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Custódio José Vieira agradece o artigo "As costelas do Sr. Visconde de Correia Botelho" que será publicado no volume da Comissão Executiva na homenagem do centenário de nascimento do escritor Camilo e justifica a não publicação de outro artigo de autor brasileiro. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Comissão Executiva do Centenário Camilo Castelo Branco. Sede Diario de Noticias, Lisboa".
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Papel de carta de luto.
Custódio José Vieira convida em nome da Comissão Executiva para JAM estar presente nas festas do centenário de Camilo no Porto e Famalicão. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Comissão Executiva do Centenário Camilo Castelo Branco. Sede Diario de Noticias, Lisboa".
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Papel de carta de luto.
Carta manuscrita assinada, de Vila do Conde.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Bispo. Papel de carta de luto.
Custódio José Vieira convida JAM a colaborar no número único de homenagem ao escritor Camilo. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Comissão Executiva do Centenário Camilo Castelo Branco". Manuscrito "Sede Museu Arqueologico de Lisboa".
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Figueira da Foz, Palheiros 18. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada em papel de luto, enviada do Porto, Rua do Rosário 159.
Ofício sobre o plano de novos uniformes da corporação. Carta manuscrita em papel timbrado da associação.
Ofício que autoriza à audição dos voluntários do Comando na investigação que a Direcção está a proceder. Ofício manuscrito em papel timbrado dos Bombeiros.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Eugénio de Castro refere a visita que fará a Seide para escrever o artigo para o diário argentino. Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel de carta de luto.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Eugénio de Castro informa que visitará novamente Seide para escrever um artigo para um diário argentino. Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Palace Hotel Bussaco. Portugal".
Cartão manuscrito assinado. Tem timbrado o brasão a preto.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Programa e convite para os dias 23 e 24 de outubro 1943. Impresso Typ. Minerva, 200 exemplares a 15-10-1943.
Poema de Álvaro Pinheiro (de Esposende, sogro do 1º Comandante dos B. de Esposende Sr. Carlos Martins) para as Bodas de Oiro da AHBVF. Impresso em V.N. de Famalicão em Outubro de 1943.
Minuta do ofício agradecendo a presença nas comemorações das Bodas de Ouro e a condecoração da bandeira da corporação com a medalha de serviços distintos. Transcrição: «A Direcção e Comando da Corporação dos Bombeiros Voluntários de Famalicão, vem trazer até junto de vossas excelências, a gratíssima expressão do seu maior reconhecimento. / Quando o consenso da população não mostra ignorar os serviços que nós, como outros, lhe prestamos, com absoluto desinteresse e sacrifício permanente da saúde e da vida, já a recompensa tem um valor que faz esquecer muitas ingratidões e muitas atitudes, por vezes de estranha compreensão. Mas quando o reconhecimento dos serviços prestados, vem da mais alta entidade do concelho, onde os melhores da terra representam a multidão, e quando esse reconhecimento vai mais longe que a distância e nobilitante assistência de V. Ex.ª e dos seus dignos colaboradores, a todos os actos e manifestações do programa com que comemorámos, recentemente, as nossas Bodas de Ouro e vai até à condecoração da bandeira da nossa corporação com a medalha dos serviços distintos, oferecida pela Câmara em nome do Concelho, a recompensa, então, torna-se em consagração e somos, depois nós quem tem obrigação de agradecer."
Minuta do ofício agradecendo a presença nos vários atos das comemorações das Bodas de Ouro. Refere que Manoel Alves Correia de Araújo é o único sócio fundador vivo. Na mesma folha encontra-se minuta de outro ofício.
Pede a JAM para marcar visita à casa de Seide. Carta manuscrita assinada, de Carregosa.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Carregosa.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Eugénio de Castro informa que gostaria de visitar a casa de Seide e que desejava ir acompanhado de Joaquim Costa redator do Primeiro de Janeiro. Carta manuscrita assinada, de Carregosa, Oliveira de Azeméis.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Eugénio de Castro faz votos para que as negociações entre o Presidente da Câmara de Famalicão e os herdeiros de Camilo deem resultado. Carta manuscrita assinada, de Coimbra.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte.Tem o brasão timbrado a vermelho.
