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Planta : electricidade T2/T3 - tomadas. Planta nº10-b-1, escala 1/50.
Planta : electricidade T2/T3 - iluminação. Planta nº10-c, escala 1/50.
Planta : electricidade T1/T2/T3/T4 : quadros. Planta nº10-d, escala 1/50.
Planta : electricidade T1/T4 - tomadas. Planta nº10-c-1, escala 1/50.
Planta da declaração de zona degradada da Associação de Moradores de Contumil. Escala 1/1000.
Trata-se de uma factura de pagamento ao empreiteiro, ou seja, o dono paga ao empreiteiro segundo os valores e processos de pagamento acordados na adjudicação (caderno de encargos). O pagamento é dividido em fatias do total. O auto de medição é passado mediante a factura apresentada pelo empreiteiro sobre uma ou mais fatias específicas. Antes de se realizar o pagamento o arquitecto ou fiscal tem de confirmar se o trabalho específico na factura foi efectivamente realizado de acordo com o caderno de encargos.
Auto de medição, zona de intervenção da Lapa. Contém correspondência, recibo.
Peça desenhada : planta de urbanização - anteprojecto, zona de intervenção da Lapa. Escala 1/500.
Peça desenhada : anteprojecto - 2ª fase, zona de intervenção da Lapa. Perfis: estado actual, aterros e desaterros, cérceas. Escala 1/500.
Notas de serviço, autos de medição da zona de intervenção da Lapa.
Planta : abastecimento de águas T2/T3. Planta nº9-b, escala 1/50.
Planta : electricidade T1/T3 - iluminação. Planta nº10-a, escala 1/50.
Planta : abastecimento de águas t1/T4.Planta nº9-c, escala 1/50.
Planta : electricidade T1/T4 - iluminação. Planta nº10-b, escala 1/50.
Planta : tomadas T1/T3 - electricidade. Planta nº10-a-1, escala 1/50.
Peça desenhada : estado actual : planta do 1º, 2º e 3º pisos, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo.
Peça desenhada : alçado : fachada lateral de edifício, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo.
Peça desenhada : planta do 1º, 2º e 3º pisos, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídio. Escala 1/100.
Peça desenhada : planta cadastral, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo. Escala 1/1000.
Conjuntos de documentos heterogéneos de carácter geral, insuficientemente relevantes para se incluirem nos processos anteriores.
Peça desenhada : planta cadastral, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo. Escala 1/1000.
Peça desenhada : levantamento : estado actual, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo.
Peça desenhada : plantas : 1º e 4º andares, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo.
Peça desenhada : anteprojecto - 2ª fase - planta de trabalho, zona de intervenção da Lapa. Escala 1/500.
Peça desenhada : anteprojecto 2ª fase, perfis: estado actual, aterros e desaterros, cérceas. Escala 1/500.
Peça desenhada : anteprojecto 2ª fase - planta do estado actual do terreno, zona de intervenção da Lapa. Escala 1/500.
Peça desenhada : ante-projecto - 2ª fase - planta geral onde estão assinaladas as zonas de habitação (operação da Bouça, 1ª e 2ª fases), espaço verde e escola primária.
Peça desenhada : ante-projecto - 2ª fase - planta geral, zona de intervenção da Lapa. Escala 1/1000.
Peça desenhada : ante-projecto - planta de situação e coberturas. Escala 1/500.
Peça desenhada : anteprojecto 1ª fase, planta geral. Escala 1/1000.
Planta de projecto de construção do Bairro da Marinha/Silvalde, Espinho. Escala 1/1000.
Planta com proposta de reestruturação da zona pertencente ao processo de expropriação da zona de intervenção da Lapa. Desenho nº194.E.11. Escala 1/1000.
Planta com proposta de planta geral do processo de expropriações da zona de intervenção da Lapa. Desenho nº194.E.10. Escala 1/2000.
Peça desenhada : planta de implantação : terrenos da Misericórdia de Vouzela e de Espírito Santo Lda, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo. Escala 1/1000.
Peça desenhada : planta cadastral, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo. Escala 1/1000.
