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Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Mapa da Força que se acha nomeada para a expedição do Brasil.
Esta capilha, pertencente à correspondência recebida, contém assuntos respeitantes a: Circulares, licenças, baixas e altas hospitalares, comunicações de avarias, notificações de pagamentos de subvenções e material, requerimentos para promoções e condecorações, limpezas de caldeiras e máquinas, relações de material de guerra, apresentações em tribunal bem como investigações criminais e mandatos de prisão, entre outros.
Mapa das famílias dos oficiais e mais praças do Batalhão de Caçadores nº 2 que pretendem acompanhar a expedição para o Brasil. Tem junto: 1822, Dezembro, 6, Quartel de Belém Relação dos oficiais e praças do Batalhão de Caçadores nº 4 que querem levar as suas famílias na expedição para o Brasil. 1822, Dezembro, 07, Quartel de Campo Maior Relação das famílias dos oficiais e praças do Batalhão de Caçadores nº 1 que querem acompanhar a expedição para o Brasil. 1822, Dezembro, 07, Quartel de Elvas Relação dos indivíduos do 1º Batalhão do Regimento de Infantaria nº 5 que pretendem levar as suas famílias na expedição para o Brasil. 1822, Dezembro, 08, Quartel do Porto Relação dos oficiais e praças do 2º Batalhão Expedicionário do Regimento de Infantaria nº 6 que pretendem levar as suas famílias. 1822, Dezembro, 10, Quartel do Porto Relação das praças do Regimento de Artilharia nº 1 que pretendem levar as suas famílias na expedição para o Brasil. 1822, Dezembro, 10, Quartel de Faro Relação das famílias de oficiais e praças do Regimento de Artilharia nº 2 que acompanharão a expedição para o Brasil. 1822, Dezembro, 18, Quartel de Elvas Relação dos indivíduos do 1º Batalhão Expedicionário do Regimento de Infantaria nº 5 que pretendem levar as suas famílias.
Ofício, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que, devido ao atraso da partida para a Baía, proceda as diligências necessárias para o desembarque da tropa que se encontrava a bordo da Nau “D. João VI” e Charrua "Orestes" e aprontamento de outros navios. Verso: despacho.
Ofício, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que se tomem as providências necessárias para o devido equipamento das diversas embarcações que integrarão a esquadra que partirá para a Baía, não sendo permitido que os oficiais levem consigo nestes navios as suas famílias. Verso: despacho.
Consulta nº 133, da Junta da Fazenda da Marinha, sobre as condições estabelecidas por João António de Almeida para o transporte de tropa para a Baía. Tem junto: 1822, Agosto, 05, Palácio de Queluz Cópia de ofício da Secretaria de Estado da Marinha para a Junta da Fazenda da Marinha, participando-lhe que foi aprovada a sua consulta, de 3 de Agosto, referente às condições apresentadas por João António de Almeida, pelo que deverá fiscalizar o transporte das tropas. 1822, Agosto, 05 Aditamento sobre percentagens apresentadas. 1822, Outubro, 15, Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha Cópia de ofício onde se apresentam as condições estipuladas por João António de Almeida e Companhia dos Negociantes da Praça de Lisboa, para o transporte de tropas para a Baía.
Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Ofício nº 31, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que expeça as ordens necessárias para que se completem, até ao dia 15 do mesmo mês, as guarnições dos diferentes navios de expedição. Verso: despacho.
Ofício nº 772, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que, por um lado, expeça as ordens necessárias para que os comandantes dos navios da expedição do Brasil examinem o seu estado de aprontamento e, por outro, para que a Escuna “Fidelidade” já não saia para Setúbal. Verso: despacho.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto.
Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Relatórios de vistorias e fabrico do Rebocador Lidador" contém informação sobre ordens de trabalho, pedidos de orçamentos, reparações, etc...
Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Este livro contém os registos do serviço diário, ou seja, tudo o que se passava a bordo do navio no seu dia-a-dia, bem como a situação do navio, o tempo, a embarcação, a guarnição, as licenças, os mantimentos, os artefactos, material de guerra, as lavagens, entre outros.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Declaração de Entrega do Cargo de Oficial Imediato ao Comando.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto.
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto.
Ofício nº 710, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que este dê parecer sobre as medidas a estabelecer para evitar a deserção de marinhagem dos navios da expedição para o Rio de Janeiro. Verso: despacho.
Ofício nº 714, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, remetendo 5 exposições dos comandantes dos diferentes navios da expedição do Rio de Janeiro, para que o mesmo Conselho, conjuntamente com a Junta da Fazenda da Marinha, tome as providências necessárias para que a tropa faça o serviço de bordo. Verso: despacho.
Ofício nº 696, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que providencie no sentido do Conselheiro Inspetor do Arsenal da Marinha dar os detalhes da tropa que conduzem os diferentes navios da expedição, que partirá para o Rio de Janeiro, ao Chefe da Divisão Francisco Maximiliano de Sousa, Comandante da Nau “D. João VI”, e igualmente da referida expedição. Verso: despacho.
Reportagem fotográfica referente a imagens do Arquivo Central de marinha.
Contém documentação relativa à história e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens.
A série inclui 1 Unidade de Instalação, 1 livro com um total de 17 folhas. Livro com registos das horas de funcionamento dos GE's, Compressores, bombas de esgoto, bombas telemotor, frigoríficas, condicionadores de ar e linhas de veios.
História e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens. Elaborado posteriormente à produção, ignorando-se o autor e a data em que foi efetuado.
Termos de vistoria do Rebocado "Lidador" durante os anos 1898 a 1909, feita pelo o Oficial Imediato.
Oficina de Velame e oficina de Cordame na Cordoaria Nacional.
Ofício nº 384, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que indague quais os navios mercantes que poderão arranjar 650 praças de tropa para totalizar as 2000 que serão transportadas para o Rio de Janeiro, em 3 charruas e 4 navios, bem como o orçamento necessário para tal fim. Verso: despacho.
A Esquadrilha de Subsuperfície é o comando administrativo da Marinha Portuguesa, ao qual compete garantir o aprontamento dos seus submarinos e unidades de mergulhadores. A ES é comandada por um capitão de mar e guerra, da dependência do comandante da Flotilha. A primeira Esquadrilha de Submersíveis tornou-se realidade na Marinha no ano de1917. No entanto, no passado longínquo, existiu o interesse em construir um meio aquático que navegasse discreto debaixo de água. A ideia foi sedimentada e no século XIX, foram canalizados esforços por vários países na ânsia de criarem um submarino. No século seguinte, o mundo veio a conhecer o valor da arma submarina e o seu contributo para afirmação do poder militar no mundo. Em Portugal, dois oficiais de Marinha percursores da arma submarina, Fontes Pereira de Melo e Valente da Cruz, mostraram o seu valor com os seus projetos. Contudo, nenhum deles viria a ter o sucesso desejado, de ver os seus projetos aceites para construção. Começado o século XX, o país mostrou-se relutante em adquirir a arma submarina, pois havia quem defendesse que seria prematuro adquirir uma arma que ainda não tinha dado provas concretas. Por outro lado, reforçava-se a opinião da necessidade de defender a costa portuguesa incidindo na proteção do porto de Lisboa com recurso a um submarino. A primeira Esquadrilha de Submersíveis, contribuiu de forma significativa para a defesa de Portugal, tanto na defesa da costa, durante a Grande Guerra, como através da criação de uma verdadeira escola de submarinistas em Portugal, património que vem até aos nossos dias, sendo valor acrescentado que se constitui como vetor fulcral de treino da esquadra de superfície para a luta anti-submarina.
Ofício nº 283, dirigido ao Conselho do Almirantado (Pedro de Mariz de Sousa Sarmento), para que este nomeie um oficial da Marinha para cada um dos navios estrangeiros que conduzem tropa na expedição da Baía, incumbido da correspondência de sinais com o navio comandante. Verso: despacho.