Panfleto impresso com 250 exemplares em que os Bombeiros Voluntários de Famalicão convidam os associados, amigos e público em geral a associar-se às cerimónias do dia 16 de outubro comemorativas das “Bodas de Diamante”. O programa principal: 10h30 içar da bandeira da Corporação; às 10h00 missa na Igreja matriz; ás 15h30 desfile pelas ruas de mais de 300 bombeiros e dezenas de estandartes e viaturas; às 16h00 sessão solene e condecorações de bombeiros no quartel. As novas instalações estavam nesse dia abertas ao público para serem visitadas.
Cartão convite. No interior do cartão tem o convite e o programa para as comemorações do dia 16 de outubro de 1966.
Eugénio de Castro agradece a visita a Seide e a visita ao Solar dos Pinheiros em Barcelos. Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem brasão timbrado a preto.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem brasão timbrado a preto.
Agradece a visita a Seide proporcionada por JAM na companhia do Visconde de Vila Moura, Nuno Simões, Júlio Brandão e António Ferraz. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do Grande Hotel do Porto.
Informam do donativo da empresa de 2.500$00, que será descontado na conta de débito à Associação no decorrer das Bodas de Ouro. Ofício datilografado e assinado manuscrito por J. Carvalho & Irmão.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Tem brasão timbrado a vermelho.
Eugénio de Castro refere o incêndio da Casa de Camilo e a necessidade de reconstrução. refere ainda a genealogia dos Pinheiros. Carta manuscrita assinada, de Coimbra. 35, rua do Norte. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Artigo de Vasco de Carvalho publicado no Jornal "Estrela do Minho", na página 1 e 4.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Tem o brasão timbrado a vermelho.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Eugénio de Castro devolve o rascunho do ofício para o presidente da Academia de Ciências. refere que o pintor ideal de Camilo seria o Columbano. Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Eugénio de Castro informa sobre o seu trabalho e pede notícias sobre a casa de Seide. Carta manuscrita assinada, de Carregosa, Oliveira de Azeméis.
Eugénio de Castro refere que falou com presidente da Câmara sobre a subscrição camiliana. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado da Revista da Universidade de Coimbra, Redacção.
Carta manuscrita assinada, de Figueira da Foz. Tem o brasão timbrado a preto.
Carta manuscrita assinada, de Carregosa, Oliveira de Azeméis. Tem o brasão timbrado a preto.
Ano VII, nº344. Artigos sobre as comemorações das Bodas de Diamante dos bombeiros.
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel timbrado da Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras.
Ano XII (XXXI), nº 558 (1371). Artigos sobre as Bodas de Diamante dos bombeiros.
Carta manuscrita assinada, de Guimarães.
Carta manuscrita, assinada, de Guimarães.
Carta manuscrita assinada, da Foz (Douro, Porto).
Carta manuscrita assinada, do Porto.
Carta manuscrita assinada sem data.
Carta manuscrita assinada sem data. Papel timbrado do "Correio Nacional. Praça do Município, 32. Lisboa. Redacção."
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Centro Nacional de Lisboa. Praça do Município, 32."
Carta manuscrita assinada, de Braga. Monograma timbrado no papel de carta.
Carta manuscrita assinada, do Porto. Agradece as notícias sobre o estado do filho de JAM e de sua mulher.
Carta manuscrita assinada, de Guimarães.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do "Observatório Astronómico de Coimbra (Gabinete do Director)".
Carta manuscrita assinada, da redação da "A Nação", R. da Lucta, 30, 2º Lisboa".
Francisco Veloso solicita artigos sobre Camilo e Santo Tirso para publicar nos Ecos do Ave. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Francisco Velloso. Advogado. Santo Thyrso". Papel de carta de luto.
Carta manuscrita assinada, da redação da "A Nação", R. da Lucta, 30, 2º Lisboa".
Carta manuscrita assinada, da Rua da Ilha Terceira, nº1, 1, Lisboa.
