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Original. Exemplar assinado pelo Arquiteto Januário Godinho. Exemplar igual JG 159(1), JG 160(1) e JG 157(1). Transcrição: "O segundo adicional relativo à empreitada geral de construção civil compreende diversos trabalhos complementares da empreitada base, não previstos no respectivo contrato. A medição descrimina em pormenor e por ordem de pisos a natureza e quantidades de trabalhos executados a mais e a menos, destacando-se entre as verbas mais importantes a instalação de um ascensor, a casa da máquinas, relógios da torre, iluminação da arcada com cátodo frio, substituição de lambris de marmorite por azulejo decorativo, azulejo especial na galeria dos passos perdidos, encargos gerais, etc., etc. […] Trabalhos de urbanização: Também a empreitada geral de urbanização dos espaços exteriores sofrem diversas alterações impostas pela própria evolução dos trabalhos de construção civil, nomeadamente, reconstrução de muros de suporte, monumento a Camilo, jardinagem, aumento das redes de rega e de iluminação, encargos gerais, etc., etc. […] Resumindo: a) construção civil 777.743$10 b) urbanização 244.650$80 Total 1.022.393$90 Porto, 3 de Junho de 1961 O ARQUITECTO, Januário Godinho"
Original. Exemplar igual JG 153(6) e JG 159(6) e JG 160(6). A primeira folha com o título "Urbanização".
Original. Memória assinada pelo Arquiteto Januário Godinho. Nota manuscrita "Aprovado em reunião de 5-6-1961, selado com lacre. Exemplar igual JG 155(1).
Original. Exemplar igual JG 153(1), JG 160(1) e JG 157(1). Transcrição: ""O segundo adicional referente à empreitada geral de construção civil compreende diversos trabalhos complementares do projecto base, não previstos no respectivo orçamento. Trata-se de beneficiações e alterações que durante o andamento da construção foram julgadas necessárias para melhor eficiência e proveito dos serviços. Destaca-se principalmente a generalização dos lambris de azulejo decorativo em lugar de marmorite, na maior parte já substituídos no primeiro adicional, bem como um guarda-vento para a sala de audiências, cancelas decorativas para a teia e a barra da mesma sala, alcatifa no estrado dos magistrados, etc.; introduziram-se ainda modificações na rede eléctrica no sentido de separar o consumo dos serviços, - tribunal, conservatórias, etc. […] O segundo adicional da parte de construção civil importa, assim, em Escudos: 202.495$10, porém, deduzindo as obras a menos, no valor de Escudos: 22.334$70, resulta a importância líquida, a pagar, de Escudos: 180.160$40. Porto, 3 de Junho de 1961. O ARQUITECTO, Januário Godinho"
Cartas enquanto Ministro dos Negócios Estrangeiros, 1906-05-19 a 1907-05-02.
Carta manuscrita assinada, em papel timbrado da Real Biblioteca Pública Municipal do Porto, com envelope.
Original. Exemplar igual JG 153(6) e JG 159(6) e JG 157(1). A primeira folha com o título "Urbanização".
Manuscrito. "Pasta nº 3 Cazal nº 7 D". Este documento estava na caixa “Pasta nº3 Anno 1841”, que contém CP 12875 a CP 12958.
Manuscrito. Na "Pasta nº 2 Cazal nº1 AE". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142. Escritura de dote de 600 mil reis, feita em Ponte de Lima, a Mariana Josefa de Castro e João Machado Fagundes, pela mãe dela Maria do Rego e Castro, visto que era órfã de pai, como não tinha o dinheiro deu-he o prazo de Balazar para tirar proveiros enquanto não lhe dava o dinheiro.
Original. Assinado pelo Arquiteto Januário Godinho com carimbo da entrada na Câmara Municipal 1960-04-08.
Manuscrito com folhas cosidas em papel azul. Tem ordem que veio de Lisboa para mudar uma posse ao P. Manuel Figueira. Junto com CP 13171. Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193.
Manuscrito com folhas cosidas em papel azul "Pasta nº 1 Casal nº1 D". A tomada de posse do vínculo por Ana Pinheiro e Manuel Figueira não foi pacífica. Helena Dias, viúva de Simão Pinheiro e a 1ª descendência do Morgado atribuíam-se com direitos de propriedade que não detinham. Esta sentença da suplicação de 1576 veio fazer justiça e ordenando o cumprimento das disposições de Luís de Carvalho. Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193. Junto com CP 13172.
