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Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Manuel Francisco Robalo como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 11 de Novembro de 1769. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 45v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo José Álvares Martins como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 4 de Setembro de 1767. Este livro contém termo de encerramento (fl. 39v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 44v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. [1] encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Alexandre José de Sá como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 15 de Agosto de 1769.
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 43v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 26 de Novembro de 1791. A fl. 41v. encontra-se a lista das «Multas do Officio da Esquadra que entrego ao Reverendo Secretario por não pertencer a repartição, mas sim a Irmandade». Este livro contém termo de abertura (fl. 2) e termo de encerramento (fl. 48v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 71).
Entre o fl. do termo de abertura e o fl. 1 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 5 de Setembro de 1766. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 37v.).
A fl. 29v. encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Francisco Marques como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 26 de Fevereiro de 1766. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 56v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
No fl. do termo de abertura encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 9 de Setembro de 1771. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 45v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 6 de Outubro de 1772. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 55v.).
Livro de certidões das missas celebradas no seguimento de um contrato efectuado entre a Irmandade dos Clérigos do Porto e a extinta Confraria do Divino Espírito Santo. Neste contrato, a Irmandade dos Clérigos comprometeu-se a rezar missas de esmola de cem réis (na totalidade do valor de 285$380 réis), em troca dos paramentos da Confraria do Divino Espírito Santo. O livro é composto de três partes distintas. A primeira parte (fls. 4v. a 18v.) é composta pelas declarações de intenção pelos sacerdotes da Irmandade dos Clérigos, em que se estabelece o número de missas a celebrar; data; assinatura do sacerdote e remissão para o fólio onde se encontra o registo de que as missas foram satisfeitas. A segunda parte (fls. 24 a 47) é composta por certidões de missas pelos mesmos párocos que tinham declarado a sua intenção, com os seguintes dados: nome, número de missas celebradas, remissão à declaração na primeira parte do livro, data e assinatura - encontram-se 3 certidões anexadas, enviadas por sacerdotes que se encontravam fora do Porto. A terceira parte (fls. 70 a 75) é composta por um índice onomástico dos Irmãos que celebram as missas. No início do livro (fólios 2 a 3) encontra-se um termo explicativo do contrato realizado. Esta brochura contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. [81v.]).
Calendário litúrgico com as festividades da Irmandade de Nossa Senhora da Assunção, São Pedro ad Vincula e São Filipe Néri dos Clérigos Pobres da Cidade do Porto. Contém as datas das festividades de 26 de Maio; 1 e 2 de Junho; 1, 8, 13 e 31 de Agosto; 1 de Setembro e 10 de Novembro.
Livro misto pertencente à Confraria dos Clérigos de São Pedro ad Vincula, constituído por duas partes distintas. A primeira parte, até ao fl. 7v., é composta por róis de receita da Irmandade, relativos aos anos económicos de 1659-1660, 1660-1661, 1662-1663, 1663-1664 e 1667-1668. Os róis de receita contêm a listagem das fontes de rendimento - oriundas da cobrança de multas devido a faltas dos Irmãos a ofícios, festas e celebrações; esmolas doadas à Irmandade; pagamento da jóia de entrada por parte de novos Irmãos; pagamento de anuais; composição de Irmãos; cobrança de dívidas; entre outros -, o valor recebido e a assinatura do Escrivão e Juiz da Irmandade. A segunda parte do livro, entre os fls. 76 a 81, é composta por uma lista dos «Reverendos Irmãos de São Pedro Ad vincula», organizada pela ordem de entrada (do n.º 1 ao n.º 243); o respectivo nome de cada Irmão; assim como informações adicionais, relativas à data de falecimento, à data de admissão na Irmandade e ao afastamento da mesma (ex.: «riscado»). A fl. 8 encontra-se um termo da sessão da Mesa e Junta Geral da Confraria de 1672-09-29, na qual foi deliberada a atribuição de uma esmola para socorrer o Padre Manuel da Silva, Irmão da confraria. Esta fonte contém termo de encerramento (fl. 88v.).
