Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

38,380 records were found.

Processo referente a estudos e projetos para armazéns da Cáritas Portuguesa: Porto de Lisboa (Matinha), Seminário dos Olivais (Lisboa) e Ameixoeira (Lisboa).
Estudo preliminar do armazém a construir nos terrenos do Porto de Lisboa, na Matinha, da autoria dos Arq. José Reis Álvaro e Manuel Tierno Bagulho. Contém: memória descritiva, apontamentos manuscritos, formulário de reunião, propostas, 7 peças desenhadas.
Processo referente a projeto de Centro de Bem Estar Social, Coimbra.
Projeto do Centro de Bem Estar Social da Cáritas Diocesana de Coimbra, a construir na Rua Nicolau Chanterenne, da autoria do Arq. A. Alves Martins. Contém memória descritiva, 4 peças desenhadas.
Processo referente a Clínica dos Olivais, Lisboa.
Peça desenhada referente a Clínica dos Olivais.
Peça desenhada referente a Clínica dos Olivais.
Livro para transcrição dos indultos apostólicos concedidos à Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro contém as cópias dos seguintes indultos: - União das Irmandades, por Clemente XI em 1710-10-06; - Isenção Paroquial, por Clemente XII em 1734-08-26; - Indulgência plenária de 7 anos, por Bento XIV em 1749-06-30; - Altar da Irmandade privilegiado para os Irmãos no dia dos Defuntos e aos Sábados, por Bento XIV em 1749-09-22; - Altar de São Paulo privilegiado no dia dos Defuntos e Oitava e dois dias da semana, 2.ª e 4.ª por 7 anos, por Bento XIV em 1749-10-01; - Altar privilegiado de Santa Ana, por Bento XIV em 1753-02-21; - Indulgência plenária no dia de Santo António por 7 anos, por Bento XIV em 1753-03-26; - Para ter o Santíssimo Sacramento, por Bento XIV em 1755-11-22; - Comutação dos Responsorios de Dionísio Verne, pela Sagrada Congregação dos Cardeais da Santa Igreja de Roma em 1756-05-08; - Indulgência na Capela de Nossa Senhora da Lapa por 7 anos, por Bento XIV em 1757-02-10; - Indulgência plenária no dia de Nossa Senhora da Assunção por 7 anos, por Bento XIV em 1757-06-17; - Privilégio no Altar do Hospital para as missas que se celebrarem no dia de óbito de algum enfermo no Hospital, por Clemente XIV; - Indulgência plenária para os Irmãos no dia em que entram para a Irmandade, no artigo da morte e dia de Festa, por Clemente XIV em 1771-05-28; - Indulgência plenária para o artigo da morte, por Clemente XIV em 1771-05-31; - Privilégio para as Missas dos Estatutos, por Clemente XIV em 1771-05-31; - Altar da Enfermaria Privilegiado, por Clemente XIV em 1771-05.30; - Breve perpétuo de Indulgência plenária para uma sexta-feira da Quaresma e sete anos e sete quarentenas em todas as sextas-feiras da mesma, por Pio VI em 1778-12-11; - Breve perpétuo de Indulgência plenária para um Sábado de cada ano e sete anos e sete quarentenas de cada mês e em dia todos os Sábados do ano, por Pio VI em 1778-12-11; - Breve para Indulgência plenária para as 40 horas, por Pio VI em 1778-12-11; - Breve de Indulgência plenária para o dia da Festa de Nossa Senhora da Assunção e sete anos e sete quarentenas nas outras cinco festas da mesma Senhora, por Pio VI em 1778-12-17; - Breve de Indulgência plenária para os moribundos da Enfermaria, por Pio VI em 1778-12-11; - Breve de privilégio ao Altar das Enfermaria, por Pio VI em 17781-12-11; - Breve para segundo altar privilegiado na Igreja, por Pio VI em 1778-12-12; - Breve para ser privilegiado o Altar de São José para as missas pelas almas dos Irmãos, ampliando este privilégio a todos os Altares da Igreja no dia de óbito ou deposição de qualquer Irmão, por Pio VI em 1779-01-05; - Breve para se dar a absolvição aos Irmãos no artigo da morte; - Breve para nos dias 13 e 14 de Agosto se cantarem as missas de São Filipe de Néri, e São Pedro ad Vincula em concorrência de outros santos, por Pio VI em 1789-05-14; - Breve para no Sábado seguinte ao dia décimo de Novembro se rezar e dizer Missa de Santo André Avelino com oritu duplex, por Pio VII em 1803-01-15; - Indulto do Núncio Apostólico e concessão de Indulgência para os fiéis que rezarem diante da imagem de Santo André Avelino, colocada na Igreja dos Clérigos, em 1804-07-07; - Breve requerido à nunciatura reduzindo a 6 o número de 7 capelães do coro, em 1903-07-20. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 145v.).