Manuscrito "Pasta nº 1, Casal nº 1 T". Este documento estava caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193. Inventário dos filhos e bens que ficaram por morte de João Machado Fagundes.
Cópia de planta. Paredes Laterais do Vestíbulo 2C-16, 2C-17 e 2C-18. Escalas: 1/50 e 1/10. Assinado pelo Arquiteto Januário Godinho.
Manuscrito na "Pasta nº1, Casal nº 1 U". Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193. Tem a descrição dos bens que ficaram por morte de João Machado Fagundes.
Cópia de planta. Escalas: 1/50. Assinado pelo Arquiteto Januário Godinho.
Cópia de planta. Planta, Pormenores e Cálculo das dimensões dos degraus. Escalas: 1/50 e 1/20.
Contém Relação do material indispensável para sub-delegado de Saúde; propostas Papelaria e Livraria da Alta, e Metalúrgica da Longra. Panfletos publicitários.
Folhas cosidas. Relação de juros de 1743 a 1744. Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936.
Manuscrito numa "Pasta nº1 Casal nº 10". Este documento estava na caixa “Pasta nº1 Anno 1841”, que contém CP 13170 a CP 13193. "D. José (...) faço saber que Dona Ana Maria Isabel de Melo Pereira de Sampaio, viúva que ficou de Vicente Pinheiro e Figueira Lobo da Guerra (...), administrando os bens tanto alodiais como de vínculo na menoridade de seu filho primogénito João Machado de Melo Pinheiro e Figueira, e porque ao vínculo da quinta de Pindela, sita no termo de Barcelos, pertenciam os casais de Monte Alvão, Pego e Mamoa, sitos na freguesia de Mouquim, e o casal de Pousada, na freguesia de Jesufrei, e as terras que lhe pertenciam na freguesia de Mariz e todas as pertenças destes casais que por andar tudo mal cultivado era de pouco rendimento no vínculo (...), grave dano que se pode evitar emprazando-se a quem melhor os cultive e como o não podia fazer sem provisão minha por ser tudo de vínculo (...)"
Manuscrito na "Pasta nº 2 Cazal nº 1 AH". Este documento estava na caixa “Pasta nº2 Anno 1841”, que contém CP 13108 a CP 13142. Escritura de dote para casamento do noivo João Machado de Melo e noiva Maria Angélica Rita Pinto Pereira de Magalhães e Gouveia, 1795, feita na quinta de Refalcão, freguesia de Santa Senhorinha, concelho de Cabeceiras de Basto. "compareceram muitas testemunhas, tudo parentela dos esposados. E são outorgantes: "de uma parte João Machado de Melo, Fidalgo da Casa de Sua Magestade (...) e sua Mãe, Dona Ana Maria Isabel de Melo (...) e da outra parte Luís Pinto de Magalhães e Gouveia e sua Mulher, Dona Rosa Marcelina de Santa Teresa e, com eles, sua filha Dona Maria Angélica Rita Pinto Pereira de Magalhães e Gouveia, moradores nesta dita casa e quinta". Declararam então: "que eles com a ajuda e favor de Deus Nosso Senhor estavam justos e contratados (...) de casar, (...) e que tendo efeito o dito casamento (...) em face da Igreja na forma do Sagrado Concílio tridentino, queriam fazer os seus dotes (...)". trazendo para o casal os bens de que eram titulares ou que as suas Famílias lhes disponibilizavam. João Machado de Melo é o primeiro a ofertar: "era Senhor e possuidor do seu Morgadio e quinta de Pindela e mais bens a ela pertencentes e bem assim de outros mais morgadios sitos em várias partes desta província e do prazo de Arnosinho (...) e outrossim era senhor de vários casais, prazos e bens de que se compunha a sua Casa, e que com todos os referidos bens (...) se dotava destes para si e sua futura esposa e filhos de entre ambos". Tomam seguidamente a palavra os pais da noiva: pois que para "casarem um com o outro lhes havia dotado o seu Pai e Sogro, Paulo Pinto de Magalhães e Gouveia, e seu irmão, o Rev. Manuel Pinto de Magalhães, abade de S. Miguel de Entre-Ambos-os-Rios, todos os bens que havia na Casa, a saber, esta quinta de Refalcão e (...) as da Costa e Hervões, nesta freguesia de Santa Senhorinha, e (...) os bens destas duas quintas". Por fim, e com a permissão dos Senhores seus Pais, fala a própria Dona Maria Angélica Rita: que "se dotava de si para si e seu futuro esposo com a quantia de um conto e seiscentos mil reis em dinheiro que lhe tinha deixado para o seu casamento o seu Tio, o Rev. Marcelino Pereira Cleto, abade resignatário da igreja de S. Miguel de Entre-Ambos-os-Rios, e com mais quatrocentos mil reis que lhe deixou em seu testamento o seu Tio, o Rev. Manuel Pinto de Magalhães, abade na dita igreja".
