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Correspondência estabelecida com a Presidência da República Portuguesa (Casa Civil e Chancelaria das Ordens Portuguesas). Inclui recorte de imprensa sobre a cerimónia de entrega da condecoração.
Correspondência estabelecida com a Associação da Casa Memória de Camões de Constância e o Centro de Estudos Camonianos referente à temática camoniana.
O arquivo fotográfico do Pe. Jacinto da Conceição Nunes, proveniente do Photographia-Museu Vicentes, reúne essencialmente 3 ferrotipos e 181 provas fotográficas avulsas, de diversos formatos (desde carte de visite, bilhete-postal e outros formatos em papel fotográfico de época, nomeadamente em papel de albumina e em papel de brometo) e 1 cartão de álbum. Este acervo compreende na sua maioria retratos de estúdio e retratos de exterior em contexto social e em ambientes residenciais, refletindo as ligações e vivências do padre Jacinto da Conceição Nunes com familiares, amigos e conhecidos, tanto no plano da sua atividade de sacerdote como na esfera da sua vida pessoal, em especial, interagida na Madeira e nos Açores. Muitas das dedicatórias manuscritas e inscrições proeminentes no verso das provas serviram de base de datação e identificação, porém quando não foi possível precisar uma datação exata, considerou-se o intervalo de tempo da vivência do padre Jacinto da Conceição Nunes ou uma referência de índole conjuntural mais fiável. Assim, optou-se por datar o fundo entre a segunda metade do século XIX e 1959, pela circunstância da existência de ferrotipos no acervo, cujo suporte e processo fotográfico foram utilizados em ampla escala entre as décadas de 1860 e 1870 e, como datação final, o mais recente documento cronológico deste arquivo pessoal, precisamente um bilhete-postal com o registo de envio datado do ano de 1959.
Tipologia: Autos cíveis de inventário obrigatório. N.º processo: 10/46. Ofício: 2.ª Secção. Freguesia: Tabua. Apensos: 1.º - I. O. n.º 6A de Guilherme da Câmara. Observação: Este processo tem início no fl. 63.
Tipologia: Autos cíveis de inventário obrigatório. N.º processo: 34/48. Ofício: 1.ª Secção. Freguesia: Arco da Calheta. Apensos: Este processo está apensado ao I. O. de João de Ascenção Jardim.
Contém imagens do Funchal à noite e do fogo de artifício do final do ano.
Álbum fotográfico com paisagens da Ilha da Madeira.
Inclui imagens de atividades agrícolas, ligadas aos animais e industriais.
Contém imagens da capela de São José, da Santa Casa da Misericórdia do Funchal e de edifícios de tipologia popular.
Contém imagens do largo da Achada, na Camacha, e de Machico.
Contém imagens dos festejos do anúncio do final da Primeira Guerra Mundial.
Contém imagens de lavadeiras e calceteiros.
Naturalidade do requerente: Ribeira Brava, Madeira, Portugal. Idade: 30 anos. Pai: Inácio Gomes. Mãe: Ludovina de Jesus. Estado civil: solteira.
Naturalidade do requerente: Ribeira Brava, Madeira, Portugal. Idade: 34 anos. Pai: Inácio Gomes. Mãe: Ludovina de Jesus. Cônjuge: Maria de Jesus.
Naturalidade do requerente: Estreito de Câmara de Lobos, Madeira, Portugal. Data de nascimento/batismo: 1923-10-10 (26 anos). Pai: João de Abreu. Mãe: Silvina de Jesu. Estado civil: solteiro.
