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57 records were found.

Contém a carta do padre José Alves dirigida ao Dr. Salazar, a solicitar que seja entregue à Comissão Fabriqueira a comparticipação do Estado, em dívida há dois anos, para a construção da Igreja de Coruche. Inclui cartas de Júlio Cismeiro, e de Alfredo Antunes Flor relativas ao pedido de liquidação da dívida dos mármores.
Trata-se da carta da viúva do chanceler do Consulado Geral de Portugal em Paris dirigida ao Dr. Salazar, a solicitar auxílio económico. Diz que se encontra numa situação de penúria, sem pensão, e quase a ser expulsa do seu apartamento. Sendo francesa de nascimento, mas portuguesa por via do seu casamento com Carlos de Franco e Almodovar, não pode beneficiar da Segurança Social de França.
Telegrama de José da Costa Alves, Loulé, Faro, a pedir autorização ao Dr. Salazar para ocultar ao público informações sobre greves de estudantes em países estrangeiros.
Contém telegramas remetidos de Cabinda, provavelmente cifrados, excerto: "solucionando crise geral cabinda zaire benfica metrópole sacudindo ou disciplinando egocentristas psicopatas que semelhanca pata cavalo atila rei hunos tudo espezinham desalmadamente", entre outros. Inclui um apontamento: "aguardar o recebimento das obras de arte indígena - 4-5-1962".
Contém um postal de Natal com O Menino Jesus Deitado na Manjedoura e com a legenda latina "Puer natus est nobis" (papel vegetal), no interior deste bifólio há outro, em suporte papel, preso com um cordão de algodão cor de rosa: trata-se de uma carta de amor de Rosa Luísa de Jesus Maria Eugénio de Almeida, residente na Rua da Imprensa à Estrela, para o Dr. Oliveira Salazar. O texto inicia com as seguintes palavras: "Meu Queridinho Antoniozinho de Oliveira Salazar. Deus queira que estejas bonzinho. Olha meu Queridinho amor" (...). Termina a carta com um poema constituído por quatro quadras (datada de Lisboa, 21 de dezembro de 1954). Inclui o poema - incipit: "Ó Baixo Alentejo, triste," -, a última quadra diz: "Ó meu Menino Jesus, / tende dó do meu penar, / para não ter tanta dor, / eu possa ver meu amor, / Oliveira Salazar." assinado pela autora. Integra outras cartas.
Carta com o timbre: "Enxovais-Bordados-Vestidos, Grande Prémio na Primeira Exposição Ultramarina Portuguesa, Rua da Boa Hora, Porto", de Cândida Celeste Nogueira Alves, e Albertino Alves, a agradecer ao Dr. Salazar o cartão de felicitações de bodas de ouro.
Contém a carta de Augusto Patrício Álvares dirigida ao Dr. Salazar, a solicitar autorização para o seu poema, intitulado "Raça", poder ser publicado em um jornal de Angola. Inclui o despacho: a devolver o poema, e que os Serviços de Censura é que avaliam o pedido.
Contém a carta de Luísa M. F. Alves, natural da ilha das Flores, Açores e residente em Santa Cruz, Califórnia, dirigida ao Dr. Salazar, a solicitar-lhe o pagamento da viagem até aos Açores, pois há 40 anos que vive na Califórnia e não queria morrer sem visitar os Açores. Menciona que o falecido marido fundou um programa radiofónico na cidade de Watsonville, Califórnia KHUB, dedicado à divulgação de Portugal.
Contém a carta de Rafael Altamira, em Lisboa, dirigida ao Dr. Salazar a agradecer a sua nomeação para professor de "Carnegie", entidade à qual pertencia como conselheiro na Europa, na Secção de Estudo dos Problemas Internacionais. Diz que desejaria algum dia conhecer pessoalmente o Dr. Salazar, e elogia Portugal "tan lleno de grandes creaciones literarias y artisticas, y de colonización y comercio".
Contém a carta do General "Jefe de la Agrupación Especial de Costa de Rias Bajas y Gobernador Militar de la Provincia de Pontevedra - Vigo" dirigida ao Dr. António Salazar, a informar de que o Cônsul de Portugal em Vigo, lhe mostrou o telegrama com a autorização da Cruz Vermelha Portuguesa de disponibilizar penincilina, e a agradecer. Menciona o general Trindade do Porto, seu amigo, o Cônsul Dr. Manuel Anselmo, entre outros.
Contém dois cartões de visita da autora e do seu marido, Fernando Marinho Alves, residentes na Avenida de Roma, em Lisboa, a desejar [ao Dr. Salazar] uma Páscoa Feliz.
Contém a carta de Carlos Garcia Alves, engenheiro, dirigida ao Dr. Salazar relativa a siderurgia.
Alexandre Pinto Ferro Alves e José Manuel Salgado saudam o Presidente do Conselho.
