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Unidade de instalação nº 11, livro com 199 folhas, onde se encontram registadas todas as situações de interesse que tenham ocorrido a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", tais como : o tempo, a situação, guarnição, serviço clínico, licenças, destacamento, ocorrências, limpezas e fornecimento de material elaboradas pelo Oficial de Dia entre 8 de Fevereiro e 20 de Dezembro de 1940.
Unidade de instalação nº 10, livro com 200 folhas, onde se encontram registadas todas as situações de interesse que tenham ocorrido a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", tais como : o tempo, a situação, guarnição, serviço clínico, licenças, destacamento, ocorrências, limpezas e fornecimento de material elaboradas pelo Oficial de Dia entre 8 de Março de 1939 e 7 de Fevereiro de 1940.
Unidade de instalação nº 135 caixa com 841 folhas, de relatórios dos Chefes de Serviços de Máquinas, do Armamento, de Eletricidade e Comunicações, de Contabilidade, do Contratorpedeiro "DÃO", nos anos de 1940/1954 sobre: - A missão de fiscalização do estado geral do navio e do material e a sua grande reparação em Glasgow; - O lançamento de torpedos para tirocínio dos alunos oficiais em especialização na escola de mecânicos; - Provas de Inclinação e cálculos de Estabilidade; - Experiência de Inclinação realizada após os fabricos de modernização (1953/1954).
Unidade de instalação 134, 2 caixas com 981 folhas de relatórios dos diversos Chefes de Serviço nos anos de 1935/1939, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", sobre: A receção do Material Radiotelegráfico e parte do Eléctrico; Experiências de receção e transmissão; Calibração do Gónio do navio; Experiências de recepção realizadas em máquinas e caldeiras, e provas progressivas com vários esquemas. Reparação do transmissor de O.M. e O.L. do contratorpedeiro, em Março de 1936; Comissão desempenhada entre Casa Blanca, Lisboa, Tanger e Praia da Rocha, de 24 de Julho a 04 de Agosto de 1936; Instrução, manobras e exercícios, quando incorporado na Esquadrilha de Contratorpedeiros em Junho de 1936; Exercícios cinemáticos e esquemas; Exercícios de combóio e escolta; Exercícios Zig-Zag e esquemas; Exercícios de Avistamento e Ataque nocturno e respetivos gráficos, realizados de 05 a 27-07-1939; Lançamentos de torpedos efetuados de 14 a 17 de Agosto; Exercício de Tiro e respetivos esquemas, efetuado em Sesimbra em 14-09-1939, com peças de 120mm.
Unidade de instalação 133, 1 caixa com 39 folhas de relatórios dos diversos Chefes de Serviço no ano de 1959, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", sobre: O primeiro e o segundo períodos de Treino Nacional de adestramento da guarnição do navio, realizados respetivamente, de 16 de Fevereiro a 11 de Março e de 20 de Abril 01 de Maio; Exercício de ataque simulado com torpedos; Exercício Nato Phare Carré dirigido por COMBRESTCHAN, cujo objetivo era: - Treinar as forças aeronavais na sua missão de luta contra o perigo submarino; - Treinar o M.H.Q. Brest na condução de operações A/S; - Treinar os submarinos no ataque a combóios escoltados; - Treinar o L.C.H.Q. de Breste na condução de forças de dragagem e continuar o treino dos dragaminas nas operações nos canais de acesso; O estágio de um grupo constituído por 13 Reservistas da Reserva da Armada, de 27 de Fevereiro a 13 de Março.
Unidade de instalação nº 132/A, livro com 222 folhas de relatórios dos vários Oficiais Chefes de Serviços,feito em Fevereiro de 1945 pelo 1º Tenente Américo das Neves Pacheco, onde constam: Os detalhes dos serviços gerais do Contratorpedeiro "DÃO", desde a guarnição, a lotação, os serviços de Máquinas, os serviços de comunicações, a electricidade, os serviços de saúde e os serviços administrativos; Os acessórios para manobras e vários esquemas com legendas.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: Batelão: "Nazaré"; Chalupa: "Nossa Senhora das Graças"; Draga: "Número Um"; Draga de Garras: "Número Dois"; Lugre com Motor: "Nina"; Navio motor : "Nacala"; "Nereus"; : Rebocador: "Mars 2º"; "Nauticus"; Vapor: "Angola"; "Novo Horizonte": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 42) . O processo do Vapor "Novo Horizonte", tem 1 positivo; o processo do Navio Motor "Nacala" tem 1 positivo.
Unidade de instalação nº 132, Caixa com 07 macetes com o total de 2038 folhas, de relatórios vários sobre: - Macete 1 (1939/1943), com 308 folhas: Manobras e exercícios efetuados pelo navio para adestramento da sua guarnição; 5º Curso de Apontadores; Curso de aperfeiçoamento em Artilharia, para Oficiais em 1939;Gráfico em papel quadriculado da Curva dos Consumos em função das R.P.M., obtida com valores médios observados durante os anos de 1939-1941; Instrução à guarnição, com exercícios demonstrativos, sobre primeiros socorros a náufragos e a feridos, em caso de combate,organizando equipes de maqueiros; Simulacro de ataque com bombas de profundidade, a submarinos de imersão; Instrução de metralhadora "Dreyse" e espingarda "Mauser";Gráfico de sinalização das portas estanques e escotilhas. - Macete 2 (1944/1945) com 238 folhas: O comportamento das máquinas e caldeiras bem como as reparações executadas e todas as beneficiações decorrentes neste período; Instrução de Tiro no mar que constituiu o curso de Apontadores professado na Escola de Artilharia Naval de 07 a 10 de Fevereiro de 1944; Gráfico em papel vegetal sobre o itenerário do passeio efetuado pela guarnição nos dias 3 e 4 de Abril, na Madeira; No dia 28 de Maio de 1945 o navio largou da bóia com sua Excelência o Comodoro a bordo, a fim de dar apoio aos submersíveis "Delfim", "Espadarte" e "Golfinho" nos exercícios a realizar na Costa de Sesimbra. - Macete 3 (1946/1948) com 313 folhas: O estado do material e da guarnição; 2 missões para adestramento da guarnição; 2 comissões para exercícios e, para exames de Apontadores e de Oficiais do curso de Especialização em Artrilharia; 3 gráficos da prova de consumos a 250 R/M, 15,18 e 22 NÓS, na viagem Greenock/Lisboa, realizada em Maio de 1948. - Macete 4 (1949) com 370 folhas: A comissão realizada nos dias 21 e 22 de Outubro de 1949 para prestar honras ao Chefe de Estado Espanhol;Comissão à praia da Vitória em Angra, a fim de proceder ao levantamento de um avião que se despenhou ao Norte de Vila Nova, dia 03 de Novembro de 1948. - Macete 5 (1950/52 e 53) com 231 folhas: Vários relatórios dos Chefes de serviço sobre Educação e Instrução do Pessoal;Exercícios realizados; Instruções especiais nº 3 da F.N.M.; Inspeção do Contratorpedeiro; Prestração de honras do Porto de Setúbal (16 a 23 -02-1950) a 2 Contratorpedeiros ingleses que estavam em visita de cortesia;Exercícios A/S de deteção e busca anti-submarina. - Macete 6 (1951) com 303 folhas: Exercícios em conjunto com o contratorpedeiro "Vouga" nos dias 23 e 26-01-1950 e com a Fragata "Nuno Tristão" em Setúbal ; Prestou honras do porto de Setúbal à 6ª Flotilha de Destroyers da Home Fleet; Comissão com a Home Fleet em Gibraltar de 08 a 29 de Novembro de 1950; Comissão efetuada de 24 de Abril até 15 de Agosto com a missão de ,além de cumprir o defenido nas Instruções especiais nº 4, a): conduzir o Almirante Chefe do Estado Maior General da Armada Holandesa J.Van Holthe, de Santa Maria a Ponta Delgada; b): conduzir S. Exª o Governador Civil do Distrito Autónomo Oriental dos Açores e sua comitiva, de Ponta Delgada a Santa Maria; c): Participar nas manobras no Mar dos Açores, encorporado na Força Naval de Exercícios; d): Conduzir S. EXª o Ministro das Obras Públicas e sua comitiva, na visita às Ilhas Terceira, Graciosa, S.Jorge, Faial e Pico; Missão de transporte de Bougie para Portimão dos restos mortais do Senhor Manuel Teixeira Gomes, que foi presidente da República Portuguesa, prestando-lhe honras militares (11 a 19 de Outubro de 1950); Exercícios de Tiro, exercícios de lançamento de torpedos e de bombas de profundidade; Relatório de entrega do Comando. - Macete 7 (1954/1958) com 275 folhas: O lançamento de 4 torpedos na Costa da Galé e 2 Bombas de profundidade a SW do Espichel, com a assistência dos alunos da Escola Naval nos dias 28 e 29 de Setembro de 1954; Exercícios Sea WHTCH de 17 a 29 de Setembro de 1957; Instrução do curso da I.T.E. de fogueiros motoristas e do estágio dos cadetes da reserva marítima (curso de máquinas);
Carta Patente de Promoção do Capitão-de-fragata José Francisco Schultz ao posto de Capitão-de-mar-e-guerra. Dada em Lisboa.
