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Com termo de abertura no fl. [1] e termo de encerramento no fl. 243v.
Livro misto relativo à Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto, constituído por duas partes distintas. A primeira parte (fls. 2 a 4) é constituída pelo registo dos recibos de pagamento aos médicos e cirurgiões que assistiram os enfermos a cargo da Irmandade. Os recibos de pagamento, relativos às datas de 1792-08-16 a 1796-08-02, contêm a indicação do nome do Enfermeiro-Mor em funções; a quantia que este pagou ao médico / cirurgião; a proveniência do pagamento (ex.: receitas para os doentes, visitas aos enfermos); nome dos doentes tratados; data e assinatura do médico ou cirurgião. A segunda parte (fls. 4v. a 22) é constituída pelo registo da receita e despesa da Enfermaria, relativa às datas de 1803-07-28 a 1816-09-13. Os registos de receita e despesa encontram-se organizados por enfermo (ex.: «Despeza que diariamente vai fazendo o (…) Enfermeiro deste Hospital com o Nosso Irmão o Reverendo Doutor Francisco de Paula (…)» – fl. 4v) e contêm os seguintes dados: ano económico; data de entrada do doente ou deliberação da Mesa de o socorrer; nome do Enfermeiro-Mor e Secretário em funções; nome do doente; data e descrição das diversas receitas (ex.: quantia paga pelo Secretário para suportar as despesas da Enfermaria) e despesas (ex.: mantimentos, vestuário, alimentos, mobília, remédios, pagamentos de ordenados ao pessoal que auxiliava na Enfermaria, entre outros). Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 1v) e termo de encerramento (fl. 246v).
Livro de registo dos inventários da Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta documentação surge na sequência da obrigação - instituída pelo § 6.º, Capítulo 29, fls. 69-69v. dos Estatutos da Irmandade de 1782 - do Enfermeiro-Mor do Hospital manter um registo actualizado com a descrição de toda a roupa, alfaias e bens pertencentes à Enfermaria. No fólio 3 encontra-se um índice dos capítulos que constituem o primeiro inventário registado nesta fonte. Contém seis inventários, a saber: inventário sem datas de referência (fls. 4 a 21); inventário de 1801 (fls. 23 a 24); termos de doações efectuadas ao Hospital em 1802-1803 (fl. 24v.); inventário de 1810 (fls. 25 a 27); inventário de 1815 (fls. 27 a 30); inventário de 1821-1822 (fls. 30 a 31). Entre o último fólio e a capa inferior, encontra-se um papel solto, não datado, que contém o «Rol da roupa branca que se encontra nas gavetas da Enfermaria». Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 136v.).
Neste livro, o registo de entrada de dinheiro encontra-se registado nos fólios 1v. a 133 e 183 a 186 e a administração da caixa do hospital a partir do fólio 34v. A fólio 187v. encontra-se um índice da proveniência da receita. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 188v.).
Livro de registo dos recibos de pagamento aos enfermeiros do Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os recibos de pagamento contêm a indicação do nome do Enfermeiro-Mor em funções; a quantia que este entregou ao enfermeiro; o tempo de trabalho a que se refere o salário (ex.: «Desde 13 de Fevereiro athe 4 de Março» - fl. 9v.); a data e assinatura do enfermeiro ou a assinatura por cruz. Nalguns casos encontram-se igualmente referências ao nome dos doentes tratados e o valor do salário diário auferido pelos enfermeiros em funções. Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 1v.) e termo de encerramento (fl. 246v.).
Documentação respeitante a acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro pertencentes à Irmandade dos Clérigos do Porto.
Parte vocal de Soprano Tutti do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Quia ex te” (Allegro).
Livro de registo das receitas prescritas pelos Médicos que assistiam os Irmãos doentes a cargo da Irmandade dos Clérigos do Porto. As receitas encontram-se organizadas por doente (ex.: «Para o Reverendo Senhor Padre Antonio da Fonçeca» - fl. 2) e, no fim das mesmas, encontram-se os recibos de pagamento pela assistência médica e aviamento de medicamentos. Geralmente, o pagamento era efectuado pelo Enfermeiro-Mor ou pelo Secretário da Irmandade e confirmado com a assinatura do cobrador. Este caderno contém termo de abertura (fl. 1).
Parte vocal de Soprano Solo do Invitatório de Nossa Senhora de compositor anónimo. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Andante Moderato), “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Verso Solo “Benedicta tu in mulieribus”; Responsório 2º “Congratula” (Allegretto Solo), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
9 partes vocais do Invitatório de Nossa Senhora. Obra dividida em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Andante Moderato), “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Verso Solo “Benedicta tu in mulieribus”; Responsório 2º “Congratula” (Allegretto Solo), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Neste livro, o registo de entrada de dinheiro encontra-se registado nos fólios 3 a 19 e 126 a 140 e a administração da caixa do hospital entre os fólios 19v. e 101. Nos fólios 2 a 2v. encontra-se um termo, relativo a uma decisão da Mesa de 20 de Abril de 1786, em que se enumeram quais os capitais que se colocaram a render para aumentar o fundo da administração do Hospital da irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 140v.).
Parte vocal de Tenor Tutti do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Quia ex te” (Allegro).
Neste livro, o registo de entrada de dinheiro encontra-se registado nos fólios 1 a 60 e a administração da caixa do hospital a partir do fólio 60v. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 94v.).
Parte vocal de Tenor Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Documentos (maioritariamente requerimentos dirigidos à Mesa da Irmandade) sobre diversos assuntos, tais como: despesas de casas alugadas; dívidas à Irmandade; ordenado de Cantor do Coro; entrada de Irmãos; Capelão do Coro; fornecimento de cera; hipoteca de propriedades de que a Irmandade é senhoria directa; nomeação para Organista; ordenado de Sineiro e Foleiro; certidões de vida moral e política e outros documentos relativos ao provimento de cadeiras no Coro; relação dos rendimentos das casas da Travessa do Corpo da Guarda hipotecadas à Irmandade; dispensa de obrigações da Irmandade por idade avançada, moléstias, ausências; nomeação para Porteiro, Engomadeira, Costureira; entre outros.
Parte vocal de Alto Tutti do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Quia ex te” (Allegro).
