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Unidade de Instalação 131, 24 folhas com a história e as características do Navio N.R.P. "IBO".
Contém os mapas do estado da guarnição que inclui informação que identifica o navio e seu o comandante, as classes de oficiais, o número de elementos por classe e a respetiva situação, nomeadamente, prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos, com uma data de referência.
Contém as atas do Júri de exames, nomeado pelo comandante do navio, a fim de submeterem a provas teóricas e práticas, para promoção de alguns militares.
Contém os mapas do estado da guarnição que inclui informação que identifica o navio e seu o comandante, as classes de oficiais, o número de elementos por classe e a respetiva situação, nomeadamente, prontos, destacados, licenciados, ausentes, doentes e presos, com uma data de referência. Contém ainda, os mapas do movimento e outros averbamentos relativos às praças do Corpo de Marinheiros da Armada.
Notas endereçadas ao comando pelos chefes de departamento ou de serviço, contendo informações sobre assuntos da sua competência, e que podem ser urgentes e de responsabilidade.
Contém circulares informativas e normativas, recebidas pelo navio, relacionadas com pessoal, declarações, alterações, requisições, entre outras.
Registo das ocorrências verificadas a bordo do navio, entre os anos de 1933 e 1967, contendo a descrição das mesmas, nomeadamente, infrações disciplinares, as respetivas averiguações, bem como a resolução dada aos casos.
Contém as relações nominais das praças, das brigadas de mecânicos, manobra e artilheiros, que fizeram parte dos destacamentos do navio.
Contém informação com a identificação do pessoal, dados biográficos, classes e contactos pessoais.
Contém o registo da distribuição dos elementos da guarnição pelos diversos cargos e funções.
Livrete que identifica o marítimo e sem o qual não pode exercer a profissão. É exigido a todos aqueles que trabalham no mar.
Sub-série composta por 1 positivo: color: colado em isopor da "câmara hiperbárica"; gravura "F1" com modelo de máquina de fisioterapia; gravura "B12" de máquina de fisioterapia, p&b; 2 positivos; p&b; referente a um esterilizador de pensos schaerer; 1 positivo; p&b; de um aparelho de ortopedia para recuperação e intervenção de problemas de coluna.
Contém correspondência expedida pelo navio, entre os anos de 1933 e de 1967, designadamente, envio de relações nominais dos militares embarcados no navio, envio e pedidos de documentos militares, informações acerca do comportamento dos militares, de baixas hospitalares, questões relativas a material, a avarias e vistorias. Uma nota datada de 12 de setembro de 1936, faz referência a 11 praças que recolheram sob prisão, ao Comando dos Serviços Auxiliares da Marinha. Poderá este facto estar relacionado com a "Revolta dos Marinheiros".
Sub Série composta por lista nominal de cirurgiões da Armada Portuguesa de 1788 a 1987; lista nominal de diretores do H.M. de 1797 a 1936; desenho a carvão do Dr. Bernardino Gomes; gravura do Duque de Bragança, D. Pedro IV; gravura de D. Rodrigo Domingos de Sousa Coutinho Teixeira de Andrade Barbosa (1755-1812); gravura de D. Bernardino António Gomes (pai), p&b; gravura de Isidoro de Aguiar, color; gravura referente aos enfermos do Batalhão Naval no Vale do Pereiro; gravura do Príncipe Regente, D. João VI; biografia de D. Rodrigo de Sousa Coutinho; biografia de Bernardino António Gomes (filho).
Livrete que identifica o marítimo e sem o qual não pode exercer a profissão. É exigido a todos aqueles que trabalham no mar.
Sub Série composta por 1 positivo: color: colado em isopor "vista da sala do príncipe do Hospital da Marinha";1 positivo; color: 134X199 mm, vista de uma enfermaria de ortopedia no Hospital da Marinha; 1 positivo; p&b; de uma enfermaria.
Sub Série composta por: gravura de vestuário usado pelo capitão de fragata médico cirurgião da Armada Real em 1790; gravura de vestuário usado pelo físico-mor da Armada Real em 1807; gravura de talhe dos uniformes dos médicos da Armada Real-Fysico Mor em 1807.
Livrete que identifica o marítimo e sem o qual não pode exercer a profissão. É exigido a todos aqueles que trabalham no mar.
Sub Série composta por: gravura com instruções do modo de conduzir do quartel para o Real Hospital da Marinha, os enfermos do Batalhão naval.
