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O documento contém a ordem e explicação do desfile desta festa, incluída nas cerimónias de inauguração do Monumento a Cristo Rei e realizada no Estádio do Restelo a 16 de maio pelas 15.30 horas.
Versões preparatórias do programa da festa das crianças e da juventude no estádio do Restelo, incluindo a ordem do desfile, descrições dos quadros históricos e identificação das instituições de ensino encarregadas de cada um deles. O documento definitivo é o seguidamente apresentando.
Comunica que o Chefe do Estado Maior da Força Aérea envia quatro fotografias do Monumento a Cristo Rei com os respetivos negativos que poderão ser utilizados para os fins tidos por convenientes pelo Secretariado.
Folheto elaborado pelo Secretariado Geral das Comemorações, com o programa da sessão cultural realizada no Pavilhão dos desportos em "homenagem a todos quantos, em caminhada de amor e de fé levantaram o Monumento votivo".
(Lisboa) Agradece a oferta de um exemplar da Memória Histórica. Afirma que, ainda que não tivesse merecido a honra de ser mencionada, gostou de ver lá o seu nome pois espera que seja sinal de estar também escrito no Coração de Jesus. O único senão que encontra no livro é não ter dado mais destaque à figura do P. Sebastião Pinto.
(Lisboa) Acusa a receção das provas tipográficas da Memória Histórica na parte que diz respeito aos sinais do Sol aquando da inauguração do Monumento. Informa que retocou a redação da carta escrita naquela altura, sugere alterações e correções e termina afirmando que calcula o enorme trabalho que estará a dar a publicação, mas que ela é o complemento indispensável da gigantesca obra do Monumento.
(Évora) Agradece o envio de um exemplar do livro sobre o Monumento a Cristo Rei, afirma: "era necessária esta Memória Histórica, trabalho excelente de exatidão e apresentação gráfica, para se fazer uma ideia do esforço de muitos devotos do Sagrado Coração de Jesus, entre os quais, como porta-bandeira se encontra o P. Sebastião".
(Póvoa do Varzim) Na carta endereçada ao P. Pereira, informa que foi à sua casa um Padre a dizer que não tem o livro indicado. Sugere que lhe empreste um exemplar, pois precisa de um desenho em tamanho natural para fazer o orçamento.
(Braga) Agradece o envio duma fotografia do Monumento, necessária para a Litografia do Minho fazer um cartaz; como era precisa uma maior sugeriu que eles entrassem diretamente em contacto com o Secretariado.
Em resposta a uma carta do P. Sebastião, informa que não ficou nada relativo ao Monumento esquecido em Braga, nomeadamente uns gráficos em papel vegetal. Pergunta pelo andamento da preparação da Memória Histórica e declara que teria o maior gosto em ver o livro publicado.
(Coimbra) Referência à sua situação profissional. Timbre: "Universidade de Coimbra. Gabinete do Secretário"
(Faro) Acusa a receção de uma carta do P. Sebastião remetida através do Padre Provincial, agradece e afirma que esta carta confirma o resumo feito na sua carta de 17 de junho de 1963. Quando regressar a Braga passará por Lisboa onde poderão falar. Garante que o P. Sebastião não terá de se preocupar com quaisquer despesas, contesta algumas afirmações sobre os trabalhos gráficos em Braga e sobre os tipos da Tipografia de S. Vicente e termina desejando que o trabalho que fez não venha a prejudicar o êxito da Memória Histórica.
Livro destinado a registar as receitas e despesas da Cruzada Eucarística das Crianças na diocese de Lisboa, discriminando o deve o haver e os respetivos saldos.
(Fátima) Em resposta a um pedido do P. Sebastião para que o remetente peça ao arcebispo de Cízico informações sobre os prelados que participaram no Voto a Nossa Senhora de maio de 1940, declara que não lhe será possível estar em Fátima nessa altura e sugere que tente obter as referidas informações junto do cardeal-patriarca de Lisboa.
