Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Edifício da Torre do Tombo, Alameda da Universidade
1649-010 LISBOA
Tel.: +351 21 003 71 00
Fax.: +351 21 003 71 01
secretariado@dglab.gov.pt
Search results
30,849 records were found.
Identificação das castas de uvas de mesa, proveniências e locais de plantação em Boamense.
Listagem das castas de videiras plantadas no «Terreiro de dentro» em Abril de 1899.
Listagem das castas de videiras plantadas no «Terreiro de dentro» em Janeiro de 1900. Listagem de castas de videiras plantadas no terreiro por trás da Casa de Boamense, com indicação das respetivas proveniências: Ferral grande preto, também conhecida por Oeillade tinta, Branco Grande, Moscatel de Hamburgo, Moscatel preto, Black Hamburgo. No verso da folha, Alberto Sampaio anotou ainda que a vide plantada no terreiro, próximo da casa da ferramenta em Março de 1900 era da casta Alicante e tinha vindo da Casa do Mosteiro de Landim.
Registo dos enxertos de uvas de mesa feitos em Março de 1906, cujos grafos foram dados a Alberto Sampaio por Ricardo Severo o qual, por sua vez, os obteve através do «sócio do Ezequiel Vieira de Castro». Na nota, encontram-se registadas as castas, todas de origem inglesa, enxertadas e a sua localização na vinha («na lata da vinha do alto, para o lado do pinhal, na 2.ª vide», «na lata alta da cancela, entre a vinha de baixo e a do meio (a contar da cancela) no 6.º esteio»…). As castas usadas foram Gross Poulsard, Golden Ken, Gross Saport, Gross Morocco, Golden Champion e Gross Colman. Há ainda uma informação adicional, registada posteriormente, em Março de 1907, que dá conta que as castas Golden Kean e Gross Saport foram reenxertadas em Golden Champion.
Informações diversas sobre engarrafamento e rolhas. Relativamente ao engarrafamento, é dito que a capacidade total de uma garrafa de champagne é de 80 centilitros. Indica também a composição que o vinho deverá ter no ato do engarrafamento ao nível do teor de açúcar, grau alcoólico e ácidos livres, os quais, acrescenta influem de forma significativa no gosto do vinho e «portanto na dose do licor a ajuntar na expedição. À margem Alberto Sampaio anotou números de páginas de uma publicação, antecedidas de um M. Poderá tratar-se de Jules Maumené, autor cujas obras Sampaio consultava. Quanto às rolhas, a obra citada no engarrafamento, sobre a qual Aberto Sampaio não revela o título, continua a ser mencionada nesta parte, remetendo para o número das páginas. No essencial é referido que a rolha deve ser de «cortiça, de primeira qualidade: fina, flexível e sem fendas.»
Identificação dos locais de plantação e da variedade de castas. Numa nota do texto lê-se o seguinte: «Estas vides arrancaram-se em Fevereiro de 1880 e plantaram-se em volta da vinha». Indicação das castas e locais de plantação. As castas indicadas são todas elas castas portuguesas. Para a produção de vinho aparecem mencionadas: Douzelinho, Alvarelhão, Bastardo, Moscatel preto, Touriga, Souzão Moscatel de Jesus, Vinhão e Malvásia. Nas vides que Alberto Sampaio denomina de «sobremesa», conhecidas como uvas de mesa, encontrámos Moscatel Preto, Dedo de Dama, Mourisco, Crato Branco, Alicante e Uva Formosa.
Identificação da variedade de castas e número de vides, por casta, provenientes do viveiro para plantação. Para além da listagem das variedades das castas existentes na vinha denominada «dos cortiços», neste documento são apresentados os números de «vides que saíram do viveiro» (1365), o que nos dá uma ideia da extensão de vinha agricultada em Boamense. As castas com número de vides superior à centena são Gouveio (103), Bastardo (109), Touriga (221) e Alvarelhão (232). Na nota que se segue à tabela, Alberto Sampaio escreveu o seguinte: «As cifras à esquerda indicam o número de vides que saíram do viveiro − mas como no acto da plantação se rejeitaram bastantes, o seu número ficou reduzido na totalidade a 1.198 − que são as que se acham na vinha».
Indicação das castas e do número de vides, bem como respetiva proveniência (viveiro de Landim; viveiro do cortelho…), plantadas no socalco da vinha de baixo.
Indicação das castas italianas, número de vides e locais de plantação. Parece tratar-se do primeiro apontamento, de uma série de três, produzidos por Alberto Sampaio acerca de castas italianas plantadas em Boamense. As duas anotações a tinta, numa das quais é dito que as vides foram enviadas pelo engenheiro e enólogo José Taveira de Carvalho Pinto de Menezes, são posteriores a 1895, como se depreende pela leitura de uma das notas: «Estas foram plantadas na vinha do meio em Nov. de 1897, seg.do consta das respectivas notas.»