Documentação relativa a breves pontifícios de indulgências e privilégios concedidos à Irmandade dos Clérigos do Porto; públicas formas de breves e sentenças dos mesmos, acompanhados dos beneplácitos régios para a sua execução; assim como documentação relativa à autenticação de relíquias, sua doação e licença para serem veneradas. Este maço provavelmente resulta da reorganização da documentação - tanto original, como transcrita - relativa a breves e indultos apostólicos, realizada em 1837 por Teotónio José Maria Queirós, Secretário da Irmandade dos Clérigos do Porto. A documentação foi organizada em três temáticas principais e, a partir desta ordenação, foi elaborado um índice com o número respectivo do documento e um pequeno resumo do seu conteúdo. A primeira secção é relativa a breves pontifícios, num total de 26 documentos com as datas extremas de 1734-08-26 a 1804-07-07. A segunda secção, intitulada «Publicas formas dos Breves, e Sentenças dos mesmos com os seus Despachos competentes, e Avizos da Secretaria para se cumprirem», é constituída por 20 documentos, relativos aos anos de 1710-10-06 a 1790-04-10. A terceira secção, relativa a «autenticas das Reliquias, e Exame das mesmas pelo Ordinario, e licenças de as pôr ao Publico para Veneração das mesmas», contém 14 documentos, elaborados entre 1732-02-03 e 1779-10-06.
Livro misto pertencente à Irmandade dos Clérigos do Porto, constituído por três partes distintas. A primeira parte, entre os fls. 2v. a 63v., é constituída pelos termos de composição dos Irmãos ausentes, entre 1707-08-22 e 1797-12-13. Os termos de composição consistem em requerimentos feitos à Mesa da Irmandade pelos seus membros que, para efeitos de desempenho de cargos religiosos, necessitavam de residir fora da légua de circunferência da Irmandade e, consequentemente, não podiam assistir aos ofícios, enterros e sessões dos órgãos administrativos da confraria. Os Irmãos compostos eram obrigados a apresentar um fiador e pagavam, em substituição da sua presença, a quantia de 600 réis anuais. Para além deste pagamento, comprometiam-se a mandar rezar as missas por alma dos Irmãos defuntos e a assistir anualmente à festa da Assunção de Nossa Senhora e ao aniversário geral. Mais tarde instituídos no Capítulo 34, §§ 1, 2 e 3, fls. 74v. e 75 dos Estatutos da Irmandade de 1782, os termos de composição contêm os seguintes dados: data em que foi apresentado o requerimento; nome do Irmão que pretende obter a composição; justificação do motivo da ausência; valor da composição a pagar e das multas, no caso de as cometer; nome e morada do fiador (o qual deveria igualmente comprometer-se a avisar o ausente do falecimento dos Irmãos, para que este mandasse rezar os ofícios necessários); assinatura do Presidente, Escrivão e requerente. À margem dos assentos dos termos encontra-se, geralmente, o nome do Irmão composto e diversas anotações, tal como a indicação de fim de validade da composição, de outros termos do mesmo Irmão registados nesta fonte e de falecimento do mesmo. A segunda parte, entre os fls. 140 a 151, é composta pelos termos das Juntas da Confraria para obras, entre 1709-09-22 e 1734-06-29. Os assentos que constituem esta parte da fonte são registos de termos de diversas deliberações da Mesa da Irmandade dos Clérigos, relativamente às obras da nova Igreja. No entanto, contêm igualmente termos relativos à compra de ornamentos (ex.: cortinas de damasco para ornamentar a imagem da Nossa Senhora da Misericórdia; compra de pano de veludo para o esquife; etc.), deliberações relativas a empréstimo de dinheiro a juros e resoluções sobre o acompanhamento do enterro dos Irmãos, entre outros. A terceira parte, entre os fls. 189 a 216v., é composta pelos termos dos Irmãos riscados da Irmandade, entre 1707-06-10 e 1802-05-11. O título relativo a esta parte da fonte refere a existência de termos para o bom governo da confraria, mas apenas se encontram registados termos para efeitos de expulsão e afastamento de Irmãos que não cumpriram os requisitos necessários para permanecerem na Irmandade. Os termos de Irmãos riscados contêm os seguintes dados: data da sessão da Mesa em que a deliberação de expulsão foi tomada; nome do Irmão riscado; motivo de afastamento do mesmo (ex.: incumprimento de pagamento de multas e dívidas; prisão e sentença pelo Tribunal da Inquisição; ausência prolongada sem pedido de licença ou composição; entre outros motivos, tais como os próprios Irmãos não desejarem continuar a fazer parte da Irmandade) e assinatura do Presidente, Escrivão e membros da Mesa. À margem dos assentos dos termos encontra-se, geralmente, o nome do Irmão e outras anotações, tal como a readmissão do mesmo, invalidade do termo e indicação de falecimento. Nos fls. 209v. a 215 encontra-se uma acta de Definitório do ano de 1792. Entre o verso da capa superior e o fl. 1 encontra-se um papel solto com os dados de óbito e enterro de André Gomes Ribeiro, falecido em 22 de Dezembro de 1761. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 246).