Portaria autorizando o Capitão-de-fragata José Francisco Schultz a aceitar a mercê de usar as insígnias correspondentes ao grau de Oficial da Ordem da Legião de Honra, com que foi agraciado pelo imperador dos franceses. Dada em Lisboa.
Ofício do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês enviando ao Capitão-de-fragata José Francisco Schultz as insígnias correspondentes ao grau de Oficial da Ordem Imperial da Legião de Honra. Paris.
Diploma do Imperador Francês agraciando o Capitão-de-fragata José Francisco Schultz, comandante da Corveta "Mindelo" com grau de Oficial da Ordem Imperial da Legião de Honra. Dada em Paris.
Portaria autorizando o Capitão-tenente José Francisco Schultz a aceitar a mercê de usar as insígnias correspondentes ao grau de Comendador da Ordem de Leopoldo, com que foi agraciado pelo rei dos belgas, e respetivos registos. Dada em Lisboa.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: Arrastão a Motor; "Ilha Faial";Praia de Buarcos: "Praia do Restelo": Lugre com Motor; "Minhoto; Navio Motor: " Funchalense"; "João do Carmo"; "Maria Cristina"; "Ulysses"; Navio Tanque: "Sameiro"; Palhabote : "Navegante Primeiro"; Vapor: "Albéria"; "Fafe"; "João Diogo"; "Lima"; "Lobito"; "Machado"; "Mira Terra": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 45) . O processo do Lugre "Minhoto" tem 1 positivo; o processo do Navio Motor Funchalense tem 1 positivo; o processo do Vapor Machado tem 1 positivo.
Unidade de instalação nº 130, caixa com 13 folhas, de relatórios sobre o estado do material e guarnição desde 1952 a 1957. Relatórios da vistoria ao navio devido à infiltração de águas que se deu em Recife entre Maio e Junho de 1957.
Unidade de instalação nº 131, caixa com 112 folhas, de diversos relatórios sobre: O serviço de navegação; O estado geral do material; A Calibração do SQUID; Tabela com o material de armamento fixo; Relatório sobre as manobras preparatórias para os exercícios Nato; Relatório referente aos exercícios realizados em Sesimbra; Relatório sobre várias comissões de serviço,treinos nacionais, várias manobras no estrangeiro, uma comissão nos Açores, comissão a Londonderry, exercício Nato Shipshape, adestramento na costa com dadetes de Reserva de Marinha, missão de busca e salvamento avião Artop, comissão a Gibraltar, incluindo exercícios Staritex, Squallex e Sharpex; Inspecção ao navio em 25 de Julho de 1958, depois de ter encalhado na barra de Setúbal;
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: Arrastão a Motor; "Ilha do Pico"; Draga: "Finalmarina": Rebocador : "Douro Primeiro"; "Estoril"; "Falcão Primeiro"; Navio a Motor: "Efalmeida"; "Elizabeth"; Vapor: "Douro"; "Eduardo Maria";"Exportador" contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 43) . A Draga "Finalmarina tem 1 positivo.
Unidade de instalação nº 128, 51 folhas, sem data, de um relatório onde consta o resultado dos estudos feitos sobre os Contratorpedeiros tipo "VOUGA", feito pelo engenheiro Acúrcio Campos de Araújo, 1º/2º Tenente, Engenheiro de Construção Naval; Este relatório foi enviado ao Comando do Contratorpedeiro "DÃO" e, nele são tratados os seguintes assuntos: 1) - Características gerais do "destroyer"; 2) - Expoente de carga; 3) - Querenas direitas; 4) - Pontos principais de indiferença; 5) - Ordenadas do centro de gravidade; 6) - Querenas inclinadas; 7) - Estabilidade; 8) - Variações de caímento; 9) - Comportamento do "destroyer" em mar ondoso. 2 Gráficos dos resultados das querenas direitas; 1 Gráfico de deslocamentos; 1 Gráfico de diagramas de estabilidade; 1 Gráfico de Variações das Imersões; 4 Gráficos de Inclinações;
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: Arrastão a Motor; "Arrábida"; Batelão: "Boa Amizade": Lugre com Motor; "Anfitrite Primeiro"; Navio Motor: " António Coutinho"; "Andulo"; "Arnel"; "Bailundo"; "Buzi"; Navio Tanque: "Bornes"; Rebocador : "Atlético"; "Aveiro"; "Beira Primeiro"; Vapor: "Azevedo Gomes": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 44) . O processo do Rebocador "Atlético" tem 1 positivo.
Unidade de instalação nº 129, caixa com 1366 folhas de relatórios diversos e reparações no Contratorpedeiro "DÃO", entre 1937 e 1962. Relatórios sobre: A vistoria dos turboventiladores; A adaptação de um motor elétrico da oficina de eletricidade; A manufatura de duas peças de transmissão ao lubrificador mecânico da compressora M.S.4; A fratura de duas vâlvulas de dois filtros de nafta; Substituição do linóleo do convéz do Contratorpedeiro; Deformação no vão de balizas 77-78; Montagem de taquímetros no Contratorpedeiro; A aquisição de uma Turbo-Geradora; A reparação do fogão da cozinha da guarnição; A reparação do fogão da cozinha dos oficiais; A modificação nas chumaceiras de impulso das turbinas de alta pressão dos contratorpedeiros; Esquema do Rutor da Turbo-ventoinha nº 1, a calibrar pelo Estaleiro Naval C.U.F.; Esquema da Compressora a vapor que irá sofrer a modificação nos encanamentos de ar de arranque dos motores Diesel; Relatórios dos trabalhos com vista à Modernização do Contratorpedeiro "DÃO" - 1ª e 2ª Fases; Relatórios de vistoria dos Contratorpedeiros "DÃO" e "DOURO" a fim de que seja promovida a sua venda em hasta pública.
