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Postura que proíbe os moleiros, assim como, qualquer outra pessoa que tenha um moinho, de peneirarem as farinhas das partes e ficarem com os farelos. Todo o moleiro que tiver arrendado um moinho, deve ser examinado, devendo ter um fiel ajuramentado que tire a maquia e entregue a seu dono o devido. Este fiel pode apenas maquiar (subtrair parte de), estando proibido de molinhar (moer em pequenas quantidades e com frequência).
Postura que determina que, além das coimas emitidas aos Arrais, também os companheiros dos barcos podem ser multados; qualquer homem da governança, ou que tenha servido nela, sob o juramento dos santos evangelhos, pode aplicar a multa.
Postura que proíbe o gado dos marchantes, tanto da vila como do termo, de andar dos marcos adentro, sendo a multa aplicada a dobrar, se for apanhado em vinhas ou campos de cereais.
Reportagem fotográfica das obras de construção do edifício e da rede viária de acessos.
Postura que proíbe as pessoas, sendo jornaleiras, de fazerem fogo nas vinhas, onde trabalham, para evitar prejuízos.
Contém pormenor do Grupo de Marchas Populares de Carnide, junto à Praça Gil Vicente.
1 cópia heliográfica à escala 1:1000.
1 cópia heliográfica dos cortes AA, corte BB à escala 1:500.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide, junto à Praça Gil Vicente.
Vista panorâmica exterior, a partir de norte.
Palco no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, com a Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emília Guerreiro Neto de Sousa e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite..
Vista panorâmica exterior, a partir de sul, do primeiro e segundo piso do edifício. Ao fundo e à esquerda, o Hospital Garcia de Orta, ao centro, o Santuário do Monumento ao Cristo Rei, a Autoestrada n.º 2, a atual área do Parque Urbano do Pragal e a Ramalha.
Público na plateia do Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense. Identifica-se na primeira fila, primeiro da esquerda, o Vereador da Cultura da Câmara municipal de Almada, Sérgio Neves Correia Taipas.
Postura que proíbe qualquer pessoa de vender palha e cevada, que não seja de sua lavra, sem a licença anual da Câmara.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
Postura que determina o preço máximo que os forneiros de tijolo e telha podem cobrar pela venda do milheiro (mil unidades) de telha boa, de tijolo rebatido, de alvenaria e de forcado, não podendo abrir o forno, sem que primeiro seja visto, pelo porteiro e pelo escrivão da Câmara, que verificam se há telha e tijolo suficientes, para vender; as telhas e os tijolos devem ser feitos nas formas que se usam nos fornos da cidade de Lisboa.
Vista panorâmica exterior, a partir de norte. Em primeiro plano, o posto de abastecimento de combustível do Itinerário Complementar n.º 20 - Via rápida Almada a Costa de Caparica. À direita, a Quinta de Santa Ana.
Postura que determina que todo o Arrais, ou dono de barco que nele andar, deve dar fiança, em janeiro de cada ano, na forma das posturas antecedentes, assim como, os seus companheiros. Os Arrais têm de ser examinados e são obrigados a ter, nos seus barcos fretados que atravessam o rio, um companheiro também examinado.
Vista panorâmica exterior, a partir de norte. Em primeiro plano, o Itinerário Complementar n.º 20 - Via rápida Almada para a Costa de Caparica. À esquerda, a Quinta de Espadeiros.
Vista panorâmica exterior, a partir de norte.
Vista panorâmica exterior, a partir de sul, do primeiro e segundo piso do edifício. Ao fundo, o Santuário do Monumento ao Cristo Rei, a Autoestrada n.º 2, a atual área do Parque Urbano do Pragal e a Ramalha. À direita, a Quinta de Espadeiros.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide e viatura da Polícia de Segurança Pública - PSP a abrir caminho, na Rua Capitão Leitão.
Vista panorâmica exterior, a partir de norte. À direita, a Quinta de Santa Ana.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide. Integra também a imagem de um polícia.
