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Nota sobre a composição de ração a dar a um cavalo “sem serviço” ou “com serviço”. Nota sobre a produção em leite, convertida para libras de manteiga, de uma vaca leiteira. No verso da folha, a transcrição em inglês, extraída do periódico «American Agriculturist» (Fev. 1872, pág. 47), de um preparado para pavimentos, feito à base de pedras e alcatrão.
Folheto publicitário sobre corta-palhas ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Carta de Antero de Quental a Germano Vieira de Meireles. Enviada de Lisboa (?).
Carta de Antero de Quental a Germano Vieira de Meireles. Enviada de Lisboa (?).
Carta de Antero de Quental a Germano Vieira de Meireles. Enviada de Paris (?).
Notas biográficas de Germano Vieira Meireles e de suas filhas Albertina e Beatriz.
Árvore genealógica, elaborada por Alberto Sampaio, a partir da obra Os antepassados de Camilo, de Pedro Augusto de S. Bartolomeu de Azevedo (1875-1928), historiógrafo e conservador do Real Arquivo da Torre do Tombo. Desconhece-se qual a finalidade de Alberto Sampaio quando produziu este documento.
Documento assinado por João Luís de Morais Pereira, secretário da Câmara. «[…] Por disposição testamentária legou o Doutor Antero de Quental à biblioteca pública desta cidade a sua valiosa livraria, vinculando por esta forma a nossa gratidão à memória do seu nome, que tem lugar de honra entre os dos grandes cultores da ciência. / Resolveu esta Comissão consignar nesta acta um voto de sentimento pelo falecimento do Doutor Antero de Quental, devendo-se comunica-lo a todos os seus parentes, herdeiros e amigos a quem legou o encargo da execução do seu testamento. […]».
Livreto impresso de autoria de Joaquim de Araújo, impresso na Typ. - Rua do Bonjardim, Porto, 1891. Dedicatória na folha que antecede a folha de rosto: «Ao seu querido amigo e ilustre escritor Alberto Sampaio / Com um abraço do / Joaquim de Araújo».
Informações de como lavar a resina da madeira e do tratamento a fazer às macieiras atacadas com o pulgão lanígero.
Recorte de imprensa do jornal O Comércio do Porto: “Agricultura popular: Moléstia dos castanheiros e o remédio infalível para os salvar”. Artigo assinado por S. R. Ferreira, de Penafiel. Desconhece-se a data da edição do jornal, no entanto tendo em conta a data do artigo apontamos para final do ano de 1882.
Parte de um bilhete-postal de Jaime de Magalhães Lima a Alberto Sampaio sobre eucaliptos. Anotação a lápis: «Remetido em Out.º 1903 e plantado então».
Número e identificação das variedades de eucaliptos plantados na bouça da serra de Vila Verde.
Recorte de imprensa com informação de composições de caldas para tratamento de laranjeiras atacadas de ferrugem.
Identificação dos locais e variedades de uma plantação de eucaliptos na zona florestal da Quinta de Boamense.