Filho do primo do Dr. Salazar, Francisco Alves.
Contém a carta de Izilda Rodrigues Alves, residente em Copacabana, Rio de janeiro, Brasil, filha de pai português, a solicitar ao Dr. Salazar uma fotografia autografada para a sua amiga Maria de Lurdes Penna, portuguesa, a completar 55 anos, e que "até hoje conserva as suas duas únicas devoções. Uma para o céu: Santo António, outra para a terra: Salazar". Inclui o despacho de que foi enviada a fotografia, a 30 de abril de 1960.
Arcebispo de Lourenço Marques.
Contém a carta de Roque Santana António de Almeida, em Margão, Índia Portuguesa dirigida ao Dr. Salazar relativa à nomeação de três goeses. Diz o autor que a "população cristã de Goa" se divide em três grupos: 1.º Chátrias ou chardós (nobreza). 2.º Brámanes (clero) - "casta detestada" por São Francisco Xavier. 3.º Sudras (povo) - grupo mais mais numeroso. Indica o grupo pertencente ao hinduísmo, os que detêm os cargos proeminentes, embora menos habilitados, e aqueles que são católicos. As rivalidades que existem entre os grupos. A propósito das nomeações refere na qualidade de "um português" quer evitar "erros que nos possam deitar nas garras da União Indiana".
Contém a carta de João Alves, relativo ao Clube Rotario do Funchal "enquadrado" no Rotary Internacional, e a hipotética ligação à maçonaria.
Contém a carta de Laura Mantero Belard de Mendonça Alves, dirigida ao Dr. Salazar a expor a sua situação familiar, é herdeira de avultados bens deixados por sua mãe Maria Amélia, e por seu irmão António. Há dois anos, foram constituídos herdeiros os cinco filhos. Os bens não foram divididos por decisão do seu irmão Carlos Mantero, "rico e muito ocupado", e do advogado Dr. José de Azeredo Perdigão. Diz a autora, que vive com enormes dificuldades financeiras, e apela ao Dr. Salazar que "se compadeça dela, dos filhos e netos, para que as partilhas se façam rapidamente".
Presidente da Câmara Municipal de Viseu.
Contém a carta de Maria Antónia de Cabedo e Lencastre Eça de Almeida dirigida ao Dr. Salazar, a solicitar o lugar vago no Ministério dos Negócios Estrangeiros para o seu filho.
Contém a carta de Maria Alice de Almeida, de 19 anos, órfã, internada como educanda no "Internato das Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus", em Braga, a solicitar ao Dr. Salazar que seja seu padrinho na tomada de hábito - de religiosa na mesma Ordem - no dia 15 de agosto. O padrinho não necessita estar presente, presta auxílio nas despesas para o "Santo Hábito e Breviários". Inclui a resposta do Dr. Salazar, a comunicar que "ficou muito sensibilizado com o convite" (...) mas não quer abrir precedentes, contudo refere que vai enviar "uma pequena quantia para ajuda do enxoval".
Contém cartas de Maria Teresa Domingues Tavares de Almeida, residente em São Pedro do Estoril, dirigidas ao Dr. Salazar, a informá-lo de que se formou no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, e que "sonhou ter umas fitas com assinaturas dos que lhe são mais queridos", por isso pede ao Dr. Salazar que assine as fitas (datada de agosto). Inclui outra carta da dita remetente, a agradecer ao Dr. Salazar ter assinado as fitas. Diz: "dentro em breve casarei com o neto da senhora D. Palmira Bastos (datada de setembro). Integra uma terceira carta da mesma remetente, a solicitar ao Dr. Salazar o lugar de Secretário Geral da Federação Portuguesa de Futebol para o seu noivo, António Bastos Moreira da Cruz, licenciado em Direito, acrescenta que enquanto "tirava o curso era redator do jornal desportivo "A Bola".
Contém a carta da menina ("petiza") Maria dos Anjos de Almeida enviada através de Ricardo Rodrigues de Almeida, Vila General Machado, Cuanza. Diz a menina que o seu "paizinho fez uma linda igreja", mas a imagem de "Nossa Senhora que se chama Fátima" é muito pequena, e que em "Lisboa há da sua altura". A notícia sobre o pai da menina aparece em um recorte de jornal descrito como "velho colono Almeida, a quem Nova Fátima deve algumas das suas mais importantes obras, como o padrão, a capela e o posto escolar". Contudo, a Maria dos Anjos diz que o seu pai não é velho, e termina a carta dirigida ao Dr. Salazar, do seguinte modo: "beijinhos meus, e vou pôr o sapatinho na chaminé para o Menino Jesus mandar sua Mãezinha grande. Inclui um recorte de jornal.
Contém cartas do padre José da Felicidade Alves, no Seminário dos Olivais.