Esta fonte contém os termos de eleição dos oficiais da Confraria de São Pedro ad Vincula e também os termos de admissão de Irmãos da mesma. No fl. 1 encontra-se o registo da eleição dos oficiais fundadores da Confraria, datado de 1654-08-01.
A fl. 2v. encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 7 de Outubro de 1774. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 44v.).
Este livro contém, no último fólio preenchido, uma lista das «Multas da esquadra».
Escritura de cessão e quitação de duas acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro pelo Padre José Manuel Pereira de Amorim («e outros») à Irmandade dos Clérigos, em 1879-09-23. Inclui outros documentos sobre o mesmo assunto.
A fl. 2 encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Joaquim Martins de Santa Ana como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 14 de Setembro de 1781. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
Apólices de acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro impressas a nível de formulário e com preenchimento manuscrito, com vários carimbos de números (relativos a anos) e de pagamentos de prestações das mesmas. Junto às apólices existem anotações manuscritas, assinadas sobre a transmissão de posse das acções das apólices indicando-se, em determinados anos a pertença à Irmandade dos Clérigos.
A fl. 1v. encontra-se o termo de nomeação do Reverendo Domingos João da Cruz como Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 7 de Outubro de 1773. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 43v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 70).
Registo das certidões de missa instituídas por alma do irmão Pedro Gomes de Matos e recibos anuais comprovativos da entrega da tença vitalícia a sua filha D. Maria Inácia. Esta brochura contém termo de encerramento (fl. 93v.).
A fólio 64, encontra-se um termo que explica o motivo dos registos do Apontador do Coro terem passado para outro livro.
Entre o verso da capa superior e o fl. 1 encontra-se a lista relativa ao «Novo desconto do Coro dos Clerigos desde o 1.º Trimestre de 1861». A fls. 2-2v e 95-95v encontram-se registadas as «Destribuiçoens e Multas dos Reverendos Capellaens», relativas a 14 de Dezembro de 1843. Entre os fls. 25 e 26 encontram-se dois papéis soltos. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 96v.).
No fólio 1 encontra-se registado um termo da Mesa de 12 de Dezembro de 1796, relativo à forma de proceder no que respeita à celebração das missas de corpo presente. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 209v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 198v.).
(Goa) Escreve sobre o exemplo de serenidade e sabedoria dado por António de Oliveira Salazar na resolução dos problemas da Índia.
(Goa) Escreve sobre a visita dos Russos e do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Cunha, a Goa.
Fotografia de D. Manuel Gonçalves Cerejeira e D. José Vieira Alvernaz a conversar, e uma terceira pessoa, que aparece de perfil e da qual no verso da prova se indica "A cara de perfil parace-me que é o Sr. Governador".
(Goa) Escreve sobre a preparação da sua viagem a Portugal. Timbre "Arquidiocese Primacial de Goa e Damão Patriarcal das Índias Orientais".
(Goa) Escreve sobre a querela em relação à pertença de umas antigas propriedades dos missionários agostinianos. Inclui quatro recortes de jornal enviados em anexo.
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 20 de Outubro de 1795. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 12 de Outubro de 1796. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 19 de Dezembro de 1797. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
(Goa) Escreve sobre a circulação em Goa de um panfleto difamatório da Igreja.
(Goa) Informa da abertura das aulas nos seminários e do início dos trabalhos da Ação Católica. Escreve sobre os rumores de ameaça feitos à Santa Sé pela União Indiana de proibição de circulação de padres, caso os territórios da União Indiana continuassem na diocese de Goa. Escreve sobre a notícia de que a Santa Sé iria oferecer a Rosa de Ouro à arquidiocese de Goa em reconhecimento pela evangelização no Oriente e sobre o método de ensino liceal em Goa.
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 139v.).
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 144v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 1 de Setembro de 1798. Na ausência deste, a Apontadoria do Coro deveria ser realizada pelo Reverendo António Baptista Cardoso, por deliberação da Mesa de 1 de Outubro de 1798. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 4 de Outubro de 1799. Este livro contém termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 13 de Novembro de 1800. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 36v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 7 de Outubro de 1801. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 141v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Domingos João da Cruz sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 2 de Setembro de 1792. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Domingos João da Cruz sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 1 de Outubro de 1794. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 45v.).
