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Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião Francisco Liberaro da Fonseca Castro.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contituído por livros de notas para escrituras diversas lavradas por diversas tabeliães.
Série que surge em 1928, com a designação de apresentação de letras a protesto. Para além do registo do protesto de letras, surge o registo da apresentação dos protestos. Nele constam a data da apresentação, quem a faz, o nome do devedor, o valor da letra e a data em que se comunicou a este último a falta de pagamento da letra. A partir do Código do Notariado de 1961, a série passa a ter a designação de protestos de títulos de crédito, e inclui também o registo dos instrumentos de protesto.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro Alves.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião José Luciano Nogueira.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Autos de inventários.
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Autos de Autos de inventário, apresentação de testamentos
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Autos de Inventário. Tipologia e suporte: Papel
Autos de apresentação de testamentos , autos de inventário
Autos de inventário
Autos de abertura de testamentos cerrados
Protocolos de audiências
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Registo da distribuição; escrituras e soldadas dos órfãos e expostos e registo de tutelas
Contém notas para escrituras diversas lavradas pelo tabelião António Manuel Carneiro de Abreu.
Autos de Autos de inventário
Apresentação e aprovação de testamentos, inventários, petições e instrumentos de inquirição.
Registos de autos de denúncia, queixas e audiências de julgamento
Registo dos autos crimes e causas
Assentamento de coimas
Autos de inventário e libelo
Autos de petição de justificação, alvará de vénia, acção de despejo, autos de inventário, acção sumária
autos de inventário, libelo, autos de petição, autos de apelação, autos de embargo
Apresentação e aprovação de testamentos, assentos de sisas
registos de sumários das querelas
Rol de culpados
Apresentação de testamentos cerrados
Contém registos de sinais do notário Pedro Alexandre Palma.
Contém registos de averbamento diário das escrituras diversas lavradas pelo notário Júlio da Cruz Cunha.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de averbamento diário das escrituras diversas lavradas pelo notário do concelho de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Surge no Código de 1928, em que se prevê a sua existência, ainda que não como livro obrigatório, segundo o modelo que mais convier ao notário. Alguns índices foram feitos reportando-se aos livros mais antigos. Ao mesmo tempo também transparece a ideia de que o código sistematiza uma prática já existente.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de emolumentos do cartório notarial de Mértola.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Manuel das Neves Coutinho Ribeiro.
Contém registos de de reconhecimento de letra e assinaturas lavrados pelo tabelião Eugénio Augusto Silva Junior.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Júlio da Cruz Cunha.
Contém registos de apresentação de letras a protesto do notário Júlio da Cruz Cunha.
Série tornada obrigatória em 1844, com o nome de registo de instrumentos lavrados fora das notas, em que também se registavam as procurações desde que requerido pelas partes. Esta série passa a ser designada em 1900 por livros de quaisquer outros registos por disposição da lei ou a requerimento das partes. É composta por todo o tipo de escrituras que não é realizado por escritura pública nas notas, ou pela entrega ao notário de documentos particulares que os interessados pretendam fazer registar. Em 1922, dividem-se as procurações e mais instrumentos por disposição da lei, do registo de documentos que as partes queiram arquivar. Em 1930 passa a chamar-se registo de quaisquer outros instrumentos e dos documentos que as partes queiram arquivar, designação que se mantém até ao Código do Notariado de 1961 em que adopta a designação actual de registo de outros instrumentos avulsos e de documentos que os interessados pretendam arquivar.
Série tornada obrigátória em 1844, com o nome de registo de instrumentos lavrados fora das notas, em que também se registavam as procurações desde que requerido pelas partes. Esta série passa a ser designada em 1900 por livros de quaisquer outros registos por disposição da lei ou requerimento das partes. É composta por todo o tipo de escrituras que não é realizado por escritura pública nas notas, ou pela entrega ao notário de documentos particulares que os interessados pretendam fazer registar. Em 1922, dividem-se as procurações e mais instrumentos por disposição da lei, do registo de documentos que as partes queiram arquivar. Em 1930 passa a chamar-se registo de quaisquer outros instrumentos e dos documentos que as partes queiram arquivar, designação que se mantém até ao Código do Notariado de 1961 em que adopta a designação actual de registo de outros instrumentos avulsos e de documentos que os interessados pretendam arquivar.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de procurações lavrados pelo tabelião Eugénio Augusto Silva Junior.
