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11,856 records were found.

Contem 4 conjuntos de documentação recolhida no âmbito da investigação.
Este fundo reúne a correspondência da família de Rio Maior, num total de 1740 cartas. A maior parte, 1138, são da mãe Isabel, a 3.ª condessa de Rio Maior, para seus filhos António e José: 486 cartas dirigem-se ao filho António (cobrindo os anos de 1852-58 e 1860-63); e 652 cartas são para o filho José (abrangendo, sensivelmente, o período de 1854-1889). Já as cartas do conde de Rio Maior para os filhos não vão além de três, sendo de admitir que muitas se tenham perdido. Este fundo reúne ainda as cartas de ambos os filhos para os pais: 120 do António e 447 do José, o que perfaz um total de 567 cartas. A esmagadora maioria dirige-se à mãe Isabel e raras são as que se destinam ao pai. Por fim, reúne cartas do preceptor, Caetano Franco de Sousa, que acompanhou António e José na sua estadia na Universidade de Coimbra, bem como de figuras ligadas àquela cidade, casos de Bernardo da Silva Carneiro e Raimundo V. Rodrigues. E ainda cartas de Bárbara de Saldanha. As cartas estão divididas em subseries: Cartas da Condessa para o filho António; Cartas da Condessa para o filho José, Cartas dos filhos António e José para os pais; Cartas de Bárbara de Saldanha, casada com o filho João; Cartas de Caetano Franco de Sousa; Cartas de Raimundo Venancio Rodrigues; Cartas de Bernardino Carneiro e Cartas de Charles de Almeida. Em toda a correspondência, foi mantida a ortografia da época e a dos seus respectivos autores.
Contém: Listagem com as siglas utilizadas; Legenda - Comissões da Câmara dos Deputados; Legenda - Comissões da Câmara dos Pares; Índice alfabético de nome (apelido). Nota sobre o «Levantamento dos Discursos Parlamentares, 1834-1910» • Por não existirem índices nos Diários das Câmaras dos Deputados e dos Pares para este período, considerei indispensável proceder-se a um levantamento tão exaustivo quanto possível dos discursos dos parlamentares antes de se começar a redigir as biografias que constam dos três volumes do «Dicionário Biográfico Parlamentar», que coordenei. Apesar da margem de erro, relativamente elevada, que o levantamento conterá, penso ser útil colocá-la na Internet, uma vez que a ele poderão ter acesso os investigadores a trabalhar sobre este tema e período. Foi esta uma tarefa difícil, não só devido à sua natureza, essencialmente monótona, mas porque, às vezes, era difícil apurar quem era quem: quando lhes apetecia, tanto os deputados como os pares usavam apelidos diferentes e alguns irmãos bem como pais e filhos surgem com o mesmo nome, podendo ter sido confundidos. Seja como for, a dimensão do levantamento é considerável: em papel, corresponderia a cerca de 3.500 páginas. Se houve parlamentares que pouco discursaram, outros existiram que se revelaram muito activos, estendendo-se as suas intervenções por vários dias. Elaborou-se ainda uma lista dos parlamentares presentes nas comissões especializadas. Quem deseje escrever a biografia de alguém que tenha sido parlamentar entre 1834 e 1910 tem o trabalho de casa adiantado. Maria Filomena Mónica • Para uma consulta dos Diários da Câmara dos Deputados, da Câmara dos Pares e da Câmara dos Senadores consulte www.parlamento.pt. Para mais informações sobre a história parlamentar portuguesa consulte Materiais para a História Eleitoral e Parlamentar Portuguesa (1820-1926) (http://purl.pt/5854/1).
Conferência lida no Centro Juventude Republicana, de Lérida, em 16 de Janeiro de 1909; tradução de José Benedy • Assuntos: Anarquismo .
Encarregados de Sector, promoções por mérito, admissão de retornados bancários, transferência de pessoal da Direcção Geral da Fazenda do MRA, subsídio de máquinas. • Assuntos: Movimento Sindical.
