Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Edifício da Torre do Tombo, Alameda da Universidade
1649-010 LISBOA
Tel.: +351 21 003 71 00
Fax.: +351 21 003 71 01
secretariado@dglab.gov.pt
ROCHA, Alfredo
Identification
Description level
D
Reference code
101462
Title
ROCHA, Alfredo
Dimension and support / Extents
1 pág.
Content and structure
Scope and content
ROCHA, Alfredo. Filho de Maria Leonor da Rocha, solteira, natural da Vila, e de António Amorim, solteiro, natural de Cristóval. Neto paterno de Camilo de Amorim, galego, e de Ana Bermudes, natural de Paços; neto materno de Belchior Herculano da Rocha e de Maria Libânia Alves, da Vila de Melgaço. Nasceu na Vila a 15/1/1933. Padrinhos: Geraldino Augusto Fernandes, seu tio por afinidade, e sua 2.ª esposa, Rosa Celeste Fernandes. // Depois da instrução primária aprendeu o ofício de sapateiro com seu tio Domingos da Rocha; porém, ainda novo, em finais de 1951 ou inícios de 1952, devido ao dito tio ter encerrado a oficina, foi para Lisboa trabalhar no comércio. // Depois da tropa (1953-1955) partiu para o Brasil, onde se encontrava o seu pai, casado e com duas filhas, com quem se escrevia, salvo erro. Esteve lá onze anos, a trabalhar sobretudo na área das vendas. Regressou a Portugal em 1966, sem fortuna. Ainda emigrou para França, mas em 1967 regressa ao seu país, desiludido com tudo aquilo que viu. // A 2/3/1969 casou com Maria Esmália Ventura, nascida no Algarve a 8/6/1943, costureira, filha de um comerciante com loja na Amadora. Arranjou um emprego na CUF, como técnico de vendas, e as coisas começaram a melhorar. A 10/3/1970 nasceu o seu único filho, Nuno Belchior. // A doença surgiu, impiedosa, e a 23/11/1973, no Hospital da CUF, exala o seu último suspiro. // Em Novembro de 2018 os seus ossos foram reduzidos a cinzas e estas foram levadas para o cemitério de Melgaço, onde já estavam as cinzas de sua irmã Maria Alice da Rocha Zink e os restos mortais de sua mãe, Maria Leonor da Rocha. // Nota: em Melgaço teve a alcunha de “Pinga”. A explicação é simples: como jogava muito bem futebol compararam-no com o famoso Pinga do Futebol Clube do Porto. Acerca dele contam-se historietas e várias partidas (quase sempre inócuas) que ele pregava aos incautos aldeões; algumas serão verdade, outras nem tanto – que era um brincalhão, isso era.
Access and use
Language of the material
other
