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Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa".
Carta manuscrita assinada, do Castelo de Portuzelo, Sta. Marta.
Carta manuscrita assinada, do Casa de Portuzelo, Stª. Marta (Viana do Castelo).
Carta manuscrita assinada, de Cepeda, Paredes. O autor responde à carta de JAM na vez de seu irmão José Correia de Araújo Pinto Cabral (vereação da Câmara Municipal de V.N. Famalicão 1905-1907) que se encontra doente e não poderá comparecer à reunião de Câmara de 10 de janeiro, o que obrigará à convocação de um substituto.
Carta manuscrita assinada, da Quinta de S. Gens - Senhora da Hora. Agradece o envio do telegrama do Conde de Almendra. Envia elementos que retirou de documentos que existiam na Casa da Pena do seu avô Damião Pereira da Silva Sousa e Menezes, Senhor da Quinta e Prazo da Pena (São Paio de Pousada, Braga).
Carta manuscrita assinada, do Castelo do Neiva, Viana do Castelo.
Pedro Correia Marques envia jornais e exemplares do artigo sobre S. Miguel de Seide. Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa. Serviço e Redacção". Carta sem datação.
Carta manuscrita assinada, da Quinta do Souto. A carta não contém em anexo o Jornal Comércio do Porto, como é referido no texto.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa. Serviço e Redacção".
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa".
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do jornal "ABC", Rua do Alecrim 65, Lisboa. Carta sem datação.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa".
Carta manuscrita assinada, de Chalet Deonilde?, Alto Estoril, tel 165.
Carta manuscrita assinada, da Quinta do Pinheiro. Papel de carta de luto.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa".
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado do jornal "ABC", Rua do Alecrim 65, Lisboa. Carta sem datação.
Carta manuscrita assinada. Papel timbrado "A Epoca... Lisboa".
Sousa Fernandes pede para serem respondidas questões que Alberto Pimentel colocou sobre o escritor Camilo. Carta manuscrita assinada, de Mões (Vila Nova de Famalicão).
Sousa Fernandes informa que foi atribuído à escola de Seide o subsídio de 2000 escudos. Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "Republica Portuguesa. Senado".
Carta manuscrita assinada, de Mões.
Sousa Fernandes agradece o livro Camilo Homenageado e tece honrosos comentários. Carta manuscrita assinada, de Mões (Vila Nova de Famalicão).
Sousa Fernandes informa que João de Barros se poderá interessar pela homenagem ao escritor Camilo. Carta manuscrita assinada, de Mões (Vila Nova de Famalicão).
Sousa Fernandes informa que o Ministro da Instrução não suspendeu o subsídio para a escola de Seide. Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "Republica Portuguesa. Senado".
Sousa Fernandes afirma que entregou a planta da escola de Seide no Ministério da Instrução e que haverá um subsídio de 2000 a 2500 escudos. Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "Republica Portuguesa. Senado".
Sousa Fernandes reafirma o subsídio para a escola de Seide. Carta manuscrita assinada, de Lisboa. Papel timbrado "Republica Portuguesa. Senado".
O autor agradece a oferta do Camilo Homenageado. Carta manuscrita assinada, de Lisboa.
Carta expedida de Paris. Recebida em janeiro 1867.
O teor do juramento de Pimenta de Castro é diferente dos restantes, limitando-se ao seguinte texto: «Juro: / Por Deus: / Combater o Despotismo / Universitário. / Que todas as vinganças que Deus destina aos perjuros caíam sobre / mim se trair este juramento.»