Peça desenhada : planta de indicação e localização, zona de intervenção de Vila Nova de Gaia/Santo Ovídeo. Escala 1/1000.
Fazem parte desta série _ peças desenhadas _ todo o tipo de desenhos que o arquitecto cria e que não fazem directamente parte dos projectos de arquitectura das habitações a construir, ou seja, que não apresentam associação a qualquer processo.
Trata-se de uma factura de pagamento ao empreiteiro, ou seja, o dono paga ao empreiteiro segundo os valores e processos de pagamento acordados na adjudicação (caderno de encargos). O pagamento é dividido em fatias do total. O auto de medição é passado mediante a factura apresentada pelo empreiteiro sobre uma ou mais fatias específicas. Antes de se realizar o pagamento o arquitecto ou fiscal tem de confirmar se o trabalho específico na factura foi efectivamente realizado de acordo com o caderno de encargos.
Planta de Declaração de Utilidade Pública (expropriações) da zona de intervenção de Francos. Escala 1/1000.
Planta de projecto da zona de Francos pertencente à Declaração de Utilidade Pública. Planta nº44.03. Escala 1/1000.
Planta com traçado dos terrenos a expropriar ou a ceder pela Câmara Municipal do Porto.
Fazem parte desta série _ peças desenhadas _ todo o tipo de desenhos que o arquitecto cria e que não fazem directamente parte dos projectos de arquitectura das habitações a construir, ou seja, que não apresentam associação a qualquer processo.
Memória descritiva, ante-projecto - urbanização - 2ª fase, zona de intervenção da Lapa.
A memória descritiva explica e descreve o projecto que proposto à construção podia ser mais ou menos elaborada recorrendo a justificações teóricas e outras. Os elementos constitutivos deste tipo de processo pode variar de arquitecto para arquitecto, da base comum salienta-se a explanação das necessidades em terreno, descrição da "situação actual", justificação das áreas necessárias e localização da área a intervir. Estes documentos estão normalmente integrados em anteprojectos e/ou projectos de construção. Esta série abrange todos os documentos desta tipologia que apareceram de forma isolados e os quais não foi possível incluir com absoluta certeza em qualquer processo de construção.
Notas de serviço, autos de medição da zona de intervenção de Maceda.
Trata-se de uma factura de pagamento ao empreiteiro, ou seja, o dono paga ao empreiteiro segundo os valores e processos de pagamento acordados na adjudicação (caderno de encargos). O pagamento é dividido em fatias do total. O auto de medição é passado mediante a factura apresentada pelo empreiteiro sobre uma ou mais fatias específicas. Antes de se realizar o pagamento o arquitecto ou fiscal tem de confirmar se o trabalho específico na factura foi efectivamente realizado de acordo com o caderno de encargos.
Auto de medição da zona de intervenção de Maceda. Contém plano de despesa de obra, correspondência, recibo, acta.
Peça desenhada : sector de apoio à construção, muro de suporte, zona de intervenção de Maceda. Escala 1/20.
Peça desenhada : muro de suporte, zona de intervenção de Maceda. Escala 1/20.
Para se iniciar qualquer tipo de construção abrangida pelo processo SAAL era fundamental a organização do processo de Declaração de Utilidade Pública (DUP). Este processo destinava-se a formalizar a superfície necessária para a realização da operação de recuperação e/ou construção. Os documentos constituintes são: uma memória descritiva e justificativa da operação onde se descreve a situação encontrada no terreno, a justificação das áreas necessárias, a planta de localização das zonas a expropriar que se destinava a localizar a operação em relação ao envolvente com indicação da freguesia, concelho e distrito, uma planta cadastral que continha a indicação dos diversos talhões em que estava dividida a propriedade. Os DUP deviam ser entregues à Comissão Coordenadora do SAAL Norte, à Associação de Moradores, à Câmara Municipal e ao Fundo de Fomento da Habitação.
Memória descritiva, inquérito, planta de localização, planta cadastral, planta de projecto.
Autos de medições, zona de intervenção de Francos. Contém recibo, plano de despesa de obra, acta, correspondência.
Notas de serviço, autos de medição da zona de intervenção de Francos.
