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Folhas numeradas 20-97. Em falta as folhas 1 a 19. No interior do caderno apareceram três documentos soltos AS 29 (1), 30, 31 e 32. A primeira folha do caderno de apontamentos (fl.20) abre com a seguinte indicação: “Vexames praticados contra os vilãos pela / fidalguia e pelos homens propostos à administração (3.ª pág. 29) (3.ª pág. 32)”. Na mesma pode ler-se: «Observação - O modo porque entre os romanos se possuía e colonizava a terra deve ter passado através da invasão dos bárbaros, como tradição, do mesmo modo que chegou até nós tradicionalmente a instituição dos municípios, que resistindo a todas as invasões, guerras, etc. renasciam a cada passo na vida o política, e se convertiam numa forte instituição social (3.º, pág. 33). / O rei doava as terras conquistadas, e […] citar-se a questão entre Afonso X de Espanha e Afonso III de Portugal sobre a distribuição dos herdamentos do Algarve (3.º pág. 27 e 39).» No verso da folha encontram-se as matérias e respectivas páginas a consultar na obra de João Pedro Ribeiro. Da fl. 21 à fl. 29 os apontamentos versam exclusivamente matéria relativa ao direito da propriedade: «Parece-me que será um erro dar à enfiteuse uma origem feudal. Segundo as eruditas discussões que os dois homens ilustres da Península A. Herc. e Cardenas travaram sobre a existência ou não existência do direito feudal nesta parte da antiga Hespanha, parece problemática a existência aqui do feudalismo puro. A enfiteuse traz a sua origem dos gregos como o demonstra a própria palavra. […]». Na fl. 30 referência à Lei das Sesmarias, introduzida no reinado de D. Fernando: «Em 1375 publicou-se a Lei das Sesmarias, que obrigava os proprietários a cultivar ou entregar as terras a quem as cultivasse. Afonso II promulgou uma Lei que proibia as corporações de mão-morta o possuírem mais terra que as necessárias para a satisfação do aniversário dos defuntos: e a L. de 21 de M.ço de 1329 proibiu aos clérigos regulares o adquirirem mais bens de raiz.» Da fl. 30 v.º à fl. 88, as folhas não se apresentam preenchidas. Na fl. 88 v.º encontra-se uma referência às associações de artífices, obtida na obra de Fustel de Coulanges História das Instituições Políticas. Na fl. 89 referências de vários autores sobre direito de apascentar o gado nos montes baldios. Da fl. 91 à fl. 93 referência a vários costumes populares sobre as origens do direito: «1.º Na freguesia de Atães deste concelho há o costume antigo de colocar o testamento da pessoa que está para falecer debaixo do travesseiro ou cabeceira −, e daí é retirado por uma das pessoas da família que o leva à autoridade competente para o abrir legalmente. É crença popular que se assim se não fizer o testamento não terá valor. (narrador o Maduro de Atães). 2.º Povoar de fogo morto. Esta tradição é constante em todo o centro do Minho, e tenho ouvido fazer dela a seguinte narração - Qualquer que em terreno baldio levantar de noite uma casa, de modo que a romper do dia esteja estabelecido dentro dela com a sua família, o lume aceso na lareira, uma peneira, um cão e um gato, não pode ser já dela desapossado. Assim o tenho ouvido narrar à gente do povo dos concelhos de Famalicão, Felgueiras etc. com algumas variantes - Uns acrescentam à peneira uma (?) de massa de pão, outros suprimem a peneira e a massa do pão; são porém constantes no lume aceso e nos animais domésticos. / Não poderá isto ter origem no facto de poderem ser ocupadas por quem queria as terras que os romanos abandonavam? […] 4.º (Freguesia de Castelões e (?)) / A árvore toma posse da vide. Explica-se, a árvore dum proprietário a que é lançada uma vide de propriedade vizinha ficam árvore e vide pertencendo ao dono da árvore. Pode ver- se nisto a tradição antiga que considerava a vide casada à árvore. […]» Na fl. 91 encontra-se uma folha de papel solta com a seguinte referência: «Os morgados parecem um reflexo do modo porque originariamente foi constituída a propriedade, não como direito individual, mas como direito de família», seguida de uma transcrição da obra Cité Antique de Fustel de Coulanges.