A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Domingos João da Cruz sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 1 de Novembro de 1793. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 46v.).
Livro do rol das missas celebradas no Mosteiro de São Bento de Avé Maria da cidade do Porto, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por seis Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por António Gonçalves Pinto, Capelão das Religiosas de São Bento da Avé Maria da cidade do Porto. A fl. 1v. encontra-se um termo explicativo da forma como as missas devem ser aplicadas, conforme o § 1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Este termo foi redigido pelo Secretário da Irmandade, João Vieira Gomes de Carvalho, em 17 de Dezembro de 1802. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 18v.).
Livro do rol das missas celebradas no Mosteiro de Paço de Sousa, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por cinco Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por António dos Serafins Pereira, Sacristão-Mor do Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa. No fl. 14v., encontra-se o recibo de pagamento da quantia competente pelo Secretário da Irmandade dos Clérigos do Porto em 23 de Agosto de 1803. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 10v.).
(Goa) Escreve sobre os católicos do seu arcebispado (dispersão territorial em resultado das condições de trabalho e diminuição do seu número em comparação com o aumento de hindus).
(Goa) Escreve sobre a saída de D. António Ferreira Gomes da diocese de Portalegre - Castelo-Branco para a diocese do Porto e sobre a criação de duas novas dioceses no território indiano. Informa que se realizarão festas profanas por ocasião da exposição das relíquias de São Francisco Xavier.
(Goa) Escreve sobre a sua transferência para Goa e a transferência de D. Manuel Guerreiro de Meliapor para Nampula. Informa como têm sido os trabalhos da Ação Católica e revela-se surpreso pela nomeação de Domingos Braga da Cruz para o Governo Civil do Porto.
No fl. 202v. encontra-se um termo de 10 de Setembro de 1795 em que se determina que o Tesoureiro da Igreja deveria mandar dizer 25 missas por alma de cada Irmão falecido, até completar o número de 300 missas, instituído pelos Estatutos da Irmandade. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 244v.).
[s.l.] Escreve sobre as possibilidades de transferência do padre José Ávila. Timbre "D. José V. Alvernaz. Arcebispo Coadjutor. Cidade de Goa. Índia Portuguesa".
No fl. 1 encontra-se um termo de 4 de Abril de 1797 em que se determina que, no seguimento do registo a fl. 202v. do livro anterior (item 0001 desta série documental), o Tesoureiro da Igreja deveria mandar dizer 25 missas por alma de cada Irmão falecido, até completar o número de 300 missas, instituído pelos Estatutos da Irmandade. Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 200v.).
(Cochim) Remete a resposta telegráfica de sua irmã (em anexo) e um memorial para ser entregue ao Diretor da Assistência Pública. Escreve sobre a agitação sentida nos territórios portugueses na Índia, no seguimento das declarações de Nehru de que Goa deveria integrar a União Indiana.
(Cochim) Escreve acerca das lições sobre a Ação Católica dadas aos padres das diferentes dioceses do Malabar.
Entre os fls. 80v. a 81 encontra-se um bilhete comprovativo de confissão, relativo à Quaresma de 1837.
(Lisboa) Escreve sobre a sua passagem por Lisboa antes de ir a Roma para a canonização de São João de Brito. Timbre "Josephus Alvernaz. Episcopus Coccinensis. Bishop´s House. Cochin (S. India)".
(Cochim) Escreve sobre as barreiras linguísticas que encontra para a boa execução do seu ministério episcopal na Índia. Escreve sobre as dificuldades de gestão episcopal devido à divisão territorial das dioceses, sobre o contexto político da Índia e a dispersão religiosa, e tece comentários sobre a solução da Nações Unidas em relação a Israel. Timbre "Episcopal Curia. Diocese of Cochin".