Róis de multas e pagamentos de anuais, mordomias e composições por parte dos Irmãos da Irmandade dos Clérigos. Geralmente eram elaborados dois róis por ano económico: um rol das multas vencidas e um daquelas que não foram cobradas. Os róis, divididos em Irmãos não composto e compostos, são constituídos pelo nome dos Irmãos, o motivo que originou a multa (ex.: atraso de pagamentos; faltas a ofícios, missas, esquadras e círculos; pagamento de anuais; contribuições de mordomias por parte de alguns dos membros; entre outros), a quantia total e a indicação de «pago». Para além destes dados, por vezes encontram-se anotações adicionais, tais como «falecido» ou «remido». A partir de 1833 (unidade 0152 desta série documental) o formato do registo da informação altera-se e passa a ser constituído por um quadro manuscrito, que, regra geral, contém os seguintes campos: folhas do Livro das Entradas; nome dos Irmãos; anuais; anuais em atraso; missas (ofícios, círculos e esquadras) e valor total.
Livro de registo dos termos da Mesa relativos às obras de construção da Igreja dos Clérigos do Porto. Este livro inicia com o termo da Mesa de 31 de Maio de 1731, em que foi proposta a votos e unanimemente aprovada a construção de uma Igreja própria da Irmandade, sita no terreno doado pelos Reverendos Bento Freire da Silva, Manuel Mendes Machado e João da Silva Guimarães. Para além dos termos da Mesa, encontram-se registados vários outros documentos relacionados com o edifício e Igreja da Irmandade, tais como: traslados de escrituras dos terrenos; autos de posse dos mesmos; vistorias do local da construção; provisões régias; breves (ex.: «Breve para os nossos Irmãos Sacerdotes levarem os seculares no esquife a sepultura» - fl. 43); entre outros. Esta fonte serve igualmente o propósito de livro de lembranças do processo de projecção, construção e finalização da Igreja dos Clérigos, através do registo de determinados termos, tais como: termo de entrega e aceitação da planta para a nova Igreja; lembrança do dia em que se começou a cavar e abrir os alicerces da Igreja; memória da colocação de imagens religiosas; lembrança da chegada e trasladação de relíquias; exame do estado actual do exterior e interior da Igreja e todas as repartições do edifício, entre outros. Este livro contém termo de encerramento (fl. 302v.).
Índice onomástico do livro das contas correntes, elaborado em 1720. Esta fonte encontra-se organizada por letras do abecedário, onde foram registados os nomes dos indivíduos envolvidos nas contas correntes da Irmandade - provavelmente devedores - e o fólio onde se encontra o registo dos mesmos no respectivo livro. Contém registos correspondentes às seguintes letras: A, B, C, D, F, G, J, L, M e P.
Projeto de alterações de obras a realizar no Asilo das Velhinhas de Carnide pertencente à Confraria de S. Vicente de Paulo. Contém 5 peças desenhadas.
Projeto de alterações de obras a realizar no Asilo das Velhinhas de Carnide pertencente à Confraria de S. Vicente de Paulo. Contém 5 peças desenhadas.
9 peças desenhas de projeto de obras de beneficiação geral do Palácio da Gandarinha onde funcionava uma escola doméstica de proteção de raparigas.
Processo referente a remodelação do Palácio da Gandarinha, Sintra, Lisboa, para instalar um jardim infantil.
Projeto de Creche e Jardim Infantil a construir em Alcoitão, da autoria dos Arq. José Reis Álvaro e Manuel Tierno Bagulho. Contém: memória descritiva, correspondência, declaração, 12 peças desenhadas.
Anteprojeto de Creche e Jardim Infantil a construir em Alcoitão, da autoria dos Arq. José Reis Álvaro e Manuel Tierno Bagulho. Contém: memória descritiva, correspondência, 7 peças desenhadas.
Projeto de remodelação das casas de banho do 2.º andar do Palácio da Gandarinha, da autoria do Eng. Mário Pinto Coelho. Contém memória descritiva, 1 peça desenhada.
Esta fonte contém o rol do que se devia à Irmandade dos Clérigos do Porto no ano de 1748 e antecedentes.
1 máquina manual para fita de filme (12x12,3x2,5cm). Produzido/distribuído por Hudson Photographic Industries Inc. (EUA).