Contém cartas de António Cândido da Cruz Alvura, Gabinete do Juiz da Comarca das ilhas de Goa, em Nova Goa, amigo de Salazar, a informá-lo das intrigas de que tem sido alvo na sua profissão. Integra informações relativas à política em Luanda, menciona Craveiro Lopes, entre outros assuntos familiares. Inclui a minuta - manuscrita e datilografada - do telegrama do Dr. Salazar a ser enviado ao Dr. Cruz Alvura. Diz o Dr. Salazar: a "condecoração concedida, fim de carreira e esforço desenvolvido a bem da Justiça e da nação que servimos. Grande abraço de cumprimentos. Oliveira Salazar, Presidente do Conselho, São Bento".
Inspetor Chefe, da Secretaria de Estado da Informação e Turismo, Direcção Geral do Turismo, Lisboa.
Contém cartas de Estevam Luna Amado dirigidas ao Dr. Salazar relativas à agricultura, indústria e comércio. Reúne recortes de jornais com artigos da sua autoria, "Comercialização de Bacalhau", "Arriba España", "Mentalidade de Exportador" in "Colóquio da Exportação Associação Industrial Portuguesa - Lisboa, Março, 1968, comunicação N.º 17", entre outros.
Subsecretário de Estado do Orçamento.
Relativa ao pedido de subsídio para João Salazar Silvano Castela (afilhado do Dr. Salazar), de 38 anos, inválido motor, filho de José Augusto Castela e D. Ester de Morais Silvano Castela, residente em Coimbra.
Contém a carta de Carlos Alves, deputado por Angola à Assembleia Nacional (em Uige, Carmona, Congo Português) e autor do romance intitulado "Manda", dirigida ao Dr. Salazar, no sentido de solicitar o aumento da verba para mil contos, a fim do realizador Filipe de Solms realizar a versão cinematográfica. Inclui um cartão de visita do Ministro do Ultramar, António Augusto Peixoto Correia, entre outros.
Contém diversas cartas do Dr. Leonel Ferro Alves, licenciado em Direito, dirigidas ao Dr. Salazar, e também ao "seu velho amigo" José Manuel Salgado, contando factos políticos, e "pitorescos" sobre Humberto Delgado em Portugal, e no Brasil. Diz Ferro Alves que um amigo regressado do Brasil lhe contou o que dissera Delgado, precede com a explicação "No Rio de Janeiro, há uns bairros miseráveis e imundos onde vivem 600.000 pessoas, chamados «favelas». Ali se acumula uma multidão destituída de tudo. O Delgado nada achou de melhor do que afirmar, que as favelas do Rio de Janeiro, eram palácios comparados com as casas onde viviam a maior parte dos portugueses". Inclui cópias de artigos de imprensa aludindo a Salazar, Humberto Delgado, coronel Ribeiro de Carvalho, NATO, colonialismo, Henrique Galvão, Cabral (Guiné), entre outros. Leonel Ferro Alves dá conta ao Dr. Salazar, de um episódio relativo a um processo, no qual o juiz interroga os presos - presos comuns e sociais - em termos de "Organização Prisional", da PIDE. Os inquéritos são feitos, e ouvidos os advogados: Arlindo, Acácio, Palma Carlos e Abranches Serrão. Assim, entre casos de agressão, encontra-se a reclamação de um preso sujeito a "violência policial", pelo "facto do guarda não ter deixado que lhe fosse entregue, um lenço bordado, que a namorada lhe enviou" (...). Contempla um cartão de visita de Marie Thèrése Roussel Ferro Alves e do marido Leonel Ferro Alves.
Carta de Joaquim Camilo Fernandes Álvares, engenheiro, dirigida ao Dr. Salazar relativa à eletrificação - aumento no consumo de energia elétrica em Portugal, entre outros.
Contém dois cartões de visita de Alice de Macedo de Sousa de Alte, Quinta da Cevadeira, Castanheira do Ribatejo, dirigida ao Dr. Salazar a agradecer, diz: "Um ato de justiça grande e perfeito como a alma do Dr. (...) poderia realizar".
Contém a carta do cónego Luís Alves, a solicitar ao Dr. Salazar a vaga de Chefe dos Serviços Gerais e Económicos da Provedoria da Casa Pia de Lisboa, a favor do seu sobrinho de 35 anos, com o 2.º ano da Faculdade de Direito. Integra o cartão de visita de José António Tavares, Chefe do Gabinete do Ministro da Saúde e Assistência, bem como a informação remetida da Provedoria da Casa Pia de Lisboa, cuja resposta ao pedido anterior "apenas se afigura indicado a esta Provedoria (...) indivíduo diplomado com curso superior.
Votos de felicitações do Sr. e Sr.ª Licínio Marinho Alves, Casa das Rosas, São João do Estoril.