Trata-se de papelinhos que as crianças preenchiam identificando qualquer dever religioso, obra de apostolado, orações ou sacrifícios que tivessem feito. Muitos destes papelinhos foram lançados na festa das crianças que integrou o programa da inauguração do Monumento a 17 de maio de 1959.
Dois folhetos com a fórmula do compromisso solene de honrar a missão confiada aos membros da Ação Católica Portuguesa e de obediência à hierarquia, feito na Festa de Cristo-Rei junto ao altar e aos pés do assistente eclesiástico presente.
Contém um resumo dividido em cinco pontos, sobre a questão da edição da Memória Histórica. Aceita como irrevogável a decisão de editar a obra em Lisboa, promete que quando chegar a Braga devolverá todas as fotografias e gravuras e mandará um vale de correio com a quantia que lhe tinha sido enviada para despesas. Garante que não irá cobrar as despesas feitas até ao momento e deseja o maior sucesso na edição da Memória.
José Maria Braga da Cruz presidiu à Comissão Arquidiocesana da Ação Católica Portuguesa em Braga a partir de 26 de junho de 1934, a convite do arcebispo-primaz de Braga, D. António Bento Martins Júnior.
Inclui folheto com quatro páginas, papel encorpado amarelo com texto impresso em letras vermelho escuro nas páginas 1 a 3, estando a quarta em branco. Anúncio da cerimónia de entrada na ordem Beneditina em 18 de outubro de 1948, no Mosteiro de Santa Escolástica em Roriz, de Soror Maria Paula Salema Manuel (Atalaya). Trata-se da Congregação das Monjas Beneditinas da Rainha dos Apóstolos, fundada na Bélgica em 1921.
Documentação de propaganda ao 1º Congresso da Ação Católica de Espanha, realizado em Madrid nos dias 13 a 17 de novembro de 1929. Rascunho do discurso pronunciado por José Maria Braga da Cruz no salão recreativo a 28 de outubro de 1934, enquanto presidente da Junta Arquidiocesana da Ação Católica Portuguesa. Jornais e recortes de jornal documentando a conferência “A Ação Católica e a propagação da fé”, proferida por José Maria Braga da Cruz na sessão solene do Congresso da Propagação da Fé, em Braga a 28 de outubro de 1934, e a visita a Portugal de D. Angel Herrera, presidente da Ação Católica de Espanha. "Estatutos da Associação dos Jurisconsultos Católicos Portugueses", em harmonia com as bases da Ação Católica.
José Maria Braga da Cruz foi membro da Comissão de Honra das Comemorações do XIII Centenário na morte de São Frutuoso, realizadas entre 19 e 23 de outubro de 1966.
Conjunto de pagelas e postais editados pelo Secretariado Geral do Apostolado da Oração, nomeadamente os pequenos folhetos com as intenções para cada dia.
Trata-se da bandeira que foi distribuída aos fiéis durante as cerimónias de inauguração. Numa das faces tem as palavras transcritas no título, com uma imagem do Monumento ladeada pelos Sagrados Corações e no outro tem uma cruz de Cristo.
Convite para fazer parte da Comissão de Honra das Festas Jubilares e Congresso Mariano de Nossa Senhora do Sameiro. Folhetos com o programa das comemorações e com a indicação das datas históricas relacionadas. Brochuras: "Congresso de estudos. Programa", "Congresso de estudos. Comunicações", "O Senhor habitou entre nós", "Roteiro da Festa das Crianças", "Guia Litúrgico-musical", "Roteiro da Procissão Eucarística dos Homens", "Visitas à Imagem de Nossa Senhora do Monte Sameiro exposta na Sé Primacial" e "Solene acto de louvor e reparação comemorativa do I Centenário do Apostolado de Oração". Correspondência-circular, ementa do banquete oferecido ao legado pontifício às comemorações do I Centenário do Sameiro, realizado em casa do comendador [António Augusto] Nogueira da Silva no dia 5 de junho de 1964, dísticos do Centenário do Sameiro e o jornal "Ecos do Sameiro", de junho e julho de 1964.