Os autos de contas de administração de capelas resultam da verificação, por parte do Juízo dos Resíduos e Capelas, do cumprimento das determinações deixadas pelos defuntos instituidores de capelas. Da maioria dos processos constam as seguintes tipologias de documentos: o documento da instituição do vínculo (testamento, escritura de dote/doação/aforamento/partilha, entre outros), as tomadas de contas e quitações, sentenças, embargos, mandados, autos de sequestro, componendas de encargos pios, sub-rogações, entre outras tipologias. Os autos de contas de capelas documentam, assim, o processo de transmissão do vínculo a herdeiros/administradores no decorrer do tempo, com todas as implicações sociais e económicas decorrentes da inalienabilidade e indivisibilidade dos bens vinculados. Alguns documentos, designadamente os testamentos e escrituras, contêm informação que complementa lacunas de outros fundos documentais, como o registo paroquial e notarial, o que se revela de extrema importância para a investigação genealógica e de âmbito patrimonial. Existem 2474 autos de contas de administração de capelas, com datas compreendidas entre a primeira década do séc. XVI e o último quartel do séc. XIX. Contudo, os vínculos mais antigos documentados nos processos em apreço foram instituídos no último quartel do século XV, como o de Gil Eanes, carpinteiro, fundado em 1482 (Cx. 299-2). Adotou-se uma descrição sistemática dos autos, considerando os elementos que caraterizam a instituição vincular: identificação do instituidor, título, data e local da instituição do vínculo, motivos da sua fundação, encargos (mencionando reduções), forma de sucessão do vínculo, bens vinculados (mencionado vicissitudes ocorridas ao longo dos séculos, como sub-rogações, sequestros, arrematações, administração vacante), primeiros e último administradores, extinção do vínculo, quando mencionado. Deste modo, intentou-se, também, registar os momentos mais importantes do fluir do processo, para além das habituais tomadas de contas e quitações de encargos pios; o que permite tirar ilações quanto ao que foi estabelecido no documento fundador e a sua forma de concretização pelos sucessivos administradores. Acrescenta-se informação sobre outros vínculos instituídos ou na posse do instituidor, bem como referências a escravos, vestes, arte e património, literacia, enfim, elementos seguramente do interesse do investigador e que se pretendeu salvaguardar, dada a vetustez e mau estado de conservação dos processos.
Esta série reúne manuscritos de livros incompletos sem título, textos dispersos sem título e sem data, narrativas e textos intitulados de terceiros. Tudo indica que os textos dispersos sem título e sem data são da autoria de Florival de Passos. Muitas folhas destes manuscritos de autores não identificados encontravam-se desorganizadas sem qualquer ordem numérica. Por seu lado, a paginação já existente nos três conjuntos foi sendo alterada pelo próprio Autor ao longo do tempo. Impôs-se, assim, uma nova numeração das folhas. Também, na subsérie Textos diversos sem título e sem data tentou-se reunir documentos com uma certa afinidade textual. Pelo seu conteúdo e estilo, estes manuscritos tanto poderão pertencer a Luzia, a Florival dos Passos ou a Isaura Passos Jardim. E até poderão ser da autoria de outros autores não identificados.
A acção dos três romances, em forma de diário, decorre no Funchal, no início do século XX. As suas personagens retratam uma certa burguesia local. Os livros estão incompletos e não apresentam título: Cx. 2, doc. 1: Liv. 1, 1927. Cx. 2, doc. 2: Liv. 2, 1929 Cx. 2, doc. 3: Liv. 3, s.d.
Esta subsérie reúne, em conjuntos individuais, textos dispersos não assinados, sem título e sem data. Estão agrupados de acordo com certas afinidades textuais. Cx. 3, doc. 1 a 29
Esta subsérie contém os seguintes contos manuscritos de Isaura Passos Jardim, nome literário de Isaura Ascensão Machado Pacheco Soares de Passos Jardim, irmã de Florival de Passos: Cx. 1, doc. 122: "Conto de Natal". Dez. 1929. Cx. 1, doc. 123: "Outono". Set. 1953. Cx. 1, doc. 124: "A Festa na Aldeia". s.d. Cx. 1, doc. 125: "Outono". s.d. Cx. 1, doc. 126: "Uma Manhã...". s.d. Cx. 1, doc. 127: Resumo dactilografado da conferência "Aspectos da Madeira "ilha de encanto"". 20 Abr. 1933. Cx. 1, doc. 128: Manuscrito de "Aspectos da Madeira "Ilha de encanto"". 20 Abr. 1933. Cx. 1, doc. 129: Introdução a uma conferência não especificada de Isaura Passos Jardim, por Maria Lamas (1893-1983). S.d.
Esta série reúne dois conjuntos de textos em poesia e prosa, manuscritos em francês, de "Soeur Marie-Angela - (Mme Guiraud)". Cx. 1, doc. 130: Nove textos em poesia e prosa: "Viatique" (poema), 1911; "Convalescence" (poema), 1917; "Appel" (prosa poética), s.d.; "Aprés" (prosa-poética), s.d.; "Au Tourmenteur" (prosa poética), s.d.; "Lutte avec le Fantôme" (prosa poética), s.d.; "Veillée (prosa poética), s.d.; "Sagesse" (prosa poética), s.d. e "En Arrière" (prosa poética), s.d. Cx. 1, doc. 131: Seis poemas: "Aveu", 1916; "Rien", 1916; C'Est un Jour d'Été...", 1916; "Pasthorale", 1916; "Adieu, l'Amour...]", 1916 e "Nuit Solitaire", 1915.