Palco no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, com a Presidente da Câmara Municipal de Almada, Maria Emília Guerreiro Neto de Sousa e o diretor da Companhia de Teatro de Almada, Joaquim Benite.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide, em frente ao edifício dos Paços do Concelho, no Largo Luís de Camões.
Contém imagem do Grupo de Marchas Populares de Carnide, em frente ao edifício dos Paços do Concelho, no Largo Luís de Camões.
Peça com encenação de Alain Mébirouk e representação do Théâtre du Banlieu da Bélgica.
Peça com encenação de Alain Mébirouk e representação do Théâtre du Banlieu da Bélgica.
Cópia dos registos e averbamentos do livro de matriculas ou inscrições de sociedades da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa referentes à empresa. Contém o registo de criação da empresa em 29 de julho de 1921, a alteração do objeto social realizada em 1953 e todas as subsequentes alterações efetuadas até ao ano de 1980. Inclui o requerimento a solicitar a emissão de certidão elaborado pelo funcionário da empresa João Carlos Seabra da Silva.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; Francisco Duarte Canellas; João Celestino Cerqueira Afonso. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de aderir à sugestão da Câmara Municipal de Alenquer, de reclamar, junto do Governo, o restabelecimento da warrantagem das aguardentes, e nomear o seu vogal João da Rosa Lima, para a representar em futuras reuniões; - Deliberação de informar a professora da escola da Trafaria, respondendo ao seu ofício n.º 7, de 2 de fevereiro de 1915, relativa à requisição de uma bandeira nacional e respetivo mastro, está dependente da aprovação do orçamento das despesas de instrução primária, da Câmara Municipal; - Deliberação de recolher, e informar a Câmara Municipal d’Aldegallega [Montijo], por ela solicitado, os preços de carnes e nomes dos respetivos fornecedores, deste concelho; - Deliberação de responder ao ofício do fundador do Instituto de Cegos Branco Rodrigues, de dia 8 de fevereiro de 1915, que já está disponível o subsídio anual deste município, para essa instituição, podendo entregar o recibo da importância quando lhe convier; - Deliberação de informar a professora da escola móvel do Porto Brandão, em relação ao ofício de 8 de fevereiro de 1915, que esta corporação não pode, não tem obrigação, nem autorização orçamental, para a maior parte dos artigos que requisita, aqueles que constituem, efetivamente material de ensino, irá procurar adquirir; - Deliberação de dar conhecimento do ofício do administrador do cemitério de Almada, ao diretor geral dos serviços de saúde, relativo à necessidade de fazer as inumações, nos respetivos arruamentos, devido à falta de terrenos, para fazer enterramentos, como informou anteriormente, para se decidir sobre alguns projetos já apresentados, do alargamento do mesmo cemitério; - Deliberação de responder ao ofício do Clube de Conservação de Estradas, da 2.ª secção, que só é possível emitir qualquer parecer, perante a consulta do projeto de construção apresentado por [Jaime …] da Silva, da construção que pretende mandar fazer, na Rua Bernardo Francisco da Costa, na Estrada Distrital n.