Livros de caixa da administração do Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto. Da parte da receita, registam a entrada de dinheiro proveniente de esmolas, pensões e hipotecas de casas, assim como juros de dinheiro emprestado e dividendos de acções. Estas receitas encontram-se carregadas na administração da caixa do hospital, que inclui igualmente as despesas com o mesmo. Da parte da despesa, esta documentação regista gastos e despesas com itens do quotidiano, assim como com os ordenados dos enfermeiros, médicos e cirurgiões, gastos com a botica, pagamento a vigários para assistirem enfermos, esmolas de socorro a clérigos doentes assistidos em suas casas, caixões para sepulturas, entre outros. Os róis de receita e despesa, organizados por anos económicos, contêm o nome do Secretário em funções, a data de entrada e saída de dinheiro, a descrição da proveniência da receita e despesa, a quantia respectiva e a aprovação da conta pelos membros da Mesa da Irmandade. No caso da receita, remetem para os fólios do mesmo livro onde se encontram registadas as entradas de dinheiro.
Parte vocal de Alto Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Parte vocal do Tiple (Soprano) das Paixões de Domingo de Ramos, [1-11] fls., e de Sexta-feira Santa, [12-21] fls., de compositor anónimo.
Parte vocal do Alto das Paixões de Domingo de Ramos, [1-12] fls., e de Sexta-feira Santa, [13-20] fls., de compositor anónimo.
Parte vocal do Tenor das Paixões de Domingo de Ramos, [1-12] fls., e de Sexta-feira Santa, [13-20] fls., de compositor anónimo.
Parte vocal do Baixo das Paixões de Domingo de Ramos, [1-16] fls., e de Sexta-feira Santa, [17-27] fls., de compositor anónimo.
Parte vocal do Tiple (Soprano) Solo das Paixões de Domingo de Ramos [1-14] fls., e de Sexta-feira Santa [15-23] fls., de compositor anónimo.
Parte vocal do Cantus / Tiple (Soprano) das Paixões de Domingo de Ramos e de Sexta-feira Santa de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do tutti (coro).
Parte vocal do Alto das Paixões de Domingo de Ramos [1-14] fls., e de Sexta-feira Santa [15-23] fls., de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do Solo.
Guias de pagamentos efectuados à Irmandade dos Clérigos do Porto. Os pagamentos relacionam-se, sobretudo, com as actividades financeiras da congregação, os actos quotidianos de carácter religioso e rendimentos relacionados com o próprio edifício da Irmandade. No que respeita às actividades financeiras, encontram-se pagamentos relativos à cobrança de juros de capital emprestado; dividendos de apólices (ex.: Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro; obrigações da Companhia Geral do Crédito Predial Português); depósito de capitais em casas bancárias; cobrança de foros e pensões; assim como rendas do aluguer de casas adjudicadas à Irmandade. Entre os pagamentos encontram-se igualmente rendimentos relacionados com a vida religiosa da Irmandade, tal como entregas de importâncias pelo Tesoureiro da Igreja e da Sacristia relativas a mordomias de devoção; emolumentos funerários; esmolas de benfeitores; esmolas e ofertas recolhidas nas caixinhas da Igreja; venda de cadernos de ofícios de defuntos; receitas de anuais, missas e ofícios; jóias de entrada de novos Irmãos; entre outros. As guias de pagamento contêm ainda rendimentos provenientes da utilização do edifício da Irmandade, tal como a renda para colocação de anúncios nos muros; aluguer de lojas nos baixos do edifício; e venda de bilhetes para visitar a Torre. As guias de pagamento são constituídas por formulários impressos, que, embora com algumas modificações ao longo do tempo, contêm essencialmente as seguintes informações: ano económico; número da guia; quantia do pagamento em numerário; nome do pagador; nome do Tesoureiro; descrição da quantia, a sua proveniência e data de vencimento; confirmação através da data e assinatura do Vice-Presidente, do Secretário e do Tesoureiro; assim como a referência às folhas do Diário em que a respectiva receita foi registada e a rubrica do funcionário que elaborou o mesmo registo.
Inicialmente, a 11 de Agosto de 1787, é registada uma proposta de Fernando José de Figueiredo, Secretário à Mesa da Irmandade, para que o dinheiro deixado à Capela de Nossa Senhora da Lapa em testamento pelo Ex-Secretário José Fernandes Ferreira, assim como outras esmolas futuras dadas à Capela, se pusessem a juros, para que do seu produto se pagasse a festa da Nossa Senhora da Lapa, de acordo com os Estatutos (Capítulo 28, título 3º) e ainda que aqueles juros se lançassem num livro separado dos Legados da Irmandade. Registo dos rendimentos dos juros do Fundo da Capela de Nossa Senhora da Lapa (ex.: por letras, escrituras) com remissão para os fólios do mesmo livro em que se registam adiante as contas da Capela. No fl. 9 é apresentado o «Balanço do Fundo» da Senhora da Lapa com data de 1742. Após vários fólios em branco, a partir do fl. 49v, registam-se as contas de despesa (ex.: esmolas, rosários, cera, música) e receita (ex.: juros, esmolas) da Capela de Nossa Senhora da Lapa, com cálculo de saldo financeiro e aprovação das contas pelo Presidente e Mesa da Irmandade dos Clérigos, com início no ano de 1787 para 1788. Registo de contas organizado por «Deve» e «Ade aver»/«Haver», registados lado a lado, com indicação do nome do Secretário em funções. Até ao ano de 1795 para 1796 a despesa é registada no verso dos fólios e a receita na frente, a partir do ano seguinte a posição dos registos inverte-se (receita no verso e despesa na frente dos fólios). Os registos de contas remetem frequentemente para os fólios de outros livros da Irmandade, como por exemplo: «Conta Geral», «Livro dos Irmãos», «Recibos». No fl. 145 existe um «Index» com remissão para os fls. 7, 8 e 9. Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 146v.
As guias encontram-se divididas por trimestres do ano económico.
O modelo das guias altera-se nesta unidade, mas o carácter das informações permanece essencialmente o mesmo.
As guias encontram-se divididas por trimestres do ano económico.
Parte vocal de Baixo Solo do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro), Verso Solo “Beata, ,edicent omnes generationes” (Andante con moto); Responsório [3º] “Felix nam que es Sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Quia ex te” (Allegro), Verso “Ora pro populo” (Largo).