Impresso da versão definitiva do capítulo II: O mar fechado: a tomada de Lisboa, da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal, (pp. 25-36), a publicar pela revista «Portugália».
Referência bibliográfica: João Pedro Ribeiro - Dissertações cronológicas e críticas sobre a história e jurisprudência eclesiástica e civil de Portugal.
Provas tipográficas de uma parte do capítulo I: Desde os tempos proto-históricos até aos novigodos (pp.9-23), capítulo II: O mar fechado: a tomada de Lisboa (pp. 26-36), capítulo III: O mar livre (pp. 38-61), da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal a publicar pela revista «Portugália». Emendas a lápis e a tinta. No meio das páginas 54 e 55 um manuscrito com a indicação das principais erratas.
Conjunto de apontamentos manuscritos, alguns soltos e outros agrupados, estando estes no interior de capas, feitas a partir de papéis dobrados ao meio, identificadas com os nomes de reis da 1.ª dinastia - «Sancho I», «Afonso II», «Sancho II», «Afonso III», «D. Dinis» - e, por último, «Secção II O Porto».
Apontamentos manuscritos para o capítulo II da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Folhas coladas e com emendas.
Caderno com folhas numeradas de 1 a 75. Na folha de capa, de cor violeta, um autocolante com a referência do estabelecimento que comercializava estes materiais de papelaria “Estabelecimento Comercial e Industrial Silva Caldas. Toural, 83 a 85, Guimarães”. Uma parte deste caderno serviu para coligir notas para o estudo A Propriedade e Cultura do Minho e, uma outra, constituída por sete folhas, para notas sobre fábricas de faianças. Ao folhear o caderno encontram-se páginas preenchidas apenas com títulos, sugerindo, quando comparados com as denominações dadas aos capítulos do citado estudo, que estamos perante o primeiro esboço de trabalho. Na página 27 está escrito «Propriedade / § II Formas de possuir», na página 49 «Culturas», na página 63 «Mobília», na página 71 «Animais domésticos» e, por fim, na página 95 (não numerada) «Notas avulso», palavras que Alberto Sampaio riscou para aproveitar a página para completar o índice onomástico, com a letra «V», iniciado a partir da página 74. No interior do bloco encontraram-se os seguintes documentos: um recorte de um periódico não identificado, com um artigo de Sousa Viterbo intitulado “A Cerâmica Lisbonense nos princípios do século XVIII”; folha de papel vegetal com marcas (desenho da(s) sigla(s) da(s) Fábrica(s), colocada(s) nas peças, a partir da qual é possível identificar e datar as peças de faiança e de porcelana); três folhas, de formato quadrado (28,7 x 28,7 cm), de tonalidade beije claro, contendo cada uma desenhos de motivos geométricos e vegetalistas. Transmite a ideia de serem motivos de decoração de azulejos. Página 1: Notas da História de Portugal de Alexandre Herculano e de Memórias Históricas e Eclesiásticas do Arcebispado de Braga de Contador de Argote. Transcrições do Cronicon de Idácio. A investigação feita nas obras citadas serviu, em parte, para Alberto Sampaio fundamentar o que escreveu no cap. IV - Os Homens. «Vimarano era irmão de Fruela (4.º rei asturiano) filhos de Afonso I, genro de Pelagio» À margem Alberto Sampaio anotou a referência bibliográfica «Herc. H. P. I, 129». «Doc. 7 em Argote Tom. 3 M. E. − este documento é citado por Herc. H. Port. 3, pg. 290: refere-se à colonização de Braga 1. / Sobre o fluxo da população gótica para o norte e colonização de Lugo Veja-se Herc. H. P., 3.