Papelinhos destinados a integrar a grinalda espiritual e que serviam para as crianças neles registarem os sacrifícios que tinham feito. A maior parte foi lançada a partir de helicópteros sobre o Estádio do Restelo e o Monumento a Cristo Rei. Ver PT-SCR/SNMCR/A/02/188 e PT-SCR/SNMCR/A/02/205.
José Maria Braga da Cruz foi irmão da Santa Casa da Misericórdia e Hospital de São Marcos de Braga.
Conjunto de folhetos e pagelas alusivos ao Sagrado Coração de Jesus editados pelo Secretariado Nacional do Apostolado da Oração e pelo Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei.
Programa resumido das cerimónias no Monumento a Cristo Rei, dividido em nove pontos. No rosto ostenta o escudo da Comissão das Festas de Inauguração.
Correspondência, cartões-convite para cerimónias, programas das atividades e pagela de São Frutuoso.
A sessão realizou-se no dia 15 de maio, o convite ostenta o escudo da Comissão das Festas de Inauguração.
Carta-circular de dezembro de 1968 a informar do aumento da cota de sócio antigo para 100 escudos, devido às dificuldades económicas enfrentadas pelo Centro Académico de Democracia Cristã e convite para a participação na abertura das atividades do referido Centro no dia 8 de dezembro de 1969, na qual estaria presente o bispo de Coimbra, D. Francisco Rendeiro. Contém programa em anexo.
José Maria Braga da Cruz associou-se ao Centro Académico de Democracia Cristã nos tempo em que frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, entre 1906 e 1911, mantendo contacto com as actividade do Centro ao longo da vida. O Centro Académico de Democracia Cristã havia sido fundado em Coimbra por Francisco José de Sousa Gomes, pai da sua futura esposa. José Maria Braga da Cruz viria a integrar a sua direção, juntamente com António Augusto de Castro Meireles e José Diniz da Fonseca.
Entre 1963 e 1964 José Maria Braga da Cruz pertenceu à Comissão das Festas Jubilares de Nossa Senhora do Sameiro, com vista à preparação das celebrações jubilares e também do Congresso Mariano de Nossa Senhora do Sameiro.
Documentação relacionada com a ligação de José Maria Braga da Cruz com o Centro Académico de Democracia Cristã, nomeadamente uma listagem com a indicação dos sócios antigos do C. A. D. C. do Patriarcado de Lisboa, uma carta circular acerca dos sócios honorários e documentação relativa às Comemorações das Bodas de Ouro do C. A. D. C relizadas em Coimbra entre 2 e 4 de Março de 1951. Relativamente a estas comemorações inclui o convite, folheto, cartão de participante e notícia sobre a alocução que Guilherme Braga da Cruz, filho de José Maria Braga da Cruz, fez à Emissora Nacional.
Comunica que a publicação duma plaquete por iniciativa do Sr. Mário de Figueiredo não mereceu a aprovação da empresa, apesar do que, informa, não quer deixar de comparticipar nas despesas e prontifica-se a pagar as importâncias relativas aos exemplares que forem entregues ao Secretariado.
Comunica a decisão da empresa relativa ao caso da edição de uma plaquete sobre o Monumento. Considera que a publicação não tem qualidade, que o autor alegou ter um mandato do Secretariado que afinal não tinha e que mandou imprimir menos exemplares do que aqueles que tinha prometido. Assim a OPCA resolve não pagar os custos da edição, mas está aberta a pagar um determinado número de exemplares que sejam entregues ao Secretariado.
Duas brochuras com o regulamento da congregação, de 1943.
Acusa a receção do ofício datado de 21 do corrente, agradece a oferta das quatro fotografias e respetivos negativos e solicita que sejam transmitidos ao Chefe do Estado Maior da Força Aérea o reconhecimento e gratidão do Secretariado.
Comunica que o Ministro da Presidência determinou que não fosse cobrada qualquer importância pelos trabalhos de apuramento do "Tesouro dos Sagrados Corações de Jesus e Maria" realizados pelo INE para o Secretariado.