Partitura geral das Matinas do Natal. Divide-se nos seguintes andamentos: 1º Nocturno - Responsório 1º “Hodie nobis” (Magestoso), “Gaudet chorus” (Alegre) para Coro e órgão; Verso a Duo “Gloria Patris” (Largo com movimento) para 2 sopranos e órgão (flautado); Responsório 2º “Hodie nobis” (Justo), “Hodie per totum mundum” (Alegre) para Coro e Órgão; Verso Solo “hodie il luxis” (Largo hu' pouco) para Soprano e órgão (flautado); Responsório 3º “Quem vidistis” (Andante), “Natum vidimus” (Alegre) para Coro e órgão; Verso a Duo “Dicite quid” (Largo), “Gloria Patris” (Largo) para 2 sopranos e órgão; 2º Nocturno - Responsório 4º “Ó Magnum”, (Moderato), “Beata virgo” (Andante) para Coro e órgão; Verso a Duo “Ave Maria” (Andante) para 2 sopranos e órgão; Responsório 5º “Beata Dei genitrix” (Andante), “Hodie genuit” (Andante) para Coro e órgão; Verso Solo “Beata quae credidit” (Andante) para Baixo e órgão (flautado); Responsório 6º “Sancta et imaculata” (Magestoso), “Quia quem caeli” (Andante) para Coro e órgão; Verso a Duo “Benedicta tu”(Largo), “Gloria Patri” (Andante) para 2 sopranos e órgão; 3º Nocturno - Responsório 7º “Beata viscera” (Andante), “Qui hodie” (Allegro) para Coro e órgão; Verso a Solo “Dies Sancti” (Andante); Responsório 8º “Verbum caro” (Moderato), “Et vidimus gloriam” (Allegro) para Coro e órgão; Verso Solo “Omnia per Ipsum” (Andante) para Soprano e órgão; Verso a Duo “Gloria Patri” (Largo) para 2 sopranos e órgão (flautado); Invitatorio “Christus natus nobis” (Moderato e Andante).
Parte vocal de Baixo Tutti do Invitatório de Nossa Senhora. Dividido em vários andamentos: Invitatório de Nossa Senhora “Sancta Maria Dei genitrix” (Allegretto); Responsório 1º “Sancta et inmaculata” (Andante), “Quia quem caeli” (Allegro); Responsório 2º “Congratula” (Allegretto), “Et de meis” (Allegro); Responsório [3º] “Quia ex te” (Allegro).
2 partes vocais dos Sopranos I e II do Invitatório e Responsórios das Matinas do Dia de Natal. Possivelmente será uma obra incompleta, ficando a faltar 3 partes vocais – Alto, Tenor, Baixo e 1 parte instrumental – Órgão.
Partitura geral (Soprano, Alto, Tenor, Baixo e Órgão) dos Responsórios da Solenidade de Nossa Senhora da Assunção. Divide-se nos seguintes andamentos: 1º Nocturno - Responsório 1º a 4 “Vidi speciosam” (Magestoso), “Et Sicut” (Andante), Verso a Solo na outra partitura; Responsório 2º “Sicut cedrus” (Magestoso), Verso Duo na outra partitura; Responsório 3º “Quae est ista” (Justo), Verso noutra partitura; Responsório 4º “Ornatam morilibus” (Justo), “Et videntes” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 5º “Beatam medicent” (Justo), “Quia fecit” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 6º “Beata es Virgo Maria” (Justo), “Genu isti” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 7º “Diffusa est gratias” (Justo), “Proterca benedixit” (Andante), Verso na outra partitura; Responsório 8º “Beata es Virgo” (Justo), “Intercede pro nobis” (Andante), Verso subido, “Intercede pro nobis” (Andante).
Parte vocal do Soprano 2º do Invitatório e Responsórios do Dia de Natal. Divide-se nos seguintes andamentos: Invitatório a 4 “Christus natus est nobis” (Moderato), “Christus natus est nobis” (Andante); 1º Nocturno - 1º Responsório Verso Duo “Gloria in excelsis Deo” (Largo com movimento), [Coro “Gaudet exercitus Angelorum”], Verso Duo “Gloria Patri” (Largo Andante), 2º Responsório Verso Solo “Hodie nobis de cælo” (Largo hum pouco), [Coro “Hodie per totum”], 3º Responsório Verso Duo “Dicite, quidnam vidistis?” (Largo), [Coro “Natum vidimus”], Verso Duo “Gloria Patri” (Largo), [Coro “Natum vidimus”]; 2º Nocturno - 4º Responsório [Coro “O Magnum mysterium”], Verso Duo “Ave Maria” (Andante), [Coro “Beata Virgo”], 5º Responsório [Coro “Beata Dei Genitrix”], Verso Solo “Beata quæ creditit”, Coro “Hodie genuit”], 6º Responsório [Coro “Sancta et immaculata”], Verso Duo “Benedicta tu in mulieribus” (Largo), [Coro “Quia quem cæli”], Verso Duo “Gloria Patri” (Andante), [Coro “Quia quem cæli”].
Parte vocal do Soprano 1º do Invitatório e Responsórios das Matinas do Dia de Natal. Divide-se nos seguintes andamentos: Invitatório a 4 “Christus natus est nobis” (Moderato), “Christus natus est nobis” (Andante); 1º Nocturno - 1º Responsório Verso Duo “Gloria in excelsis Deo” (Largo com movimento), [Coro “Gaudet exercitus Angelorum”], Verso Duo “Gloria Patri” (Largo Andante), 2º Responsório (TACET) Verso Solo “Hodie nobis de cælo”, 3º Responsório Verso Duo “Dicite, quidnam vidistis?” (Andante), [Coro “Natum vidimus”], Verso Duo “Gloria Patri” (Andante), [Coro “Natum vidimus”]; 2º Nocturno - 4º Responsório [Coro “O Magnum mysterium”], Verso Duo “Ave Maria” (Andante), [Coro “Beata Virgo”], 5º Responsório (TACET) [Coro “Beata Dei Genitrix”], Verso Solo “Beata quæ creditit”, 6º Responsório [Coro “Sancta et immaculata”], Verso Duo “Benedicta tu in mulieribus” (Largo), [Coro “Quia quem cæli”], Verso Duo “Gloria Patri” (Andante), [Coro “Quia quem cæli”]; 3º Nocturno - 7º Responsório [Coro Beata viscera Mariæ], Verso Solo “Dies sanctificatus illuxit nobis” (Andante), [Coro “Qui hodie pro salute”], 8º Responsório [Coro “Verbum caro”], Verso Solo “Omnia per ipsum facta sunt” (Andante), [Coro “Et vidimus”], Verso Duo “Gloria Patri” (Largo), [Coro “Et vidimus”].