Processos de registos de propriedade diversos e cancelamentos de embarcações diversas, na Aassociação Naval de Lisboa e outras : contém o nome do proprietário e as dimensões; relações de iates; registos de barcos recreio, de embarcações; de alvarengas; certificados de arqueação; titulos de registo de propriedade; pedidos de registo de lanchas defensas para acostagem de navios ao cais; de Batelões para serviço de tráfego local; Dragas; Vapores; Pontões-Cais; relação do material registado no "Grémio dos Proprietários de Fragatas e Batelões do Porto de Lisboa e seus respetivos proprietários.
Atas das reuniões do Conselho Administrativo da Missão Naval em Inglaterra.
Unidade de instalação nº 194, livro com 25 folhas que serviu para registo das confidenciais expedidas do contratorpedeiro "DÃO" de 1940 a 1959.
Unidade de instalação nº 171, 93 folhas de correspondência recebida pelo contratorpedeiro, nos anos de 1948/1960 dos serviços de comunicações (TSF e Sinais)
Documentação composta por radiogramas, telegramas e notificações de ocorrências marítimas.
Inclui o registo do serviço diário de bordo, quando o navio se encontra fundeado, onde são registadas informações meteorológicas e as relacionadas com o navio, tais como, guarnição, rondas, licenças, gasolina, bandeira, entre outras.
Inclui o registo do serviço diário de bordo, quando o navio fundeado, onde são registadas informações meteorológicas e relacionadas com o navio, tais como, guarnição, rondas, licenças, gasolina, bandeira, entre outras.
Unidade de instalação nº 12, livro com 200 folhas, onde se encontram registadas todas as situações de interesse que tenham ocorrido a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", tais como : o tempo, a situação, guarnição, serviço clínico, licenças, destacamento, ocorrências, limpezas e fornecimento de material elaboradas pelo Oficial de Dia entre 21 de Dezembro de 1940 e 18 de Novembro de 1941.
Unidade de instalação nº 13, livro com 200 folhas, onde se encontram registadas todas as situações de interesse que tenham ocorrido a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", tais como : o tempo, a situação, guarnição, serviço clínico, licenças, destacamento, ocorrências, limpezas e fornecimento de material elaboradas pelo Oficial de Dia entre 19 de Novembro de 1941 e 28 de Outubro de 1942.
Relatórios relativos ás provas de recepção dos estereotelémetros. As provas dizem respeito à precisão, água, choque, poeira, temperatura, dos altímetros, etc. Relatório trimestral referente à inspeção do material de artilharia em Barrow, Newcastle e noutros locais de Inglaterra.
Relatórios de estágios na "Sperry Gyroscope Cº Ltd.", na "Marconi Wireless Telegraph Company Cº.", na "Standard Telephones and Cables Ltd."; relatório da frequência do curso "ASDIC Long Course."; relatório das visitas a vários estabelecimentos de ensino da Marinha Inglesa; materiais didáticos e programáticos dos cursos frequentados em Inglaterra.
Contém os relatórios de fiscalização da construção dos avisos de 2ª classe e o relatório elaborado pelo oficial encarregado da fiscalização da construção de submersíveis
Contém o relatório do chefe da missão, referente a junho de 1951; relatórios de cursos frequentados durante a missão.
Unidade de Instalação nº 61/A, livro com 100 folhas que serviu para o registo do serviço diário do sargento de vigilância, e todas as ocorrências a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", entre 30 de Maio de 1944 e 20 de Setembro de 1946.
1 Livro com 26 folhas, onde estão registados os serviços, rotinas, avarias, etc., de Armas Submarinas, feitos pelo 2º Tenente Garcez Correia, no período de 29 de Julho de 1958 a 1 de Abril de 1959, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de Instalação nº 53, livro com 199 folhas, onde se encontra registado o serviço dário da máquina fundeado, tais como: situação, caldeiras, operários, sondagens, trabalhos, limpezas, salinidade,consumos, gasolina, diesel,eletrogénio, nafta, escaler, pessoal, destacamentos, movimento das máquinas principais e auxiliares, no período de 10 de Janeiro a 11 de Novembro de 1936.
Unidade de Instalação nº 86, livro com 50 folhas onde se encontram registados os serviços de Conta corrente de óleo, diesel, gasolina e petróleo : Receita, consumo e saldo, da despesa efetuada a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", desde 05 de Janeiro de 1935 a 01 de Setembro de 1936.
Unidade de Instalação nº 87, livro com 50 folhas onde se encontram registados os serviços de escuta e transmissão entre as estações de rádios da esquadrilha e demais navios em cruzeiro, submarinos e aviões; Registos efetuados entre 24 de Junho de 1935 e 16 de Julho de 1936, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de instalação nº 82/B, livro com 92 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, etc.; Voltagem, densidade, duração de carga e descarga das baterias, dínamos,etc.; Limpeza de diverso material eléctrico; Temperatura ambiente; Experiência dos circuitos de torpedos, dos projectores, pinturas dos morteiros. Registos efectuados pelo Sargento de serviço, entre 22 de Março a 09 de Agosto de 1936.
Unidade de instalação nº 83, livro com 200 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, etc.; Voltagem, densidade, duração de carga e descarga das baterias, dínamos,etc.; Limpeza de diverso material eléctrico; Temperatura ambiente; Experiência dos circuitos de torpedos, dos projectores, pinturas dos morteiros. Registos efectuados pelo Sargento de serviço, entre 04 de Dezembro de 1946 e 21 de Junho de 1947, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de Instalação nº 84, livro com 52 folhas onde se encontram registados os serviços de artilharia efetuados a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", de 01 de Novembro de 1935 a 20 de Setembro de 1940: Substituição dos diagramas dos higrógrafos; Limpezas de armamento portátil; Verificação da pressão dos freios; Limpezas na Central Transmissora e na alma das peças; Faschinas nas batarias, nas peças 120mm e nas pom-pons; Benefeciação das plataformas e linguetes dos maquinismos de direcção das peças, etc.
Unidade de instalação nº 85, livro com 25 folhas onde se encontra registada a descrição das avarias e de beneficiação de todo o material do serviço de navegação, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO",entre 16 de Agosto de 1939 e 14 de Março de 1941, tais como: Agulhas magnéticas: de padrão, Kelvin Bottomley e Baird, Lda.; de governo, Hughens e Son, Lda.; de meio navio, Kelvin Bottomley e Baird, Lda.; de escaler líquida e seca; Ampulhetas da casa de pilotagem; Barógrafos e Barómetros aneroides; Binóculos "Colmont", "Zeiss" e de lentes; Comparador; Contadores de segundos "Junghans"; Cronómetros; Densímetros; Estojo de Desenho; Higrógrafos; Deflector; Compasso de 3 pontas; Termógrafos; etc.