Contém cartas da escritora Virgínia de Castro e Almeida, delegada de Portugal do "Institut International de Coopération Intellectuelle", em Paris, dirigidas ao Dr. Salazar. A autora revela todos os pormenores das reuniões, das relações de trabalho e convívio que teve com políticos, membros da realeza, escritores, escultores, entre outros, quer na sua atividade profissional quer na sua vida privada, nomeadamente em sua casa. Menciona todos os países que visitou e residiu, bem como todos os livros que editou incluindo literatura infatil, e aqueles que estão no prelo. Dá conta, de modo confidencial, ao Dr. Salazar acerca de uma organização criada em Espanha, ainda antes da revolução naquele país, de um comité revolucionário constituído por portugueses, denominado "Frente Popular". Do grupo fazem parte Bernardino Machado, budhas, comunistas e anarquistas, entre outros.
Contém a carta de Manuel Duarte Alves, residente na Calçada da Quintinha-Vila Maria, Lisboa, regressado de Angola, dirigida ao Dr. Salazar, a fim de lhe oferecer um objeto de arte indígena pessoalmente. Despacho: "marcar audiência"
Contém cartas de Maria Dulce Leão de Sousa Alves, religiosa do Instituto de Santa Doroteia, ou "Madre Leão", filha mais velha do Dr. António Leão Ferreira Alves, conhecido do Dr. Salazar em Coimbra, a solicitar um emprego para o seu irmão António. Diz a autora: "para nós e para esses Vossa Excelência é uma figura da envergadura de um Infante D. Henrique ou de um Nuno Álvares Pereira". Pede ainda, uma fotografia para a irmã Almerinda. Integra a resposta do Dr. Salazar, a fim do seu irmão escolher um emprego que pertença ao Estado, pois não pode interferir em empresas particulares. Contempla um postal com a estampa de anjos (capa em papel vegetal) - oferta, também espiritual, da irmã Almerinda. Inclui a escolha do emprego do seu irmão António - trabalhar no Novo Banco do Fomento -, e fornece a morada dela: Abrantes - Colégio de Nossa Senhora de Fátima. Todavia, a irmã Maria Dulce Leão de Sousa Alves, encontra-se em Viseu, e como prova de agradecimento e dedicação ao Dr. Salazar, envia-lhe uma fotografia da Sé de Viseu, e no verso um poema. Segue a transcrição do 'soneto' (2 quartetos e 2 tercetos): "Quem é esse que afronta a tempestade, sem tremores, sem ânsias e sem medo, como altivo, calado, ermo rochedo, dominando sózinho a imensidade? Sorriu-lhe a luz na Pátria da Saudade, dizendo-lhe de manso alto segredo. Chamou-o portugal de manhã cedo; levou-o à História; mais: à Eternidade! Incarna augusto sonho em nós latente, o Passado, o Futuro e o Presente, da Terra-Mãe o solo, o céu e o mar! Forma branca pairando no Infinito, Trespassa a noite escura como um grito! Esse vulto sem mancha é Salazar! (Maria Dulce Leão, Viseu, 25 de agosto de 1959).
Contém a carta do Patriarca das Índias Orientais, em Vernã, Goa, Índia Portuguesa, dirigida ao Dr. Salazar a dar-lhe os pêsames pelo falecimento da sua irmã (23 novembro 1959), entre outros.
Brigadeiro e Chefe do Gabinete do Ministro da Defesa Nacional.
Contém a carta de Horácio da Silva Alves a felicitar o Dr. Salazar pelos 40 anos de governação, e envia uma foto dos pais - igual à que tem em sua "casa bem guardada para recordação".
Contém a carta de Joaquim Leite Pereira de Mello e Alvim, morador na Casa do Paço de Sousa, no Douro, dirigida ao Dr. Salazar sobre a problemática da vide "Isabela" originária da América (produz vinho de baixa qualidade). Menciona as vantagens e desvantagens deste vinho, bem como as ordens dadas aos proprietários para a enxertia, autos de transgressão, injustiças, entre outros. Inclui uma fotografia com o seguinte texto manuscrito no verso: "Ponta Delgada, 24 de junho de 1948 - partida do contra-torpedeiro "Lima" para Santa Maria conduzindo a imagem da Nossa Senhora de Fátima / Oferta do comandante do navio, capitão-tenente Mello e Alvim".
Contém cartas do Contra-Almirante Vasco Lopes Alves, Ministro do Ultramar dirigidas ao Dr. Salazar, relativas à inauguração da Barragem Oliveira Salazar, na Chicamba, Distrito da Beira, Moçambique. Inclui a carta de Vasco Lopes Alves (ex-ministro), de agradecimento da proposta do Prof. Adriano Moreira feita ao Dr. Salazar, de nomeá-lo como administrador da Companhia dos Diamantes de Angola, entre outros.