Parte instrumental do Órgão [1º] do Te Deum Laudamus. Divide-se nos andamentos pares: 2 – "Te Dominum", 4 – "Tibi omnes Angeli", 6 – "Sanctus", 8 – "Sanctus Dominus Deus", 10 – "Te gloriosus", 12 – "Te Martyrum", 14 – "Patrem", 16 – "Sanctum", 18 – "Tu Patris", 20 – "Tu devicto", 22 – "Judex crederis", 24 – "AEterna fac", 26 – "Et rege eos", 28 – "Et Laudamus", 30 – "Miserere", 32 – "In te Domine". Entre cada andamento par, é cantado um verso ímpar pelo coro e acompanhado pelo órgão 2º.
Este Te Deum Laudamus (Hino de Ação de Graças) é constituído por 6 partes vocais (2 dos Soprano, 2 dos Alto, Tenor e Baixo) e por duas partes de órgãos. Este Te Deum Laudamus é para ser cantado por 4 solistas e órgão 1º e por um coro e órgão 2º. Entre cada andamento par cantado pelos solistas, é cantado o verso ímpar pelo coro e acompanhado pelo órgão 2º, e assim sucessivamente até ao fim. É dividido da seguinte forma: 1 - "Te Deum Laudamus", 2 - "Te Dominum confitemur", 3 - "Te æternum Patrem", 4 - "Tibi omnes Angeli", 5 - "Tibi Cherubini et Seraphim", 6 - "Sanctus", 7- "Sanctus", 8 - "Sanctus Dominus Deus Sabaoth", 9 - "Pleni sunt cæli et terra", 10 - "Te gloriosus Apostolorum", 11 - "Te Prophetarum", 12 - "Te Martyrum candidatus", 13 - "Te per orbem", 14 - "Patrem immensae majestatis", 15 - "Venerandum tuum", 16 - "Sanctum quoque Paraclitum Spiritum", 17 - "Tu Rex gloriæ Christe", 18 - "Tu Patris sempiternus es Filius", 19 - "Tu ad liberandum suscepturus", 20 - "Tu devicto mortis aculeo", 21 - "Tu ad dexteram Dei sedes", 22 - "Judex crederis esse Venturus", 23 - "Te ergo quaesumus", 24 - "Aeterna fac cum Sanctis", 25 - "Salvum fac populum", 26 - "Et rege eos", 27 - "Per singulos dus benedicimus te", 28 - "Et Laudamus nomen tuum", 29 - "Dignare Domine die", 30 - "Miserere nostri", 31 - "Fiat misericordia tua", 32 - "In te Domine".
Parte instrumental do Órgão [2º] do Te Deum Laudamus. Divide-se entre os andamentos ímpares e pares. Entre cada andamento par, é cantado o verso ímpar pelo coro e acompanhado pelo órgão [2º]. Está dividido da seguinte forma: 1 – “Te Deum Laudamus” 2 – “Te Dominum confitemur” 3 – “Te æternum Patrem” 4 – “Tibi omnes Angeli” 5 – “Tibi Cherubini et Seraphim” 6 – “Sanctus” 7 – “Sanctus” 8 – “Sanctus Dominus Deus Sabaoth” 9 – “Pleni sunt cæli et terra” 10 – “Te gloriosus Apostolorum” 11 – “Te Prophetarum” 12 – “Te Martyrum candidatus” 13 – “Te per orbem” 14 – “Patrem immensae majestatis” 15 – “Venerandum tuum” 16 – "Sanctum quoque Paraclitum Spiritum” 17 – “Tu Rex gloriæ Christe” 18 – “Tu Patris sempiternus es Filius” 19 – “Tu ad liberandum suscepturus” 20 – “Tu devicto mortis aculeo” 21 – “Tu ad dexteram Dei sedes” 22 – “Judex crederis esse Venturus” 23 – “Te ergo, quæsumus” 24 – “Aeterna fac cum Sanctis” 25 – “Salvum fac populum” 26 – “Et rege eos” 27 – “Per singulos dus benedicimus te” 28 – “Et Laudamus nomen tuum” 29 – “Dignare Domine die” 30 – “Miserere nostri” 31 – “Fiat misericordia tua” 32 – “In te Domine” Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo “Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti”.
Dispensa de impedimento matrimonial do segundo grau de Manuel Moreira de Sousa e Ana Moreira de Sousa.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa e várias entidades, como Caritas Internationalis, Cáritas Lusófonas e Cáritas Diocesanas.
Documentos relativos às sentenças cíveis a propósito do litígio da Irmandade dos Clérigos com Teresa da Cruz e Ana Maria.
Certidão da Sentença cível de formal de partilhas, termo de paga e quitação dada pelas executantes Teresa da Cruz e Ana Maria à Irmandade; treslado de uma Procuração passada pelas mesmas ao Dr. Francisco Seixas da Veiga.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa e diferentes entidades: Comissão Nacional de Justiça e Paz; Associação Livre de Objectores de Consciência, União das Misericórdias Portuguesas; União das Mutualidades Portuguesas; ONU - População e Desenvolvimento; Rede Anti-Pobreza em Portugal; Civitas, Associação para a Defesa e Promoção dos Direitos dos Cidadãos; Banco Alimentar; Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Sto. Adrião; Ordens Hospitaleiras em Quíntuplo Jubileu; Instituto de Apoio à Criança; Fundação Barreto; Comissão Episcopal da Ação Social e Caritativa; Cruz Vermelha Portuguesa; Comunidade Vida e Paz; Fundação da Juventude; UNICEF; Casa de Saúde do Telhal; Obra Nacional para a Promoção e Pastoral dos Ciganos; Associação Civitas; CUPAV; União das Instituições Particulares de Solidariedade Social. Assuntos principais: idosos; formação; habitação; desenvolvimento local; Ano Internacional da Família; Semana Social 1994; desemprego; sem abrigo; figura do Padre Abel Varzim.