Unidade de instalação nº 80, livro com 201 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, etc.; Voltagem, densidade, duração de carga e descarga das baterias, dínamos,etc.; Limpeza de diverso material eléctrico; Temperatura ambiente; Experiência dos circuitos de torpedos, dos projectores, pinturas dos morteiros. Registos efectuados pelo Sargento de serviço, entre 02 de Novembro de 1945 e 19 de Maio de 1946, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de instalação nº 81, livro com 200 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, etc.; Voltagem, densidade, duração de carga e descarga das baterias, dínamos,etc.; Limpeza de diverso material eléctrico; Temperatura ambiente; Experiência dos circuitos de torpedos, dos projectores, pinturas dos morteiros. Registos efectuados pelo Sargento de serviço, entre 20 de Maio e 04 de Dezembro de 1946,a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de instalação nº 82, livro com 50 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, baterias, material usado e trabalhos efectuados,etc., registados pelo sargento de serviço no período entre 05 de Janeiro a 15 de Abril de 1935, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Unidade de instalação nº 82/A, livro com 198 folhas onde se encontram registados todos os serviços diários de electricidade: Avarias, reparações e beneficiação de ventoinhas,dínamos, lanternas,circuitos,geradores, etc.; Voltagem, densidade, energia, duração de carga e descarga das baterias, dínamos,etc.; Limpeza de diverso material eléctrico; Temperatura ambiente; Experiência dos circuitos de torpedos, dos projectores, pinturas dos morteiros. Registos efectuados pelo Sargento de serviço, entre 29 de Agosto de 1935 e 20 de Maio de 1936, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 26 de Junho de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 20 e 21 de Junho, altura em que largou a fim de retirar “pegadilhos” que danificavam as redes dos pescadores, na praia da Nazaré. Verificou-se mais tarde, através da ação do mergulhador, que desceu várias vezes aos locais assinalados pelos pescadores, que as redes prendiam em pedras de grande dimensão, que apareciam fora da areia. No dia seguinte, prosseguiram os trabalhos tendo sido encontrado um pedaço de cantoneira de ferro enterrado, na areia, tendo cerca de um metro a descoberto. Foi retirado com o auxílio do guincho de bordo. Em seguida suspendeu e rumou ao ponto a Lisboa. Contém na folha 5, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,5x13 cm e 5,8X8,8 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “N.S. Patrão Lopes, na enseada da Nazareth em 20 de Junho de 1930” e “Lancha do mergulhador do N.S. ‘Patrão Lopes’ rodeada de lanchas de pescadores, no local conhecido pela ‘Coroa’. “ Na folha 6, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 13x8,2 cm e 8x13 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Içando a cantoneira retirada do fundo. Nela se veem pedaços de rêdes [sic] perdidas pelos pescadores” e “Efeito da rebentação, na praia da Nazareth, no dia 21 de Junho de 1930, visto de bordo duma embarcação, ao mar da Moiteira”. Tem na folha 8, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8x13 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Na praia da Nazareth em 21 de Junho de 1930. No [?] da ondulação” e “O rebentamento duma vaga, na praia da Nazareth, em 21 de Junho de 1930”. Por último, na folha 9, tem uma prova fotográfica colada, monocromática, de 8x13 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Rebentação na praia da Nazareth em 21 de Junho de 1930, visto de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ perto da ‘Coroa’.” Tem diversos despachos apostos na capa, o último com despacho de 07/7/1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 2 de Junho de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 23 a 30 de Maio de 1930, na barra do porto de Setúbal, a fim de efetuar a substituição de boias. Contém diversos despachos o último de 16 de Junho de 1930. Contém na folha 9, três provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,5x8,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Saída dum foguetão lançado de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ para o estabelecimento dum cabo vai-vem” e “Exercício de estabelecimento dum cabo vai-vem, entre o N.S. ‘Patrão Lopes’ e a ponte da ‘Sapec’ à distância de 250 m aproximadamente". Na folha 12, três provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,5x8,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspectos do serviço realizado pelo N.S. ‘Patão Lopes’, nos dias 28 e 29 de Maio de 1930: colocação de 2 amarrações em frente da Fábrica de cimento, no Outão” e “Vista da Fábrica de Cimento no Outão, tirada do local onde foram colocadas as amarrações”.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: Navio Motor: "Senhora do Mar"; "Shell 11"; "Shell 15"; "Silnave"; "Silva Gouveia"; Navio Tanque: "Shell 17"; Rebocador: "Serra da Arrábida"; Vapor: "Saudades"; "Serpa Pinto"; "Sete Cidades"; "Silva Gouveia" : contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 41) . Português, Inglês.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 08 de Janeiro de 1931, relativo à missão desempenhada por aquele navio no dia 06 de Janeiro daquele ano, data em que efetuou o estudo do local do afundamento do vapor de pesca “Pátria III” e as suas possibilidades de salvamento na barra de Setúbal. Contém dois esquissos, em papel vegetal, com legenda a vermelho e com o seguinte título: “Plano da barra de Setúbal, junto às boias de entrada”. Nota n.º 1589, de 31/12/1920, do Capitão do Porto, Capitão Tenente José Vicente Lopes, para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 04/08/1930. Apresenta junto nota manuscrita em papel pautado. Ofício, de 08/01/1931, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 21/02/1931. Apresenta junto nota n.º 1589 de 31 de Dezembro de 1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 4 de Dezembro de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio 19 a 21 de Novembro daquele ano, quando prestou assistência ao paquete inglês “Highland Hope” junto às Berlengas. O Comandante e os sete oficiais do navio encalhado tinham abandonado o navio alegando que este se encontrava perdido. O NS Patrão Lopes chegou ao local onde esteve a tirar algumas fotografias, para poder avaliar a situação, tendo seguido para junto do mesmo. Ao entrar a bordo, encontrou vários pescadores e marítimos que procediam à recolha de vários objetos, afirmando que tinham ordens do Capitão do Porto de Peniche, que não se encontrava presente. O Comandante do NS Patrão Lopes achou tratar-se de pilhagens pelo foi preciso montar guarda armada ao navio encalhado, já que também foram intercetados, no posto da TSF, diversos rádios que deixavam informar os intentos de dois rebocadores, um alemão e outro dinamarquês de tomar conta do navio sinistrado. Ainda foi feita uma avaliação pelo mergulhador português Joaquim Sabino, sob condições muito duras do mar, tendo concluído o Comandante que o navio estava perdido. Procedeu-se à retirada de algumas bagagens trazidas para o navio à força de braços, trabalho bastante extenuante e perigosa. Dada a impossibilidade de desembarca o material em Peniche, devido ao estado do tempo e mar, seguiu a demandar o porto de Lisboa. Capa com atilho selado com lacre de cera vermelha, com sinete do Patrão Lopes. Tem diversos despachos apostos, último com data de 29/1/1931. Contém na f. 5A duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,2 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Situação