Acusa a receção do ofício do INE de 21 de maio, apresenta agradecimentos ao sr. Amaro Guerreiro, ao diretor do Instituto e a todos os funcionários que realizaram os trabalhos de apuramento do "Tesouro dos Sagrados Corações de Jesus e Maria".
Em nome do Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei e da Comissão das Festas Inaugurais do Monumento a Cristo Rei agradece o grande favor da colaboração de aviões da Força Aérea Portuguesa que lançaram pétalas de flores naturais e pequeninos quadrados de papel colorido sobre o Estádio do Restelo na festa infantil de dia 16 e sobre o local do Monumento na solenidade da inauguração na tarde do dia 17 de maio. Ver: PT-SCR/SNMCR/A/02/188 e PT-SCR/SNMCR/A/02/199.
O documento está dividido em duas partes: Avisos e pedidos. A primeira informa que o Secretariado encerra para férias de 15 de agosto a 30 de setembro, por isso as requisições dos elementos de propaganda devem ser feitos antes dessa data; durante o período de férias a correspondência pode ser dirigida para a rua da Lapa e as listas já preenchidas podem ser enviadas até ao dia 13 de agosto. Informa que já estão constituídos os secretariados diocesanos de Lisboa, Porto, Viseu, Braga e Luanda. A segunda parte trata das listas e dos cartazes sublinhando a importância dos coletores.
A circular enviada a escritores e intelectuais católicos, acompanhada da folha volante descrita acima em PT-SCR/SNMCR/A/02/002, faz uma história da iniciativa da construção do Monumento a Cristo Rei, explica as razões que levaram os prelados portugueses a aceitar e promover esta iniciativa e pede uma palavra, de pessoas que influem intensamente nos espíritos, em favor deste projeto para ser publicada em jornais e revistas católicos a fim de contribuir para a propaganda da obra do Monumento. As respostas a esta circular formam a série PT-SCR/SNMCR/A/03.
Em resposta a uma carta do P. Sebastião Pinto, de 21 de dezembro, informa que o poema é muito longo mas que poderá ser feita uma palestra com extratos.
Em resposta a uma carta do P. Sebastião Pinto, de 21 de dezembro, lamenta não poder marcar novas palestras, apenas transmitindo as que já estavam previstas.
Remete cópia da carta do cardeal-patriarca de 22 de abril de 1937, agradece a prova de confiança do Episcopado Português no AO, comunica que a subscrição será lançada no início do mês de junho, que os diretores diocesanos e locais do AO receberão instruções sobre a organização da recolha de fundos, que será enviado material de propaganda a todos os párocos e pede umas palavras de pública aprovação, autorização e incitamento assim como a bênção desta glorificação nacional da realeza social de Jesus Cristo.
Série que integra patentes de inscrição para os novos membros do Apostolado da Oração.
Circular dirigida aos diretores diocesanos e locais do Apostolado da Oração e aos párocos de todo o Portugal, que define a orgânica e as funções do Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei, dos secretariados diocesanos e dos secretariados paroquiais. Tem junto uma folha volante com a carta do cardeal-patriarca dirigida ao diretor do diocesano do AO determinando a constituição do Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei, a exposição histórica da origem e razões de ser do Monumento e o modo de fazer a subscrição. A data é a da folha volante, pois a circular não está datada.
Conjunto de fichas para registo dos associados e uma folha dactilografada com uma relação dos membros do Centro do AO.
Inclui o texto do telegrama "os mais sentidos pêsames. Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei." Indica a morada para onde foi enviado: R. da Boavista, nº 32, Porto.
Integra um documento, relativo à nomeação pelo P. Sebastião do P. Norberto Martins para diretor da secção do Apostolado da Oração no Santuário de Cristo Rei.
Refere que remete elementos de propaganda para que a subscrição se inicie no dia da Festa do Coração de Jesus a 4 de junho, insiste na necessidade da existência de secretariados diocesanos, dá informações sobre o Secretariado Nacional, pede que não fique nenhum católico sem contribuir e lembra que os cartazes devem ser afixados em todas as igrejas. As folhas estão numeradas 16, 16a. Não se conhece documento impresso correspondente ao texto deste rascunho. Papel com timbre da R. da Lapa 111, Lisboa.