Livro de registo da correspondência recebida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro é composto por um quadro impresso, com os seguintes campos: número de ordem; número do ofício; data da correspondência (dia, mês, ano); data de entrada (dia, mês, ano); autoridade ou pessoa que assinou; objecto, ou seja, um pequeno resumo do teor da correspondência e expediente. Este último campo apenas foi preenchido no fl. 1, com a informação: «Na colunna «n.º de ordem», inutilizou-se, com um traço vermelho, a primitiva numeração, de 1 a 117, por inadvertidamente se ter saltado de 3 a 5, e de 85 a 87» e no fl. 12, em que foi anotada a data de resposta ao ofício recebido. Os ofícios são enviados por diversas entidades e figuras, tal como autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Câmara Municipal do Porto, Junta Geral do Distrito do Porto, Ministro do Interior, Repartição de Fazenda do 2.º Bairro); companhias e serviços (ex.: Chefe da Inspecção de Telégrafos, Gerente da Companhia de Carris de Ferro do Porto, Inspector Geral dos Incêndios, Sociedade de Energia Eléctrica do Porto); outras Irmandades e confrarias (ex.: Irmandade da Lapa, Ordem do Carmo, Real Confraria do Santíssimo Sacramento da Vitória); assim como Irmãos e privados. No final do livro encontram-se alguns ofícios soltos, pela seguinte ordem: - Circular n.º 199, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-08-30; - Circular n.º 207, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Prior da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-09-24; - Circular n.º 61, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Confraria da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-04-04; - Circular n.º 96, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-07-13; - Ofício n.º 121 enviado pela Administração do Bairro Ocidental ao Presidente da Mesa Administrativa da Irmandade dos Clérigos em 1934-09-21; - Ofício relativo à instalação de iluminação na parte superior da Torre dos Clérigos. Este ofício não refere o nome, nem cargo de quem enviou a carta e como data apenas contém a informação «14 de Agosto»; - Um envelope, com a indicação manuscrita «N.º 345», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos. No interior do envelope encontram-se dois ofícios, datados de 13 e 16 de Agosto de 1934, relativamente à questão de iluminação da parte superior da Torre dos Clérigos, como ponto de atracção da cidade; - Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres; - Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres; - Um envelope (vazio) com a indicação manuscrita «N.º 353», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres.
Registo das dívidas activas e passivas da Irmandade dos Clérigos do Porto. As relações de dívidas, em formato de quadro, eram elaboradas no dia 30 de Junho de cada ano e constam do nome dos devedores/credores, a importância em causa, a sua proveniência, os anos económicos a que se reportam e, em alguns casos, observações, tais como a data de pagamento das dívidas. Todos os registos são validados através da assinatura dos membros da Mesa, após leitura da relação de dívidas e confirmação da mesma com a escrituração respectiva. Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 94v.).
Coleção de 13 bilhetes postais: Torres Novas, Região de Turismo dos Templários, 1998; Escola de Formação Social: Quinta dos Prados, Lamego, Ed. Papelaria Académica, [s.d.]; Igreja de N.ª Sr.ª do Carmo, Tavira, Ed. Livraria Tip. União, [s.d.]; Sé Catedral, Guarda, Grafipost, [2006]; Escola de Formação Social, Quinta dos Prados, Lamego, Ed. Papelaria Académica, [s.d.].
No primeiro fólio o maço surge identificado com o «Nº11» e a anotação de «1838» ao lado da rubrica de Teotónio Queirós (Secretário da Irmandade que terá visto esta documentação no ano indicado). É ainda registado no mesmo fólio um resumo do que contém o maço: «São Papeis pertencentes ao Padre Manoel d’Oliveira servindo aqui de Secretário contas a que o obrigou a Irmandade per esta se achar defraudada, o que verdadeiramente não verificou legalmente (…)». Inclui: contas e recibos passados ao Tesoureiro Manuel de Oliveira Pinto (por materiais para obras da Igreja, sinos, serviços prestados à Irmandade, etc.); várias certidões relativas ao processo do libelo; mandado de levantamento de quantia entregue pela Irmandade ao mesmo Tesoureiro e um recibo da mesma quantia.
Livro de conteúdo misto. Contas de receita e despesa apresentadas pelo Padre José Fernandes Ferreira, Procurador-Geral e cartorário, ao Doutor António da Cruz Silva, Secretário da Irmandade dos Clérigos (de 28 de Agosto de 1781 a 20 de Março de 1782). Entre as receitas constam, por exemplo: esmolas e juros. Entre as despesas constam, por exemplo: consertos diversos, ordenados, missas de legado. Inventário de peças de prata. Rol dos principais livros do Cartório. A partir do fólio 15 registam-se os termos da eleição do Porteiro e recibos do seu ordenado, entre 1787 e 1837. No fólio 34v é registada a admissão de um Porteiro para a Irmandade, valor do seu ordenado e suas obrigações a 9 de Janeiro de 1858. Com termo de abertura no fólio 1 e termo de encerramento no fólio 50v.
Livro de conteúdo misto. No fólio 2 existe uma determinação da Mesa da Irmandade, de 17 de Novembro de 1789, para que as despesas e receitas das Casas na Rua de Trás da Sé, «(…) que foram de Nicolau de Souza Cruz», fossem registadas num livro próprio. Segundo o mesmo documento o Secretário da Irmandade deve lançar neste livro as pensões, «(…) que se pagam da forma do testamento do mesmo [Nicolau de Sousa Cruz]» e «(…) tudo mais, que pertencesse as mencionadas Casas». Registo da despesa feita pelo Secretário da Irmandade com as mesmas Casas (ex.: pensões pagas ao Cabido e à Santa Casa da Misericórdia; décima; obras) e receitas/rendimento das mesmas Casas (com indicação do nome de quem paga e aí vive) desde o ano económico de 1783 para 1784 até ao ano económico de 1814 para 1815. Listas de pagamentos de ferias (ex.: pedreiros, carpinteiros) por obras nas Casas na Rua de Trás da Sé. No fim do registo de receita e despesa das Casas na Rua de Trás da Sé é anotado pelo Secretário da Irmandade João Lopes Furtado (fl. 110): «Disse-me o Ex Secretario Joaquim Honorio da Cunha que o produto das cazas supra depois de satisfeito aos (sic) Ignacio Ribeiro, Souto, fora para o fundo do Hospital. Nobembro 3 de 1825». A partir do fólio 110v registam-se os recibos do pagamento ao Sineiro da Sé, por quartéis, desde 1825. Termo de abertura no fólio 1 e termo de encerramento no fólio 199v.
1 cassete vídeo (VHS) sobre a Cáritas Portuguesa. Participação de: Fernanda Jardim, José Mendes Serrazina, D. Manuel Martins, D. António Marcelino, Acácio Catarino e três funcionários da Cáritas Portuguesa.