º 156, Almada; - Deliberação de enviar cópia do oficio de uma comissão de senhoras que se organizou, em Lisboa, denominada “Pela Pátria”, para angariação de donativos, de forma a proporcionar algum conforto aos soldados que vão para a guerra, e a colaboração das senhoras deste concelho, solicitando aos professores oficiais deste concelho que reunidos, e recolhendo os elementos que entendam necessários, apoiem a dita comissão; - Deliberação de satisfazer uma requisição do Comandante do Porto da Guarda Nacional Republicana, em Almada, solicitando a substituição de 3 mantas de algodão e um travesseiro, idênticos aos que se inutilizaram; - Deliberação de delegar no presidente a representação deste corpo administrativo na Festa da Árvore, que se vai realizar, na Trafaria, no dia 28 de fevereiro de 1915, e informar a comissão organizadora, em resposta ao seu ofício, que esta corporação não pode contribuir com qualquer donativo pecuniário, pois não tem autorização no orçamento, assim como, responder o mesmo à professora da escola do Pragal, que enviou um ofício, no dia 14 de fevereiro de 1915, com a mesma solicitação; - Deliberação de encarregar o presidente, de estudar o assunto exposto no ofício n.º 38, de 10 de fevereiro, da Câmara Municipal da Lourinhã, relativo à warrantagem das aguardentes, para que esta comissão devidamente informada, se pronuncie; - Deliberação de que esta comissão, no final da sessão, vá cumprimentar e prestar colaboração, na obra que pretende realizar, Franklin Lamas, que conforme o seu ofício n.º 231, de 13 de fevereiro de 1915, comunica que naquela data tomou posse do cargo de administrador deste concelho; - Deliberação de mandar à secretaria, para efeitos de abono de vencimentos, o ofício da 2.ª Repartição do Governo Civil do Distrito, com o n.º 310, de 11 de fevereiro de 1915, comunicando a exoneração do administrador António Bernardo, a seu pedido, e a nomeação para as mesmas funções de Franklin Lamas; - Deliberação de aguardar a aprovação, por parte da câmara, no orçamento das despesas de instrução primária, para a satisfação, da requisição da escola oficial da Costa de Caparica, de uma bandeira nacional e respetiva haste; - Deliberação de agradecer o serviço prestado e autorizar o pagamento, conforme o ofício e nota de despesa, da Corporação dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, de terem procedido ao esgotamento dos poços da Costa de Caparica e Trafaria, ficando o carvão que sobrou, para uso da câmara; - Deliberação de comunicar ao 2.º professor da escola António José Gomes, da Cova da Piedade, que se aguardam soluções de instâncias superiores, conforme lhe foi comunicado pelo Inspetor do Círculo Oriental de Lisboa, relativamente à pretensão indeferida desta corporação, sobre o abono de subsídio de renda de casa; - Deliberação de encarregar o vereador Sebastião José Pereira Ferraz, de conhecer e informar esta corporação, sobre uma requisição do oficial do registo civil, neste concelho, dos diferentes artigos que necessita, para a repartição a seu cargo; - Deliberação de conceder licença a António Lúcio Xavier, da Cova da Piedade, para mandar colocar na sepultura n.º 910, do cemitério de Almada, onde se encontram os restos mortais de sua sogra, uma vedação em ferro com a seguinte legenda: “À memória de Maria da Encarnação Freire, falecida, em 5 de janeiro de 1915”; - Deliberação de informar Zeferino Ribeiro, que a multa a que se refere numa deliberação desta comissão, na sessão anterior, sobre o seu requerimento, não foi imposta por um zelador municipal, como afirma, mas sim por um cabo da polícia cívica, aqui destacado, que não depende diretamente desta corporação, assim sendo, terá que tratar do assunto junto dessa estação; - Deliberação de solicitar à conservatória do registo civil desta comarca, os elementos necessários, para uma conveniente apreciação, de uns documentos incompletos, apresentados por António Maria Rocha, da Trafaria, para provar a posse de uns terrenos, nesse local, onde pretende construir; - Deliberação de mandar satisfazer uma requisição do Posto Policial de Almada, de 6 toalhas de rosto para o serviço do mesmo posto; - Deliberação de mandar colocar os vidros que faltam nas janelas da sala, destinada aos