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DOMINGUES, Artur
Identification
Description level
D
Reference code
60992
Title
DOMINGUES, Artur
Dimension and support / Extents
1 página
Content and structure
Scope and content
DOMINGUES, Artur. Filho de André Domingues e de Maria Martins, lavradores, residentes no lugar do Maninho. Neto paterno de João Domingues e de Joana Rodrigues; neto materno de José Martins e de Teresa Besteiro. Nasceu em Alvaredo, no dito lugar do Maninho, às três horas do dia 14/10/1894 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António José Soares de Castro, viúvo, e Maria Soares de Castro, solteira, proprietários, do mencionado lugar do Maninho. // Em Fevereiro de 1916 gozava uns dias de licença militar na sua terra natal, mas de repente adoeceu – veio o médico militar de Viana do Castelo tratá-lo. // Em Maio de 1917 estava novamente em Alvaredo, com dez dias de licença; era soldado de cavalaria. Disse aos amigos que após a licença partia para França, trabalhar numa das escolas de equitação. Teve pouca sorte, pois foi mobilizado para combater na terrível guerra. Foi o soldado do 1.º esquadrão de remonta – escola de equitação. À data da sua partida ainda estava solteiro; morava no sobredito lugar do Maninho. Embarcou para França integrado no CEP a 2/7/1917. A sua chapa de identificação tinha o número 67360. // Sabe-se pouco do seu percurso durante o conflito. Já no cenário de guerra, em França, seguiu para o esquadrão de Remonta a 3/8/1918, tendo sido promovido a 1.º cabo a 5/7/1918. A 2/11/1918 estava presente no Quartel-General do CEP, proveniente do dito Esquadrão de Remonta. A 6/4/1919 passou à 1.ª secção auxiliar do comando do quartel-general do CEP. Sobreviveu à guerra, tendo embarcado no porto de embarque de Cherbourg, França, com destino a Portugal, a bordo do navio Mormugão (navio alemão, cujo nome original era Kommodore, o qual fora apresado pelos portugueses em Goa, Índia Portuguesa, em 1916) e desembarcado em Lisboa, no cais de Alcântara, a 1/11/1919. // Depois da guerra casou. // O correspondente do “Notícias de Melgaço” escreveu em 1934: «Soube-se por carta vinda de França que faleceu Artur Domingues.» // A sua viúva finou-se em Alvaredo em Fevereiro de 1955.
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