Maço identificado com o «Nº 7» com um índice (elaborado por Teotónio José Maria Queirós, Secretário da Irmandade, em 1837), nos primeiros 4 fólios, o qual remete para conjuntos de documentos numerados do maço e resume os seus conteúdos. Nº 1 (com 26 documentos numerados): Documentação referente ao ajuste de contas entre a Irmandade e o Sargento-mor António da Costa Cardoso, enquanto administrador de suas filhas, pelo que a Irmandade devia ao falecido Irmão António Rodrigues do Souto, Tesoureiro da Irmandade (entre as quantias em dívida encontram-se despesas com obras no edifício da Irmandade: ferias de pedreiros e carpinteiros). Nº 2 a Nº 4: Sentenças e outros documentos a respeito do litígio entre a Irmandade e os herdeiros de António Rodrigues do Souto por causa do seu legado. Nº 5: Certidão de escritura de contrato de transacção e amigável composição entre os herdeiros de António Rodrigues do Souto e o Sargento-mor António da Costa Cardoso enquanto administrados de suas filhas. Nº 6: Sentença cível de agravo a respeito do legado de Inácio Ribeiro Machado. Nº 7: Certidões e cópias de assentos do Desembargo do Paço, por requerimento da Irmandade.
Livro do rol das missas celebradas na Santa Casa da Misericórdia do Porto, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por sete Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por António Pinheiro da Fonseca, Sacristão-Mor da Santa Casa da Misericórdia do Porto. O último rol de missas encontra-se incompleto, pois apenas existem registos até à missa n.º 135 e não contém certidão do Sacristão-Mor. A fl. 1v. encontra-se um termo explicativo da forma como as missas devem ser aplicadas, juntamente com a cópia do § 1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Este termo foi redigido pelo Secretário da Irmandade, João Vieira Gomes de Carvalho, em 17 de Dezembro de 1802. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 18v.).
Livro do rol das missas celebradas na Colegiada de São Martinho de Cedofeita, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por dois Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por João António Gomes, Tesoureiro-Mor e Provedor das Capelas da Insigne Colegiada de São Martinho de Cedofeita. A fl. 1v. encontra-se um termo explicativo da forma como as missas devem ser aplicadas, conforme o § 1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Este termo foi redigido pelo Secretário da Irmandade, João Vieira Gomes de Carvalho, em 17 de Dezembro de 1802. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 8v.).
Livro do rol das missas celebradas no Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa de Guimarães, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por quatro Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por Manuel Higino Vale e Francisco de Nossa Senhora do Rosário, ambos Sacristãos-Mor do Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa, junto à Vila de Guimarães. A fl. 1v. encontra-se a seguinte indicação: «Estas missas devem sempre ser dittas de tenção e aplicadas conforme o que determina o Capitulo 8 dos nossos Estatutos». No fl. 15, encontra-se o recibo de pagamento da quantia competente pelo Secretário da Irmandade dos Clérigos do Porto, ao Prior do Real Mosteiro da Costa, em 7 de Agosto de 1803. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 16v.).
Este maço contém o requerimento para admissão como Capelão no Coro da Irmandade dos Clérigos de António Custódio do Rosário Queirós, clérigo de Prima Tonsura da freguesia de Santo Ildefonso, cidade do Porto. O clérigo foi admitido como Capelão do Coro devido à existência de lugares vagos, por deliberação da Mesa da Irmandade de 1819-06-11. Trata-se, provavelmente, de um documento descartado, pois o verso foi utilizado para servir de capa ao maço.
Registo das contas do ano económico de 1874 para 1875. Os itens de receita e despesa apresentam-se organizados e divididos por categorias. Inclui ainda outra documentação: um cheque do Banco Aliança; folhas com cálculo de receitas pagas à Irmandade; conta dos gastos em guisamentos da Sacristia; folha com os nomes do Presidente, vice-Presidente; Secretário, Tesoureiro e Deputados da Irmandade; registo das condições de execução da obra mandada fazer pela Irmandade no seu edifício; registo em folhas menores de receitas e despesas da Irmandade (com receita relativa a 1878); mandados de despesa relativos aos anos de 1876 a 1877, 1878 a 1879.
Livro do rol das missas celebradas no Santa Casa da Misericórdia do Porto, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por um Irmão dos Clérigos do Porto, com a respectiva certidão passada por António Pinheiro da Fonseca, Sacristão-Mor da Santa Casa da Misericórdia do Porto. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 10v.).
Os itens de receita e despesa apresentam-se organizados e divididos por categorias.