exercícios escolares do edifício, onde funciona a escola da Costa de Caparica; - Deliberação de fixar o preço do estrume produzido na abegoaria municipal, que não foi dado por arrematação, por falta de licitantes, no valor de 3 escudos e 50 centavos; - Deliberação de enviar à Câmara Municipal, para execução, da aprovação do orçamento das despesas de instrução primária do ano de 1915, no valor de 6458 escudos e 96 centavos; - Deliberação de conceder um atestado de pobreza da Junta da Paróquia de Caparica, de 19 de janeiro de 1915, a Joaquim Caetano de Moura, de 25 anos, filho de José Caetano de Moura e Gertrudes do Rosário, já falecida, casado, trabalhador, natural dessa freguesia, residente, na Sobreda de Caparica; - Deliberação de enviar à câmara, para apreciação na próxima sessão, um requerimento de António dos Santos Saraiva, de Cacilhas, velho republicano, em que solicita um subsídio, para atenuar as circunstâncias precárias em que se encontra; - Deliberação de conferir um atestado a António dos Santos Saraiva, por serviços prestados à causa republicana durante longos anos e a extrema pobreza, em que se encontra presentemente, para poder arranjar um trabalho, compatível com os 61 anos que tem, para sustentar a família; - Deliberação de autorizar o vogal Sebastião José Pereira Ferraz, para mandar executar as seguintes obras: - Reparação do telhado da cavalaria do posto da Guarda Nacional Republicana; - Uma porta para a torre dos Paços do Concelho, para isolar e evitar a entrada de poeiras, para o relógio existente; - Reparação de uma vidraça que dá luz ao corredor do tribunal e retrete desta câmara. - O vogal Sebastião José Pereira Ferraz ficou encarregue de recolher orçamentos da despesa, para caixilhos das janelas da sala das sessões e respetiva secretaria desta corporação; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente de insistir, junto da Direção Geral de Agricultura, o fornecimento das árvores requisitadas anteriormente, por esta corporação; - Deliberação, sob proposta do vereador presidente, de solicitar ao Magistrado Administrativo do Concelho, para tomar as devidas providências, para que José Francisco Xavier, de Murfacém, mantenha os seus 2 cães presos, pois já foram mordidos por um outro raivoso, e que mesmo depois de já ter tido ordem para os prender, ainda não o fez; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 6 e 13 de fevereiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 75 a 101, no valor de 343 escudos e 48 centavos. [Im. 1210_0115, 1210_0116, 1210_0117, 1210_0118 e 1210_0119] Disponível em:
Peça com encenação de Alain Mébirouk e representação do Théâtre du Banlieu da Bélgica.
Peça com encenação de Alain Mébirouk e representação do Théâtre du Banlieu da Bélgica.
Os indivíduos que requeiram, de acordo com as condições referidas no artigo 4.º e seus parágrafos únicos, têm preferência para escolher o lugar de venda.
Os lugares de terrado a metros de frente, com carácter provisório, serão pagos diariamente através de senha, e deverão ser pedidos diretamente ao encarregado da cobrança.
O arrendamento das lojas será feito mediante requerimento dirigido à Câmara, com pagamento mensal, adiantado, cuja importância será indicada pela Câmara e de acordo com a tabela anexa a este regulamento. Este artigo inclui dois artigos únicos, em que o primeiro, refere que as lojas cedidas nas condições deste artigo terão mais o encargo de pagamento de 10 mensalidades, no ato da posse, correspondentes à renda, e o segundo, menciona que os pagamentos de mensalidades das lojas ou lugares deverão ser efetuados na tesouraria da Câmara, no último dia útil de cada mês - adiantadamente - se esse dia for feriado, os pagamentos serão antecipados um dia.
