Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

28,660 records were found.

Contém o receituário dispensado, com o registo das datas, códigos ou designação e respetiva quantidade administrada.
Ordens permanentes para o oficial de quarto.
- Povos da Circunscrição de Cacheu; - Geologia, hidrografia e flora; - Espécies vegetais e animais; - Organização económica; - Organização Social (totemismo, regime familiar, regime territorial, castas e classes, régulos e chefes, moral social, moral, direito, justiça e crimes)
Pelo: José Leal Diogo.
Esta subsérie é composta por um livro com 52 folhas, onde se encontram registadas todas as ocorrências relacionadas com o vapor "Algol", a bordo ou não, no período de 1943/1945.
Unidade de instalação nº 7, livro com 100 folhas que serviu para registo diário de sinais avistados a bordo do vapor "Algol", entre 1944/1945.
Oradores: Rogério S. D'Oliveira Octávio Lixa Filgueiras Francisco Contente Domingues
Uma unidade de instalação, livro com 77 folhas onde se encontra registado todo o trabalho da máquina, quando fundeada, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Pelo: Luís António Oliveira Ramos.
Contém o registo de comunicações em onda curta, o registo do serviço de quartos para "TSF", elaborado e assinado pelo oficial de serviço, e ainda, o registo diário de rádios para navios fora do porto de Lisboa.
Contém o livro de registo da correspondência confidencial expedida.
Contém o copiador da correspondência expedida, entre os anos de 1909 e 1912.
Contém o livro de registo de telegramas expedidos pelo Comando do navio.
- Breves noções sobre a guerra e sobre a Estratégia; - A guerra de África (1961-1974); - Da minha entrada no Governo em Agosto de 1968 a meados de 1973; - A derrota
Pelo: Carlos Portugal Ribeiro
Uma unidade de instalação, livro com 100 folhas onde se encontra registado todo o serviço diário, elaborado pelo Oficial de Quarto, a bordo do Vapor "Algol" em 1944/1945.
Uma unidade de instalação, livro com 100 folhas onde se encontra registado tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Contém escalas e determinações para o serviço de cumprimentos, bem como algumas circulares.
- Portugal na estratégia atlântica (Capitão-de-fragata António Tengarrinha Pires); - Os serviços de saúde no planeamento das operações navais (Capitão-de-mar-e-guerra MN Luís Mendes Monteiro Ginga Brandão); - Duas décadas de energia nuclear (Comodoro AN Renato Sequeira de Brito); - As Novas Fronteiras da estratégia (Comodoro Manuel Pereira Crespo); - Novos aspetos da medicina militar (Capitão-de-mar-e-guerra MN José Madeira Corrêa Galvão Rocha); - A psicologia na Contra-Subversão (Capitão-de-mar-e-guerra Manuel Antunes Cardoso Barata); - A aplicação dos princípios da guerra na Contra-Subversão (Capitão-de-mar-e-guerra Abel de Oliveira Neves); - A logística na guerra moderna e algumas considerações sobre a sua dependência da economia nacional (Comodoro AN João Pereira Duarte); - O poder marítimo soviético e as posições portuguesas no Atlântico e no Índico (Capitão-de-mar-e-guerra Guilherme dos Reis Thomaz); - Os projetos de Paz (Professor Doutor Adriano J. Alves Moreira); - A Geopolítica e o Mar ( Capitão-e-de-fragata Fernando Simões Coelho da Fonseca); - A importância do poder naval em tempo de paz (Capitão-de-mar-e-guerra Virgílio de Carvalho); - As implicações militares da evolução atual do Direito Internacional Marítimo (Capitão-de-mar-e-guerra Manuel Primo de Brito Limpo Serra); - O Fator económico, elemento integrante do poder nacional (Capitão-de-mar-e-guerra Jorge Afonso Perez Fernandes Wagner); - A condução de crises e o poder marítimo (Capitão-de-mar-e-guerra António Emílio de Almeida Azevedo Barreto Ferraz Sacchetti); - Poder marítimo e poder nacional (Capitão-de-mar-e-guerra António Maria Quesada Andrade); - Da Segurança Nacional ao planeamento das operações navais (Capitão-de-mar-e-guerra João José de Freitas Ribeiro Pacheco); - Dissuasão, Poder Marítimo e o papel das pequenas Marinhas (Capitão-de-mar-e-guerra Francisco Manuel Pité Tabucho)
- Prefácio de João de Azevedo Coutinho; - Discurso; - Campanhas no Ultramar (1867-1919)
- Importância atual do Mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Relançamento do transporte marítimo nacional; - Desenvolvimento coordenado das restantes atividades marítimas nacionais; - Conclusões e recomendações.
