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SOARES, Maria dos Prazeres
Identification
Description level
D
Reference code
93085
Title
SOARES, Maria dos Prazeres
Dimension and support / Extents
1 pág.
Content and structure
Scope and content
SOARES, Maria dos Prazeres. Filha de Florêncio Pinto Soares (Pata), natural da Vila, e de Ludovina Rosa Alves, natural de Prado (ver biografia no apelido Alves). Neta paterna de Maria Angélica, solteira, do Bairro do Carvalho, Vila; neta materna de João Caetano Alves e de Maria Teresa do Souto (Monteira do Buraco), de Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 8/8/1880 e foi batizada na igreja paroquial a 22 desse mês e ano. Padrinhos: José Augusto Teixeira, solteiro, e Rosa de Jesus da Costa Pinto, solteira, ambos da Rua da Calçada, Vila. // Foi admitida na Confraria das Almas de Prado a 26/12/1886. // Viveu maritalmente (*) com António Monteiro, pedreiro, filho de Joaquim Diniz Monteiro e de Maria Angélica, que nascera em 1868 em Milheirós, Maia, o qual fora casado em primeiras núpcias com Inês da Silva Santiago, senhora que faleceu a 15/8/1942 em Matosinhos. // O seu companheiro respondeu no tribunal de Melgaço em Outubro de 1933 por ofensas corporais, ficando absolvido; tinha como advogado de defesa José Joaquim de Abreu Junior. Moravam no lugar do Buraco. // Casou com o dito António – «in articulo mortis» - a 30/7/1944 (**). // Enviuvou a 4/8/1944. // Faleceu em Lisboa a 22/11/1957, no estado de viúva. // Mãe de António, de Artur Fernando, de Carolina Augusta, de Carminda Rosa, e de Maria (ver as suas biografias no apelido Monteiro). // Tia de Aldomar Rodrigues Soares (Mário de Prado). // Nota: foi o seu companheiro que construiu o balneário da Vidago, Melgaço, & Pedras Salgadas, no Peso; o matadouro (promovido anos depois a Museu do Emigrante); e o Mercado Municipal, entre outras obras. /// (*) Viveu maritalmente com António Diniz Monteiro quando ele era ainda casado; caso idêntico aconteceu anos depois com Leonídia Augusta Alves (Lili), da Vila. Os homens vinham trabalhar para Melgaço, arranjavam namoradas aqui, e logo esqueciam as esposas e os filhos que deixaram nas suas terras! /// (**) No assento de óbito de António Diniz Monteiro diz-se que ele morreu no estado de viúvo! No entanto, no assento de nascimento da filha, Carminda Rosa, ficou registado que seus pais casaram em 1944.
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