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PENHA, José António (Tringuelheta). Filho de Adriano Augusto de Penha, natural da Vila de Melgaço, e de Rosa Emília Martins, natural de Prado, rurais, residentes no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Inácio de Penha e de Maria Francisca, camponeses, moradores no lugar da Assadura, SMP; neto materno de Maria Antónia Martins, solteira, camponesa, residente no dito lugar do Souto. Nasceu em Prado a 1/9/1870 e foi batizado na igreja paroquial a 5 desse mês e ano. Padrinhos: José António de Abreu Cunha Araújo, do lugar do Rio do Porto, SMP, e Emília Correia Pimenta Feijó, de Viana do Castelo, a residir na Casa e Quinta do Pombal, Remoães. // Lavrador. // Morava nas Carvalhiças, Vila, quando casou na igreja de SMP, a 22/7/1901, com Áurea Augusta Gonçalves, de trinta e um anos de idade, solteira, camponesa, natural da freguesia da Vila, filha de Joaquim Gonçalves, do concelho de Monção, e de Maria Miquelina Fernandes (Rabona), de Melgaço. Testemunhas presentes: Secundino Augusto da Cunha e Clara Joaquina Vaz, solteiros, do lugar das Carvalhiças, SMP. // Enviuvou a 31/7/1913. // Casou em segundas núpcias a --/--/1915 com Cacilda da Glória de Melo, natural da Vila, mãe solteira de Umberto Amadeu de Melo e de Aurora Augusta de Melo. // Foi varredor municipal na Vila de Melgaço, moleiro, e grande contador de estórias. // No “Valenciano” n.º 1800, de 24/10/1897, surge-nos a surpreendente notícia: «foi preso em Melgaço José António Penha, de Prado, por se suspeitar que fosse ele o autor do roubo de 30$000 réis, praticado na Casa da Reboleira, Porto.» // Como a esse respeito mais nada se escreveu, conclui-se que ele nada teve a ver com o caso. // Morreu na vila, SMP, a 30/12/1950. // A sua viúva finou-se a 7/7/1956.