º, pág. 267 e seg. Esp. Sagr. Tom 40, Ap. Doc. 9 a 12.» Páginas 1-6: Transcrições do Cronicon de Idácio, ordenadas cronologicamente, extraídas da obra de Enrique Flórez, España Sagrada. «Excertos do “Hydatii Episcopi Chronicon” (Florez, España Sagrada, Vol. IV Edic. de Madrid, 1756) 409 Alani, et Wandali, et Suevi Hispanias ingressi aera CCCCXLVII, alii quarto kalendas, alii tertio idus Octobris memorant die, tertia feria etc. 410 Barbari qui in Hispanias ingressi fuerant, caede depraedantur hostili. Pestilentia suas partes non segnius operatur. 410 Debacchantibus per Hispanias Barbaris, et saeviente nihilominus pestilentiae malo, opes et conditam in urbibus substantiam tyrannicus exactor diripit, et miles exhaurit: fames dira grassatur, adeo ut humanae carnes ab humano genere vi famis fuerint devoratae: matres quoque necatis vel coctis per se natorum suorum sint pastae corporibus. Bestiae occisorum gladio, fame, pestilentia, cadaveribus assuetae, quosque hominum fortiores interimunt, eorumque carnibus pastae passim in humani generis efferantur interitum, etc. 411 Subversis memorata plagarum grassatione Hispaniae provinciis, barbari ad pacem ineundam, Domino miserante conversi, sorte ad inhabitandum sibi provinciarum dividunt Regiones. Gallaeciam Wandali occupant et Suevi, sitam in extremitate Oceani maris occidua. Alani Lusitaniam et Carthaginiensem províncias: et Wandali cognomine Silingi Baeticam sortiuntur. Hispani per Civitates et Castella residui a plagis, Barbarorum per Provincias dominantium se subjiciunt servituti. 419 Inter Gundericum Vandalorum, et Hermericum Suevorum reges certamine orto, Suevi in Nervasi montibus obsidentur a Wandalis. 420 Wandali Suevorum obsidione dimissa, instante Asterio Hispaniarum comite, et sub vicario Maurocello, aliquantis Bracarae in exitu suo occisis, relicta Gallaecia ad Baeticam transierunt. 430 Suevi sub Hermerico rege medias partes Gallaeciae depraedantes, per plebem quae Castella tutiora tenebat, acta suorum partim caede, partim captivitate, pacem quam ruperant, familiarum quae tenebantur, redibitione instaurant. 431 Rursum Suevi initam cum Gallaecis pacem libata sibi occasione conturbant. Ob quorum depraedationem Idatius episcopus ad Aetium Ducem qui expeditionem agebat in Galliis, suscipit legationem. 432 …Censorius comes legatus mittitur ad Suevos, supradicto secum Idatio redeunte. 433 Regresso Censorio ad palatium, Hermericus pacem cum Gallaecis quos praedabatur assidue, sub interventu episcopali datis sibi reformat obsidibus. (1) Symphosius Episcopus per eum ad Comitatum legatus missus, rebus in cassum frustratur arreptis. (1) El condado significa aqui la corte, donde residia el Gefe principal (Nota de Florez). 438 Suevi cum parte plebis Gallaeciae cui adversabantur, pacis jura confirmant. 441 Rex Suevorum, diuturno per annos septem morbo afflictus, moritur Hermericus. 445 In Asturicensi urbe Gallaeciae (Astorga), quidam etc. “ Wandali navibus Turonio in littore Gallaeciae repente advecti, familias capiunt plurimorum. 448 Rechila, Rex Suevorum, Emeritae gentilis moritur mense Augusto: cui mox filius suus catholicus Rechiarius succedit in regnum, etc. 449 Rechiarius accepta in conjugium Theodoris RegiI filia… Rechiarius mense Julio ad theodoricum socerum suum profectus…. 