O fundo inclui o registo dos nomes dos doentes, as moléstias e a sua evolução, as dietas, os remédios e prescrições, as datas de saída, etc.
Inclui o registo dos nomes dos doentes, as moléstias e a sua evolução, as dietas, os remédios e prescrições e as datas de saída, etc.
Inclui coleção de listas de equipamentos considerados necessários pelo Arsenal do Alfeite, relativas à construção C76 do NRP Sirius e da respetiva lancha classe "Bellatrix".
Oradores: Rogério S. D'Oliveira Edgar Gata José Martins e Silva Adriano Moreira Eduardo Serra Brandão Max Justo Guedes
Processos de correspondência referentes a alteração de registos de propriedade; pedidos de certificados de navegabilidade; pedidos de vistorias; lotações; embarque de cargas; inspeções a navios; delimitações de terrenos do domínio público; transgressões ao regulamento radiotelegráfico internacional; pedidos de autorização de saída de bordo de médicos e enfermeiros.
Pelo: Joaquim dos Santos Félix António.
Nº 152/MAIO 1984/ANO XIII - Nota de abertura (M. do Vale) - Os três "Sacramentos" (S. Mendes) - Vento (S. Mendes) - Voz da Abita - O "Saratoga" e o Rochedo de Gibraltar (E. Camilo) - O Cancro - inimigo nº 1 (R. Ribeiro) - Antologia do Mar e dos Marinheiros (C. Moreira) - Notícias pessoais (M. Horta) - Educação Física (M e Sousa) - Filatelia (M. Curado) - O Paço da Ribeira (H. Fonseca) - A passagem da linha (XIII, S.B) - Terminologia Naval (S. Elpídio) - Reportagem (M. Horta) - Aprenda a nadar com três semanas - Quarto de folga - Os desenhos do almirante Braz de Oliveira (9) (M. Horta) - Evolução Histórica dos Uniformes na Armada (A. Cutileiro)
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Trombone. Os hinos surgem numerados pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11.China; 12 Dinamarca; 13. Egipto; 14. França; 15 Germânia; 16. Grã-Bretanha/ Inglaterra; 17. Grécia (hino rasurado a esferográfica azul); 18. Hawai (o mesmo do 1. América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do 15. Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do 15. Império Germânico); 32. Sérvia; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo do 16. Grã Bretanha); 37. Turquia; 38.Uruguai; 39. Venezuela; 40: Waldeck - Pyrmont (o mesmo do 15. Império Germânico); 41. Wurtemberg (O mesmo do 15. Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia. Erro de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.)
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais 2º Barytono/ Bombardino Os hinos surgem com as seguintes ordem, numeração e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11.China; 12 Dinamarca; 13. Egipto; 14. França; 15. Germânia; 16. Grã-Bretanha/ Inglaterra; 17. Grécia (hino rasurado a esferográfica azul); 18. Hawai (o mesmo do 1. América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo do 16. Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Wladeck-Pyrmont (o mesmo do 15. Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do 15. Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 47. Alemanha; 28. Prússia (o mesmo do 15. Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do 15. Império Germânico); 32. Sérvia e Sérvia Meridional; 33. Sião; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia. Verificam-se erros de numeração e a ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente a Portugal, de acordo com os "The National Anthems of all Nations, official Edition, 1910." das Edições Boosey & Co.)