Presenças: José Duarte Victorino Júnior (presidente); João da Rosa Lima; Sebastião José Pereira Ferraz; José Gomes Coelho; Francisco Duarte Canellas; Raúl Alberto Ferreira Flores. Ordem de Trabalhos: - Aprovação da ata anterior; - Deliberação de mandar arquivar o ofício circular n.º 6 da 2.ª repartição do Governo Civil do Distrito, de 17 de fevereiro de 1915, junto, com a lista de cidadãos que deviam ser sorteados, para presidentes das assembleias primárias, para a eleição de deputados, fixada, para 4 de março, que foi adiada; - Deliberação, após a comunicação no ofício do vogal desta comissão, João Celestino Cerqueira Afonso, do seu impedimento de exercer o cargo de Juiz de Distrito, indica o vogal Francisco José Pinho, para o substituir, por ser o mais velho dos mais votados; - Tomada de conhecimento do ofício da professora da escola oficial da Charneca de Caparica, Laura Clarinda [Gruneberg] de Brito Queiroga, comunicando ter deixado de dar aulas, desde o dia 13 de fevereiro de 1915, por estar no fim da gravidez, aproveitando assim, a licença de dois meses concedida por lei; - Deliberação de requisitar da Provedoria da Misericórdia de Almada, de satisfazer diferentes requisições da direção do Hospital de São José, de Lisboa, das guias de responsabilidade pelo tratamento dos doentes, António Anacleto, João António de Oliveira, Augusto Cardoso, Joaquim Martins, João Alves Ferreira, Maria do Rosário, Francisco Martins e Eugénio Pires; - Deliberação de satisfazer a solicitação feita no ofício, do professorado oficial de Almada, onde para além de comunicar, que vai realizar a “Festa da Árvore”, solicita que lhes sejam fornecidas 4 árvores, acessórios e pessoal necessário para a sua plantação, assim como, a reparação do portão de ferro da entrada para o átrio da escola do sexo feminino, para proteção das árvores que ali foram plantadas no ano anterior, ficando o vogal Sebastião José Pereira Ferraz, encarregue de mandar proceder ao seu arranjo; - Deliberação de satisfazer a requisição do professor da escola António José Gomes, na Piedade, de diferentes serviços relacionados com a “Festa da Árvore” que vai realizar no quintal dessa escola a seu cargo; - Deliberação de mandar dar conhecimento da portaria do Ministério do Fomento, publicada, no Diário do Governo, de 20 de fevereiro de 1915, que designou a letra A para servir, no período de 19 de Abril de 1915, até 31 de março de 1916, no afilamento de todos os instrumentos de pesar e medir, através de editais, ao aferidor de pesos e medidas do concelho, e ao mesmo tempo, ao resto do público; - Deliberação de enviar o material solicitado, no ofício do professor da escola de sexo masculino do Monte de Caparica, que insiste na necessidade de satisfação de uma requisição anterior, de material escolar, e na construção de uma retrete, na casa da escola, para seu serviço e dos alunos, em relação à retrete, deve-se solicitar à proprietária da casa, a Companhia Geral do Crédito Predial, a construção da mesma, de necessidade absoluta; - Deliberação de mandar satisfazer a solicitação feita no ofício da professora oficial do Monte de Caparica, onde informa que vai realizar a “Festa da Árvore”, e que para tal, necessita de apoio da câmara, para a plantação das árvores, assim como, convida para assistir à mesma festa, que esta corporação nomeou o vogal, Francisco Duarte Canellas, para representar esta corporação; - Deliberação de agradecer à Direção Geral dos Serviços Florestais, que no seu ofício, participa a cedência gratuita a esta corporação, de 250 árvores, fornecidas pelo viveiro das Virtudes, perto de Azambuja, questionando qual a estação de Caminho-de-Ferro, mais conveniente, para serem entregues, a que indicámos a estação de Santa Apolónia, em Lisboa; - Deliberação favorável do pedido do presidente desta comissão, feito ao Magistrado Administrativo do concelho, e que este comunicou ao chefe de secretaria, para conseguir o internato do menor Carlos, exposto, a cargo desta corporação, em qualquer estabelecimento de beneficência, que lhe ministre a educação que necessita, devendo para tal, enviar um oficio ao Provedor da Assistência Pública, expondo a situação, assim como, a certidão de idade do menor, e documentos que mostrem que é vacinado e não sofre qualquer doença, agradecendo ainda ao administrador a valiosa interferência; - Deliberação de conceder licença, a Luís Augusto Magalhães Semblano, da Charneca de Caparica, para se servir da casa, da escola oficial daquela povoação, para o funcionamento de um curso noturno para adultos que lá pretende iniciar, conforme lhe tem sido solicitado, responsabilizando este por quaisquer prejuízos que possam suceder; - Deliberação, após as devidas verificações, relativas ao requerimento, de Maria da Glória Pavia de Miranda, viúva, moradora, no Caminho do Forno de Tijolo, n.