Informações sobre a plantação das castas de origem italiana, suas características (folhas e bagos) e produção. Plantação de castas italianas em Boamense, nomeadamente: Monica Nera, Chasselas precoce, Malvazia Zante, Forcese di Fermo, Bonarda à grandes grappes e Aliatico Sciolto. Para cada uma delas, marcadas em Setembro de 1901 com etiquetas de zinco, Alberto Sampaio indica o local da plantação e descreve as características da folha (lisa, rugosa, verde claro, verde escuro…) e do bago (pequeno, redondo, doce…). Por exemplo, da primeira, Monica Nera, à qual corresponde a «Marca A», é dito que produziu um «gaipo» em 1901, sendo o bago «tinto, levemente oval», apresentando uma folha rugosa e verde escura.
Informação sobre as castas de origem italiana plantadas em Boamense. As castas mencionadas no primeiro documento foram enviadas pelo engenheiro e enólogo José Taveira de Carvalho Pinto de Menezes, de acordo com a anotação de Alberto Sampaio. Acrescenta ainda que dos «bacelos plantados destas castas restavam em Fev.º de 1898 6 vides» as quais foram plantadas na vinha do meio.
Valores de densidade (Gleuco-oenometro Cadet de Vaux) do mosto de diversas castas.
"Plantação feita em 6-8 de Fevereiro de 1900, com as vides procedentes do viveiro de Cerqueira Machado, em Lordelo”. Identificação das castas e locais de plantação das vides na vinha do alto. Nas primeiras cinco folhas são indicados os locais de plantação das vides italianas, francesas, alemãs, húngaras e persas, compradas no viveiro de Cerqueira Machado. As folhas 6 e 7 apresentam notas diversas sobre a qualidade das uvas − «uva tinta, ácida e de fraca densidade», «casta tinta, doce»−, produção da vinha − «só deu um pequeno cacho em 1904», «produção abundante em 1904»− e tempo de produção − «temporã sobretudo em sítio muito soalheiro», «não m.to temporã nem tardia». As notas remetem para as respectivas castas e locais de plantação.
Diversas informações sobre a produção do vinho espumoso.
"Plantação feita em Fev. 6-8 de 1900 Vides da ramada”. Identificação das castas e locais de plantação das vides na vinha do alto. Documento idêntico ao AS 456. No canto superior esquerdo Alberto Sampaio anotou a lápis azul «Duplicado». Terá sido, porventura, o rascunho, a partir do qual foi elaborado o documento anterior.
Castas usadas para enxertar algumas vides da Quinta de Boamense.
Trabalhos e despesas com a preparação de terreno para aumento da área de vinha.
Castas de videiras italianas, francesas, alemãs, húngaras e persas. Na 1.ª folha, a servir de capa, a lápis azul, Alberto Sampaio escreveu «Ficou para lembrança». Segue-se, a tinta, a indicação do conteúdo do documento: «Fevereiro de 1897 / Vides procedentes do viveiro de Lordelo do Cerqueira Machado / Estas vides foram plantadas no acrescente da vinha do alto em 6, 7 e 8 de Fevereiro de 1900”. O documento apresenta listas de castas de diversas proveniências − italianas (15), francesas (20), alemãs (4), húngaras (3) e persas (1). Cada casta é identificada por um número seguido de uma breve descrição, apresentando à margem iniciais maiúsculas (T. V. − Tinta verde / B. V. − Branca verde / B. M. V.− Branca madura verde) que indicam o tipo de uva. Numa ou noutra casta surge também uma referência bibliográfica resumida, constituída pelo nome do autor e números de páginas.
No interior do caderno encontra-se uma pequena nota (AS 452 (2)) a justificar o risco feito a lápis por cima dos números que antecedem o nome da casta: «Risquei os n.os porq. eram do viveiro, e por isso não têm razão de ser depois de arrancado».
Agrupamento de castas francesas. - Os números entre parêntesis a seguir à denominação da casta remetem para o mesmo número indicado no caderno AS 452.
Indicação do número de bacelos e locais de plantação das castas Carignan Bouschet e Chasselas de Ciontat. Indicação dos locais onde ficaram plantados os bacelos da casta Carignan Bouschet. Na primeira anotação, Alberto Sampaio acrescentou mais tarde a lápis: «cacho grande, m.to bom mas não é Carignan Bouschet». Em duas outras notas que constam do mesmo documento, na primeira é dito que são desconhecidas umas vides da vinha baixa, tendo as mesmas sido plantadas porque os cachos «eram muito bons». A segunda e última nota, referente a uma outra casta Chasselas de Ciontat é respeitante a um viveiro produzido a partir de um grupo destas videiras «no tabuleiro da Pereira Velha d’ Amorim, defronte da lata sobre o lameiro, no quintal».
Indicação de locais de plantação de diversas castas.
Informação das datas e castas plantadas, em lotes, no Campo da Porta. Menção a quatro lotes, plantados em diferentes anos: 1.º lote, em 1899; 2.º lote em 1900; 3.º lote em Março de 1901 e o 4.º lote em Fevereiro de 1902. Refere ainda a disposição e tipo de vides do resto de um viveiro, existente no campo da Porta, plantadas em 1897.