do ‘Highland Hope’, no dia 19-11-930, quando o N.S. ‘Patrão Lopes’ chegou junto dele, pelas 1553. Veem-se na fotografia as embarcações de pesca dos pescadores de Peniche e a parte superior do Farilhão grande ainda encoberto pelo nevoeiro” e “Aspecto do ‘Highland Hope’ tomado no dia 19-11-930. As embarcações dos pescadores de Peniche, ocupam-se no salvamento das bagagens dos camarotes”. Na folha 5B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,2 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do ‘Highland Hope’, visto pela sua popa, encalhado entre o Farilhão Grande, por EB, e o Farilhão do Nordeste, por BB, no dia 19-11-930. Pelas vigias da alheta de EB, que foram deixadas abertas, jorra a água, que já então invadira os alojamentos da 2ª classe” e “Aspecto do ‘Highland Hope’, tomado do lado de EB, no dia 19-11-1930, pelas 16 horas, em meia maré vazante”. Tem na folha 7A, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8x13 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do Highland Hope’, tomado em 20-11-930, do fundeadouro dos navios de salvação que acorreram a prestar-lhe assistência. O N.S. ‘Patrão Lopes’ vê-se projectado sobre o Farilhão de Nordeste” e “Situação do Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do baixa-mar”. A primeira prova contém anotações manuscritas a vermelho. Na folha 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 9x14 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Prumadas feitas no dia 19-11-1930, começo às 1700 e fim às 18:20” e as seguintes notas: “Profundidades em braças - r: rocha e a: areia” e “A primeira prumada foi feita à proa BB, seguindo-se depois a prumar a EB, da proa para a popa. O baixa-mar foi às 19 horas e 4 minutos”. Tem também legenda impressa: “M.V. Highland Hope”. As profundidades em braças foram escritas em tinta vermelha sobre a prova fotográfica. Na folha 14B, tem uma cópia fotográfica colada, do navio Highland Hope, de 11,7x21,2 cm, com legendas manuscritas e numeradas e com indicação manuscrita, na própria fotografia, com tracejado a vermelho, do número a que corresponde a legenda, sobre a atuação da tripulação do NS Patrão Lopes, nomeadamente a retirada das bagagens do referido navio. Na folha 15B existe uma prova fotográfica colada, do navio M.V. “Highland Hope”, de 14x26,5 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Inspecção feita pelo mergulhador no dia 20 de Novembro de 1930 - tendo começado às 0935 e terminado às 11045. N.B. A inspecção foi passada ao fundo do ‘Highland Hope’ do lado de BB” e “O mergulhador inspecionou as obras vivas do ‘Highland Hope’ não tendo podido proceder à inspecção do lado de EB, em virtude do estado do mar não permitir a sua descida”. Tem anotações a vermelho na própria fotografia. Na folha 15C, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,3 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do encalhe do ‘Highland Hope’, tomado da ponte do Comando no dia 20-11-930. No primeiro plano, do lado de BB, veem-se os Ferreiros de Barlavento e mais longe pelo mesmo bordo o Farilhão da Cova, e pelo lado de EB no primeiro plano as rochas Ferreiros de Barlavento e mais distante o Farilhão Grande” e “Aspecto do mar, tomado do spardeck da 1ª classe a EB, do ‘Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde”. Na folha 15D, foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,4x13,4 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “A água do mar invadindo pelo lado EB, o porão de ré de ‘Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde” e “Outro aspecto da água do mar, entrando por EB, e inundando o porão de ré do ‘Highland Hope’ no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde.” Na folha 21B foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,4x13,4 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Situação do ‘Highland Hope’, no dia 21-11-930, quando o N.S. ‘Patrão Lopes’ retirou do local do encalhe” e “Bagagens salvas do ‘Highland Hope’, e pela popa, a reboque, as duas balieiras salva-vidas daquele navio.” Por último na folha 22B colada uma prova fotográfica, monocromática, de 8,4x13,2 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Rebentação no Cabo Razo, no dia 21-11-930, pelas 1430 (mau tempo do sudoeste) na ocasião em que este cabo foi dobrado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’ de regresso ao Tejo, dos Farilhões, transportando as bagagens do porão dos passageiros do ‘Highland Hope’ e mais salvados, feitos pela guarnição do N.S. ‘Patrão Lopes’.”
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Agosto de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 14 a 28 de Julho daquele ano, altura em que efectuou a reflutuação do vapor cisterna “Alviela”, que se afundara quando atracado à “Quanza” que se encontrava amarrada à ponte do Arsenal da Marinha. Nota n.º 20 de 15 de Agosto de 1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Na p. 3B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm com a seguinte legenda: “No primeiro plano vê-se uma das almofadas empregadas na vedação da escotilha da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’, sustentando o chupadôr [sic], pronta a ser arriada para o fundo e colocada no seu logar [sic]. A lancha do mergulhador [sic] da A.G.P.L. e a do N.S. ‘Patrão Lopes’ com o material e pessoal respectivo do serviço de mergulhação [sic].” Na p. 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 10x12 cm, com a seguinte legenda: “O primeiro cofferdam que foi colocado na chaminé do ‘Alviela’”. Na p. 12B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra a perfeição com que o mergulhadôr [sic] Joaquim Sabino fez a vedação das frinchas da união das quarteladas dos ventiladôres [sic] utilizando lona e merlim. Retirada uma das almofadas é introduzido um chupadôr [sic] que é levado até ao fundo da casa da máquina a fim de ultimar o esgoto dêsse [sic] compartimento”. Na p. 13B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Bomba submersível eléctrica esgotando a casa da máquina e caldeira do Alviela”. Na p. 20B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,7x8,7 cm e 12,5x17,5 cm, com as seguintes legendas: “A bomba centrifuga transportável n.º 3 procedendo ao esgoto da casa da máquina do Alviela” e “ A manobra da colocação do 2.º cofferdam na chaminé do ‘Alviela’. No segundo plano da fotografia vê-se a falua n.º 1 e nela instalada a bomba centrifuga transportável nº 3 que foi empregada no esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira daquele vapôr [sic]”. Na p. 22B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia, tirada na noite de 26/27, mostra nitidamente a deformação sofrida pela escotilha da casa da máquina do Alviela”. Na p. 24B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O mergulhadôr [sic] da A.G.P.L. executando o trabalho de vedação da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’. Na fotografia, além da barca que ainda conserva dados os cabos d’aço passados na clara da hélice da embarcação afundada, vê-se, também, a falua nº 1, onde se instalou a bomba centrifugadora transportável nº 3 à qual é fornecido vapor de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ por intermédio do tubo flexível de cobre, constituído por várias quarteladas”. Na p. 25B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O conjunto formado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’, cábrea ‘António Augusto de Aguiar”, draga ‘Mondego’, barca de amarrações ‘Alfeite’ e outras embarcações, do Arsenal da Marinha, durante o serviço de salvação do ‘Alviela’.” Na p. 28B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Estrôpos [sic] de corrente e de cabo d’aço, de 5”, passados na clara da hélice e nos quais engatavam os aparelhos da cábrea “António Augusto de Aguiar”, para suspensão da pôpa [sic] do ‘Alviela’”. Na p. 29B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x15 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia apresenta o mastro do ‘Alviela’ ao qual foi arroteado o mastro duma embarcação, do N.S. ‘Patrão Lopes’, para sustentar os tubos de entrada de ar na cisterna, de forma a ficarem com a extremidade fora de água em qualquer altura da maré". A barcaça ‘Alfeite’ sustentando os cabos manilhados aos estropos passados aos escovéns daquele vapor-cisterna e a draga ‘Mondego’.” Na p. 32B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “A draga ‘Mondego’, aspirando o lôdo [sic] na altura da prôa [sic] do ‘Alviela’ a fim de poder passar por debaixo deste um estrôpo [sic]. No gaviete da barcaça ‘Alfeite’ veem-se gurnidas [sic] as duas espias manilhadas nos estropos passados aos escovéns do vapôr [sic] afundado.” Na p. 33B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 o ‘Alviela’, pela acção do esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira e, também, da cisterna e esforços exercidos pela cábrea ‘António Augusto Aguiar’, na pôpa [sic] daquele vapôr [sic] e pela barcaça ‘Alfeite’ na prôa [sic], vai sendo trazido à superfície, apresentando a fotografia já parte da chaminé fora d’agua”. Na p. 33C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 depois da chaminé e ventiladores [sic], emerge da água a escotilha da casa da máquina na qual se veem as almofadas utilizadas na vedação e colocação dos chupadôres [sic] que fizeram o esgôto [sic]”. Na p. 33D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27, aspecto tomado quando emergia a casa do leme do Alviel”. Na p. 34B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra como os cabos d’aço manilhados aos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ gurniam [sic] no gaviete da ‘Alfeite’ do que resultava qualquer aboço ou manilha de ligação oferecer tal resistência à passagem no rolete daquele gaviete que provocava o seu rebentamento.” Na p. 35B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “A almofada (face interior) que chegou a ser feita para vedar a entrada da água nos alojamentos da guarnição do ‘Alviela’ com o orifício para passagem do chupadôr [sic] destnado ao esgôto [sic]” e “A face exterior da almofada”. Na p. 36B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “Na fotografia vê-se a deformação sofrida pela manilha do estrôpo [sic] de corrente passado à clara do hélice do ‘Alviela’ depois do esforço sobre ela exercido por intermédio dos aparelhos da cábrea ‘António Augusto de Aguiar’ e “Nesta fotografia vê-se ainda a deformação da manilha e os elos dos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ e que partiram na noite de 26/27 sendo causa de que nessa noite não tivesse sido reflutuado aquele navio cisterna”. Na p. 37B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,6x18 cm, com a seguinte legenda: “A prôa [sic] do ‘Alviela’ no convez [sic] do qual e dados para a cisterna, se veem os chupadôres [sic] utilizados no esgôto [sic]. Esta fotografia mostra a forma como abre para o convez [sic] a porta do alojamento da tripulação que tornou impossível a colocação da vedação para poder ser feito o esgôto [sic] dêsse [sic] alojamento. No castelo vê-se ainda estabelecido o chupadôr [sic] que fêz [sic] o esgôto [sic] do peack-tank, quando a escotilha deste emergiu.” Na p. 37C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 28, o ‘Alviela’ prolongado com o N.S. Patrão Lopes”. Na p. 37D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 02 de Fevereiro de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 23 e 28 de Janeiro daquele ano, altura em que procedeu ao salvamento da fragata B.332.T.L. afundada em frente da ponte da Escola de Aplicação da Marinha, em Vila Franca de Xira. As provas fotográficas têm, a vermelho, anotações manuscritas. Na p. 2, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 9,9x14,5 cm com a seguinte legenda: “A ponte que serve a Escola de Aplicação de Marinha junto à qual em Outubro de 1933 se afundou a fragata B.332.T.L.” Na p. 5, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas: 1) Inclinação de 7o do navio na ocasião de serem rondados os cabos dados à fragata e 2) Inclinação de 15º do navio na ocasião da fragata ser suspensa do fundo. Na p. 7 coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas: 1) Ao chegar a fragata à superfície reconhece-se haver necessidade de a aliviar completamente do peso do burgau. Os mergulhadores precedendo a êsse trabalho. 2) Os mergulhadores procedendo à descarga do burgau. Vê-se na fotografia o caixote em que era içado à borda do navio. Na p. 8 coladas mais duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9.5x14.5 cm, com as seguintes legendas: 1) A fragata completamente aliviada do pêso do burgau surge da água. 2) A fragata rebocada pelo gasolina do N.S. 'Patrão Lopes' é conduzida a reboque para o caes de Vila Franca de Xira junto ao qual foi encalhada”. Nota n.º 5 de 02/2/1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 12/05/1934.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 04 de Agosto de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 23 de Julho a 03 de Agosto daquele ano, quando largou dirigindo-se a Angra do Heroísmo, levando quatro oficiais do Exército que por ordem do Governo lhes fora fixada residência. Mais tarde foi-lhe dado ordem para conduzir os referidos oficiais para a cidade da Horta, tendo o seu desembarque ocorrido em 29 de Julho. Nota n.º 14 de 04/8/1930 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 04/08/1930. Apresenta junto nota manuscrita em papel pautado.
Unidade de Instalação nº 70/A, livro com 200 folhas que serviu para o registo dos trabalhos da secção das Caldeiras Navegando: Temperaturas, rotação, pressão do óleo de lubrificação nas turbinas, bomba de circulação dos condensadores, vapores, salinidade, etc., registos efectuados entre 31 de Março de 1941 e 18 de Dezembro de 1946.
Unidade de instalação nº 84/A, livro com 100 folhas, onde se encontram registados todos os serviços relacionados com o equipamento de Artilharia: Espingardas Mauser, Metrelhadoras, Antenas de Radar, Armas portáteis, Oerlikons, Bofors, Peças 120/50, 120/60 e 40 mm, Dessecagem do Telémetro e demais benefeciações efetuadas a bordo do Contratorpedeiro "DÃO" entre 01 de Abril de 1952 a 09 de Novembro de 1956.
Unidade de instalação nº 92, livro com 321 folhas onde constam todas as reparações relacionadas com o Contratorpedeiro "DÃO", nos estaleiros da firma Yarrow, no período de 28 de Agosto de 1947 a 11 de Maio de 1948. O livro contém alguns esquemas ilustrativos : 3 esquemas que ilustram o estado das folgas das pás fixas e móveis de ambas as turbinas; 2 esquemas que ilustram as folgas das palhetas da turbina,antes da reparação; 2 esquemas que ilustram as folgas depois da reparação; folgas nas chumaceiras ilustradas num esquema; 1 esquema do Compensador de dilatação; esquema de encanamentos de água doce.
Unidade de instalação nº 93, livro com 25 folhas,onde estão registadas todas as instruções permanentes de serviço, instruções contidas nas diversas ordens assinadas pelo oficial de serviço, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", de 22 de Junho de 1938 a 30 de Abril de 1945.
Unidade de instalação nº 90, livro com 50 páginas que serviu para registo diário de sinais avistados a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", entre 02 de Agosto de 1949 e 05 de Julho de 1954.