Carta expedida de Boamense? para Coimbra, Rua da Trindade, nº14, endereçada a José da Cunha Sampaio
Publicado em Coimbra: Imprensa da Universidade. Periodicidade mensal. Preço: Avulso: 240 réis. Ano: 1$800 Redatores: João de Deus Ramos, Eduardo José Coelho, Antero Tarquínio do Quental, Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, Alberto da Cunha Sampaio, Alberto Teles Utra-Machado, Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca, Severino de Sousa Azevedo e José Maria da Cunha Seixas. Sumário: Introdução; O Século, por José Seixas; O que somos, por Francisco Fernandes de Guimarães Fonseca; A Pena, por Utra-Machado; Gaspar, poesia, por João de Deus; A Deus, poesia, por Severino de Azevedo; Dúvida, poesia, por Eugénio de Barros; Esbocetos biográficos, por Antero do Quental; Alvitres às classes laboriosas, por Alberto Sampaio; A Mulher e a Ciência, por Eduardo Coelho. «Quem do escasso património que possui reparte com o seu irmão - faz, sem dúvida, uma obra meritória aos olhos de Deus, e aquista o louvor da sua consciência. / Entesourando para os outros algumas preciosidades, havidas dum legado imenso, que a todos deixara o trabalho benéfico dos homens ilustres pela ciência e pelas artes; aceitando o encargo de satisfazer os deveres daquela herança grandiosa, encargo nobre que auxilia o desejo dos seus benfeitores; ele é digno do bom acolhimento duns, e do beneplácito e agradecimento de todos. / A herança da humanidade, o legado do homem, que procura a felicidade, ao homem que a deseja, é o amor ao seu aperfeiçoamento, é o feudo da inteligência ao engrandecimento da sua ventura; e o que emprega bem aquele tesouro, comprado à custa de tantos sacrifícios, pode desejar a bênção de quem para seu domínio o adquiriu. / Ninguém nos repreenderá, pois, se formos depositar o que havemos como liberalidade de nossos protetores, - dos que se dedicaram e dedicam ao futuro de seus semelhantes - nas mãos de seu verdadeiro senhor. / A oferenda, ainda, que não seja valiosa, nem por isso é inútil; e O Académico, encarregando-se de apresenta-la a seus amigos, merece, não a repulsa desdenhosa e cruel, mas a benquerença, que sempre dá um coração generoso. / Se alguém nos arguir de pobres, pelo pouco que realmente damos, não nos acusará de injustos, porque o presente, se de ténue preço, há-de ser dedicado e muito. / O Académico dá em prol da sua boa acolhida a ideia de abraçar em seu grémio as santas aspirações da geração nova, tendentes a facultar a instrução ao povo e a regenera-lo, a fim de que ele consiga o seu virtuoso destino, o de não ser reputado como uma classe ínfima, porém como a classe primeira e verdadeiramente única; aspirações e desejos estes, que tanto enobrecem a época em que vivemos, e que são incontestavelmente o timbre mais glorioso do século dezanove. / Ora, para cumprir esta missão caridosa e profícua, não se tornam essenciais grandes recursos de talento extraordinário; - basta uma vontade enérgica, e apurada no trabalho, e um coração dedicado com todas as veras à liberdade dos que sofrem. / E essa vontade e esse coração havemos nós, porque desejamos o grande dia da «igualdade para todos» e conhecemos que não se pode chegar lá sem o aperfeiçoamento moral de todos. / Se, como de facto, não conseguirmos muito, resta-nos a consolação de cooperarmos com os outros que mais valerem; e se não servir a pedra para o grande edifício da civilização comum, não teremos de recriminar-nos pela nossa inactividade. / Os RR.»In: O Académico, n. 1, pp.5-6. Numa nota à margem do artigo “O Século”, de José Seixas, a abrir o primeiro número, é dito o seguinte: «Este artigo é um desenvolvimento das ideias do prospeto da Revista do Mondego, que, como sabem os nossos leitores, se fundiu no Académico.» João de Deus de Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, 8 de Março de 1830- Lisboa, 11 de Janeiro de 1896 mais conhecido por João de Deus, foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal por ele escrita, que teve grande aceitação popular, sendo ainda utilizado. Gozou de extraordinária popularidade, foi quase um culto, sendo ainda em vida objeto das mais variadas homenagens e, aquando da sua morte, sepultado no Panteão Nacional. Foi considerado o poeta do amor. Eduardo José Coelho magistrado e ministro no regime monárquico, n. em Vilela do Tâmega, conc. de Chaves, em 1835, e morreu em Lisboa a 5.4.1913. Fez um curso distinto, obtendo primeiros prémios na Universidade de Coimbra, formando se em Direito em 1861. Pouco depois entrou na carreira oficial da magistratura, sendo despachado delegado. Foi advogado em Chaves, procurador à Junta Geral em Vila Real e Governador Civil de Bragança. Promovido a juiz de primeira classe em Outubro de 1883, em 1886 passou a juiz de 1.a vara cível de Lisboa, lugar que desempenhou com muita inteligência e a maior retidão. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro e deputado em várias legislaturas, pelo partido progressista. Eduardo José Coelho, que era um orador fluente, sustentou no Parlamento questões importantes, e fez parte da comissão parlamentar que deu parecer sobre o Código Comercial promulgado no ano 1888. Foi Presidente da Câmara dos Deputados, e em Março de 1898 eleito par do reino, tomando posse a 17 desse mês. Ministro das Obras Públicas, pela primeira vez, por decreto de 23.2.1889, numa recomposição ministerial em que substituiu Emídio Navarro, em Outubro de 1904 voltava a tomar posse da mesma pasta numa recomposição efetuada em Maio de 1905 passou a sobraçar a pasta do Reino, que vagara pela saída do conselheiro Pereira de Miranda. Após a proclamação da República afastou se da política. Foi um dos mais considerados sócios do Montepio Geral, tendo sido presidente da sua assembleia geral nos anos 1901-1902. Quando da visita a Lisboa do Presidente da República Francesa, fora agraciado com a Grã-Cruz da Legião de Honra. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Eugénio Arnaldo de Barros Ribeiro, nasceu em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, em 14.7.1837. Começou por estudar Direito, em Coimbra. Mas interrompeu e foi para o Brasil (Rio de Janeiro), em 1853. Aí exerceu o jornalismo num semanário que se chamou Saudade. Regressou a Portugal, concluiu o curso de Direito (1863). Em 26.1.1867 foi nomeado administrador do concelho de Torre de Moncorvo. Enquanto esteve em Coimbra colaborou nos jornais: Prelúdios Literários, Estreia Literária e Literatura ilustrada. Escreveu ainda em: Fósforo e Tira Teimas. Em 1859 publicou um livro de Poesias. Em 1862 apareceu o II volume. (Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coord. por Barroso da Fonte. Guimarães: Editora Cidade Berço). Alberto Teles Utra-Machado (São Pedro Angra do Heroísmo, 24 de Janeiro de - Oeiras, 12 de Janeiro de 1923. Foi um jurista escritor, publicista e político, formado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1863 Assinou parte da sua obra literária como Alberto Telles. José Maria da Cunha Seixas (Trevões, São João da Pesqueira 26 de Março de 1836 - Lisboa, 27 de Maio de 1895. Foi um intelectual e filósofo, criador e adepto do pantiteísmo, uma dissidência do krausismo que tem por doutrina reconhecer a presença de Deus em todos os lugares e em tudo, mas propondo que apesar de Deus estar em tudo, Deus não se identifica com a coisa criada. Com apenas 14 anos de idade, em 1850 tomou ordens menores iniciando de seguida estudos de teologia. O isolamento em que cresceu e estrita educação católica a que foi submetido parecem ter influenciado a sua personalidade deixando-o solitário e com poucas aptidões sociais. Apesar de se ter matriculado no ano de 1858 nos cursos de teologia e filosofia da Universidade de Coimbra aparentemente para ser eclesiástico, transferiu-se para a Faculdade de Direito daquela Universidade, onde se formou em 27 de Junho de 1864 […]. Ainda estudante em Coimbra iniciou-se como publicista, colaborando com artigos de crítica literária e de política em diversos periódicos, entre os quais O Viriato (Viseu), Comércio de Portugal, Jornal de Lisboa, Académico de Coimbra, Comércio de Lisboa, Jornal do Comércio, Distrito de Beja e muitos outros periódicos, em especial de Lisboa. Terminado o curso, fixou-se em Lisboa, com banca de advogado e como professor de filosofia no Instituto de Ensino Livre de Lisboa. Manteve a sua intensa colaboração com periódicos diversos e fez-se sócio de diversas agremiações científicas, estabelecendo a sua reputação de intelectual. Faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1895, com 59 anos de idade, deixando a parte mais importante da sua obra por publicar. Fonte: Wikipédia.