453 Ad Suevos Mansuetus comes Hispaniarum, et Fronto similiter comes, Legati pro pace mittuntur et obtinent conditiones injunctas 456 Per Augustum Avitum Fronto Comes Legatus mittitur ad Suevos. Similiter et a rege Gothorum Theudorico, quia fidus Romano esset imperio, legati ad eosdem mittuntur, ut tam secum quam cum Romano império…. [?] a par: mas pelo contrário invadem a terraconense. “ Legati Gothorum rursum veniunt ad Suevos: post quorum adventum rex Suevorum Rechiarius cum magna suorum multitudine regiones Provinciae Tarraconensis invadit, acta illic depraedatione, et grandi ad Gallaeciam captivitate deducta. 456 Mox Hispanias Rex Gothorum Theudoricus cum ingenti exercitu suo, et cum voluntate et ordinatione Aviti imperatoris ingreditur. Cui cum multitudine Suevorum rex Rechiarius occurrens duodecimo de Asturicensi urbI milliario, ad fluvium nomine Urbicum, tertio nonas Octobris die, sexta feria inito mox certamine superatur: caesis suorum agminibus, aliquantis captis, plurimisque fugatis, ipse ad extremas sedes Gallaeciae plagatus vix evadit ac profugus. Theudorico Rege cum exercitu ad Bracaram extremam Civitatem Gallaeciae pertendente, quinto kal. Novembris die Dominico, etsi incruenta, sit tamen satis moesta et lacrymabilis ejusdem direptio civitatis. Romanorum magna agitur captivitas captivorum, Sanctorum Basilicae effractae, altaria sublata atque confracta, etc. “ Rechiarius ad locum qui Portucale appellatur, profugus regi Theudorico captivus adducitur, etc. “ Occiso Rechiario mense Decembri, rex Theudoricus de Gallaecia ad Lusitaniam succedit. In conventus parte Bracarensis latrocinantum depraedatio perpetratur. 456 Suevi qui remanserant in extrema parte Gallaeciae, Massiliae filium nomine Maldram sibi regem constituunt. 457 Suevi in partes divisi pacem ambiunt Gallaeciarum: e quibus pars Frantanem, pars Meldram Regem appellat. Solito more perfidiae Lusitaniam depraedatur pars Suevorum Maldram sequens: etc. 458 Jubente Maldra Suevi in solitam perfidiam versi, regionem Gallaeciae adhaerentem flumini Durio depraedantur “ Legati Gothorum et Wandalorum pariter ad Suevos veniunt, et revertuntur 459 Suevi nihilominus Lusitaniae partes cum Maldra, alii cum Rechimundo Gallaeciam depraedantur. “ Maldras germanum suum fratrem interficit, et Portucale castrum idem hostis invadit. “ Inter Suevos et Gallaecos interfectis aliquantis honestis natu, malum hostile miscetur. 460 Per Suevos Luco habitantes, in diebus paschae, Romani aliquanti cum rectore suo honesto natu repentino securi de reverentia dierum occiduntur incursu.» À margem na página 4, Alberto Sampaio anotou: «Desde o ano 453 a Cronologia Idaciana é rectificada por Florez: os números que adoptei são os rectificados por ele.» Páginas 75: Continuação das transcrições do Cronicon de Idácio. 460 …. Frumarius cum manu Suevorum quam habebat impulsus, capto Idatio episcopo septimo kalend. Augusti in Aquaeflaviensi ecclesia, eumdem conventum grandi evertit excidio. Idatius qui supra, tribus mensibus captivitatis impletis, mense Novembri… redit ad Flavias. 463 Cum Palegorio viro nobili Gallaeciae ….Suevi promissionum suarum ut semper fallaces et perfidi, diversa loca infelicis Gallaeciae [solito] depraedantur. 