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As memórias referidas na nota, publicadas nas Memórias da literatura portuguesa, são: António Ribeiro dos Santos - “Memorias historicas sobre alguns Mathematicos Portuguezes, e Estrangeiros Domiciliarios em Portugal, ou nas Conquistas” (Tomo VIII, Parte 1, 1812); António Ribeiro dos Santos - “Memória sobre dois antigos Mapas Geográficos do Infante D. Pedro, e do Cartório de Alcobaça” (Tomo VIII, Parte 2, 1818); Sebastião Francisco de Mendo Trigoso - “Ensaio Sobre os Descobrimentos, e Comércio dos Portugueses em as Terras Setentrionais da América” (Tomo VIII, Parte 2, 1818).
Indicação das várias alçadas (1.ª, 2.ª, 3.ª, 4.ª e 5.ª) das inquirições, referenciadas na obra de João Pedro Ribeiro Memórias para a História das Inquirições dos primeiros reinados de Portugal.
Rascunho, a lápis, das notas que constam no documento na f. 1. Uma delas, a primeira que aparece transcrita sobre aos “postos de cobrição”, encontra-se riscada com quatro traços a tinta, sinal de já ter sido passada para um outro papel. Há apenas duas novas notas que remetem para a referência bibliográfica: Félix Villeroy - Le Manuel de l’ Eleveur de Chevaux. Paris: Librarie Agricole de la Maison Rustique. - 2 vols.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Jersey é uma raça de bovinos. É provável que Alberto Sampaio se refira a uma obra de Eugene Risler.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Transcrição de passagens de um livro de Risler, cujo título Alberto Sampaio não indica.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Indicação dos temas e respectivas páginas do livro Le Manuel de l’ Eleveur de Chevaux, de F. Villeroy.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado da "Secretaria da Mordomia Môr da Casa Real".
Transcrição das páginas 292 e 293 do Relatório acerca da Arborização Geral do País, de 1868.
Carta manuscrita assinada, de Vila do Conde.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "Sociedade de S. Vicente de Paulo. Conselho Central do Porto".
Pastorais de Longus ou Daphnis e Chloe (Cenas rústicas) trad. de P- L- Courier: Paris, Libr. Firmin Didot, 1857”. Anotações de temas e respectivas páginas do romance Pastorais de Daphnis e Chloé, escrito por Longus, um poeta grego, e traduzido por Paul-Louis Courier.
Indicação dos números dos artigos, possivelmente de um decreto-lei, relativos a vários tipos de água (públicas, comuns, particulares e pluviais).
Tabelas de valores de imposto a pagar, incidindo sobre o gado cavalar e veículos de tração animal, de acordo com o estipulado pela Lei de 9 de Maio de 1872 e o decreto de 30 de Agosto de 1872.
Referência a dois episódios ocorridos na antiguidade, envolvendo ambos a oliveira. No primeiro, relatado pelo geógrafo e historiador grego Herodoto, uma oliveira que tinha sido queimada durante a ocupação de Atenas pelo rei persa Xerxes conseguiu sobreviver e, no segundo, uma vara da mesma árvore num campo lavrado em frente à Igreja de Santa Maria, em Guimarães, lançou rebentos e Wanba, rei dos Visigodos é «eleito rei da península».
Carta manuscrita assinada, da Quinta da Rainha, Coimbra.
Carta manuscrita assinada, da Foz do Douro (Porto).
Carta manuscrita assinada, de Coimbra. Papel de carta de luto.
Indicação do número de glebas e respetiva área (em hectare) de vários terrenos de lavradio e de mato de um dos quatro casais da Quinta de Boamense.
Transcrição de uma das cláusulas do foral dado ao Porto pelo bispo Hugo, em 1123, onde é exigido o pagamento da quarte parte da produção das vinhas plantadas extramuros. Referência bibliográfica Portugaliae Monumenta Historica (vol. I, pp.161-162).
Transcrição: «Sobre a sementeira do linho v. Archivo Rural, XIII, 262».