Rendimento das entradas dos Irmãos. Despesas/gastos da Congregação (ex.: livros, papel, panos, alfaiate por feitio de ornamentos, esmolas, Coveiro), em parte dos anos com registo autónomo dos gastos com a festa de São Filipe Néri (ex.: música, armação, Pregadores, fogo/foguetes, charamelas). Rendimento/receita da Congregação (ex.: Audiências/Juntas, entradas de Irmãos, faltas). Termo de entrega de objectos da «velha» Mesa à «nova» entre 1669 e 1670 (ex.: uma cruz, uma manga de chamalote de lã, cordões, uma caixa da cruz e pão dela, Estatutos, livros). Termo de reformação da cera e termo da cera que se reduziu a dinheiro em 1683. Com termo de abertura no fólio 1, sem termo de encerramento.
Maço identificado com o «Nº 10», constituído por 15 conjuntos de documentos numerados e resumidas num índice («mapa»), datado de 1838 por Teotónio José Maria Queirós Secretário da Irmandade, nos primeiros 4 fólios. O conjunto nº 4 que, de acordo com o índice, se reportaria a documentação relativa ao dote para património de Manuel do Espírito Santo, encontra-se em falta. Nº 1: Sentença cível do litígio entre a Irmandade dos Clérigos e Lázaro Rodrigues, José Fernandes Lima e António Fernandes Lima a propósito de duas Letras. Nº 2: Pública forma da escritura de dívida de João de Matos Coelho em dinheiro e juros aplicados no júbilo das 40 horas (remete para os Maços nº 8 e 9). Nº 3: Cartas de excomunhão e seu edital, contra os que roubaram ou souberam do roubo feito à Irmandade de testamentárias, roupas deixadas à Irmandade, relíquias de Santos e outros objectos do serviço da Igreja e Estatutos da irmandade antiga de São Filipe de Néri. Nº 5: Sentença cível de acção cominatória a favor da Irmandade na demanda a respeito do despejo de águas imundas sobre os canos que conduzem a água para a Irmandade (1824-11-19). Nº 6: Título do testamento do Padre Nicolau de Souza Cruz que deixou à Irmandade 3 moradas de casas na Rua de Trás da Sé de prazo fateusim, foreiras ao Cabido da Sé do Porto; Posse das mesmas casas e quitação do mesmo testamento. Nº 7: Provisões do Bispo do Porto, Dom José Maria de Fonseca Évora, para se pedirem esmolas pelo bispado, para a conclusão das obras da Igreja (1743). Nº 8: Petição para ser celebrado o tríduo e para a colocação dos sinos. Nº 9: Documentação referente a um empréstimo feito pela Irmandade ao Real Erário. Nº 10: Ordem do Desembargo do Paço que concede à Irmandade licença para a venda de um casal deixado pelo Tenente Coronel Bernardo Fernandes Guimarães; Carta citatória do Escrivão dos Contos, para que a Irmandade não dispusesse de mais quantia nenhuma dos seus cofres, sendo obrigada a dar uma relação autêntica de todos os seus dinheiros; Requerimento à Rainha para declarar nulo o breve de comutação do legado do Irmão Francisco Mendes Guimarães; Certidão do testamento deste último. Atestados do cirurgião, boticário e médico do Hospital da Irmandade, comprovativas da cura de Irmãos enfermos no mesmo Hospital; Atestados dos testamenteiros de Francisco Mendes Guimarães sobre as causas do não cumprimento do testamento, legado e disposições do mesmo; Certificado do Secretário da Irmandade com a relação das pessoas que serviam no seu Hospital e relação do fundo do mesmo Hospital. Nº 11: Certidão da paga e quitação dada por José Luís Coelho de Almeida à Irmandade. Nº 12: Autos de agravo do recurso ao Padre Inácio José Vaz, Capelão. Nº 13: Sentença cível da demanda entre a Irmandade e os devedores António Ribeiro dos Santos e José Francisco Monteiro Massa. Nº 14: Sentença cível da demanda entre a Irmandade e os devedores António Pereira da Rocha. Nº 15: Contas e outros documentos relativos à compra de sinos.
Livro dividido em duas partes/ misto: lançamento do dinheiro da venda e sorteio de vários artigos, que reverteu para as obras da igreja (com datas entre 1735-04-14 e 1741-04-04); contas, de receita e despesa, da administração do legado de Manuel Joaquim Monteiro de Almeida, Abade de Santa Cruz de Jovim e antigo Presidente da Irmandade (com datas entre 1825-12-23 e 1843-00-00). Junto ao início do registo da administração do legado é indicado que embora o fundo do legado tenha sido lançado no «Livro das Obras a Caza a f. 54 com tudo por motivos que occorrêrão, se resolveo continuar-se a sua Administração neste Livro» (fl. 34). Índice para a segunda parte do livro no fólio 195. Com termo de abertura no fólio [1] e termo de encerramento no fólio 197.
Por petição de Nicolau de Sousa é passada a Certidão do Prazo fateusim perpétuo de umas casas na Rua de Redemoinhos, feito pelo Cabido da Sé do Porto ao Padre Jorge Alves, vigário da Igreja de Santa Eulália de Oliveira, do julgado de Gaia. De acordo com a petição, no primeiro fólio, o Prazo, datado de 1 de Julho de 1592, encontrava-se registado no Livro 11 de Prazos do Cabido da Sé do Porto, fl. 140.