Carta manuscrita assinada, da R. Nova de St. Antóno a ?, 42 Lisboa. Assina como Secretário-Arqueólogo da Real Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses.
Carta manuscrita assinada, da Rua da Ilha Terceira, nº1, 1, Lisboa.
Carta manuscrita assinada, da Rua do Arco do Carvalhão, 124 rc dt. Lisboa.
Ofício dirigido ao Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Nova de Famalicão a informar o dia de tomada de posse de uma comissão, nomeada pelo Governador Civil de Braga, para administrar as duas corporações de Bombeiros de Famalicão, em Setembro de 1937 Transcrição: «Tendo sua excelência o Senhor Governador Civil do Distrito por alvará de 14 do corrente, dissolvido as Direções dessa Associação e da dos Bombeiros Voluntários Famalicenses e nomeado, para administrar as duas Corporações, uma Comissão composta dos signatários do presente ofício, vimos comunicar este facto a V. Ex.cia e que vamos tomar posse no dia 20 do corrente pelas 16 horas, rogando, para esse efeito, a comparência de V. Ex.ª e seus colegas da Direção, na sede dessa coletividade, no dia e hora indicada. A bem da Nação. A Comissão Administrativa João Machado da Silva, Joaquim José Teixeira de Melo, Armindo Alves Correia de Araújo.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado com brasão de "Frazão Vasconcellos". Junto com uma publicação impressa "Um Ex-Libris Inédito", publicado em Lisboa, 1918. A publicação tem dedicatória oferecida a JAM em 1918-11-27.
Nota datilografada na f. com a fotografia: "Desastre com o Maybach em 16 de Junho de 1933 guiado pelo Joaquim Fonseca. Embate com o carro do Snr. José Graça, de Braga. Houve julgamento do caso sendo o Fonseca condenado em um ano de prisão suspensa. A associação nada sofreu. O outro carro estava (Berliet) também avariado na ocasião. Foto na oficina do Fonseca." Assinado Hilário
Transcrição: «Excelência: A Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão, apela para o douto e sábio critério de V. Ex.ª da decisão do Ex.mo Governador Civil de Braga que dissolveu as direções das 2 Associações de Bombeiros e pretende a criação de uma única Associação que, extintas por fim aquelas, as substitua. / Torna-se necessário, para elucidação de V. Ex.ª, um sucinto relatório sobre a questão dos Bombeiros em Famalicão. / Com vénia respeitosa, comecemos pois: A)A Velha Associação: Em Maio de 1890 - há 48 anos! - fundou-se nesta Vila a nossa Associação - Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Famalicão. / Tão alto subiu a fama dos beneméritos serviços prestados pelos bombeiros da nossa Associação, que o Grande e Saudoso Rei D. Carlos I, oito anos decorridos desde a fundação, lhe concedeu o título de Real, por proposta do Governo a que presidia Ernesto Rodolfo Hintze Ribeiro. / Continuou a nossa Associação a prestar os seus amplos, eficientes, desinteressados e abnegados serviços à Humanidade. / E é então o Chefe do Estado, essa eminente figura de português que é S. Ex.ª o General Carmona, que em 28 de fevereiro de 1928, assina um Decreto que é o orgulho nosso, em que por se ter esta Associação salientado por atos que merecem uma especial distinção, a considera de Utilidade Pública. / Mais adiante, em 5 de outubro de 1935, o mesmo Chefe do Estado assina um Decreto que lhe apresentou o Governo de Salazar, concedendo à benemérita Associação dos Bombeiros Voluntários de Famalicão, a honra, a máxima distinção, de ser admitida na mui nobre Ordem Militar de Cristo, com o grau de Oficial. […] E sempre a Associação prestou o seu concurso às festas nacionais, às receções do Chefe do Estado, do Chefe do Governo, ou Ministros, e não fugimos à tentação de lembrar um facto, que muitos dirão ser sem importância: foi numa das suas salas que em 28 de maio se realizou uma reunião entre Oficiais da Revolução Nacional e o Chefe da Coluna Governamental que para Braga seguia a atacar Gomes da Costa. E essa reunião decidiu da sorte ou da atitude da Coluna Governamental, que aderiu