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Manuscrito. Posse da Quinta de Pindela por Manuel Figueira a 26 novembro 1574. Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193.
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Monte
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Souto
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Pega
Freguesia - Fradelos
Profissão - Eclesiástico
Morada - Lage
Freguesia - Landim
Profissão - Eclesiástico
Morada - Travassos
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Pedras Ruivas
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Basta
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Corga
Carta manuscrita assinada, de Lisboa, em papel de luto.
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Monte
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Ferreiros
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Igreja
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Povoação
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Outeiro
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Lage
Carta manuscrita assinada, sem datação. No canto direito ms.: "conf.al. reservada".
Carta manuscrita assinada, sem datação, em papel timbrado "Grande Hotel do Porto".
Carta manuscrita assinada, da Rede (casa em Santa Cristina, Mesão Frio), em papel de luto.
Carta manuscrita assinada, de Lisboa, em papel de luto.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Ministerio dos Negocios estrangeiros. Gabinete do Ministro. Particular".
Carta manuscrita assinada, da Rede (casa em Santa Cristina, Mesão Frio). Notas manuscritas de Vicente.
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Igreja
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Ministerio dos Negocios estrangeiros. Gabinete do Ministro". Em cima manuscrito "Particular".
Carta manuscrita assinada. No canto direito ms: "Confal.".
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Pedras Ruivas
Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "O DIa Rua Garrett, 48, 1º, Lisboa. Redacção".
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Ferreiros
Freguesia - Landim
Profissão - Moleiro
Morada - Pregal
Freguesia - Nine
Profissão - Lavrador
Morada -
Freguesia - Landim
Profissão - Vendeiro
Morada - Travassos
Freguesia - Mouquim
Profissão - Eclesiástico
Morada - Juncosa
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Bouças
Morgadio de Pindela.
Luís de Carvalho e Beatriz de Almeida, Pindela, 1526.
Remonta a 1442 a aquisição da propriedade da Quinta de Pindela, sita no atual concelho de Vila Nova de Famalicão, por João Afonso do Prado, escudeiro‐fidalgo de D. João I, e avô paterno de Luís de Carvalho, responsável pela instituição do morgadio de Pindela juntamente com a sua mulher, Beatriz de Almeida. O seu testamento, datado de 12 de maio de 1526, chega até nós contido numa cópia de 1724 – não eliminando a hipótese da existência do documento original em arquivo –, ao tempo do 8º morgado, João Machado Fagundes Pinheiro e Figueira, trasladado pelo padre e notário de Barcelos, Manuel Ribeiro Belo. Na ausência de descendência direta, o casal adota uma estratégia equitativa tendo em vista a distribuição dos bens, reservando a tutela da Quinta para os sobrinhos, Simão Pinheiro e Leonor de Almeida, com a condição de contraírem matrimónio. Em O Morgadio de Pindela (1999), João Afonso Machado traça as dinâmicas intergeracionais com recurso à memória oral e ao espólio da família, que compõe o Arquivo da Casa de Pindela, num esforço de preservação do património documental, fornecendo‐nos a base para a criação da presente rubrica do “Vínculo do Mês”.
Foi aquando da segunda administração, do casal Manuel Figueira e Ana Pinheiro (filha de Simão Pinheiro e Leonor de Almeida), que o morgadio viu alargadas as suas propriedades com a incorporação de terras de que eram titulares, por via de escritura outorgada na Casa do Passadiço, a 6 de julho de 1593. Nesta escritura o casal declara que “pelos tempos adiante os que lhes sucederem representem pessoas principais que possam dar lustro e honrar o seu sangue e geração e louvor dos primeiros instituidores” (Arquivo Particular da Casa de Pindela, Pasta nº 1, doc. nº 1‐D, nota 11, p. 35 apud MACHADO, 1999, p. 35). O 3º morgado, Miguel Pinheiro Figueira, encarregar‐se‐ia de vincular ao morgadio de Pindela os restantes bens de raiz dos seus antecessores, por instrumento público lavrado a 15 de maio de 1617, com a condição de que os seus herdeiros não se alienassem dos mesmos e que conservassem o apelido Figueira, a acrescentar à disposição que já vigorava no documento de instituição quanto à conservação dos apelidos “dos Pinheyros ou carvalhos” (Arquivo Casa de Pindela, 6038, fl. 2 v.º). Excluía também da sucessão aqueles que contraíssem matrimónio com gente de “nação de cristãos‐novos, mouros ou de outra infecta nação”; ou os que incorressem em crimes de lesa majestade, de modo a evitar o confisco dos bens (MACHADO, 1999, pp. 36‐37). O seu sucessor, José Pinheiro Lobo, foi o responsável por acrescentar à casa senhorial a Capela de Nossa Senhora da Conceição.