Sub Série composta por: Mapa "new circulation"; Mapa "general anatomy n.º 2 de 1943, autor "J. Teck"; Mapa "Dislocation", St John's Gate , London E.C.I.; Mapa "General Anatomy n.º 1 (1943); Mapa "Fractures", autor J. Teck; Mapa "Skeleton" (1943), left leg, autor J. Teck.M.
Livrete que identifica o marítimo e sem o qual não pode exercer a profissão. É exigido a todos aqueles que trabalham no mar.
Processo sinistro nº 5 do Navio "Vale Formoso II"; valor. 800.000$00; Armador: José dos Santos Roque Junior". Viagem - Lisboa - Mediterrâneo iniciada em 08ABR42. Local do Sinistro: Costa Italiana; Causas do sinistro: ataque por um submarino.
O fundo é constituído por documentação produzida pelo navio, entre os anos de 1935 e 1947, ano em que foi abatido ao efetivo dos navios da Armada. Inclui o diário náutico, relatórios do comandante e dos chefes de vários serviços, correspondência recebida e expedida, livro de ordens, livro de atas, registo e autos de ocorrência, bilhetes de abono, testes e provas e a história e características do navio. Ainda, o projeto para um navio hidrográfico que veio a servir para a construção do "D. João de Castro".
Processo sinistro nº 2 do Navio "Cassequel"; valor: 22.500.000$00; Armador: Companhia Colonial de Navegação; Mercante de longo curso; Viagem a que se deu o sinistro: Lisboa-Angola, iniciada em Lisboa 13 de Dezembro de 1941. Causas do sinistro: torpedeamento por submarino desconhecido; Prejuízos sofridos pelo navio: Afundamento - Perda total. Indemnização paga ao ao armador: 22.500.000$00 em 02/3/1942; Indemnizações pagas aos tripulantes: 201.500$00;
Processo sinistro nº 3 do Navio "Cabo de S. Vicente"; valor: 825.000$00; Armador: Sociedade Comercial Marítima, Limitada. Pesca de arrasto. Viagem a que se deu o sinistro: Lisboa-Costa de Portugal, iniciada em Março de 1942. Causas do sinistro:Bombardeamento por avião desconhecido; Prejuízos sofridos pelo navio: Afundamento - Perda total. Indemnização paga ao ao armador: 825.000$00 em 06/7/1972; Indemnizações pagas aos tripulantes: 43.500$00; Indemnização paga a 08 de Setembro de 1946; Lista dos artigos perdidos no torpedeamento deste Vapor; lista dos prejuízos sofridos pelos tripulantes do Vapor de pesca "Cabo S. Vicente".
Processo sinistro nº 4 do Navio "transportadora"; valor. 1.400.000$00; Armador:transportadora, lda." Viagem - Bilbau, iniciada. Causas do sinistro: abandono do navio por parte da tripulação e por razões mal esclarecidas.
Lista de passageiros embarcados, com a indicação do nome, categoria ou profissão, a autoridade que requisitou a passagem, as datas de abono e desabono, e a que rancho ficaram a pertencer.
Inclui: - LIVRO MESTRE DO CORPO DE INVÁLIDOS DA MARINHA - livro onde é registada a vida militar de cada Oficial, Guarda-marinha, Aspirante e Cadete - data do seu primeiro alistamento, situações extraordinárias, louvores, castigos, etc.
Inclui: - LIVRO MESTRE - MÉDICOS NAVAIS - livro onde é registada a vida militar de cada Oficial, Guarda-Marinha, Aspirante e Cadete - data do seu primeiro alistamento, situações sucessivas, comissões extraordinárias, louvores, castigos, etc.
Contém os mapas mensais com o registo de instrução e exercícios.
Contém a relação nominal dos oficiais das diversas classes da Armada, embarcados no C/T "Vouga", que fizeram tirocínio de embarque e derrotas.
Contém a história e principais características do navio, bem como designações e distintivos, lotações, armamentos e desarmamentos, comandantes e docagens. Ainda, um livro descritivo dos aparelhos motores do navio.
Neste relatório, o comandante refere a necessidade de se continuarem os trabalhos hidrográficos nos Açores e de se iniciarem em Cabo Verde, após a paragem de 3 anos, devido a questões judiciais entre o Arsenal do Alfeite e a construtora das máquinas principais. Menciona ainda, as reparações realizadas e a morosidade das mesmas, o que provocou o atraso no aprontamento do navio.
Relatório do comandante Botelho de Sousa, que a 21 de Julho de 1947, foi nomeado chefe da Missão Hidrográfica a Cabo Verde. Nele são referidos os trabalhos preparatórios para que o navio ficasse pronto, para a realização da sua missão.
