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Papel timbrado da firma «Pinto Leite & Nephews», com sede na Moorgate Street, 45, em Londres.
Composição: caoutchouc ou goma do Pará, benzina, parafina.
Composição: noz de galha, vinho branco, goma-arábica, sulfato de ferro.
Tinta indelével para etiquetas de zinco usadas em horticultura. Composição: tinta comum, sulfato de cobre. Jean Sisley (1804-1891) «French horticulture has lost one of its oldest and most intelligent adepts in the person of Jean Sisley, who died last January 12, 1891, at Montplaisir-Lyon, at the age of 87. Born at Flessingue, Holland, in 1804, Jean Sisley later became a naturalized Frenchman; he was the nephew of the famous painter Jean Van Duel. Mons Sisley was one of the creators of the Lyon Horticultural Circle, of which he was General Secretary, and which has since become the Lyon Horticultural Association.» Fonte:
Transcritas a partir da Nature de 10 de Abril de 1897. Numa nota à margem Alberto Sampaio escreveu: «Extraídas ambas duma revista [?].
Escrita por Alberto Sampaio. Composição da receita: alvaiade, pós de Joane, azeite. Trata-se de uma mistura de carbonato básico de chumbo, conhecido pelo termo alvaiade, com “pós de Joane” e azeite, o necessário para fazer um linimento.
Composição: cera amarela, terebintina, resina e sebo. Este preparado, de acordo com a anotação abreviada que aparece a seguir às quantidades dos ingredientes, foi transcrito a partir do Journal d’ horticulture pratique, n. 11, 1871. Numa nota final, Alberto Sampaio questiona se se pode empregar a cera fria, acrescentando a seguir: «Convém experimentar».
Postal com a fotografia de Antero de Quental e versos do poema “Zara” em inglês, italiano, alemão e francês, traduzidas respetivamente por F. W. Driver, Clelia Bertini-Attili, Wilhelm Storck e Maxime Formon. Na parte superior do postal, num formato de letra superior ao dos versos, está escrito “Anthero do Quental Great Portuguese poet of universal fame”. Por baixo da fotografia de Antero, a referência, em inglês, aos locais e datas de nascimento e morte. Edição Papelaria Travassos. Postal oferecido a Alberto Sampaio por Henrique das Neves.
Carta expedida de Lisboa, Praça da Alegria, 84.
Carta expedida do Porto. Anexo o rascunho da carta enviada por Alberto Sampaio sem data (AS 602).
Poema de Antero de Quental. Impresso na Imprensa Literária. José Simões Nunes Borges «Nasceu na freguesia de Beijos, bispado de Viseu, em 10 de Março de 1826 […]. Estreou-se no teatro de D. Maria II, a 9 de Julho de 1850 no drama Os herdeiros do Czar. Saiu dali pouco depois para ir para o teatro D. Fernando. Voltou para D. Maria II em Outubro de 1853. A 18 de Dezembro de 1854 apareceu no teatro da Rua dos Condes, onde esteve até 1858, como actor e ensaiador, e onde adquiriu grande popularidade. A 28 de Agosto de 1858 estreou-se no Ginásio na comédia Destes há poucos. Aí agradou muito, principalmente no papel de Manuel Escota do drama Probidade. Foi ao Brasil em companhia do actor João Caetano dos Santos em 1861. Lá voltou por diversas vezes, sendo sempre recebido com agrado. Em Lisboa e Porto representou ainda nos teatros do Ginásio, Rua dos Condes, Baquet e Princípe Real. Morreu a 21 de Fevereiro de 1904.». Refreência bibliográfica: Sousa Bastos - Dicionário do Teatro Português (edição fac-similada). Minerva, 1994.
Ilustração do postal: frontaria e jardim da Casa de Boamense. Edição Tipografia Minerva. Vila Nova de Famalicão. A edição dos postais teve lugar por altura das comemorações do centenário do nascimento de Alberto Sampaio no ano de 1941.
Ilustração do postal: portão da entrada da Casa de Boamense. Edição Tipografia Minerva. Vila Nova de Famalicão. A edição dos postais teve lugar por altura das comemorações do centenário do nascimento de Alberto Sampaio no ano de 1941.