A documentação é constituída por três livros de escrituração.
José Maria Braga da Cruz integrou, na década de 40 do século XX, a Congregação de Nossa Senhora de Fátima e de São Luís de Gonzaga, na qualidade de congregado.
Correspondência a remeter programas de estudo e sumário de lições, e a informar do retiro espiritual a realizar no Hotel do Parque no Bom Jesus do Monte, dirigido por oradores da Companhia de Jesus, de 16 a 20 de abril de 1943.
Inclui dois livros de escrituração, livro de razão e diário. O Razão tem registos relativos ao encerramento da sociedade e o diário está em branco. Têm carimbos da Repartição de Finanças.
Informa que acabou de ler a Memória Histórica "repositório tão belo do que foi essa tão bela obra em que V.Rev. consumiu 30 anos de inesgotável atividade impregnada de fé e entusiasmo inquebrantáveis". Declara que lhe deu um grande prazer espiritual e refere a alma de eleição que foi D. Mina (D. Guilhermina de Vasconcelos e Sousa).
Integra um livro para servir de copiador da correspondência expedida, o qual não foi usado. Tem carimbos da Repartição de Finanças.
A documentação é constituída por fichas relativas aos associados do Centro do Apostolado da Oração no Santuário, pelo documento de nomeação para diretor do P. Norberto Martins, por patentes de inscrição, pagelas e postais comunicando o calendário e horários das devoções do mês do Coração de Jesus.
Conjunto documental produzido por D. Maria Guilhermina de Vasconcelos e Sousa no âmbito do exercício da função de secretária do P. Sebastião. Inclui originais manuscritos de cartas, circulares e relatórios elaborados pelo P. Sebastião, tendo junto cópias dactilografadas pela sua secretária com anotações e correções do autor. A série é como que um diário das atividades de propaganda do Secretariado, integrando quase todas as circulares emitidas anunciando iniciativas de recolha de fundos, assim como cartas solicitando a marcação de palestras na rádio ou agradecendo a receção de contribuições.
Agradece o facto de a EN conceder a inclusão nos respetivos programas de uma palestra com extratos do poema "Carta a Jesus" de António Correia de Oliveira e comunica que será o Dr. P. Costa Lima da revista Brotéria a fazer a palestra.
Informa que por iniciativa do cardeal-patriarca de Lisboa vai ser construído um Monumento ao Santíssimo Coração de Jesus e para que esta obra se realize o mais breve possível é necessário que todos concorram e por isso pede o donativo, que agradece. A circular destinava-se a ser deixada em casa das pessoas para depois se voltar a recolher a eventual oferta.
O documento é constituído por duas versões do texto de uma entrevista concedida por escrito ao jornal A Noite, destinada a informar e a divulgar as razões da iniciativa de construir um Monumento a Cristo Rei e dos meios que são necessários para realizar a obra.
Agradece a bondade e generosidade com que foi acolhido o pedido de realização de uma série de quatro conferências nos dias 20 e 27 de maio e 3 e 10 de junho. Aproveita para agradecer mais uma vez a permissão dada para a leitura de um comentário ao poema "Carta a Jesus" de António Correia de Oliveira.
Comunica ao P. Sebastião que a palestra sobre o poema "Carta a Jesus" de António Correia de Oliveira está marcada para 11 de fevereiro às 21.00 horas e pede que o P. Costa Lima que a irá proferir se apresente nos estúdios às 20.50.
Comunica que não pode enviar o nome de uma senhora que ofereceu um total de sessenta escudos, porque ela, como outros, quer manter o anonimato.
Acusa a receção da carta de 12 de julho de 1938, envidada por este leigo da diocese de Bragança e comunica-lhe várias informações sobre as ações de propaganda do Secretariado de forma a facilitar a sua intenção de ajudar na angariação de donativos.