Livro com registos das horas de funcionamento dos GE's, Compressores, bombas de esgoto, bombas telemotor, frigoríficas, condicionadores de ar e linhas de veios.
Contém documentação relativa à história e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Contém documentação relativa à história e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens.
Ofício nº 574, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, ao Conselho do Almirantado, para que nomeie os oficiais da Marinha: Capitão-Tenente Ladislau Benevenuto dos Santos para o Navio “Gram Cruz D’Avis”, Capitão-Tenente António Maximiano Leal para o “Fénix”, e Capitão-Tenente Marcos Joaquim Rodrigues para o “Quatro de Abril”, que conduzirão a tropa expedicionária para o Rio de Janeiro. Verso: despacho.
Contém documentação relativa à história e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens.
O S 164 NRP Submarino "Barracuda", em serviço desde 4 de maio de 1968, desempenhou uma vasta gama de missões nacionais e internacionais ao longo de 42 anos, incluindo nas linhas britânicas, Ilhas Canárias e no Mediterrâneo Ocidental. Em 2010, encerrou sua última missão e agora retorna como uma atração "ativa" para o público, com o propósito de enriquecer a cultura naval portuguesa. Pertence à Classe Submarinos "Albacora" A 4 de maio de 1968 foi aumentado ao efetivo dos navios da Armada Portuguesa o NRP Barracuda, após quatro anos da assinatura do seu contrato de aquisição. Mesmo após a sua entrega à Marinha Portuguesa, o navio permaneceu em águas francesas de forma a completar o aprontamento da guarnição. Iniciou-se assim a longa vida operacional daquele que viria a ser o submarino militar com mais anos de serviço no Mundo. Construído nos Estaleiros Dubigeon-Normandie, em Nantes (França), foi fabricado de acordo com os planos dos submarinos franceses da classe “Daphné”. Os seus primeiros anos foram passados em ações de formação e aprontamento da sua guarnição, uma vez que a tecnologia e sistemas que empregava eram completamente inovadores, quando comparados com os submarinos da anterior esquadrilha. A sua atividade operacional passou pelo desempenho de missões de patrulha nas águas nacionais e em exercícios, quer no âmbito interno quer em contexto internacional, como nas Ilhas Britânicas, Ilhas Canárias e no Mediterrâneo Ocidental. Uma das missões mais marcantes ocorreu a 14 de dezembro de 1982, quando saiu para o mar com o objetivo de torpedear e afundar o navio mercante Bandim. Este navio encontrava-se à deriva e semi-submerso na costa portuguesa, com gás propano e butano liquefeitos, constituindo um perigo para a navegação naquelas águas. Este episódio ficou marcado por terem sido utilizados, pela primeira vez, torpedos de combate. Após 42 anos ao serviço da Marinha Portuguesa, o NRP "Barracuda" desempenhou a sua última missão em 2010. Atualmente encontra-se em doca seca no antigo estaleiro naval Parry & Son, em Cacilhas, com o intuito de ser musealizado e transformado em navio-museu.
Ofício nº 667, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, ao Conselho do Almirantado, para que, em consequência da partida da expedição para o Rio de Janeiro, no dia 25 do mesmo mês, nomeie oficiais para a guarnição da Nau “D. João VI”. Verso: despacho.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Relação dos efeitos embarcados de transporte em Lisboa para o Rio de Janeiro - nos Navios - Naus: "Rainha de Portugal" e "Maria Primeira"; Charruas "São João Magnânimo", "Princesa Real", "Princesa da Beira" e "São Carlos Augusto".
Inclui mapas que identificam o navio, o comandante, as classes de oficiais e o número de elementos por classe, o Corpo de Marinheiros e a respectiva situação: prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos.
Inclui mapas que identificam o navio, o comandante, as classes de oficiais e o número de elementos por classe, o Corpo de Marinheiros e a respectiva situação: prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos.
Reportagem referente a diferentes oficinas, no Centro de Aviação Naval em Lisboa.