Boletim da comissão de moradores de Contumil, nº3.
Os periódicos a que se refere esta série são os periódicos de bairro produzidos das diferentes zonas de intervenção do SAAL. Trata-se na maior parte dos casos, de edições artesanais com número limitadíssimo de exemplares. Estas publicações periódicas dão-nos a conhecer determinadas realidades vividas na época, tais como críticas ao sistema, reivindicações e sugestões bem como o estado e andamento das operações SAAL. Os recortes de imprensa, que obedecem a um propósito funcional de gerir informação, são extraídos de imprensa local e nacional.
A memória descritiva explica e descreve o projecto que proposto à construção podia ser mais ou menos elaborada recorrendo a justificações teóricas e outras. Os elementos constitutivos deste tipo de processo pode variar de arquitecto para arquitecto, da base comum salienta-se a explanação das necessidades em terreno, descrição da "situação actual", justificação das áreas necessárias e localização da área a intervir. Estes documentos estão normalmente integrados em anteprojectos e/ou projectos de construção. Esta série abrange todos os documentos desta tipologia que apareceram de forma isolados e os quais não foi possível incluir com absoluta certeza em qualquer processo de construção.
Facturas de brigada técnica.
Cálculos referentes ao projecto do aglomerado habitacional tribunal de menores. Ante-projecto entregue para aprovação ao Fundo de Fomento da Habitação - 1973. Contém memória descritiva, cálculos, plantas, propostas, planta geral, planta: cortes, fotografias.
Correspondência, apontamentos, proposta, recortes de jornais.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1975, relativamente às zonas de intervenção de Vilar, Contumil, Francos e Heroísmo.
Os periódicos a que se refere esta série são os periódicos de bairro produzidos das diferentes zonas de intervenção do SAAL. Trata-se na maior parte dos casos, de edições artesanais com número limitadíssimo de exemplares. Estas publicações periódicas dão-nos a conhecer determinadas realidades vividas na época, tais como críticas ao sistema, reivindicações e sugestões bem como o estado e andamento das operações SAAL. Os recortes de imprensa, que obedecem a um propósito funcional de gerir informação, são extraídos de imprensa local e nacional.
Processo administrativo relativo à Brigada Técnica da Póvoa : incluso facturas de honorários, correspondência, recibos de pagamentos, inatos do serviço.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1975, relativamente à zona de intervenção da Bela-Vista, Poço de Baixoz/toponimia> e Parceria Antunes.
Peças desenhadas - Bouça - Tribunal de Menores, 2ª fase - pasta nº1 : estruturas, fundações, cobertura, corte, escadas, parede e galeria.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1974, relativamente às zonas de intervenção do bairro de Aurora, de Massarelos, Arada e Póvoa.
Hoje em dia também designado por "projecto prévio". Aprovado o processo de Declaração de Utilidade Pública pelo Secretário do SAAL Norte e depois de marcada uma reunião com a Comissão ou Associação de Moradores e a Brigada Técnica era estabelecido um prazo para a elaboração do anteprojecto que se destinava a ser entregue na respectiva Câmara Municipal para aferição e aprovação. Continha os seguintes documentos: Peças desenhadas e outros elementos gráficos que explicitem a planimetria e altimetria das diferentes partes componentes da obra e fixem com rigor o seu dimensionamento, onde deveria ser mostrada a viabilidade de realização de todos as infra-estruturas urbanísticas. Peças escritas que descrevem e justificam as soluções adoptadas. Descrição dos sistemas e dos processos de construção previstos para a execução da obra e das características técnicas e funcionais dos materiais, elementos de construção e equipamento e estimativa do custo da obra.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1975 relativamente às zonas de intervenção do Acácio e das Antas.
Peças desenhadas da zona de intervenção da Bouça : geral com implantações, alçados conjunto, cortes, projecto de electricidade.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1975, relativamente as zonas de intervenção da Sé, Prelada, Pisca e Cruz de Pau.
Plano de barras das operações SAAL Norte.
Tabelas com despesas com as brigadas técnicas das operações SAAL Norte.