Poema de Antero de Quental. «Alcançou Antero a segunda ovação na noite de 13 de Maio. O actor José Simões Nunes Borges gozava de grande apreço entre os estudantes. Em 2 de Abril de 1862 representara no Teatro Académico, e após breve ausência volveu a Coimbra, e já em 25 desse mês O Conimbricense dava notícia de ser esperado na cidade no dia seguinte, para entrar no desempenho do drama Prestigiador, a subir à cena no referido teatro. […] Em 7 de Maio representou-se no Teatro Académico o drama anunciado, traduzido do francês, e no número de 10 do referido mês O Conimbricense elogiava Simões, pelo desempenho do extenso e difícil papel de protagonista. Neste dia tornou à cena o mesmo drama, e tanto Simões como os actores académicos foram muito aplaudidos, representando em seguida o festejado actor a peça cómica Sebastianistas. Finalmente a última récita efectuou-se em 13 de Maio com a representação do primeiro acto de Probidade, o segundo de Trabalho e honra, o terceiro de Prestigiador, além da comédia Tribulações e ventura. Foi nesta récita que Fialho de Almeida recitou os versos de Antero.». Refreência bibliográfica: Mário Brandão - Estudos Vários, vol. II. Coimbra: Imprensa de Coimbra, Limitada, 1974, pp. 212-213.
Lista de estudantes cujos nomes constam da “subscrição da viúva”.
Poema de João de Deus copiado por Antero Quental, que deu origem ao poema "A João de Deus", Coimbra 1861, publicado no livro "Raios de extinta luz".
Poema que inicia: “Itália e Portugal! que duas pátrias!” recitada no Teatro Académico por A. Fialho de Machado, na noite de 22 de outubro de 1862.
Carta manuscrita assinada, de Lisboa.
Carta manuscrita assinada incompleta, falta a primeira parte.
Transcrição de um juramento: «Convencido da necessidade de combater uma instituição viciada. / Convencido de que este nobre fim só por meio duma associação secreta se obterá. Convencido de que esta associação não pode existir sem segredo, atividade, confiança e obediência. / Juro por Deus, pela minha honra, pelo que tenho de mais sagrado: / Combater por todos os meios justos o despotismo Universitário. / Obedecer em tudo às ordens que receber. / Guardar em segredo absoluto. / Juro esquecer antipatias e inimizades pessoais ante este fim nobre e patriótico. / Juro confiança, segredo e atividade.» Os primeiros cinco juramentos não estão assinados, provavelmente por se tratarem dos que foram feitos pelos membros principais da Sociedade, cujos nomes, por questões de segurança, permaneciam no anonimato. Juramentos de: António Francisco Neto Parra; António Rodrigues da Silva; Manuel José de Arriaga; Bernardo Moreira Aranha Furtado de Mendonça; Tomás José de Macedo e Miranda; Miguel de Araújo Cunha Pereira Rosa; José Jacinto Nunes; Rodrigo Lobo de Ávila; Francisco Roberto de Araújo Magalhães Barros; António Cardoso Vieira; António Guilherme Ferreira de Castro; José Félix Pereira Júnior; Manuel Cardoso de Sequeira Barbedo; Carlos Mayer; José Júlio B. Rodrigues; Henrique de Macedo Pereira Coutinho; José Maria da Silva Porto Miguéis; José Júlio de Oliveira Baptista; Bernardo de Aguilar Teixeira Cardoso; Henrique de Bessa; Constantino Alves Pinto Vilar; João Tavares de Macedo Júnior; Albino Montenegro; José Carlos Godinho de