Unidade de instalação nº 91, 1 livro com 33 folhas onde se registou toda a descrição e história dos aparelhos motores do navio, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO",no ano de 1935: Máquinas Rotativas; Máquinas de Combustão Interna; Transmissores; Propulsores; Condensadores; Geradores; Vedetas e Escaleres; Paióis de Combustível; Consumo de Óleo Combustível; Máquinas auxiliares; Outras Máquinas não especificadas. O livro contém 24 páginas manuscritas e 9 páginas em branco.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: ";Arrastão a motor; "Polo Norte"; :Arrastão a Vapor: "Pádua"; ;Batelão: "Primeiro"; Draga de Baldes "Pietra Ligure"; Fragata co Motor :"Primos"; Lugre com Motor: "Oliveirense"; "Pedro Miguel" ; Navio Motor: "Óscar"; "Portucale"; "Ribeira Asseca"; Rebocadores: Oceânia"; "Praia Grande"; Vapores: "Pebane"; "Pinhel"; "Quanza"; "Quionga": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 39) . Português, Inglês.
Unidade de Instalação nº 88, livro com 200 folhas onde se encontram registados os serviços do Asdic: Começando pela descrição da instalação "Asdic", seguida do detalhe A./S., relativamente ao nº de bordo, nº de matrícula, à graduação, encargos e postos de trabalho dos tripulantes do navio; detalhe do pessoal e do trabalho a efetuar por cada um: Tempo que operam, cuidados e manutenção, rotinas e verificações, avarias e reparações, a bordo do Contratorpedeiro "DÃO" entre 17 de Junho de 1948 e 14 de Fevereiro de 1955.
Unidade de Instalação nº 89, livro com 50 folhas onde se encontram registados as faltas e os castigos infringidos pela guarnição a bordo do Contratorpedeiro "DÃO", de 17 de Janeiro de 1935 a 6 de Agosto de 1959.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: "; Arrastão a Motor; "Santa Mafalda"; Draga : "Santa Apolónia Segundo"; Iate com Motor; "Santa Lídia"; Lugre com Motor : "Santa Isabel"; "São Judas Tadeu"; Navio Motor; "Sam Tiago"; Santo André"; Santo Antão; "São Silvano"; "São Silvares"; São Silvério; "São Silvestre; "Save"; Navio Tanque; "Sameiro"; Rebocador; Sado; Vapor: "Santa Bárbara Primeiro" "Saudades"; Vapor Rebocador: "São Cristóvão": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais;escrituras de venda; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 37) . Português, Inglês. O proc. da Draga "Santa Apolónia Segundo" contém 1 positivo; O proc. do Lugre "São Judas Tadeu" contém 1 positivo.
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: "; Lugre com Motor "Viriato"; Navio Motor: "Sonami; Soto Maior; Tagus; Terceirense; "Ulisses"; "Vila do Porto"; "Zambézia"; Rebocador; "Soure"; "Urano"; ;Vapor : "Sofala"; "Ultramrino"; "Zé Manel": Vapor de Pesca; "Trevo Segundo": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 36) . Português, Inglês.
Unidade de Instalação nº 87, livro com 50 folhas onde se encontram registados os serviços de escuta e transmissão entre as estações de rádios da esquadrilha e demais navios em cruzeiro, submarinos e aviões; Limpeza de encargos ; Tratamento de navios; Reparação de emissor danificado; Registos efetuados entre 14 de Dezembro de 1944 e 18 de Dezembro de 1946 a bordo do Contratorpedeiro "DÃO".
Documentos de cancelamento de registos de propriedade de navios diversos: "; Arrastão a motor: "Ilha do Corvo"; "Ilha das Flores"; "Ilha de Maio"; "Ilha do Pico"; : Batelão: "I.P. 4"; "I.P. 19"; "I.P. 20": Iate com motor; "Inesperado"; Lugre com motor: "Islândia; Navio Motor: "Ilha do Faial"; "Ilha da Madeira"; "India": Vapores de Pesca; "Inhambane"; "Invencível II"; " Invencível III": contém certificados de registo de propriedade cancelados; relatórios dos motores principais; relatórios de inspeção aos meios de salvação a bordo; certificados de arqueação; certificados de registo de propriedade; autos de cancelamento de registo de propriedade; passaportes e passaportes provisórios; naufrágios e respetivos autos. (Arquivo Intermédio- Maço n.º 35) . Português, Inglês, (O Arrastão "Ilha de Maio , naufragou por encalhe).
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 22 de Agosto de 1935, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 27 a 29 de Julho daquele ano, que consistiu no reboque para a barra de Aveiro, da Draga “Dr. Oliveira Salazar”. Contém nota n.º 17, de 23/08/1935, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 06/09/1935. Na p. 2, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,7x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’; características: comprimento - 39,9 m; bôca - 9,75; pontal - 2,51; calado - 1,10.” Na p. 4, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’ a reboque do N.S. ‘Patrão Lopes’ no dia 27 de Julho de 1935, navegando na costa oeste com destino à barra de Aveiro”. Na p. 6, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’ fundeada na barra de Aveiro, no dia 28 de Julho, vendo-se na fotografia o N.S. ‘Patrão Lopes’ e o rebocador ‘Neiva’.
Relatório confidencial do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 24 de Junho de 1935, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 08 a 12 de Junho daquele ano, que consistiu no reboque do Tejo para a barra de Viana do Castelo, da draga “Mondego” e respetivo batelão de carga. Ofício de 26/6/1935 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 28/06/1935. Capa com atilho selado com lacre de cera vermelha, com sinete do Patrão Lopes. Na p. 6, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 11, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,5x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 14, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,5x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 15, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 16, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 17, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 18, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 19, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.
