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Manuscrito da primeira versão da Nota A: A conhecida lenda do Rei Ramiro da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Várias emendas.
José de Freitas Costa discute pesquisas de genealogia de Camilo Castelo Branco e outras. Carta manuscrita assinada. Carta sem menção a data.
Júlio Dias Costa solicita cópias do Relatório para amigos. Carta manuscrita assinada. Papel carimbado "Relação de Lisboa. Escrivão Dias Costa. Morada R. de Heliodoro Salgado, 13, 2º".
Carta manuscrita assinada, da Quinta do Paço de Ançariz - Braga.
Carta manuscrita assinada.
Carta manuscrita assinada. Carta sem menção a ano, o dia é 11 à noite.
Carta manuscrita assinada, de Lisboa.
Alberto Sampaio herdou, em 1896, esta quinta - situada em S. Mamede de Negrelos (concelho de Santo Tirso) -de suas primas em segundo grau, filhas de Francisco Barroso Pereira e de Josefa Ermelinda da Cunha Berrance, a irmã mais nova da sua avó Ana Rita de Abreu Cardoso Teixeira.
Gestão da Quinta da Capela
Carta expedida de Lisboa.
Carta expedida de Vila do Conde. Na f.2 com cópia de um soneto "Na mão de Deus" (AS 758 (2)).
Conjunto de apontamentos capeados por uma tira de papel onde se lê “Antes e durante a 1.ª dinastia”. Manteve-se a ordem das anotações a qual deverá corresponder ainda à forma como Alberto Sampaio a organizou.
Carta expedida de Lisboa.
Pedro Vicente de Moraes Sarmento Campilho (1825-1908). Geralmente conhecido por Pedro Vicente de Morais Campilho, descendente de uma nobre família de origem espanhola que no século XVI veio para Portugal, ligando-se pelo casamento com uma descendente da casa dos Sampaios, dando origem aos Campilhos de Vinhais. Nasceu em Sobreiró de Cima (Vinhais) a 22 de Janeiro de 1825 e morreu a 14 de Maio de 1908, na sua casa de Vinhais. Desempenhou funções no Governo Civil de Bragança e foi várias vezes presidente da Câmara e administrador do concelho durante 18 anos, tendo também desempenhado o cargo de procurador à Junta Geral do Distrito de Bragança. Era uma importante figura do Partido Progressista, um político com grande poder local e muitos apoiantes. Deputado eleito uma única vez, na legislatura de 1858-1859, por Bragança, com juramento a 21.6.1858, pertenceu à Comissão de Petições (1858). A sua contribuição nos trabalhos parlamentares é muito modesta. Limitou-se a participar na votação do projeto da Fazenda que autorizava o Governo a contrair um empréstimo para incrementar as obras públicas e subscrever um requerimento e uma proposta. O primeiro pedia ao ministro das Obras Públicas informação sobre a construção da estrada de Bragança a Mirandela e ponte sobre o rio Tua, indicando o tempo e dinheiro já despendidos com tais obras; a segunda tinha por fim diminuir o imposto que recaía sobre o arroz importado, tanto descascado como com casca. Fonte: Dicionário Biográfico Parlamentar 1834-1910. Lisboa: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Assembleia da República, 2004.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Carta de Lopo Carvalho ao rei D. Manuel I a propósito da contratação de artífices para a construção de galés- «Em todo o caso, e porventura mau grado seu [rei D. Manuel I], os navios de guerra construíam-se também no Porto; e aqui, em Viana e Aveiro, as embarcações mercantes. Em 1512, mandou-se pagar a Lopo Roiz de Aveiro, por conta da importância total da nau de 250 tonéis que ele se obrigara a fazer nesta vila. […] / A falta de construtores em Lisboa explica a conservação da indústria nos portos do norte: uma vez que lá não se podiam aviar todas as construções, não era possível destruir os estaleiros da província. Tal era a falta de operários hábeis, que em 1513 Lopo de Carvalho contratou em Saiona carpinteiros, comitos e sota comitos para fazer galés.». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 412.