Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Edifício da Torre do Tombo, Alameda da Universidade
1649-010 LISBOA
Tel.: +351 21 003 71 00
Fax.: +351 21 003 71 01
secretariado@dglab.gov.pt
RODRIGUES, Francisco Máximo
Identification
Description level
D
Reference code
73067
Title
RODRIGUES, Francisco Máximo
Dimension and support / Extents
1 p.
Content and structure
Scope and content
RODRIGUES, Francisco Máximo. Filho de Joaquim Luís Rodrigues e de Benedita Mendes. Neto paterno de José Luís Rodrigues e de Ângela Clara; neto materno de Ana Mendes, solteira, todos de Cevide. Nasceu a 12/11/1873 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: o presbítero Francisco Máximo Rodrigues, de Chaviães, e Caetana Rodrigues, viúva, tia paterna do bebé, de Cevide. // Em 1904 foi padrinho de Mário Máximo Monteiro. // Casou na igreja de Cristóval a 30/1/1907 com a sua conterrânea Deolinda, de 34 anos de idade, solteira, proprietária, moradora em São Gregório, filha de Manuel António Gomes, natural de Chaviães, e de Delfina de Sousa Viana, cristovalense. Testemunhas presentes: Aníbal José Alves, casado, proprietário, morador em Cevide, e Júlio Augusto de Sousa Viana, negociante, morador em São Gregório. // Pode ler-se no Notícias de Melgaço n.º 54, de 16/3/1930: «Tomou posse do cargo de presidente da Junta Administrativa desta freguesia o nosso assinante senhor F.M. Rodrigues, de São Gregório, que segundo nos consta tenciona terminar com as obras do cemitério a quem se deve o seu início no último cargo que exerceu.» // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 84, de 2/11/1930: «Pelo que nos contam está terminado o alargamento do cemitério paroquial desta freguesia, cujas obras há muito tempo que vinham prendendo as atenções do senhor presidente da Junta Administrativa da mesma, que tem sido incansável na sua terminação. Elas importaram em cerca de nove mil escudos e se não fosse a boa vontade do nosso amigo e assinante senhor Francisco Máximo Rodrigues tarde ou nunca seriam concluídas porque a Junta não tem fundos e o dinheiro foi emprestado particularmente por um amigo deste senhor. Só temos que louvar a ação deste cavalheiro e pena é que criaturas desta força não estejam sempre à frente das corporações locais, com o que muito teria a lucrar a República e o bem comum. Não teríamos caminhos arruinados, cemitérios todos sujos, e escolas, uma vergonha, como temos notado em muitas partes.» // Morreu na freguesia de Cristóval a 9/3/1953 (ou 1963). // Com geração.
Access and use
Language of the material
other