Suplemento ilustrado. Nºs 2, 21 de Março de 1896; nº 3, 28 de Março de 1896; nº 7, 25 de Abril de 1896; nº 9, 9 de Maio de 1896; nº 11, 23 de Maio de 1896
Este espólio reúne documentação dos últimos anos da vida política de Lopo Vaz, especialmente correspondência, tanto as cartas que recebeu, como rascunhos de cartas que enviou. De particular importância é a documentação que diz respeito à formação do governo de Maio de 1891. A correspondência então trocada entre Lopo Vaz, o rei D. Carlos e Mariano de Carvalho permite estudar o papel do rei na constituição do gabinete e o modo como Lopo Vaz e Mariano de Carvalho tentaram condicionar o monarca. Esta documentação foi usada e é citada em Rui Ramos, D. Carlos (Lisboa, Círculo de Leitores, 2006).
Contém: Estado de sítio : folha informativa dos órgãos de vontade popular. - S.l. : OVP, [1975-1976?]. - Existências: nº 2 (2 Dez.1975), nº 3 (8 Dez.1975), nº 5 (4 Fev.1976).
Discurso sobre o projecto de lei dos acidentes de trabalho, proferido nas sessões da Câmara dos Deputados (22 a 28 de Novembro de 1911) e reproduzidos no Diário da mesma Câmara • Assuntos: Acidentes de trabalho.
Estatutos aprovados por alvará de 14 de Janeiro de 1933. Alterações aprovadas por alvará de 25 de Setembro de 1941 • Assuntos: Sindicatos Nacionais.
Projecto de lei apresentado à Assembleia Nacional Constituinte por Fernão Botto-Machado, deputado pelo círculo ocidental de Lisboa • Assuntos: Seguros de trabalho.
Comunicação apresentada no 2º Congresso Feminista e de Educação (1928). • Assuntos: Feminismo .
Tese apresentada ao 2º Congresso Nacional Abolicionista, em 1929. • Assuntos: Eugenismo.
Dissertação para a cadeira de Direito Civil do 3º ano da Universidade de Coimbra • Assuntos: Anarquismo .
Conferência feita na Liga das Artes Gráficas do Porto, em 22 de Outubro de 1905 • Assuntos: Anarquismo .
Certames realizados no Grupo E da cadeia do Limoeiro nos dias 17 e 24 de Agosto de 1913 • Assuntos: Presos políticos / prisões políticas.
Programa do Governo; publicações do Diário da República; cumprimentos e felicitações; recortes de imprensa; projectos de decretos (Centro de Documentação Ciêntifica e Técnica; estrutura orgânica do Ministério da Cultura; ICS; Instituto-Museu Nacional de Etnologia; JNICT; Secretaria-Geral do Ministério da Cultura e Ciência; Conselho Nacional do Património Cultural; Coordenação e fomento das actividades teatrais e cinematográficas; Centro do Coordenação e Planeamento Cultural; Orquestra do Teatro de São Carlos; Concurso Internacional Viana da Mota; Delegações regionais de cultura; Gabinete da Relações Culturais Internacionais; Direcção- Geral de Espectáculos; Comissão Coordenadora da Animação Cultural; Auditoria Jurídica; Direcção-Geral do Património Cultural; Direitos de Autor; Instituto de Portugal no Brasil; Direcção-Geral da Acção Cultural); Balanço de Actividades do 5º Governo Constitucional no Sector da Educação / Ministério da Educação. Lisboa. - Dezembro de 1979; correspondência (sobretudo de boas-festas); livro trânsito de ASN nas linhas férreas portuguesas; cartões de visita.