Identificação dos locais, datas e variedade de plantas plantadas no terreiro da Casa de Boamense. As roseiras, plantadas em Outubro de 1897, foram distribuídas pelo «tabuleiro do rododendro, defronte da elipse» e por um outro tabuleiro «debaixo da sala de jantar». Quanto às trepadeiras, plantaram-se na mesma altura duas Clematis (Viticelba e a Montana), no «sítio do poço velho», uma buganvília «entre a janela do petit salon e o meu quarto» (a qual mais tarde viria a ser arrancada), três begónias «perto da porta do corredor» e «na parede da casa velha − entre as duas portas da adega − uma Louicera que trouxe de Moreira». Segue-se a indicação que em Abril do mesmo ano tinha sido plantada «na parede da cozinha velha no eirado de dentro» uma Mandevilla [?], igual a uma outra colocada na «parede do caminho, perto do portal». Data também de Abril de 1897 a plantação da palmeira, ex-libris da Casa de Boamense, uma Phoenix, obtida através de José da S.ª Castro.1 Da lista constam ainda outras plantas: uma Camellia reticulata singela que ficou junto «ao socalco das escadas da sala de visitas», violetas (Lekzar) colocadas no tabuleiro «pequeno, em frente da elipse, entre a entrada do pomar dos pessegueiros e o eirado da estrabaria», sobre as quais Alberto Sampaio diz serem singelas, aromáticas e produzirem todo o ano, etc. Quanto à plantação feita no terreiro a 12 de Abril de 1898, o essencial consistiu na plantação de várias plantas em vários locais, próximos da casa: «no tabuleiro do rododendro roxo», «na elipse», o canteiro central do jardim à frente da Casa, «junto à parede da casa velha − loja do lagar». As plantas indicadas são as mesmas espécies de duas outras listas onde se indicam os respectivos preços, obtidos no catálogo da Real Companhia Hortícola-Agrícola Portuense (ver guia de remessa e factura da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, emitida em nome da Alberto Sampaio, com data de 10 de Abril de 1898).Na primeira lista, mais extensa do que a segunda, Alberto Sampaio separou as plantas a requererem sombra daquelas que necessitavam de sol. Com base nesta selecção prévia, foi então produzida a lista final de que resultou a encomenda ao horto do Porto. No mesmo documento encontram-se as listas das plantas cultivadas em Outubro de 1897 e em Abril de 1898. Numa pequena nota que antecede o título do documento lê-se o seguinte: «A primeira plantação foi feita em Abril de 1897, palmeira, etc.». Alberto Sampaio para além da indicação da data da plantação e da identificação (espécie e variedade) das diversas plantas, anotou também o local da plantação.
«… Os saraus das monjas, naquele tempo, não sei bem o que seriam, nem com que pretexto os convites se enviavam às celas. Com certeza não era a chávena de chá: porque, em 1648, não se tomava chá em Portugal. Suspeito, porém, que as confeitarias, já então primorosas nos mosteiros portugueses, lardeadas das taçazinhas da Índia opalizadas com os genuínos vinhos deste abençoado viveiro de chorudos frades e rosadas freiras, seriam o entremeio das palestras nos conventos. / Camilo Castelo Branco : A Filha do Regicida, Cap. XVI, in medio».
Identificação das árvores plantadas no souto da Quinta de Boamense.
Identificação do local, número e variedades de castanheiros plantados.
Identificação dos locais de semeadura de caroços de damasco.
Listagem de variedades de macieiras plantadas em diversos locais da Quinta de Boamense, como por exemplo, na horta dos bens de fora, no pomar das macieiras, no campo da cortinha, no combro da hortinha, etc. À designação de cada uma das variedades segue-se um número entre parêntesis que provavelmente deverá remeter para o número de identificação da variedade de um qualquer catálogo de viveirista. O manuscrito apresenta dois tipos de letras distintos, um dos quais é de Alberto Sampaio. O primeiro tipo de letra, correspondente aos locais de plantação, poderá ser de quem plantou as macieiras, provavelmente o feitor da Quinta de Boamense. O segundo, respeitante à indicação da variedade de macieira, seguida de número entre parêntesis corresponde a Alberto Sampaio.
Identificação dos locais e variedades de fruteiras plantadas. Listagem das variedades de pereiras plantadas com indicação da qualidade do fruto e do mês de colheita. Cada variedade é identificada por um número que tem correspondência com o número do esquema da plantação desenhado AS 296 (2). À listagem original foram acrescentadas, em anos posteriores, várias anotações, como por exemplo, datas e variedades de outras plantações, substituição de pereiras por outras fruteiras, etc.
Identificação das variedades de tílias plantadas na Quinta de Boamense e de um Liriodendron tulipifera, plantada no mesmo ano.
Proveniência e plantação de uma macieira da variedade “Bravo de Esmolfe”. Maria da Conceição Lemos era mulher de Luís de Magalhães, proprietário da Quinta de Moreira, na Maia (Porto), um dos amigos mais próximos de Alberto Sampaio.
Identificação dos locais, variedades e anos de plantação de fruteiras.
Indicação dos locais, número e variedades de fruteiras plantadas.