Devolução de 3 relatórios, respeitantes a missões desempenhadas pelo N.S. "Patrão Lopes", ao Comandante Fernando Monteiro de Barros, em 20 de Abril de 1959. 1 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 04 de Setembro de 1931, relativo à missão desempenhada por aquele navio nos dias 25 a 27 de Agosto, data em que procedeu à recuperação da boia luminosa da barra de Setúbal, que na noite de 19 para 20 de Julho último, fora arrastada da sua posição afundando-se. Fazem parte deste processo as notas 225, 1168 e 18. Na p. 11, existe uma prova fotográfica monocromática colada, de 13,5x28,5 cm, com a seguinte legenda manuscritas: “A boia luminosa surgindo da água”. Na p. 12, foi colada uma prova fotográfica monocromática, de 14x9 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “ A boia luminosa junto ao navio, momentos antes de ser içada para bordo”. Na p. 13, foi colada uma prova fotográfica monocromática, de 14x9 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Recolhendo a boia a bordo, depois de se ter desmontado a coluna do farolim”. 1 croqui, em papel milimétrico, de 18x27 cm, com o seguinte título: “Croquis do declive do fundo do mar, obtido pelas alturas de água lidas na bomba do mergulhador, quando este desceu, no dia 26, no local onde se encontrava a boia luminosa da barra de Setúbal antes de ter sido arrastado.” Contém 1 esboço, manuscrito, em papel vegetal, 27x47,5 cm em folha de 31,6x54 cm, com o seguinte título: “Barra de Setúbal - Pesquisas efectuadas pelo N.S. ‘Patrão Lopes’ para a recuperação da boia luminosa da barra afundada na noite de 19:20 de Julho de 1931.” 2 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 29 de Janeiro de 1932, relativo à missão desempenhada por aquele navio nos dias 19 a 22 de Janeiro daquele ano, data em que procedeu à localização do galeão “Estrela do Mar” e sua destruição. Fazem parte deste processo as notas 10 e 21 de 29 de Janeiro de 1932 e nota n.º 241 de 12 de Fevereiro de 1932. Têm diversos despachos apostos, último com data de 13/2/1932. Contém 1 esboço, manuscrito, em papel encerado, 20,5x34 cm, em folha de 24x42 cm, escala 1: 25 000, com representação da costa portuguesa (entre a Parede e S. Julião em Lisboa). Na p. 24 foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Posição assinalada pelos pilotos da barra como sendo aquele onde se achava afundada a traineira “Estrela do Mar”. Enfiamento (1) . Egreja [sic] de S. Domingos de Rana por uma casa de telhado vermelho metido entre o arvoredo. Enfiamento (2): um moinho situado na parte mais elevada do terreno da Parede pela torre da ermida do sanatório Chamiço” e “ Recolhendo do fundo do mar um tanque cisterna da casa máquina da traineira afundada no qual pegou 1 rocega no dia 21”. Na p. 25 foi colada uma prova monocromática, de 5,7x8,5 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Aspecto da costa tomada do local onde na realidade se acha afundado o galeão “Estrela do mar”. As espias que se vêm na fotografia são dos ancorotes espiados pelas alhetas do N.S. “Patrão Lopes”. 3 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 16 de Dezembro de 1935, relativo às missões desempenhada por aquele navio entre os dias 24 de Outubro e 7 de Dezembro de 1935, quando prestou assistência ao “Lima e “Dão” durante os exercícios de lançamento de torpedos. Fazem parte deste processo a nota 20 de 18/12/1935, com despacho de 19/12/1935. Na p. 28 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Aspecto da Costa tomado da posição assinalada pela boia circular de salvação como sendo aquela em que se afundara o torpedo”. Na p. 30 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 25 de Outubro apezar (sic) do estado do mar não se apresentar favorável a pesquiza (sic) feita pelo mergulhador, não deixou por esse motivo de ser feita, como se verifica na fotografia tomada, quando o torpedeiro n.º 4086, José Marques dos Santos, se achava no fundo do mar”. Na p. 32 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia mostra a disposição das embarcações para a rocega, feita por meio de rede d’aço. No plano anterior vêem-se as embarcações que sustentavam a rede, a da esquerda foi rebocada pelo guincho do N.S. ‘Patrão Lopes’ e a da direita pelo gasolina. Enquanto se ultimavam os preparativos, para efectuar essa rocega, o mergulhador procedia a pesquizas.” Contém 1 esboço, manuscrito, em papel encerado, 43,5x55,5 cm, escala 1: 6 600, com representação da costa portuguesa (entre a Parede e S. Julião em Lisboa). Na p. 34 e 38 apresenta desenhos das manobras do N.S. Patrão Lopes, em papel vegetal. Na p. 39 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “A rocega feita a reboque do gasolina, por meio do seio dum cabo d’aço de 100 metros de comprimento, cujos chicotes davam às popas de duas balieiras, mantidas ligadas uma à outra, mas separadas, pelos mastros cruzados e abotoados sobre as falcas interiores, também não acusou a presença do torpedo mas prendeu nos pedaços de ferro em que a outra rocega pegou”. Na p. 43, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “A ogiva de combate (comprimento 1,294 m e peso de 368 Kg) que, tendo caído ao rio em frente da Doca dos Submersíveis, em local de profundidade 23 metros, onde o mergulhador não tinha visibilidade, 27 horas depois de iniciada a sua procura se achava recuperada. O torpedo a que pertence essa ogiva igual ao que foi procurado na barra em frente da Parede tem as seguintes características: comprimento - 7m e peso- 1.575 Kg”. Na p. 47, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 29 de Outubro o estado do mar não permitiu que os contra-torpedeiros ‘Lima’ e ‘Dão’ perseguissem no exercício de lançamento de torpedos. A fotografia mostra a rebentação na Ponta Salmôdo”. Tem, ainda, legenda manuscrita: “Contra-torpedeiro Lima”. Na p. 50, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O torpedo lançado pelo Contra-torpedo ‘Lima’ tendo emergido junto da embarcação-alvo foi seguro pelo gasolina do N.S. Patrão Lopes”. Na p. 51, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O Contra-torpedo ‘Lima’ procedendo à recolha do torpedo que lançara e que fôra [sic] levado a seu bordo pelo gasolina do N.S. ‘Patrão Lopes’ que assiste a essa operação pairando junto dêle [sic]”. Na p. 54, falta uma prova fotográfica que teria a seguinte legenda: “O Contra-torpedeiro ‘Lima’ à recolha do torpedo que viera de lançar”.
Inclui o registo tudo quanto interessa à navegação, como rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, pelo Oficial de Quarto. Destaca-se a viagem realizada em Novembro de 1917, quando se deslocou a Spezia, na Itália, para escoltar três submersíveis que foram encomendados aos estaleiros italianos da Fiat, em San Giorgio, com os nomes de "Foca", "Golfinho e "Hidra".
Inclui o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo Oficial de Quarto.
Correspondência geral, do navio, compreendida entre 1929 e 1936.
Relatório, de 15 de Julho de 1935, do Chefe do Serviço de Máquinas, enviado ao Comando Geral da Armada pelo Comandante Fernando Monteiro de Barros, em 29 de Julho de 1935. O relatório incide sobre o estado geral das máquinas. Contém notas 164 e 250, com diversos despachos, último de 30/07/1935.
Carta Patente de Comissão promovendo o Guarda-marinha José Francisco Schultz ao posto de Segundo-tenente, e respetivos registos. Dada em Goa.
Livro onde constam registos de louvores e recompensas atribuídos aos funcionários.
Livro de registo de castigos atribuídos aos funcionários.
Condecorações referentes a José Francisco Schultz, concedidas no âmbito profissional.
Carta Geral do curso de Matemática da Academia Real da Marinha de José Francisco Schultz e registos.
Carta Final Passada na Companhia Real e Academia dos Guardas Marinhas a favor do Guarda-marinha José Francisco Schultz e registos.
Caixa com 836 cópias da correspondência Expedida a bordo do Aviso de 2ª classe "Gonçalo Velho", no período de 29 de Dezembro de 1956 a 30 de Dezembro de 1958.
Livro com 200 folhas onde constam todos os trabalhos de Electricidade, realizados entre 18 de Janeiro e 04 de Agosto de1946 a bordo do Navio N.R.P. "Gonçalo Velho".
Correspondência recebida pelo navio, entre os anos de 1916 e 1927.
Correspondência recebida pelo navio, durante o ano de 1918.
Correspondência recebida pelo navio, durante o ano de 1920.
Correspondência recebida pelo navio, durante o ano de 1919.
Correspondência recebida pelo navio, durante o ano de 1925.
Diploma do Rei dos Belgas, agraciando o Capitão-de-fragata José Francisco Schultz com grau de Comendador da Ordem de Leopoldo. Dada em Lacken.
Carta de Mercê agraciando José Francisco Schultz, Comandante do Vapor “Mindelo”, com o grau de Comendador da Ordem Militar de S. Bento de Avis, e respetivos registos. Dada em Lisboa.