mil réis. Existem, porém, exceções, para os moinhos, venda de azeite, mel ou água-ardente.
Postura repartida pelos artigos 9.º ao 11.º, em que estabelece que, a Câmara ou o arrematante das contribuições indiretas, poderá proceder aos varejos (inspeção de autoridade fiscal a um estabelecimento comercial ou industrial, para verificar se existem irregularidades) necessários, de forma a determinar se a quantidade do género manifestado, para a venda em retalho ou pelo miúdo, combina com o manifesto feito. Inclui ainda regras para o proprietário do género, o vendedor de vinho, mistura, bebida ou água-pé.
Cartaz de divulgação dos eventos (concertos e palestra) organizados pela Câmara Municipal de Almada, inseridos nas comemorações dos 75 anos do maestro Fernando Lopes Graça, a decorrer no cinema da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense e na Sociedade Filarmónica União Artística Piedense, nos dias 22 e 24 de abril de 1981. Músicos destacados: Dulce Cabrita (cantora); Filipe de Sousa (pianista); Coro da Academia dos Amadores de Música (regido pelo próprio maestro). A conferência "Os Poetas que Lopes Graça musicou" é de autoria de Óscar Lopes. Contém uma fotografia monocromática (vermelho) do maestro, uma pauta de música e a sua assinatura.
Cartaz de divulgação da exposição "Almada: uma gaivota no vento", patente na Oficina da Cultura, de 22 de abril a 29 de maio de 1983. Integra as legendas: "Arte portuguesa contemporânea"; "Almada antiga e moderna"; "50 anos de poesia portuguesa"; "Lançamento de livros e de discos"; "Banda desenhada portuguesa". Contém a fotografia de uma gaivota a preto e branco.
Cartaz de divulgação do festival "Alternativa: 2º Festival Internacional de Arte Viva", a decorrer em Almada, na Oficina da Cultura, de 22 a 31 de julho de 1982. Contém uma pequena fotografia de uma rua em tons vermelhos e o desenho de um homem de braços abertos a saltar para dentro de um círculo, na mesma tonalidade.
Cartaz de divulgação do Festival "Alternativa: 3º Festival Internacional de Arte Viva", a decorrer na Oficina da Cultura, de 15 a 25 de julho de 1983. Integra a legenda: "Performance, novos espaços sonoros, fotografia, arte postal, vídeo arte, exposições, dança contemporânea, instalações, intervenções em espaço urbano, debates e poesia visual". O fundo do cartaz é composto por uma fotografia a preto e branco de uma mulher nua a fazer a ponte.
Cartaz de divulgação do "Aposta: I Encontro de Artistas Estudantes", a decorrer na Oficina da Cultura da Câmara Municipal de Almada, de 15 a 30 de setembro de 1982. O fundo do cartaz é composto por uma fotografia a preto e branco de uma parede com azulejos, muitos já desaparecidos ou danificados; sobre os azulejos estão escritas as seguintes palavras: fotografia, tapeçaria, cerâmica, poesia, rock, pintura, colóquios, teatro, desenho, cinema e dança.
Postura que determina que, as pessoas que forem achadas a vender qualquer género ou mantimento podre ou adulterado, incorrerão, nas mesmas penas, a aplicar, a quem vende trigo e farinhas podres.
Postura que determina que, os juízes e os escrivães da ventena, nos seus respetivos lugares, devem fazer as devidas diligências, para procurarem saber, se existem farinhas ou trigo a serem vendidos, sem ter sido dada a sua entrada e escrito. Caso encontrem esta situação, fazem o embargo, e dão parte ao procurador do concelho. Devem também emitir uma certidão, para entregar ao escrivão do senado, que o apresentará, em Câmara, na vereação seguinte.
Postura que altera a postura que proíbe o uso de vela nas bateiras, permitindo-se agora, o uso de vela, com o mesmo tamanho que o mastro, podendo transportar apenas 12 pessoas, e sendo os arrais obrigados a irem nas embarcações, ou em seu lugar, um companheiro examinado.