Documentos respeitantes a umas casas e quintal localizadas na Rua de Redemoinhos, por trás da Sé, foreiras ao Cabido da Sé, Câmara Municipal e Santa Casa da Misericórdia do Porto, por exemplo: certidões de escrituras de compra, venda e emprazamento; requerimentos a pedir autorização para venda e sub-emprazamento do quintal; carta do comprador ao vendedor remetendo para documentação das mesmas casas; guia de pagamento das sisas de compra das casas; cópias de documentos referentes ao prazo das mesmas casas, extraídas do livro de prazos da Santa Casa da Misericórdia.
Documentos diversos relativos à propriedade de umas casas na Rua de Redemoinhos entre o século XVII e o século XVIII.
Documentos relativos a propriedades. Por petição do Padre José Gomes da freguesia de São Cristóvão de Refojos, na Comarca da Maia, é passada Certidão da escritura de venda de casas na Rua do Padrão das Almas. Vários outros documentos relativos à posse das mesmas casas e quintal na Rua do Padrão, foreiras à Câmara, entre eles a escritura de venda de Manuel Joaquim de Oliveira Leal a Joaquim José de Sousa. Termo de Penhora e louvação de bens do falecido Sebastião José de Almeida. Testamento de António dos Reis de Oliveira, Abade da freguesia de Lordelo. Requerimento para a hipoteca de uns prédios foreiros à Colegiada de Cedofeita e Escritura de emprazamento dos mesmos prédios. Documentação referente a empréstimos concedidos pela Irmandade. Recibos concernentes às obras das casas do Corpo da Guarda, administradas pela Irmandade.
Maço identificado com o «Nº 8», com um índice nos primeiros 3 fólios o qual remete para conjuntos de documentos numerados do maço e resume os seus conteúdos. Junto ao número de cada conjunto de documentos, ao longo do maço, surge a rubrica de Teotónio José Maria Queirós, Secretário da Irmandade. Nº 1: Sentença cível do litígio entre a Irmandade e João Vicente Pereira, por causa do testamento de António Rodrigues do Souto. Nº 2: Sentença cível de libelo de raiz e desistência a favor da Irmandade dos Clérigos (Presidente e Deputados, enquanto Réus) contra os herdeiros do Capitão Manuel Jorge da Silva, negociante da Praça do Rio de Janeiro (Autor inicial do litígio contra a Irmandade), sobre o legado de Francisco Martins Moreira e Sousa. Os números 3 a 10 compilam documentação relativa ao legado deixado em testamento por Manuel Rodrigues Leão em 1748: por Petição da Irmandade dos Clérigos é passada uma Certidão de Obrigação de uma missa quotidiana e Capelão do Coro feita pela Irmandade ao testamenteiro de Manuel Rodrigues Leão; Sentença cível sobre o provimento do legado de missa quotidiana e coro instituído por Manuel Rodrigues Leão; treslado de petição e despacho que o Licenciado Manuel Pereira da Costa fez à Irmandade para aceitação do mesmo legado e minutas sobre a execução da disposição de instituidor do legado (inclui a cópia de «(...) todas as verbas do dito [testamento] pertencentes à resolução»); Nomeação de uma Capela de Missa quotidiana pela Mesa da Irmandade em Alexandre José de Sá; Procuração passada ao Secretário José Ferreira de Veraz para receber o remanescente da herança de Manuel Rodrigues Leão; Sentença cível de transacção e amigável composição da Irmandade com os herdeiros do testamenteiro de Manuel Rodrigues Leão; Certidão da escritura de transacção e quitação dada pelo testamenteiro de Manuel Rodrigues Leão; Autos cíveis e outros documentos relativos à anulação do testamento de Manuel Rodrigues Leão, de quem Roberto Rodrigues Leão se dizia filho natural. Nº 11: Documentos sobre a venda feita pela Irmandade de uns cordões de ouro, empenhados a juros na Irmandade por Manuel de Azevedo Carneiro, o qual falecera, com consentimento dos filhos do defunto, em que se inclui, por exemplo: Escritura de dívida passada à Irmandade por Manuel de Azevedo Carneiro; avaliação dos cordões por António Martins da Cruz «contraste do ouro»; recibo da compra.