Aproveitando a Novena da Imaculada Conceição de 29 de novembro a 8 de dezembro, o Secretariado lançou a campanha Novena de Joias para o Cristo Rei. Com a colaboração dos jornais Novidades e A Voz é solicitado às senhoras escritoras católicas um pequeno artigo para ser publicado nesse órgãos de comunicação incitando à oferta de joias simbólicas e verdadeiras.
A circular trata de várias iniciativas da JCF, mas dando grande destaque à colaboração na propaganda da ideia de construção do monumento a Cristo Rei, através da distribuição do jornal O Monumento.
O documento é constituído pelo texto manuscrito do esboço das peças de um concurso para escolher o projeto arquitetónico do Monumento a Cristo Rei, por uma versão dactilografada do original manuscrito e por um exemplar impresso do Diário do Governo, II Série, nº 193, de 19 de agosto de 1936, que publica o programa do concurso para o Monumento ao Infante D. Henrique. O documento não teve efeito, pois não se realizou concurso.
(Guarda) Agradecimento pelo envio do donativo de dez mil escudos, da parte da tia de Guilherme Braga da Cruz, Maria da Providência Azevedo. Timbre: "Bispado da Guarda".
(Porecatú) Agradecimento pela cedência do programa de Direito Romano.
A circular está dividida em duas partes. Na primeira refere que juntamente com ela os professores receberão um pacote de exemplares do jornal O Monumento para venderem aos respetivos alunos. Na segunda parte é exposta a ideia da campanha das Pedras Pequeninas dirigida às crianças, que nesta primeira referência ainda são designadas por "Pedras de criança".
Pede desculpa por não ter enviado números anteriores do jornal e aproveita para remeter trezentos exemplares do número seis. Promete que os números em falta serão enviados por encomendas postais.
Pede o favor de serem distribuídos trinta exemplares de O Monumento pelo Clero do arciprestado.
Trata de questões ligadas à autorização para vender o jornal O Monumento à porta da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa.
Circular relativa às Pedras Pequeninas que reedita o texto da circular de 15 de dezembro de 1939.
Agradece a cooperação da Emissora Nacional na radiodifusão da sessão literário-musical de 27 de dezembro de 1939 para propaganda da oferta das Pedras Pequeninas.
Relembra os termos da circular de 6 de dezembro de 1939, pede que confirmem a adesão a esta iniciativa e, em caso afirmativo, coloca-se à disposição dos diretores de estabelecimentos de ensino para ir fazer uma palestra expondo o significado do Monumento e a razão de ser da participação das crianças.
Circular dividida em três partes. Na primeira é apresentada a campanha das Pedras pequeninas e pedida a cooperação dos párocos na recolha dos donativos. Na segunda parte é solicitada a promoção da venda do jornal O Monumento; e na terceira pede a remessa para o Secretariado dos donativos da subscrição geral e das respetivas listas.
Circular enviada aos párocos, diretores de colégios, institutos de educação e ensino e jornais de província. É composta por uma introdução onde se descreve o êxito da iniciativa em 1939 e um programa dividido em seis pontos. Uma das folhas tem nota manuscrita registando o valor que as Pedras Pequeninas renderam em 1939.
Deseja mil felicitações e ardentes votos de maiores bênçãos divinas em seu nome e em nome do Secretariado.
(Shiuhing) Informação da sua chegada à China, contando os pormenores da viagem aérea.
Agradece a colaboração da Emissora Nacional ao ter concedido a transmissão de sessão de propaganda das Pedras Pequeninas.
Agradece a carta de D. Guilhermina de Vasconcelos e Sousa, mostra a maior disponibilidade para realizar a emissão pedida, informa sobre os horários e a maneira de fazer a marcação.
A circular está dividida em cinco partes. Na primeira comunica a aquisição do terreno e o valor reunido pela subscrição nacional; da segunda até à quarta trata da campanha das Pedras Pequeninas, pedindo a colaboração de todos e referindo as estampas do Menino Jesus, que devem ser requisitadas ao Secretariado e o jornal O Monumento que sairá próximo ao Natal; finalmente na quinta parte pede a remessa para o Secretariado das somas recolhidas e das respetivas listas.
