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Filho de Manuel José Lopes, de Soutelo, Vila Chã, Braga, e de Maria José Pereira, de Chaviães, Melgaço. Nasceu em Chaviães por volta de 1836. // Morava em Corveira quando casou, com 27 anos de idade, na igreja da sua terra, a 28/3/1864, com a sua prima em 4.º grau, Teresa Joaquina, de 22 anos de idade, a morar no lugar do Val, filha de Jerónimo José Pires, natural de Paços, e de Maria Dolores Trancoso, da freguesia de Vilar, Tui. Testemunhas: José Joaquim Pires, casado, morador na Cruz de Merelhe, Paços, e Manuel António Gonçalves, casado, morador em Carvalheiras, Chaviães. // Lavrador. // Faleceu a 20/6/1869 (assento de óbito n.º 7), em sua casa, sita no lugar do Val, Chaviães, às 23 horas do dia 20/6/1869, «com pouco siso»; tinha apenas 33 anos de idade, deixando mulher e filhos; a sua viúva voltaria a casar, em 1872, desta vez com José Joaquim Lourenço (ver em Chaviães), criado de servir em Soengas. // Nota: o mesmo Domingos José Lopes volta a morrer (!!!), a 21/5/1904, na sua casa de residência, sita no lugar de Gondufe (!), só com a extrema-unção, por estar sem fala, com 67 anos de idade, viúvo, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local (ver assento de óbito n.º 3, de 21/5/1904). Esta confusão só se explica porque o padre de 1904 estava na freguesia há pouco tempo, não conhecia ainda a população local, e fez confusão com outro Domingos José Lopes.