464 Frumario mortuo, Rechimundus omnibus Suevis in suam ditionem regali jure revocatis, pacem reformat elapsam. Páginas 74, 76-98: Índice onomástico Este índice remete para o(s) número(s) do(s) documento(s) do volume Diplomata et Chartae do Portugaliae Monumenta Historica. Ex.: Flamula, a quem pertencia as povoações de Vila de Conde e Quintela, vendidas mais tarde ao mosteiro de Guimarães. Doc. n. 67, D. e Ch., P. M. H. (ver índice organizado por Alberto Sampaio, letra «F», p. 82). Página 99: Patronímicos em i Páginas 7-20: Notas sobre faianças Descreve peças de faiança produzidas nas fábricas a seguir listadas, algumas das quais tinham sido apresentadas na Exposição Universal de Paris de 1867 e na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola, realizada em Lisboa no ano de 1882. A partir da «Revista da Sociedade de Instrução do Porto» completa a informação de algumas das fábricas com outros dados, tais como o nome do fundador, ano de início de laboração, etc.: Real Fábrica do Cavaquinho − Porto; Fábrica do Rato − Lisboa; Fábrica das Caldas; Fábrica de Coimbra; Fábrica de Santo António do Vale da Piedade ou Fábrica de Santo António − Porto; Fábrica da Penasqueira − Sacavém; Fábrica de Miragaia − Porto; Fábrica de faiança de Massarelos − Porto; Fábrica de Viana; Fábrica de Paulo Paulete − Lisboa. Tome-se como exemplo as anotações feitas por Alberto Sampaio acerca da Fábrica de Faiança de Massarelos: «Foi fundada por Manuel Duarte da Silva em 1738, com o privilégio de Real: usava da marca R (Real ou RF. Real Fábrica.) Foi a 1.ª do Porto − Produtos louça comum, para mesa e quartos, pintada a azul e outras cores e alguma vidrada a banho azul. Passou depois a Domingos Ferreira da Silva Gui.es sucedendo-lhe seu filho Manuel Duarte da Silva e outros. Esteve muito tempo alugada ao dono da de Miragaia. Parece que ainda existe (Rev. Soc. Ins. Port., II, pág. 559-560). A Manuel Duarte da Silva sucedeu, em 1786, Domingos Ferreira da Silva que faleceu em 1788; sucedeu-lhe Manuel Duarte da Silva G., morreu em 1845. Esteve esta fábrica alugada ao dono de Miragaia Fr. da Rocha Soares de 1829-1844 em que foi comprada por João da Rocha e Sousa.» Página 13 apresenta a bibliografia que Alberto Sampaio consultou na sua investigação sobre as mencionadas fábricas de faiança portuguesas: Augusto Carlos Teixeira de Aragão - Description des monnaies, médailles et autres objects d’art concernant l’histoire portugaise. Paris : Imprimerie Administrative de Paul Dupont, 1867.; José Acúrcio das Neves - Variedades sobre objectos relativos às artes, comércio e manufacturas consideradas segundo os princípios da economia política. Lisboa, 1814, 1817, 2 tomos.; «Revista da Sociedade de Instrução do Porto», vol. II.; Catálogo da Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola celebrada em Lisboa em 1882. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882, 2 vols. Página 18 Listagem de «Pequenas Fábricas do Porto e Vila Nova de Gaia existentes», a partir da «Revista da Sociedade de Instrução do Porto», vol. II, pp. 561-563: Fervença (Gaia); Monte Cavaco (Gaia); Carvalhinho (Porto); Bandeira (Gaia); Senhor d’Além (Gaia); Alto da Toutinha (Porto); Afurada (Gaia); Candal (Gaia); Entre Quintas (Porto); Cavaco (Gaia); Devezas (Gaia); Torrinha (Gaia).
Recorte de imprensa com nota manuscrita: Notícias de Portugal, ed. 1855 pg. 20". Este documento encontrava-se dentro do Caderno de Apontamentos AS 24.
Apontamentos manuscritos para os capítulos IV e V da obra As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal. Conjunto de apontamentos, alguns soltos e outros agrupados, estando estes no interior de capas, feitas a partir de papéis dobrados ao meio, identificadas com os seguintes temas: «Comércio com França», «Comércio com o Levante», «Peles e penas», «Flandres / Autores estrangeiros», «Graine, Grã, gram».