Notas de investigação sobre a pesca na foz do rio Ave. Esta nota de investigação serviu para Alberto Sampaio escrever no texto das Povoas Marítimas a seguinte passagem: «Na secção de Pindelo especializa-se o imposto por «pinacia» e «barca» quando pescavam no mar, assim como por «caravela», «pinacia» ou «barco» se apanhavam só peixe. Não se limitando a pescar na costa próxima, iam ao longe − facto bastante característico do seu adiantamento. Em cada caso pagavam-se certas contribuições. O depoente, domiciliado lá desde sessenta anos, sempre as vira usar na forma por ele individuada − «semper ita vidit uti», declarando mais que fora Sancho I, quem as estipulou numa carta, queimada no incêndio da casa onde se guardava. Refreência bibliográfica: As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 331).
Enfiteuse no Alentejo - (340) / Arch. R. IX, 339 a 340 / Cartas de Herculano sobre o foro / vol. XV, 121.
Sobre o imposto dos terrenos incultos / Arch. Rur. IX, 396 / Sobre o mesmo assunto / Ar. Rur. IX, 561-563.
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - Opúsculos.
Transcrição: «Cabaneiros - pensões -Inq. 468, 1ª col. / “ 466, 2.ª col.»
Notas de investigação alusivas às inquirições de Afonso III (1258) em Azurara e Pindelo.
Transcrição de parte do documento n.º 18, publicado na obra de António Caetano de Sousa Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa, respeitante à doação de Afonso Sanches e de sua mulher Teresa Martins.
Referências bibliográficas respeitantes à doação de Vila do Conde a D. Maria Pais e à fundação do Convento de Vila do Conde.
Refere-se a Charles Dumoulin, um autor do século XVI. Droit coutumier (trad.) - direito consuetudinário.
Trata-se do segundo testamento do rei D. Sancho. No primeiro, considerado sem efeito, o rei entregava Vila do Conde à sua filha menor.
Testamento do rei D. Sancho I com menção à entrega de Vila do Conde a sua filha menor. No verso Alberto Sampaio anotou: «Para a 7.ª secção (Vª do Conde)».Este documento, também transcrito pelo Abade de Tagilde, diz respeito ao primeiro testamento do rei D. Sancho I, o qual acabou por ficar sem efeito, de acordo com o teor da nota 1, inserida na página 328. Foi transcrito a partir da obra de J. Pedro Ribeiro, Diss., Cr. e Crit. , Tomo III, part. II, pág. 116.
Açudes nos afluentes do Tejo e Sado / Arch. R. IX, 340.
Notas de investigação referentes à descendência de Afonso Teles, o Velho, compiladas do Livro de Linhagens. Alberto Sampaio transcreveu excertos do Livro de Linhagens das páginas 178, 256, 362. A última parte da transcrição é respeitante a Teresa Martins, casada com Afonso Sanches, filho bastardo do rei D. Dinis, os fundadores do convento de Vila do Conde.
… aforarem-se às ditas pessoas em vida ou em fateóta / Colec. 5.ª à Ord. L. 1.º Tit. 66, n.º 14 § 4, Edic. Vicentina pág. 376.
Apontamentos vários resultantes da leitura do livro Geologie Agricole de Charles Eugene Risler.
A Lei Torrens foi concebida pelo irlandês Robert Richard Torrens, em 1858.
Temas versus números dos respetivos diplomas do Diplomata et Chartae.
Transcrições, em inglês, de partes de um discurso proferido por Joseph Chamberlain, em Ipswich, a 14 de Janeiro de 1885, sobre o tema do trabalho agrícola e reforma agrária.
Extratos de vários documentos do Diplomatae et Chartae.