Identificação das castas e do número de vides plantadas em oito cordões na vinha do meio.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1905. Nas observações Alberto Sampaio anotou diversas informações respeitantes à vindima e às fases de produção do vinho. Tabela com a indicação das castas, dias de observação da densidade, valores de densidades dos mostos registadas pelo gleucómetro Cadet de Vaux e ainda registo dos valores de temperatura à sombra. Para a meteorologia dedicou uma página inteira, tendo feito um registo diário das condições climatéricas a partir de 22 de Setembro até 21 de Outubro.
Transcrições (em francês) de extratos referentes às castas Pineau Pommier e Cornichon blanc, feitas a partir do livro Guide pratique de l’Amateur de Fruits. No final das transcrições, Alberto Sampaio anotou: «Cornichon blanc é o mesmo que Cornichon à proppe collosale, pois os sinónimos que este traz são os mesmos que vêm no Catálogo do Taveira.»
Registo dos nomes dos vindimadores, número de dias de trabalho por vindimador e número de cestos de uvas vindimadas.
Indicação das videiras dispostas em cordão, plantadas no quintal «no tabuleiro da preza».
Notas diversas sobre enxertos e videiras.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1906.
Notas sobre a casta Tinta loura. Enxertos realizados em abril de 1886.
Diversas informações sobre a vindima de 1902.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1902. Nas observações Alberto Sampaio anotou as condições climatéricas, dias de vindima, qualidade das uvas e produção em almudes. Voltou a incluir a nota que havia escrito nos apontamentos da vindima do ano anterior, sobre a correspondência dos graus do gleucómetro e os graus Baumé. Tabela com a indicação das castas, dias de observação da densidade, valores de densidades dos mostos registadas pelo gleucómetro Cadet de Vaux e ainda registo dos valores de temperatura à sombra.
Indicação das castas plantadas na latada junto à estrebaria.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1904. Nas observações Alberto Sampaio anotou diversas informações respeitantes à vindima e às fases de produção do vinho. Assinalou ainda uma recomendação: «Quando se fizer vinho branco em quantidade superior a ½ pipo, não se deve juntar os restos de desemborrar ao bastardo, porque o turva e tenho receio que por tal motivo cause algum defeito». Tabela com a indicação das castas, dias de observação da densidade, valores de densidades dos mostos registadas pelo gleucómetro Cadet de Vaux e ainda registo dos valores de temperatura à sombra. Para a meteorologia dedicou uma página inteira, tendo feito um registo diário das condições climatéricas a partir de 12 de Setembro até final do mês de Outubro. Caracteriza ainda de forma sucinta os meses anteriores e os primeiros dias de Setembro: «Durante os meses de Maio, Junho, Julho e Agosto pouco mais houve que uns 8 ou 10 dias de chuva. Em Set.º choveu ligeiramente nos primeiros dias, Dominou sempre v, norte; noites e madrugadas frias."
Indicação das castas plantadas na vinha do alto, sobre o campo da Porta.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1903. Nas observações Alberto Sampaio anotou as condições climatéricas, dias de vindima, qualidade das uvas e produção em cestos de uvas vindimadas. Tabela com a indicação das castas, dias de observação da densidade, valores de densidades dos mostos registadas pelo gleucómetro Cadet de Vaux e ainda registo dos valores de temperatura à sombra. Anotações da mão-de-obra utilizada para vindimar, colheita de uvas expressa em número de cestos e cântaros de mosto em bruto e desemborrado: «Vindima do clarete no dia 25. Empregaram-se 6 mulheres e 1 homem, a vindimar e trazer as uvas e 2 no barracão. O Torquato não se empregou, porque esta doente dum [?]. Vindimaram 50 cestos, com 3 ½ da véspera = 53 ½. Desta totalidade, foram 3 ½ de bastardo, e quanto muito uns 7 cestos das outras qualidades, o resto, 43 cestos eram de Alvarelhão. Portanto o clarete deste ano pode-se julgar como feito desta última casta. Produto em vinho, ao sair das dornas = 32 alm.».
No documento AS 463 são mencionadas duas castas − Gross Poulsard e a Moscatel de Jesus - as quais são referenciadas neste documento. Ambas terão secado a seguir à plantação feita em Outubro de 1900 e, como tal, tiveram de ser substituídas. A primeira, Frankenthal, foi enxertada em Março de 1906 em Gross Poulsard, já a segunda, dada como «Desconhecida» foi substituída em Março de 1906 por uma planta de Moscatel de Jesus (ver doc. AS 463). No documento são assinaladas ainda outras castas, plantadas noutros locais, nomeadamente na ramada da vinha do alto, para o lado do pinhal; ramada alta da cancela entre a vinha de baixo e a do meio e, por fim, na ramada da vinha de baixo, para o lado do pinhal.