ao Movimento Nacionalista. / E ainda não fugimos a recordar que foram os nossos bombeiros quem acorreu á Ponte Pênsil de Ribeirão, a extinguir o fogo que os revolucionários lhe haviam criminosamente pegado, para evitarem a passagem da coluna que constituída pelas forças de Braga, Viana e Santo Tirso, seguia para o Porto a fim de combater os reviralhistas de 7 de fevereiro. […] B)A Associação Nova: Há dez anos, por motivo provado e que vinha sendo já notado, foram expulsos da Corporação dos Bombeiros de Famalicão, alguns elementos indisciplinados. / Encontraram esses elementos algumas pessoas de espírito irrequieto, desta Vila, que os apoiaram, lhes deram força e os animaram para a organização de uma nova Associação, que denominaram dos Bombeiros Voluntários Famalicenses. […] Começaram logo que tiveram carro automóvel, por criar rivalidades e emulações, com a colocação de uma bandeirinha no seu carro pronto-socorro, sempre que este chegava ou se fazia chegado em 1.º lugar, ao local do sinistro. E tão longe foi a mania desses orientadores, criando esse espírito de retaliação e de luta entre irmãos da mesma causa, que bastará contar um só entre tantos casos criminosos: seguia, em marcha acelerada para um incêndio, o carro dos Bombeiros Famalicenses. De repente apanhou um homem, que caiu no para-choque e se agarrou para se salvar. O motorista e os bombeiros da equipa gritaram-lhe que se agarrasse bem, e continuaram na desfilada até um caminho estreito onde pararam por já não ser possível a ultrapassagem pelo carro dos nossos bombeiros. Só então tiraram o homem da sua crítica e horrível posição. O pobre homem, tempos depois, morria… […] Dissolução: Em certo dia de setembro, à noite, os bombeiros foram chamados para um grande incêndio. À frente seguiam os famalicenses, que não deram passagem, insistentemente pedida, pela mão, ao nosso carro. Este, para evitar um choque, ultrapassou pela direita. / Houve um desastre, e queremos fugir a dizer como ele se teria dado. Morreram 2 mulheres e 3 crianças e feriram-se alguns bombeiros, além de perdas materiais, enormes, no nosso carro. / No dia seguinte o Sr. Governador Civil vem a esta vila e manifesta o desejo da dissolução das direções das 2 Associações, com a nomeação de uma Comissão Administrativa que tomasse conta de ambas, e ficasse com o encargo de em 20 dias apresentar os estatutos de uma única Associação, que substituísse as 2, que seriam extintas. […]
Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Carta sem data.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do "Governo Civil de Braga. Gabinete do Secretário Geral". Gaspar Malheiro Pereira Ferraz Peixoto, que já consultou Bernardino Machado sobre o assunto da localização do cemitério de Famalicão, informa que a câmara tem que escolher definitivamente o terreno para a construção do cemitério de Vila Nova de Famalicão.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do "Governo Civil de Braga. Gabinete do Secretário Geral". Gaspar Malheiro Pereira Ferraz Peixoto informa JAM que irá arrancar com as obras públicas para o projeto do Matadouro, cuja localização era do debate público em Famalicão.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do "Governo Civil de Braga. Gabinete do Secretário Geral". Gaspar Malheiro Pereira Ferraz Peixoto informa que vai a Vila Nova de Famalicão pessoalmente para resolver a questão da construção do cemitério (a construir no lugar de Moço Morte, Gavião).
Agradece o livro Camilo Homenageado. Carta manuscrita assinada, de Braga Casa dos Biscaínhos.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Francisco Velloso. Advogado. Santo Thyrso". Papel de carta de luto.
Carta manuscrita assinada, do Porto, Largo de St. Clara, 49.
Carta manuscrita assinada. Carta incompleta e sem data.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Gaspar d´Abreu. Advogado R. Belmonte, 12 Porto".
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado da Câmara dos Deputados.