Contém a determinação de elementos táticos dos contratorpedeiros tipo "Vouga", pelo Capitão de Fragata Sousa Ventura, em 1937.
Contém estudos sobre as características e comportamento em mar, dos contratorpedeiros tipo "Vouga", realizados pelo 1º/2º Tenente Engº Const. Naval, Acúrcio Campos de Araújo, e ainda, determinação de elementos táticos dos referidos contratorpedeiros, pelo Capitão de Fragata Sousa Ventura.
Contém estudos sobre as características e comportamento em mar, dos contratorpedeiros tipo "Vouga" pelo 1º/2º Tenente Engº Const. Naval, Acúrcio Campos de Araújo.
Processo sinistro nº 9 do Vapor" Santa Irene"; valor: 2.500.000$00; Armador: Companhia Industrial Portuguesa.; tráfego em que se empregava: longo curso; Viagem em que se deu o sinistro: Lisboa-Civitavecchia, no dia 25 de Março; Causas do sinistro:tiros de canhão de submarino de nacionalidade desconhecida; Prejuízos sofridos pelo navio: Afundamento - Perda total. Indemnização paga ao ao armador: 2.500.000$00 em 13/9/1946; Indemnizações pagas aos tripulantes: 166.000$00; Reservas matemáticas iniciais: 1.034.317$00; Processos de pensão nº 38 a 54; características do navio que a companhia possuía e foi ao fundo na Costa de Itália na noite de 12/13 de Abril de 1943.
Unidade de instalação 116, caixa com 400 folhas de correspondência recebida na canhoneira "IBO", entre 1921/1922.
Controlo da entrada e saída de navios, efetuado pelo C/T "Vouga", com as datas respetivas, o nome do navio, nacionalidade e tipo.
Processo sinistro nº 6 do Lugre "Maria da Glória"; valor: 2.700.000$00; Armador: Empresa União de Aveiro, Lda.; tráfego em que em empregava: Pesca do bacalhau; Viagem a que se deu o sinistro: Lisboa-terra Nova, iniciada em Lisboa 18 de Maio de 1942. Causas do sinistro:ataque a tiros de canhão por submarino de nacionalidade desconhecida; Prejuízos sofridos pelo navio: Afundamento - Perda total. Indemnização paga ao ao armador: 2.700.000$00 em 02/3/1943; Indemnizações pagas aos tripulantes: 136.000$00; Processos de pensão nº 1 a 37; propostas das indemnizações a pagar aos tripulantes sinistrados do lugre "Maria da Glória;
Livro de armamento do navio, pertencente ao oficial imediato, contendo informações acerca da artilharia daquele, bem como as suas características.
Refere o comandante, que o navio continuou amarrado no Alfeite, e que a sua imobilização privou a Missão Hidrográfica das Ilhas Adjacentes, do seu principal elemento de trabalho, devido a problemas nas máquinas principais.
Relatório em que o comandante refere o facto do navio estar imobilizado há algum tempo, devido a questões judiciais entre o Arsenal do Alfeite e a construtora das máquinas principais, "Mackie & Baxter", impedindo o desempenho das missões para as quais foi construído, estando a degradar-se e a necessitar de reparações.
Contém os relatórios da missão hidrográfica às Ilhas Adjacentes, para estudo do Banco "D. João de Castro", bem como, os relativos ao encalhe e tentativas de salvamento do navio, em Cabo Verde.
Documentação referente a registos de propriedade de várias embarcações.
Contém o copiador de notas e ofícios do comando do navio, algumas confidenciais, bem como as notas do Conselho Administrativo.
Registo de correspondência recebida.
Livro Nº D, de termos de vistorias onde consta o nome da embarcação, o nome do proprietário, o valor da vistoria, emolumentos pessoais e a data.
Processo sinistro nº 8 do Vapor" Catalina"; valor: 2.500.000$00; Armador: Sociedade Exploradora transportes Marítimos, Lda.; tráfego em que se empregava: Mercante - longo curso; Viagem em que se deu o sinistro: Leixões - terra Nova, iniciada em 12-12-1941; Causas do sinistro:desconhecido; Prejuízos sofridos pelo navio: Desaparecimento; Reservas matemáticas iniciais: 637.3464$00; Processos de pensão nº 63 a 80. Observações: Não foi feita a prova de se tratar de sinistro de guerra e o navio foi pago pela "Comércio e Indústria".
Contém o registo da situação clínica da guarnição do navio, bem como o diagnóstico, se houve internamento hospitalar, e observações.