Valores de densidade (Gleuco-oenometro Cadet de Vaux) do mosto da casta Boal, nos anos de 1896, 1897, 1898 e 1899.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Informações meteorológicas do mês de Setembro.
Valores de densidade do mosto de diversas castas. Diversas informações sobre a vindima de 1900. Observações diversas referentes à produção, dias de vindima e condições climatéricas verificadas durante a vindima. No canto superior esquerdo, uma anotação curiosa sobre a correspondência dos graus do gleucómetro Cadet de Vaux e os graus Baumé: «Os graus do gleuco-oenometro Cadet de Vaux são os mesmos de Baumé (v. Maumené pg. 551) Q. à correspondência das densidades, expressas pelo densímetro, e a quantidade de açúcar, segundo os graus do Gleuco-oenometro V. Ibid. Tabela pg. 553, e pg. 302 a 307.» Tabela com a indicação das castas e valores de densidades dos mostos registadas pelo gleucómetro Cadet de Vaux.
Notas sobre as vides plantadas na vinha do alto. Notas sobre algumas das castas estrangeiras plantadas na vinha do alto, resultado da visualização das videiras, nomeadamente: Pinot gris, Epinette blanche, Kadarkas tinto, Limberger, Enfariné, Aramon e Osella. Refere, por exemplo que vale a pena propagar a Pinot Gris, juntamente com o Boal e Verdelho da Madeira «por ser temperã e dar vinho fino», para além de não apodrecer. Já sobre a Limberger limita-se a dizer que «tem mau gosto». Quanto à Aramon considera «imprópria deste clima».
Indicação da localização de vides resultantes de enxertos das castas Moscatel de Nápoles e de Poeirinha.
Bandeira, de cor azul cinza, com recorte lateral em forma de “V”. Apresenta os seguintes elementos figurativos: ao centro a porta amuralhada de um castelo com a palavra “Homenagem” inscrita ao meio. A ladear o castelo, dois escudos encimados por coroas. No centro do escudo à direita do castelo a representação da Nossa Senhora da Oliveira e no outro à esquerda, dividido em quatro quadrantes, dois apresentam as cinco quinas e os setes castelos, e os outros dois, uma Nossa Senhora ao centro com uma ave de cada lado. Na parte superior da bandeira os seguintes dizeres: «Ao Illustre Defensor de Guimarães».
Pouco depois de João Franco ter sido eleito deputado do Partido Regenerador pelo círculo de Guimarães, em Junho de 1884, ocorreram os graves acontecimentos entre Braga e Guimarães. Em Janeiro de 1885, João Franco defende a causa de desanexação do concelho de Guimarães do Distrito de Braga na Câmara dos Deputados, mediante a apresentação de um projeto de lei. É, pois, provável que numa das manifestações de júbilo do povo vimaranense ao seu deputado, tivessem sido distribuídas estas pequenas bandeiras pela população.
Bandeira, com recorte lateral em forma de “V”, dividida em três faixas longitudinais coloridas, duas cor-de-rosa e uma amarela ao centro. Um pequeno pau de madeira serve de estandarte. A primeira faixa (cor de rosa) apresenta um conjunto de elementos figurativos e, nas duas outras faixas (amarela e cor de rosa) estão impressos versos. Apresenta os seguintes elementos figurativos: duas imagens (um demónio e um esqueleto) ladeiam um escudo, o qual é suportado pela cabeça de uma outra imagem (demónio) na posição de joelhos. O demónio e o esqueleto seguram partes de faixas flamejantes. Na faixa do lado do demónio lê-se «A Vergara.» e, na do lado do esqueleto, «El Brujo». O escudo divide-se em cinco partes, apresentando cada uma, ao centro, um elemento figurativo, sendo apenas possível identificar o que está representado em duas delas, uma cartola e três círculos. Na parte central do escudo, figura a representação do que parece ser uma Nossa Senhora (da Oliveira?).
Versos: “É Guimarães uma cidade altiva / Cheia de brio, orgulho e pundonor!... / Receba pois como lembrança viva / Embora sem valor / Uma adhesão sincera e affectiva: / Um Viva Guimarães cidade altiva / Cheia de brio, orgulho e pundonor!...»
Impresso com convite à população do concelho de Guimarães para participar num “meeting” no Salão da Associação Artística, a fim de manifestar o seu protesto «perante o país e o governo contra a agressão selvagem e brutal de que foram vítimas […] os procuradores à Junta Geral» por Guimarães. Assinam Visconde de Lindoso, Visconde de Santa Luzia, Barão de Pombeiro, Gaspar Lobo de Sousa Machado e Francisco Ribeiro Martins da Costa. Uma folha impressa associada aos incidentes que ocorreram em Braga, a 28 de Novembro de 1885, quando a carruagem em que seguiam os procuradores da Junta de Guimarães, entre os quais o Conde de Margaride, foi apedrejada por alguns populares. Na origem do levantamento popular esteve a discussão, numa sessão da Junta Geral do Distrito de Braga, da criação de um curso complementar de Ciências no Liceu de Braga. Os procuradores de Guimarães opuseram-se, alegando, entre outros pontos, as contribuições pagas pelo concelho sem que se vissem contrapartidas ao nível do desenvolvimento do concelho. Este conflito, que incendiou os ânimos dos bracarenses e vimaranenses, foi largamente noticiado pelos correspondentes das duas cidades no jornal «A Província», de que era diretor Joaquim Pedro de Oliveira Martins. Alberto Sampaio era o correspondente por Guimarães desde a fundação do jornal, em Maio de 1885.