História e características do navio, nomeadamente: designações e distintivos, história e cronologia, lotações, armamentos, comandantes e docagens. Elaborado posteriormente à produção, ignorando-se o autor e a data em que foi efetuado.
Termos de vistoria do Rebocado "Lidador" durante os anos 1898 a 1909, feita pelo o Oficial Imediato.
Uma capa onde se encontram uma listagem em offset com 234 folhas, das quais divididas em em tabelas (Índice em 5 folhas, lista geral de material em 196 folhas e lista de material diverso em 33 folhas). Tem um documento produzido pelos estaleiros de Nantes- Chantenay para os submarinos da classe "Daphne"/"Albacora". Tem um documento de alteração nº 2 ao Ano VI do contrato de 24 de Setembro de 1964, a qual anula e substitui o primeiro Ano 5 do contrato de 24 de Setembro de 1964. Parte do Contrato de fornecimento dos Submarinos "Daphné" e "Albacora" a Portugal.
Correspondência do Comando recebida/ expedida, Notas recebidas e correspondência recebida/ expedida do Conselho Administrativo do Rebocador "Lidador".
Livro de registos das Instruções Permanentes de Máquinas (IPMAQ'S) bem como lista de páginas em vigor, registos de alterações, aprontamentos da instalações de máquinas, arranques dos grupos electrogénios, conduções e paragens dos grupos electrogénios, controles dos óleos de lubrificações OMT 30, tratamentos e controles das águas doces de refrigeração, instalações de ares comprimidos, estações dos óleos telemotores principais, entre outros.
Inclui mapas que identificam o navio, o comandante, as classes de oficiais e o número de elementos por classe, o Corpo de Marinheiros e a respectiva situação: prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos.
Livro com registos de Instruções Permanentes de Electrotecnia bem como registos de alterações, instruções de primeiros socorros, medidas de isolamentos numa instalação em funcionamento, cargas, condução e vigilância das baterias principais, condução de geradores, quadro dos regimes de funcionamento, condução dos motores eléctricos de propulsão, entre outros.
Inclui mapas que identificam o navio, o comandante, as classes de oficiais e o número de elementos por classe, o Corpo de Marinheiros e a respectiva situação: prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos.
A série inclui 5 Unidades de Instalação, 5 pastas, 10 capilhas, 68 relatórios com um total de 2265 folhas. Documentação elaborada no cumprimento do preceituado no RIFUN (Regulamento Interno e de Funcionamento das Unidades Navais). Contém Relatórios do Comandante e de Missão, Relatórios do Lançamento de Torpedos de Exercício, Relatórios de Entrega do Chefe do Serviço de Armas Submarinas, Relatórios de Entrega do Chefe de Serviço de Navegação e Hidrografia, Relatórios de Entrega do Oficial Imediato, Relatório Anual do Chefe do Serviço de Artilharia, Relatório Anual do Chefe do Serviço de Máquinas, Relatório Anual e de Entrega do Chefe de Serviço de Electrónica, Relatório Anual do Chefe do Serviço de Comunicações, Relatórios Anuais e de Entrega do Chefe do Serviço de Limitação de Avarias e Relatório de Entrega do Chefe do Serviço de Mecânica.