Processo de brigada técnica da zona de intervenção de Chaves de Oliveira. Levantamento - plantas, cortes, ficha relatório de contratos com a população, inquéritos, mapa de levantamento, fotografias de habitações degradadas.
Tabela onde se pode analisar a situação das operações so SAAL Norte em 30 de Novembro de 1975.
Documentos diversos da zona de intervenção de Santo Ovídeo. Contém factura de honorários, folha de pagamentos de deslocações, proposta, recibos de pagamentos.
Cabe à Câmara Municipal aprovar os projectos de construção ou de remodelação de habitações elaboradas pelas cooperativas de habitação económicas ou pelas associações de moradores. Os elementos constituintes dos projectos de construção são: as peças escritas (memória descritiva e justificativa, o caderno de encargos, as medições e orçamentos) e as peças desenhadas (implantação, alçados, perfis, pormenores). Estes elementos do projecto podem não corresponder a uma só fase mas abranger fases sucessivas. O projecto de construção também se denomina de projecto de execução.
Tabela onde se pode verificar o estado das operações em 30 de Setembro de 1975.
Processo de brigada técnica de Pego Negro. Contém relatórios, facturas, recibos, certidão, proposta orçamental.
Tabela : situação das operações de todas as intervenções do SAAL Norte.
Correspondência, relatório, facturas de honorários, proposta de brigada, mapa de planificação - zona de intervenção de Serralves.
Propostas, recibos, facturas - zona de intervenção de Justino Teixeira.
Processo técnico referente à àrea financeira do bairro de Vilar. Tipologias: relatórios, facturas de honorários, certidão, declaração, proposta e recibo de pagamentos.
Processo de brigada técnica referente ao bairro de Vilar. Tipologias: facturas de honorários, relatórios, planta cadastral, folhas de inventário de parcelas, memória descritiva. Peças desenhadas: área para construir, implantação, perfis, toscos, planta tipo e cortes, alçados. Caderno de encargos, projecto de recuperação do existente.
Peça desenhada da zona de intervenção de Chaves de Oliveira. Cortes, sector 1. Desenho nº3. Escala 1/100.
Peça desenhada da zona de intervenção de Chaves de Oliveira. Pormenores de betão armado, grupo 3. Planta estrutural do tecto, planta estrutural do 2º piso. Desenho nº4. Escalas 1/100 e 1/20.
Processo de homologação - condições de habitabilidade - Bela Vista. Escala 1/500.
Ficha resumo da situação em 15 de Abril de 1975: situação em que se encontram as construções em 2 zonas: Chaves de Oliveira e S. Victor.
Processo de homologação - área de intervenção - Bela Vista. Escala 1/500.
Ficha resumo da situação: situação em que se encontram as construções em 3 zonas - Bairro da Marinha, Esmoriz/Cortegaça e Arrábida.
Processo de homologação - áreas sujeitas a medidas cautelares - Bela Vista. Escala 1/1000.
Processo de associação de moradores - combatentes. Tipologias : convocatória, proposta de regulamento eleitoral, propostas, correspondência, facturas mensais de honorários, relatórios, apontamentos, periódicos. Rascunho - condições de habitação, rascunhos originais, folhas informativas, ficha de questionário, fotografias, papel stencyl.
Planta : piso 3 - cota 100.0 - Bela Vista . Escala 1/100.
Processo de brigada técnica da zona de intervenção de Antas/Combatentes. Tipologias: projecto do sector A e B, projecto de execução, ofícios e facturas, inquéritos, folha de horas.
Processo de homologação - equipamento - Bela Vista. Escala 1/500.
Ficha-resumo da situação: situação das operações em 30 de Agosto de 1975.
Planta : piso 4 - cota 102.8, Bela Vista. Escala 1/100.
Ficha-resumo de situação: situação das operações do SAAL Norte Serralves.
Organograma: organização de moradores; disposição de vários sectores - informação e recepção, contabilidade, secretaria, apoio técnico, documentação e arquivo, assessoria jurídica, representantes da zona, consultores, secretariado da CC, grupos de construção.
Correspondência relativa à Associação de Moradores da Bela Vista, documento identificador da operação da Ilha da Bela Vista, Diário da República.