Análise de um conjunto de pontos desenvolvidos por Oliveira Martins, em estreita colaboração com Alberto Sampaio, no Projecto de Lei de Fomento Rural e Emigração que apresentou à Câmara de Deputados na sessão de 27 de Abril de 1887: 1.º fragmentação e dispersão das glebas de que se compõem os casais; 2.º impostos predial e de transmissão das propriedades; 3.º revogação do código administrativo na parte em que obriga as paróquias rurais a concurso para despesas da sede do concelho; 4.º abolição do imposto sumptuário na parte relativa a cavalos e carros puxados por cavalos em terras de 6.ª ordem; 5.º construção ou reparação de caminhos vicinais de ligação das aldeias à rede geral de viação; 6.ª reforma da lei de recrutamento militar como forma de evitar a emigração. Na 1.ª folha e no canto superior esquerdo está escrita a azul e sublinhado a vermelho a palavra «Cópia».
Bandeira dividida em duas partes coloridas verticais: azul, junto ao estandarte, e branca na restante parte da bandeira. Um pequeno pau de madeira serve de estandarte. Na parte superior da bandeira, ao centro, um conjunto de elementos figurativos. Na restante parte da bandeira estão impressos versos. Apresenta os seguintes elementos figurativos: duas imagens (um demónio e um esqueleto) ladeiam um escudo, o qual é suportado pela cabeça de uma outra imagem (demónio) na posição de joelhos. O demónio e o esqueleto seguram partes de faixas flamejantes. Na faixa do lado do demónio lê-se «A Vergara.» e, na do lado do esqueleto, «El Brujo». O escudo divide-se em cinco partes, apresentando cada uma, ao centro, um elemento figurativo, sendo apenas possível identificar o que está representado em duas delas, uma cartola e três círculos. Na parte central do escudo, figura a representação do que parece ser uma Nossa Senhora (da Oliveira?). Versos: “É Guimarães uma cidade altiva / Cheia de brio, orgulho e pundonor!... / Receba pois como lembrança viva / Embora sem valor / Uma adhesão sincera e affectiva: / Um Viva Guimarães cidade altiva / Cheia de brio, orgulho e pundonor!...»
Recortes do jornal «A Província» colados em folhas de papel, por sua vez cozidas com linha, formando assim um pequeno caderno. Na primeira página está colada uma tira de papel de jornal onde se lê: «Fomento rural». Por baixo da tira, Alberto Sampaio escreveu: «Artigos escritos por António de Serpa Pimentel; foram publicados no Jornal do Comércio, de Lisboa, no mês de Junho de 1887: transcritos na “Província”, n.os 131, 135 e 157 − III ano.»
Numa nota à margem na p. 9, Alberto Sampaio escreveu: “Transcrito no n.º 157 da Província (18 Junho, 87)».
Capa que continha documentos sobre a disposição das vides, viveiros, vinhas, etc.
Capa que continha os documentos referentes a registos do vinho maduro, etc. e ensaios sobre a densidade dos mostos.
Desenhos de disposição da vinha em latada.
Impresso publicitário. Impresso em Paris, Larousse.
Catálogo publicitário de cuvas e ânforas para armazenamento do vinho.
Fatura de diversos materiais de laboratório, destinados a ensaios vinícolas, emitida pela casa “Rebelo Valente Quinta Noval” de M. J. Valente Allen. Da fatura constam os seguintes materiais: dois termómetros, um alambique “Salleroy”, duas provetas graduadas, um alcoómetro “Gay-Lussac”, um gleucómetro, uma cápsula de porcelana e uma pipeta. A fatura encontra-se na 1.ª folha (frente). Na folha seguinte (frente), uma missiva, assinada por Isaac Newton, onde se lê: «Junto tomo a liberdade de remeter a V. Ex.cia a factura junta». No verso desta mesma folha encontra-se o selo, o carimbo da casa que comercializava os materiais de laboratório e o endereço manuscrito. A fatura foi endereçada ao Comendador António Vicente de Carvalho Leal e Sousa, sogro do irmão de Alberto Sampaio, José da Cunha Sampaio.
Impresso com as instruções do alambique “J. Salleron”. Impresso em Corbeil, typ. et stér. de Crété.
Impresso em Corbeil, typ. et stér. de Crété. Tabelas de conversão utilizadas na produção de vinhos e de álcool.
Desenhos de disposição da vinha em cordão.