Identificação do local, número e variedade das estacas de figueira plantadas.
O apontamento apresenta um risco a lápis na diagonal e a seguinte nota, também escrita a lápis: «Perderam-se quase todas».
Na nota a lápis lê-se o seguinte: «Despesa - 1 homem, 2 dias, 800 rs.».
Caderno de apontamentos da Gestão da Quinta da Casa de Capela. Alberto Sampaio herdou, em 1896, esta quinta - situada em S. Mamede de Negrelos (concelho de Santo Tirso) -de suas primas em segundo grau, filhas de Francisco Barroso Pereira e de Josefa Ermelinda da Cunha Berrance, a irmã mais nova da sua avó Ana Rita de Abreu Cardoso Teixeira. No bloco são apresentadas as receitas e despesas da Quinta da Casa de Capela correspondentes aos anos agrícolas de 1896-1897, 1897-1898, 1898-1899 e 1899-1900. As despesas contabilizam contribuições e juros, consoadas aos caseiros, feitorias, enxofre (utilizado provavelmente no tratamento da vinha), reparações, deslocações a Capela etc. Do lado da receita contabilizam-se a venda de cereais, vinho e fruta, venda de madeira, lenha e cortiça, galinhas dos caseiros, recebimento da renda do Cidral etc. Na receita do vinho Alberto Sampaio anota o número de pipas correspondente ao numerário apurado: 15 ¼ pipas no ano agrícola de 1896-1897; 11 pipas e 3 almudes no ano agrícola de 1897-1898; 16 ½ pipas no ano agrícola 1898-1899; 17 pipas e 12 ½ almudes no ano agrícola de 1899-1900. No interior do bloco de notas encontravam-se cinco papéis dobrados, dos quais quatro referentes a vides e enxertos plantados em Capela e um último relativo a despesas efetuadas com o que Alberto Sampaio designou por “Material pulverizante” (pulverizador, barricas, cântaros, almotolia, etc.).
Papel reciclado a partir do que parece ser um boletim de voto: «Círculo n.º 12 − Santo Tirso / Para Deputado / Alfredo Pimenta / Publicista e antigo Deputado».
Anotação sobre uma planta denominada agaveamericana.
Folheto publicitário sobre debulhadora de trigo, centeio, cevada, aveia, etc., e enfardadeira de palha manual ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Folheto publicitário sobre batoques de conservação e fermentação ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Folheto publicitário sobre ripo para colher azeitonas e raspadores de árvores ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Folheto publicitário sobre filtros para azeite ou óleo ilustrado com desenhos das máquinas. “A Camponesa - Fábrica de Máquinas Agrícolas” tinha a sua sede no Campo Mouzinho de Albuquerque, 52-54, em Vila Nova de Famalicão.
Notas de plantas obtidas a partir da consulta de L’Illustration Horticole, volumes referentes aos anos de 1870 e 1871. Esta lista terá servido para uma primeira seleção de plantas para o jardim da Casa de Boamense. As plantas que mais tarde acabaram por ser escolhidas, encontram-se assinaladas com um pequeno traço vermelho. Às anotações foram sendo acrescentadas outras informações. No caso da Lasiandra, a primeira indicada na lista, Alberto Sampaio acrescenta «vi-a com flores no princípio de Dez.º». Já sobre a Clematis Star of India, descreve-a com «flores grandes de 15 cent., sépalas largas; cor violeta carregada reticulada de preto», enquanto o Rododendro Maddeni apresenta «forma, volume, cor e cheiro da açucena».
Periódico «A Camponêsa» Director e Editor: Manuel Portela. Redacção e administração: Campo Mouzinho de Albuquerque, 52, 53 e 54. Publicação trimestral destinada à propaganda de máquinas agrícolas, fabricadas nas oficinas “A Camponesa”, proprietário Manuel Portela. O exemplar AS 338 (1) está endereçado a António Vicente Leal Sampaio, sobrinho de Alberto Sampaio. A edição deste número, sem data, é posterior a 1933, dado apresentar uma fotografia tirada ao certame da “Camponesa” nas festas realizadas em Setembro de 1933. No referido número encontram-se fotografias das instalações das oficinas e do editor Manuel Portela.
