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CASTRO, Manuel Maria.
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Description level
D
Reference code
68854
Title
CASTRO, Manuel Maria.
Dimension and support / Extents
1 pág.
Content and structure
Scope and content
Filho de Tomás José Castro, natural da Vila, e de Ana Joaquina Paz, natural de Chaviães, residentes no lugar do Linhar. Neto paterno de Diogo de Castro (da Casa de Galvão), casado (*), e de Margarida Joaquina, de Várzeas, SMP, solteira; neto materno de Jerónimo José Paz e de Isabel Álvares. Nasceu em Chaviães a 31/7/1846 e foi batizado pelo padre MJGB a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: Manuel Joaquim, solteiro, de Quintas, e Maria Esteves (?), solteira, do Adro. // Casou na igreja de SMP a 7/8/1871 com Maria Carolina, de 21 anos de idade, solteira, natural da Vila, SMP, filha de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernarda de Araújo, de Galvão. Testemunhas: Manuel António da Cunha, viúvo, da Pigarra, e Maria Joaquina de Castro, irmã do nubente. // Um filho do casal, Jerónimo José, nasceu em Galvão a 8/9/1874, e casou com Maria de Jesus Domingues (ver SMP, Vila). // Não fez boa vizinhança a Manuel Bernardo de Sousa, pois este mandou publicar (em 1908, salvo erro), em um jornal da terra, a seguinte declaração: «O abaixo-assinado vem por este meio fazer público que tendo no lugar de Linhar, Chaviães, um canastro para recolher seus frutos, o seu vizinho Manuel Maria de Castro, por alcunha o Regadinho, se anda gabando que um dia, ou noite, o há-de deitar abaixo, como se prova com testemunhas, para nunca mais pôr outro no mesmo sítio. Fica, portanto, avisado o mesmo “Regadinho” que, se algum dia o (…) canastro aparecer no chão, fica sendo ele o responsável pelo que possa acontecer». // Nesse ano de 1908 saiu um anúncio no Jornal de Melgaço n.º 738, assinado também por Manuel Bernardo de Sousa (Lisboa, 31/5/1908) no qual se dizia que a família “Regadinhos” ameaçava de morte a família de António de Figueiredo Saraiva, moradores em Linhar, Chaviães. Ele morreu em Fevereiro de 1931 (no lugar de Galvão, SMP, a --/--/1931, com 79 (!) anos de idade - NM 99, de 1/3/1931); e a sua viúva, em Prado, a 25/1/1938, em casa da filha, Rosa Margarida de Castro.
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