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CASTRO, Gaspar. Filho de Gaspar Pereira de Castro e de Inácia Antónia Micaela Pereira de Castro. Nasceu em São Miguel de Fontoura, Valença, por volta de 1833. // Proprietário. // Casou na igreja de Cerdal a 28/2/1853 com Ana Margarida, filha de Diogo Manuel de Sousa e Castro e de Maria Bebiana de Abreu Cunha Araújo, da Casa de Galvão, Melgaço, onde os noivos passaram a residir. // Enviuvou a 16/11/1874. Nesse ano era vogal substituto do Conselho Municipal. // No Diário do Governo n.º 141, de 25/6/1880, pode ler-se: «Pelo juízo de direito da Vila e comarca de Melgaço, e cartório do escrivão abaixo-assinado, se há-de proceder no dia 4 do próximo mês de Julho, pelas 10 horas da manhã, à porta do tribunal judicial, à arrematação da propriedade do monte e campo contíguo de lavradio, sito em Galvão de Cima, extramuros, Vila, e de produção de pão, vinho, mato e pinheiral, avaliada em 534$500 réis, cuja propriedade foi penhorada aos executados Gaspar Pereira de Castro, viúvo, e filhos, do mesmo lugar de Galvão de Cima, na execução que pelo dito juiz lhe move António Cândido Sousa Castro Moraes Sarmento, da Quinta do Pombal, Remoães, para pagamento da quantia de 276$976 réis que os executados lhe devem, e custas. E pelo presente anúncio ficam citados todos os credores incertos que se julgarem com direito à referida propriedade, para comparecerem, querendo, ao acto da arrematação, e usarem do direito legal, com a pena de revelia, na conformidade do art.º 844 do código do processo civil. Melgaço, 11/6/1880. O escrivão do 1.º ofício, Gaspar Eduardo Lopes Fonseca. Verifiquei – A. Barros.» // Faleceu na Casa e Quinta de Galvão, SMP, a 11/9/1889, com 56 anos de idade, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // Com geração.