Fatura da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Factura n. 15974, no valor de 1290 réis, respeitante à compra de 6 Bouvardias, grade e carreto. Anotação a tinta, feita por Alberto Sampaio: «Paga por um vale de correio, passado em Guim.es no dia 27 de Set.º».
Mapa para preenchimento de variáveis e resultados dos ensaios de utilização de adubos químicos. O mapa encontra-se dividido em vários campos para preenchimento, aos quais foram atribuídas as seguintes designações: Data (subdividido em dois campos: mês e dia) / Nome dos casais e campos onde se empregaram os adubos / Qualidade da terra / Número de ares (subdividido em dois campos: adubados e não adubados) / Adubos empregados / Custo dos adubos / Produto das aras adubados (subdividido em dois campos: milho rasa de 20 litros e feijão rasa de 20 litros) / Produto das aras não adubados (subdividido em dois campos: milho rasa de 20 litros e feijão rasa de 20 litros) / Diferença em géneros / Diferença em rs / Observações. Os adubos utilizados nos campos da Eira e do Lameiro, e no Lameiro da Bouça de Além (Casal de Boamense de Dentro), campo da Leira e no lameiro do Porto Eido (Casal das Pedreiras), campo de Santarém e campo da Uveira (Casal de Vila Verde) e no campo da Cruz (Casal de Boamense de Fora) foram o sulfato de amónia (com 20% de azoto), o superfosfato de cal (com 12% de ácido fosfórico) e o cloreto de potássio (com 50% de potássio). Nalguns dos campos, misturou-se “estrume do curral” ou “estrume da quinta” aos adubos químicos. Os mapas não permitem extrair conclusões sobre as vantagens decorrentes da aplicação dos adubos químicos versus matéria orgânica (estrume), uma vez que as colunas da produção de milho e feijão das áreas adubadas e das não adubadas, não se encontram preenchidas. Tenha-se presente que o Guia Prático para o emprego dos adubos químicos em Portugal, de João da Mota Prego, tinha dado à estampa no ano anterior, ou seja em 1898. Alberto Sampaio fez uma recensão deste guia na «Revista de Guimarães».
Algumas das plantas que constam das listas foram adquiridas por Alberto Sampaio e plantadas no terreiro da Casa de Boamense em Abril de 1898.
Fatura da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Factura n. 16008, no valor de 1240 réis, respeitante à compra de 1 begónia capreolata, 1 begónia speciosa, 1 Thimus, 1 Clematis montana, 1Polyonthes tuberosa, 2 Iris Kaempferi, 2 Iris Germanica. Anotação do viveirista: «O nome da flor que V. Ex.ª desejava saber é “Campanula Pyramidalis”». Anotação, a tinta, feita por Alberto Sampaio: «Paga por um vale de correio de V.ª N.ª de Famalicão passado em 7 de Out. 97».
Mapa para preenchimento de variáveis e resultados dos ensaios de utilização de adubos químicos. O mapa encontra-se dividido em vários campos para preenchimento, aos quais foram atribuídas as seguintes designações: Data (subdividido em dois campos: mês e dia) / Nome dos casais e campos onde se empregaram os adubos / Qualidade da terra / Número de ares (subdividido em dois campos: adubados e não adubados) / Adubos empregados / Custo dos adubos / Produto das aras adubados (subdividido em dois campos: milho e feijão) / Produto das aras não adubados (subdividido em dois campos: milho e feijão) / Diferença em géneros (subdividido em dois campos: milho e feijão) / Diferença em rs. O mapa refere-se à aplicação de adubos químicos no campo da Eira e no Lameiro, ambas as propriedades a fazer parte do casal de Boamense de Dentro, e no campo da Leira e no lameiro do Porto do Eido, propriedades do casal das Pedreiras.
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Informa a regularização do pagamento da quantia respeitante à fatura n. 15974.
Apontamento manuscrito com uma referência da companhia “Garton’s Limited, seed-griwers and merchants, Washington”, extraída da revista «The World’s Work» de Março de 1907, pp. 429-437.
