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ESTEVES, Artur César
Identification
Description level
D
Reference code
99385
Title
ESTEVES, Artur César
Dimension and support / Extents
1 pág.
Content and structure
Scope and content
ESTEVES, Artur César (*). Filho de Vitorino Lourenço (ou Laureano) Gonçalves (**), natural de Prado, e de Maria Benedita [da Luz] (exposta na Roda de Melgaço em 1848), rurais, moradores em Galvão de Baixo (ou em Corujeiras), SMP. N.p. de (Francisco Bernardo Esteves?) e de Clara Maria Gonçalves, solteira, de Prado; n.m. de avós incógnitos. Nasceu na freguesia da Vila a 8/11/1880 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, negociante, e Rosa Silvana Esteves, solteiros, da Vila. // Emigrou para Manaus, Brasil, onde foi sócio da Casa Comercial “A Melgacense”. // Nas férias que passava na terra natal gerou duas crianças: uma em Silvina Inocência Calheiros, que teve o nome de João Cândido Calheiros; e outra em ----------------------------, a quem atribuíram o nome de Júlio César, mais conhecido por “António da Isaura”. // Lê-se «Por notícias recebidas do Amazonas, fomos informados de que no dia 13 de Agosto findo faleceu na cidade de Manaus o nosso conterrâneo Artur César Esteves, antigo comerciante e sócio da extinta Casa Comercial “A Melgacense”, daquela praça brasileira. A seu filho Júlio César de Sousa e a toda a família apresenta o Notícias de Melgaço as suas condolências.» // A Voz de Melgaço traz também a infausta notícia: «Por notícias recebidas, sabemos ter falecido em Manaus, Brasil, onde se encontrava há mais de cinquenta anos, o Sr. Artur César Esteves, de Galvão, SMP. Era pai do Sr. Júlio César de Sousa, irmão das senhoras Rosa e Belarmina Esteves, e do Sr. Cândido Esteves, desta Vila.» // E quanto ao João Cândido nada! As pessoas que deram a notícia sabiam que Júlio César fora exposto em 1912 e que seus progenitores jamais o reconheceram como filho. Então, porquê, passados 38 anos, virem dizer aos leitores do jornal tal coisa? Comiseração? /// (*) No batismo deram-lhe o nome de Artur José, mas depois mudaram-lhe o nome para Artur César em homenagem certamente ao seu falecido irmão; não esquecer que a Conservatória do Registo Civil só surgiu em 1911. /// (**) Vitorino Lourenço, ou Vitorino Laureano, também usou o apelido Esteves, que transmitiu aos filhos.
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