No Séc. XIX surge com a designação de registo de procurações avulsas. Não existe em todos os cartórios é apenas e mencionada na reforma de 1899. Em 1900 passa a integrar a série designada por livro de quaisquer outros registos por disposição lei ou a requerimento dos interessados. Pelo decreto nº 4170, de 30 de Abril de 1918, as procurações para contrair ou confessar dívidas, assinar letras afiançar e hipotecar ou alienar bens imobiliários serão registadas em livro competente. O código de 1928, estabelece que aqui serão "sempre exarados os instrumentos das procurações e substabelecimentos que tenham por fim retirar os testamentos dos arquivos testamentários ou notariais, e assim também os que forem outorgados para algum dos fins designados no art. 196º e cujos outorgantes os não possam ou não queiram escrever". Art. 196. " os instrumentos das procurações ou substabelecimentos com poderes para livre e geral administração civil ou gerência comercial, bem como para confessar acções, desistir de pleitos ou sobre eles transigir, contrair casamento, contrair ou confessar dívidas, assinar letras e cheques, prestar fiança, hipotecar ou alienar bens imobiliários, fazer partilhas e divisões...". Esta série desaparece com o Código Notarial de 1931.
Série que surge em 1928, com a designação de apresentação de letras a protesto. Para além do registo do protesto de letras , surge o registo da apresentação dos protestos. Nele constam a data da apresentação , quem a faz , o nome do devedor , o valor da letra e a data em que se comunicou a este último a falta de pagamento da Letra. A partir do código do Notariado de 1961, a série passa a ter a designação de protestos de títulos de crédito , e inclui também o registo dos instrumentos de protesto.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário António Manuel Afonso.
Contem registos de protestos de letras lavrados pelo notário António Ribeiro Franco Carneiro.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto Silva Junior.
Série que surge em 1928, com a designação de apresentação de letras a protesto. Para além do registo do protesto de letras, surge o registo da apresentação dos protestos. Nele constam a data da apresentação, quem a faz, o nome do devedor, o valor da letra e a data em que se comunicou a este último a falta de pagamento da letra. A partir do Código do Notariado de 1961, a série passa a ter a designação de protestos de títulos de crédito, e inclui também o registo dos instrumentos de protesto.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo tabelião Francisco Duarte de Sousa.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo tabelião Francisco Duarte de Sousa.
Contem registos de protestos de letras lavrados pelo notário António Ribeiro Franco Carneiro.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo tabelião Francisco Duarte de Sousa.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo notário Eugénio Augusto da Silva Junior.
Contém registos de protestos de letras lavrados pelo tabelião Francisco Duarte de Sousa.
Contém registos de reconhecimento de letra e assinatura em certidões de missa.
Série tornada obrigatória em 1844, com o nome de registo de instrumentos lavrados fora das notas, em que também se registavam as procurações desde que requerido pelas partes. Esta série passa a ser designada em 1900 por livros de quaisquer outros registos por disposição da lei ou a requerimento das partes. É composta por todo o tipo de escrituras que não é realizado por escritura pública nas notas, ou pela entrega ao notário de documentos particulares que os interessados pretendam fazer registar. Em 1922, dividem-se as procurações e mais instrumentos por disposição da lei, do registo de documentos que as partes queiram arquivar. Em 1930 passa a chamar-se registo de quaisquer outros instrumentos e dos documentos que as partes queiram arquivar, designação que se mantém até ao Código do Notariado de 1961 em que adopta a designação actual de registo de outros instrumentos avulsos e de documentos que os interessados pretendam arquivar.