Talão de recibo (n. 762), respeitante à emissão de um vale na estação de correios de Famalicão, no valor de 1240 reis.
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Assunto: informa a regularização do pagamento da quantia respeitante à fatura n. 16008.
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Fatura n. 16055, no valor de 150 réis, respeitante à compra de uma anémona japónica alba.
Composição: goma branca, espírito de vinho de 12 graus. Boneca é uma bucha de estopa envolvida em tecido fino de algodão, utilizada para aplicação do verniz. O chamado espírito de vinho resulta da fermentação alcoólica do açúcar contido no mosto das uvas. É um líquido incolor, límpido e volátil. É um excelente dissolvente de muitas matérias orgânicas insolúveis em água, como por exemplo resinas.
Composição: pó de resina, pó de Bourgogne, cera amarela e mastic vermelho.
Fatura da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Fatura n. 17859, no valor de 1600 réis, respeitante à compra de 1Hoteia Japónica, 1 Melianthus major, 1 Hoya carnosa, 2 Dálias cobradas, 2 Dálias singelas, 1 Hibiscus, 1 Jasminum glaucum, 1 Jasminum revolutum. Anotação do viveirista: «O Melianthus prefere a exposição soalheira».
As preparações que constam dos documentos AS 181 (Enceradura impermeável para calçado) e AS 183 (Untura para espingardas) foram transcritas do livro Manuel de l’Armurier du fourbisseur et de l'arquebusier de A. Paulin-Désormeaux. A primeira encontra-se nas páginas 197-198 e não na página 173 como está indicado no documento. Quanto à segunda sobre a preparação da cera para impermeabilizar o calçado, não se consegui localizar. Referência bibliográfica: A. Paulin-Désormeaux - Manuel de l’Armurier du fourbisseur et de l'arquebusier: ou Traité Complet et Simplifié de ces arts.
Identificação dos locais e variedades de plantas, plantadas no jardim da Casa de Boamense. Plantações de canas na elipse do jardim - com a indicação de algumas serem «procedentes do Jaime» (supomos tratar-se de Jaime de Magalhães Lima) e outras de José de Castro, de dálias «nos lados do caminho do portal» e ainda de uma Hoteia japónica e de um Hibiscus Cooperi no tabuleiro do rododendro.
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Informa a regularização do pagamento da quantia respeitante à fatura n. 17623.
Anexo à fatura AS 351, com timbre da Companhia Hortícola e selo com carimbo do correio de 12 de Abril de 1898.
Fatura da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Fatura n. 17623, no valor de 2350 réis, respeitante à compra de 1Eranthemum, 1 Itea, 1 Pritehardia, 2 Spiraea, 1 Hibiscus, 1 Salvia, 1 Heliotropium, 1 Diervilla, 1 Aloes, 1 Lobelia, 2 Goiabas. Anotação do viveirista: «Não vão alguns artigos que estão esgotados».
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Informa a regularização do pagamento da quantia respeitante às faturas n. 16055 e n. 16086.
Talão de recibo (n. 719), respeitante à emissão de um vale na estação de correio e telégrafo de Santo Tirso, no valor de 4290 reis.
Fatura n. 16086, no valor de 4140 réis, respeitante à compra de 1 Camélia, 1 Buganvília, 1 Clematis, 1 Clianthus e 15 roseiras. Anotação, a tinta, feita por Alberto Sampaio: «Paga por um vale de correio passado na estação de Santo Tirso passado em 20 de Out.º com mais ps 150 rs. da anémona jap. Alba».
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Informa a regularização do pagamento da quantia respeitante às faturas n. 17859.
Identificação dos locais e variedades de Aster, plantadas no jardim da Casa de Boamense. Plantação de variedades de Aster em diversos locais junto à casa: aster grandiflorus; aster bessarabicus; aster roseus ou rosa; aster latisquamas; aster coronário; aster macrophyllus. Tal como nas listagens anteriores, também nesta, Alberto Sampaio dá indicações precisas dos sítios onde foram plantadas: «no tab.º defronte da ramada alta, perto da Cam.ª (camélia) reticulata» ou «no tab.º do fim da casa, a seguir à 1ª porta da adega».