º 20, 2.º andar, em Lisboa, de atestar, que conforme o livro de registo do Cemitério de Almada, possui um jazigo com o n.º 75, com documentos a provar o seu pagamento, desde o ano de 1882, ininterruptamente durante 30 anos, e que lhe serão restituídos todos os documentos; - Deliberação por unanimidade, de adjudicar a obra, de construção de uma caixa nova, entre outras pequenas reparações na carroça que serve para o transporte de dejetos, na freguesia de Caparica, ao industrial Elísio Ribeiro, de Caparica, no valor proposto de 35 escudos e mediante as condições que constam da sua proposta, após a apreciação das propostas dos 5 industriais, Manuel Joaquim França, José Augusto da Silva, José Ferreira e Isidro Serrano; - Deliberações aprovadas, sob proposta do vereador José Gomes Coelho: - Reparação e pintura dos bancos existentes no largo, onde se situam os Paços do Concelho; - Reparação das grades e corrimãos do edifício dos Paços do Concelho; - Implementação de uma forma prática, da colocação de fotografias, nas licenças, conferidas aos vendedores ambulantes, que foram emitidas antes deste corpo administrativo; - Solicitar à Câmara Municipal de Lisboa, através de ofício, de um exemplar da sua obra “Elementos para a história do Município de Lisboa", que tem sido enviada ao longo de anos em fascículos, mas que alguns se deterioraram, outros extraviaram; - Aquisição de um relógio de parede para a secretaria desta corporação; - Aquisição e mandar colocar 3 candeeiros na freguesia de Caparica, dois, em Murfacém e, um, na Torrinha. - Deliberação de submeter à apreciação do Conselho de Melhoramentos Sanitários, as licenças para os projetos de construção, requerida por Joaquim Simões, para um prédio, na Rua do Norte, em Almada, e por João Alberto Baluxo, para um prédio, na Trafaria; - Deliberação, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, de adquirir mais um barco de pedra, para diferentes reparações, nas ruas públicas da Cova da Piedade, e limítrofes, assim como, uma porção de varas para suportar algumas árvores desprotegidas, em lugares públicos; - Deliberação de estabelecer um horário ao pessoal assalariado desta corporação, devido a irregularidades constatadas pelo vereador Raul Alberto Ferreira Flores, e devidamente comunicadas à presidência; - Deliberação de encarregar o vereador do pelouro Francisco Duarte Canellas, de resolver o problema indicado pelo vereador João Rosa Lima, relativo à existência de 2 árvores que estão secas, na Avenida António José Gomes, na Piedade, da necessidade da sua substituição, tendo de ser adquiridas, de acordo com os interesses municipais; - Deliberação de se abster de emitir parecer a Jacintho Eloy, de Lisboa, relativo ao projeto de construção, apresentado pelo vogal Sebastião José Pereira Ferraz, na Rua Bernardo Francisco da Costa, em Almada, visto a construção confinar com a estrada que pertence ao estado; - Deliberação unanimemente aprovada, de solicitar ao Ministro do Fomento, as reparações da Estrada da Charneca de Caparica e a da Torre de Caparica à Trafaria, na freguesia de Caparica, que estão constantemente a necessitar de obras; - Deliberação unanimemente aprovada, sob proposta do vereador Raul Alberto Ferreira Flores, de mandar proceder a reparações necessárias, no poço da Costa de Caparica, freguesia de Caparica, originadas na última vez, que se procedeu ao seu esgotamento, para limpeza; - Solicitação do vereador Presidente, ao vereador Sebastião José Pereira Ferraz, conforme estava a seu cargo, a colocação de letreiros com a identificação das povoações do concelho, conforme requisição do Automóvel Clube de Portugal, a que o dito vereador respondeu, que o serviço ia ser executado por pessoa habilitada; - Apresentação do balancete do cofre municipal de dia 20 de fevereiro de 1915; - Aprovação do pagamento das despesas constantes nos mandados n.ºs 102 a 107, no valor de 25 escudos e 15 centavos. [Im. 1210_0120, 1210_0121, 1210_0122, 1210_0123 e 1210_0124] Disponível em:
Resultados de gerência obtidos pela empresa no período entre o ano de 1942 e o ano de 1973. Contém dados sobre a exploração agrícola, a produção de vinho e fruta, encargos e rendas nas propriedades da empresa situadas em Colares, Sintra.
