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VAZ, António. Filho de João Manuel Vaz e de Maria Rosa da Rocha, rurais, moradores no lugar de Paradela. N.p. de Manuel Vaz e de Maria Josefa Rodrigues; n.m. de João da Rocha e de Maria Luísa Gonçalves. Nasceu em Penso por volta de 1833. // Tinha 27 anos de idade quando casou na igreja de Penso a 24/6/1860 com Rosa Maria Garcia, de 26 anos de idade, filha de Manuel Garcia e de Mariana Esteves, lavradores, residentes no lugar de Pomar; neta paterna de João Garcia e de Maria Esteves, e neta materna de João Manuel Esteves e de Rosa Gonçalves. Testemunhas: Custódio Esteves Cordeiro, diácono, e J.J.E.P., casado, camponês. // Rondava os 38 anos de idade, estava viúvo de Rosa Maria Garcia, trabalhava na agricultura, quando voltou a contrair matrimónio, na igreja de Penso, a 21/8/1871, com Francisca Rosa Alves, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Lages, filha de João Manuel Alves e de Maria Rosa Rodrigues, de Penso. Testemunhas: João Rodrigues, casado, de Paradela, e António Manuel Solha, viúvo, de Pomar. // Tinha 47 anos de idade, estava viúvo de Francisca Rosa Alves, morava no lugar de Pomar, quando casou na igreja local a 9/2/1880, com Josefa Exposta, de 37 anos de idade, solteira, camponesa, exposta na roda da vila de Monção, e criada desde menina no lugar de Pomar, Penso. Testemunhas presentes: padre Manuel José Domingues e António Lourenço de Melo, casado, rural, do lugar de Telhada Pequena. // Morreu a 16/2/1907, no lugar de Pomar, com todos os sacramentos da igreja católica, com 73 anos de idade, no estado de casado com a dita Josefa, sem testamento, com geração, e foi sepultado no cemitério público da sua freguesia de nascimento.