Postura que obriga toda a pessoa que tiver fazenda, na vila e seu termo, a mandar limpar, até ao final de julho de cada ano, as testadas (propriedade confinante com a via pública), em que as suas fazendas confinam com estradas, caminhos e valados.
Postura que obriga toda a pessoa que tiver fazenda, na vila e seu termo, a mandar reparar os valados, até ao final de maio, tendo o cuidado, de desimpedir estradas e caminhos, que, com eles confinem.
Cartaz de divulgação da exposição sobre o Plano Diretor Municipal, a decorrer no Edifício dos Serviços Técnicos da Câmara Municipal de Almada, entre janeiro e fevereiro de 1993. Contém um mapa do concelho onde estão sinalizadas as propostas de ordenamento; contém a ilustração de um carimbo relativo ao inquérito público da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia. Integra a legenda "Almada: ordenar e desenvolver".
Postura que determina que, qualquer pessoa da vila e do termo, que tenha sarjetas e valas que confinam, com o escoamento de águas, deve conservá-las, mandando-as limpar e reparar, de julho a setembro. Esta postura encontra-se também, no Livro dos Autos de Vereação, folha 29, assinada, pela Câmara, Nobreza, e Povo, em 12 de julho de 1766, e foi mandada trasladar, em cumprimento do Auto de Provimento do Desembargador Corregedor da Comarca, de 18 de julho de 1788, folha 38.
Postura repartida pelos artigos 13.º e 14.º, em que obriga o vendedor de pão, carne e outros géneros, a pesar os referidos géneros, em balanças ou pesos equivalentes. Em situação de não pesar ou falsificar esse mesmo peso, pagará uma multa no valor de 6$000 réis, pela primeira vez. A multa aumenta consoante o número de vezes da ocorrência. De acordo com o teor do artigo 13.º, estabelece ainda regras para o padeiro volante.
Postura que proíbe todas as pessoas de introduzirem e venderem, na vila, termo e praias, vinho miúdo ou grosso, que seja de fora, resultando o incumprimento, na perda do vinho e, no pagamento de uma multa. Caso chegue ao conhecimento do Juiz de Fora ou dos vereadores, que alguém tenha recolhido algum vinho de fora, irão imediatamente ao local, com dois fazendeiros peritos, que consigam distinguir os vinhos da terra, dos de fora, sendo o vinho apreendido e arrematado, em praça pública e aplicada uma multa. A Câmara estabelecerá um número de tabernas, nas quais, os lavradores e os rendeiros podem vender os seus vinhos (podendo também vendê-los em suas casas), não sendo emitida qualquer licença, sem que os taberneiros deem uma fiança de, pelo menos, 100.000 réis.
Postura que proíbe ter, em casa, ou vender trigo, milho, farinhas, pão e outros mantimentos estragados, podres ou mal-acondicionados, não tendo sido suficientes, as anteriores posturas, a proibir a venda de farinhas estragadas, uma vez que estas só focavam o trigo, o que resultava na absolvição deste ato pernicioso. Esta postura vem, no sentido, de evitar as epidemias provocadas pelo consumo de pão estragado e podre vendido aos pobres, dando-se o exemplo, das ocorridas, em 1751 e 1764, no Seixal e, na Caparica. Esta postura encontra-se também, no Livro de Autos de Vereação, folha 27, assinada, pela Câmara, Nobreza, e Povo, em 14 de dezembro de 1771, e foi mandada trasladar, em observância do Auto de Provimento do Desembargador Corregedor da Comarca, de 18 de julho de 1788, folha 38.
Vista panorâmica a partir do lugar de Vale Flores de Cima.
Postura que determina que, as cabras não podem andar em pinhais queimados. Esta postura encontra-se também, no Livro da Vereação, folha 18, assinada, pela Câmara, Nobreza e Povo, em 27 de agosto de 1770.
Cartaz de divulgação da iniciativa "A natureza a que temos direito", patente na Oficina da Cultura da Câmara Municipal de Almada, de 16 a 31 de janeiro de 1982, com entrada gratuita e apoio do "Grupo de Investigação e Divulgação Científica". Integra a legenda "Sessões diárias de cinema". Contém um desenho de árvores sem folhas.
