"Traslado da cláusula do testamento de Rui Mendes, cavaleiro da Ordem de S. Tiago, da casa de el-rei, contador em Minho e Trás-os-Montes, morador na rua da Sapateira (aprovado em junho de 1518 pelo tabelião Martim Gomes, sendo uma das testemunhas João Mendes, filho do testador, e aberto a 9 de maio de 1521 perante o juiz ordinário de Guimarães Simão Rebelo, escudeiro, estando presentes o licenciado Cristovão Mendes, corregedor da Beira, e Fernão de Mesquita, cavaleiro da casa de el-rei, filho genro do testador, e outros), pela qual manda sepultar-se na colegiada ante a porta que vai para os órgãos, onde também será sepultada sua honrada mulher Ana Rodrigues de Carvalho, porquanto «como ela sempre foi tão ....comigo nos trabalhos que eu tive no mundo....se no outro mundo se deve saber para contentamento deste ajuntamento assyser» e lega 200 reais que é quanto agora valem dez vinténs, com a obrigação de dez missas rezadas com responso e água benta sobre a sepultura. Passado traslado pelo tabelião Cristovão do Vale."