Livro em notação mensural. Contém os responsórios das Matinas do dia de Natal. Divide-se nos seguintes andamentos: 1º Nocturno – Responsório 1º "Hodie nobis" (Magestoso), "Gaudet chorus" (Allegro), segue Verso a Duo; Responsório 2º “Hodie nobis”, “Hodie per totum” (Allegro), segue Verso Solo; Responsório 3º “Quem vidistis, pastores?” (Andante), “Natum vidimus” (Allegre), segue Verso a Duo, Verso Duo “Gloria Patri”; 2º Nocturno – Responsório 4º “O magnum mysterium” (Moderato), “Beata Virgo” (Andante), segue Verso Solo; Responsório 5º Coro “Beata Dei Genitrix Maria” (Andante), “Hodie genuit” (Andante), segue Verso Solo; Responsório 6º “Sancta et immaculata” (Magestoso), “Quia quem cæli” (Andante), segue Verso a Duo, Verso a Duo “Gloria Patri”; 3º Nocturno – Responsório 7º “Beata viscera Mariæ Virginis” (Andante), “Qui hodie” (Allegro), segue Verso Solo; Responsório 8º Coro “Verbum caro” (Moderato), “Et vidimus” (Allegro), segue Verso Solo. Notação musical quadrada a preto sobre pentagrama preto, com indicações a vermelho.
Livro em notação mensural. Contém os responsórios e antífonas das Vésperas e Matinas das Festas litúrgicas de São Pedro e São Paulo (dia 29 de junho). Notação musical quadrada a preto sobre pentagrama preto.
Livro de missas em notação mensural de compositor anónimo. Contém 7 missas. Todas as missas se dividem nas seguintes partes: Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus, Agnus Dei. Notação musical quadrada a preto sobre pentagrama preto.
Livro de registo dos principais termos deliberativos da Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os termos, ordenados cronologicamente e identificados através de um pequeno resumo do seu conteúdo, são relativos a diversos assuntos sobre os quais foram tomadas resoluções em Mesa. Esta fonte contém termos relativos, por exemplo, à necessidade de compra e elaboração de novos livros para o Cartório; aceitação de fundos para reforço do legado de lava-pés; eleição de deputados para integrarem comissões; impedimento de empréstimo de alfaias; agradecimento a benfeitores da Irmandade; assim como termos de aprovação de contas e termos de posse das novas Mesas administrativas da Irmandade. No fl. 292 encontra-se um índice dos termos registados no livro até ao fl. 15. Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 295v.).
Mapas anuais de Irmãos e valores relativos ao pagamento dos anuais e multas de faltas a ofícios pela alma dos Irmãos falecidos, a missas de círculo nos Sábados de cada mês e a missas de esquadra. Os mapas, devido à reforma do valor dos anuais, estão divididos em Irmãos admitidos antes e depois da reforma e são compostos pelos seguintes campos: referência ao Livro de Entrada, nome dos Irmãos e valores a cobrar pelos anuais, anuais em atraso, ofícios, missas de círculo, missas de esquadra e total. Para além destes dados, surgem anotações diversas, tal como a indicação de que os Irmãos estavam compostos, cargos relevantes (ex.: Bispo do Porto, Abade de Miragaia, etc.) e indicação de falecimento.
Relação de despesas com as obras na Igreja da Irmandade dos Clérigos do Porto, que se iniciaram em Novembro de 1884. A relação é constituída pela data em que a despesa foi efectuada; número do pagamento; descrição da despesa (tipo de trabalhador, respectivo nome e obra realizada); valor pago e, em alguns casos, notas à despesa (ex.: «NB. Recibo d’esta conta tem a data de 30 de Junho de 1886 e pagou-se a 17 de Julho» - fl. 7). Nos fólios 12v. a 13 encontra-se um quadro sumário da despesa realizada com as obras, com base nos pagamentos registados nos fólios anteriores.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa e particulares.
Copiador da correspondência expedida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro é composto por ofícios expedidos a diversas entidades e figuras, tal como figuras da vida eclesiástica (ex.: Pio X, Núncio Apostólico em Portugal); autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Junta de Freguesia da Vitória, Junta Geral de Distrito, Escrivão de Fazenda do 2.º Bairro, assim como requerimentos efectuados ao Rei, Governador Civil e Câmara Municipal); a repartições centrais (ex.: Direcção Geral de Assistência, Serviços de Inspecção Estatística e Castro da Assistência); companhias e serviços (ex.: Agência de Publicidade, Companhia de Carris de Ferro do Porto); outras Irmandades (ex.: Mesa da Irmandade da Lapa); assim como Irmãos e privados. Entre os fls. 12v. e 13 encontram-se dois ofícios originais avulsos, pela seguinte ordem: - Circular n.º 52, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Presidente da Irmandade dos Clérigos Pobres, em 1936-03-04; - Ofícios enviado pelo Juiz da Irmandade dos Clérigos do Porto ao Administrador do Bairro Ocidental do Porto, em 1935-03-12. Esta fonte contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 223v.).
Propostas e orçamentos para empreitadas de várias obras e reparações no edifício e Igreja da Irmandade dos Clérigos do Porto, tal como: reparação do órgão; limpeza do ouro nos altares da Capela de Nossa Senhora da Lapa; colocação de soalho na Igreja dos Clérigos; ladrilhar a tijolo os passadiços na parte superior do edifício; pintura das imagens nos altares; etc. Este maço contém igualmente recibos de gastos em lojas de paramentaria e douramento; um ofício a comunicar a eleição do monsenhor António José Rodrigues Pereira para a Junta consultiva da Irmandade e uma procuração pela qual os deputados e mesários da Irmandade dos Clérigos do Porto constituíram como seu bastante procurador a Duarte Huet Bacelar, Tesoureiro da mesma, em relação à assinatura da escritura do contrato de empreitada de obras na Igreja dos Clérigos, adjudicada em Mesa da Irmandade a António Pinto Neiva e Luís Pinto Neiva.