Identificação dos locais e variedades de plantas, plantadas no jardim da Casa de Boamense. Alberto Sampaio regista a espécie e a variedade das plantas, assim como o local de plantação, indicando, num ou noutro caso e para maior facilidade de identificação, o nome de uma outra planta junto à qual a nova foi colocada: «…perto do tomilho», «perto da dracenia», etc. Mais tarde irá acrescentar uma ou outra noa, a lápis, como por exemplo «secou no Inverno de 1900-901» ou «tabuleiro a seguir».
Na lista apresentada, Alberto Sampaio acrescenta, para cada uma das espécies, informação sobre as suas características e, num ou noutro caso, referência a catálogos de viveiristas. Da Andromeda diz ser «um bonito arbusto, flores com a forma de guizo em cachos pendentes», quanto às Achimenes refere que são «plantas de estufa-fria que vegetam aqui no Inverno debaixo dum simples abrigo» e remete para o catálogo Loureiro (Catálogo de José Marques Loureiro, um dos mais conceituados viveiristas do Porto na época).
Indicação do dia e local de plantação da trepadeira Clematis.
Listagem de plantas com anotações diversas.
Amarillys, planta bolbosa, é uma variedade de junquilho, sendo esta a flor predilecta de Alberto Sampaio.
À denominação da variedade da roseira, Alberto Sampaio acrescenta uma ou outra particularidade: Madame de Walteville (linda); Marechal Niel (rosa chá / bonita); William Alen Richardson (laranja, formosa), etc.
No verso uma anotação a tinta, feita por Alberto Sampaio: «Iberis umbullata». Da lista fazem parte o Lírio gigantesco que «chega a ter 2,70 m de alto e 32 flores», o Lírio das Bermudas (Lilium Harissi) «muito popular na Inglaterra», Narcissus poeticus, Muscari conosum; Anemona silvestris e Anemona etoilée, também conhecida por anémona brilhante.
Bilhete-postal da Real Companhia Horticolo-Agrícola Portuense, com sede na Rua dos Fogueteiros, 5 - Porto. Informa que a flor da planta enviada por Alberto Sampaio é a amaryllis purpurea, a qual corresponde ao n. 18 do catálogo da Real Companhia Horticolo-Agrícola.
Composição: cola, terra de Siena queimada, terra de Siena crua, sombra. As cores presentes na luz branca são obtidas, pelo pintor, graças a pigmentos naturais ou sintéticos, passíveis de maior ou menor solubilidade. Esses pigmentos são terras naturais (terra-de-siena), terras calcinadas (ocre vermelho, terra-de-siena queimada), minerais em pó (cinábrio), substâncias de origem vegetal (garança) ou animal (cochonilha); todavia, os corantes mais comuns são à base de sais minerais obtidos através de reações químicas. Portanto, a cor Terra de Siena é obtida através da própria natureza, ou seja, de pigmentos de terras naturais. Fonte:
Pintura de paredes ao ar livre (evita o musgo) - Composição: água, sulfato de ferro e ocre. Pintura a cola no interior (não despega tinta) - Composição: gelatina branca, água.
Transcrição em inglês de uma preparação para pintar madeira ao ar livre, publicada na revista «The World’s Work» (ver cartas Jaime de Magalhães Lima). No verso da folha surge a indicação de alguns factores de conversão do sistema métrico inglês para o sistema c.g.s., designadamente de galão para litro e de libra para grama.
Numa nota à margem Alberto Sampaio acrescentou: «Tão bom ou melhor q. o cimento».
Composição: cimento, leite, pós de cor. No final Alberto Sampaio acrescentou a lápis: «Pintura de madeira ao ar livre / Serve também para reboco, mas com muito mais cimento».
Composição: cal hidráulica ou cal magra (provém de calcários contendo 5 a 10 % de argila) da de Ovar, areia, saibro, pozzolana dos Açores, cascalho britado.
Impresso em Braga na Tipografia Luzitana. Assinatura autógrafa de Domingos J. S. Aguiar. Solicita a regularização do pagamento da assinatura no valor de 1440 réis.