Faria; António da Trindade Carlos Teixeira; António de Avelar Severino; João Cândido de Morais; Jacinto António Fernandes Pinto; António Joaquim Moutinho d’Andrade; Manuel Cardoso de Girão; Valério Nunes de Morais; Luís Caetano de Castro e Almeida; Francisco Nunes da Rocha; António Augusto da Silva Guimarães; José Augusto Guedes Teixeira; Manuel Simões Alegre; António Joaquim Margaride Pacheco; João de Almeida Santos e Vasconcelos; António Joaquim Monteiro da Costa Lobo; Manuel de Oliveira Chaves e Castro; Nicolau Moniz de Bettencourt; José Teixeira Pinto dos Santos; Elias José Ribeiro Júnior; Francisco Tavares de Almeida Júnior; António de Sousa Leite Maldonado; Tomás de Nápoles; Augusto Correia Pinto Tameirão; António Pessoa de Amorim; António José de Oliveira Mourão; José Leite Monteiro; Augusto Pinto Osório. «A primeira delas tem a ver com a afirmação regular de formas de oposição, declarada e coletiva, às atitudes discricionárias ou a determinadas orientações das autoridades académicas. É neste contexto que se desenvolveram movimentações como aquela que levou à constituição da Sociedade do Raio (1861-1863) e, logo de seguida, aos acontecimentos da chamada Rolinada (1864). A Sociedade teve todas as condições para se definir até ao presente - não fora o mencionado escape de memória - como uma das referências centrais do movimento académico coimbrão: o secretismo que envolvia a sua organização, as iniciações noturnas em lugares ermos, o grande apoio de que dispunha na academia, e, principalmente, a luta vitoriosa contra o detestado reitor Basílio Alberto, a valorização que atribuía à participação dos estudantes pugnando por “uma reforma que distinguisse ciência e costumes”, o manifesto-proclamação “à opinião pública ilustrada do país”, redigido por Antero e assinado por perto de metade dos 725 estudantes então matriculados. Referências bibliográficas: Nóvoa, António - “A Sociedade do Raio na Coimbra académica de 1861-1863”, Universidade(s). História, Memória, Perspectivas. Coimbra: Congresso História da Universidade. Vol. 3, 277-320. Bebiano, Rui - “A cidade e a memória na intervenção estudantil em Coimbra”. Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, Outubro 2003, 151-163.
O caderno, pertencente a Emília Ermelinda da Cunha Sampaio, mãe de Alberto Sampaio, apresenta duas partes distintas: na primeira encontram-se registadas as despesas efetuadas com os estudos secundários e universitários dos dois filhos, José e Alberto Sampaio, e na segunda, as verbas gastas com a compra de propriedades, remissões de rendas, demandas, etc. O registo regular das despesas realizadas, desde a entrada dos filhos para o Real Colégio de D. Fernando, em Landim, em Janeiro de 1852, até ao final das suas formaturas na Universidade de Coimbra (Alberto Sampaio em Maio de 1863 e José Sampaio em Junho de 1865), permite conhecer as datas das viagens de Coimbra para Famalicão e de Famalicão para Coimbra, das idas a Guimarães de visita a familiares, o tempo de férias e os locais a que iam a “banhos” e ainda, outras particularidades, como por exemplo, o ano em que Alberto Sampaio começou a ter problemas com a visão. Um caderno com capa decorada com losangos e motivos florais. Papel de cor cinza clara.