Relação dos indivíduos contemplados no rito religioso de lava- pés, realizado anualmente, na Quinta-Feira Santa. As relações de lavandos - relativas aos anos de 1882 a 1899 - contêm o nome dos mesários da Irmandade dos Clérigos; o nome dos indivíduos contemplados; o nome do alfaiate; assim como diversas observações (ex.: indicação de morada, de idade, de estado civil e de incapacidade, tal como cegueira, surdez, paralisias corporais, etc.). Este maço contém igualmente as relações de indivíduos pobres contemplados com o legado do Irmão António José da Cruz Magalhães, que instituiu a distribuição de vestuário para 12 homens e 13 mulheres, a 18 de Abril de cada ano. As relações deste legado contêm dados semelhantes às relações da cerimónia dos lava-pés e são relativas aos anos de 1893 a 1899.
Processo referente à gestão da colónia de férias em Janas (crianças e jovens em situações de emergência, na sequência de acolhimento de retornados de África). Contém: correspondência, ordens de pagamento da Segurança Social à Cáritas Portuguesa, mapas e guias de receita relativas à utilização do Centro para alojamento de estudantes ex-IARN, financiado com subsídios do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa.
Processo referente ao Programa de Criação de Centros de Dia da Terceira Idade com o apoio das Cáritas Alemã e Suíça. Contém: estudos, correspondência, mapa do programa de centros de dia apoiados pela Cáritas Alemã e Cáritas Suíça, folheto Terceira Idade: uma vida nova; índice do trabalho de Christel Wasiek, Serviço Social da Cáritas Portuguesa em prol dos idosos, a contribuição de uma instituição particular de solidariedade social na solução dos problemas sociais dos idosos, 1984; Programa de criação de centros de dia para idosos e avaliação do mesmo; Guião de projeção Sol de outono; correspondência com o SERDI (Serviço de Reabilitação e Protecção aos Diminuídos e Idosos) e o IFAS (Instituto da Família e Acção Social); Suggestion pour l'instalation d'un centre de services pour le troisième âge.
Livro de registo dos nomes dos Irmãos para o turno das missas de círculo, realizadas em todos os Sábados do mês. Esta fonte contém listas de Irmãos realizadas nos anos de 1788, 1836, 1856, 1859 e 1870. As listas encontram-se organizadas alfabeticamente, com excepção da primeira lista, que se encontra organizada com base na ordem de registo do livro de remissão. As listas são compostas pelos nomes dos Irmãos e remissão para o fólio com o respectivo registo noutro livro da Irmandade, mas contêm igualmente alguns elementos esporádicos, tais como: indicação de falecimento e, por vezes, da data e local de enterramento; cargos e títulos de relevância (ex.: Cónego da Colegiada de Cedofeita; Procurador Geral das Freiras Beneditinas; Abade de São Nicolau; etc.); cargos exercidos na Irmandade (ex.: «Foi Deputado em 1836 e 37»); indicação do Irmão ter sido riscado e/ou readmitido (ex.: «Riscado a fl. 216v em 11 de Mayo de 1802. Novamente admitido por despacho da Meza a 10 de Julho de 1802»), entre outros. A lista relativa ao ano de 1859 aparenta estar incompleta, pois apenas contempla a letra «A». Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 72v.).
Livro composto por listas das multas cobradas aos Irmãos e por róis de esmolas deixadas pelos mesmos na cobrança das multas. As listas das multas recebidas pelo Secretário da Irmandade, encontram-se registadas entre os fls. 3 e 37 e são relativas aos anos económicos de 1792 para 1793 a 1842 para 1843. Elaboradas a partir de dois róis do ano económico anterior, as listas de multas contêm os seguintes dados: nome dos Irmãos, quantia da multa, total da mesma, menção ao fólio da Conta Geral onde a receita foi carregada e assinatura do Secretário em funções. A partir da lista das multas do ano de 1836 para 1837, surge igualmente a indicação do motivo das multas (ex.: faltas a ofícios, missas, festividades, etc.). Entre os fls. 150 e 154 encontram-se registadas listas de esmolas deixadas pelos Irmãos na cobrança das multas, relativas aos anos económicos de 1782 para 1793 a 1801 para 1802. À semelhança das listas de multas, estes assentos são constituídos pelo nome dos Irmãos, quantia das esmolas deixadas à Irmandade, total do valor, menção ao fólio da Conta Geral e assinatura do Secretário. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 188v.).
Livro de registo das actas das sessões da Mesa administrativa da Irmandade dos Clérigos do Porto. As actas, ordenadas pela data em que a Mesa reuniu em sessão, são relativas a diversos assuntos da competência deste órgão de gestão, dos quais se destacam: admissão e expulsão de Irmãos; composição de Irmãos ausentes que efectuam um pagamento pecuniário em troca da assiduidade aos actos oficiais da Irmandade; eleição, admissão e despedimento de funcionários, tanto ao nível administrativo como do Coro; deliberações relativas a fundos e ao cofre; aprovação de contas e apresentação de orçamentos de gerência; análise e deliberação sobre requerimentos; leitura e transcrição de correspondência recebida e termos de eleição e tomada de posse das novas Mesas administrativas. Esta série documental contém igualmente algumas actas das sessões do Definitório, Junta Consultiva e Assembleia Geral.
A fls. 45 e 46 encontra-se um índice, relativo às actas e deliberações da Mesa registadas até ao fl. 26v. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 146v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 140).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 150v.).
Entre o fl. 147v. e a capa inferior encontram-se vários documentos soltos, tais como: ofícios recebidos pela Irmandade, cópias de correspondência expedida, rascunhos de ofícios, extractos de actas de sessões da Mesa, entre outros. Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 98) e dois termos de encerramento (ambos no fl. 147v.), redigidos respectivamente, pelo delegado da cúria diocesana e pelo Administrador substituto do Bairro Ocidental da cidade do Porto.
Documentação relativa à administração dos bens de José e Pedro Martins da Luz, devedores da Irmandade dos Clérigos do Porto. A Junta de Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, principal credor da dívida do negociante José Martins da Luz, era responsável pelo plano de administração dos bens do mesmo, confirmado em carta régia de 1795-08-31. Após falecimento de José Martins da Luz e de seu filho Pedro Martins da Luz, o irmão deste último - Rodrigo Martins da Luz - concebeu um novo plano de administração dos bens e procedeu a um requerimento régio para que este substituísse o plano apresentado e aprovado pela Junta de Administração da Companhia Geral da Agricultura. Este maço contém cartas de Rodrigo Martins da Luz ao Presidente e Mesários da Irmandade dos Clérigos do Porto a apresentar o referido plano e a requerer a sua aprovação. Para além desta correspondência, encontram-se igualmente duas cartas régias impressas (a carta régia de 1795-08-31 e uma posterior de 1815-09-15), assim como o «Projecto Para o Plano, que se pertende substituir ao que a Illustrissima Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro propoz em 6 de Agosto de 1792, para a administração das Casas de José Martins da Luz, e de seu filho Pedro Martins da Luz, e que foi confirmado por Carta Regia de 31 de Agosto de 1795».