Esta subsérie reúne os seguintes textos não identificados, apesar do título e da data dos mesmos. Cx. 4, doc. 1: "Pelos Caminhos da Vida. Monte, 24 Jul. 1902. Cx. 4, doc. 2: "A Receita de Caridade". Mar. 1918. Cx. 4, doc.3: "Em Margem dos Maias". Dez. 1919. Cx. 4, doc.4: "As Cartas de Gracinha". Lisboa, Mar. 1920. Cx. 4, doc. 5: "A Consulta". Abr. 1920. Cx. 4, doc. 6: "Confidências". Abr. 1920. Cx. 4, doc. 7: "Saber Pensar, Saber Sofrer, Saber esperar". Abr. 1920. Cx. 4, doc. 8: "A Amizade d'Ella...". Mai. 1920. Cx. 4, doc. 9: "Viver...". Mai. 1920. Cx. 4, doc. 10: "Neurasthenia". Lisboa, Jun. 1920. Cx. 4, doc. 11: "Variações sobre o Amor". Jul. 1920. Cx. 4, doc. 12: "O que eles prometem... (Amor) ". Lisboa, Ago. 1920. Cx. 4, doc. 13: "Como eles Acabam". Lisboa, Ago. 1920. Cx. 4, doc. 14: "Porque eles casam...". Ago. 1920. Cx. 4, doc. 15: "In Illo Tempore". Lisboa, Ago. 1920. Cx. 4, doc. 16: "A Arca de Noé". Ago. 1920. Cx. 4, doc. 17: "Andorinha". Lisboa, Set. 1920. Cx. 4, doc. 18: "Cozendo para os Pobres em Casa da Tia Fontanella", anexa uma gravura de "Elna Borgh: Doden". Dez. 1920. Cx. 4, doc. 19: "Supremo Argumento". Funchal, Mar. 1921. Cx. 4, doc. 20: "Imaginar". Funchal, Mar. 1921. Cx. 4, doc. 21: "O Inútil Dinheiro". Funchal, Mar. 1921. Cx. 4, doc. 22: "O Enterro de Isabel". Funchal, Mar. 1921. Cx. 4, doc. 23: "Independência". Funchal, Abr. 1921. Cx. 4, doc. 24: "O Caminho". Funchal, Abr. 1921. Cx. 4, doc. 25: "Política". Funchal, Mai. 1921. Cx. 4, doc. 26: "O que elles dizem depois...". Funchal, Mai. 1921. Cx. 4, doc. 27: "Funchal. Hotel Bela Vista", 21 Jun. [?]. Cx. 4, doc. 28: "Conjecturas". s.d. Cx. 4, doc. 29: "Na Gruta de Lourdes". s.d. Cx. 4, doc. 30: "Fabienne III". s.d. Cx. 4, doc. 31: "Viagem a Cítara". s.d.
Esta subsérie reúne textos manuscritos, em cadernos não identificados, cuja data se revela anterior à do nascimento de Florival dos Passos. Cx. 4, doc. 32: Caderno com a peça de teatro "Por Causa dum Título - Comédia em um Acto" por F. O. 1872. Cx. 4, doc. 33: Caderno com os textos não assinados, "Mythotologia", "As Divindades da Índia", "As Metarmopfoses de Vichnú" e registo de uma "Despesa - Transporte". 1919. Cx. 4, doc. 34: Caderno com a peça de teatro "Marido Velho não Presta". s.d. Cx. 4, doc. 35: Texto em prosa "III - Deus é Misericordioso". s.d. Cx. 4, doc. 36: Dois textos em prosa, "Dante Alighieri" e "Leonardo da Vinci". s.d.
Apesar de boa parte do acervo se ter perdido, a documentação que sobreviveu permite documentar aspetos da mentalidade e o quotidiano da fidalguia madeirense, sobretudo entre os séculos XVII e XIX.
O Liceu ficou instalado no antigo Paço Episcopal, em 1914, ainda com a designação de "Liceu Nacional Central do Funchal". Em 1919, passou a designar-se de "Liceu Central de Jaime Moniz". Este estabelecimento de ensino, mudou parcialmente para o novo edifício em outubro de 1942, permanecendo na rua do Bispo os laboratórios de física e química. O edifício do Liceu Nacional do Funchal foi oficialmente inaugurado em 1946, já com os gabinetes e física e química.