O conjunto de folhas apresenta-se capeado por um pequeno papel dobrado ao meio onde se lê: “Extracts of Mr. Henry George’s Social Problems, London: Kegan Paul & Co. / 1, Paternoster Square». Transcrições de partes do livro com interesse no desenvolvimento das investigações de Alberto Sampaio. Alberto Sampaio faz um resumo do livro Social Problems: «Mr. Henry George no seu livro “Social Problems” conclui que a terra não pode ser a propriedade particular e exclusiva de indivíduos ou corporações, mas se deve considerar como um fundo natural de elementos necessários à vida, e que todos têm direito de explorar, para tirar dela o que é essencial à conservação e desenvolvimento da vida individual e social, quer em substâncias alimentícias quer em matérias-primas industriais. Considera todavia como constituindo propriedade particular as benfeitorias (improvements) pg. 195 e 196 etc. que são o resultado do trabalho individual. / Entende que no estado actual complexo da sociedade, a terra só se pode tornar comum fazendo incidir todos os impostos sobre o valor dela [“by concentrating taxation upon the value of land” 197] de modo que estes representem a renda, que o arrendatário paga ao senhorio pg. 197. Mas desta imposição deve exceptuar-se o valor das benfeitorias, que como produto do trabalho individual constituem propriedade particular e portanto não devem ser taxadas pg. 198». Referência bibliográfica: Henry George - Social Problems.
Transcrição do documento n. 155, do Liber fidei, do Arquivo da Sé de Braga, respeitante à doação de umas salinas a Flâmula feita pelo presbítero Radulfus. Alberto Sampaio refere-se a este documento numa nota do cap. III “O mar livre”, das Povoas Marítimas: «O título foi-nos comunicado pelo nosso erudito amigo, o sr. Oliveira Guimarães, Rev. Abade de Tagilde […]. É uma cópia, segundo nos diz, do século XIII ou princípio do XIV, e assaz incorrecta. Como a Inquirição, adiante citada, de Vila do Conde, de Afonso III, não alude a esta propriedade da sé de Braga, é lícito duvidar se nesse tempo a não julgaram válida, ou já então teria passado para o mosteiro de Guimarães ou para a coroa.» (As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, nota 2, p. 327). A comparação da caligrafia do documento com as cartas enviadas a Alberto Sampaio, permite concluir que a transcrição foi feita pelo Abade de Tagilde.
Nota à margem, manuscritas, do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal.Trata-se de parte de uma das folhas manuscritas d’ As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal, onde se encontra a nota 3 da página 327 do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923. Esta parte, respeitante à nota, estava colada à folha de texto, uma prática usada por Alberto Sampaio. Sempre que o texto remetia para notas, colava uma outra parte à folha, apenas preenchida com a(s) respetiva(s) nota(s).
Referência bibliográfica: António de Couto Castelo-Branco - Memórias Militares.
Trata-se de parte de uma das folhas manuscritas d’ As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal, propositadamente rasgada para só apresentar as notas à margem. As notas manuscritas referem-se às notas 4 e 5, inseridas na página 336 do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923.
Nota de investigação referente a duas freguesias.
Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso II (1220) em Formariz (Vila do Conde).
Documento do Diplomata et Chartae respeitante a Vila do Conde.
Apontamentos vários sobre o regime das águas nos terrenos graníticos.
Notas de investigação compiladas do Livro de Linhagens.
Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso II (1220) em Argivai e Formariz. No final da transcrição referente a Argivai, Alberto Sampaio anotou a lápis: «A Póvoa de Varzim pertencia a Argivai».
Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso II (1220) em Argivai. No final da transcrição, Alberto Sampaio anotou a lápis: «Pulia por Apulia p. 115)».
Impresso em Paris: G. Masson, Éditeur - Libraire de l’Académie de Médecine. Nº 112.
Impresso em Paris: G. Masson, Éditeur - Libraire de l’Académie de Médecine. Nº 113.
Impresso em Paris: Publications Nouvelles de la Librairie Hachette et Cie. Nº 103.
Alberto Sampaio acrescentou a lápis a seguinte nota: «Na Bibl. só há o 1.º T. no 2.º a p. 179 parece que ocupa da Vila de Portugal.»
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Impresso em Paris: Publications Nouvelles de la Librairie Hachette et Cie. N.º 11.
Das 4 folhas constam notas respeitantes à consulta das obras de J. P. Ribeiro, designadamente Dissertações Cronológicas e Críticas e Memórias Autenticas para a História do Real Arquivo.
Transcrição de documentos das Leges et Consuetudines, um dos volumes da obra Portugaliae Monumenta Histórica.
No verso e na margem esquerda, Alberto Sampaio anotou o seguinte: «Sancho II n. 1209 m. 1248».
Carta manuscrita assinada, do Porto.