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Transcrição de uma passagem do trabalho de Rui Fernandes, "Descrição do terreno em roda da cidade de Lamego [1531-1532]", in Colecção de Inéditos da História Portuguesa.
Transcrição de uma passagem do livro do Conde de Gasparin, Do Cours d’agriculture, Tom. 5º, 3ª edição: “Suponhamos que existisse só a pequena cultura neste país…”.
A obra a que Alberto Sampaio se refere deverá ser a que é atribuída a Gabriel Soares de Sousa, que tem por título Notícia do Brasil. [S.l. : s.n., 1851?]. Gabriel Soares de Sousa - Notícia do Brasil. [S.l. : s.n., 1851?]. Colecção de notícias para a história e geografia das nações ultramarinas que vivem nos domínios portugueses ou lhes são vizinhas / publ. por Academia Real das Ciências. Lisboa : Na typ. da Acad. Real das Ciências, 1812-1856.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem a referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Conjunto de termos associados às artes de pesca com informação da sua utilização, como por exemplo «Harpão, para a toninha. Todos os barcos têm 2, um à proa, outro à ré» ou «Ganchorra, ancinho de ferro com 2 filas de dentes».
Sobre o entalhamento da propriedade no Minho [?] veja-se Arch. Rural, IX, pág. 339.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Manuel Severim de Faria - Notícias de Portugal.
Beledí ou Baladí é uma palavra árabe que significa “do país” ou seja “nacional”. Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Acontecimentos, datas e indicação do número de páginas de uma obra cujo título não é indicado.
Índice temático circunscrito aos muçulmanos, feito por Alberto Sampaio, da obra de Alexandre Herculano História de Portugal. Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Anotações a lápis. «[…] dos nossos portos se comerciava activamente com a Inglaterra, Holanda, Flandres e França. Em toda a província vendiam-se fazendas provenientes desses países, as quais eram importadas por via de mar e trocadas por outras, produzidas aqui […]. / Este comércio com o norte era feito em grande parte diretamente pelos próprios burgueses do Porto e por isso devemos supor que os navios lhes pertencessem; sabemos que em França andavam muitos portugueses excomungados desde Sancho II, pois pela composição de 1248, o bispo Pedro Salvadores ficou de providenciar sobre a sua absolvição. / A venda dos artigos estrangeiros subentendia um trabalho local correlativo, de modo que os produtos importados pudessem ser pagos por equivalentes de produção interna, sendo os pagamentos a dinheiro proibidos com todo o rigor.». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 386-387.
Prefação o m. q. prefácio, introdução, prólogo, proémio. Tem referência bibliográfica: Collecção de opusculos reimpressos relativos à historia das navegações, viagens e conquistas dos portuguezes / ed. lit. Academia Real das Ciências de Lisboa. 1844-1858.