Correspondência recebida pela Irmandade dos Clérigos do Porto, através da figura do seu Secretário. Este maço é constituído por ofícios originais, enviados de Lisboa pelo Irmão Luís de Castro Guimarães. Os ofícios são relativos à cobrança de juros de 48 apólices da Junta de Crédito Público - entidade encarregada de administrar e arrecadar os fundos destinados ao pagamento dos juros e amortizações de toda a dívida consolidada da nação. Juntamente com os ofícios encontram-se cópias de procurações da Mesa da Irmandade dos Clérigos em que constituem Vicente Elesbão de Campos como seu procurador na cidade de Lisboa, para receber, passar recibo e assinar qualquer verba para além da referida cobrança de juros das apólices de empréstimo.
Registo anual (com divisão trimestral) das verbas provenientes de peditórios. Folhas divididas em colunas: dias; dias de semana; Peditório (parcelas relativas a quantias); Pedinte (parcelas relativas a quantias). Dentro da coluna dos dias da semana é especificado o mês, dia da semana e outras proveniências das verbas dos peditórios (ex.: Semana Santa; Caixinhas; Peditórios do Menino Jesus; Quarenta Horas; Padroeira; São Miguel).
Registo de receitas e despesas relativas à Semana Santa. Exemplos de itens de receita: esmolas diversas (ex.: Menino Jesus, Quarenta Horas, bacias nas cancelas da Capela-Mor); juros de dinheiro à ordem; ofertas. Exemplos de itens de despesa: Clero para todas as funções; Sermões; Sacristão; música; armação. Relativamente às despesas são ainda registadas, à parte, as despesas relativas ao serviço eclesiástico da Semana Santa (ex.: Capelães do Coro; gratificação do Mestre de Cerimónias do Coro; Missa, Lava-pés, Cantor da Paixão), por vezes divididas por dia da semana.
Apresenta, inicialmente, duas folhas soltas que registam cópias de contas de ofícios na Igreja dos Carmelitas em 1921, com lista das despesas (ex.: missa, Cantores, Acólito e Mestre de cerimónias, Eclesiásticos). Segue-se o registo de contas de despesa desde 8 de Julho de 1899: ofícios de corpo presente (ex.: Clero, três meninos do Coro, Sacristão, Sineiro, Porteiro, Cera); missa cantada com exposição do Santíssimo em cumprimento de um voto (ex.: licença para a exposição, Celebrante, Acólitos, música); festa da Associação de São Francisco de Sales da Vitória (ex.: Acólito, Mestre de cerimónias, Sacristão, Foleiro); responsos por alma (ex.: Presidente, Padres, cera); Lausperene com missa (ex.: Celebrante, Meninos de Coro, Sineiro, aluguel de alfaias); exéquias por alma do Papa Leão XIII mandadas celebrar na Igreja dos Clérigos pela Associação Católica (ex.: Sacristão, Meninos do Coro, Sineiro, Porteiro); festa de Nossa Senhora da Conceição; entre outras. Apresenta ainda folhas soltas com cálculos relativos ao peso e gasto de velas/cera por hora nas cerimónias.
Registo de valores pagos por ofícios de corpo presente (ex.: Irmãos, Bispo, Abade, Ex-Mesário), missas gerais, responsos, exéquias por alma do Papa Leão XIII mandadas celebrar na Igreja dos Clérigos pela Associação Católica do Porto. Apresenta listas de nomes de quem recebe as quantias pelos mesmos ofícios (ex.: Diácono, Celebrante, Mestre de Cerimónias), indicando-se, em vários casos, em vez da quantia, a expressão «grátis». Inclui uma folha solta com lista de nomes de Padres com anotações à frente de cada um: «deixei recado»; «vem»; «está doente»; «não pode»; «está fora»; entre outras.
Documentação referente a Centro de Acolhimento de Refugiados da Rua do Passadiço; recibos de pagamento da Segurança Social à Cáritas de subsídios a antigos reféns da UNITA.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa e várias entidades, algumas das quais com código numérico: 149, Hospital; 153, Igreja Adventista/Evangélica; 155, Infantário; 156, Instituição.
Correspondência entre a Cáritas Portuguesa e várias entidades, algumas das quais com código numérico: 82, Conferência; 88, Confraria; 89, Congregação; 92, Conselho; 96, Cooperativa. Contém Listagem de instituições e outras organizações que têm beneficiado do programa assistencial da Cáritas Portuguesa (por distritos), remetida ao Diretor da Alfândega de Lisboa, 1988-11-21.
Correspondência recebida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta série documental é composta por ofícios enviados por diversas entidades e figuras, tal como autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Câmara Municipal do Porto, Junta Geral do Distrito do Porto, Ministro do Interior, Repartição de Fazenda do 2.º Bairro); figuras da vida eclesiástica (ex.: Núncio Apostólico em Portugal); companhias e serviços (ex.: Gerente da Companhia de Carris de Ferro do Porto, Sociedade de Energia Eléctrica do Porto); outras Irmandades e Confrarias (ex.: Mesa da Irmandade da Lapa, Ordem do Carmo, Real Confraria do Santíssimo Sacramento da Vitória); repartições centrais (ex.: Direcção Geral de Assistência); assim como Irmãos e privados. Os ofícios originais são frequentemente acompanhados de cópias de legislação central, portarias e circulares do Governo Civil e deliberações do Tribunal de Contas, entre outros documentos.
Nesta fonte encontram-se igualmente documentos relativos ao processo de orçamento para compra e instalação de um relógio na Torre dos Clérigos do Porto (documentação de 1927-03-09 a 1930-02-14) e ao orçamento para pintura do gradeamento em redor do edifício da Irmandade (documentação de 1927-06-06 a 1927-06-13). Os processos de orçamentos são constituídos por ofícios - neste âmbito encontram-se alguns ofícios enviados pela Irmandade -, contas e recibos.
Série composta por documentação referente à conceção e avaliação do programa de criação de Centros de Dia da Terceira Idade.