Separata impressa no Porto : Imprensa Portugueza, 1907. A Bajlya da Poboa Noua de Varazim. Excerto de «As Povoas marítimas do norte de Portugal» (in Portugalia, Tom. II). Anotação a lápis na página 7, nota 2, 3.ª linha. O texto da separata integra a parte respeitante à Póvoa de Varzim, inserida no capítulo III “O mar livre” d’ As Povoas Marítimas do Norte de Portugal, O editor da separata foi o poveiro Rocha Peixoto, redator em chefe da «Portugália», revista na qual Alberto Sampaio colaborou, juntamente com outros nomes conhecidos da cultura portuguesa da época, como Adolfo Coelho, Martins Sarmento, Joaquim de Vasconcelos, Pedro de Azevedo, Ricardo Severo, Rocha Peixoto, Sousa Viterbo e Teófilo Braga. Junto ao exemplar um envelope, selado e com carimbo de correio, não sendo percetível a data do carimbo, dirigido a Alberto Sampaio. No canto superior direito a indicação «Original e provas typ.cas». Referências bibliográficas: Alberto Sampaio - Estudos Históricos e Económicos. Porto: Livraria Chardron, 1923.; Emília Nóvoa Faria; António Martins - “Alberto Sampaio e as Póvoas Marítimas: "A Bajla da Poboa Noua de Varazim". Póvoa de Varzim Boletim Cultural. vol. 42 (2008). Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 2008.; Santa Rosa Viterbo - Elucidário das palavras: termos e frases que em Portugal antigamente se usaram…Tomo primeiro. Lisboa: em Casa do Editor A. J. Fernandes Lopes, p. 117.
Cópia manuscrita de um dos sonetos de Alberto Sampaio, escrito em Coimbra no álbum de João Machado de Faria e Maia, datado de 12 de Janeiro de 1864. A cópia foi enviada, por correio, do Porto para Famalicão, em finais de Março de 1931, pelo filho (1868-1937) de Vicente Machado Faria e Maia (1838-1917), com o mesmo nome e apelidos do pai, ao sobrinho de Alberto Sampaio, António Vicente Leal Sampaio, então juiz do Tribunal do Comércio, no Porto. Para fazer a cópia foi utilizada uma folha de um bloco, como facilmente se percebe pelo picotado que apresenta. João Machado de Faria e Maia (1846-1915), a quem pertencia o álbum onde Alberto Sampaio escreveu o soneto, era filho do 1.º Visconde de Faria e Maia e irmão de Francisco e Vicente Machado Faria e Maia, também amigo de Alberto Sampaio. Conheceram-se na Universidade de Coimbra. João Faria e Maia foi poeta e jornalista. No verso da folha Vicente Machado Faria e Maia escreveu: «Com saud.sas lembranças do Vicente Machado». Envelope com timbre do Grande Hotel do Porto.
Primeira versão do "Manifesto dos Estudantes da Universidade de Coimbra / 1862-1863 / À opinião ilustrada do País”, reduzida à parte final do texto. No fim, apresenta as assinaturas de 13 estudantes universitários, seguidas do ano e respetiva identificação do curso, e de 4 estudantes do liceu.
Livro impresso em Coimbra na Imprensa da Universidade em 1862 com o título completo "Relação e Indice Alphabetico dos Estudantes Matriculados na Universidade de Coimbra e no Lyceu no Anno Lectivo de 1861 para 1862 com suas filiações, naturalidades e moradas e com a designação das diversas cadeiras e disciplinas, e dos lentes e professores respectivos".
Manuscrito "Amigos. / Não há ainda onze meses que alguns homens…”, com assinaturas de vários estudantes nas últimas páginas. Texto escrito por Antero de Quental justificativo das razões que levaram à formação da Sociedade do Raio.
Lista de nomes de sócios honorários da Associação Comercial de Guimarães. O primeiro nome da lista é o de Alberto Sampaio, tendo sido sócio honorário da Associação Comercial de Guimarães em 1884. É referenciado como proprietário a residir em Guimarães. Seguem-se os nomes de outros sócios, alguns dos quais faziam parte do círculo de amigos de Alberto Sampaio, nomeadamente o advogado Avelino da Silva Guimarães (sócio honorário no ano de 1886), João Franco (sócio honorário no ano de 1886), Conde de Margaride (sócio honorário no ano de 1890) e o proprietário Francisco Martins da Costa (sócio honorário no ano de 1890).
Ofício impresso e assinado por António de Moura Soares Veloso, gerente da Companhia do Caminho-de-Ferro de Guimarães. Informa o pedido feito pela Companhia do Caminho-de-ferro de Guimarães ao Governo para a construção do prolongamento da linha de Guimarães até Cavez ou Chaves, transcrevendo o respetivo requerimento. Numa das páginas do ofício está impresso um mapa com vários traçados do caminho-de-ferro, incluindo o projetado, e uma tabela onde se apresentam as distâncias, em quilómetros, dos diversos troços.