História Compostellana - «De rebus gestis D. Didaci Gelmirez, primi Compostellani Archiepiscopi, Historia Compostellana ou História Compostelana é um manuscrito em latim, confecionado a partir de 1109, dentro do círculo do primeiro bispo e depois, a partir do ano de 1120, que recolhe as empresas de Diego Gelmírez, arcebispo de Santiago de Compostela. A obra pretendeu registar os feitos realizados por Gelmírez para engrandecer a Sé Apostólica e dá uma perspetiva, a partir da Galiza, dos sucessos que aconteceram no seu tempo, constituindo-se numa fonte historiográfica de grande valor ao transcrever documentos históricos no próprio texto. A "História Compostelana" abrange o período entre 1100 e 1139 e está repartida em três livros. O seu primeiro redator foi Nuno Afonso, cónego da catedral de Santiago, que iniciou o trabalho após a morte do rei Afonso VI de Leão e Castela (1109), embora contasse com vários colaboradores, nomeadamente Hugo (cónego compostelano de origem francesa, que seria bispo do Porto) e Giraldo de Beauvais, amigos pessoais de Gelmírez. Giraldo redigiu a maior parte do trabalho, prosseguindo-o a partir de 1120. Outros colaboradores foram Pedro Anaia e possivelmente, Rainério, o "magister".» Fonte: Wikipedia
Numa nota, escrita a lápis, posterior às transcrições da España Sagrada que constam no documento, lê-se: «É conveniente procurar a passagem na História Compostelana.» Ver Capítulo II “O mar fechado: a tomada de Lisboa” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, nota 2, p. 294-296. As notas 5 (p. 295) e 1 (p. 296) das Povoas Marítimas do Norte de Portugal (ed. 1923) remetem para o tomo XX da España Sagrada quando o correto, tal como Alberto Sampaio assinalou nos seus apontamentos, é o tomo XIX. O tema a que se referem estas anotações volta a ser abordado no estudo O Norte Marítimo: «Dadas estas condições, não admira que partisse da Galiza a primeira tentativa da organização duma esquadra, como remate da defesa do país. / Em 1115, Diogo Gelmirez, o celebrado arcebispo de Compostela, percebeu ser este o único meio de obstar às depredações das costas do noroeste, saqueadas a cada passo pelos mouros que habitavam as do sul, de Sevilha a Coimbra «… ab Hispali usque ad Colimbriam». Mandando vir peritos de Génova - «optimi navium artífices, nautæque peritissimi», armou duas biremes, chamadas então galéas - «quas vulgus galleas vocat». / A vinda dos genoveses, deixa-nos suspeitar que seria ignorada a arte de aparelhar vasos de guerra, posto que dos outros já houvesse construções no Douro, como se expôs anteriormente. Eles vieram certamente ensinar a armação por inteiro dos primeiros e o aperfeiçoamento dos segundos.» Fonte: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 382.
«A intensidade desse tráfego internacional é revelada pelo Decreto de Afonso III de 1253, endereçado aos habitantes do norte - «toti populo a Minio usque ad Dorium». Este endereço especial mostra que a região indicada constituía nessa época uma unidade económica à parte. Não admira: a sua sociedade tinha já uma longa história e estava definitivamente formada muito antes da monarquia […].». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 386.
Tem referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Referência bibliográfica: Obras completas / do Cardeal Saraiva; introd. Marquez de Resende; ed. lit. António Correia Caldeira, 1872-1883.
Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal - Portugal antigo e moderno; diccionario… de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias.
«[…] o sucessor daquele [Afonso III] - D. Dinis, recorreu aos Genoveses, como Gelmires dois séculos antes. Tendo falecido o almirante Nuno Fernandes Cogominho, em 1 de fevereiro de 1317 contratou o rei com Micer Manuel Peçanha (de Génova) o comando geral das suas frotas. Por esse contrato o estrangeiro confessou-se vassalo de D. Dinis, cedendo-lhe este o cargo de almirantado para si e seus sucessores varões, com certas terras e rendas.». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 389).
«Mas nas costas d’entre Minho e Vouga a marinha mercante progrediu sempre durante os primeiros reinados. No tempo de Sancho II o movimento da barra do Porto era suficientemente avultado para o rei, na escritura de concórdia de 1238, ceder ao bispo e igreja portugalense parte dos impostos, percebidos sobre as mercadorias importadas - «de pannis et de quibuscunque ducantur ad Civitatem Portugalensem, vel Portum Dorii… […].». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 385.
Em nota à margem Alberto Sampaio escreveu: «Distinguir as datas - do contrato e chegada.».
Tem referência bibliográfica: Paulo Perestrelo da Câmara - Diccionario geographico histórico, político e litterario do Reino de Portugal e seus domínios. 1850. − 2 vols.
Consultar: O Norte Marítimo (Notas para uma história) in Estudos Históricos e Económicos, vol. I, ed. 1923, p. 409.