Reboco de uma casa exposta à humidade. Composição: água, cal apagada e oxalato de alumínio.
Impresso em Lisboa. Assinatura autógrafa de Gerardo (?) Pery. No canto superior esquerdo apresenta o carimbo do periódico: «Diário de Portugal * Lisboa *». No canto inferior esquerdo apresenta uma nota manuscrita de Alberto Sampaio onde se lê: «−N.− / Paguei por uma / letra do Banco de Guim.es / em 26 de Junho de 1879 / −o−».
Composição: cal hidráulica, cal magra ou cal de Ovar e areia. Quintal é uma medida antiga de peso equivalente a 4 arrobas, tal como a braça, também uma medida antiga mas de comprimento equivalente a 2,2 metros.
Fornecedor da Casa de S. M. a Rainha e Comissario da Academia Real das Sciencias, de Lisboa. Recibo no valor de 3125 réis, resultante do pagamento dos dois (2) volumes da obra de Cournot Traité de l’enchainement des idées fondamentales, acrescido do porte de correio. Em nota consta a informação que o título Essais et les fondements de nos connaissances, do mesmo autor, se encontra esgotado.
A loja vendia drogas, produtos químicos, tintas, vidros, espelhos, papel pintado para salas, dito para escrever, e molduras douradas. Situava-se na Rua da Rainha, 29-33. Guimarães. Recibo no valor de 350 réis, respeitante à compra de produtos de drogaria, entre os quais, pez-louro, pez-de-Borgonha (resina do abeto), cera amarela, goma e vermelhão.
A loja situava-se na Rua Garrett, 73-75 e Rua Anchieta, 29-37 [Lisboa]. Selo de 10 réis carimbado. Carimbo pouco legível. Recibo n. 8344, no valor de 2000 réis, respeitante ao pagamento anual da assinatura da «Revista Lusitana».
A loja situava-se na Rua Garrett, 73-75 e Rua Anchieta, 29-37 [Lisboa]. Selo de 10 réis carimbado. Carimbo pouco legível. Recibo n. 13936, no valor de 2000 réis, respeitante ao pagamento anual da assinatura da «Revista Lusitana».
A loja situava-se em Braga. Assinatura autógrafa de M. Pereira, administrador do periódico. Recibo n. 384, no valor de 1440 réis, respeitante ao pagamento da assinatura do 2.º e 3.º trimestre de 1875 (15 de Março a 15 de Setembro de 1875).
Recibo no valor total de 45640 réis, respeitante à confeção de fatos, calça e paletós. Apresenta duas datas no campo DEVE/HAVER: 7 de Abril e 20 de Setembro de 1875. A loja situava-se na Rua de Santo António, n. 163. Porto.
Prospecto publicitário da Eno (sais de fruta para o estômago). Impresso por M. Corquodale & Co. Limited, London.
Recorte de imprensa doa revista "The Speaker", JUly 1, 1893. Publicidade a dispositivos para recolha e tratamento de dejetos humanos, comercializados pela empresa Moss Litter & Peat Dust Closets Company (Limited).
Escrita por Alberto Sampaio. Apresenta as quantidades de cada ingrediente e a seguinte recomendação: «Pede-se o favor de embrulhar o frasco num papel escuro». Tem carimbo "Pharmacia Lobo sucessor de J. P. de Faria, Santo Thyrso". Composição da receita: resorcina, água destilada e glicerina. «A resorcina (resorcinol) é um fármaco empregado em preparações tópicas, apresentando propriedades anti-sépticas, antifúngicas, antipruriginosas, exfoliativas e queratolíticas. A resorcina apresenta-se como um pó cristalino ou cristais incolores de cor levemente rosácea, com odor característico. É solúvel em 0,9 partes de água, 0,2 partes de água a 80 ºC e em 1 parte de álcool. […] A resorcina é um composto fenólico, estando susceptível à oxidação e à degradação pela exposição à luz. É recomendável que a resorcina seja armazenada em recipiente hermeticamente fechados e protegidos da luz.» Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Resorcina