Impresso publicitário com informação das propriedades da gelatina, modo de utilização e dosagem recomendada. Produto comercializado por A. Deni, sucesseur de Lainé. Rua Turenne, 64 - Paris. Impresso em J. Rigail de Cª, passe du Caire. No canto inferior esquerdo, Alberto Sampaio anotou a lápis: «Cada tablete pesa 33 gram.»
Impressão Real Lith. Lusitana Porto. O concelho de Vila Nova de Famalicão, onde se localiza a Quinta de Boamense, está sinalizado no mapa com a cor castanho claro, a qual corresponde ao nível máximo de produção de vinho, ou seja a produções superiores a 50.000 hectolitros.
Esta carta foi publicada por José Taveira de Carvalho Pinto de Menezes no Portugal (Circumscripção do Norte) Notícias Ácerca dos Seus Vinhos, em dois fascículos, de 1888 e 1889.
Impresso publicitário aos Champagnes comercializados pela Casa Veuve Clicquot Ponsardin, Rheims. Impresso Lith. P. Budker.
F. Valentin / Ingenieur-Constructeur, Ancienne Maison L. Taillard. Ateliers de Construction de Machines pour les vins mousseux. Impresso Lith Bonnedame. Equipamentos diversos para engarrafamento. Artigos utilizados nas garrafas: cápsulas, “gaiolas” de arame, etc. Anotação a tinta na capa e notas manuscritas em algumas das páginas. No canto superior direito da capa Alberto Sampaio anotou: «Recebi em Fev.º 1900».
Lotação dos 2 tonéis chamados das 4 Pipas / Quando se fez a medição do vinho em 20 de Maio de 1902 ambos deram 8 Pipas e 9 almudes (Pipas de 21 almudes). / Tonel da entrada do Jardim [?] 88 alm., 8 p. de 21 e 4 al.» A segunda f. AS 496 (2) é um pequeno papel preso por um alfinete onde se lê: «Casco novo / 28 alm., 3 ½ canadas / (o casco curto)».
Quantidades de sulfato e de cal a adicionar na preparação da calda destinada a tratamento das videiras. Apresenta quatro pequenos furos nos cantos superiores e inferiores, podendo ser o resultado deste papel se encontrar exposto num qualquer sitio, visível, portanto aos trabalhadores da quinta
Folhas de cálculo da capacidade de tonéis. O cálculo da capacidade dos tonéis é equivalente ao cálculo do volume de um cilindro. Para os cálculos apresentados neste documento, Alberto Sampaio entra com o «comprimento interno» do tonel, isto é, a altura do tonel, a «altura dos tampos» e a «altura do bojo», isto é, o diâmetro das bases e do bojo do tonel. No cálculo do volume do tonel, é determinado o valor equivalente ao raio do tonel, como o resultado da média de metade do somatório do diâmetro da base com o diâmetro do bojo. Uma vez calculado o raio, a fórmula para determinação do volume é a mesma utilizada para um cilindro (V= h*r2*π).
Ao volume total do tonel, calculado com base na fórmula apresentada, Alberto Sampaio deduz 1% para apurar o volume útil (em litros). Determina ainda o número de pipas e almudes correspondentes à capacidade em litros do tonel, tendo por base que 1 pipa equivale a 525 litros e 1 almude a 25 litros.
Exemplo:
A. Medidas do tonel
Comprimento interno (h, altura) 178 cm
Altura dos tampos (Ø dos tampos) 125 cm
Altura do bojo (Ø do bojo) 152 cm
a) Determinação do volume do tonel
V= h*r2*π
Valor médio do diâmetro do tonel = (125+152) / 2 = 138,5 cm
Raio do tonel = 138,5 / 2 = 69,25 cm
V= 178 * (69,25) 2 * 3,14 = 2680 litros
V útil = 2680-26 = 2654 litros
2654 litros são equivalentes a 5 pipas, 1 almude e 3 litros.
Capacidade em litros de 1 pipa = 525 l; Capacidade em litros de 1 almude = 25 l
1 pipa é equivalente a 21 almudes.
Prefácio de Luís de Magalhães aos Estudos Históricos e Económicos, 1.ª edição, 1923. Informação complementar: Os vários estudos de Alberto Sampaio, publicados em diversas revistas literárias e científicas, foram reunidos em dois volumes 15 anos depois da sua morte. Luís de Magalhães, o amigo mais próximo do historiador a seguir a Antero de Quental, ficou responsável pelo projeto editorial, embora contando com o apoio incondicional de António Vicente Leal Sampaio, sobrinho de Alberto Sampaio. No prefácio que escreveu refere a dado passo: «Reunidos aqui os seus escritos pelo piedoso e zeloso afeto do representante do seu nome, o D.or António Vicente Leal Sampaio, seu sobrinho, que, nesta família de homens de lei, tem mantido, como magistrado distintíssimo que foi, e como advogado não menos distinto, que presentemente é, a tradição de saber e de retidão, que é o seu timbre − coube-me a mim, num encargo de amizade, que muito grato me foi, informar e esclarecer os leitores sobre a individualidade do autor ilustre, cuja obra é oferecida ao seu interesse e estudo, e sobre as origens, os objetivos e o método e processos dela.» (Alberto Sampaio - Estudos Históricos e Económicos. Porto: Livraria Chardron; Paris: Aillaud; Lisboa: Bertrand, 1923, p. XXVIII).