Neste apontamento Alberto Sampaio remete para a obra de Inácio da Costa Quintela Anais da Marinha Portuguesa, a definição dos vocábulos «frota» (tomo I, p. 20 nota), «armada» (tomo I, p. 20, nota) e «barinel» (tomo I, p. 82). Relativamente a «Barinel», acrescenta ainda que Oliveira Martins escreve «varinel». Da mesma obra, indica ainda «Galeão», equivalente a um navio de guerra e um termo usado a partir de 1519, e «Nau». Sobre as naus informa ainda que, no tempo de D. Manuel, estas não excediam 400 toneladas.
Sobre a matéria em questão, objeto de investigação de Alberto Sampaio, Oliveira Freire escreveu: «Os seus moradores [de Aveiro], que pelos annos de 1550. contavaõ mais de cento e cincoenta embarcaçoens de proprio commercio, foraõ os descubridores da terra nova, e pescarias do bacalhao, e por incuria as largaraõ aos Inglezes, que tiraõ deste trafico o lucro, que he notorio.» (António de Oliveira Freire − Descripçam corografica do reyno de Portugal. Lisboa : na Officina de Miguel Rodrigues, 1739, p. 55). Referências bibliográficas: António de Oliveira Freire − Descripçam Corografica do Reyno de Portugal. 1739; Francisco de S. Luís Saraiva − Obras completas do Cardeal Saraiva (D. Francisco de S. Luiz) Patriarcha de Lisboa - precedidas de uma introducção pelo Marquez de Rezende. 1872-1883, 10 vols.
«A terceira he trazerlhe o mar por sua barra huma imagem da sempre Virgem Maria, à qual edificou a Villa Igreja na mesma costa que pelo sitio se intitula das Áreas. Assim o refere a tradição antiga, acrescentando que entrou sob huma taboa: ou fosse Sacro fragmento de algum estrago das ondas, de venerando despojo de algum insulto de heresia.». Referência bibliográfica: António Carvalho da Costa − Corografia Portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal. Braga : Tipografia de Domingos Gonçalves Gouveia, 1868, p. 75.
Consultar "O Norte Marítimo" in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 409. Na anotação de Alberto Sampaio falta o número da página (pág. 76) referente à informação obtida na obra de António Carvalho da Costa. Referência bibliográfica: António Carvalho da Costa − Corografia Portugueza e descripçam topografica do famoso reyno de Portugal.1868.
Na abordagem às localidades onde se construíam os navios mercantes e de guerra no reinado de D. Manuel, Alberto Sampaio indica os estaleiros do Porto, Viana, Aveiro, Vila do Conde e menciona também os de Esposende, suportando-se na referência aos Anais do Município daquela vila que encontrou n’O Minho pitoresco: «E dos Annaes do município de Esposende, diz-se que consta ter sido a barra do Cavado antigamente muito importante, havendo nela setenta a oitenta navios de alto bordo.» IN O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 412. Referência bibliográfica: José Augusto Vieira − O Minho pitoresco. 1886-1887, 2 vols.
“Não he menos importante o lavor do linho canamo…” é uma transcrição de um extrato do livro Notícias de Portugal de Manuel Severim de Faria, sobre o fabrico de amarras, cordoalhas e enxárcias. Manuel Severim de Faria (Lisboa, Fevereiro de 1584 - Évora, Setembro de 1655) foi um sacerdote católico, historiador, arqueólogo, numismata, genealogista e escritor. É também considerado o primeiro jornalista português. Duarte Gomez Solis (Lisboa, 1562? − Madrid, 1632), comerciante português. Foi autor de duas obras: Discursos sobre los Comercios de las Índias e Alegación en Favor de la Compañia de la India Oriental y Comercios ultramarinos que de Nuevo se Instituyó en el Reyno de Portugal. Cordoalha é um conjunto de cordas de várias espécies; enxárcia é um conjunto de cabos, manobras e polias que servem para içar, aguentar e manobrar as velas de um navio. Referência bibliográfica: Manuel Severim de Faria - Notícias de Portugal.
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.