Antes do termo de abertura, no fl. [1], é registada, com data de 25 de Abril de 1754, a nomeação de Joaquim Pereira Marinho para Protector e Administrador da Capelinha de Nossa Senhora da Lapa, o qual fica responsável pela numeração e rubrica deste livro destinado ao Inventário, receita e despesa de tudo o que pertencer à Senhora da Lapa «(...) sita no primeiro pateo das escadas da porta principal da mesma Bazilica» (de acordo com o termo de abertura no fl. 1). Contém um resumo histórico relativo ao culto e capela de Nossa Senhora da Lapa (fls. 2-3). Índice no fólio 3. Registo da receita (ex.: esmolas dos fiéis, vendas de peças de ouro e prata) e da despesa (ex.: impressão de estampas, cera, ramos para festas, panos, obras). Contas apresentadas ao Secretário da Irmandade. Remissão para o Livro das Contas Gerais da Irmandade no qual estariam registados os valores destas contas. No fólio 84 começa um novo registo da despesa. No fólio 154: «Inventário de todos os paramentos e Alfayas pertencentes à Capella de Nossa Senhora da Lapa da Igreja da Assumpção de Nossa Senhora do Socorro dos Clerigos pobres desta cidade do Porto», 1762. Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 198.
Livro de registo da entrada de Irmãos doentes na Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto, assim como registo do termo dos seus falecimentos. Os registos de entrada de enfermos contêm os seguintes dados: nome; morada; data de entrada na Enfermaria; indicação da tipologia de doença (ex.: febre maligna, hidropisia, perna partida, etc.); diversas indicações à margem do registo (ex.: indicação de que saiu curado ou para tratamentos específicos, como «apanhar ares Patrios»; data de falecimento e remissão para o respectivo termo no mesmo livro) e assinatura do termo de entrada pelos Mordomos do Hospital, Enfermeiro-Mor, Tesoureiro da Igreja ou Secretário da Irmandade. Os registos de falecimento, por sua vez, contêm a indicação do nome; morada; hora e data de falecimento; sacramentos administrados e nome do sacerdote que os celebrou; referência aos ofícios realizados pela alma do defunto; indicação de existência de testamento; número da sepultura, no caso de enterramentos na Igreja dos Clérigos; diversas indicações à margem do registo (ex.: data do falecimento; remissão para o respectivo termo de entrada no mesmo livro) e assinatura do termo de falecimento pelos Mordomos do Hospital, Enfermeiro-Mor, Tesoureiro da Igreja ou Secretário da Irmandade. Entre os fólios 91 a 96v. encontra-se um inventário da Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto do ano de 1762, com adições de 1764, 1765, 1770 e 1771. Esta brochura contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 98).
Livro de registo da receita e despesa da Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os registos encontram-se organizados por doentes (ex.: «Despeza, que nós os Mordomos da Enfermaria abaixo assinados fizemos em o mez, que teve principio a 11 de Setembro, e fim a 10 de Outubro, na doença do Nosso Irmão o Reverendo Conego Domingos Ribeiro Nunes (…)» - fl. 3v.) e contêm os seguintes dados: identificação do Irmão enfermo (nome e, por vezes morada); data de entrada do doente; nome dos Mordomos do Hospital e Enfermeiro-Mor em funções; descrição das receitas (ex.: quantia paga pelo Secretário para suportar as despesas da Enfermaria) e despesas (ex.: mantimentos, vestuário, alimentos, mobília, remédios, pagamentos de ordenado ao pessoal auxiliar, entre outros) e indicações diversas, tais como data de falecimento dos doentes e remissão para o registo de entrada na Enfermaria. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 238v.).
Documentação relacionada com a petição de Joana Maria de Jesus ao Juízo da Provedoria para cumprimento da provisão régia de abolição do encargo de missas, de 10.000 réis pagos anualmente ao convento de Santo Elói, imposto numa morada de casas da Rua dos Ourives (em 1775 denominada de Reboleira). Inclui Sentença Cível de Agravo Ordinário de José da Costa Souto de 1757 sobre as mesmas casas.
Este fundo é composto por quatro secções: Mesa, Igreja e Sacristia, Hospital e Coro da Irmandade dos Clérigos do Porto. A documentação reflecte competências de cada secção no funcionamento da Irmandade, enquanto instituição dedicada à assistência aos clérigos pobres da cidade.
Coleção de boletins de inscrição de famílias de acolhimento. Algumas inscrições têm manifestação de interesse em receber de novo crianças que já haviam permanecido com a família num outro ano - sendo identificadas como convidadas. Listas de crianças acolhidas (1950; outras [s.d.]).
Parte vocal do Baixo das Paixões de Domingo de Ramos [1-14] fls., e de Sexta-feira Santa [15-22] fls., de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do Solo.
Parte vocal do Baixo das Paixões de Domingo de Ramos e de Sexta-feira Santa de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do tutti (coro).
Parte vocal do Tenor das Paixões de Domingo de Ramos [1-13] fls., e de Sexta-feira Santa [14-22] fls., de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do Solo.
Parte vocal do Tenor das Paixões de Domingo de Ramos e de Sexta-feira Santa de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do tutti (coro).