As décadas finais do século XVII ficariam marcadas pela instabilidade sucessória e tentativa de apropriação dos bens de Pindela, através de um plano perpetrado por Manuel de Vasconcelos e Sousa. Perante o assassínio do 5º administrador, José Pinheiro Lobo, a culpa recaiu, injustamente, sobre o seu sobrinho e sucessor, João Machado Fagundes. Perante este cenário particularmente vulnerável, Manuel de Vasconcelos e Sousa, casado com Isabel Figueira, sobrinha do falecido, liderou uma tentativa de sequestro das propriedades de Pindela. Assim, numa noite de agosto de 1679, as propriedades foram ocupadas por indivíduos que, em nome do insurreto, exigiam em tom de ameaça a expulsão de Veríssimo Pinheiro Lobo que, apesar da tenra idade e da filiação bastarda, tinha sido entretanto reconhecido como 7º morgado (MACHADO, 1999, p. 60). Volvidos vinte anos, o retorno dos Pinheiro‐Figueira a Pindela efetiva‐se após a obtenção do perdão papal de João Machado Fagundes. Este inicia a sua administração com a apresentação do testamento do instituidor do morgadio perante o notário local, que redigiu a cópia de que hoje dispomos, e cujas disposições justificariam os seus poderes por herança.
O vínculo de Pindela chega à contemporaneidade com quatro séculos de acumulação de património e de expansão familiar, emergindo em Oitocentos como um pequeno núcleo político e cultural. O advento do Liberalismo trouxe a mobilização da família pela recusa da onda constitucionalista emergente, ao lado de D. Miguel, que aliás se fazia apoiar de fidalgos e morgados de Entre Douro e Minho (ibidem, 1999, p. 93). Como tal, o 11º morgado, Vicente Machado de Melo Pinheiro, marcou a sua presença nas fileiras do partido tradicionalista, estando presente em movimentações de apoio a D. João VI e tendo sido até condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada, por influência direta do infante absolutista. Já num contexto anticabralista, o seu sucessor, João Machado Pinheiro, continuou a abraçar a causa miguelista e, em 1846, surge contra os cartistas numa nova tentativa de elevar D. Miguel ao trono. Já em 1851 aparece a integrar as fileiras de apoio ao duque de Saldanha na constituição do governo da Regeneração, mantendo‐ se na carreira pública até 1888. Na viragem para o século XX, a Casa de Pindela emerge também como um centro cultural ativo, com “serões de filosofia e crítica de ideias”, por onde passaram nomes como Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins (MACHADO, 1999, p. 112). Os próprios administradores assumiram‐se como parte de uma geração romântica e assídua dos círculos literários.
Ao longo dos seus seiscentos anos, a Casa de Pindela e os seus administradores têm sido espectadores e intervenientes na história nacional, no âmbito quer político quer cultural, como notado acima. A linhagem manteve, desde os seus primórdios, uma estreita cooperação com a Coroa, ou não tivesse notado Felgueiras Gaio serem os Pinheiros de Barcelos o ramo “mais respeitável pelo muito que se aumentou e se aliançou com as famílias mais ilustres do Reino e da Corte” (1940, p. 9). Atualmente convertida em parte em turismo rural, a Casa, quinta e mata de Pindela são um conjunto classificado, desde 2012, como monumento de interesse público, dado o “valor estético e técnico do bem, à conceção arquitetónica e paisagística” (DR, Portaria n.º 740‐DG/2012).
Joana Soares, Maria Beatriz Merêncio, Alice Borges Gago, Margarida Leme, Rita Sampaio da Nóvoa (com a colaboração de João Afonso Machado e Luísa Alvim).