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Flautim Os hinos surgem numerados pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afegatinstão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11.China; 12 Dinamarca; 13. Egipto; 14. França; 15 Germânia; 16. Grã-Bretanha/ Inglaterra; 17. Grécia (hino rasurado a esferográfica azul); 18. Hawai (o mesmo do 1. América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do 15. Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do 15. Império Germânico); 32. Sérvia; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo do 16. Grã Bretanha); 37. Turquia; 38.Uruguai; 39. Venezuela; 40: Waldeck - Pyrmont (o mesmo do 15. Império Germânico); 41. Wurtemberg (O mesmo do 15. Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia (para Flauta em Db); 46. Jugoslávia; 47. Alemanha. Erro de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.)
Oradores: Pedro Andrade Canário Rogério S. D'Oliveira António Costa Canas José Caro Proença Fernando Castelo Branco José Gonçalves Viana
Inclui o registo tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Edição oficial dos Hinos Nacionais de todas as Nações, numa edição de 1910, para 1º Barytono. Contem impressos os seguintes hinos: América, República Argentina, Áustria, Afeganistão, Baviera, Bélgica, Brasil, Bulgária, Canada, Chile, China, Dinamarca, Egipto, França, Germânia (Grã-Bretanha e Irlanda), Grécia, Hawai, Holanda, Hungria, Itália, Japão, México, Noruega, Pérsia, Perú, Portugal, Prússia, Roménia, Rússia, Saxónia, Sérvia (saudação e hino), Sião, Espanha, Suíça, Suécia, Turquia, Uruguai, Venezuela, Waldeck-Pyrmont, Wurtemberg e Zanzibar. A edição dispõe, no final, de 4 páginas com pentagrama para anotações onde conta o manuscrito do Hino de Cuba (com indicação manuscrita no índice). Na página 15, correspondente o Hino de Portugal, encontramos uma cruz a vermelho com a indicação "R.I.P." Contem também apontamentos manuscritos a grafite e cor vermelha em alguns hinos.
A documentação é constituída por livros e outros documentos referentes ao funcionamento do vapor. Permite-nos aferir a sua estrutura orgânica e funcional; movimentos do pessoal; logística do material; correspondência e a história administrativa.
Edição oficial dos Hinos Nacionais de todas as Nações para Flute and Piccolo (Flautim, conforme indicação manuscrita a cor vermelha na capa). Contem impressos os seguintes hinos: América, República Argentina, Áustria, Baviera, Bélgica, Burmah, Brasil, Bulgária, Canada, Chile, China, Dinamarca, Egipto, França, Império Germânico, Germânia (Grã-Bretanha e Irlanda), Grécia, Hawai, Holanda, Itália, Japão, México, Noruega, Pérsia, Perú, Portugal, Prússia, Roménia, Rússia, Saxónia, Sérvia, Sião, Espanha, Suíça, Suécia, Turquia, Uruguai, Venezuela, Waldeck, Wurtemberg e Zanzibar. Na página 16, correspondente o Hino de Portugal, encontramos uma cruz a vermelho com a indicação "R.I.P." Em alguns Hinos encontramos indicações numéricas manuscritas a cor vermelha.
Edição oficial dos Hinos Nacionais de todas as Nações para 2º Trompete Contem impressos os seguintes hinos: América, República Argentina, Áustria, Baviera, Bélgica, Burmah, Brasil, Bulgária, Canada, Chile, China, Dinamarca, Egipto, França, Império Germânico, Germânia (Grã-Bretanha e Irlanda), Grécia, Hawai, Holanda, Itália, Japão, México, Noruega, Pérsia, Perú, Portugal, Prússia, Roménia, Rússia, Saxónia, Sérvia, Sião, Espanha, Suíça, Suécia, Turquia, Uruguai, Venezuela, Waldeck, Wurtemberg e Zanzibar. Na página 16, correspondente o Hino de Portugal, encontramos uma cruz a vermelho com a indicação "R.I.P." Em alguns Hinos encontramos indicações numéricas manuscritas a cor vermelha.