Parte vocal do Alto Tutti, que canta a parte do Coro, do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: "Te Dominum confitemur"; "Tibi omnes Angeli"; "Sanctus"; "Sanctus Dominus Deus Sabaoth"; "Te gloriosus Apostolorum"; "Te Martyrum candidatus"; "Patrem immensae majestatis"; "Sanctum quoque Paraclitum Spiritum"; "Tu Patris sempiternus es Filius"; "Tu devicto mortis aculeo"; "Judex crederis esse Venturus"; "Aeterna fac cum Sanctis"; "Et rege eos"; "Et Laudamus nomen tuum"; "Miserere nostri"; "In te Domine". Depois do Finis encontra-se uma melodia a 3/4 do versículo "Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti".
Parte vocal do Alto Solo do Te Deum Laudamus. Andamentos pares: 2 – “Te Dominum confitemur” 4 – “Tibi omnes Angeli” 6 – “Sanctus” 8 – “Sanctus Dominus Deus Sabaoth” 10 – “Te gloriosus Apostolorum” 12 – “Te Martyrum candidatus”, 14 – “Patrem immensae majestatis” 16 – “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum” 18 – “Tu Patris sempiternus es Filius” 20 – “Tu devicto mortis aculeo” 22 – “Judex crederis esse Venturus” 24 – “Aeterna fac cum Sanctis” 26 – “Et rege eos” 28 – “Et Laudamus nomen tuum” 30 – “Miserere nostri” 32 – “In te Domine”. Nesta parte existem as indicações dos versos ímpares do coro.
Parte vocal do Soprano Tutti, que canta a parte do Coro, do Te Deum Laudamus. Andamentos ímpares: 1 – “Te Dominum confitemur” 3 – “Tibi omnes Angeli” 5 – “Sanctus” 7 - “Sanctus Dominus Deus Sabaoth” 9 – “Te gloriosus Apostolorum” 11 – “Te Martyrum candidatus” 13 – “Patrem immensae majestatis” 15 – “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum” 17 – “Tu Patris sempiternus es Filius” 19 – “Tu devicto mortis acúleo” 21 – “Judex crederis esse Venturus” 23 – “Aeterna fac cum Sanctis” 25 – “Et rege eos” 27 – “Et Laudamus nomen tuum” 29 – “Miserere nostri” 31 – “In te Domine” Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo “Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti”.
Parte vocal do Soprano Solo do Te Deum Laudamus. Andamentos pares: 2 – “Te Dominum confitemur” 4 – “Tibi omnes Angeli” 6 – “Sanctus” 8 - “Sanctus Dominus Deus Sabaoth” 10 – “Te gloriosus Apostolorum” 12 – “Te Martyrum candidatus” 14 – “Patrem immensae majestatis” 16 – “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum” 18 – “Tu Patris sempiternus es Filius” 20 – “Tu devicto mortis acúleo” 22 – “Judex crederis esse Venturus” 24 – “Aeterna fac cum Sanctis” 26 – “Et rege eos” 28 – “Et Laudamus nomen tuum” 30 – “Miserere nostri” 32 – “In te Domine”
Duas partes do Segundo Coro das Matinas do Dia de Natal de compositor anónimo. São idênticas musicalmente, mas com caligrafias diferentes. Consegue-se perceber que está em falta a parte de primeiro coro e possivelmente do baixo contínuo. Divide-se nos seguintes andamentos: 1º Nocturno - Responsório 1º "Hodie nobis" (Magestoso), "Gaudet exercitus angelorum" (Allegro), Verso Duo (TACET), Verso Duo "Gloria Patri" (TACET); Responsório 2º "Hodie nobis", Verso a Solo (TACET), Responsório 3º "Que vidistis Pastores", "Natum vidimus", Verso Duo (TACET); 2º Nocturno - Responsório 4º "Ó Magnum" (Andante), "Beata virgo", Verso Solo (TACET); Responsório 5º "Beata Dei Genitrix" “Hodie genuit”, Verso Solo (TACET); Responsório 6º "Sancta et inmaculata", "Quia quam caeli", Verso Duo (TACET), Verso Duo “Gloria” (TACET); 3º Nocturno - Responsório 7º "Beata viscera", "Qui hodie", Verso Solo (TACET); Responsório 8º "Verbum caro factum", "Et vidimus gloriam", Verso Solo (TACET), Verso Duo “Gloria” (TACET).
Parte vocal do Baixo Solo do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: “Te Dominum confitemur”; “Tibi omnes Angeli”; “Sanctus”; “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”; “Te gloriosus Apostolorum”; “Te Martyrum candidatus”; “Patrem immensae majestatis”; “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”; “Tu Patris sempiternus es Filius”; “Tu devicto mortis aculeo”; “Judex crederis esse Venturus”; “Aeterna fac cum Sanctis”; “Et rege eos”; “Et Laudamus nomen tuum”; “Miserere nostri”; “In te Domine”. Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti".