Peças várias para Clarinete Solo e Partes de vários instrumentos de peças várias: 1. "Ária de Clarinete" (parte de clarinete) 2. Rondó com Trio (parte cava/ individual) 3. "Rigoleto - Variações para Clarinete" (parte cava/ individual de Clarinete Solo) 4. "Sinfonia" de Mignon (parte cava/ individual de 1.º Clarinete) 5. "Vanite - Valsa de Concerto para Saxofone Alto" (parte cava/ individual de Saxofone Alto) 6. "Le Val de Bourdon, Scherzo" (parte cava/ individual de 1.º Clarinete) - Posse de Mateus, Furriel de Caçadores 5 (conforme inscrito na capa) 7. "Deuxieme Concerto pour Clarinete" de Weber (parte cava/ individual de Clarinete solo). Peça para exame de 2.º Sargento músico em Clarinete 8. "Erwim - C. Meister" (Parte cava/ individual de Clarinete Solo) - Por Mateus em Janeiro de 1941. 9. "Variações para Clarinete sobre motivos da Ópera Trovador de Verdi" (Parte cava/ individual de Clarinete) 10. Capricho de Clarinete" (Parte cava/ individual de clarinete) 11. "Serenata" por F. Schubert (partes cavas/ individuais de Clarinete e Saxofone em Mib) 12. Peça não identificada para Clarinete 13. "Czardas" do Monti (2) - pertença de J. Mateus 13. "Allegro Moderato" de Julles 14. Exercícios teóricos: Resoluções excepcionais do acorde de 7.ª (4.ª superior ou 5.ª inferior) 15. Peça para exame de flauta 16. "Concerto n.º1 para Clarinete em sib. Op. 73" de C. M. von Weber (parte cava/ individual de Clarinete Solo) 17. "Peça para exame de furriel músico no instrumento Clarinete" (parte cava/ individual de Clarinete Solo)
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Aulas de instrução de armas de tiro e de sonares, instrução na "mesa calculadora", instrução por projeções, na Escola de Vila Franca de Xira.
Abertura Sinfónica "Nostradamus" de Couquelet. Partitura geral manuscrita, copiada em Vila real a 15 de Outubro de 1925 e com rubrica ilegível do copista. Apresenta a seguinte instrumentação: Flautim, Requinta, Clarinetes (1.º, 2.º e 3.º), Saxofones Alto, Soprano, Tenor e Barítono, Cornetins (1.º e 2.º), Trompas, Trombones, Barítonos, Contrabaixo e Bateria. Apresenta a indicação na folha de rosto de que "não foi executado". Partes cavas/ individuais manuscritas por vários copistas (segundo variedade de caligrafias) para Flautim, Requinta, 1.º Clarinete, 2.º Clarinete, 3.º Clarinete, Saxofone Soprano, Saxofone Alto, Saxofone Tenor, Saxofone Barítono, 1.º Cornetim, 2.º Cornetim, Trompas, 1.º Trombone, 2.º Trombone, 1.º Barítono, 2.º Barítono, Contrabaixo e Bateria Algumas partes cavas/ individuais apresentam indicação de autor, data e/ou local de cópia: 1.º e 2.º Clarinetes por Correia, 1.º Sargento de Infantaria 13; 3.º Clarinete por José Dias em Vila Real a 17-5-1926; Saxofone Soprano por José Valtebas em Vila Real a 11-5-1926; Saxofone Barítono por Moura; 2.º Cornetim por C. Matheus em 6-5-1926; 1.º Trombone por António R. Carvalho 2º Sargento de Infantaria 13; 2.º Trombone por Conceição em 6-5-1926; 1.º Barítono por A. Ribeiro; 2.º Barítono por Ferreira músico de 2.ª classe em Vila Real a 6-5-1926 e Bateria por C. Matheus em 5-5-1926.
Correspondência do Comando recebida do Rebocador "Lidador".
Representação apresentada a S. Maj. sobre a necessidade de se criarem cadeiras de Hidrografia, em que se explique o mesmo curso de Matemática e Navegação destinado nos Estatutos da Real Academia de Marinha para os Pilotos Mercantes nas cidades do Porto, Rio de Janeiro, Baía e Goa.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Constituido por documentação produzida pelo navio no cumprimento das suas missões, nomeadamente o registo de quaisquer elementos que interessem à navegação que vai decorrendo, tais como - rumos, milhas andadas por hora, condições de tempo, faróis, navios ou terra à vista, etc, elaborado pelo oficial de quarto.
Este Diário de Transmissões contém várias transmissões através do Posto Rádio - Telegráfico C.T.N., da Estação Transmissora Vasco da Gama, das quais o estado do tempo, a espera de ordens, necessidade de meter água, pedidos de informação do tempo, comparências, reparações de avarias, pedidos de pilotos, entre outros.