Em situação de existência de candidatos a lugares de ocupação mensal, e não havendo espaço, que se possa ceder, os indivíduos de ocupação diária (mais modernos, no mercado) poderão ser dispensados, sendo preferidos para a ocupação, os primeiros.
O pagamento das taxas de ocupação das lojas e dos lugares permanentes existentes nos mercados municipais será efetuado na secretaria da Câmara, nos primeiros 4 dias úteis de cada mês, adiantadamente. A falta de pagamento, no prazo indicado, dará lugar à perda de ocupação.
Contém os mapas de balanço geral, do ativo e passivo, do desenvolvimento da conta " Ganhos e Perdas", do balancete de "Devedores e Credores", do desenvolvimento da conta "Exploração Agrícola de Colares", resumo da conta "Gastos Gerais" e relação das propriedades arrendadas em Colares, Sintra.
Contém, a partir de janeiro de 1953, os movimentos de entrada e saída de dinheiro referentes ao objeto social e atividade de gestão de bens e propriedades realizada pela empresa João Teotónio Pereira Júnior, Lda. (II).
Os possuidores de lojas e lugares de venda deverão apresentar ao encarregado do mercado, no dia posterior aquele em que tiverem efetuado o respetivo pagamento, o recibo comprovativo de liquidação mensal, para lhes lançado o visto.
Quando qualquer contribuinte, por doença ou outro motivo, não possa temporariamente dirigir o seu lugar de venda, deverá apresentar declaração escrita ao encarregado do mercado, indicando o tempo que deve estar ausente, acompanhando informação, onde conste o nome e a morada da pessoa que o substitua, ficando o contribuinte responsável pelo pagamento que lhe competir e não podendo a sua substituição ultrapassar o prazo de 3 meses.
Às lojas é permitida a transmissão de direito de ocupação, desde que o novo ocupante pague à Câmara 10 mensalidades correspondentes à renda estabelecida. Este artigo inclui cinco artigos únicos. O primeiro: à Câmara fica reservado o direito de opção em qualquer transmissão, para o que deverá ser previamente notificada pelo respetivo cedente; o segundo: tem direito à ocupação, a título gratuito, um dos cônjuges, por morte do outro, os filhos e os pais, mediante prova de habilitação; o terceiro: os indivíduos nestas condições devem deduzir a sua habilitação perante a Câmara, reclamando os seus direitos à loja ou lugar, no prazo de 30 dias, a contar da data do falecimento do contribuinte de que são herdeiros; o quarto: não é permitido a qualquer empregado, por si só, dirigir ou administrar o local de venda; o quinto: quando algum contribuinte desista do lugar ou loja que ocupa, do facto se afixará aviso no respetivo mercado, devendo o contribuinte apresentar, nos primeiros 15 dias do mês, a sua desistência, afim de habilitar a Câmara a receber propostas para o arrendamento.
O fazendeiro (pessoa que explora uma propriedade - própria ou de outrem) poderá vender a sua fazenda, no espaço destinado aos contribuintes, desde a abertura do mercado, até às 9 horas.
As senhas de pagamento são intransmissíveis.
A entrada dos géneros nos mercados far-se-á somente pela porta ou portas, para esse fim destinadas.
Em cada mercado haverá uma dependência destinada a guardar todo o material e utensílios pertencentes à Câmara e para serviço do mercado, e destinada a depósito de volumes pertencentes a contribuintes e fazendeiros que ali os queiram depositar diariamente ou temporariamente, mediante o pagamento da respetiva taxa.