Parte vocal do Tenor Solo do Te Deum Laudamus. Os supostos versos ímpares cantados pelo coro, não estão numerados: “Te Dominum confitemur”; “Tibi omnes Angeli”; “Sanctus”; “Sanctus Dominus Deus Sabaoth”; “Te gloriosus Apostolorum”; “Te Martyrum candidatus”; “Patrem immensae majestatis”; “Sanctum quoque Paraclitum Spiritum”; “Tu Patris sempiternus es Filius”; “Tu devicto mortis aculeo”; “Judex crederis esse Venturus”; “Aeterna fac cum Sanctis”; “Et rege eos”; “Et Laudamus nomen tuum”; “Miserere nostri”; “In te Domine”. Depois do Finis encontramos uma melodia a 3/4 do versículo “Te ergo, quæsumus, tuis famulis subveni, quos pretioso sanguine redemisti”.
Parte vocal do Alto das Paixões de Domingo de Ramos e de Sexta-feira Santa de compositor anónimo. Supõe-se que seja a parte vocal do tutti (coro).
O livro apresenta: cálculo de saldos contabilísticos, Balanço Geral das contas e exame das contas de acordo com os Estatutos da Irmandade. Com termo de abertura no fl. [1] e termo de encerramento no fl. 95v.
A partir de Novembro de 1810 passa a ser referido o exame das contas de acordo com os Estatutos da Irmandade. Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 227v.
Com termo de abertura no fl. [1] e termo de encerramento no fl. 285v.
Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 283v.
Processo referente à elaboração de contas da gerência, entre 1983 e 1990, da Cáritas Portuguesa, incluindo documento de preparação e de trabalho. Contém: apontamentos e cálculos manuscritos, resumo de previsão orçamental, previsão, balancete, relação, listagem, contas de gerência.
Os itens de receita e despesa apresentam-se organizados e divididos por categorias.
Registo das contas do ano económico de 1874 para 1875. Os itens de receita e despesa apresentam-se organizados e divididos por categorias. Inclui ainda outra documentação: um cheque do Banco Aliança; folhas com cálculo de receitas pagas à Irmandade; conta dos gastos em guisamentos da Sacristia; folha com os nomes do Presidente, vice-Presidente; Secretário, Tesoureiro e Deputados da Irmandade; registo das condições de execução da obra mandada fazer pela Irmandade no seu edifício; registo em folhas menores de receitas e despesas da Irmandade (com receita relativa a 1878); mandados de despesa relativos aos anos de 1876 a 1877, 1878 a 1879.
Processos de apreciação pelo Tribunal de Contas das contas da gerência da Cáritas Portuguesa entre 1963 e 1970 e 1975. A apreciação assentava na qualificação da Cáritas, de acordo com o Código Administrativo (art. 416.º), como pessoa coletiva de utilidade pública administrativa. Com o Decreto-Lei n.º 519-G2/79, de 29 de dezembro, a qualificação foi alterada para instituição privada de solidariedade social, cessando a obrigação de submissão das contas da gerência a julgamento do Tribunal de Contas. O presidente da Comissão Central foi intimado, por ofício da Direção-Geral do Tribunal de Contas (5549, de 31 de julho de 1980), a retirar toda a documentação, na sequência de declaração de incompetência do Tribunal de Contas para proceder ao julgamento. Os processos contêm a seguinte documentação, preparada pela Cáritas Portuguesa: cópia de extrato ata da sessão da Comissão Central para aprovação das contas da gerência; relação dos responsáveis pela gerência; certidão de saldo de abertura; certidão das receitas cobradas diretamente; certidão do saldo que transita da conta de depósito bancário; certidão de saldo de encerramento; mapa comparativo entre despesa orçada e gasta; mapa da conta da gerência; cópias de orçamento ordinário e de orçamento suplementar; certidão da Direção-Geral da Assistência (subsídio do Governo); relação de dívidas ativas e passivas; fotocópias de extratos dos saldos das comissões diocesanas.
Documentação referente a contas da gerência da Cáritas Portuguesa entre 1947 e 1963. Contém: correspondência; certidões de saldo de abertura; relações de responsáveis pela gerência; orçamentos; mapas das receitas; relação de dívidas passivas; extratos de ata de reunião de Direção para aprovação do orçamento, 1950-51; certidões de receitas cobradas diretamente. Inclui ainda: relação com volume de atividade exercida (acolhimento temporário de crianças, programa alimentar, finanças e expediente), 1946-1961; elementos financeiros e volume de atividade (géneros, expediente e exemplares de jornal) para o Conselho Geral de 1963-02; Instruções referentes a serviço de contas correntes com comissões diocesanas e diversos centros distribuidores, 1963-02-19; Instruções sobre tratamento documental na Secção de Tesouraria, 1963-02-18.
Com termo de abertura no fl. [1] e termo de encerramento no fl. 18.
Os itens de receita e despesa apresentam-se organizados e divididos por categorias. Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 47.