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Identification
Description level
File
Reference code
PT/AMAP/ECL/CSMOGMR/001/8-3-4-4
Title
Sentença proferida por Afonso Vasques Peixoto, vassalo de el-rei e juiz de Guimarães
Title type
Atribuído
Holding entity
Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
Initial date
1442-03-14
Final date
1442-03-14
Dimension and support
1 doc. (730x480 mm)
Content and structure
Scope and content
"Sentença proferida no Paço do concelho por Afonso Vasques Peixoto, vassal de el-rei e juiz de Guimarães, lavrada pelo tabelião Fernando Afonso, sendo testemunhas os tabeliães João Vasques, Vasco Anes, Luis de Amaral, Nuno de Avis, Afonso Pires e João Afonso, e os juizes dos reguengos Vasco Martins, julgando deserto o agravo interposto pelos seus contra a sentença proferida a 29 de novembro de 1441 pelo juiz de Guimarães Pedro Álvares, mercador. A acção foi intentada a 22 de novembro do mesmo ano perante Lopo de Castro, vassalo de el-rei e juiz de Guimarães, por Álvaro Martins, prior do mosteiro de S.Torquato, contra diversos lavradores que fazendo minhos e presas, impediram a correnteza da água da foz de Rial e de Requeixo no rio de Selho para as terras do mosteiro. O prior apresentou rm pública-forma os seguintes documentos: 1º sentença proferida em Guimarães, a 16 de julho da era de 1441, por Paio Rodrigues, vassalo de el-rei e juiz de Guimarães, em acção intentada por Afonso Martins, prior castreiro, por então não haver prior maior, mantendo a este e ao mosteiro o direito e posse da referida água. 2º Sentença proferida em Guimarães,a 20 de janeiro da era de 1450 por Gil Domingues e Álvaro Anes, juiz de Guimarães, mandando cumprir a sentença antecedente.3º Sentença proferida no paço do concelho, a 29 de julho da era de 1451, por Álvaro Anes inquiridor e ouvidor em lugar de Diogo Martins, almoxerife de el-rei em Guimarães, julgando que Afonso Batoca segue as suas propriedades reguengas, sendo embargo do prior de S. Torquato, mas não faça presas, nem as ajude a fazer, no rio de Selho, desde o moinho de Vasco Figueiras até à Veiga de Freitas, e fazendo-as, ou qualquer outro, o prior as poderia desfazer. Sentença proferida a 29 de novembro de 1441, manda cumprir e guardar esta última.No verso, sentença proferida no paço do concelho a 4 de julho de 1492 por Álvaro Pinto, escudeiro fidalgo e juiz de Guimarães, isentando da multa em que incorrera Pêro Gonçalves, de Reboredo, por impedir a correnteza da mesma água porque provou não ter conhecimento desta sentença."
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Language of the material
Portuguese
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