Poderá ser dada autorização aos fazendeiros venderem os restos dos seus géneros, após as 9 horas, desde que se mostrem habilitados, como qualquer contribuinte, com a posse de um lugar de venda, de acordo com o teor deste regulamento, e portadores dos documentos comprovativos do pagamento do terrado.
Os arrendatários de lojas são obrigados ao pagamento de água, nos termos dos respetivos regulamentos em vigor.
A falta de apresentação da senha de pagamento obriga o contribuinte a munir-se de nova senha justificativa do respetivo pagamento.
Os contribuintes de lugares pagos por meio de senha, devem conservar esse documento em seu poder, até cancelamento do mesmo lugar, no mercado. Serão obrigados a apresenta-lo, sempre que o mesmo seja solicitado.
Aos contribuintes assiste o direito de reclamação verbal ou escrita, sempre que se julguem lesados.
Os vendedores devem ser cordiais para com todas as pessoas que pretendam fazer as suas compras, inclusive, para com os visitantes, não sendo permitido utilizar termos e gestos indecorosos ou inconvenientes, ficando sujeitos, pelo não cumprimento desta disposição, não só às sanções judiciais, como àquelas que a Câmara lhes impuser pela natureza da falta cometida.
A colocação e ordenação dos géneros no terrado dos mercados será regulada pelo respetivo encarregado, de acordo com as instruções superiormente recebidas, de forma que as diferentes classes de géneros fiquem tanto quanto possível separadas, segundo a sua natureza, com o objetivo de se tornar cómodo ao público e a conveniente distribuição e aproveitamento da área de vendagem (ato de vender).
Peça de Federico García Lorca, com encenação de Joaquim Benite e representação da Companhia de Teatro de Almada.
Por meio de requerimento do interessado, a Câmara poderá destinar uma loja em cada mercado, para a venda de miudezas, sujeitando-se, no entanto, o arrendatário a adaptar adequadamente o compartimento, para esse fim.
Peça de Federico García Lorca, com encenação de Joaquim Benite e representação da Companhia de Teatro de Almada.
Peça de Federico García Lorca, com encenação de Joaquim Benite e representação da Companhia de Teatro de Almada.
Nos mercados, embora existam as lojas destinadas a talhos municipais ou particulares, a Câmara poderá autorizar o funcionamento de salsicharia, na condição de os arrendatários das lojas destinadas a esse género de negócio, se sujeitarem às determinações dos regulamentos em vigor, acerca do funcionamento daqueles estabelecimentos, e pagarem a respetiva taxa, acrescentando o valor do arrendamento.
A venda de peixe é feita em bancas próprias, sujeitando-se o ocupante ao pagamento mensal ou diário das taxas correspondentes, conforme forem consideradas definitivas ou provisórias.
Peça de Federico García Lorca, com encenação de Joaquim Benite e representação da Companhia de Teatro de Almada.
Peça de Federico García Lorca, com encenação de Joaquim Benite e representação da Companhia de Teatro de Almada.
Não é permitida a demora de peixe, no mercado, de um dia para o outro, exceto se estiver salgado ou congelado.
De acordo com o regulamento, a venda de peixe fresco e salgado, a retalho, funciona durante as horas indicadas.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento
Postura que proíbe os Arrais que navegam, no Porto de Cacilhas, de darem o leme a outra pessoa, durante as viagens, estando também proibidos de deixar os companheiros receber o frete e arrecadar a prancha.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
Panorâmica de terrenos agrícolas junto à Avenida do Arsenal do Alfeite. À esquerda, a Escola Básica do Primeiro Ciclo do Chegadinho. Ao fundo e no centro, o edifício da Igreja de Nossa Senhora de Fátima situada na Rua Amélia Rey Colaço e o reservatório elevado de abastecimento de água do Laranjeiro.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
Peça representada pela Companhia de Teatro Margen de Espanha na Praça Movimento das Forças Armadas.
1 cópia à escala 1:1000; colorida; contém legenda: materiais utilizados no pavimento.