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Referências bibliográficas: António Carvalho da Costa − Corografia portugueza, e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal.; Inácio da Costa Quintela - Annaes da Marinha Portugueza. ; Rui de Pina - Crónica de D. João II.
Consultar: capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 312-313.
Jaime de Magalhães Lima (1859-1936). Escritor e político. Irmão de Sebastião de Magalhães Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi eleito deputado pelo Partido Regenerador nas legislaturas de 1893-1894 e 1896-1897. Em 1892 exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Aveiro. Colaborou em vários jornais e revistas, entre os quais O Século, do qual seu irmão foi fundador, A Província e a Revista de Portugal. Foi um seguidor dos ideais de vida de S. Francisco de Assis, por quem tinha uma profunda devoção, e admirador de Leão Tolstoi, a quem visitou numa viagem que fez à Rússia. Escreveu vários ensaios, textos doutrinários e crónicas de viagem.
Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria. Porto: Campo das Letras, 2008.
João Gomes de Abreu Lima (1852-1935). Escritor. Amigo de Guerra Junqueiro, Gonçalves Crespo e Bernardino Machado desde o tempo de Coimbra, onde frequentou a Universidade, embora não tivesse concluído o curso. Em Ponte de Lima, onde fixou residência a seguir ao seu casamento, exerceu o cargo de Recebedor da Fazenda Pública. Colaborou em vários jornais e revistas, com interessantes artigos sobre a história local, polémicas literárias, recensões críticas e ensaios poéticos. Em 1910, publicou na revista O Instituto, a primeira monografia de Ponte da Barca, um erudito trabalho de compilação e análise documental que intitulou Terra da Nóbrega (Notas Históricas).
Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria e António Martins. Porto: Campo das Letras, 2008.
Identificação das variedades de pevides de peras semeadas.
Conjuntos documentais fotográficos compostos por provas e negativos de comemorações, manifestações e outros acontecimentos ocorridos no Concelho de V.N. Famalicão. Bem como documentos fotográficos de edifícios e outras construções. Faz parte desta coleção o arquivo de fotografias da presidência.
Os 3 documentos encontravam-se presos por um alfinete.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 321-326.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 326-334.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 318-319.
Luís Cipriano Coelho de Magalhães foi um importante agente cultural de fins do século XIX e princípios do século XX, nascido a 13 de setembro de 1859, em Lisboa, e falecido a 14 de dezembro de 1935, no Porto. Foi um elemento de ligação entre as gerações ditas de 70 e 90, ilustrando, na sua obra poética, ficcional e ensaísmo a transição do Realismo-Naturalismo para as correntes finisseculares do Neogarretismo. Primeiro filho do político liberal José Estêvão, matricula-se em Direito na Universidade de Coimbra, em 1877, cidade onde funda, três anos depois, com o seu amigo António Feijó, a Revista Científica e Literária, de orientação positivista. No mesmo ano, publica a sua estreia poética, Primeiros Versos e, no ano seguinte, o poemeto Navegações, no contexto da comemoração do centenário da morte de Camões. Em 1882, conclui a formatura em Direito. Em 1884, publica o volume de poesias Odes e Canções, prefaciado por Oliveira Martins. Em 1885, principia a sua vida política, ingressando no Partido Progressista, ao mesmo tempo que inicia a sua colaboração como articulista no jornal A Província, de Oliveira Martins. Em 1886, publica o romance realista-naturalista O Brasileiro Soares, prefaciado por Eça de Queirós, seu grande amigo. A partir de 1889, torna-se secretário e colaborador da Revista de Portugal, dirigida pelo mesmo. Em 1890, no rescaldo do Ultimato inglês, contribui para a fundação da efémera Liga Patriótica do Norte, a que Antero de Quental acederia a presidir, e assina uma série de artigos, em A Província e em vários outros jornais, onde interpreta o Ultimato à luz da teoria da decadência da nação portuguesa, que, moribunda, teria neste acontecimento traumático a oportunidade de ressurgir e de se reabilitar, mediante o regresso às suas tradições. Em 1892, aceita o cargo de governador civil de Aveiro. É o organizador do In Memoriam de Antero de Quental, publicado em 1896. Após a morte de Eça de Queirós, em 1900, assume a responsabilidade da edição da quase totalidade da sua obra póstuma. Em 1901, ingressa no Partido Regenerador-Liberal de João Franco. Com a subida deste ao poder, em 1906, Luís de Magalhães toma posse do cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros, de que se demitirá no ano seguinte. Em 1908, publica o seu último livro de poesias, Cantos do estio e do outono. Quando, em 1919, a monarquia é proclamada no Norte do país por Paiva Couceiro, Luís de Magalhães é convidado para ministro dos Negócios Estrangeiros. Fracassada a tentativa de restauração da monarquia, é preso e julgado, depondo a seu favor personalidades destacadas de vários quadrantes políticos. Casado com Maria da Conceição de Lemos Magalhães.
Fonte: Infopédia.