A série inclui 2 Unidades de Instalação, 2 livros, com um total de 103 folhas. Estes livros de registos de sinais, contém as datas e horas, os locais, os sistemas, de e para que zonas, os sinais e observações de todos os registos em Lisboa, Cascais, Belém, Rio Tejo, São Julião, Cabo de São Vicente, Paço D'Arcos, Sagres, Lagos, Barra da Calha, Vila Real de Santo António, Sagres, Lagos, Buarcos, Trafaria, Setúbal, Portimão, Cabo Espichel, Parede, Cabo Raso, Barra, Cabo da Roca, Boca do Inferno, Algés, Espinho, Peniche, Leixões, entre outros.
Este copiador de Notas, tem o registo do dia-a-dia do navio, tudo quanto interessa à navegação, como: rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio. Também tudo o que à guarnição diz respeito, bem como mantimentos, destacamentos e apresentações, licenças, apresentações ao hospital, entre outros. Também tudo o que interessa ao navio, bem como o estado de toda a maquinaria e o estado do próprio navio.
"Fantasia de Clarinete", peça para exame (de 3.ª classe) de Manuel J. Canhão. Partitura geral manuscrita com a seguinte instrumentação: Clarinete Solo, Clarinetes (1.º e 2.º), Saxofone Alto, Saxofone Tenor, Cornetins (1.º e 2.º), Trompas, Trombones, Barítonos e Contrabaixo. Partes cavas/ individuais manuscritas por vários copistas para Clarinete Solo (2), 1.º Clarinete, 2.º Clarinete, 1.º Cornetim, 2.º Cornetim, Trompas, 1.º Trombone, 2.º Trombone, Barítono e Contrabaixo. Numa das partes cavas/ individuais de clarinete solo pode ler-se "Classe de José António Gonçalves, Sub-chefe de Música de Infantaria 16. Santarém. 28 de setembro de 1924".
Memórias constituídas por documentos datilografados que incluem a perspetiva do Almirante Tenreiro sobre vários factos ocorridos na História Nacional (séc. XX). As mudanças políticas e conflitos internacionais (Espanha, China). O autor pretende estabelecer uma ligação entre os factos ocorridos e a implicação dos mesmos na sua vida pessoal e profissional enquanto militar
Memórias constituídas por documentos datilografados e rascunhos que incluem a perspetiva do Almirante Tenreiro sobre vários factos ocorridos na História Nacional (séc. XX). As mudanças políticas e conflitos internacionais (Espanha, China). O autor pretende estabelecer uma ligação entre os factos ocorridos e a implicação dos mesmos na sua vida pessoal e profissional enquanto militar.
Novas instalações do Hospital da Marinha.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Livro onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, bem como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas tanto a bordo como no mar, à vista do navio e elaborado pelo Oficial de Quarto.
Partes cavas/ individuais manuscritas por vários copistas (segundo variedade de caligrafias) da "Fantasia Militar" de A. Ponchielli. Partes cavas/ individuais de Flautim, Requinta, Clarinete Principal, 1.º Clarinete (2), 2.º Clarinete (2), 3.º Clarinete (2), Saxofone Soprano, 1.º Saxofone Alto, 2.º Saxofone Alto, Saxofone Tenor, 1.º Fliscorne, 2.º Fliscorne, 1.º Cornetim, 2.º Cornetim (2), 1.º Sax-trompa (2), 2.º Sax-trompa (2), Bombardino, 1.º Barítono, 2.º Barítono, 1.º Trombone, 2.º Trombone, Trombone Baixo, Contrabaixo em Dó (3) e Bateria.
Diário Náutico da Viagem de Lisboa para o Brasil.
XVIII Cursos Internacional de Música da Costa do Estorial - Folhas de apoio ao curso de regência de banda pelo professor Silva Dionísio. Na folha de rosto pode ler-se dedicatório do professor a Dimas Barrosso.