Agradece a colaboração da Rádio Renascença que concedeu autorização para a transmissão de uma sessão de propaganda das Pedras Pequeninas no dia 5 de janeiro de 1941.
Solicita a concessão de uma emissão de propaganda com o título de "Pedras Pequeninas" no dia 27 de dezembro e comunica o programa que constou de música coral regida pelo P. José Ávila, recitação de versos por crianças e de um conto da autoria de D. Raquel Ferrer dos Santos, Secretária da LEC.
Deseja votos de Natal muito feliz e um ano novo de bênçãos, informa que já foram remetidos em separado pacotes de exemplares de O Monumento, solicita a respetiva distribuição e o apoio dos seminaristas na propaganda da oferta das Pedras Pequeninas.
Solicita a concessão de uma emissão de propaganda com o título de "Pedras Pequeninas" no dia 28 de dezembro e comunica o programa que constou de música coral regida pelo P. José Ávila, recitação de versos por crianças e de um conto da autoria de Maria da Soledade.
Em resposta à carta de D. Maria Guilhermina de Vasconcelos e Sousa datada de 19 de dezembro, comunica que a solicitação nela apresentada foi atendida e deverá enviar, até 23 de dezembro, o programa que preencherá a emissão das 19.00 às 19.30 horas de 27 de dezembro.
Requer apoio para tirar uma fotografia do terreno recentemente adquirido, que abranja também uma parte da cidade de Lisboa e pede autorização para a publicar nos jornais.
(Vila Real) Pedido para que suspenda as diligências na sua colocação, porque lhe foi oferecido um cargo.
Apresenta votos de feliz Natal, descreve as ações já executadas para divulgar a iniciativa das Pedras Pequeninas e pede o apoio ao esforço deste ano para que não renda menos que o do ano anterior.
Oferece um exemplar do livro de contos para crianças da autoria de Maria da Soledade intitulado As três pedras pequeninas. Como a autora escreveu a obra para propaganda do Monumento a Cristo Rei e ofereceu ao Secretariado uma percentagem dos preços da edição, solicita que se divulgue o livro entre as alunas e comunica o preço e as condições de venda.
Informa que a emissão de propaganda das Pedras Pequeninas prevista para 28 de dezembro só poderá durar quinze minutos, sendo por isso necessário alterar o programa enviado pelo P. Sebastião.
Trata de várias ações próprias da JCF, tais como a campanha da pureza, a colónia de férias, a campanha de natal e, por fim, recomenda às secções que promovam junto das Benjaminas a oferta das pedrinhas para o Monumento a Cristo Rei dando instruções sobre os prémios e a forma de encaminhar as ofertas obtidas.
A circular está estruturada em sete pontos. No primeiro são explicadas as causas que levaram ao afrouxamento das ações de propaganda, na segunda informa-se que se vai retomar as ações de divulgação, na terceira é anunciada a saída em breve de mais um número do jornal O Monumento, na quarta é novamente apresentado o programa das Pedras Pequeninas, a quinta regista os montantes obtidos nos anos de 1939 a 1941 e até outubro de 1942, a sexta regista os números da participação de paróquias, colégios e famílias e na sétima é feito um apelo para a participação de cada vez mais católicos e anuncia-se a preparação de cem mil estampas para distribuir às crianças.
Pede desculpa pelo atraso na resposta, agradece o envio de quatro fotografias acompanhadas de um bilhete, refere que só uma capturou o local onde será construído o Monumento e assim solicita que sejam feitas mais, pois é muito importante para a propaganda da subscrição. Por último informa que os arquitetos consideram ser impossível elaborar um orçamento na situação de grande instabilidade causada pela guerra. Ver a resposta em PT- SCR/SNMCR/A/01/027.
O autor, depois de agradecer, considera que os pequenos sacrifícios das crianças concorrerão para apressar o fim da guerra, que é agora o único obstáculo ao início das obras e promete que O Monumento dará conta dos valores da contribuição das Pedras Pequeninas.