Cartaz de divulgação da "Corrida das Freguesias: III Troféu Cidade de Almada", a decorrer entre março e julho de 1989. Contém um desenho com figuras humanas estilizadas, roxas e amarelas, que correm numa estrada a perder de vista. Contém o brasão de armas da cidade de Almada.
Cartaz de divulgação do "Festival da Árvore", pela Câmara Municipal de Almada, a decorrer de março a abril de 1985. Todo o fundo do cartaz é composto pelo desenho de uma árvore com um círculo de pessoas à sua volta e um arco íris a rodear a sua copa.
Cartaz de divulgação do Dia Mundial do Idoso, pelo Câmara Municipal de Almada e pelo Grupo Concelhio de Idosos PISACA 2 (Projecto de Intervenção Social Articulada do Concelho de Almada). Contém a ilustração de uma mulher e de um homem idosos.
Cartaz de divulgação do "4º Torneio Internacional de Xadrez: paz e amizade", a decorrer no Clube Recreativo Piedense, na Cova da Piedade, de 1 a 12 de outubro de 1988. Contém o desenho de um tabuleiro de xadrez em azul e branco, com a imagem estilizada de uma pomba e duas peças de xadrez (o cavalo e a torre); contém o brasão de armas da cidade de Almada.
Cartaz de divulgação de Almada como "Um concelho para o povo de abril". Contém o desenho de uma janela aberta, de onde se contempla uma vista aérea da zona da Lisnave (fotografia a preto e branco).
Cartaz de divulgação da exposição "Arquitetura", a decorrer de 5 a 19 de julho de 1987. Sobre um fundo azul, contém um desenho de Manuel Baeta Neves, de uma rua de prédios baixos com arcadas de pedra.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália. Contém a personagem Pierrot (Pedrolino) da Commedia dell'Arte em palco.
Postura que determina o preço relativo a carros e almocreves (por cada besta) devem pagar, anualmente, para a manutenção das calçadas. Apenas estão isentas deste pagamento as pessoas que vierem à vila ou seu termo, vender géneros da sua lavoura ou criações por sua conta. Esta postura determina também que os lavradores podem mandar almudar (medir ou vender aos almudes) o vinho, por rematação, pela pessoa que for mais conveniente, para o taberneiro. Os mercadores de panos de linho que vêm de fora, mas que são moradores da vila e seu termo, e que vendem por si ou mandam os caixeiros vender porta a porta, também devem pagar uma quantia, assim como, os que vendem nas lojas, sendo o dinheiro aplicado em obras públicas. Proíbe-se ainda que as pessoas comprem vinhos para mercadores, ou para, qualquer outra pessoa, pois desta forma prejudicam os lavradores.
Postura que proíbe as pessoas de: comprarem vinhos, na vila e termo de Almada, para depois aí os tornarem a vender, uma vez que só faz sentido comprar os vinhos da terra, para levar para fora; trazerem vinhos de fora, para vender na vila e termo de Almada, sem licença da Câmara. Caso os vereadores e o procurador do concelho concedam licença, para a venda na vila, de vinhos de fora, serão multados. Esta postura enumera também uma série de condições, para ser concedida a licença, para trazer vinhos de fora, para a vila, para serem embarcados.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália.
Postura que determina que as bateiras do porto de Cacilhas e de Mutela, servindo de carreira ou sendo fretadas, não podem circular com vela, seja grande ou pequena, para evitar que se virem, durante as viagens.
Postura que obriga todas as pessoas residentes nas duas freguesias da vila, que tenham bois e carros, a pagarem 800 réis, por ano, para a manutenção das calçadas e dos caminhos. As pessoas residentes na freguesia do termo, devem pagar 400 réis. Os carros que vierem de fora da vila e do seu termo, são obrigados a pagar 240 réis, por ano, em pregão, na praça pública.
Pormenor da Banda da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense a passar junto ao Salão de Festas.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália.
Peça de Dima Vezzani, com encenação de Carlo Boso e representação da Companhia Scalzacani de Itália.