Em colaboração com Arquivo Municipal Alberto Sampaio
BIBLIOGRAFIA
ARQUIVO MUNICIPAL ALBERTO SAMPAIO – Arquivo da Casa de Pindela, 1.ª geração, Luís de Carvalho e Beatriz de Almeida (Cota: ACP 6038).
ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO – Registo Geral de Mercês de D. Luís I, liv. 40, fl. 28. Disponível em: https://digitarq.arquivos.pt/ViewerForm.aspx?id=2039930 [consultado a 27 de janeiro de 2021].
Diário da República, Portaria n.º 740‐DG/2012, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24‐12‐ 2012. Disponível em: https://dre.pt/application/dir/pdf2sdip/2012/12/248000001/0007500075.pdf [consultado a 29 de janeiro de 2021].
DIREÇÃO‐GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL – Casa, quinta e mata de Pindela. Disponível em: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio‐ imovel/pesquisa‐do‐patrimonio/classificado‐ou‐em‐vias‐de‐ classificacao/geral/view/341985 [consultado a 29 de janeiro de 2021].
GAIO, Manuel Felgueiras – “Origem dos Pinheiro”, in Nobiliário de Famílias de Portugal, vol. XXIV, Braga, Agostinho de Azevedo Meirelles & Domingos de Araújo Afonso, 1940, pp. 9–120. Disponível em: https://purl.pt/12151 [consultado a 25 de janeiro de 2021].
MACHADO, João Afonso – O Morgadio de Pindela, [s.l.], [s.e.], 1999.
Freguesia - Landim
Profissão - Negociante
Morada - Travassos
O Arquivo Casa de Pindela está organizado em 15 gerações da família. Organizado por secções, subsecções, séries e ordenado cronologicamente dentro das mesmas. Fazem parte deste sistema outros subsistemas de famílias: António Machado da Guerra e Ana Fagundes de Mendanha; Casa Refalcão; Condes de Arnoso; Casa de Vila Real; Braamcamp de Almeida Castelo-Branco; Rangel e Quadros.
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Monte
Freguesia - Mouquim
Profissão - Eclesiástico
Morada - Juncosa
Freguesia - Landim
Profissão - Moleiro
Morada - Moinhos
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Gandra
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Juncosa
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Ministerio dos Negocios Ecclesiasticos e de Justiça. Gabinete do Ministro". Carta sem datação.
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Passelada
Freguesia - Landim
Profissão - Eclesiástico
Morada - Santa Marinha
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Pedras Ruivas
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Pedras Ruivas
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Água Levada
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Ministerio dos Negocios Ecclesiasticos e de Justiça. Gabinete do Ministro". Na parte superior ms. "Confidencial".
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Lamela
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Água Levada
Carta manuscrita assinada em papel timbrado "Centro Progressista Dissidente Lisboa". Não tem menção a data.
Freguesia - Landim
Profissão - Proprietário
Morada - Cardal
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Pedras Ruivas
Freguesia - Landim
Profissão - Moleiro
Morada - Pouco Siso
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Corga
Carta manuscrita assinada em papel timbrado "Centro Progressista Dissidente. R. Nova da Trindade, 9, 2º Lisboa". No canto superior ms. "Particular".
Freguesia - Landim
Profissão - Moleiro
Morada - Moinhos
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Ferreiros
Carta manuscrita assinada, da Rede (casa em Santa Cristina, Mesão Frio).
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Igreja
Freguesia - Fradelos
Profissão - Lavrador
Morada - Ferreiros
Carta manuscrita assinada em papel timbrado "Turf Club Lisboa".
Carta manuscrita assinada, da Rede (casa em Santa Cristina, Mesão Frio).
Este telegrama pertence ao maço 1885 sobre doença da Viscondessa Maria Amália.
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Costa
Bilhete-postal manuscrito carimbado e selado, de Cónegos. Este Bilhete-postal pertence ao maço 1885 sobre doença da V. Maria Amália.
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Lamela
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Gandra
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Saudade
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Salgueiros
Freguesia - Landim
Profissão - Lavrador
Morada - Burgo
Freguesia - Mouquim
Profissão - Lavrador
Morada - Montalvão
Freguesia - Landim
Profissão - Proprietário
Morada - Boavista