Quantidades de sulfato e de cal a adicionar na preparação da calda destinada a tratamento das videiras. Nota sobre a preparação da calda.
Quantidades de sulfato e de cal a adicionar na preparação da calda destinada a tratamento das videiras. Numa nota, no verso da folha, Alberto Sampaio escreveu: «É esta a fórmula que actualmente se emprega - Maio de 1907.»
Cópia manuscrita do Prólogo e Capítulo I: Desde os tempos proto-históricos até aos novigodos. As três primeiras folhas encontram-se numeradas com numeração romana (em falta a primeira folha). Notas do texto escritas em folhas separadas, coladas posteriormente às folhas do texto. No verso da última folha a seguinte anotação a lápis: “(Publicado) / (Conservo o mss. Para fazer o índice)”.
Notas de investigação. Índice temático, ordenado por número de página, de dois dos cinco volumes da História da Administração Pública em Portugal nos séculos XXI a XV, de Gama Barros.
Nota:"O conjunto de manuscritos com as anotações de Alberto Sampaio foram guardados por seu sobrinho António Vicente Leal Sampaio numa folha dobrada a meio, a servir de capa, identificada com a seguinte informação: «Apontamentos de meu tio Alberto Sampaio, que estavam dentro dos volumes do Gama Barros, que emprestei ao dr. José Beleza». Os índices dos dois volumes elaborados por Alberto Sampaio encontram-se devidamente separados e identificados."
Informações complementares: Henrique da Gama Barros nasceu em Lisboa e formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra (1854). Foi Administrador do Concelho de Sintra (1857-1862), secretário-geral do Governo Civil de Lisboa (1869), Governador Civil da mesma cidade (1876 e 1878), cargo que ocupava interinamente aquando da proibição das Conferências do Casino em Junho de 1871, Presidente do Tribunal de Contas (1900) e Par do Reino (1906). Celebrizou-se, como historiador, com a publicação da monumental História da Administração Pública em Portugal (4 vols., 1885-1922). A coleção (9 cx.: 101 docs.) conserva o original do 1º vol. da História da Administração Pública em Portugal, rascunhos do mesmo e um índice de legislação do séc. XIX. Parte do seu espólio foi doado pelo filho, em 1944, à Universidade de Coimbra (Instituto de Estudos Históricos da Faculdade de Letras) (site: Biblioteca Nacional de Portugal).
A História da Administração Pública em Portugal nos séculos XXI a XV, versa a história das instituições políticas e jurídicas portuguesas na Idade Média. É uma obra de indiscutível mérito que notabilizou Gama Barros, apontado por alguns historiadores como o continuador de Alexandre Herculano. Gama Barros correspondeu-se com Alberto Sampaio e conheceu bem a sua obra, designadamente o seu estudo As Vilas do Norte de Portugal, sobre o qual fez o seguinte comentário, em carta datada de 6 de Outubro de 1903: «Ninguém decerto terá em maior apreço do que eu a publicação e o favor da oferta, porque no volume que estou escrevendo, e há-de ser o terceiro da minha História da Administração pública, tenho de me ocupar do regime da propriedade; e nesta obscura exploração nenhum guia me pode encaminhar melhor do que o livro de V. Ex.ª» (Fonte: Cartas a Alberto Sampaio. Organização, introdução e notas Emília Nóvoa Faria e António Martins. Porto: Campo das Letras, 2008, p. 31).
Quantidades de sulfato e de cal a adicionar na preparação da calda destinada a tratamento das videiras. Apresenta quatro pequenos furos nos cantos superiores e inferiores, podendo ser o resultado deste papel se encontrar exposto num qualquer sitio, visível, portanto aos trabalhadores da quinta.
Versão resumida d’ As Vilas do Norte de Portugal.
Informação complementar: Alberto Sampaio escreveu o que apelidou de “resumo” d’ As Vilas do Norte de Portugal a pedido de Ricardo Severo, director da «Portugália», uma das revistas literárias de maior prestígio na época. O resumo permaneceu inédito até 1991, data da sua publicação numa edição do Museu de Alberto Sampaio, comemorativa dos 150 anos do nascimento de Alberto Sampaio. Em 2008, nas Comemorações do Centenário da Morte do historiador, foi de novo dado à estampa no Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão.
Referências bibliográficas: Alberto Sampaio - As vilas do Norte de Portugal: resumo inédito. Introdução de Emília Nóvoa Faria. [Guimarães]: Museu Alberto Sampaio, 1991.; Cartas de Alberto Sampaio. Organização, transcrição e notas de Emília Nóvoa Faria e António Martins. Ribeirão: Edições Húmus, 2009.; Emília Nóvoa Faria; António Martins - “Lavouras e lavradores (Norte de Portugal): As Vilas do Norte de Portugal um resumo de Alberto Sampaio”. Boletim Cultural. Vila Nova de Famalicão: Câmara Municipal, III série, n.º 3-4, 2007/8, pp. 427-439.