O concurso público para o lugar de cônsul de Portugal no estrangeiro, o primeiro a realizar-se em novos moldes, tem interesse a vários títulos. Desde logo, pela filosofia, meritocrática, que subjaz ao diploma de 18 de Dezembro de 1870, e, depois, pelos candidatos que a ele se submeteram, de que o mais famoso é certamente Eça de Queirós. Além do texto integral do decreto, incluem-se aqui muitos outros documentos, a maior parte dos quais inéditos, bem com o original e a respectiva transcrição (feita por Maria José Marinho e por Maria Isabel Soares) da prova teórica a que Eça, juntamente com sete outros candidatos, se submeteu no Ministério dos Negócios Estrangeiros, a 24 de Setembro de 1870. Como se sabe, Eça viria a protestar contra o facto de ter sido supostamente preterido - ficaria em segundo lugar - num artigo que viria a publicar em «As Farpas», de Novembro de 1871, no qual invocou ter sido alvo de perseguição política. Como tentámos provar num texto ao tema dedicado, as coisas foram mais complicadas do que ele nos quis fazer crer . Apesar dos esforços de Mendes Leal, para que o concurso fosse honesto, os «empenhos» sobre os membros do júri não tardaram a aparecer. Num país de camponeses analfabetos, onde as classes médias viviam coladas ao Estado, um concurso público dificilmente poderia ser isento. No caso que analisámos, os candidatos sobre os quais mais documentos possuímos, Eça de Queirós e Jaime Batalha Reis, consideravam que meter «cunhas» era a coisa mais natural do mundo. Mas nem tudo foi vergonhoso. Se o júri tivesse desejado colocar, desde o início, o filho do Conde da Ponte em primeiro lugar, nada mais simples do que atribuir-lhe, nas provas, uma qualificação mais elevada do que a que conferiu a Eça de Queirós. No entanto, não foi isso que fez. O mais provável é não ter obtido Eça o posto na Baía por não possuir experiência administrativa: um dia não chegava, de facto, como qualificação. O que não o impediu de relatar, em As Farpas, aquela história sobre uma misteriosa «cunha» feminina, a que acrescentou uma misteriosa perseguição política. Em suma, os génios literários não devem ser tomados à letra. Maria Filomena Mónica
Trata-se de um acervo constituído por documentos reunidos por Augusto de Azeredo Costa Santos e produzidos no âmbito dos Serviços de Acção Social do Ministério das Corporações e Previdência Social e do Ministério do Trabalho: notas informativas dos delegados dos SAS sobre o ambiente social nas empresas, comunicados e cadernos reivindicativos dos trabalhadores, correspondência de sindicatos e entidades patronais, etc. Diz respeito à mediação de conflitos laborais no período entre 1969 e 1977.
Este documento inclui duas notificações: uma, dada em Lisboa a 7/4/1802, pedindo parecer ao juiz das Coutadas da Vila de Cantanhede (que aparentemente seria o juiz de fora e da coutada da vila, Manuel José Colaço) quanto à petição, depois de ouvir por escrito o capitão-mor da Vila de Recardães João Henriques de Castro; outra, dada em Cantanhede a 28/4/1802, assinada pelo dito Colaço, pedindo a resposta do mesmo capitão-mor. António Fernandes da Costa Gomes vem a receber o ofício por alvará de 18/7/1802 (cf. Doc. NGM140). • Áreas geográficas e topónimos: Cantanhede, Portugal.
Inquirição de testemunhas quanto à acusação feita a dois indivíduos que caçavam ilegalmente na Coutada da Vila de Cantanhede. • Áreas geográficas e topónimos: Cantanhede, Portugal.
Desconto para o Sindicato, serviços clínicos, assistência médica. • Assuntos: Caixa Geral de Depósitos.
Livro de contabilidade de sociedade não identificada contendo, que terá pertencido provavelmente ao negociante matriculado portuense João José de Sousa Lage, contendo: Caixa, 1 de Fevereiro de 1863 a 25 de Fevereiro de 1863; Diário das Partidas Dobradas, 2 de Janeiro de 1872 a 20 de Abril de 1872; Razão por Partidas Dobradas, 2 de Janeiro de 1872 a 20 de Abril de 1872; Balanço Geral, Janeiro a Abril de 1872; balancete, Janeiro a Abril de 1872; …