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COSTAS, Filomena Augusta
Identification
Description level
D
Reference code
99103
Title
COSTAS, Filomena Augusta
Dimension and support / Extents
1 pág.
Content and structure
Scope and content
COSTAS, Filomena Augusta. Filha de José Costas e de Maria Isabel Fernandes, ambos de Santa Cristina de Baleixo, Tui, Galiza, moradores no lugar das Carvalhiças, Santa Maria da Porta. Neta paterna de José Costas e de Benta (Benita) Vasques; neta materna de Maria Isabel Fernandes, todos de Santa Cristina, Galiza. Nasceu na Vila a 4/9/1874 e foi batizada na igreja de SMP a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Pedreira e Ana Veloso Esteves, ambos casados, lavradores, do Rio do Porto, Rouças. // Casou na igreja de SMP a 21/3/1895 com António da Silva Cintrão, de trinta anos de idade, natural de Esposende, filho de António Joaquim da Silva Cintrão e de Josefina da Silva Brandão. // Ambos os cônjuges faleceram na Vila de Melgaço: o seu marido a 11/4/1935 e ela a 7/1/1966, com noventa e um anos de idade. Lê-se no jornal “Notícias de Melgaço” n.º 1583, de 9/1/1966: «No passado dia oito faleceu nesta vila, com a bonita idade de 93 (!) anos de idade, a senhora Filomena (…), viúva, que entre nós gozava da maior simpatia. Era mãe dos senhores Fausto e António da Silva Cintrão, e das senhoras Floripes, Amália (!), Virgentina, e Jelsemina da Silva Cintrão, e sogra dos senhores António de Oliveira, José Félix Igrejas, e Armando Augusto Pereira. O seu funeral, realizado no dia seguinte, foi largamente concorrido, tendo-se incorporado no féretro muitas pessoas de todas as categorias sociais. A toda a família enlutada, nomeadamente a seus filhos, genros e netos, endereçamos os nossos sentidos pêsames.» // Era uma mulher alta e magra, sempre vestida de negro depois da morte do marido; constava, sobretudo intramuros, que ela utilizava práticas de bruxaria. Dizia-se que à meia-noite colocava, nas encruzilhadas, malgas de barro com cinzas de certas ervas diabólicas lá dentro. Depois rezava, a fim de afastar os espíritos maus. Enfim, crendices que os tempos modernos rejeitam.
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