Folha de mão-de-obra com indicação, por trabalhador, do número de dias de trabalho, salário diário e salário total.
Cópia manuscrita revista do capítulo IV: A emigração para a costa da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Algumas folhas com colagens. Várias emendas. Anotações a lápis. No verso da última folha a seguinte anotação a lápis: «(Publicado) / (Conservo o mss. Para fazer o índice)».
Despesas com mão-de-obra (pedreiros, carpinteiros, ferreiros e caiador) e transporte de carros de barro e de pedra para a obra das cortes do casal de Boamense de Dentro.
Cópia revista manuscrita do capítulo III: O mar livre da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Algumas folhas com colagens. Várias emendas. Anotações a lápis.
Despesas com a construção de muros junto à vinha do Salgueiral e à vinha dos cortiços.
Cópia manuscrita revista do capítulo II: O mar fechado: a tomada de Lisboa da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Algumas folhas com colagens.
No verso da f.1 "Borrão copiado". Várias emendas. Anotações a lápis.
Despesas realizadas com a preparação do terreno para plantação da vinha.
Manuscrito da primeira versão do capítulo II da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Folhas numeradas de 2 a 8 com dimensões diversas. Notas soltas intercaladas com as folhas.
Contém AS 474 a AS 480. Despesas com várias obras e plantações” realizadas na Quinta de Boamense nas décadas de 60 e 70 do século XIX.
Cópia manuscrita revista do capítulo V: O comércio marítimo da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Algumas folhas com colagens. Várias emendas. Anotações a lápis. No canto superior direito da f. 1 a seguinte nota: “Lelo, 31 agosto 8 h. noute”.
Despesas com mão-de-obra (jornaleiros e pedreiros), transporte de pedra, vides, adubo, aterro e empreitada. No verso apresenta um texto impresso, em francês.
Despesas com mão-de-obra e pedra.
Listagem de vinhos italianos e das castas que entram nas suas composições. Listagem de castas de uvas de mesa.
Cópia manuscrita revista da primeira versão da Nota A da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Algumas emendas.
Provas tipográficas do capítulo II: O mar fechado: a tomada de Lisboa, da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal, a publicar pela revista «Portugália».
Cópia manuscrita dos capítulos IV e V da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. A letra não é de Alberto Sampaio. António Vicente, sobrinho de Alberto Sampaio anotou a tinta vermelha no verso da última folha: «Estas notas devem escrever-se no fundo da página, deixando-se para isso espaço suficiente. / Todas as notas devem separar-se do texto com um traço, e devem ser escritas a tinta encarnada.
Lista de castas agrupadas e classificadas por Alberto Sampaio com as seguintes designações: «mais cultivadas», «recomendadas» e «tardias».
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Transcrição manuscrita de um apontamento sobre vidros para o Mosteiro de Évora, extraído do livro Dissertações chronologicas e criticas sobre a historia e jurisprudencia ecclesiastica e civil de Portugal, de João Pedro Ribeiro.
Prova tipográfica impressa com correções manuscritas a tinta. Recensão à obra de João Gomes de Oliveira Guimarães (Abade de Tagilde) Vimaranis Monumenta Historica: a saeculo nono post Christum usque ad vicesimum. Vimarane: ex typis Antonii Ludovici da Silva Dantas, 1908. A recensão, escrita no Porto com data de 22 de Julho de 1908, foi publicada na revista «Portugália», Porto, vol. II, 1905/1908, pg. 683.
Prova tipográfica com correção manuscrita a tinta na 2.ª página.
A recensão foi publicada na revista «Portugália», Porto, vol. II, 1905-1908, pg. 294. Diz respeito à obra Numantia: Eine topographisch-historische Untersuchung. Berlin : Weidmannsche Buchhandlung, 1905.
«Adolf Schulten (27 de Maio de 1870 a 19 de Março de 1960 foi um arqueólogo, historiador e filólogo alemão, considerado o pai da investigação moderna sobre Tartessos - estudo a que dedicou muitos anos. Realizou escavações arqueológicas em Espanha, Itália e no norte de África e embora a sua verdadeira obsessão fosse encontrar os vestígios da cidade de Tartessos, nunca conseguiu realizar esse sonho. Empenhou-se em escavações no atual Parque Nacional Dona Ana, na foz do rio Guadalquivir e encontrou um povoado romano no Cerro del Trigo, convencido de que se tratava da população situada sobre os restos da cidade mítica. Entre outros trabalhos de escavação por todo o país, trouxe à luz as ruínas de Numancia ou o acampamento romano de Castra Cecilia, situado na atual cidade Cáceres. Autor da obra monumental Hispania. Geografía, etnología e historia.»