Ofício impresso enviado de Lisboa? por António de Moura Soares Veloso, gerente da Companhia do Caminho-de-Ferro de Guimarães. Impresso, com assinatura autógrafa de António de Moura Soares Veloso. Solicita o empenhamento de todos quantos tenham contactos com pessoas influentes no meio político de Lisboa para «auxiliarem a iniciativa do pedido feito pela Companhia do Caminho de ferro de Guimarães», no sentido de se conseguir avançar com a construção do troço de Guimarães a Chaves.
Impresso com convocatória aos accionistas, assinada pelo secretário Domingos José Ribeiro Guimarães, para a constituição de uma assembleia-geral extraordinária no escritório da Companhia, situado na Rua Paio Galvão, seguida na mesma página, da apresentação de duas propostas. Na segunda folha é apresentado o parecer do Conselho Fiscal, constituído por João Evangelista Machado da Cunha Faria e Almeida e Joaquim Bernardino Guimarães, com data de 13 de Junho de 1889.
Carta expedida de Boamense? Carta endereçado a José da Cunha Sampaio.
Proposta apresentada pelo acionista Abílio Torres na assembleia-geral dos acionistas da Companhia de Banhos de Vizela, realizada a 7 de Dezembro de 1882. Parecer do Conselho Fiscal sobre a proposta apresentada, com data de 10 de Maio de 1883. Do Conselho Fiscal faziam parte Francisco Ribeiro Martins da Costa, Alberto Sampaio e António José da Silva Basto.
Carta expedida de Boamense no dia 6,7, ou 8 fevereiro. Carta endereçado a José da Cunha Sampaio.
Impresso com consulta (inquérito) aos acionistas da Companhia dos Banhos de Vizela sobre questões que dizem respeito a obras a realizar e ao empréstimo que era necessário contrair. Na impossibilidade de comparência à reunião, é solicitado aos acionistas a resposta por escrito às questões colocadas no inquérito. Impresso com o nome do destinatário, Direcção da Companhia dos Banhos de Vizela, e o endereço, Guimarães, ambos impressos, apresentando ainda o selo no valor de cinco réis, não carimbado. Na outra parte da folha encontra-se o inquérito.
Carta expedida de Boamense? para Coimbra, Rua do Burralho, nº12 para José da Cunha Sampaio
Ofício impresso, na frente e numa das partes encontra-se o nome do destinatário, Alberto da Cunha Sampaio, e o endereço, Guimarães, ambos manuscritos, apresentando ainda o selo no valor de cinco réis, com carimbo do correio. Na outra parte da folha o texto do ofício impresso, com assinatura, também impressa do diretor Domingos José de Souza Júnior e data de 5 de Junho de 1889.
Carta expedida de Boamense para Coimbra, Rua do Burralho, nº12 para José da Cunha Sampaio
Impresso com Proposta apresentada pelo acionista Abílio Torres na assembleia-geral dos acionistas da Companhia de Banhos de Vizela, realizada a 7 de Dezembro de 1882. Parecer do Conselho Fiscal sobre a proposta apresentada, com data de 10 de Maio de 1883. As três propostas que constam dos documentos AS 163, AS 164 e esta são todas diferentes.
Carta expedida de Boamense? a José da Cunha Sampaio
Proposta apresentada pelo acionista Abílio Torres na assembleia-geral dos acionistas da Companhia de Banhos de Vizela, realizada a 7 de Dezembro de 1882. Parecer do Conselho Fiscal sobre a proposta apresentada, com data de 10 de Maio de 1883.
Folheto publicitário com a informação que acaba de ser posto à venda o Relatório Geral do Congresso Vitícola Nacional de 1895, volume I do Congresso Vitícola Nacional, Seção cultural e geneológica, preço 800 reís.