Desenhos da secretária de trabalho, mesa de conferência, mesa para telefone, cadeiras, cesto.
Documento manuscrito. "Pasta nº 4 Cazal 11 B". Este documento estava na “Caixa 4”, que contém CP 12559 a CP 12976. Junto com documentos transcritos CP 12560(2) e CP 12560(3). Baltasar Pinheiro Lobo (4º morgado) e Maria Portocarreiro (1617) fazem permuta com o primo Francisco Pinheiro Lobo, da Quinta da Costa, sobre o campo do Valaído e as suas águas e moendas do Godinho. Baltazar Pinheiro Lobo (futuro 4º Morgado) comprou em 1617 a Quinta da Costa, sobre o campo do Valaído e as suas águas e moendas do Godinho.
Original. Memória assinada pelo Arquiteto Januário Godinho. Despacho manuscrito do Presidente da Câmara. Reunião de Câmara 21-04-1959.
Manuscrito com folhas cosidas, na "Pasta nº 3 Cazal nº 3 A". Este documento estava na caixa “Pasta nº3 Anno 1841”, que contém CP 12875 a CP 12958. Baltazar Pinheiro Lobo (futuro 4º Morgado) comprou em 1613 a Quinta de Soutelo que depois irá mais tarde integrar o Morgadio de Pindela.
Manuscrito. "Pasta nº 6 Cazal 37 A". Este documento estava na “Caixa 6”, que contém CP 12997 a CP 13016. Escritura do assento do Mosteiro de Arnoso. Prazo velho do assento do Mosteiro de Arnoso 2-6-1609. Certidão do contrato. Escritura lavrada em Guimarães. Escritura lavrada em Guimarães, junho de 1609, diz-se que comprou à Abadessa do Mosteiro de Varão o Assento do Mosteiro de Arnoso, por um conto e trezentos e seis mil reis, e o indispensável consentimento do seu senhoria direto, o Mosteiro dos Jerónimos de Belém (Lisboa). Neste documento CP 13.016 também se faz o tombo dos bens fundiários junto do mosteiro: "o palheiro que está contra a parte do norte tem de largo seis varas e oito de comprido, está colmado e as casas que estão juntas ao palheiro da mesma parte do norte tem de largo seis varas e de comprido vinte e são casas sobradadas que tem escada de pedra com varanda e dentro uma sala com sobressala por cima e mais uma câmara e nos bancos da casa uma cozinha térrea e uma adega e uma casa de tulha, tudo junto nestas casas; item uma casa de lagar colmada que está para a parte do poente, tem de largo quatro varas e meia e oito de comprido; item uma corte de bois que tem colmo por telhado, tem de comprido nove varas e de largo cinco varas, à qual está junto um pardieiro velho que tem de comprido oito varas e de largo cinco; item uma corrente de cortes colmadas que ficam à parte do sul, tem de comprido quinze varas e de largo quatro varas e meia; item uma casa sobradada e telhada que está na mesma corrente das cortes que tem sete varas de largo e outras tantas de comprido; item uma horta junto do rio que parte do sul, que tem de largo três varas e meia e de comprido trinta varas, a qual horta é cercada de árvores e tem três laranjeiras (....)"; item um livro mais de campos, vinhedos e courelas.
Manuscrito com folhas cosidas. "Pasta nº 3 Cazal nº 7 I". Este documento estava na caixa “Pasta nº3 Anno 1841”, que contém CP 12875 a CP 12958. Afonso Pinheiro, tio do 3º Morgado, fez escritura a 10 maio de 1611, num tabelião de Braga, e por não ter descendentes, fez doação dos móveis, prazos e herdades a Baltasar Pinheiro Lobo (futuro 4º Morgado). A doação era composta do casal de Ribela (que já tinha recebido por doação do outro irmão Estevão Pinheiro). O casal de Ribela teria outro co-proprietário, seu irmão, Pedro Ferreira que também doou a Baltasar Pinheiro Lobo, mas houve vários problemas porque havia pessoas externas à família que estavam interessados nestas heranças e recorreram a instâncias judiciais (CP 12900, CP 12902, CP 12903, CP 12904, CP 12906).