Sonetos de Luís de Camões transcritos por Antero de Quental: “Conversação doméstica afeiçoa” e “Quem fora acompanhando juntamente”.
Inteiro postal. Em filatelia denominam-se inteiros postais os «objetos postais que comportam um selo impresso oficialmente autorizado ou uma marca ou inscrição indicando que um determinado valor facial, referente a um serviço postal ou relacionado, foi previamente pago».
Manuscrito com poema de Antero de Quental. É a 2ª parte do poema "À Itália" publicado no "Raios de extinta luz". Foi recitada no Teatro Académico por A. Fialho de Machado na noite de 22 outubro de 1862.
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: O que somos, por Guimarães Fonseca; A economia, o pauperismo, e o socialismo, por Eduardo J. Coelho; Alvitres às classes laboriosas, por Alberto Sampaio; Amor, poesia, por João de Deus; A senda do Calvário, poesia, por Antero do Quental; Céu na terra, poesia, por A. T. de Utra-Machado; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Mártires da sociedade, por Guimarães Fonseca; A Pena, por A. T. de Utra-Machado. João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: Primazia do homem, por José Seixas; A economia, o pauperismo, e o socialismo, por J. Eduardo Coelho; O Jornal, por Alberto Sampaio; A pesca nocturna, poesia, por Bernardino Pinheiro; Dor igual, poesia, por Eugénio de Barros; Gozo e dor, poesia, por Severino de Azevedo; À Beira mar, poesia, por A. T. de Utra Machado; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Mártires da sociedade, por Guimarães Fonseca. João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Escrita por Alberto Sampaio. Composição da receita: unguento de populeão, extracto de cicuta de beladona, e de meimendro. Unguento de populeão é um composto de brotos de álamo, banha de porco, folhas de dormideira, beladona etc.
Composição da receita: água rosada, açúcar de saturno.
Composição do preparado: ácido fénico, vaselina. Assinado com local de Felgueiras.
Envelope selado sem carimbos dirigido ao "Conselheiro António de Azevedo Castello-Branco, Ministro e Secretário de Estado Honorário digmo Director da Penitenciária, Lisboa."
«Aplicar primeiro a fórmula n. 1 durante 3 dias, uma vez de manhã e outra à noite. Se não tiver dado efeito completo aplicar [a] fórmula n. 2 nas mesmas condições que a anterior.»
Esta folha estava dentro do caderno de notas de investigação (AS 29).
Carta expedida do Porto. Anexo o rascunho da carta enviada por Alberto Sampaio 1907-07-04 (AS 597).
Carta expedida do Porto. Anexo o rascunho da carta enviada por Alberto Sampaio (AS 599).
Prova tipográfica impressa com correções manuscritas a tinta. Recensão à obra de João Gomes de Oliveira Guimarães (Abade de Tagilde) Vimaranis Monumenta Historica: a saeculo nono post Christum usque ad vicesimum. Vimarane: ex typis Antonii Ludovici da Silva Dantas, 1908. A recensão, escrita no Porto com data de 22 de Julho de 1908, foi publicada na revista «Portugália», Porto, vol. II, 1905/1908, pg. 683.
Prova tipográfica impressa com correções manuscritas a tinta. Recensão à obra de João Gomes de Oliveira Guimarães (Abade de Tagilde) Vimaranis Monumenta Historica: a saeculo nono post Christum usque ad vicesimum. Vimarane: ex typis Antonii Ludovici da Silva Dantas, 1908. A recensão, escrita no Porto com data de 22 de Julho de 1908, foi publicada na revista «Portugália», Porto, vol. II, 1905/1908, pg. 683.
Carta expedida de R. Tesouro Velho, 18, 2º., Lisboa.
Carta expedida de Lisboa? O papel de carta faz de envelope. Carta selada e carimbada.
Carta expedida no dia 29 novembro.
Carta expedida da Travessa de Sto. Antão, nº14, 2º Lisboa? finais de 1868. Notas manuscritas a lápis.
Carta expedida do Porto no dia 14.
Carta expedida de Cascais no dia 9.
Carta expedida do Porto no dia 9.
Carta expedida a 4 de fevereiro.
Carta expedida de Lisboa no dia 12.